29 outubro 2018

Ciclo de aquisições da Camil não terminou e pode chegar à Colômbia

Levou dez anos e três “sérias” tentativas até que a Camil conseguisse convencer a família Logemann a vender a SLA Alimentos.

Agora selado, o longo namoro com os donos do Grupo SLC, que também controlam a SLC Agrícola, tinha como objetivo ampliar a atuação da Camil nas categorias de entrada do mercado de arroz e feijão, principalmente com a marca Namorado, e chegar a regiões do país onde a presença da empresa era tímida, caso do Sul. .. Leia mais em valoreconomico 29/10/2018

29 outubro 2018



MRV vai listar Log no Novo Mercado

A construtora MRV anunciou nesta segunda-feira que iniciou preparativos para listar a controlada de galpões logísticos Log Commercial Properties no segmento Novo Mercado, da B3.

Como parte da operação, a empresa de imóveis residenciais econômicos anunciou a cisão parcial da Log, que terá seu capital ampliado em pelo menos 100 milhões de reais em uma segunda etapa, que terá como financiadora a família Menin, fundadora da construtora.

A Log atua em 25 cidades em 9 Estados do país, com 1,5 milhão de metros quadrados.

A empresa teve lucro líquido de 23,12 milhões de reais no primeiro semestre, crescimento sobre um ano antes de 44,8 por cento.  (Por Alberto Alerigi Jr., edição Paula Arend Laier) Reuters Leia mais em dci 29/10/2018



Petro Rio fecha acordo para a compra da Frade Japão Petróleo

A Petro Rio anunciou nesta segunda-feira o acordo para a compra e venda da Frade Japão Petróleo, sociedade limitada, detentora da participação de 18,26% da concessão do Campo de Frade.

A aquisição se deu por um processo competitivo e aumenta em aproximadamente 25% a produção e 150% das reservas de óleo da PetroRio.

Ainda de acordo com o Fato Relevante divulgado à Comissão de Valores Mobiliários -CVM, a conclusão da compra vai depender de condições precedentes e aprovações internas e externas.

Com esta a transação a PetroRio reafirma mais uma vez a sua estratégia de crescimento através de aquisição de ativos em produção, além de representar uma diversificação de seu portfólio de ativos e de fontes geradoras de receita. Leia mais em petróleo 29/10/2018



Bolsas globais perdem US$ 8 tri em outubro, pior mês em uma década

A brutal onda de vendas fez evaporar dos mercados globais de ações quase US$ 8 trilhões em valor de mercado em outubro.

Com isso, este mês caminha para ser o de maior perda de riqueza nas bolsas de valores em uma década, quando o mundo mergulhou na maior crise financeira desde a Grande Depressão. As informações são da agência “Bloomberg”. ... Leia mais em valoreconomico 29/10/2018



Ações de empresas estatais avançam após eleição de Bolsonaro

Na primeira entrevista depois do resultado das urnas, economista indicado para comandar Fazenda disse que governo vai acelerar privatizações

As ações de companhias de controle estatal mostravam ganhos na bolsa paulista nesta segunda-feira, após o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, sair vitorioso da disputa para a Presidência da República no domingo, em meio a apostas de que sua equipe econômica adotará uma agenda positiva para o país.

Por volta das 10:35, as ações PN da Petrobras subiam 2 por cento, enquanto os papéis ON da petrolífera subiam 1,9 por cento. Eletrobras PNB avançava 2,27 por cento e Eletrobras ON valorizava-se 2,87 por cento. Banco do Brasil ON subia 2,43 por cento.

Na primeira entrevista que deu após a eleição de Bolsonaro, o economista Paulo Guedes, indicado para comandar o Ministério da Fazenda na gestão do presidente eleito, disse que o foco do programa do governo será "controlar os gastos", o que inclui a realização de reforma da Previdência, acelerar privatizações e reduzir o tamanho da máquina pública.

As preferenciais da elétrica mineira Cemig abriram em forte alta, chegando a subir 3,4 por cento para o maior nível desde maio de 2015, reagindo ao resultado eleitoral, com a vitória de Romeu Zema, do Partido Novo, de perfil liberal e favorável à privatização das companhias, para o governo de Minas Gerais. Os papéis, contudo, reverteram os ganhos e operavam em queda de 0,5 por cento. As ações ordinárias da companhia de saneamento do Estado, Copasa, avançavam 1,36 por cento.Sabesp valorizava-se 5,7 por cento, acompanhando o movimento, após o ex-prefeito João Doria, do PSDB, vencer a disputa para o governo de São Paulo.  Leia mais em dci 29/10/2018



Operações de M&A só devem voltar em 2019, se o cenário melhorar

A queda na atividade econômica e a tensão pré-eleitoral frearam a movimentação de operações de M&A (fusões e aquisições) no Brasil, deixando as áreas "corporate" dos principais bancos em compasso de espera.

A projeção do mercado é que os acordos retornarão a partir de 2019, desde que o cenário ofereça aos investidores segurança jurídica e previsibilidade em relação ao câmbio e às taxas de juros.

Em 2018, apenas três companhias fizeram IPO na B3 - o banco Inter e as empresas Notre Dame e Hapvida.

No ano passado, nove empresas abriram o capital.

De acordo com a projeção de agosto da diretoria da B3, a expectativa é que até 30 companhias brasileiras possam ingressar no mercado de capitais já em 2019...Leia mais em valoreconomico 29/10/2018




Engie compra a Sadenco, líder em iluminação pública em SC

Os negócios de fusão e aquisição seguem aquecidos em Santa Catarina. A Engie Brasil adquiriu a Sadenco, de Florianópolis, líder em operação de redes de iluminação na Região Sul e uma das maiores do país no segmento.

A Sadenco tem unidades em Joinville, Blumenau, São José, Palhoça, Itajaí, Santos e Porto Alegre. Conforme o CEO da Engie Brasil, Maurício Bähr, essa aquisição amplia o leque de soluções da companhia para Cidades do Amanhã e está em sintonia com as prioridades do grupo no mundo. O valor pago pela aquisição não foi revelado.

– A rede de iluminação é um sistema neural de uma cidade, pois nela é possível ‘embarcar’ outras soluções, como câmeras de segurança e serviços de internet, entre outras – afirma o executivo para quem uma forma de avançar no segmento é por meio de parcerias público-privadas (PPPs).

A Sadenco se destaca em operação e manutenção de sistemas de iluminação pública. Em Santa Catarina, por exemplo, é responsável pela iluminação da Igreja Matriz de Itajaí, e em Porto Alegre, da ponte do Rio Guaíba, um dos cartões postais da cidade. Conta com uma equipe de 140 colaboradores.

Com sistemas para cidades inteligentes, o negócio de iluminação pública integra as estratégias globais da Engie, que há alguns anos optou pelos 3Ds: descarbonização, descentralização e digitalização. Embora esse negócio seja novo no Brasil para a empresa, ela já opera no segmento em outros países, somando 1,5 milhão de pontos de iluminação pública no mundo.

Maurício Bähr explica que no caso da descarbonização, a iluminação pública inteligente gera redução do consumo de energia e em digitalização a empresa vê a possibilidade de criar uma plataforma para outras soluções inteligentes para cidades. A iluminação pública inteligente também atende a prioridade de descarbonização porque reduz o consumo de energia.

Multinacional francesa presidida por uma mulher, a engenheira Isabelle Kocher, a Engie (ex-GDF Suez) é a maior produtora independente de energia do mundo e também a líder global em serviços públicos (Utility). Belgas e britânicos também têm participação importante no capital da companhia.  Por Estela Benetti Leia mais em nsctotal 26/10/2018



IBM compra Red Hat por US$ 33 bilhões

A IBM anunciou a compra da Red Hat por US$ 33 bilhões neste domingo, 28, em um movimento visando reforçar sua posição em um mercado de computação em nuvem cada vez mais dominado por AWS e Microsoft.

É uma tacada e tanto da IBM: de longe a maior aquisição da história da companhia e 63% a mais do que o valor das ações da Red Hat na Bolsa.

A aquisição é também a segunda maior da história da TI corporativa, só atrás da fusão de US$ 67 bilhões entre Dell e EMC em 2016.

A Red Hat é dona de uma distribuição Linux que roda em servidores de data centers e outras tecnologias usadas para construir as chamadas “nuvens híbridas”, nas quais são orquestradas diferentes provedores de nuvem pública, privadas e infraestruturas próprias.

A empresa faturou US$ 2,9 bilhões no último ano fiscal, uma alta de 21%.

A IBM é uma empresa muito maior, com um faturamento esperado de US$ 80 bilhões neste ano.

O problema é que a empresa está em queda: em 2011, faturava US$ 107 bilhões.

A IBM chegou a emendar nada menos do que seis anos de quedas trimestrais no faturamento, uma tendência revertida com pequenas altas ao longo de três trimestres, seguida mais recentemente por novas quedas.

"A aquisição da Red Hat é um game changer. Muda tudo sobre o mercado de nuvem. A IBM vai se tornar o provedor número 1 de nuvem híbrida", garante a CEO da IBM, Ginni Rometty, em comunicado.

Já faz algum tempo que a IBM vem tentando se reinventar como uma fornecedora de nuvem, analytics e inteligência artificial, nichos de mercado que a empresa define como "imperativos estratégicos".

A ideia é diminuir a importância de setores tido como pouco promissores como hardware, incluindo os tradicionais mainframes, ainda uma fonte importante de receita.

Open source é um tema em alta em 2017. A Microsoft levou o repositório de código aberto GitHub por US$ 7,5 bilhões e a SalesForce pagou outros US$ 6,5 bilhões pela MuleSoft, dona de uma tecnologia de integração de aplicações, dados e devices.

A Cloudera e Hortonworks, rivais no mercado de processamento de big data fizeram uma fusão de US$ 5,2 bilhões.

A IBM, no entanto, tem um histórico muito maior de participação na comunidade de desenvolvimento de software open source do que a Microsoft, empresa que, aliás, era tida como a grande inimiga desse tipo de abordagem tecnológica até poucos anos atrás.

Agora é ver se as energias combinadas de Red Hat e IBM conseguem promover uma alteração significativa no cenário de computação em nuvem.

Quando o assunto é Infraestrutura como Serviço (IaaS), AWS e Microsoft estão disparadas na frente na área de líderes, seguidas de longe pelo Google, de acordo com o Quadrante Mágico do Gartner.
O setor é liderado pela AWS, com 44,2% do mercado. A lista segue com Microsoft (7,1%), Alibaba (3%) e Google (2,3%).

A IBM, por ter uma fatia menor que 2%, se encaixando na categoria “Outros” (que soma 41,2% de participação).

Talvez a mudança não venha de uma mudança no campo de IaaS, que parece estar já definido, mas do surgimento de um novo paradigma tecnológico.

Nos últimos anos, começou a ganhar força uma tendência definida como "edge computing", pela qual parte do processamento de dados das organizações estaria voltando para as pontas.

Em um mundo de máquinas conectadas, faria mais sentido processas a informação em lugar mais próximo, de olho em benefícios de latência, entre outros (isso é chave para um carro autônomo, por exemplo).

Especuladores profissionais comentam que um dos motivos que pode ter levado a AWS a comprar a Whole Foods, em um negócio de US$ 14 bilhões que deixou muita gente coçando a cabeça, foi justamente ter acesso a muitos locais diferentes nos quais fosse possível colocar máquinas mais próximas dos clientes.

As empresas mais focadas em hardware com HP e Dell também podem ser revigoradas pela demanda de equipamentos.

As empresas de automação industrial, que no final das contas são as que entendem de coisas, também podem ter um papel, assim como players que ainda nem existem. É muito cedo para contar a centenária IBM como carta fora do baralho. Maurício Renner Leia mais em baguete 29/10/2018
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A IBM continuará aumentando seu dividendo e nenhuma das empresas cortará empregos depois do acordo, disse Rometty.
"Esta é uma aquisição para o crescimento da receita, isso não é sinergia de custos", disse ela.

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Brivia e Dez anunciam fusão

A agência digital Brivia e a agência de propaganda Dez fecharam um acordo de fusão, dando origem à marca BriviaDEZ.

Márcio Coelho, que comandava a Brivia e agora será CEO da BriviaDEZ. Mauro Dorfman, executivo que liderava a Dez, assumirá a presidência do Conselho de Administração da nova empresa.

A Dez é uma das agências de comunicação mais tradicionais do Rio Grande do Sul, com 25 anos de mercado e clientes como Cyrela Goldsztein, Dakota, Nex Group e Governo do Rio Grande do Sul.
A empresa também mantém um escritório em Florianópolis, para atendimento exclusivo da rede de Supermercados Angeloni. Ao todo, são cerca de 70 funcionários.

A Brivia tem uma equipe similar em tamanho, mas uma trajetória bem diferente, tendo sido fundada em 2006 a partir de diferentes agências digitais sediadas em Novo Hamburgo.

Na sua carteira de clientes estão a Vivo, o Hospital Moinhos de Vento, o Instituto do Câncer Infantil, Ramarim, entre outros.

A empresa já tinha feito um movimento de aproximação com o mercado de comunicação mais tradicional entre 2008 e 2012, quando foi parte da GAD. Os sócios da Brivia recompraram o controle e a empresa voltou a atuar como marca solo em 2013.

A Brivia, atualmente, é dirigida, além de Coelho, por Fernando Silveira (CCO), Roberto Ribas (CSO) e Vinícius Lobato (CBO).
Juntas, as duas companhias tem cerca de 50 clientes.

“Com a fusão, ampliaremos a capacidade de apoiar nossos clientes a enfrentarem os desafios impostos pela transformação digital”, explica Márcio Coelho, em um comunicado.

“Não estamos apenas incorporando expertises digitais e especializadas, mas usando nosso DNA criativo e nosso know-how em comunicação para dar um passo pioneiro e de grande potencial”, afirma Mauro Dorfman, no mesmo comunicado.Maurício Renner Leia mais em baguete 26/10/2018



28 outubro 2018

International Paper avalia venda do negócio de embalagens no Brasil

A americana International Paper (IP), uma das maiores produtoras mundiais de embalagens, avalia a venda do negócio de embalagens de papelão ondulado no Brasil.

 O ativo foi comprado em duas etapas, entre 2012 e 2014, por R$ 1,27 bilhão, da Jari Celulose Papel e Embalagens, do grupo Orsa. .. Leia mais em valoreconomico 28/10/2018

28 outubro 2018



27 outubro 2018

Empresa francesa rede de iluminação de Porto Alegre

Engie, dona de usina térmica em Candiota e de complexo de geração de energia com base em carvão em Santa Catarina, comprou Sadenco, que atua na capital gaúcha

 A francesa Engie comprou a Sadenco, que opera cerca de metade da rede de iluminação em Porto Alegre. A empresa adquirida é uma das líderes desse mercado no Brasil. Agregar essa nova empresa ao grupo francês, que era conhecido como Tractebel, é uma forma de reforçar a área de negócios da companhia chamada Cidades do Amanhã.

O valor do negócio não foi informado. Conforme Maurício Bähr, CEO da Engie Brasil, será a plataforma para alavancar negócios por meio de parcerias público-privadas de iluminação pública: Leia mais em gaúchazh 27/10/2018



27 outubro 2018



Falconi vai às compras

O consultor Vicente Falconi é um dos mais respeitados do mercado e um dos principais conselheiros do trio que forma o poderoso 3G, a empresa de investimentos de Jorge Paulo Lemann, Beto Sicupira e Marcel Telles.

Pois bem, depois de tanto dar palpite nos negócios de seus clientes, a consultoria que leva o seu nome criou um próprio veículo de investimentos. Batizado de Falconi Capital, o fundo contará com R$ 300 milhões para comprar empresas.

“Eles fazem reestruturação de muitas empresas e enxergam muitas oportunidades”, diz Ademar Couto, sócio da Odgers Interim, consultoria que assinou um acordo de parceria com a Falconi Capital para assumir a gestão das empresas compradas pela companhia.

No momento, a Falconi Capital está avaliando uma empresa do setor do agronegócio. (Nota publicada na Edição 1093 da Revista Dinheiro) Leia mais em istoedinheiro 27/10/2018