27 julho 2017

Dona da Media Markt compra 24% da Fnac Darty e passa a maior acionista

A retalhista alemã Ceconomy, dona das lojas Media Markt, comprou 24,33% da posição da Artémis no grupo Fnac Darty, passando assim a maior acionista da Fnac. A operação totaliza 452 milhões de euros (70 euros por ação) e deverá ficar concluída até final de agosto.

"O investimento na Fnac Darty é uma grande oportunidade para a Ceconomy por duas razões: primeiro, permite-nos ganhar exposição ao mercado francês e, especialmente, ao forte consumo no segmento de eletrónica de consumo; em segundo, serve a nossa ambição de fortalecer a nossa posição como líder europeu de eletrónica de consumo", afirma em comunicado o presidente executivo da Ceconomy, Pieter Haas, citado pelo Dinheiro Vivo.

Com esta operação, que está apenas a aguardar a autorização dos reguladores, as ações da Fnac Darty dispararam 5,95% na bolsa de Paris, atingindo os 80 euros por ação.

A Ceconomy é a maior empresa europeia de eletrónica de consumo e conta com mais de mil lojas em 15 países da Europa. A Media Markt tem nove espaços em Portugal.

O grupo Fnac Darty é detentor de 664 lojas em todo o mundo, sendo que em Portugal passa, a partir desta quinta-feira, a ter 26 espaço. A Fnac Portugal vai abrir a sua 26.ª loja em Vila Real, no centro comercial "Nosso Shopping". A loja, que terá 845 metros quadrados, é a primeira da marca nesse distrito e contará com Rita Redshoes e Afonso Cruz como padrinhos, mantendo "a tradição da FNAC de forte promoção da cultura nacional", avança a insígnia em comunicado. Fonte: Dinheiro Vivo/Fnac Leia mais em storemagazine 26/07/2017

27 julho 2017



Bradesco fecha venda de cerca de R$ 4,8 bi em créditos podres

O Bradesco fechou nesta quarta-feira, 26, a venda de R$ 4,8 bilhões em carteiras de empréstimos vencidas e inadimplentes, os chamados créditos podres.

A Ativos, do Banco do Brasil, ficou com as operações do concorrente mais uma vez. A gestora levou quatro dos seis lotes ofertados, totalizando R$ 2,8 bilhões.

Os outros dois lotes foram para outro competidor e somaram R$ 2 bilhões. Dentre os candidatos que disputaram as carteiras de crédito podre do Bradesco, a Recovery, do Itaú Unibanco, também fez seu lance. O valor pago pelos compradores ficou próximo de 1% do valor de face das carteiras. No caso de vencimentos mais recentes, o preço foi mais alto. Leia mais em colunadobroad.estadao 27/07/2017



IRB já tem demanda para IPO

A resseguradora IRB Brasil já contava no início da noite de ontem com demanda por suas ações suficiente para concluir a oferta inicial de ações (IPO em inglês), segundo o Valor apurou com duas fontes que acompanham a transação.... leia mais em valoreconomico 27/07/2017



Estrangeiras devem avançar sobre espaço das estatais elétricas

Em meio a privatizações e vendas de ativos, as estatais elétricas brasileiras estão perdendo o protagonismo para empresas privadas, com destaque para chinesas e europeias.

Levantamento feito pelo Valor mostra que há mais de 20 gigawatts (GW) de potência em projetos que podem ser privatizados (quase o equivalente a duas hidrelétricas de Belo Monte)... Leia mais em valoreconomico 27/07/2017



TIM estuda compra de operadoras de médio porte

O presidente da TIM Brasil, Stefano De Angelis, afirmou ontem em teleconferência sobre o desempenho do segundo trimestre, que a empresa tem interesse em adquirir a Cemig Telecom, braço de telecomunicações da companhia energética mineira, e outras empresas de médio porte para ampliar a rede de fibra óptica da operadora.

Mais cedo, em outra teleconferência sobre o balanço, De Angelis já havia citado Nextel e Oi como exemplos de empresas com ativos considerados interessantes pela TIM Brasil, mas frisou que em ambos os casos há obstáculos a possíveis aquisições ... Leia mais em valoreconomico 27/07/2017



J&F recusou proposta de R$ 4 bi pela Alpargatas

Ao vender o controle da Alpargatas para o grupo de investidores formado por Cambuhy, Itaúsa e Brasil Warrant por R$ 3,5 bilhões, a J&F Investimentos deixou na mesa uma proposta 15%, ou R$ 500 milhões, mais alta. Outro consórcio - formado pela consultoria Visagio e pelas gestoras de recursos cariocas Squadra e Var Capital - ofereceu R$ 4 bilhões pela companhia.

Em 11 de julho, uma terça-feira, Joesley Batista recebeu para um jantar em sua casa representantes desse outro grupo de investidores, liderado pela Squadra. Eles saíram de lá com a certeza de que Joesley tinha se interessado pelo que ouviu, pois foram convidados a iniciar a auditoria na empresa. Em vez disso, souberam, no dia seguinte, pela imprensa sobre a venda para o grupo concorrente.

Segundo fontes que acompanharam a venda da Alpargatas, processo iniciado por causa dos desdobramentos das delações dos controladores da J&F, houve várias propostas pela empresa. Apesar de as cifras oferecidas terem sido diferentes, o negócio sairia, no fim das contas, por valores próximos ou até inferiores a R$ 3,5 bilhões, em função das condições impostas pelos interessados.

Essas condições incluiriam o cumprimento de metas de negócio pela Alpargatas, mais tempo para uma auditoria na empresa e também mecanismos de proteção referentes ao acordo de leniência firmado pela J&F com o Ministério Público Federal.

O objetivo era evitar que revelações dos irmãos Batista pudessem respingar de alguma forma na Alpargatas. Entre as preocupações estava o fato de que a J&F havia comprado o controle da dona da Havaianas, no fim de 2015, da Camargo Corrêa - envolvida na Lava Jato - com um empréstimo em condições favoráveis concedido pela Caixa Econômica Federal.

Pressa

O Cambuhy - veículo de investimento da família Moreira Salles - havia olhado o ativo em novembro de 2015 e, por isso, tinha mais conhecimento sobre a empresa do que os grupos que começaram a analisar o negócio mais recentemente. Já as gestoras cariocas teriam pedido 15 dias extras para examinar os números da empresa.

A Squadra confirmou a negociação e a proposta, formulada após seis executivos terem dedicado quatro semanas à análise da empresa. A ideia era captar um novo fundo de investimentos, de R$ 4 bilhões, que já estava com dinheiro comprometido por dez investidores.

O sócio-fundador da Squadra, Guilherme Aché, disse que a Alpargatas é um negócio que poderia ter um resultado melhor, pois é dono de uma marca reconhecida internacionalmente. No entanto, a empresa tem margem de lucro inferior à de concorrentes como Grendene (dona de Rider e Ipanema) e Vulcabrás (Azaleia e Olympikus).

O objetivo de Aché e seus associados seria levar uma cultura de ?dono? e repetir na empresa o modelo de gestão implementado pelo trio de investidores na Imaginarium, varejista de artigos de decoração e presentes.

Experiência

A Var Capital é uma administradora de recursos criada por Luis Moura depois que ele deixou a 3G Capital, onde atuou até 2011. A Visagio é uma consultoria de gestão que nasceu em 2003 no parque tecnológico da Coppe/UFRJ.

A Squadra foi fundada em 2008 por ex-executivos de Pactual, Dynamo e JGP. Em 2011, a gestora apontou o uso da contabilidade criativa que dificultava o entendimento dos balanços de companhias que faziam aquisições a toque de caixa. Nos últimos dois anos, trabalhou por mudanças nos conselhos da BR Malls (de shopping centers) e da CVC (operadora de turismo) para revistar a política de remuneração dessas empresas. A Squadra administra R$ 5,5 bilhões e investe em Equatorial Energia, Ultrapar, Bradesco e B3.

Procurada, a J&F não comentou o assunto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em dci 27/07/2017



Ofertas de ações ganham fôlego e devem chegar a R$ 40 bilhões em 2017

Uma fila de até dez companhias está se formando para fazer ofertas de ações em outubro, de olho no apetite dos investidores e na abundância externa de capital, que têm atraído dinheiro novo para o Brasil. A despeito da turbulência política, a percepção do mercado é de que houve uma “separação” entre a economia e a crise no governo federal.

Isso deve fazer de 2017 o ano de maior movimento de emissões de ações no País desde 2010. Até 31 de dezembro, as ofertas podem superar R$ 40 bilhões.

De janeiro até agora, as ofertas de ações já somam R$ 21,9 bilhões, mais do que o dobro do registrado em 2016. E a essa conta vão se somar as cifras de IRB Brasil Re (resseguradora) e Omega Geração (empresa de energia), que vão definir preços de seus papéis hoje. Ambas poderão contribuir com mais R$ 4 bilhões em julho, após a varejista Carrefour e Biotoscana, do ramo de saúde, terem movimentado mais de R$ 6 bilhões na semana passada.

Caso a expectativa com IRB e Ômega seja confirmada, será o melhor desempenho do mercado de ações brasileiro desde 2010, quando as emissões somaram R$ 149 bilhões – o valor foi inflado por uma operação de R$ 120 bilhões da Petrobrás.

Uma das razões para todo esse otimismo no mercado de renda variável é o entendimento de que a direção da economia não deverá sofrer alterações significativas, afirma o diretor gerente do Bradesco BBI, Leandro Miranda. “Os investidores estrangeiros sempre estiveram mais positivos do que os brasileiros”, diz. Miranda informa que o banco tem hoje oito ofertas nas mãos que podem ser viabilizadas até o fim deste ano.

Apenas com essa carteira, o diretor do Bradesco BBI calcula que as ofertas de ações poderão somar um volume adicional de R$ 17 bilhões até o fim ano, sendo R$ 10 bilhões podem ser somente em outubro.

A Tivit (de tecnologia da informação) e a Camil (de alimentos) já entraram com pedido para realizar suas ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) na B3.  A Neoenergia (de energia) e a BR Distribuidora (braço de distribuição de combustíveis da Petrobrás, que desistiu de uma venda de controle) também se movimentam para abrir o capital.

Movimento. De acordo com Fábio Nazari, sócio do BTG Pactual, o momento da Bolsa brasileira permite não só a capitalização de companhias, mas também viabiliza a saída de sócios, como fundos de private equity (que compram participações em empresas).

“As ofertas de ações estão atraindo os investidores. Virão a mercado as histórias certas, com o valor de avaliação correto”, diz o responsável pelo Bank of America Merrill Lynch no Brasil, Hans Lin.

A crise, porém, influencia os objetivos que as empresas têm ao fazer um IPO. Ao contrário do que ocorreu no “boom” da Bolsa, há dez anos, o dinheiro captado não está sendo usado prioritariamente para financiar projetos de expansão, mas para reduzir o endividamento dos negócios. “O mercado tem aceitado bem essa intenção, pois o custo da dívida é alto”, frisa Nazari. O movimento também tende a deixar os negócios mais saudáveis para uma eventual retomada da economia.

A próxima janela de IPOs, em outubro, deve ser usada também por empresas que se preparavam para lançar suas ofertas de ações, mas desistiram depois da delação do empresário Joesley Batista, da JBS, que envolveu o presidente Michel Temer e abalou o Palácio do Planalto. O bom resultado da B3 em julho deve dar um ânimo adicional às companhias que estavam em dúvida sobre a ida à Bolsa.

O executivo do BTG recomenda que, diante do cenário instável do Brasil, as empresas devem fazer a preparação para o IPO com antecedência. Assim, vão estar prontas para aproveitar as oportunidades geradas por momentos mais positivos, como o atual.  - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 27/07/2017




26 julho 2017

Cade autoriza permuta entre Cyrela Commercial Properties e CPPIB e venda posterior de ativos à Prologis

Por meio do acordo, a CCP transferirá à CPPIB um terço do portfólio de escritórios comerciais em troca da fatia de 50% que o fundo canadense detém na CCP Logística

A superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou o termo de permuta de participação societária firmado entre a Cyrela Commercial Properties (CCP) e o Canada Pension Plan Investment Board (CPPIB), segundo despacho no Diário Oficial da União desta quarta-feira (26).

Em parecer divulgado em seu site, o Cade refere-se à operação como "mera consolidação de controle" e destaca que o negócio não altera o panorama concorrencial.

"Entende-se que a operação resulta em participação de mercado reduzida no mercado de incorporação imobiliária para fins comerciais e não altera as condições concorrenciais no mercado de galpões e, portanto, não tem potencial de gerar efeitos concorrenciais adversos nesses mercados", disse a autarquia.

Em 4 de julho, a Cyrela Commercial Properties anunciou que, concluída a transação com o CPPIB, venderia os ativos de galpões logísticos para a empresa norte-americana Prologis por R$ 1,2 bilhão.

Em despacho publicado separadamente no Diário Oficial, o Cade também autorizou a CCP a vender sua participação em 28 sociedades de propósito específico (SPEs), além de duas outras empresas não operacionais, do portfólio de galpões logísticos, para a Prologis.

Entre os motivos para aprovação, o órgão antitruste cita a "dispersão dos empreendimentos" e avalia que a operação "não tem potencial de gerar efeitos concorrenciais adversos nos mercados afetados", conforme parecer no site do Cade. (Por Gabriela Mello) Leia mais em epocanegocios 26/07/2017

26 julho 2017



Facebook adquire startup de copyright Source3 para combater vídeos piratas

O Facebook acaba de adquirir a startup Source3, que cria tecnologias com o objetivo de detectar propriedades intelectuais que foram compartilhadas na internet sem permissão. O objetivo é combater o compartilhamento de vídeos pirateados na rede social.

Ao menos parte da equipe da Source3 deverá ser incorporada pelo Facebook, como foi detalhado no site oficial da startup. O valor da negociação não foi revelado, mas recentemente a companhia conseguiu levantar US$ 4 milhões (R$ 12 milhões) em capital de risco, segundo o site Crunchbase.

Facebook começa a "fazer dinheiro" com os vídeos da rede social

"Nós estamos empolgados em trabalhar com a equipe da Source3 e aprender com a expertise que eles criaram em propriedade intelectual, marcas registradas e copyright", disse um porta-voz do Facebook. "Como sempre, nós estamos focados em garantir que servimos bem nossos parceiros".

Desde 2015, o Facebook busca maneiras de lidar com a pirataria de vídeos. Naquela época é que a empresa lançou o "Rights Manager", tecnologia que detecta e remove vídeos postados por pessoas que não possuem os direitos.

Em abril de 2017, a rede social ganhou uma nova opção para os criadores originais dos vídeos: manter a versão pirata no ar e lucrar com suas visualizações. Leia mais em adrenaline.uol 23/07/2017



Grupo Pão de Açúcar pode atingir sinergia de US$ 160 milhões na AL antes de 2020

O presidente do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Ronaldo Iabrudi, avaliou que a companhia tem capturado num ritmo melhor do que o imaginado sinergias fruto de um processo de aproximação entre os negócios do grupo Casino na América Latina. Em teleconferência com analistas e investidores, o executivo avaliou que a companhia pode conseguir capturar antes do prazo imaginado do final de 2020 as sinergias de US$ 160 milhões anunciadas.

Apenas em 2017, a companhia informou um guidance de US$ 50 milhões em sinergias com esse processo, que envolve o GPA e ativos do Casino na Colômbia, Uruguai e Argentina.

Entre as iniciativas da companhia que guardam relação com essa integração na América Latina estão o desenvolvimento programas de fidelidade, evolução da área de produtos têxteis nas lojas e de um programa no Brasil que converte pequenos mercadinhos independentes em uma rede sob a marca Compre Bem, do GPA. Estadão - Jornal do Comércio Leia mais em jcrs.uol 26/07/2017



Startup israelense investe no setor de agricultura brasileira

Para ajudar a indústria do agronegócio a diminuir perdas decorrentes da proliferação de pragas utilizando tecnologia de ponta, a startup israelense Taranis está investindo no mercado brasileiro. A empresa foi contemplada com um investimento Série A de U$ 7,5 milhões, em uma rodada em que participaram a Mindset Ventures, parceira da Microsoft, além da Finistere Ventures, Vertex Ventures, Eshbol Investments, OurCrowd e o investidor anjo Eyal Gura.

Após um ano de amadurecimento do produto, que permite prever com antecedência e precisão fenômenos climáticos e a presença de pragas, a Taranis colocou o Brasil em sua rota de expansão. Os fundadores fizeram uma série de visitas a agricultores para conhecer a realidade local e dessa forma adaptar a solução tecnológica a essas demandas. Um escritório foi montado em São Paulo, que servirá de base para administrar os negócios na região da América Latina.

A startup israelense oferece uma solução analítica escalável e preditiva para prever ameaças de culturas e preveni-las em qualquer zona climática. Com informações precisas sobre o campo, registro de tarefas diárias, alertas de doenças e tecnologias avançadas de previsão meteorológica, a plataforma ajuda os grandes agricultores a reduzir custos, aumentar a produção e tomar decisões mais rápidas.

Por meio do uso de imagens em alta resolução extraídas de satélites e dos dados que os produtores inserem no sistema, a plataforma ganha precisão, aumenta sua capacidade de analisar eventos e prever ocorrências futuras. Isso se dá graças ao machine learning, que é a máquina aprendendo padrões de comportamentos a partir do uso de algoritmos e reconhecimento de imagens.

Com a Taranis, os agricultores podem minimizar o uso de químicos e pesticidas ao identificar onde e quando são necessários – economizando dinheiro aos agricultores, além de propiciar um tipo de agricultura mais sustentável. A plataforma atualmente monitora campos para culturas críticas, como soja, milho, trigo, algodão, cana-de-açúcar e batatas.

Quando estava em estágio inicial, a Taranis recebeu investimento da Acelera Partners, holding de investimentos em startups também apoiada pela Microsoft. Leia mais em tiinside 25/07/2017



Ital lança série Brasil Dairy Trends 2020

Recentemente foi lançado um importante documento para o setor lácteo, o "Brasil Dairy Trends 2020", coordenado pelo ITAL, Campinas.

Os estudos da Série Brasil Trends 2020 são resultados do monitoramento das tendências e inovações no setor de alimentos, bebidas e embalagem, levantamento de dados com base na análise de estudos, pesquisas e visitas técnicas a feiras e congressos do setor.

A realização destes estudos contribui para a disseminação de informações estratégicas, de forma pública e gratuita, gerando benefícios a milhares de empresas, auxiliando-as de algum modo a inovar e continuar fornecendo à sociedade brasileira produtos alimentícios de qualidade, agregando valores que permitem o consumidor criar uma relação estreita de identidade e confiança no setor. Para acessar todo o conteúdo, Clique Aqui.  Leia mais em milkpoint 26/07/2017