03 maio 2017

Web na cozinha faz Whirlpool comprar site de receitas

A fabricante de eletrodomésticos Whirlpool, dona no Brasil das marcas Brastemp e Consul, anunciou ontem a aquisição do Yummly, site de recomendação de receitas culinárias, fundado em 2009. O valor do negócio não foi divulgado.

Com a compra, a companhia busca fortalecer sua posição na oferta de cozinhas conectadas. "Todos os dias, milhões de consumidores... Leia mais em valoreconomico 03/05/2017

03 maio 2017



Estrangeiros destravam aquisições no Brasil

O apetite dos investidores estrangeiros por ativos brasileiros e movimentos de consolidação em alguns setores devem começar a destravar as operações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) no País. Uma prova desse movimento está no aumento das consultas a empresas e escritórios de advocacia especializados em assessoria financeira e em due dilligence – processo de investigação de dados de uma companhia.

Mas, embora a expectativa seja positiva, a concretização de muitos negócios depende do andamento das reformas propostas pelo governo para engatilhar o ajuste das contas. Além de ativos da Petrobras e de outras companhias endividadas, há uma série de empresas envolvidas na Operação Lava Jato que colocaram parte do portfólio à venda, em negócios que juntos têm potencial de girar dezenas de bilhões de reais.

Se de um lado o movimento dessas operações está vindo de empresas que colocaram ativos à venda para conseguir readequar seus níveis de endividamento e reposicionar a companhia a um novo cenário, há, de outro, empresas capitalizadas que estão aproveitamento o momento para se consolidar e expandir seus negócios. Um caso é o do grupo Ultra. A aquisição mais recente foi a da rede Alesat Combustíveis e também da Liquigás, que ainda dependem do aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Isso sem contar uma lista de estrangeiros, entre investidores financeiros e estratégicos, que estão analisando oportunidades no País.

“Há uma série de investidores que estão voltando com força para o Brasil. Entre os fatores de crescimento estão os novos conglomerados de investidores nacionais, realizando investimentos estratégicos”, afirma o diretor de fusões e aquisições do Bradesco BBI, Alessandro Farkuh. O executivo destaca que o banco, até aqui, trabalhou em dez transações já anunciadas e vê o ano com otimismo. “A percepção é de uma curva positiva até o final do ano.”

No primeiro trimestre, o valor das 96 operações que ocorreram somou R$ 62,6 bilhões, crescimento de 180% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento do TTR, junto com o LexisNexis. Desse total de transações, 53 foram de empresas estrangeiras adquirindo brasileiras.

Concessões

O interesse dos estrangeiros segue firme no Brasil, muitos participando ativamente dos processos de concessão que estão se desenrolando no País, afirma o chefe do banco de investimento do Bank of America Merril Lynch, Hans Lin.

Antonio Pereira, responsável pelo banco de investimento do Goldman Sachs do Brasil, afirma que há muitos fundos de private equity, locais e estrangeiros, bastante ativos. “Há muita liquidez no mercado. No mundo, as taxas de retorno estão baixas e há capital buscando melhores taxas. O Brasil voltou a ser uma geografia interessante para os fundos olharem”, disse.

“A percepção e o apetite do investidor estrangeiro melhoraram. Observamos interesse em infraestrutura, energia, consumo, saúde e educação”, cita o responsável pelo Departamento de Investment Banking do Credit Suisse, Fábio Mourão.

Um indicador que mostra que os negócios podem começar a se desenrolar é o fato de a procura por data rooms, para a realização de processos de due dilligences, ter começado a crescer, conta o responsável pela Intralinks no Brasil, empresa que fornece esse tipo de serviço, Cláudio Yamashita. “Muitos negócios foram postergados no ano passado e estão sendo retomados. Isso ainda não se reflete nos processos de due dilligence, mas o volume de conversas para a contratação dos serviços aumentou”, afirma o executivo.

“Estamos com uma visão otimista, especialmente para o segundo semestre. A nossa atividade antecipa as tendências econômicas. As consultas vindas de estrangeiros estão surpreendendo”, destaca Carlos Parizotto, sócio da Cypress, assessoria financeira para fusões e aquisições. Segundo ele, há dois perfis claros de interessados em fazer negócios no Brasil: o primeiro são os estrangeiros com comprometimento de longo prazo, “que entendem os altos e baixos” do País; o segundo são os fundos de private equity, que compram participações de empresas. “O cenário político acaba afetando, principalmente para o estrangeiro.”

O sócio do escritório Siqueira e Castro, Guilherme Dantas, que atua na área de fusões e aquisições, aponta que além de infraestrutura, setor que vem saltando aos olhos do investidor estrangeiro, os “gringos” estão atentos também para agropecuária e indústria alimentícia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em isto 03/05/2017



CIN compra espanhola Gosevan

A CIN, líder ibérica de tintas e vernizes e que factura 210 milhões de euros comprou a Gosevan, empresa com sede em Madrid. Com esta aquisição empresa de João Serrenho reforça presença em Espanha.

A CIN, líder ibérica de tintas e vernizes, reforçou a sua presença em Espanha com a compra da Gosevan, fabricante de tintas em pó com sede em Madrid. O valor do negócio não foi revelado.

A transação tem data de um de março e vai implicar que os ativos da empresa espanhola passem para uma nova companhia, a CIN Gosevan, adianta a CIN, empresa que fechou o ano de 2016 com um volume de negócios de 210 milhões de euros, em comunicado enviado às redações. Para acrescentar: “com sinergias com a unidade produtiva já existente em Portugal, esta aquisição tem como objetivo a integração dos conhecimentos e capacidades técnicas e produtivas, obtendo um todo mais forte e ágil com soluções disponíveis para os diferentes mercados.”... Leia mais em eco 03/05/2017



02 maio 2017

Cisco compra a Viptela

Companhia pagará US$ 610 milhões, e espera concluir integração até o final do ano

A fabricante Cisco vai comprar a Viptela, empresa norte-america criadora de tecnologias de redes definidas por software do tipo WAN (wide area network). O movimento tem por objetivo preparar o portfolio da companhia para a era da internet das coisas e ampliar a oferta de serviços para o setor corporativo.

O lance prevê pagamento de US$ 610 milhões pela Viptela, que será incoporada à área de roteamento B2B da Cisco, dentro da divisão de segurança. A expectativa é que a aquisição e integração aconteça até o final do ano. Entre os produtos da Viptela de maior interesse estão uma plataforma de orquestração e gerenciamento de redes em filiais, permitindo que uma multinacional controle de forma centralizada a rede de todas as subsidiárias. O sistema também pode ser usado por operadoras.

“Com a compra, a Cisco vai entregar soluções SD-WAN de próxima geração, ao mesmo tempo em que vai acelerar sua transição para uma empresa com modelo de negócio baseado em software e com receita recorrente”, explica Rob Salvagno, vice-presidente de aquisições e investimentos da Cisco. Leia mais em telesintese 02/05/2017

02 maio 2017



'Se reforma for muito diluída, dólar, risco e juros voltarão a subir'

Sem a aprovação da reforma da Previdência, a trajetória insustentável da dívida pública brasileira levará o país a um ajuste severo, que pode levar a inflação a dois dígitos ou a medidas similares às adotadas no governo Collor, quando houve confisco de cadernetas de poupança.

O alerta é de Mário Mesquita, economista-chefe do Itaú Unibanco e ex-diretor do Banco Central. "Em economia, o que é insustentável acaba se ajustando. O ajuste pode ser ordenado, que é o que o governo está tentando fazer, ou desordenado, que é o que está acontecendo no Rio", diz.

Para ele, as mudanças feitas até agora na proposta original do presidente Michel Temer eliminaram parte do caráter equitativo da reforma, mas a versão mais diluída do projeto ainda mantém aspectos que garantiriam a estabilização da trajetória da dívida e a retomada da economia.

A equipe de Mesquita espera crescimento de 1% do PIB neste ano e de 4% em 2018.

*
Folha - Quais são os sinais mais contundentes e os mais frágeis da retomada?
Mário Mesquita - O acontecimento econômico mais importante dos últimos meses é a redução da inflação. Como os salários são indexados à inflação passada, quando a inflação começa a cair mais rapidamente, há um ganho de poder de compra, e a confiança do consumidor melhora. A aceleração da queda da inflação teve impacto sobre as expectativas de inflação e as projeções do BC, o que o permitiu acelerar o processo de redução dos juros, que, por sua vez, não só alivia os gastos financeiros de famílias e empresas como também contribui para sua maior confiança. Esse é o grande fator positivo.

O que fica para trás, demora mais a se recuperar, é o mercado de trabalho. As pessoas se angustiam muito, o que é normal, porque o desemprego não é desejado por ninguém, mas não é surpreendente que a sequência da recuperação seja assim.

As projeções de vocês contavam com as concessões que vêm sendo feitas na negociação para aprovar a reforma da Previdência?
Revisamos nossa expectativa do grau de implementação da reforma de 57% para 65%. Se isso se confirmar, a [economia com] a reforma vai equivaler a dois terços da [obtida com a] proposta original. A situação do desequilíbrio das contas públicas associada ao deficit da seguridade social é tão intensa que qualquer governo, qualquer equipe econômica minimamente responsável, vai querer lidar com isso. Então, acho que o Congresso tende a aprovar uma reforma com grau de diluição limitado, e acho que é isso que as pessoas esperam.

E se o cenário for pior do que o esperado?
A dívida pública brasileira está numa trajetória insustentável. A única razão pela qual nosso risco-país está baixo, nossa taxa de câmbio está onde está e a taxa de juros pode cair abaixo de 10% é o fato de que as pessoas acham que o governo vai tomar medidas para colocar a trajetória da dívida sob controle. Se essa estratégia for abandonada, o risco-país e a taxa de câmbio vão voltar a subir, a inflação, consequentemente, será afetada, e os juros também.

E o que ocorre com a dívida nesse contexto?
Se nada for feito, vai chegar a 100% do PIB nos próximos anos, algo que um país com a renda per capita do Brasil dificilmente consegue sustentar.

Como se corrige isso sem um ajuste fiscal?
Se não for feito o ajuste, há duas saídas. Uma delas é uma aceleração da inflação, forte, certamente acima de dois dígitos, para corroer o valor real da dívida, ou alguma operação de gestão de ativos e passivos, como foi feito, por exemplo, no Plano Collor.

Gestão de ativos e passivos é calote?
Eu não estou usando essa expressão. Uma gestão de ativos e passivos parecida com a que foi feita na época do Plano Collor. Dá para aumentar impostos? A nossa carga tributária já é elevada para um país emergente. Podemos discutir —e acho que essa é uma discussão bastante válida— se o nosso sistema tributário não poderia ser mais progressivo, ou seja, se ele não poderia recair mais sobre as camadas de patrimônio e renda mais altas do que sobre as mais baixas. Agora, acho que há pouca dúvida de que nossa carga tributária como um todo é elevada para o nível de renda do país.

Portanto, aumentar simplesmente a carga tributária é difícil e indesejável. A inflação é um imposto extremamente regressivo porque recai sobre os mais pobres. E fazer gestão de ativos e passivos públicos gera sequelas que duram anos. A dívida pública brasileira foi muito curta durante tanto tempo, em parte, pelo temor das pessoas de serem expropriadas pelo Estado.

Então, sobra a via do ajuste, que é o que esse governo está tentando fazer.

Sem a aprovação das reformas, em quanto tempo as consequências negativas seriam sentidas na economia?
As crises de dívida são crônicas e, em determinado momento, algum choque as agudiza, e aí a dinâmica acelera muito. Em economia, o que é insustentável acaba se ajustando. O ajuste pode ser ordenado, que é o que o governo está tentando fazer, ou desordenado, que é o que está acontecendo no Rio, com um custo social muito maior.

Apesar desses riscos, parece existir bastante resistência às mudanças.
Sim, há grupos que se beneficiam mais com o status quo, especialmente funcionários públicos, e é natural que defendam seus interesses. E é natural que o resto da sociedade tenha resistência em pagar uma carga tributária maior para manter um sistema que trata os diferentes brasileiros de forma muito distinta. Trata os trabalhadores do setor privado de maneira muito pior do que os do setor público.

Acho que o que a proposta visa é ajustar para garantir a continuidade do sistema, idealmente em bases mais equitativas entre os diferentes grupos de trabalhadores no futuro. Até acho que, na tramitação, esse aspecto de equidade, que era um dos mais atraentes da proposta original, ficou um pouco diluído.

Mas tem uma questão de sustentabilidade e de equidade. Acho que a parte da sustentabilidade se mantém na versão mais diluída que o Congresso vai acabar votando, mas a parte da equidade se perdeu um pouco.

Há resistência também à reforma trabalhista, embora muitos economistas digam que ela trará benefícios.
É curioso que, em um país em que você tem um desemprego tão grande, as pessoas achem que não tem nenhuma necessidade de aprimorar a legislação trabalhista.

Acho que a reforma tende a fortalecer o papel dos sindicatos atuantes, exatamente porque ela dá um status legal, mais forte para o negociado versus o legislado. Então os sindicatos atuantes vão ganhar influência e devem atrair contribuições voluntárias, e não essa involuntária e arbitrária que extrai um dia de salário, por ano, de todos nós.

As pessoas vão querer contribuir se sentirem que seus sindicatos atuam de maneira correta. É uma legislação menos autoritária e paternalista, o que de certa forma é revolucionário no país.

Por que as pessoas estão com tanto medo então?
Porque acham que acabará a CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]. Isso não é fato.

Outra discussão que ocorrerá em junho é a possível redução da meta de inflação. Qual é sua posição sobre isso?

A meta no Chile é 3%. No México, 3%. Na Colômbia, 3%. No Peru, 2%. No Brasil, todos pedem, com razão, a normalização dos juros. Agora, como vamos querer uma taxa de juros num patamar parecido com o internacional quando nossa meta de inflação é 4,5%, podendo chegar a 6%?

A redução da meta não limitaria a capacidade do BC de continuar reduzindo os juros?
A expectativa de inflação já está caindo. Se você fixar uma meta de inflação de 4% em 2019, que é o que o CMN [Conselho Monetário Nacional] deveria fazer, as expectativas vão para lá. O que sustenta as expectativas em 4,5% é o fato de a meta ainda ser 4,5% até 2018. Se você não reduzir a meta depois da maior recessão da história, quando vai reduzir?

O sr. comentou que, quando era do BC, as pessoas reclamavam mais quando a inflação estava abaixo do que acima da meta. Por que isso ocorre?
Se você consegue tomar dinheiro subsidiado do governo a uma taxa fixa e a inflação sobe, isso não é ruim para suas finanças. Então há uma camada do nosso "establishment" que não é tão prejudicada assim por uma inflação mais alta. Quem paga são os trabalhadores não organizados em especial do setor privado, ou seja, a grande maioria da população brasileira, mas a maioria desorganizada. - Folha de S.Paulo Jornalista: Érica Fraga Leia mais em portal.newsnet 30/04/2017




BB compra R$ 1 bi em créditos inadimplentes do Santander

A maior parte dos empréstimos já teve baixa contábil por parte do Santander, disseram as fontes

Santander: a Ativos está comprando as carteiras de varejo com recursos gerados por sua própria atividade

Uma empresa estatal do Brasil está ampliando os investimentos em ativos distressed.

A Ativos, uma companhia controlada pelo Banco do Brasil, adquiriu R$ 1 bilhão (US$ 315 milhões) do portfólio de créditos em atraso do Santander, segundo três pessoas com conhecimento do assunto.

A Recovery, empresa de ativos inadimplentes do Itaú Unibanco, já havia comprado R$ 300 milhões em créditos em atraso do mesmo portfólio do Santander, disseram as pessoas, que pediram anonimato porque as transações não são públicas.

A maior parte dos empréstimos já teve baixa contábil por parte do Santander, disseram as pessoas.

“Eu limitaria o potencial de resultados da Ativos se não aproveitasse a oportunidade de adquirir esses créditos inadimplentes dos bancos”, disse Márcio Hamilton Ferreira, vice-presidente de controles internos e gestão de riscos do Banco do Brasil, que tem sede em Brasília, em entrevista por telefone.

“A economia mais conturbada dos últimos dois anos trouxe mais vendedores ao mercado.”

Ferreira, que não quis dar detalhes de preço sobre as transações, disse que a Ativos está comprando as carteiras de varejo com recursos gerados por sua própria atividade.

A Recovery preferiu não comentar sobre a transação e o Santander não respondeu até o momento aos pedidos de comentário enviados por e-mail.

Em seu balanço do primeiro trimestre, divulgado em 26 de abril, o Santander só divulgou uma venda de empréstimos de R$ 225,8 milhões que ainda constavam de seu balanço patrimonial.

O Bradesco, segundo maior banco em valor de mercado no Brasil, é um dos novos vendedores. A Ativos comprou cerca de R$ 3,95 bilhões em créditos inadimplentes do Bradesco em dezembro, segundo comunicados ao mercado.

A transação foi contabilizada em duas fases: no quarto trimestre, a Ativos adquiriu cerca de R$ 2 bilhões em empréstimos por cerca de R$ 42 milhões. No ano passado, comprou mais R$ 1,95 bilhão por R$ 9,79 milhões.

Nova direção

Essas aquisições transformaram a Ativos na maior compradora de créditos inadimplentes de bancos brasileiros dos últimos seis meses, se descontadas as vendas feitas entre empresas de um mesmo grupo.

A Ativos superou concorrentes como a Recovery e a RCB Investimentos, uma companhia controlada pela PRA Group, que tem sede em Norfolk, Virgínia, EUA.

Trata-se de uma mudança de rumo para uma empresa criada em 2003 que adquiriu em grande parte créditos inadimplentes de sua instituição controladora, o Banco do Brasil, que é o maior banco estatal do país em ativos.

Antes da aquisição do ano passado, em 2015 a Ativos adquiriu R$ 423,2 milhões em uma carteira de créditos inadimplentes da Caixa Econômica Federal, outro banco estatal.

“A recuperação do crédito parece ser um bom negócio atualmente no Brasil e se a aquisição da carteira ajudar a melhorar a rentabilidade do Banco do Brasil, é positiva”, disse Max Bohm, analista da Empiricus Independent Research em São Paulo, em entrevista.

“Mesmo sendo estatal, o Banco do Brasil é um banco comercial normal e isso é uma atividade comercial normal.”

A Ativos registrou R$ 156,5 milhões em lucro líquido em 2016, com um retorno sobre ações de 15 por cento, mais do que o dobro dos 7,2 por cento de sua instituição controladora.Por Felipe Marques e Cristiane Lucchesi, da Bloomberg . Leia mais em exame 02/05/2017



Banco Intermedium negocia balcão de seguros

O Banco Intermedium, comandado pela família Menin, também controladora da MRV Engenharia, negocia o seu balcão de seguros. Já recebeu propostas não-vinculantes, mas ainda não chegou em um consenso sobre uma eventual parceria que pode ser uma exclusividade com uma determinada seguradora. A joint-venture entre o Banrisul e a Icatu é um bom exemplo a ser seguido. Atualmente, o Intermedium trabalha com dez seguradoras, sendo a mais presente a francesa Axa que segue de olho em ativos para crescer no Brasil.

Atrativo
Em troca, o banco mineiro, que tem apostado no varejo bancário digital, possui uma carteira de 140 mil clientes pessoas físicas que deverão aumentar para 350 mil ao final deste ano e 1 milhão ao término de 2018. Mira ainda a pessoa jurídica, para a qual lançará uma conta digital e uma oferta segmentada de produtos no mês que vem.

Vai que cola
Se der certo em seguros, o Intermedium também pode leiloar a sua área de cartões. Por ora, emite plásticos apenas com a bandeira MasterCard. Boa notícia para Visa, que tem perdido fatia para a concorrência, e Elo, de Bradesco, Banco do Brasil e Caixa, em busca de mais parceiros para crescer no País. Leia mais em colunadobroad.estadao 02/05/2017



Depois de três anos de queda, investimento ensaia melhora

Depois de acumular queda de 25,9% nos últimos três anos, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, medida do que se investe em máquinas, equipamentos, construção civil e pesquisa) pode ter pequena alta em 2017, ainda que muito tímida, afirmam analistas. Para eles, não dá para esperar forte recuperação de investimentos em um cenário de incerteza ainda elevada e capacidade ociosa muito alta, mas a recuperação da confiança, a queda dos juros e a expectativa de melhora da demanda mais à frente devem destravar projetos engavetados ao longo dos últimos anos.

A taxa de investimento da economia brasileira, que caiu de 20,9% em 2013 para 16,4% no ano passado, significa que, em alguns casos, as empresas não estão nem repondo o desgaste sofrido pelas máquinas no período - a depreciação do capital, no jargão dos especialistas -, o que poderia incentivá-las a voltar a investir.

O Bradesco estima que, depois de três anos consecutivos de queda, o investimento deve subir 2,5% em 2017. Para Igor Velecico, economista do banco, o ciclo de queda da taxa básica de juros, iniciado em outubro do ano passado, com corte de um ponto percentual na reunião de abril, deve dar um alívio no caixa das empresas, já que a maior parte das dívidas corporativas é indexada ao CDI. Além disso, afirma, o fator confiança também deve ajudar nessa recuperação, principalmente se confirmada a expectativa de crescimento da economia no primeiro trimestre e aceleração ao longo do ano.

Para Velecico, com esse "respiro" as empresas devem voltar pelo menos a realizar investimentos necessários para manter o estoque de capital constante. "Como as empresas tiveram problema de endividamento, tiveram que travar o investimento nas quatro rodas para fazer caixa. Quando a incerteza e a taxas de juros diminuem, elas voltam a respirar, podem começar a pensar em dois, três anos à frente", diz Velecico.

O economista do Bradesco vê alguns indícios de que a economia está nesse ponto de virada. O indicador de intenção de investimentos calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), por exemplo, subiu de 82,5 pontos no segundo trimestre de 2016 para 100 pontos no primeiro trimestre de 2017, considerado o nível "neutro".

Ainda que bastante inferior ao nível observado em anos anteriores, o percentual de empresas que afirmou pretender aumentar investimentos subiu cinco pontos ao longo dos últimos seis meses, para 19,9%, enquanto caiu o percentual daquelas que dizem que vão cortar aportes.

Outro sinal de certa estabilização do investimento é o Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Em fevereiro, o índice subiu 3,4% em relação ao mês anterior, feitos os ajustes sazonais, recuperando parte da queda de 5,3% observada em janeiro. No trimestre encerrado em fevereiro, a alta foi de 0,6%.

Para Leonardo Carvalho, economista do instituto, em momentos de transição do ciclo econômico há certa "flutuação" dos indicadores, com altas e baixas, ainda que a tendência seja de estabilização, o que tem acontecido também com outras séries de dados, como produção industrial. "Saímos de trajetória de queda para estabilidade, mas o desempenho atual ainda não é de crescimento mais efetivo", diz. O índice calculado pelo Ipea estima a evolução mensal dos investimentos em máquinas e equipamentos e na construção civil, com base no consumo aparente desses bens.

O Ipea estima alta de 0,1% do investimento em 2017. Para o economista, a retomada da formação de capital fixo deve ser muito gradual porque alguns fatores ainda limitam seu crescimento, como nível de utilização da capacidade muito baixo, estoque de caminhões ainda elevado e dificuldades no segmento de construção civil.

De qualquer forma, afirma, a queda dos juros e o andamento das reformas, que devem melhorar as expectativas para a demanda no médio prazo, tendem a levar os investimentos a se recuperar, especialmente em 2018, quando o Ipea espera crescimento de 8,5% desse componente do PIB, diz Carvalho. "A crise foi tão severa que há potencial para uma recuperação cíclica expressiva."

Olhando para o histórico das crises e recuperações da economia brasileira, o investimento deve ser o componente do PIB, sob a ótica da demanda, a puxar a recuperação, avalia Tatiana Pinheiro, economista do Santander, que projeta aumento de 3,5% da formação de capital fixo neste ano e de 6% no ano que vem. "O consenso é que a recuperação, mesmo que muito fraca, virá dos investimentos e do excelente desempenho esperado para a agricultura neste ano."

Segundo Tatiana, o aumento da ociosidade dos fatores de produção também aconteceu em outras crises. "Estimamos uma alta de 3,5% do investimento, depois de contração de 4,2% em 2014, 13,9% em 2015 e 10,2% em 2016, então não é o suficiente nem para começar a repor essa destruição. Depois de três anos, a necessidade de recomposição do capital é elevada", diz. O Santander estima crescimento de 0,7% em 2017 e de 3% em 2018.

Para Carvalho, do Ipea, o segmento de máquinas e equipamentos deve se recuperar primeiro justamente por causa do forte ciclo de destruição de capital ao longo da recessão. Esse "setor", porém, representa apenas 30% da formação de capital, contra 55,5% do segmento de construção e 14,4% de outras áreas, como a de pesquisa, segundo dados das Contas Nacionais de 2016.Valor Econômico - Leia mais em abinee 02/05/2017



O que startups querem de grandes corporações

Estudo da BCG avalia quais são os aspectos mais importantes para que parcerias entre grandes e pequenas funcionem

Uma série de startups de alta tecnologia busca estabelecer parceria com grandes corporações para garantir o desenvolvimento do seu negócio. A questão é que nem todas conseguem. De um lado, 95% dos empreendedores querem firmar acordos do gênero, mas só 57% deles conseguem.

As informações são do estudo What Deep-Tech Startups Want from Corporate Partners elaborado pelo Boston Consulting Group (BCG). Faça o download e confira o material completo. Leia mais em 
automotivebusiness 02/05/2017









01 maio 2017

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 24 a 30/abr/2017

Anunciadas 43 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 24 a 30/abr/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 9 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                  
Principais transações

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Leilão de transmissão da Aneel é encerrado; investimentos somam R$ 12,7 bilhões. Dos R$ 13,1 bilhões em investimentos estimados nos 35 projetos ofertados, R$ 12,7 bilhões foram viabilizados, em 31 projetos.
"Market Movers” - Exterior
  • BD anuncia intenção de compra da Bard por US$ 24 bilhões.  A BD – Becton Dickinson and Company anunciou, em sua sede nos Estados Unidos, a intenção de compra da Bard Medical em um negócio de US$ 24 bilhões, o dobro da até então maior aquisição da história da empresa, a compra da Carefusion, em 2015. A Bard é uma empresa americana de tecnologia médica, fundada em 1907, e líder nas áreas vascular, de urologia, oncologia e especialidades cirúrgicas. 27/04/2017
  • Tyson Foods compra empresa de foodservice por US$ 4,2 bilhões. A americana Tyson Foods anunciou a compra da AdvancePierre Foods por US$ 40,25 por ação da empresa de food service em dinheiro. O valor total da transação já aprovada por ambos os conselhos de administração chega a US$ 4,2 bilhões, sendo US$ 3,2 bilhões em valor patrimonial e US$ 1,1 bilhão em assunção de dívidas. Segundo comunicado das companhias, a oferta representa um prêmio de 31,8% sobre o preço das ações da AdvancePierre no dia 5 de abril. Se levado em conta a média ponderada em 60 dias, o prêmio é de 41,6%. A AdvancePierre faz sanduíches prontos, nuggets, produtos para lanches escolares e food service. 25/04/2017
  • LVMH quer comprar a Christian Dior Couture por € 6,5 bilhões. O grupo LVMH, líder mundial do setor de luxo, anunciou a intenção de comprar a empresa Christian Dior Couture, filial que pertence 100% à holding Christian Dior S.A. (Dior), por 6,5 bilhões de euros. O grupo LVMH, líder mundial do setor de luxo, anunciou nesta terça-feira em um comunicado a intenção de comprar a empresa Christian Dior Couture, filial que pertence 100% à holding Christian Dior S.A. (Dior), por 6,5 bilhões de euros.25/04/2017
  • CA Technologies adquire Veracode. A CA Technologies anuncia a compra da Veracode, líder em segurança de aplicações web, móveis e de terceiros ao longo do ciclo de desenvolvimento de software, em uma transação no valor aproximado de US$ 614 milhões. Com a aquisição, o CEO da companhia, Bob Brennan, passa a ocupar o cargo de gerente geral da unidade Veracode na CA, respondendo ao CPO da companhia, Ayman Sayed. 24/04/2017
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Ducoco é colocada à venda. A fabricante de alimentos Ducoco foi colocada à venda. A decisão foi tomada depois de o banco FPB Bank Inc, localizado no Panamá ter sofrido intervenção, em fevereiro deste ano, a (...) 25/04/2017
  • Engie diz ter mais de 15 interessados em térmicas a carvão. Mais de 15 empresas manifestaram interesse nos ativos de geração a carvão colocados à venda pela Engie Brasil Energia (antiga Tractebel Energia), até o momento. Segundo o diretor-presidente da companhia, Eduardo Sattamini, a etapa de sondagem de mercado ainda está em andamento. "Ainda estamos no processo de recebimento dos acordos de confidenciali... 27/04/2017
  • Bolsa norte-americana ICE vende sua participação na B3. A bolsa americana ICE vendeu, nesta semana, sua participação na B3, empresa fruto da fusão entre BM&FBovespa e Cetip. A ICE era a maior acionista individual da Cetip, com 12%. Com a fusão e a consequente relação de troca, a ICE estava com cerca de 1,3% da B3. Na Cetip, a ICE detinha um assento no conselho de administração, posição que não manteve após a operação.27/04/2017
 M & A - COMPRA
  • Com Gávea, Grupo São Francisco mira aquisições na área de saúde. O Grupo São Francisco, com foco no setor de saúde, está de olho em aquisições, após uma injeção, no ano passado, de cerca de US$ 100 milhões do fundo Gávea, comandado por Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central. A estratégia da empresa é crescer de forma verticalizada, ingressando em novas cidades do interior de São Paulo e Centro-Oeste. No ano passado, o grupo faturou mais de R$ 1 bilhão e, para 2017, mira receita 30% maior. Para os próximos meses, a meta é alcançar a marca de 1 milhão de beneficiários. Já chegaram nos 900 mil. 26/04/2017
  • J&J, Novartis e Takeda negociam compra da Hypermarcas, dizem fontes. Johnson & Johnson, Novartis e Takeda Pharmaceutical estão em negociações com o bloco de controle da Hypermarcas para compra da companhia brasileira de medicamentos, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto nesta segunda-feira. Famílias donas das empresas de investimentos Igarapava Participações e Maiorem SA de CV, que detêm uma participação combinada de 34 por cento da Hypermarcas contrataram as unidades de bancos de investimento do Bradesco e do Credit Suisse para assessorar a venda, disseram as fontes.. 24/04/2017
  • Natura e CVC na próxima rodada de lances pela Body Shop: Fontes. A L'Oreal escolheu a Natura Cosméticos além de cias. de private equity como ofertantes na próxima rodada do leilão para seu negócio Body Shop, disseram pessoas familiarizadas com o assunto. CVC Capital Partners, Advent International Corp. e Investindustrial Advisors SpA também estão entre as empresas da disputa, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas porque o processo é privado. Ofertas pela Body Shop atingiram mais de 800 milhões de euros (US$ 856 milhões), disseram as fontes. Ofertas vinculantes devem ser apresentadas no início de junho, disse uma das pessoas. Há mais de uma década, em um acordo avaliado em 652 milhões de libras (US$ 833 milhões), a L'Oreal comprou a Body Shop, fundada em 1976 pela empresária britânica Anita Roddick.24/04/2017
  • Grupo chinês substituirá Odebrecht na RIOgaleão, diz ministro. A entrada de um novo sócio era aguardada dentro do governo para que a concessionária pagasse as outorgas em atraso. Galeão: "Felizmente, as coisas se deram de maneira positiva. Os chineses compraram a parte da Odebrecht e, com isso, vamos ter a Changi e o grupo chinês, que é forte", disse Franco O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, confirmou nesta segunda-feira que o grupo chinês HNA vai entrar na concessionária que administra o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a RIOgaleão. Segundo o ministro, a outorga ao governo federal que era devida pela concessionária do Galeão, relativa a 2016, de 919 milhões de reais, foi paga na semana passada, quando a RIOgaleão afirmou que desembolsará outros 4,5 bilhões para pagar as parcelas da outorga deste ano, de 2018, de 2019 e parte da de 2020. 24/04/2017
PRIVATE EQUITY
  • Pátria adquire pequena rede de farmácias em Pernambuco. O fundo de private equity Pátria Investimentos adquiriu a rede de farmácias Independente, que tem 24 unidades espalhadas na Grande Recife. Embora considerada pequena, a aquisição faz parte de uma estratégia de consolidação na capital pernambucana, onde o fundo já tem presença neste segmento. Além disso, o Pátria tem um longo histórico de investimentos de peso no setor de saúde: esteve por trás do processo de consolidação de redes de medicina diagnóstica ao investir na Dasa, em 1999, e voltou ao mercado investindo na Alliar, que fez seu IPO no ano passado.  25/04/2017
IPO/OPA
  • Tivit pede registro para IPO com oferta secundária de ações. A empresa de tecnologia Tivit pediu registro para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), em operação na qual serão vendidas apenas papéis de atuais acionistas da empresa de tecnologia, segundo informações divulgadas nesta terça-feira pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O banco de investimentos Credit Suisse será o coordenador líder da operação, que contará também com as participações dos bancos Itaú BBA, Bradesco BBI, JPMorgan, BTG Pactual e Santander Brasil. 25/04/2017
  • PagSeguro planeja oferta de ações na bolsa. A credenciadora de cartões PagSeguro, controlada pelo UOL, deu início aos preparativos para a abertura de capital na bolsa de valores, segundo o Valor apurou. O processo está sendo conduzido pelo banco de investimentos Goldman Sachs. O Valor apurou que a companhia já teve recentemente negociações com investidores estratégicos, mas as tratativas não avançaram. Procurada, a assessoria de imprensa do UOL não enviou um posicionamento até o fechamento desta edição. O Goldman Sachs disse que não comentaria o assunto. Se o IPO se concretizar, a companhia será a segunda do setor a ter ações na B3 (antiga BM&FBovespa). A Cielo tem papéis negociados no pregão. A Rede, controlada pelo Itaú Unibanco, também já teve ações listadas, mas o banco optou, em 2012, por fechar o capital da companhia.25/04/2017
  • Senior Solution quer ir ao Novo Mercado. A Senior Solution, desenvolvedora de softwares para o setor financeiro, deve ser a primeira a migrar do segmento Bovespa Mais (mercado de acesso da bolsa paulista) para o Novo Mercado (nível mais elevado de governança corporativa). A companhia vai em busca de novos investidores - estrangeiros e fundos de pensão - para aumentar sua visibilidade e .. 28/04/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Locamerica faz acordo para adquirir carteira de clientes da Meridional. A locadora de veículos mineira Companhia de Locação das Américas (Locamerica), especializada na gestão de frotas, anunciou um acordo entre a subsidiária Agile Car Locações e a Meridional Locadora de Veículos, localizada no interior de São Paulo, com uma frota de 1,2 mil veículos, entre carros, utilitários, caminhões e ambulâncias. A Agile se comprometeu a adquirir, até o valor de R$ 12,67 milhões, 620 veículos da Meridional. ...  01/05/2017
  • Startup de agendamento de consultas recebe aporte de R$1 milhão. O Consulta Já, sistema de agendamento para consultórios médicos, anunciou um aporte de R$1 milhão. A empresa é residente na Supera Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (Ribeirão Preto) e, com o aporte, passa a integrar o portfólio da renomada Alliage, detentora de marcas como Dabi Atlante e Saevo.26/04/2017 
  • Startup de aluguel e venda de acessórios recebe aporte de R$125 mil. Está cada vez mais em alta o conceito de economia compartilhada. Empresas como Uber e Airbnb são a prova de que a cada dia que passa o consumidor preza mais pela contratação de serviços prestados com qualidade, não necessariamente pela aquisição do produto utilizado. Seguindo esta linha que atrai cada vez mais seguidores, surgiu a BoBags. A empresa é um site de aluguel, compra e venda de bolsas que surgiu “para ser uma extensão do closet das mulheres, partindo do conceito de um amplo armário de acessórios que proporcione tantos estilos quanto a criatividade feminina permitir”, diz a startup.29/04/2017
  • Silvio Tini torna-se o segundo maior acionista da Rossi. Com uma fatia de cerca de 14% na Rossi, Tini começou a comprar ações da companhia em janeiro, desbancando o fundo Vinci, que detém cerca de 9%. O investidor Silvio Tini, dono da holding Bonsucex, que tem participações relevantes em empresas como Alpargatas (calçados), Gerdau e as mineradoras Buritirama e Paranapanema, tornou-se o segundo maior acionista da construtora Rossi, que está em processo de reestruturação de suas pesadas dívidas. Com uma fatia de cerca de 14% na Rossi, Tini começou a comprar ações da companhia em janeiro, desbancando o fundo Vinci, que detém cerca de 9% do negócio. O controle está nas mãos da família Rossi, dona de cerca de 25% da empresa.  29/04/2017
  • Emmi adquire 40% de participação no Laticínio Porto Alegre. A anunciou hoje (28) uma participação de 40% no Laticínio Porto Alegre Indústria e Comércio S/A, sediado em Ponte Nova, no estado de Minas Gerais. A Porto Alegre está entre os cinco maiores laticínios de Minas Gerais na coleta de leite, com fortes posições nas categorias de queijo, queijo fresco, leite UHT, manteiga e soro em pó. Com essa transação, a Emmi está fortalecendo sua presença no Brasil e avançando com seu programa de crescimento internacional. A estratégia da Emmi é além de fortalecer a sua posição de mercado na Suíça, crescer internacionalmente. Esse crescimento deve ser alcançado organicamente e por meio de aquisições. Segundo comunicado, a Emmi está fortalecendo a sua presença em um país no qual outras empresas também estão de olho. A Emmi tem uma presença de longa data no mercado brasileiro como um dos principais exportadores de queijo para fondue e queijos de leite cru da Suíça.  Em 2016, a empresa gerou vendas de aproximadamente R$ 500 milhões e empregou cerca de 1000 pessoas.28/04/2017
  • Empresa do BB compra R$ 4 bilhões em créditos 'podres' do Bradesco. A Ativos, empresa controlada pelo Banco do Brasil, adquiriu um total de R$ 4 bilhões em carteiras de crédito vencidas do Bradesco, conforme apurou o Valor. A operação foi realizada no fim do ano passado, mas foi contabilizada em duas etapas, nos balanços do Bradesco no quarto trimestre do ano passado e nos três primeiros meses deste ano. Procurado, o banco confirmou a operação de venda, mas sem dar detalhes sobre o comprador ou as condições. O BB não comentou o assunto. As carteiras compradas pela ... 28/04/2017
  • Arteris oferta R$1,213 bi e vence leilão da Rodovias dos Calçados; ágio de 438%. A operadora de concessões de rodovias Arteris venceu nesta terça-feira o leilão de concessão paulista da chamada Rodovias dos Calçados, com uma oferta de 1,213 bilhão de reais, valor 438 por cento superior ao mínimo definido para primeira prestação da outorga. Com isso, a Arteris, que já opera alguns trechos do lote concedido, terá direito a operar a concessão da Rodovias dos Calçados por 30 anos a partir de 2018. Os trechos rodoviários da concessão ligam os municípios de Itaporanga e Franca, em um total de cerca de 730 quilômetros.25/04/2017
  • Criador do Peixe Urbano lidera fundo de investimento. Em apenas três meses de operação, o Canary - criado pelo brasileiro Julio Vasconcellos - levantou US$ 20 milhões e já investiu em três startups. O cofundador e chefe de tecnologia do Instagram, Mike Krieger, é um dos 37 parceiros do fundo de investimentos Canary, criado em janeiro desse ano pelo brasileiro Julio Vasconcellos, executivo do site brasileiro de compras coletivas Peixe Urbano, e outros quatro sócios. Em apenas três meses de operação, o Canary levantou US$ 20 milhões e já investiu em três startups. Segundo apurou o Estado, a meta é levantar um total de US$ 50 milhões. O Canary investiu em três empresas brasileiras desde janeiro. Em março, anunciou um aporte em conjunto com o Monashees na IDWall, uma startup que oferece serviços de verificação e validação online de identidade. O objetivo é prevenir fraudes na abertura de contas-correntes, quando criminosos usam documentação falsa. Os dois fundos investiram, juntos, R$ 2 milhões na startup, que tem apenas sete meses de existência. Anteontem, o Canary anunciou novos investimentos em mais duas empresas. A primeira delas é a Rapidoo, que oferece crédito rápido para pequenas e médias empresas com base na compra de notas fiscais e antecipação do pagamento de duplicatas. A outra startup que receberá aporte do Canary é a Volanty, um site de compra e venda de carros usados.  27/04/2017
  • Lisam Systems anuncia a incorporação da empresa Ecoadvisor Associados. A nova fusão do mercado de serviços para o setor químico industrial marca a incorporação das iniciativas inovadoras da jovem empresa EcoAdvisor Associados pela Lisam Systems S/A, multinacional com larga experiência e robustez no mercado, e que agora passa a se chamar Lisam EcoAdvisor Systems. Com a junção, a ideia é criar uma única cultura empresarial de soluções inovadoras em softwares e serviços para a demanda regulatória em Meio Ambiente, Saúde e Segurança (EHS) da indústria química. A operação conjunta iniciou em 18 de abril de 2017, com foco no Brasil, América Latina e Caribe.20/04/2017
  • Atlas Copco compra a nacional Itubombas. A sueca Atlas Copco anunciou na última quinta-feira (21 de abril) a aquisição da Itubombas Locação, Comércio, Importação e Exportação, empresa especializada no desenvolvimento de soluções de engenharia, locação, venda e instalação de conjuntos de motobombas à diesel com escorva automática. Com sede em Itu (SP) e centros de manutenção no Rio de Janeiro e Recife, aluga equipamentos a diesel e elétricos para clientes dos setores de petróleo e gás, construção e mineração no Brasil. A Itubombas possui cerca de 40 funcionários e teve faturamento de sobre R$ 18 milhões em 2016.23/04/2017
  • ArcelorMittal compra 55,5% da Bekaert de Sumaré, em SP. Segundo a companhia, o negócio aumenta suas operações na produção de aço para pneus usados em carros e caminhões ArcelorMittal: Bekaert manterá 44,5 por cento por cento no negócio, segundo o comunicado, que não citou valores da transação A ArcelorMittal, maior fabricante de aço do mundo, anunciou nesta quarta-feira a compra de 55,5 por cento da unidade da revestidora de arame de aço Bekaert, em Sumaré (SP). Até receber um aval final do órgão antitruste Cade, a ArcelorMittal afirma que não terá qualquer ingerência sobre as atividades da unidade, que até lá seguirá gerida totalmente pela Bekaert.26/04/2017
  • O dono da Arapuã quer voltar aos negócios. Herdeiro e presidente da extinta e endividada rede de eletrônicos, Renato Simeira Jacob compra participação em empresa de bebidas para tentar escrever uma nova história. Renato Simeira Jacob, filho do fundador Jorge Jacob, volta a apostar no mercado corporativo. Ele desembolsou R$ 400 mil para adquirir uma fatia de 20% na empresa de bebidas Beba Rio, criada pelo empresário Francisco Montans. Apesar de um faturamento tímido, próximo a R$ 20 milhões, a fabricante, que produz chás e água de coco, pretende rivalizar contra grandes participantes do mercado, como a Wow Nutrition, dona das marcas Sufresh e Feel Good, de sucos e chás, respectivamente. “Vamos crescer 60% neste ano e estamos atrás de investidores estratégicos que auxiliem essa expansão”, diz Montans. 07/04/2017
  • Leilão de transmissão da Aneel é encerrado; investimentos somam R$ 12,7 bilhões. Dos R$ 13,1 bilhões em investimentos estimados nos 35 projetos ofertados, R$ 12,7 bilhões foram viabilizados, em 31 projetos. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) realizou nesta segunda-feira (24/04) leilão que ofereceu concessões para a construção e futura operação de 7,4 mil quilômetros em novas linhas de transmissão de eletricidade, que demandarão investimentos de R$ 13,1 bilhões de reais se todos os projetos forem arrematados, conforme esperado pelo governo. Houve interesse por 31 dos 35 lotes ofertados. Com isso, dos R$ 13,1 bilhões em investimentos estimados nos 35 projetos ofertados, R$ 12,7 bilhões foram viabilizados, segundo cálculos preliminares O certame ofereceu concessões em 20 Estados brasileiros divididas em 35 lotes, com prazos para entrada em operação fixado entre 36 e 60 meses. Leva a concessão de cada empreendimento a empresa que aceitar receber a menor Receita Anual Permitida (RAP) pela linha, em contratos de concessão com 30 anos de duração. Resultados: Lote 1 - O Consórcio Columbia, formado pelas empresas Taesa e Cteep, conquistou o lote 1 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 33,24%, ou R$ 267,316 milhões de receita anual permitida (RAP), ante o valor máximo estabelecido de R$ 400.462.340,00. O empreendimento, que exigirá R$ 1,936 bilhão em investimentos. O prazo para execução das obras é de 60 meses; Lote 2 - O Consórcio Cesbe-Fasttel levou o lote 2 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 12,50%, ou R$ 28,058 milhões de receita anual permitida (RAP). ; O Lote 2 - no estado do Paraná. Os investimentos são estimados em R$ 157,158 milhões; Lote 3 - A Energisa venceu o lote 3 do leilão ao oferecer um deságio de 37,6%, ou R$ 38,702 milhões de receita anual permitida (RAP).  Os investimentos previstos no empreendimento somam R$ 295,294 milhões; Lote 4 - A Elektro venceu o lote 4 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 34,64%, ou R$ 65,515 milhões de receita anual permitida (RAP). Os empreendimentos devem consumir R$ 487,24 milhões em investimentos; Lote 5 - A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista venceu o lote 5 do leilão ao oferecer um deságio 32,2%, ou R$ 18,371 milhões; Lote 6 - A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) venceu na B3. A empresa conquistou ao oferecer um deságio 44,51%, ou R$ 46,183 milhões. O projeto tem investimento estimado em R$ 397,7 milhões; Lote 7 - A EDP do Brasil conquistou o lote 7 do leilão, ao oferecer um deságio 36,5%, ou R$ 66,267 milhões; Leilão 8- A Arteon Z Energia e Participações conquistou o lote 8 do leilão de transmissão. A empresa ofereceu um deságio 37,5%, ou R$ 9,305 milhões pelo projeto;  Lote 9 - A RC Administração conquistou o lote 9 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio 31,75%, ou R$ 11,471 milhões pelo projeto; Lote 10 - A Sterlite Power Grid Ventures conquistou o lote 10 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio 58,86%, ou R$ 34,532 milhões pelo projeto, frente o valor máximo estabelecido pela Aneel de R$ 83.956.380,00; Lote 11 - A EDP do Brasil conquistou o seu segundo lote. A companhia ofereceu um deságio 4,91%, ou R$ 30,2 milhões pelo projeto, frente o valor máximo estabelecido pela Aneel de R$ 31.759.510,00. A entrada em operação comercial está prevista para agosto de 2021. Já o lote 12 não recebeu lances, já que os interessados cadastrados para disputar o projeto declararam que não tinham interesse em apresentar proposta financeira; Lote 13 - O Consórcio Renascença, formado por fundos da Vinci e pela CMN Solutions. A companhia ofereceu um deságio 18,5%, ou R$ 44,470 milhões de receita anual permitida (RAP) pelo projeto. Lote 14 O Consórcio LT Norte, formado por fundos da FM Rodrigues & Cia e a Hersa Engenharia e Serviços, conquistou o lote 14 do leilão de transmissão. A companhia ofereceu um lance sem deságio, com uma proposta de RAP de R$ 14.283.930,00, o valor máximo estabelecido pela Aneel;  Lote 15 A indiana Sterlite Power Grid Ventures conquistou o lote 15 do leilão de transmissão, com um lance com deságio de 25,87%, ou uma proposta de RAP de R$ 24,6 milhões; Lote 18 A EDP do Brasil conquistou o lote 18 do leilão de transmissão, com um lance com deságio de 47,49%, ou uma proposta de RAP de R$ 205,2 milhões. Lote 19 O Consórcio Olympus II, formado pela Alupar Investimentos e a Apollo 12 Participações, conquistou o lote 19 do leilão de transmissão, com um lance com deságio de 48%, ou uma RAP de R$ 99,109 milhões. Lote 20 A Elektro, distribuidora do grupo Iberdrola, conquistou o lote 20 do leilão de transmissão, com um lance com deságio de 52,93%, ou RAP de R$ 13,278 milhões. Lote 21 O Consórcio Aliança, formado pela EDP - Energias do Brasil e pela Celesc, venceu a disputa pelo lote 21 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 34,99%, ou RAP de R$ 171,824 milhões; Lote 22 A Elektro levou seu terceiro projeto do leilão de transmissão ao oferecer um deságio de 46,17% pelo lote 22, ou uma proposta de receita anual permitida (RAP) de R$ 13,055 milhões. Lote 23 A RC Administração levou o lote 23 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 29%, ou uma proposta de RAP de R$ 27.450 milhões; Lote 24 O lote 24 não recebeu propostas de potenciais interessados no leilão de transmissão. Lote 25 A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) venceu a disputa pelo lote 25 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 57,55%, ou uma RAP de R$ 10,729 milhões; Lote 26 A Energisa levou seu segundo empreendimento no leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 29,57% pelo lote 26, ou uma RAP de R$ 46,320 milhões; Lote 27 A Elektro levou seu quarto empreendimento no leilão de transmissão que acontece nesta segunda-feira, 24, ao oferecer um deságio de 48,93% pelo lote 27, ou uma proposta de receita anual permitida (RAP) de R$ 12,087 milhões; Lote 28 A Arteon Z Energia levou seu segundo projeto no leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 37,29% pelo lote 28, ou uma RAP de R$ 16,215 milhões, ante o valor máximo de R$ 25,860 milhões estabelecido pela Aneel.O projeto recebeu um total de oito propostas; Lote 29 A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) levou seu quarto projeto no leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 52,69% pelo lote 29, ou uma RAP de R$ 53,678 milhões; Lote 30 A RC Administração e Participações levou seu terceiro projeto no leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 32,07% pelo lote 30, ou uma RAP de R$ 63,9 milhões; Lote 31 A Equatorial Energia levou o lote 31 do leilão de transmissão, na B3, ao oferecer um deságio de 9,5%, ou uma proposta de receita anual permitida (RAP) de R$ 126,080 milhões; Lote 32 A Cobra Brasil Serviços conquistou o lote 32 do leilão de transmissão que acontece neste momento na B3, ao oferecer um deságio de 22,2%, ou uma RAP de R$ 72,446 milhões; Lote 33 O Consórcio Pará (Malv Empreendimentos e Participações, Primus Incorporação e Construção e Dibenop - Distribuição de Bebidas) levou o lote 33 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 16,14%, ou uma proposta de RAP de R$ 20,5 milhões; Lote 34 O Consórcio Omnium Energy (Testotrans Holding e Patrimonium Fundo de Investimentos) levou o lote 34 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 40,5%, ou uma RAP de R$ 5,786 milhões; Lote 35 O Consórcio BRDigital, Brenergia e Lig Global (Brasil Digital Telecomunicações, Brenergia Energias Renováveis e Lig Global Service Tecnologia em Implantação, Sistemas Telecomunicações e Energia) levou o lote 35 do leilão de transmissão, ao oferecer um deságio de 30,42%, ou uma RAP de R$ 18,07 milhões 24/04/2017
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  

01 maio 2017



Vale disputa com empresa suíça mina de US$ 500 milhões

Na disputa
A francesa Vallourec pôs à venda sua mina por 500 milhões de dólares. A suíça Trafigura e a Vale estão no páreo. Leia mais em radaronline.veja 01/05/2017



Locamerica faz acordo para adquirir carteira de clientes da Meridional

A locadora de veículos mineira Companhia de Locação das Américas (Locamerica), especializada na gestão de frotas, anunciou um acordo entre a subsidiária Agile Car Locações e a Meridional Locadora de Veículos, localizada no interior de São Paulo, com uma frota de 1,2 mil veículos, entre carros, utilitários, caminhões e ambulâncias.

A Agile se comprometeu a adquirir, até o valor de R$ 12,67 milhões, 620 veículos da Meridional. ... Leia mais em Valoreconomico 01/05/2017