25 abril 2017

BASF adquire a Thermotek

A BASF assinou um acordo para adquirir o GRUPO THERMOTEK, um dos principais fornecedores de sistemas de impermeabilização, com sede em Monterrey, NL, México. A operação está sujeita à aprovação das autoridades competentes e deverá ser concluída em meados de 2017. Ambas as partes concordaram em não divulgar os detalhes financeiros da operação.

A indústria da construção é um segmento importante dos negócios da BASF no México e na América Central", disse o Dr. Michael Stumpp, diretor administrativo da BASF Mexicana, S.A. de C.V. e América Central. "Com a aquisição da THERMOTEK estamos promovendo a trajetória de crescimento de nossa empresa, demonstrando nosso compromisso com os clientes nesta região".

O GRUPO THERMOTEK é uma empresa de capital fechado, fundada em 1992, líder em sistemas de impermeabilização no México. Seus produtos são desenvolvidos visando oferecer uma maior qualidade em praticamente todos os tipos de substratos, incluindo materiais resinosos e à base de dispersão, bem como mantas asfálticas fabricadas com asfalto modificado. A empresa possui mais de 200 distribuidores na região e emprega aproximadamente 500 pessoas.

Com esta aquisição, a BASF pretende usar as marcas consolidadas da THERMOTEK. Ambas as empresas oferecem portfólios complementares de soluções de químicos para construção, possuindo canais diferentes de comercialização.

"A THERMOTEK oferece uma adequação estratégica ao nosso negócio de químicos para construção, pois possui marcas sólidas em uma região com grande potencial de crescimento", disse Ralf Spettmann, presidente da divisão de químicos para construção da BASF. "Através desta aquisição, a BASF irá fortalecer sua família de marcas de sistemas de impermeabilização e irá ampliar seus canais de vendas no México e na América Central para continuar ajudando clientes a solucionar seus desafios".

"A THERMOTEK sempre teve o objetivo de superar as expectativas dos clientes, com alta qualidade de serviços e desempenho de produtos", disse David Wolberg, CEO do GRUPO THERMOTEK. "Como parte da BASF, os clientes se beneficiarão de um portfólio robusto de produtos e da experiência em inovação da maior empresa química do mundo". (Redação – Agência IN) Leia mais em investimentosenoticias 24/04/2017

25 abril 2017



LVMH quer comprar a Christian Dior Couture por € 6,5 bilhões

O grupo LVMH, líder mundial do setor de luxo, anunciou a intenção de comprar a empresa Christian Dior Couture, filial que pertence 100% à holding Christian Dior S.A. (Dior), por 6,5 bilhões de euros

O grupo LVMH, líder mundial do setor de luxo, anunciou nesta terça-feira em um comunicado a intenção de comprar a empresa Christian Dior Couture, filial que pertence 100% à holding Christian Dior S.A. (Dior), por 6,5 bilhões de euros.

De modo paralelo, o grupo da família Arnault, que controla 74% da Dior S.A., propõe comprar a totalidade das ações restantes.

O objetivo da operação dupla é unificar a marca Christian Dior dentro da LVMH, que já possui os perfumes da marca, destacou o diretor financeiro do grupo, Jean-Jacques Guiony.

Fundada há 70 anos, a Christian Dior Couture "é uma das marcas de luxo de maior prestígio do mundo", afirma a LVMH.

Os produtos da marca são vendidos quase exclusivamente em uma rede mundial de 198 lojas.

As vendas dobraram nos últimos cinco anos. Nos 12 últimos meses, o faturamento chegou a dois bilhões de euros com um Ebitda (resultado antes de juros, impostos, depreciações e amortizações) de 418 milhões de euros e um resultado operacional de 270 milhões.

A Christian Dior Couture, até agora uma empresa irmã da LVMH, "constituirá uma fonte de crescimento para a LVMH", afirma o grupo em um comunicado.

O Grupo Familiar Arnault prevê uma oferta pública simplificada sobre as ações da Christian Dior S.A. que faltam, de 172 euros em espécie e 0,192 ação da Hermès International por ação (dois terços em dinheiro e um terço em ações).

A LVMH propõe comprar a Christian Dior Couture por um valor de empresa de 6,5 bilhões de euros, ou seja, 15,6 vezes o Ebitda dos últimos 12 meses. Leia mais em yahoo 25/04/2017



Pátria adquire pequena rede de farmácias em Pernambuco

O fundo de private equity Pátria Investimentos adquiriu a rede de farmácias Independente, que tem 24 unidades espalhadas na Grande Recife. Embora considerada pequena, a aquisição faz parte de uma estratégia de consolidação na capital pernambucana, onde o fundo já tem presença neste segmento.

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Além disso, o Pátria tem um longo histórico de investimentos de peso no setor de saúde: esteve por trás do processo de consolidação de redes de medicina diagnóstica ao investir na Dasa, em 1999, e voltou ao mercado investindo na Alliar, que fez seu IPO no ano passado. Procurado, o Pátria afirmou que não comenta sua estratégia de investimentos ou desinvestimentos. Leia mais ColunadoBroad.estadao 25/04/2017



Ducoco é colocada à venda

A fabricante de alimentos Ducoco foi colocada à venda. A decisão foi tomada depois de o banco FPB Bank Inc, localizado no Panamá ter sofrido intervenção, em fevereiro deste ano, a (...) Leia mais ColunadoBroad.estadao 25/04/2017



PagSeguro planeja oferta de ações na bolsa

A credenciadora de cartões PagSeguro, controlada pelo UOL, deu início aos preparativos para a abertura de capital na bolsa de valores, segundo o Valor apurou. O processo está sendo conduzido pelo banco de investimentos Goldman Sachs. O Valor apurou que a companhia já teve recentemente negociações com investidores estratégicos, mas as tratativas não avançaram. Procurada, a assessoria de imprensa do UOL não enviou um posicionamento até o fechamento desta edição. O Goldman Sachs disse que não comentaria o assunto.

Se o IPO se concretizar, a companhia será a segunda do setor a ter ações na B3 (antiga BM&FBovespa). A Cielo tem papéis negociados no pregão. A Rede, controlada pelo Itaú Unibanco, também já teve ações listadas, mas o banco optou, em 2012, por fechar o capital da companhia.

O PagSeguro é considerado a "joia da coroa" das operações do UOL por atuar em um mercado em rápido crescimento. A estimativa é que a receita em 2016 tenha ficado entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, ou quase 20% dos R$ 1,9 bilhão de seu controlador. Além da empresa de pagamentos, o UOL tem negócios na área de serviços de tecnologia (UOL Diveo), publicidade, educação (ensino a distância) e uma unidade de serviços para internautas, que tem entre seus produtos o UOL Host, de hospedagem de sites. Em 2016, o UOL apresentou um lucro líquido de R$ 162,67 milhões, revertendo um prejuízo de R$ 16,22 milhões um ano antes. O resultado foi elevado por uma receita com pré-pagamento de R$ 411,64 milhões, quase o dobro dos R$ 221,12 milhões de 2015.

Segundo um executivo de um fundo de investimento que preferiu não ter seu nome revelado, no último ano, o processo de venda de uma fatia do PagSeguro teve várias idas e vindas e a última rodada de conversas com fundos teria acontecido no terceiro trimestre do ano passado.

Segundo o executivo, houve divergências em relação ao valor dessa participação, o que teria inviabilizado essas negociações.

A bolsa não é um ambiente novo para o UOL. Entre 2005 e 2012, a companhia teve ações negociadas no mercado acionário local. Segundo fontes, ao longo de 2016, os sócios vinham buscando um novo investidor para o negócio, em grande parte para financiar a expansão do PagSeguro. "Eles precisam de recursos para competir com a Cielo", disse essa fonte.

Primeira empresa a trazer para o Brasil as "maquinhinhas" de pagamento com cartão de crédito, o PagSeguro pode se tornar, também, a primeira "fintech" brasileira a ir para a bolsa.

Na avaliação de Fabio Gonsalez, sócio da Clay Innovation, isso seria muito bom para o ecossistema de pagamentos e de serviços financeiros. "Temos visto muitas empresas entrando, mas poucas saídas. Se o IPO vier com uma estrutura legal, comprova que estamos indo para um modelo maduro do mercado", disse.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 25/04/2017



24 abril 2017

Grupo chinês substituirá Odebrecht na RIOgaleão, diz ministro

A entrada de um novo sócio era aguardada dentro do governo para que a concessionária pagasse as outorgas em atraso

Galeão: "Felizmente, as coisas se deram de maneira positiva. Os chineses compraram a parte da Odebrecht e, com isso, vamos ter a Changi e o grupo chinês, que é forte", disse Franco

O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, confirmou nesta segunda-feira que o grupo chinês HNA vai entrar na concessionária que administra o aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, a RIOgaleão.

“Felizmente, as coisas se deram de maneira positiva. Os chineses compraram a parte da Odebrecht e, com isso, vamos ter a Changi e o grupo chinês, que é forte”, disse Franco, em entrevista para comentar o resultado do leilão de linhas de transmissão de energia, realizado nesta segunda-feira em São Paulo.

Não foi possível contatar representantes do HNA para comentar o assunto.

Segundo o ministro, a outorga ao governo federal que era devida pela concessionária do Galeão, relativa a 2016, de 919 milhões de reais, foi paga na semana passada, quando a RIOgaleão afirmou que desembolsará outros 4,5 bilhões para pagar as parcelas da outorga deste ano, de 2018, de 2019 e parte da de 2020.

A entrada de um novo sócio era aguardada dentro do governo para que a concessionária pagasse as outorgas em atraso.

Por conta do envolvimento da Odebrecht na operação Lava Jato, o grupo teve dificuldades para obter financiamento, o que estava complicando a situação do consórcio.

Fontes próximas da negociação para o reescalonamento da dívida da concessionária junto ao governo federal vinham afirmando à Reuters que a entrada de um novo sócio na RIOgaleão era uma exigência do governo para resolver as pendências financeiras do grupo que administra o aeroporto.

O consórcio RIOgaleão venceu o leilão do aeroporto em 2013, com um lance de 19 bilhões de reais, um ágio de quase 300 por cento.

No ano passado, a chinesa Hainan Airlines, do grupo HNA, anunciou investimento de 450 milhões de dólares na companhia aérea Azul. Por Leonardo Goy, da Reuters Leia mais em exame 24/04/2017


24 abril 2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 17 a 23/abr/2017

Anunciadas 18 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 17 a 23/abr/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 4 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                    
Principais transações

NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Bossa Nova investe em startups. Empresa aposta em startups que já receberam investimento-anjo, mas que ainda não estão prontas para uma rodada de fundos de investimento. A Bossa Nova Investimentos, empresa de investimento anuncia o aporte em nove startups: QueroQuitar ; Pet Booking; Total Voice; Pluga.co; Automobi; VegPet; Foodster; KlipBox; Digital Influencers. 20/04/2017
"Market Movers” - Exterior
  • Unilever acerta compra de Sir Kensington’s após rejeitar Kraft. Empresa de alimentos produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo. A Unilever, que rejeitou uma proposta de aquisição de US$ 143 bilhões da Kraft Heinz no início do ano, aposta nos condimentos para dar nova vida aos seus negócios. A gigante de produtos domésticos, cujo portfólio engloba a maionese Hellmann’s e o sorvete Ben & Jerry’s, fechou a compra da Sir Kensington’s, uma jovem empresa de alimentos que produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo. O valor pago foi de cerca de US$ 140 milhões, segundo uma pessoa com conhecimento da transação. 20/04/2017
  • Aquisição de empresa pet pode ser a maior já registrada no setor de e-commerce. Gigante americana varejista PetSmart oferece US$ 3,5 bilhões pelo e-commerce de alimentos Chewy. O valor é superior ao pago pelo Walmart pela Jet.com Se você nunca ouviu falar da Chewy, você provavelmente não está sozinho. Mas a PetSmart, gigante varejista americana, viu no e-commerce focado em alimentos para pets um imenso valor. Viu, aliás, um valor tão alto que deve superar todas as aquisições já realizadas no setor de e-commerce. Segundo o site Recode, a PetSmart irá adquirir a Chewy por US$ 3,5 bilhões. O acordo impressiona. É um valor superior, por exemplo, àquele pago pelo Walmart na compra da Jet.com no ano passado ou ao que o Facebook ofereceu pelo Snapchat (US$ 3 bilhões) em 2013, mas não bateu o martelo. As duas empresas envolvidas nesta aquisição, porém, são relevantes e proeminentes no setor de pets.20/04/2017
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Venda da Notredame Intermédica avança para due dilligence. Apesar de estar no meio de um processo chamado de ‘dual track’, em que a empresa analisa concomitantemente uma fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) e uma oferta inicial de (...) 23/04/2017
  • Brasil Plural busca sócios para crescer plataforma digital. Rodolfo Riechert presidente da Brasil Plural, vê uma mina de ouro pronta para ser explorada nos investimentos da classe média brasileira.. O banco está reformulando sua plataforma digital e toda a área de gestão de recursos de terceiros, de forma a ampliar sua participação em mercado ....  17/04/2017
 M & A - COMPRA
  • Health Invest busca aquisições mesmo após assumir hospital com dívida. Após a compra do hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, a Health Invest tem outros três ativos em processo de due diligence, que é uma auditoria prévia à aquisição. Com o investimento, a rede comandada por fundadores e dissidentes da Oncoclínica embarca em uma consolidação de hospitais regionais mirando ativos – muitas vezes de gestão familiar e imersos em dívidas – que possam se valorizar após ajustes de gestão e redução de custos. As novas compras ajudariam a aumentar a geração de caixa e reduzir o alto endividamento. Ao ser comprado no final de 2016, o Vera Cruz tinha uma dívida estimada em mais de R$ 80 milhões, cerca de 10 vezes o que a companhia foi capaz de gerar em Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em um ano. 20/04/2017
  • Acionistas da Neoenergia negociam fusão da empresa com a Elektro. A ideia é abrir o capital da nova companhia que surgirá da fusão. Os acionistas da companhia de energia Neoenergia – o grupo espanhol Iberdrola, a Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil) e o Banco do Brasil – estão em conversas para fazer uma fusão da empresa com a Elektro, que também é controlada pela Iberdrola. A ideia, se a proposta for levada adiante, é abrir o capital da nova companhia que surgirá da união entre as duas elétricas, apurou o Estado com fontes a par do assunto. Pessoas familiarizadas com o assunto afirmaram que o grupo Iberdrola tentou alinhar a união das duas empresas em 2011, quando adquiriu o controle da Elektro, mas as conversas não avançaram. À época, o grupo desembolsou US$ 2,4 bilhões pelo ativo. 18/04/2017
  • Michel Klein se une ao Bradesco para levar Via Varejo. Michel Klein, ex-proprietário da Casas Bahia, está se movimentando para levar a Via Varejo, detentora da empresa da qual foi dono e do Ponto Frio. Apesar de certo desconforto do francês Casino, controlador da Via Varejo por meio do Grupo Pão de Açúcar (GPA), devido ao interesse de Klein, o ex-dono tem dito que, agora, mantém uma parceria exclusiva com o Bradesco: o banco colocaria capital na Via Varejo por meio de seu braço de private equity e financiaria o restante da operação para Klein. As conversas estão em andamento. A relação entre Klein e Bradesco é antiga e sempre foi muito boa. Uma oferta ainda não foi formalizada. Mas existe a expectativa de que o negócio possa ser retomado após a publicação do balanço da companhia, na semana que vem.18/04/2017
PRIVATE EQUITY
  • Governo abre caminho para venda de fatia da Odebrecht no Galeão a chineses. Pedido de reestruturação do pagamento da outorga da Riogaleão deve ser aprovado na próxima semana; chinesa HNA pode pagar entre R$ 3,5 bi e R$ 4 bi pelo negócio. O governo federal deverá aprovar na próxima semana o pedido de reestruturação do fluxo de pagamento da outorga da Riogaleão. A medida abre caminho para a compra da participação da Odebrecht no aeroporto carioca pelo grupo chinês HNA, que virou acionista da Azul Linhas Aéreas em 2015. O negócio – que dependia de uma revisão dos pagamentos anuais – está avaliado entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões. 14/04/2017
IPO/OPA
  • IPO do Carrefour pode chegar a US$ 1,250 bi e deve ocorrer no fim do ano. A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da operação brasileira do Carrefour será de até US$ 1,25 bilhão. A expectativa é de que a transação fique para a última janela (...) 21/04/2017
  • Retomada de IPOs promete lucros, mas é preciso atenção. As ações da Azul estrearam na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), na última terça-feira, com uma alta de quase 7%, e os papéis da empresa de diagnósticos Hermes Pardini já acumulam valorização de mais de 11% desde a abertura de capital, em fevereiro. O desempenho dessas empresas vem atraindo o interesse de investidores em um ano que deve ser mais aquecido no mercado das ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês). O ganho pode realmente ser atraente, mas especialistas alertam que participar de um IPO requer um minucioso estudo prévio. Uma empresa recorre a um IPO quando precisa de recursos para manter seus planos de crescimento. Os investidores que apostarem nela receberão ações, cujo valor vai variar conforme as oscilações da Bolsa. Mas, diferentemente dos papéis que já são negociados no mercado, a decisão de comprar ou não precisa ser feita sem que se tenha um histórico das cotações — uma das ferramentas que ajudam a determinar se o preço está bom para compra ou não — e sem saber como os controladores da empresa se relacionam com os acionistas minoritários. 17/04/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Bossa Nova investe em startups. Empresa aposta em startups que já receberam investimento-anjo, mas que ainda não estão prontas para uma rodada de fundos de investimento. Dando continuidade à sua estratégia de expansão, a Bossa Nova Investimentos, empresa de investimento liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler, anuncia o aporte em nove startups. Com mais de 150 no portfólio, a projeção é atingir um número acima de mil aportes até meados de 2020. O investimento costuma ficar entre R$ 100 mil e R$ 800 mil, em uma faixa de aplicação classificada como Micro Venture Capital, ou Micro VC. QueroQuitar  empresa que tem o propósito de ajudar as pessoas a resolver suas pendências financeiras. Pet Booking e-marketplace que tem como objetivo fornecer soluções tecnológicas para facilitar o dia a dia de empresas prestadoras de serviços do segmento Pet. Total Voice  permite que empresas possam colocar ligações, SMS e mensagens de voz diretamente dentro de suas soluções.  Pluga.co plataforma que permite integrações entre ferramentas e serviços web, sem escrever uma linha de código.  Automobi (automobi.com.br): plataforma que ajuda os proprietários de veículos a manter a saúde do carro em dia.  VegPet  pet shop online que se preocupa com a qualidade de vida dos pets e a sustentabilidade do planeta.  Foodster  aplicativo que facilita a entrega de comida utilizando o conceito pessoa-a-pessoa.  KlipBox  plataforma de monitoramento de notícias online que ajuda empresas a se manterem atualizadas. Digital Influencers plataforma pensada para Digital Influencers e para marcas que desejam fazer parcerias com essas pessoas.  20/04/2017
  • Empresário brasileiro compra grupo de autocarros Vimeca. Francisco Feitosa é dono da Vega, parceira da Barraqueiro em Manaus. Agora, vai dominar empresa da zona de Lisboa. O grupo Vimeca, que todos os dias transporta passageiros de autocarro nos concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra, Lisboa e Amadora, vai ser vendido a um empresário brasileiro, Francisco Feitosa. Este, de acordo com a Autoridade da Concorrência, que está a analisar a operação de aquisição, é o dono do grupo de transporte rodoviário de passageiros Vega, que opera em Fortaleza, Brasil. Com a compra da Vimeca, Francisco Feitosa internacionaliza os seus negócios, depois de ter fundado a Vega em 2002. 20/04/2017
  • Viacom compra parte majoritária de ‘Porta dos Fundos’.  A Viacom International Media Networks (VIMN), divisão da Viacom Inc. (NASDAQ: VIAB, VIA), anunciou hoje um acordo definitivo para a aquisição de parte majoritária do coletivo de humor ‘Porta dos Fundos’. A aquisição incorpora uma das maiores produtoras brasileira de conteúdo de comédia da internet e o mais influente canal de YouTube do mundo – de acordo com o ranking Zefr* – ao portfólio da Viacom, expandindo a atuação da companhia na América Latina e ampliando ainda mais sua base de criação de conteúdo. ‘Porta dos Fundos’ é uma companhia de produção de conteúdo audiovisual líder no Brasil, conhecida pela criação de vídeos curtos de comédia em formato de esquetes e conteúdos para televisão. O canal do grupo no YouTube, operado e gerenciado pela companhia, está hoje no ranking dos dez principais canais de entretenimento do mundo** – atualmente com mais de 13 milhões de inscritos. Recentemente, o canal ultrapassou a marca de 3 bilhões de visualizações, tornando-se o quinto produtor de conteúdo brasileiro mais visto na história do YouTube 19/04/2017
  • ABS compra 100% da In Vitro Brasil. Multinacional concluiu a aquisição de 49% da empresa de biotecnologia por R$ 45 milhões. A partir deste mês de abril, a ABS Global passa a controlar 100% das ações da In Vitro Brasil. Desde 2015, a multinacional americana já possuía a maioria dos títulos (51%) da empresa focada em produção  IN VITRO de embriões bovinos. A negociação dos outros 49% era esperada para 2018, mas foi antecipada e concluída no dia 31 de março e anunciada nesta terça-feira, 18 de abril. 19/04/2017
  • MobLee recebe R$ 3 milhões da Bzplan. A MobLee acaba de receber um aporte de R$ 3 milhões da gestora de fundos de investimento Bzplan. A plataforma da MobLee permite que organizadores criem apps para cada evento com o objetivo de passar informações para os participantes. No app é possível incluir seções como timeline de notícias, lista de expositores e atrações, programação e palestrantes, planta do evento, perguntas & respostas, entre outras. A empresa, fundada em 2011 em Florianópolis, tem na carteira clientes como a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Endeavor Brasil, BM&FBovespa e Sebrae.18/04/2017
  • SuporTI amplia atuação em nuvem com aquisição de empresa. ASuporTI, empresa especialista em Serviços Gerenciados de TI, acaba de concluir a aquisição da Enlight Consulting, especializada na implantação e suporte de Netsuite, primeiro ERP em nuvem, recentemente comprado pela Oracle. O objetivo é aumentar o portfólio de produtos e serviços ofertados para os clientes da SuporTI, combinando a expertise de gestão operacional com a de projetos de aplicativos para áreas de negócios. Com apenas um ano de operação, a Enlight conquistou 7 novos projetos e mais de R$ 800 mil em vendas, além de ter sido responsável pelo primeiro projeto brasileiro de Netsuite no segmento industrial e pioneira na implantação do WMS (Warehouse Management System) para uma empresa no setor de distribuição. Por isso, com a aquisição, a SuporTI espera aumentar seu faturamento em 25%. 18/04/2017
  • A2C incorpora clientes da For.B. A A2C vai incorporar oficialmente a agência For.B, de Joinville, a partir do dia 1º de maio. De acordo com a agência, a decisão tem relação com o planejamento das empresas e com a identificação de sinergias muito fortes entre as companhias. “Não temos dúvidas que esse movimento renderá frutos importantes para todos os envolvidos, principalmente para as novas marcas que passarão a integrar o portfólio da A2C e a contar com uma estrutura 360º, com DNA digital e foco em ROI, cuja presença já está em três diferentes estados brasileiros" afirmam Anderson de Andrade, CEO da A2C. A For.B conta hoje com aproximadamente 15 funcionários e atua em comunicação, mídia, conteúdo e tecnologia.18/04/2017
  • Viação Águia Branca adquire Expresso Brasileiro. Nas últimas semanas, o setor rodoviário nacional se apresenta bastante movimentado, com muitas novidades para os amantes de ônibus. As informações mais recentes dão conta de que a Viação Águia Branca, sediada em Cariacica - ES, adquiriu a tradicional empresa paulista Expresso Brasileiro, de Mogi Guaçu - SP. De acordo com informações internas de funcionários das duas empresas, a Expresso Brasileiro, que possui mais de 70 anos de tradição no mercado, foi comprada pelo grupo Águia Branca. Brevemente, a compra será confirmada em caráter oficial. 15/03/2017
  • Atlas Copco adquire fabricante brasileiro de compressores. A empresa oferece uma ampla gama de compressores de pistão, compressores de parafuso e produtos para tratamento de ar. A Atlas Copco, fornecedora líder de soluções de produtividade sustentável, adquiriu a Pressure Compressores Ltda., fabricante brasileira de compressores de pistão e equipamentos relacionados. A Pressure Compressores está localizada em Maringá no Estado do Paraná, Brasil. A empresa oferece uma ampla gama de compressores de pistão, compressores de parafuso e produtos para tratamento de ar, servindo principalmente o mercado brasileiro, mas também alguns outros países da América do Sul. Tem cerca de 150 funcionários e teve receitas em 2016 de cerca de BRL 50 milhões. 10/04/2017
  • Viasoft adquire JetPDV. A Viasoft acaba de anunciar a aquisição da JetPDV. O objetivo da incorporação é aprimorar a solução da companhia para o setor supermercadista. Com isso, o software de frente de caixa da JetPDV, que atende a 12 mil pontos de venda, passa a fazer parte da vertical Viasuper, da ViaSoft. A partir do negócio, Dirceu Azevedo, ex-gestor comercial da JetPDV, passa atuar como gerente nacional de negócios do Viasuper. Desde 2015, algumas incorporações foram feitas pela Viasoft com o objetivo de fortalecer sua atuação em diversos setores de mercado. O próprio Viasuper surgiu quando a empresa incorporou o Systempo, em fevereiro de 2015. Em setembro do mesmo ano, a Prodix passou a fazer parte do Agrotitan, solução para o segmento do Agronegócio da Viasoft. Em julho de 2016, a empresa realizou uma fusão com a Korp para atender também ao segmento da indústria. 17/04/2017
  • Muxi reforça operação com aporte. A Muxi planeja iniciar novos projetos em 2017 a partir do aporte de seu novo acionista, a Confrapar, gestora brasileira de fundos de investimento no setor de tecnologia. O valor do investimento da empresa pode chegar em até R$ 16 milhões em curto prazo. O aporte da Confrapar tem o intuito de incrementar o portfólio de produtos da Muxi, que engloba soluções para toda a cadeia de pagamentos. A empresa também busca expandir as operações nos Estados Unidos. Atualmente, a companhia possui mais de 130 colaboradores e tem sua tecnologia está em mais de 3 milhões de dispositivos (terminais POS, m-POS, tablets e smartphones). Além de Brasil e Estados Unidos, a empresa possui operações e carteira de clientes em países como México, Peru, Venezuela e Colômbia.23/03/2017
  • DHL compra controle da brasileira Polar Transportes no segmento de saúde. A DHL Supply Chain, do grupo Deutsche Post DHL, anunciou nesta segunda-feira, 17, aquisição do controle de uma de suas prestadoras de serviços: a brasileira Polar Transportes, especializada em transporte rodoviário com temperatura controlada, de atuação no setor de saúde. Em nota, a DHL afirmou que a aquisição apoiará as ambições de crescimento da companhia no País. "Adquirir o controle de nosso provedor de serviços de longa data Polar Transportes é uma grande oportunidade para nós em oferecer uma solução integrada de ponta-a-ponta para a indústria de saúde no Brasil", declarou Javier Bilbao, CEO da DHL Supply Chain para a América Latina, por meio de nota. A Polar Transportes foi fundada em 1996 e trabalha como prestadora de serviços para a DHL há mais de 15 anos. Conta atualmente com 400 colaboradores e frota de 300 caminhões, com cobertura nacional. 17/04/2017
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  



CA Technologies adquire Veracode

A CA Technologies anuncia a compra da Veracode, líder em segurança de aplicações web, móveis e de terceiros ao longo do ciclo de desenvolvimento de software, em uma transação no valor aproximado de US$ 614 milhões. Com a aquisição, o CEO da companhia, Bob Brennan, passa a ocupar o cargo de gerente geral da unidade Veracode na CA, respondendo ao CPO da companhia, Ayman Sayed.

A combinação de portfólios posicionará a CA como líder no mercado de segurança de aplicações, graças à automatização e à capacidade da Veracode de escalar provas de segurança (AST) para desenvolver e implementar os produtos e serviços mais rapidamente e com menos defeitos, uma vez que as provas realizadas antes do processo de desenvolvimento das aplicações mitigam o risco de vulnerabilidades no código e reduzem o tempo e os recursos que seriam dedicados a identificar e corrigir os problemas de segurança na fase de produção.

Com a aquisição, a CA Technologies adiciona, ainda, um amplo portfólio de aplicações de DevOps ao seu negócio de Segurança e incrementa sua crescente linha de negócio de soluções SaaS, além de reforçar a estratégia de comercialização aos clientes de médio porte e aumentar a agilidade das soluções para empresas de grande porte.

“A chegada da Veracode ao portfólio da CA permite oferecer aos nossos clientes capacidade de elevar o nível de segurança de suas aplicações com revisões e buscas por vulnerabilidades de maneira antecipada, ainda durante o desenvolvimento”, explica Denyson Machado, VP de Cibersegurança da CA para a América Latina.

“É uma aquisição estratégica, que insere a CA em um nicho de mercado em que a companhia não tinha presença antes”, comenta Machado.

A Veracode atende hoje mais de 1400 pequenas e grandes empresas de segurança que necessitam inovar com confiança nas aplicações móveis e web que criam, compram e lançam, assim como os componentes que integram o seu entorno. “Ao unir forças com a CA Technologies, continuaremos dando resposta à crescente preocupação pela segurança e ajudaremos a acelerar a entrega de aplicações de software seguras, que podem agregar novo valor ao negócio”, explica Bob Brennan, CEO do negócio de Veracode, empresa fundada em 2006 e que conta com mais de 500 empregados em seus escritórios em Burlington e Massachusetts, Estados Unidos, e em Londres, na Inglaterra.Leia mais em investimentosenoticias 24/04/2017



J&J, Novartis e Takeda negociam compra da Hypermarcas, dizem fontes

Johnson & Johnson, Novartis e Takeda Pharmaceutical estão em negociações com o bloco de controle da Hypermarcas para compra da companhia brasileira de medicamentos, disseram duas pessoas familiarizadas com o assunto nesta segunda-feira.

Famílias donas das empresas de investimentos Igarapava Participações e Maiorem SA de CV, que detêm uma participação combinada de 34 por cento da Hypermarcas contrataram as unidades de bancos de investimento do Bradesco e do Credit Suisse para assessorar a venda, disseram as fontes.... Leia mais em Reuters 24/04/2017

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CVM questiona Hypermarcas sobre possível venda da farmacêutica 

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) encaminhou nesta segunda-feira (24) à farmacêutica Hypermarcas uma carta solicitando esclarecimentos sobre informações publicadas na imprensa sobre uma eventual negociação para a venda da companhia.

A empresa negou no comunicado a existência de negociações neste sentido. As ações da empresa lideram as altas do Ibovespa hoje. Por volta das 14h40, registravam valorização de 5,47%, ... Leia mais em valoreconomico 24/04/2017



PPG insiste com nova oferta para comprar Akzo Nobel, dona da Coral

A fabricante americana de tintas PPG subiu, pela segunda vez, o preço da oferta de compra da concorrente holandesa Akzo Nobel, dona das tintas Coral no Brasil, prolongando a batalha de aquisição que já dura meses.

A companhia elevou a oferta para 96,75 euros por ação, valor 9% superior à oferta anterior e 17% acima da proposta original. No atual valor proposto, a Akzo é avaliada é US$ 28,8 bilhões... Leia mais em valoreconomico 24/04/2017





HSBC vai assessorar Saudi Aramco em IPO de US$ 100 bilhões

Maior banco da Europa se juntará a JPMorgan Chase & Co e Morgan Stanley na operação

O HSBC foi formalmente escolhido para assessorar a gigante petrolífera saudita Aramco no que deve ser a maior oferta pública inicial de ações (IPO, em inglês) do mundo, informou nesta segunda-feira o presidente da instituição financeira, Stuart Gulliver.

O maior banco da Europa se juntará a JPMorgan Chase & Co e Morgan Stanley na operação, que deve levantar 100 bilhões de dólares e é a peça central da ambiciosa estratégia de diversificação do governo saudita.

Gulliver anunciou a escolha do banco para o IPO em reunião de acionistas em Hong Kong, confirmando notícia veiculada pela Reuters em fevereiro de que o banco estava perto de ser nomeado.

O executivo ainda disse que o HSBC está confiante de que pode manter o pagamento de dividendos no futuro próximo e prevê exceder as metas para corte de despesas e ativos ponderados pelo risco.  Por Reuters Leia mais em exame 24/04/2017



Natura e CVC na próxima rodada de lances pela Body Shop: Fontes

A L'Oreal escolheu a Natura Cosméticos além de cias. de private equity como ofertantes na próxima rodada do leilão para seu negócio Body Shop, disseram pessoas familiarizadas com o assunto. CVC Capital Partners, Advent International Corp. e Investindustrial Advisors SpA também estão entre as empresas da disputa, disseram as pessoas, que pediram para não serem identificadas porque o processo é privado.

Ofertas pela Body Shop atingiram mais de 800 milhões de euros (US$ 856 milhões), disseram as fontes. Ofertas vinculantes devem ser apresentadas no início de junho, disse uma das pessoas.

Há mais de uma década, em um acordo avaliado em 652 milhões de libras (US$ 833 milhões), a L'Oreal comprou a Body Shop, fundada em 1976 pela empresária britânica Anita Roddick.

A L'Oreal disse esta semana que ainda não tomou uma decisão sobre o futuro da rede, que viu seu lucro operacional cair 38% para 33,8 milhões de euros no ano passado. Representantes da L'Oreal, CVC Capital e Advent preferiram não comentar. Investindustrial e Natura não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A Body Shop tinha atraído lances iniciais de cerca de 15 empresas, disseram pessoas familiarizadas com o assunto no início deste mês. Sua controladora francesa havia dito em fevereiro que iria explorar todas as opções estratégicas para o negócio, que tem lutado com a concorrência pesada (Bloomberg) -- Leia mais em jornalfloripa 24/04/2017