29 abril 2019

FT: JAB aumenta fatia no capital da Coty de 40% para 60%

A JAB Holdings aumentou, com sucesso, sua fatia no capital da problemática fabricante de cosméticos Coty, recuperando o controle majoritário depois de uma forte resposta dos investidores à oferta pública de ações. .. Leia mais em valoreconomico 29/04/2019

29 abril 2019



Ex-lojistas do Mercado Livre criam startup vendida por R$ 36 milhões

A ferramenta de gestão de vendas que vai do pequeno ao grande lojista foi comprada pelo próprio Mercado Livre e hoje é uma das maiores ...

Os marketplaces são a bola da vez no varejo online brasileiro ─ e, para os empreendedores Fernando Montera e Frederico Flores, o aumento dessas plataformas que medeiam produtos e serviços foi a oportunidade de criar um negócio milionário.

Segundo um levantamento da Precifica, empresa especializada no monitoramento de vendas em ambiente virtual, somente em 2018 o número de e-commerces no país deu um salto de 90%, passando de 7.448 lojistas em 2017 para 14.204 no ano seguinte.

Atuando nessa frente, os dois ex-vendedores do Mercado Livre, uma das maiores plataformas do setor, investiram cerca de 50 mil reais na criação de um software de gestão de vendas pela internet. Três anos mais tarde, a startup foi comprada pela própria gigante de compra e venda de produtos por 36,5 milhões de reais.

A trajetória de empreendedorismo de Fernando Montera e Frederico Flores começou bem antes da fundação da Becommerce, hoje uma das maiores plataformas de gestão de marketplace do Brasil, com mais de três mil usuários. Ainda na adolescência, os amigos que se conheceram em um jogo de futebol uniram forças para abrir o próprio e-commerce no Mercado Livre.

Na época, as vendas de artigos eletrônicos importados da China ─ que ainda eram novidade no país ─ chegaram a render lucros mensais na casa dos 300 mil reais. Com o passar do tempo, a dupla começou a sofrer com a concorrência e a demanda pelos produtos caiu.

Os empreendedores mudaram os rumos do negócio e passou a investiram naquilo que já estavam acostumados a fazer: gerir espaços de vendas virtuais. Mas, desta vez, o e-commerce de terceiros. “Nós percebemos que era muito mais negócio, em vez ficar disputando uma guerra de preço com outros vendedores, prestar consultoria para eles”, explica Flores.

Antecessora do modelo de negócio hoje aplicado pela Becommerce, a consultoria, na época prestada somente aos lojistas do Mercado Livre, realizava todo o gerenciamento da venda no ambiente virtual.

“A gente operacionalizava todo o e-commerce do cliente, desde a criação de anúncio e da descrição dos produtos até o atendimento ao consumidor. A única coisa que o cliente tinha que fazer era cuidar dos envios e administrar o estoque”, explica Flores sobre o início do negócio, que ainda não contava com uma plataforma de gestão automatizada.

Seis investimentos conservadores que rendem mais que a poupança
Juntando a experiência na operacionalização dos espaços de e-commerce com a crescente demanda dos novos clientes, os fundadores decidiram inserir tecnologia no negócio e criaram um software que permite a gestão de diversas lojas em ambiente virtual. A decisão deu escala à BeCommerce. O investimento inicial para a criação da plataforma foi de 50 mil reais.

A empresa foi comprada pelo Mercado Livre há pouco mais de um ano, em uma transação de 36,5 milhões de reais. Hoje, os dois fundadores da Becommerce continuam no comando da startup, mas agora atrelados à gigante de compra e venda de produtos. Hoje, a empresa tem uma carteira de cerca de três mil clientes que contratam planos mensais. O tíquete médio gira em torno dos 400 reais. Do grande ao pequeno vendedor, a empresa gere marketplaces como Amazon, Submarino, Lojas Americanas e o próprio Mercado Livre.

Para Montera, o outro sócio-fundador da Becommerce, o diferencial do modelo de negócio da empresa é que ela “é a única que conta com fundadores que já foram vendedores” e experimentaram na pele as dificuldades de um e-commerce. Com isso, é possível “desenhar soluções com um foco muito específico que outras marcas acabam não percebendo”, completa Flores.

Objetivo sonhado por muitos CEOs de startups, a aquisição ou parceria do negócio com grandes marcas, como o Mercado Livre, é cada vez mais frequente no Brasil. De acordo com um levantamento feito pela 100 Open Startups, entre junho de 2016 e 2017, o número de contratos deste tipo firmados cresceu 194%, o que indica que até mesmo as grandes corporações têm buscado soluções inovadores para renovar o modelo de negócio... Leia mais em exame 29/04/2019



JSL desiste do IPO da Vamos

Diminuição da demanda para a operação e o pedido de investidores para a redução na faixa de valor levou a empresa a suspender a oferta inicial de ações. Precificação estava marcada para a noite desta segunda-feira

A locadora de caminhões e máquinas Vamos, do Grupo JSL, desistiu de abrir o seu capital. Segundo informações do Broadcast, a oferta pública de ações (IPO, na sigla em inglês) seria precificada nesta segunda-feira, 29, e foi cancelada por falta de demanda para a operação.

De acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast, a empresa recusou a proposta de investidores, que pediam a redução na faixa de preço da operação. O valor estipulado ia de R$ 17,00 a R$ 21,00.

A abertura de capital da Vamos na B3 poderia movimentar até R$ 1,276 bilhão. A empresa planejava utilizar parte dos recursos captados para pagar dividendos aos próprios acionistas. Leia mais em seudinheiro 29/04/2019



Cotrigo vende frigorífico na cidade de Estação a grupo chinês

 Com duas negociações realizados neste mês, a última delas na sexta-feira, quando vendeu seu complexo frigorífico localizado na cidade de Estação, a Cooperativa Tritícola Getúlio Vargas (Cotrigo) deu mais um passo na tentativa de tentar sanar dívidas que perduram há anos.

Depois de a Olfar, de Erechim, comprar seis unidades da Cotrigo, em meados de abril, a cooperativa vendeu em leilão seu frigorifico por cerca de R$ 24 milhões a um grupo empresarial chinês.

De acordo com a Oro Leilões, o nome do grupo asiático que comprou a unidade será divulgado nesta segunda-feira, após o resultado do leilão ser encaminhado à Justiça. - Leia mais em Jornal do Comércio 29/04/2019



'Fintechs avançaram sobre bancos grandes', diz pesquisador

Com expansão de opções digitais, cinco líderes do setor reduziram sua fatia em total de clientes e operações desde 2014; Economista Roberto Luis Troster analisa dados do Banco Central

A concentração bancária diminuiu nos últimos quatro anos, aponta um estudo feito, a partir dos dados do Banco Central, pelo economista Roberto Luis Troster.

Entre 2014 e 2018, a participação dos cinco maiores bancos do País no total de operações financeiras recuou, de 77,3% para 69,9%.

 Também a fatia dos cinco gigantes (Itaú Unibanco, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) no total de clientes encolheu: era de 72,3% em 2014 e fechou 2018 em 64,5%.

O avanço dos bancos digitais e das fintechs, que chegam a 400, é um dos fatores que explicam a redução na concentração dos sistema financeiro em torno dos cinco maiores bancos, avalia o consultor, que foi economista-chefe da Febraban.

"A concentração não é um problema, ela está diminuindo", afirma. A questão hoje é que o modelo de negócio de algumas instituições ficou obsoleto. "Banco não é mais uma lugar que você vai. É uma coisa que você faz, ele está no seu celular", diz Troster.

O que o estudo revelou?
Que a concentração bancária não é um problema no sistema financeiro. Ela diminuiu entre 2014 e 2018.

Quais dados o levaram a essa conclusão?
O número de bancos aumentou: eram 153 em 2014, agora, 155. A segunda variável é a participação dos cinco maiores bancos no total de clientes, que era 72,3% em 2014, caiu para 64,5%, em 2018. No total de operações, os cinco maiores eram responsáveis por 77,3% em 2014 e essa fatia recuou para 69,9% em 2018. Por último, a participação no volume de crédito, teve queda em 2015 e aumentou em 2016 e 2017 por conta de o HSBC ter sido comprado pelo Bradesco. Mas apresentou um declínio, de 2017 (72,9%) para 2018 (72%).

Por que está havendo esse movimento de desconcentração?
A tecnologia é o primeiro fator que tem contribuído para isso. Hoje um terminal de computador atua como um banco. Antes era preciso ir ao banco. Hoje você faz tudo pela internet. As fintechs ocuparam espaço e com mais rentabilidade do que os bancos grandes.

A redução da concentração ocorre em função do avanço dos bancos digitais?
Sim. O segundo fator é o modelo de negócio. Alguns bancos grandes, especialmente os estatais, não se adaptaram ao novo cenário, e o modelo de negócios ficou obsoleto. Isso fez com que esses bancos perdessem terreno rapidamente.

Quais seriam esses bancos?
Os bancos estatais. Eles estão na lanterna em número de operações e em número de clientes. Ficam atrás do Bradesco, Itaú e Santander.

Por que eles não adaptaram o modelo de negócios?
É difícil saber o motivo.

Qual é o principal problema do sistema financeiro hoje?
É o modelo de negócio. O paradigma seguido é antiquado. Há 25 anos, a importância do banco era preservar a moeda nacional, evitar a dolarização. Hoje essa preocupação com a preservação da moeda não existe mais. E os bancos mantiveram a indexação.

Mas o banco sozinho pode mudar isso?
O paradigma é do Banco Central, mas os bancos não fazem nada para alterá-lo.

O sr. acha que as fintechs vão acabar com os bancos?
Depende de cada banco e como ele reage às mudanças. Tem bancos que conseguem se adaptar e outros que não sobrevivem por muito tempo.

O sr. acha que as fintechs já mudaram o sistema financeiro?
A tecnologia muda tudo. Banco não é mais uma lugar que você vai. É uma coisa que você faz, ele está no celular. O papel do banco mudou pela tecnologia e pela economia. Márcia De Chiara Estadao leia mais em terra 29/04/2019



Netshoes vende operação na Argentina; ação opera em alta

A Netshoes anunciou hoje o fechamento da venda da operação da empresa na Argentina para o grupo BT8 S.A. A companhia não informa valores da transação ou detalhes da empresa compradora.

Pelos termos da operação, a subsidiária argentina passa a ter uma licença, pelo período de dezoito meses, para usar na Argentina, a plataforma da marca Netshoes.

"O desinvestimento de suas operações .. Leia mais em valoreconomico 29/04/2019



Ofertas de ações de empresas brasileiras podem movimentar R$ 80 bi este ano

Se confirmado, será o maior valor desde 2010

Apesar das incertezas sobre a retomada do crescimento econômico, as empresas deram início a um forte movimento de oferta de ações na bolsa paulista (B3) e também no exterior, que pode levantar este ano cerca de R$ 80 bilhões - o maior valor desde 2010, segundo fontes. O valor inclui tanto operações de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), quanto emissão de ações de companhias já listadas na Bolsa (chamada 'follow-on').

A expectativa é que sejam feitas entre 25 e 40 operações neste ano. Boa parte será conduzida por companhias que já têm ações em Bolsa e que pretendem fazer ofertas primárias e secundárias no mercado. No primeiro caso, as operações são para captar recursos para projetos de expansão, por exemplo. Na oferta secundária, a venda de ações é para remunerar os acionistas, que diluem sua participação ou saem do negócio.

Essas operações deverão ser lideradas, em boa parte, por estatais. São os casos da Petrobras, que planeja vender sua participação na BR Distribuidora, e da Caixa, que deve se desfazer de fatia na petroleira. Juntas, podem levantar cerca de R$ 20 bilhões, segundo fontes. Outras estatais também devem seguir o mesmo caminho, forma mais rápida e menos burocrática que a venda direta da empresa. A resseguradora IRB, do Banco do Brasil, foi a primeira a fazer oferta de R$ 2,5 bilhões, em fevereiro.

Após a paralisia no período eleitoral, o setor privado também reagiu. Localiza e Burger King levantaram R$ 2,6 bilhões.

No início do mês, a empresa de energia Eneva fez uma oferta secundária de cerca de R$ 1 bilhão.

A varejista Centauro captou R$ 772 milhões em seu IPO.

Fora do País, a empresa de pagamento Stone movimentou quase US$ 800 milhões na Nasdaq, nos EUA, para permitir a saída de investidores do negócio.

Outras operações estão prestes a ser realizadas. Na próxima quinta-feira, a empresa de locação de caminhões Vamos, do grupo JSL, deverá concluir seu IPO, com expectativa de captar R$ 1,1 bilhão. A CPFL Energia - controlada pela chinesa State Grid - já fez o pedido para oferta pública na Securities and Exchange Commission (SEC), a comissão de valores mobiliários dos EUA. A intenção é fazer a operação no Brasil e no exterior.

O mercado ainda aguarda para os próximos meses ofertas das empresas de energia AES Tietê e Light, da Cemig - as companhias não comentam. Segundo especialistas, o apetite por ações dos setores de infraestrutura e tecnologia é maior, uma vez que não estão ligados diretamente ao consumo, que ainda patina. "Quando há boas histórias, os investidores têm interesse em comprar", afirma Alessandro Zema, presidente do Morgan Stanley, que projeta até US$ 20 bilhões em ofertas de ações. POR ESTADÃO Leia mais em epocanegocios 29/04/2019



Vinci compra fatia em rede de restaurantes do Nordeste

A gestora de private equity Vinci Partners comprou fatia minoritária do grupo pernambucano Drumattos, dono das redes de restaurantes Camarada Camarão e Camarão & Cia.

Trata-se do quarto investimento da Vinci em dois anos por meio do fundo de investimento em participações Nordeste III, que conta com R$ 240 milhões do BNDES, Banco do Nordeste (BNB) e da própria Vinci. .. leia mais em valoreconomico 29/04/2019



Ser sobe 5,5% com notícia de possível venda do controle

As ações da Ser Educacional operam em alta nesta segunda-feira na Bolsa paulista - a valorização era de 5,64% às 11h30. Segundo fontes, o controlador da Ser Educacional, Janguiê Diniz, está aberto a negociar a venda de sua fatia de 55,5%.

A gestora americana CVC já esteve com o empresário e há outros interessados em apresentar uma oferta para Janguiê que pede cerca de R$ 3,2 bilhões.  ... Leia mais em valoreconomico 29/04/2019
=====

Ser Educacional Fato Relevante

Recife, 29 de Abril de 2019, a Ser Educacional (B3 SEER3, Bloomberg SEER3:BZ e Reuters SEER3.SA), um dos maiores grupos privados de educação do Brasil e líder nas regiões Nordeste e Norte, informa aos seus acionistas e ao mercado em geral acerca de notícia recentemente veiculada na mídia, a respeito de potencial alienação do controle da Companhia.

Nesse sentido, a Companhia informa que consultou seu acionista controlador, Sr. José Janguiê Bezerra Diniz, a respeito de tais notícias e foi informada que não há qualquer discussão para alienação de sua participação em andamento.

Para acessar o documento completo, clique aqui. Contato de RI: Rodrigo de Macedo Alves e Geraldo Soares de Oliveira Júnior.. Leia mais em sereducacional 29/04/2019



Autonomy vende prédio

A gestora de projetos imobiliários Autonomy Investimentos vendeu o edifício comercial no bairro paulistano de Pinheiros para a gestora Kinea, por R$ 285 milhões. A operação foi intermediada pela consultoria CBRE. Com área de 12.100 metros quadrados, o edifício está alugado para a Bunge.
Fonte:Valor Econômico.. Leia mais em portal.newsnet 29/04/2019



Rede São Francisco recebe ofertas de R$ 5 bi

O Grupo São Francisco Hospitais, rede de saúde do interior de São Paulo que tem a gestora de recursos Gávea como acionista, recebeu na sexta-feira propostas firmes de aquisição de três grupos brasileiros.

As ofertas variam de R$ 4,5 bilhões a R$ 5 bilhões, conforme o Valor apurou. A venda, se concluída, será o segundo maior negócio no setor de saúde já realizado no Brasil, atrás apenas da aquisição da Amil pela United Health, há oito anos. .. Leia mais em valoreconomico 29/04/2019



Sabó entra em recuperação judicial para reduzir carga de juros

Segundo empresa, produção não será afetada, todos os pedidos serão atendidos

No fim da quarta-feira, 24, a Justiça aceitou o plano de recuperação judicial da Sabó, uma das tradicionais fabricantes brasileiras de autopeças (retentores, juntas e sistemas integrados de vedação), com 77 anos recém-completados, que resistiu ao movimento de compras por multinacionais do setor no fim dos anos 1990 – muito pelo contrário, foi às compras no exterior e tornou-se ela uma multinacional. A empresa ainda não divulgou nenhum comunicado oficial sobre seu programa de recuperação, mas segundo fontes relataram o motivo do pedido é para renegociar dívidas e dessa forma reduzir a carga de juros que vêm sendo pagos.

Representantes da Sabó passaram a semana visitando alguns dos principais clientes da indústria, como GM, Volkswagen e Mercedes-Benz, para informar sobre o plano de recuperação judicial e assegurar que todos os pedidos serão atendidos normalmente. Ainda segundo fontes ouvidas por Automotive Business, a empresa atualmente não tem nenhum problema de produção, qualidade ou atraso nas entregas.

Do faturamento anual na casa dos R$ 500 milhões, incluindo operações no Brasil e negócios internacionais, 60% vêm de componentes para reposição vendidos no aftermarket e 40% são vendas diretas às fabricantes de veículos e motores (OEM), sendo metade para exportação.

Até o início desta década os porcentuais de fornecimento doméstico OEM, exportação e aftermarket eram equilibrados em 33% para cada segmento de negócio, mas a queda da produção de veículos no País (de 3,7 milhões de unidades em 2013 para 2,1 milhões em 2016) provocou a retração contínua do fornecimento doméstico OEM, redução das receitas e aumento do aftermarket.

A Sabó reduziu suas operações internacionais. No fim dos anos 1980, a empresa adquiriu a alemã Kako e expandiu os negócios com fábricas na Alemanha, Hungria, Áustria, Estados Unidos e China. Mas em 2014 vendeu o controle ao grupo chinês ZhonDing e permaneceu com 20% de participação.

Graças a investimentos feitos em desenvolvimento tecnológico para novos produtos e processos produtivos no Brasil, nos últimos anos a Sabó fechou importantes contratos de fornecimento para novos projetos de motores e caixas de câmbio no Brasil e no exterior.

 Contudo, os pedidos não foram suficientes para reduzir a enorme capacidade ociosa em suas duas fábricas brasileiras, a mais antiga em São Paulo, no bairro da Lapa, e a moderna unidade de Mogi Mirim, cerca de 200 km distante da capital paulista, que há dois anos ganhou linhas automatizadas digitalizadas de produção, sob o conceito de indústria 4.0, mas que ainda opera com apenas metade de sua capacidade instalada de 330 mil peças/dia.

A partir da crise deflagrada em 2008, a Sabó reduziu o quadro de empregados no País de 4 mil para os atuais 1,1 mil. Desde então, vem aumentando seu endividamento e o peso dos juros para financiar investimentos e capital de giro.

Com a queda nos volumes de fornecimento e faturamento até o ano passado, a carga de juros começou a desequilibrar o balanço e gerar prejuízos, o que a empresa espera recuperar agora com a proteção da recuperação judicial, que permitirá a renegociação de dívidas para recolocar as contas no azul.  PEDRO KUTNEY, AB .. Leia mais em automotivebusiness 28/04/2019