02 maio 2019

Por que a economia não cresce

A divulgação de dados sobre atividade econômica no Brasil tem ensejado uma nova e deprimente rodada de revisões baixistas nas projeções de crescimento. O consenso do mercado, compilado pelo Banco Central, para o crescimento do PIB em 2019 apontava para 2,6% ao final do ano passado, e está próximo a 1,7% atualmente (o Itaú espera 1,3%). Esperamos uma leve queda do PIB no primeiro trimestre, contra o anterior, número que deve ser divulgado no final de maio. Caso nossa projeção seja confirmada, a economia precisaria acelerar para 0,6% ao trimestre (cerca de 2,4% em termos anualizados), para atingir a projeção de 1,3%.

É verdade que as perspectivas para a economia mundial também pioraram, a julgar pelas projeções do FMI, de 3,5% para 3,3%, mas a redução foi menor do que a observada para o Brasil.

Há várias possíveis explicações, não necessariamente excludentes, tanto conjunturais quanto estruturais, para esse desapontamento com a evolução da atividade.

Uma delas é que estaríamos basicamente sentindo os efeitos defasados dos choques de 2018: a paralisação no setor de transportes, a recessão argentina e, principalmente, o aperto das condições financeiras observado no período de maior incerteza eleitoral. Como os efeitos da elevação das taxas de juros de mercado demoram a impactar plenamente a atividade econômica, essa explicação ainda é plausível, mas vai deixar de ser caso a estagnação econômica se prolongue muito.

Há também fatores climáticos que podem estar prejudicando o setor agropecuário e a geração de energia, mas seus efeitos tendem a ser limitados.

Outra vertente de explicações está associada à crise fiscal brasileira. No âmbito federal, a incerteza sobre o progresso das reformas, em especial a crítica reforma da Previdência, ajuda a travar os investimentos e os gastos de consumo de valor elevado.

Em escala subnacional, o ajuste fiscal forçado que se observa em certos Estados e municípios, com atrasos seletivos no pagamento de aposentados, funcionários e fornecedores, tem impacto direto sobre a atividade.

E há também o reposicionamento dos bancos públicos, que é parcialmente compensado pela intensificação da atividade no mercado de capitais local - ainda que existam também sinais de fraca demanda por crédito.

Dificilmente haverá uma política econômica isolada que vá tirar a economia da estagnação. Não há bala de prata

Há também aspectos setoriais, que retardam a retomada da indústria de construção (que responde por cerca de 4% do PIB), bem como do segmento de infraestrutura.

É possível, também, que, além de fatores conjunturais, estejamos experimentando os custos de um processo de transição estrutural. O modelo de economia fechada, com forte e disseminada presença do Estado - ao abrigo de uma interpretação generosa do artigo 173 da Constituição de 1988, que estabelece a preeminência do setor privado na condução de atividades econômicas - contribuiu para a perda de dinamismo observada desde os anos 1980, e mostrou seu esgotamento aparentemente terminal na profunda crise fiscal de 2015-16.

A economia iniciou uma transição para um modelo em que o Estado tende a ceder espaço para o setor privado na exploração direta de atividades econômicas, voltando-se para a atuação regulatória e normativa prevista no artigo 174 da Carta fundamental. A julgar pelas declarações das autoridades, o governo irá, também, trabalhar para aumentar o grau de inserção da economia, usualmente a mais fechada entre os membros do G-20, nas correntes globais de comércio.

Outra transição refere-se ao ambiente de taxa de juros. A Selic atingiu o mínimo histórico em março de 2018, e já está há 22 meses em um dígito - um recorde desde o início do Plano Real. A redução das rendas de investimentos pode estar ocasionando certa contenção de gastos por parte de poupadores - os rentistas estariam reagindo ao novo ambiente de forma conservadora, cortando gastos, antes de empreender. Tendo em vista a prolongada estagnação econômica, há um debate sobre a existência de algum espaço para o Banco Central adicionar estímulo à economia, caso a persistência de patamares amplos de ociosidade, notadamente no mercado de trabalho, indique que a convergência da inflação para a trajetória de metas pode vir a tardar mais do que o esperado. Mas, dado o patamar corrente da taxa Selic, qualquer estímulo adicional deve ser ministrado com cautela e parcimônia.

A multiplicidade de explicações sugere que dificilmente teremos uma iniciativa de política econômica isolada que vá tirar a economia da estagnação - não há bala de prata. Tomando emprestado o mantra de nossas autoridades monetárias, será preciso cautela, serenidade e perseverança para superar essa conjuntura.

Avanço na agenda de reformas, notadamente da Previdência, mas também a agenda de desestatização e abertura, mais esforço para desatar alguns nós setoriais, bem como alguma ajuda extra da política monetária, devem finalmente acelerar a recuperação. O pior que poderia acontecer seria uma eventual perda da serenidade que levasse a tentativas anacrônicas de ressuscitar o nacional-desenvolvimentismo.

Mario Mesquita é economista-chefe do Itaú Unibanco Fonte:Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 02/05/2019

02 maio 2019



Bradesco ganha corrida para financiar aquisições no Brasil

Os bancos brasileiros estão liderando o mercado de financiamento de aquisições, oferecendo empréstimos em condições mais vantajosas já que as taxas de juros locais em recorde de baixa lhes dão uma vantagem que Wall Street não consegue igualar.

A compra pela Engie do gasoduto TAG, da Petrobras, é um exemplo disso. Quando ficou claro que a empresa francesa de energia estava à frente na transação, Bruno Boetger, executivo do Banco Bradesco, se reuniu com executivos da Engie em Paris, oferecendo financiamento para a compra com proposta que batia até mesmo a ... - Veja mais em uol 02/05/2019



CDPQ visa mais ativos no Brasil

O fundo de pensão canadense Caisse de Depôt et Placement du Québec (CDPQ) tem planos para fazer mais investimentos no Brasil depois de ter comprado 90% da Transportadora Associada de Gás (TAG) em consórcio com a francesa Engie no início de abril.

Ao Valor, o vice-presidente da divisão de infraestrutura do fundo de pensão, Emmanuel Jaclot, disse que há interesse em "todos os setores" desde que sejam "boas oportunidades" de longo prazo. E o setor de infraestrutura desponta entre os potenciais alvos. .. Leia mais em valorecnomico 02/05/2019



GPS compra fatia da gestora digital Magnetis

A GPS Investimentos Financeiros e Participações, subsidiária do banco suíço Julius Baer, anunciou hoje que fechou a compra de uma participação minoritária na Magnetis Gestora de Recursos, uma das principais gestoras digitais de investimentos no Brasil. O percentual de participação e o valor pago não foram informados.

A compra ocorrerá ao longo de dois anos. A Magnetis é uma das primeiras empresas a oferecer a gestão automática de recursos com base em algoritmos e robôs e administra R$ 250 milhões em ativos.

Segundo nota, a Julius Baer quer capitalizar o mercado crescente de futuros investidores mais preocupados com tecnologia. Com sua atual presença brasileira – por meio das subsidiárias integrais GPS com R$ 31 bilhões em ativos sob gestão e Reliance Group com R$ 20 bilhões em ativos sob gestão – a Julius Baer é uma das maiores gestoras independentes local.

A Magnetis foi fundada em 2012 e oferece uma plataforma para consultoria de investimentos e soluções automatizadas de gerenciamento de portfólio por meio de uma interface digital, “atraindo o crescente mercado de futuros investidores mais jovens”.

Segundo Beatriz Sanchez, chefe da América Latina e membro do Conselho Executivo do Julius Baer, o banco vê uma grande demanda carente no Brasil por serviços de investimento digital. “Com o nosso investimento na Magnetis, poderemos capitalizar este segmento em crescimento e colaborar com um dos pioneiros neste campo”, diz.  Arena do Pavini - Leia mais em moneytimes 02/05/2019 



Pátria põe empresa de energia à venda

O fundo Pátria vai colocar à venda sua empresa de energia, a Argo, que é dona de 1,1 mil quilômetros de linhas de transmissão que cortam os Estados do Maranhão, Piauí e Ceará, apurou o jornal O Estado de S. Paulo. Avaliado em cerca de R$ 6 bilhões, incluindo dívidas, o negócio deverá atrair pesos-pesados como Brookfield, Taesa e State Grid, gigantes que já estão no Brasil, e fundo de investimentos especializados em infraestrutura, segundo fontes a par do assunto.

Um dos maiores fundos de investimentos do País, o Pátria tem concentrado suas apostas em energia e infraestrutura no Brasil. O projeto Argo foi arrematado em leilão promovido pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em abril de 2016. À época, os investimentos previstos no projeto eram da ordem de R$ 2 bilhões para a construção dos 1,1 mil km de linhas de transmissão de energia, além de quatro subestações. As obras do projeto devem ser encerradas no próximo mês de julho, dois anos antes do calendário previsto.

O projeto tem a missão de ajudar a distribuir a energia gerada pelos parques eólicos da região Nordeste. O contrato de concessão tem duração de 30 anos. No ano passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) liberou financiamento de R$ 1,5 bilhão para instalação das linhas de transmissão da Argo.

O processo de venda da Argo começou há poucas semanas e está sendo apresentado para investidores estratégicos e financeiros, segundo pessoas familiarizadas com o tema. Apontadas por fontes como potenciais compradoras da Argo, a gestora canadense Brookfield e a empresa de energia Taesa não se manifestaram. Outra potencial compradora, a State Grid, não retornou os pedidos de entrevista. Procurado, o Pátria também não quis comentar o assunto.


Investimentos. Apesar de tentar vender especificamente este ativo, a gestora brasileira continuará no setor de infraestrutura e com participação relevante em vários projetos de energia na América Latina. Atualmente, o Pátria é sócio da CPFL Renováveis, maior plataforma de energia renovável da América Latina, e tem participação na LAP – Latin America Power, plataforma de energia hídrica e eólica no Chile e no Peru. Além disso, controla a Tecnogera, empresa que fornece soluções de energia temporária.

Recentemente, o fundo chegou a analisar a compra de um grande ativo de infraestrutura. O Pátria foi apontado como um dos interessados em de participar, por meio de um consórcio, da compra do gasoduto TAG, que foi arrematado pela companhia francesa Engie, que pagou US$ 8,6 bilhões à Petrobrás.

Campo disputado. A busca por bons ativos de infraestrutura no Brasil está disputada, com a participação de investidores e empresas tanto nacionais quanto internacionais.No fim do ano passado, por exemplo, o grupo Votorantim, em parceria com o fundo canadense Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), arrematou o controle da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), por quase R$ 2 bilhões. O Pátria também chegou a avaliar participar desse leilão, de acordo com fontes de mercado.

A atenção dos investidores se volta também para os leilões de infraestrutura programados pelo governo federal. Entre os ativos a ser ofertados nos próximos meses estão ativos das estatais de energia Eletrobrás e Cemig. Além disso, também está sendo preparado um pacote de concessões rodoviárias.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo... Leia mais em istoedinheiro 02/05/2019



01 maio 2019

Agtechs brasileiras caminham sozinhas, mas falta conectividade

As agtechs, como foram batizadas startups e empresas de tecnologia para o agronegócio, caminham sozinhas no Brasil. Maior celeiro agrícola e pecuário do Hemisfério Sul, o País tem cerca de 300 companhias do tipo, com investimentos estimados em R$ 100 milhões ao ano, capazes de oferecer ao produtor qualquer tipo de serviço. Mas a falta de conectividade nas fazendas e de integração dos dados gerados por diferentes dispositivos são os desafios dessas empresas, segundo especialistas presentes no “Fórum de Inovação”, realizado nesta quarta-feira, 1º de maio, pelo jornal O Estado de S. Paulo e pela Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), na Agrishow, em Ribeirão Preto (SP).

Guilherme Raucci, responsável pela área de novos negócios da Agrosmart, avalia que as startups serão responsáveis por gerar tecnologia para resolver quase todo o desafio de fazer o campo produzir cada vez mais para alimentar a humanidade no futuro. “Não há mais área disponível para grandes expansões de produção e a mão de obra é cada vez mais escassa no setor. É preciso aumentar a produtividade e o caminho são essas empresas”, disse. “Mas os dados não são integrados e, no Brasil, apenas 14% das propriedades rurais têm conectividade”, emendou o executivo.

Diante da lentidão ou da falta de interesse em levar a internet para o campo – já que 90% das propriedades do Brasil são pequenas e 67% dos produtores não utilizam tecnologias que dependam de conexão – as principais montadoras do setor assumiram uma das pontas desse problema e até montaram pools com outras empresas. Uma das iniciativas é o ConectarAgro, formado por grandes grupos do setor, como a CNH Industrial, a AGCO e a Jacto, com empresas de tecnologia e telefonia.

“O projeto irá levar internet para as propriedades de um modo que realmente conecte tudo, seja simples, com um sistema aberto e acessível para o pequeno e grande agricultor”, explicou Marco Aurélio Milan, especialista de produto na área de agricultura de precisão New Holland, uma das marcas da CNH Industrial.

Além de lidar com os gargalos tecnológicos, as agtechs encaram novas e pontuais demandas do agronegócio brasileiro. Caroline Capitani, gestora de design digital e inovação da Ilegra, conta que novos pedidos de soluções tecnológicas para a empresa vêm do setor de seguros agrícolas. Esse aquecimento coincide com a ideia do governo federal de drenar mais recursos para as seguradoras e menos para o crédito agrícola na próxima safra, a partir de julho.

Trazer soluções tecnológicas e financeiras para o agricultor motivou a criação da Inter Chains, companhia que trabalha com o conceito de blockchains, basicamente uma base de dados capaz de fazer o registro de operações monetárias, análises de dados, servir como um registro digital de negócios e até atuar na rastreabilidade de uma propriedade. “A avaliação por meio do blockchain, com toda a cadeia integrada, é capaz de gerar um rating de um produtor, o que facilitará na hora de tomada de crédito, por exemplo”, explica Eduardo Figueiredo, sócio da companhia que tem 2 milhões de hectares gerenciados.

Até mesmo os antigos gargalos físicos do agronegócio em um País continental como o Brasil geraram oportunidades no setor. É o caso da Alluagro, startup que nasceu para fornecer serviços compartilhados de máquinas para produtores rurais, nos moldes do que já é oferecido por aplicativos de transportes em grandes cidades. “É economia compartilhada, onde conectamos prestadores de serviços e produtores rurais. É levar o trator, o produto mais próximo à fazenda”, explicou Marco Aurélio Chaves, um dos sócios da empresa. Estadao leia mais em istoedinheiro 01/05/2019

01 maio 2019



Petrobras anuncia conclusão da venda da refinaria de Pasadena por US$ 467 milhões

O fechamento da transação ocorreu nesta quarta-feira, 1º de maio

APetrobras informa que finalizou, por meio de sua subsidiária Petrobras America Inc. (PAI), a venda de 100% de suas ações nas empresas que compõem o sistema de refino de Pasadena, nos Estados Unidos, para a empresa Chevron U.S.A. Inc. (Chevron).

O fechamento da transação ocorreu nesta quarta-feira, 1º de maio, com o pagamento pela Chevron para a PAI de US$ 467 milhões (cerca de R$ 1,8 bilhão), sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 117 milhões de capital de giro, que será ajustado posteriormente para refletir a posição da data do fechamento.

"Esta operação está alinhada à otimização do portfólio e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando a geração de valor para os nossos acionistas", afirmou a estatal em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM)... Leia mais em epocanegocios 01/05/2019




Magazine Luiza faz acordo com Armazém Paraiba e estreia com 50 novas lojas no NO/NE

A rede de Magazine Luiza está em contagem regressiva para  abrir mais 51 lojas no Pará e nove no Maranhão, em apenas 20 dias; movimento reforça estratégia da rede de unir a operação online a lojas físicas, transformando-as em pequenos centros de distribuição.

Onze anos depois de estrear na cidade de São Paulo com a abertura de 50 lojas num único dia, o Magazine Luiza quer repetir o barulho que fez à época, só que agora no Norte do País. É a única região onde a empresa não está presente.

Segundo o jornal Estado apurou que no início do segundo semestre, num intervalo de apenas 20 dias, a companhia vai estrear no Pará com 51 lojas e abrirá outras nove lojas no Maranhão, onde a rede começou a operar no ano passado.

A maioria das lojas do Pará será em cidades menores, fora da capital, Belém. Isso reforça a estratégia da companhia que, na avaliação de consultores, caminha na direção de ser a Amazon(gigante do varejo mundial) brasileira. Ao ampliar sua capilaridade, chegando a municípios mais distantes dos grandes centros, a varejista reforça o modelo de negócio que une as lojas físicas com o varejo online. Os pontos de venda viram uma espécie de mini centros de distribuição, o que garante a rapidez na entrega das compras online, o maior obstáculo ao avanço do e-commerce, sobretudo em regiões distantes do Sudeste.

ARMAZÉM PARAÍBA
Para fincar bandeira no Pará e expandir no Maranhão, onde já tem 27 lojas, o Magazine Luiza fechou um contrato de cessão comercial de 48 pontos de venda hoje ocupados pelo Armazém Paraíba. A tradicional varejista de móveis e eletrodomésticos do Norte e Nordeste é conhecida por ter lojas em áreas mais remotas.

Dos 48 pontos de venda do Armazém Paraíba locados pelo Magazine Luiza, 39 estão no Pará e nove no Maranhão. A administração do Armazém Paraíba informou, por meio de nota, que “a negociação com a Magazine Luiza envolve apenas e tão somente a cessão de 48 pontos, na sua grande maioria imóveis próprios”. Isso significa que nesses pontos de venda a marca Magazine Luiza substituirá o Armazém Paraíba. Sob a nova administração, os funcionários dessas lojas provavelmente deverão ser reaproveitados, diz uma fonte.

A administração do Armazém Paraíba afirmou ainda, em comunicado, que possui mais de 350 lojas espalhadas pelo Norte e Nordeste e continuará atuando no varejo, “sendo certo que nos Estados do Pará e parte do Maranhão, com foco no ramo mole (confecções, tecidos, calçados, cama, mesa e banho)”. A rede não informou as cifras e prazos do contrato. “A empresa tem como política não divulgar valores de negociações.”

Além das 48 lojas locadas do Armazém Paraíba, o Estado apurou que o Magazine Luiza negociou outros 12 pontos de venda no Pará com pequenos varejistas locais. Procurado, o Magazine Luiza não se pronunciou.Do Estado de S. Paulo .. Leia mais em wscom 01/05/2019
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Armazém Paraíba vende 48 lojas para Magazine Luiza no MA e PA 

O Magazine Luiza fechou um contrato de compra de 48 lojas no Pará e no Maranhão da rede Armazém Paraíba, confirmou em nota a varejista regional. Com isso, o Magazine passa a operar no Estado paraense, onde não tinha lojas até então.

Segundo uma fonte, a negociação que deve ficar entre R$ 150 milhões e R$ 200 milhões.

A Armazém Paraíba não informa os valores do acordo. Para funcionários, a varejista encaminhou uma carta dias atrás, obtida pelo Valor, em que informa que o contrato com o Magazine, no formato de "cessão de pontos", está sob análise do Cade, o conselho ... Leia mais em valoreconomico 01/05/2019




Multinacional de essências Duas Rodas cogita sócio

A multinacional de essências Duas Rodas, fundada no sul do País em 1925, está considerando um sócio estratégico. Eventualmente, todo o negócio poderia ser vendido.

A operação está com o Bank of America Merrill Lynch (BofA). A Duas Rodas, entretanto, nega qualquer intenção neste sentido.

No mercado de fusões e aquisições, o comentário recorrente é de que se trata de uma “bela empresa”. Leia mais em  colunabroadcast.estadao em 01/05/2019



Rhenus Logistics fecha aquisição de 100% da companhia Langarri Logística

Neste mês de Abril, que agora se fecha, a Rhenus anunciou a obtenção de um acordo de aquisição de 100% do capital da basca Langarri Logística, empresa líder com mais de 30 anos de experiência no sector de transporte e logística, com presença no País Basco e em Navarra.

Com esta aquisição, «a Rhenus Logistics reforça a sua posição na Península Ibérica e, mais especificamente, no País Basco, onde Langarri Logística tem uma presença destacada», comunicou a empresa. De acordo com a direcção da Rhenus Logistics Management Espanha, «esta operação de compra reafirma-nos como uma empresa que procura colocar o máximo de especialização e qualidade ao serviço dos clientes»

A empresa frisou ainda que este negócio permite o fortalecimento da sua presença no País Basco, «potenciando a rede de distribuição do Norte da Península e abrindo um mercado num produto complementar ao nosso catálogo». Recorde-se que a Langarri Logística possui seis filiais próprias distribuídas pelo País Basco, abrangendo Guipúzcoa, Álava, Vizcaya, Navarra, La Rioja, Miranda de Ebro e o Sudoeste da França.

Fundada em 1988, Langarri Logística oferece serviços de transporte, desde serviço de encomendas até correio industrial, com mais de um milhão de envios por ano em mais de 140 veículos específicos, destacando de forma especial o serviço “Same Day Delivery” (Entrega no Próprio Dia), bem como de Logística, desde gestão de armazéns até acções de logística reversa, nos mais de 7.000 m2 de armazéns... Leia mais em revistacargo 30/04/2019



Pesquisa revela atuação de escritórios de advocacia em operações de fusões notificadas ao Cade

10 escritórios de advocacia responderam por 86% das operações de fusões e aquisições notificadas ao Cade nos quatro primeiros meses de 2019.

Um estudo realizado pelo escritório Cescon Barrieu Advogados mostra que 10 escritórios de advocacia responderam por 86% das operações de fusões e aquisições notificadas ao CADE nos quatro primeiros meses de 2019.

O ranking também revela que apesar do cenário econômico incerto, o número de transações se manteve em patamares estáveis quando comparado ao mesmo período de 2018.

Ricardo Gaillard, sócio especialista em CADE, explica que “a análise concorrencial é uma das primeiras etapas em uma operação, e os times de M&A e CADE atuam de forma conjunta durante todo o processo”

Outro ponto levantado por Gaillard se refere às decisões da autarquia e o amadurecimento do órgão: “cada vez mais sofisticadas, as decisões demandam alocação cuidadosa dos riscos concorrenciais entre os agentes privados”. Não por outra razão os escritórios de advocacia buscam times cada vez mais especializados.

Confira abaixo a quantidade de atos de concentração feitos pelos escritórios:.. Leia mais em migalhas 01/05/2019




Cosan: Conselho aprova OPA para comprar ações ON da Comgás

O conselho de administração da Cosan aprovou, em reunião realizada nesta terça-feira, a realização da oferta pública para aquisição de ações da Comgás.

A OPA terá como objeto 2.683.835 ações ordinárias, por um preço unitário de R$ 82, ajustado pela variação da taxa Selic desde o dia 13 de março, quando foi realizada a liquidação da OPA de ações PN, até o dia 4 de junho, data da OPA para ações ON.

Pelo preço de R$ 82, a oferta vai movimentar R$ 2,2 bilhões. Além da OPA, o conselho da Cosan aprovou a celebração de contrato com a BC Gestão de Recursos para comprar mais 1.700.795 ações ON da Comgás.

Para esta operação, a Cosan não informou o preço a ser pago à BC... Leia mais em istoedinheiro 30/04/2019