02 novembro 2018

Sumitomo adquire patrimônio remanescente da Agro Amazônia Produtos Agropecuários S/A

A Sumitomo Corporation adquiriu os restantes 35% de participação acionária da AAPA (Agro Amazônia Produtos Agropecuários S.A.). Com isso, a empresa, de origem japonesa, passa a controlar 100% da brasileira. A Sumitomo está no Brasil desde 1955 e atua em diversos segmentos da economia. O Felsberg Advogados atuou como conselheiro da Sumitomo, através da equipe de M&A composta pelos advogados Miriam Machado, Mirella Kaufman e Gustavo Navacchia, elaborando os acordos da operação e conduzindo negociações com os consultores e vendedores dos vendedores.

Criada em 1970, a Sumitomo do Brasil desenvolve negócios em diversos segmentos de mercado e contribui para a evolução técnica e crescimento dos seus parceiros. O sucesso dessas parcerias tem sido possível graças à rede de mais de 140 escritórios em mais de 65 países.

Já a AAPA foi fundada em 1983 e é a pioneira no agronegócio no estado de Mato Grosso. A empresa é um dos distribuidores de produtos do agronegócio de maior sucesso e também está presente nos estados de Goiás, Tocantins, Pará, Rondônia e Mato Grosso do Sul. Com 31 escritórios e quase 500 funcionários, a empresa tem mais de 3.500 clientes no negócio agrícola e mais de 17.000 no negócio de criação de gado.

Aquisição

Os primeiros 65% de participação acionária foram adquiridos em 2015 e, desde então, a Sumitomo vem agregando à AAPA seus negócios de aquisição, financiamento corporativo e gestão corporativa, permitindo à AAPA um crescimento e desenvolvimento mais rápidos. Isso permitirá à Sumitomo Corporation expandir e potencializar sua posição no agronegócio brasileiro.

Sobre o Felsberg Advogados

Fundado há 47 anos por Thomas Benes Felsberg, Felsberg Advogados tem sido protagonista em diversas áreas do Direito, representando casos de destaque nacional e internacional. No ano passado, Felsberg Advogados expandiu seu quadro de sócios de capital, fortalecendo os departamentos de Direito do Trabalho, de Insolvência, de Direito Societário e Tributário.

Negócio teve a participação da equipe de Societário, Fusões e Aquisições do Felsberg Advogados. Leia mais em terra 01/11/2018

02 novembro 2018



01 novembro 2018

O remédio brasileiro para o mundo

Após se consolidarem no mercado doméstico, os laboratórios nacionais avançam para o exterior. A estratégia envolve comprar empresas, firmar parcerias para pesquisa e para exportações

Negócio da China: a Cristália, de Ogari Pacheco, fechou contrato com empresas chinesas que permitirão fabricar no Brasil insumos que atualmente são importados (Crédito:Zeca Caldeira)
Já se foram os dias em que os laboratórios brasileiros eram coadjuvantes no próprio mercado nacional. Duas décadas após a aprovação da lei dos medicamentos genéricos, as companhias brasileiras saíram da sombra das gigantes internacionais que atuam por aqui, caso da francesa Sanofi, da suíça Novartis, da alemã Bayer, da japonesa Takeda e da americana Pfizer. O primeiro passo foi fazer cópias de qualidade de moléculas criadas pelas concorrentes. O segundo, ganhar mercado: as nacionais EMS, Hypera (a antiga Hypermarcas) e Eurofarma hoje disputam o topo do ranking de vendas no País. Agora elas estão indo além. A receita para entrar com força no campo das rivais é investir no mercado externo, com dois objetivos principais: ampliar a receita internacional e ter acesso a mais inovações.

Segundo o Banco Central, 18 empresas brasileiras fizeram investimentos diretos de US$ 672 milhões em empresas farmacêuticas no exterior, em 2017. Esse valor considera a compra de participações de empresas, investimentos fabris e em filiais. É um avanço considerável em relação ao começo desta década, quando apenas cinco empresas nacionais investiam fora, e somavam US$ 90 milhões em aportes. “O Brasil costuma estar na rabeira nos rankings mundiais de competitividade, mas temos ilhas de excelência, e o setor farmacêutico hoje tem empresas fortes e maduras, que investem entre 8% e 14% de suas receitas em pesquisa e inovação”, diz Reginaldo Arcuri, presidente do grupo FarmaBrasil, associação que representa as companhias nacionais do setor.

Entre as empresas que promovem este avanço estão, além da EMS e da Eurofarma, a Biolab, a Cristália e a Blanver. São diversas as suas iniciativas. A EMS, inclusive, submeteu, no fim de junho, o seu primeiro produto para aprovação da agência federal do Departamento de Saúde dos EUA, por meio de seu braço de inovação no país, a Brace Pharma. Essa divisão está recebendo R$ 1 bilhão de investimentos para os sete primeiros anos de operação. O primeiro produto é um aparelho portátil para o tratamento, por inalação, da hipertensão pulmonarresistente em recém-nascidos. A empresa da família Sanchez também adquiriu no ano passado o laboratório estatal sérvio Galenika, por € 46,5 milhões, e estaria também na disputa pela Medis, o braço europeu da israelense Teva, uma das maiores forças do medicamento genérico no mundo. A Biolab abriu, há um ano, um centro de pesquisa e desenvolvimento na província de Ontário, no Canadá, com investimentos de US$ 45 milhões. A empresa também mostrou interesse em abrir uma fábrica no país da América do Norte ou adquirir operação local.

A mais avançada de todas as brasileiras no processo de internacionalização é a Eurofarma. Já presente em 20 países da América Latina, a companhia acumula R$ 800 milhões em investimentos internacionais desde que definiu, no seu primeiro plano estratégico, preparado para o período entre 2005 e 2015, que iria se globalizar. “Utilizamos a compra de empresas como porta de entrada para esses mercados”, afirma Maria Del Pilar Muñoz, vice-presidente da Eurofarma. Agora, ela prepara uma segunda onda de investimentos, de acordo com o planejamento para o período até 2022, que inclui ampliar a participação dos negócios internacionais no faturamento, de 13% para 30%. A receita, no ano passado, ficou em R$ 3,7 bilhões. Para atingir a meta, a empresa pretende manter um crescimento orgânico médio no mercado interno de 15% ao ano, e de 26%, fora do País. “Ainda assim, como o Brasil está crescendo bastante, será necessário fazer aquisições fora. Este ano, já avaliamos 45 projetos de compra de empresas no exterior, e devemos fechar dois deles, que podem garantir um faturamente adicional de US$ 250 milhões”, diz a executiva. “Queremos ampliar a nossa presença em mercados-alvo como a Argentina, a Colômbia e a América Central. E o grande desafio será chegar no México.”

Nova investida: a Cimed, de João Adibe, abortou uma chegada ao mercado americano em 2014, mas com uma nova fábrica em preparação para ficar pronta até 2020, a produção deve triplicar e o objetivo é exportar para a América do Sul
Outras empresas preferem utilizar o mercado externo como uma fonte de pesquisa e conhecimento, mais do que uma fonte de novas receitas. Assim como o Biolab, o Laboratório Cristália segue este caminho. “Em vez de abrirmos uma filial para exportar, estou estabelecendo pontos que possam ampliar a tecnologia disponível no País”, diz Ogari Pacheco, fundador da farmacêutica que fatura R$ 1,7 bilhão. “Estamos com duas joint ventures com empresas chinesas que vão implicar em duas novas unidades fabris em Itapira (SP) para produzir insumos que hoje são 100% importados.” Há ainda outras duas parcerias com laboratórios sul-coreanos, em modelos diferentes.

Uma delas trata da transferência de tecnologia, treinamento e produção de medicamentos de biotecnologia em que a Cristália ficará responsável pelas vendas no mercado latino-americano e o mercado asiático será de responsabilidade do parceiro. Em ambos os casos, as duas empresas terão uma parcela da receita das vendas. Essas iniciativas também devem resultar em faturamento maior no exterior, que hoje representa apenas 6% do total. “As companhias brasileiras estão mais maduras e mais fortes”, diz Pacheco. Isso estimula movimentos como esses, até para consolidar o crescimento das últimas décadas.

“As empresas precisam de mercado para crescer, à medida que o consumo interno já está bem abastecido e não há grandes oportunidades para ampliar a rentabilidade”, diz Nelson Mussolini, presidente do Sindusfarma, uma associação do setor. “O custo de pesquisa no Brasil é alto e demora de oito a dez anos para um produto ficar pronto. E, como existe uma regulação rígida de preços no País, os laboratórios buscam lançar seus produtos em outro mercado para ter maior rentabilidade” Aqui, quando um produto é lançado precisa ter como referência o menor preço praticado no exterior. Se é um caso de inovação radical, como a criação de um medicamento novo, a referência é o custo da terapia pré-existente, independente da tecnologia empregada para o seu desenvolvimento. “Por isso, algumas empresas brasileiras vão preferir lançar antes o remédio novo num mercado desregulado, como o americano, para servir de base para o preço a ser praticado aqui”, diz Mussolini.

Sem parar: segundo Maria del Pilar, da Eurofarma, mercado nacional tem desempenho tão positivo que as empresas correm o risco de se acomodar
Por mais que existam bons motivos para uma empreitada ao exterior, muitas vezes o sucesso internacional não vem fácil. A Cimed, um dos laboratórios de crescimento mais acelerado no Brasil, nos últimos anos, sentiu isso. O grupo inaugurou, em 2014, uma filial em Fort Lauderdale, na Flórida, mas rapidamente precisou recuar. “A crise estourou bem naquele momento, e decidimos focar no mercado interno”, diz João Adibe, presidente da empresa. Com isso, o sonho de explorar o segmento de remédios sem prescrição médica no maior mercado do mundo foi adiado. Mas não desfeito. A empresa está investindo numa fábrica nova em Pouso Alegre (MG), prevista para ser inaugurada em janeiro de 2020. Com isso, a produção da companhia poderá aumentar de 150 milhões de comprimidos por mês para 500 milhões.

“Com esse volume, vamos precisar abrir mercados externos, e a nova fábrica será construída para ter as certificações internacionais necessárias para exportarmos”, afirma o empresário. Nesse percurso, o faturamento da empresa deve duplicar de tamanho em três anos, em relação ao R$ 1,03 bilhão registrado em 2017. O objetivo será, além de vender remédios sem prescrição nos EUA, explorar o mercado de genéricos em toda a América do Sul. Atender os países vizinhos traz algumas facilidades. “Quando falo de mercados como o dos EUA e da Europa, eles trazem características muito diferentes do brasileiro, então não são prioritários para nós. Mas os produtos do mercado nacional são aderentes à América Latina”, diz Patricia Rodrigues, responsável pelo desenvolvimento de novos negócios da Blanver. “Há uma certa afinidade de ambiente regulatório de registro de medicamentos entres esses países, e o formato e o teste de equivalência realizados no Brasil são aceitos em toda a região.”

Com essa fórmula, a companhia pretende rever os dias em que chegou a vender matéria-prima de medicamentos para até 100 países, a partir de escritórios nos EUA e na Espanha. Com isso, atingiu 70% de sua receita vinda do exterior. A Blanver, porém, mudou de estratégia na última década e passou a se dedicar a produtos finais, focando em tratamentos complexos, como o HIV. Agora, a meta é atingir 20% de faturamento internacional em alguns anos. Segundo Patricia, foi assinado um contrato com um parceiro na Argentina, e a expectativa é ter o registro para vender no país vizinho no começo de 2019. “Vamos chegar em diversos países por meio de parcerias”, diz a executiva. “Já temos carta de intenções com empresas estrangeiras para serem assinadas até o fim do ano, e pretendemos atingir 70% da América Latina.”

O caminho, dessa vez, parece sem volta. O setor farmacêutico brasileiro enfrentou a crise, com crescimento de vendas que superava os 10% ao ano, se fortaleceu e percebeu que poderia competir internacionalmente. Mas para aproveitar a oportunidade é necessária uma certa dose de ousadia. “O nosso mercado é tão bom, com oportunidades e grande potencial de crescimento, que isso pode gerar acomodação”, diz Pilar, da Eurofarma. “Ainda bem que diversas empresas estão pensando igual a nós. Acredito muito em abrir novos mercados.” O remédio que funcionou para o mercado brasileiro agora busca receita internacional. Carlos Eduardo Valim Leia mais em istoedinheiro 01/11/18

01 novembro 2018



Cade aprova sem restrições compra pela Cteep de fatia da Taesa na IE Biguaçu

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela transmissora de energia ISA Cteep de uma fatia de 50 por cento na Interligação Elétrica Biguaçu (IE Biguaçu) detida pela Taesa, segundo despacho do órgão no Diário Oficial da União desta quinta-feira.

Com o negócio, a Cteep passa a ser a única controladora da IE Biguaçu, onde já era sócia com 50 por cento.

A IE Biguaçu foi criada pelas empresas após elas arrematarem em leilão realizado pelo governo em maio a concessão para a construção de linhas de transmissão e uma subestação em Santa Catarina.

A Cteep é controlada pelo grupo colombiano ISA. Já a Taesa tem como controladores a elétrica mineira Cemig e a própria Isa.  (Por Luciano Costa) Leia mais em dci 01/11/2018



Cosan cancela incorporação de Cosan Logística após "preocupações" de investidores

A Cosan anunciou nesta quinta-feira que decidiu cancelar a operação de incorporação da Cosan Logística após "preocupações demonstradas" por acionistas e investidores, conforme fato relevante divulgado ao mercado.

A operação, justificada pela empresa para simplificar e otimizar a estrutura societária do grupo, bem como reduzir custos, fora anunciada em 24 de outubro. À época, a companhia disse que pretendia implementar a mudança em até 12 meses.

"Após a divulgação do fato relevante, a diretoria da companhia recebeu diversos questionamentos de acionistas e investidores quanto à extensão e efetividade da simplificação proposta. Em atenção às preocupações demonstradas, o grupo decidiu cancelar a operação anunciada", afirmou a Cosan no comunicado assinado pelo diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Marcelo Martins."

A Cosan reitera seu compromisso com a transparência e norteará qualquer operação que venha a ser apresentada ao mercado pelas melhores práticas de governança, de modo a preservar os interesses da companhia, seus acionistas e do mercado em geral", concluiu.  (Por José Roberto Gomes) Reuters Leia mais em dci 01/10/2018



Cemig conclui venda de ativos de telecomunicações; receberá R$ 654,5 mi

Do valor total, 575,9 milhões de reais serão recebidos da American Tower e 78,5 milhões serão pagos pela Algar Soluções

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para a venda dos ativos para a American Tower em meados de setembro

A Cemig concluiu as operações de alienação de ativos de telecomunicações, parte de um plano de desinvestimentos da elétrica, arrecadando um total de 654,5 milhões de reais com as vendas, informou a companhia nesta quinta-feira em fato relevante.

Do valor total, 575,9 milhões de reais serão recebidos da American Tower, vencedora do primeiro lote do certame feito pela elétrica, e 78,5 milhões serão pagos pela Algar Soluções, ganhadora do segundo.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para a venda dos ativos para a American Tower em meados de setembro e aprovou sem restrições a aquisição feita pela Algar no começo de outubro.  .. Leia mais em dci 01/11/2018





CCR oferece a menor tarifa básica, com deságio de 40,53%, e vence leilão da RIS

A CCR levou o lote de estradas que compõe a Rodovia de Integração do Sul (RIS), ao oferecer a menor tarifa básica de pedágio, de R$ 4,30545, com deságio de 40,53% ante a tarifa-teto fixada em R$ 7,24. Em leilão realizado na B3, a companhia disputou com outras quatro concorrentes os 473,4 quilômetros formam o lote rodoviário gaúcho, composto por parte da BR-101 com mais três rodovias federais (BR-290/BR-386/BR-448), passando pelas cidades de Osório, Passo Fundo, Canoas e Porto Alegre.

A Infraestrutura Brasil Holding 2 SA (Pátria) deu o segundo melhor lance, ao propor tarifa básica de R$ 4,43570. Em seguida, veio a Ecorodovias, com R$ 4,55941.

A espanhola Sacyr ofertou tarifa de R$ 5,25389 e Consórcio Integra Sul, formado por três construtoras de médio porte do Sul do País, propôs R$ 5,27000.

O principal atrativo da RIS é a chamada “Freeway”, entre os municípios gaúchos de Porto Alegre e Osório. O trecho de 98,1 quilômetros esteve sob responsabilidade da concessionária Concepa, da Triunfo Participações e Investimentos (TPI), de 1997 até julho deste ano.

Durante os 30 anos de concessão, o futuro concessionário deverá aplicar cerca de R$ 13,4 bilhões no projeto. São R$ 7,8 bilhões em investimentos – montante relevante, mas as obrigações de investimentos não estão concentradas nos primeiros anos da concessão.

Os R$ 5,6 bilhões restantes se referem a custos operacionais com conservação, operação e monitoramento. A taxa interna de retorno (TIR) fixada pelo governo para o projeto é de 9,20 % a.a. . Leia mais em istoedinheiro 01/11/2018



Produtoras de cobre se apegam a ativos e podem frustrar fusões

As expectativas de que haverá um rápido aumento no fechamento de negócios no setor do cobre podem ser equivocadas, já que as produtoras estão relutantes em vender projetos devido à perspectiva positiva para o metal, segundo a segundo a Antofagasta.

"Estamos abertos às oportunidades que surgem, mas uma das características do mercado do cobre é que não se veem muitos bons ativos sendo negociados", disse o CEO da empresa, Iván Arriagada, em entrevista à ... - Veja mais em uol 01/11/2018



Gerdau anuncia conclusão de venda de 100% de operações e ativos na Índia

Negócio de US$ 120 milhões tinha sido anunciado em agosto

As vendas da empresa foram impactadas pela queda da demanda no País e excesso de capacidade global

A siderúrgica Gerdau anunciou nesta quinta-feira que concluiu a venda de suas operações e ativos na Índia, em negócio de 120 milhões de dólares anunciado em agosto.

A operação foi realizada por meio da venda da sua subsidiária Gerdau Hungria KFT e Cia, localizada na Espanha e detentora de 98,89 por cento das ações da Gerdau Steel India Ltda, para a Blue Coral Investment Holdings e a Mountainpeak Investment Holdings Ltd.

"Esta venda compreende 100 por cento das suas operações e ativos na Índia, incluindo a unidade industrial de aços especiais localizada em Tadipatri, com capacidade anual instalada de 250 mil toneladas de aço bruto e 300 mil toneladas de aço laminado", disse a Gerdau em comunicado  .. Leia mais em dci 01/11/2018




Pepsico compra fabricante de alimentos naturais

Norte-americana Health Warrior produz bebidas, barras de cereais e biscoitos feitos de plantas e outros ingredientes saudáveis

Em mais um investimento para ampliar a presença de produtos saudáveis em seus negócios, a PepsiCo acaba de adquirir a fabricante de bebidas e alimentos naturais Health Warrior .

Fundada em 2011 nos estado norte-americano da Virginia, a empresa produz bebidas e alimentos com ingredientes saudáveis, incluindo grande utilização de plantas nas receitas.

O portfólio da Health Warrior inclui barras de cereal elaboradas com sementes de chia e abóbora, cookies e barras de proteínas vegetais, sucos orgânicos à base de frutas e verduras e bolos de caneca feitos com plantas e proteínas em pó.

No mês de agosto, a PepsiCo já havia comprado outra empresa no intuito de expandir sua atuação no mercado de bebidas mais saudáveis. Na ocasião, a companhia comprou a israelense SodaStream, responsável pela fabricação de máquinas que permitem fazer em casa bebidas carbonatadas saudáveis.

Como parte do acordo de aquisição da Health Warrior, Shane Emmett, sócio fundador e diretor-presidente da empresa, seguirá à frente do negócio. O valor da nova transação não foi revelado. Fonte: Valor Econômico Leia mais em sincovaga 31/10/2018



Dasa inaugura Cubo Health e cria comitê de inovação

A Dasa, empresa de medicina diagnóstica, inaugura, no próximo dia 6, o espaço Cubo Health. Trata-se de um andar do Cubo Itaú, um dos maiores hubs de empreendedorismo tecnológico do mundo, dedicado exclusivamente a abrigar as startups de saúde, que conta com curadoria e apoio da Dasa.

Na ocasião, o presidente da empresa, Pedro de Godoy Bueno, receberá os formadores de opinião Pedro Doria, Dr. Fernando Gomes Pinto e Flávia Gamonar para lançar o 'Comitê de Inovação Dasa Hub', grupo formado para debater as principais temáticas de inovação aplicada à saúde.

O primeiro encontro do Comitê, que marca a inauguração do espaço e o lançamento do projeto, trará uma noite de discussões, com mediação de Marcelo Mearim, diretor de marketing da Dasa, sobre os "resultados alcançados com inteligência artificial na saúde". As sete startups de saúde que integram o espaço também estarão presentes no evento... Leia mais em tiinside 31/10/2018



Canadense faz aporte na Iguá Saneamento de R$ 400 milhões

A gestora brasileira IG4 concluiu na quarta-feira, 31, a negociação com a canadense Alberta Investment Management Corporation (AIMCo) para aporte de R$ 400 milhões na Iguá Saneamento (ex-Cab Ambiental). O dinheiro, que já está disponível, será investido em novos projetos e obras de expansão já contratados pela empresa de saneamento básico, que detém 14 concessões e 4 Parcerias Público-Privadas (PPP) em cinco Estados brasileiros.

Além disso, os recursos também serão destinados à ampliação dos negócios da empresa, que buscará novas oportunidades de concessões.

No total, entre o aporte da canadense, recursos disponíveis em caixa e crédito novo contratado, a Iguá Saneamento terá cerca de R$ 1 bilhão para tocar seu plano de expansão. Isso sem considerar que a AIMCo poderá fazer novos aportes na empresa.

Até julho do ano passado, a Iguá se chamava CAB Ambiental e pertencia ao grupo Galvão Engenharia, que entrou em recuperação judicial após ser envolvida na Operação Lava Jato. Endividada e sem dinheiro para tocar a operação, já que não conseguia crédito por causa do controlador, a CAB ficou em situação quase falimentar até ser vendida.

Participação
Com a capitalização de agora, a empresa quer disputar mercado com as grandes do setor, como BRK Ambiental (ex-Odebrecht Ambiental) e Aegea. O investimento da AIMCo será feito por meio dos dois fundos administrados pela IG4 (FIP Iguá e FIP Mayin). A gestora canadense, que administra cerca de US$ 110 bilhões em ativos, terá participação indireta de 28,46% na Iguá.

Com o negócio, os fundos administrados pela IG4 Capital vão elevar a participação de 84,2% para 89,44% na Iguá. O BNDES Participações terá sua fatia diluída de 15,8% para 10,56%. “A conclusão da transação chancela a capacidade da Iguá e vem em boa hora para reforçar a estrutura de capital e preparar a companhia para crescer”, afirma o presidente da Iguá Saneamento, Gustavo Guimarães, em comunicado. “Temos interesse específico nas regiões onde já atuamos, principalmente nos Estados de Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina, São Paulo e Alagoas.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 01/11/2018 



Hospital Care expande operação no interior de SP

A Hospital Care - holding de hospitais da Bozano, gestora administrada pelo economista Paulo Guedes, e do fundo Abaporu, do empresário Elie Horn - comprou o controle do Herp, hospital especializado em ortopedia e cirurgia plástica, de Ribeirão Preto (SP).

Além disso, fechou um acordo com a Casa de Saúde Campinas, tradicional hospital da cidade, fundado pela comunidade italiana há mais de 130 anos e que vinha enfrentando sérios problemas financeiros... Leia mais emvaloreconomico 30/10/2018