04 abril 2017

FUSÕES E AQUISIÇÕES: 69 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM MARÇO/17

    Crescimento do volume de fusões e aquisições realizadas em março/17.
    O volume de transações neste mês registrou um  crescimento em relação ao mês anterior de 27,8%, com 69 operações realizadas.  Por sua vez, o valor total dos investimentos apresentou uma queda de 65,2%, com o montante de  R$ 7,2bilhões.
    No acumulado dos últimos doze meses sinaliza um crescimento de 2,8% do número de transações, com  811 operações.
    Porte: 53,7% das transações são do porte de até R$ 50 milhões
    Operações de porte de R$ 50 milhões até R$ 1,0 bilhão registraram crescimento expressivo de 56,8% no trimestre.
    O valor médio das transações no acumulado do ano registrou uma queda de 6,8%.
    Os setores de TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO e SERVIÇOS PORTUÁRIOS E AEROPORTUÁRIOS foram os mais ativos no mês.
    O maior apetite neste mês ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 48 operações e responderam por 61,4%  dos montantes investidos. Os Financeiros, por sua vez, realizaram 21 operações no mês. No acumulado do ano, os Estratégicos, com 119 operações responderam por  69,6% dos investimentos. Os Financeiros  realizaram  52 negócios no trimestre.
    Predominaram os investidores de Capital Nacional, sendo responsáveis por 47 operações - 68,1%, no mês. Os investidores de Capital Estrangeiro realizaram  22 operações - 31,9%.  No acumulado ano, os Nacionais  responderam por 63,2% do volume de operações e os Estrangeiros  por 36,8%.
    Estima-se que no mês de março/17, os investimentos estrangeiros representaram 51,6%,  com  R$ 3,7 bilhões.
    Por país, os EUA com 4 operações foi o maior investidor no mês, representando 18,2% dos investimentos estrangeiros.
   A maior transação em março/17, foi a Brookfield comprando TerraForm, de energia renovável.
  Quanto às Percepções de Mercado, vale destacar: (1) Oferta de ações reaparece como alternativa a empresas; (2) Perspectiva de retomada econômica faz mais empresas serem alvo de aquisição.

Operações de Fusões e Aquisições divulgadas com destaque pela imprensa brasileira no decorrer do mês de MARÇO de 2017.

ANÁLISE DO MÊS

Setores mais ativos - Os 5 setores mais ativos responderam por 68,1% do total das operações e 45,9% do valor total dos investimentos.


Crescimento de  27,8% em relação ao mês anterior. Foram divulgadas com destaque pela imprensa neste mês 69 transações em 17 setores da economia brasileira, registrando um crescimento de  27,8% em relação ao mês anterior ( 54 operações).  Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior verificou-se um crescimento de 46,8%

Evolução nos últimos 5 anos  - No acumulado do primeiro trimestre de 2017, apuradas 171 operações, registra-se um crescimento  de 17,9% se confrontado com igual período de 2016,  quando foram realizadas 145 operações.


Maiores apetites x maiores quedas. O segmento com maior apetite  neste mês foi  TI, com a realização de 28 transações, representando 40,6% do total.
No gráfico dos setores mais ativos no primeiro trimestre de 2017, além de TI, destacam-se OUTROS;  HOSPITAIS E LAB.DE ANÁLISES CLÍNICAS
Os setores que apresentaram maiores quedas no nº de transações no primeiro trimestre do ano, em relação ao mesmo período de 2016, foram PRODUTOS QUÍMICOS E FARMACÊUTICOS  e MINERAÇÃO. Por sua vez, os setores que mais cresceram no nº de operações foram os mesmos dos mais ativos.

O volume acumulado de transações dos últimos doze meses sinaliza crescimento - O mês sinaliza aumento de 2,8% do número de transações de M&A acumuladas nos últimos doze meses -  março de 2017, com  811 operações, comparativamente com o mesmo período do mês anterior.
No gráfico do acumulado dos 12 meses, pode-se inferir ciclos distintos de crescimento e queda do número de transações,  incluindo prováveis fatores que mais estão repercutindo nos investimentos.  As mudanças políticas mais recentes sinalizam uma alteração da saúde econômica do país com expectativas positivas quanto ao crescimento dos investimentos.


Operações de porte de R$ 50 milhões até R$ 1,0 bilhão registraram um expressivo crescimento  de 56,8%, no primeiro trimestre/17. Nos últimos três anos as operações de pequeno porte - até R$ 49,9 milhões - são maioria. No acumulado do primeiro trimestre/17, verificou-se expressivo crescimento de 56,8%, do número de transações de  porte de R$ 50 milhões até R$ 1,0 bilhão, comparativamente ao mesmo período do ano anterior. Por sua vez, as transações de grande porte, maiores de R$ 1,0 bilhão, tiveram queda significativa - 44,4%.

Porte das transações no mês: 62,3% das transações são do porte de até R$ 50 milhões - Das 69 transações apuradas no mês,  43  são de porte até R$ 49,9 milhões -  62,3% do total e responderam por 6,2% do seu valor. No acumulado do ano de 2017, para este mesmo porte de operações, registraram-se 97 transações representando 56,7% do total  e 3,2% do valor.
No 1º trim/17,  cerca de 2,9% das operações  respondem por 47,8% dos montantes envolvidos - No topo da pirâmide foi apurada uma transação neste mês, com porte acima de R$ 1,0 bilhão, representando 1,4% do número de operações e responderam por  19,1%   do valor das transações. No acumulado do primeiro trimestre,  são 5 transações que correspondem a 2,9% e respondem por 47,8%  do valor total das transações.


Queda de 65% do montante das operações em relação ao mês anterior.  Quanto aos montantes dos negócios realizados em março de 2017, estima-se o total de R$ 7,2 bilhões, representando uma queda de  65,2%  em relação ao mês anterior - considerando Valores Divulgados ( 67,9%)  e Não Divulgados/Estimados (32,1%).Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior a queda foi de 40,4%


Crescimento de 9,9% dos investimentos no primeiro trimestre de 2017. O valor total dos negócios no primeiro trimestre/17, alcançou R$ 35,0 bilhões, representando um crescimento  de 9,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.


Valor médio das transações no primeiro trim/17, teve queda de 6,8%. O valor médio das transações realizadas neste ano alcançou R$ 205,0 milhões, contra R$ 219,9 milhões no mesmo período de 2016, representando uma queda de 6,8%

Investidores estratégicos estão com maior apetite - O maior apetite neste mês ficou por conta dos investidores Estratégicos  com 48 operações (69,6%), e responderam por 61,4%  dos montantes investidos. No acumulado do ano, os estratégicos, com 119 operações responderam por 69,6% dos negócios e 64,2%   dos investimentos. Os Financeiros, por sua vez, realizaram 21 operações no mês e 52 no acumulado do ano de 2017.

Predomínio dos investidores Nacionais no volume de transações. Os investidores de Capital Nacional foram responsáveis por 47 operações - 68,1%, no mês e por 48,4% dos investimentos. Os investidores de Capital Estrangeiro realizaram 22 operações - 31,9%.  No acumulado do ano, os Nacionais - 108 operações - responderam por 63,2% do volume de operações e  os Estrangeiros  por 63 negócios - 36,8%.

Os investidores Estrangeiros responderam por 51,7% dos investimentos realizados no primeiro trimestre de 2017. Estima-se que no mês de março/17, os investimentos estrangeiros representaram 51,6%,  com  R$ 3,7 bilhões. No acumulado do ano, os investimentos estrangeiros totalizam R$19,9 bilhões, correspondendo a 56,7%. Os investidores nacionais responderam no mês por 48,4% do montante das operações com R$ 15,2 bilhões, e no acumulado do ano por 43,3%.


Por país, os EUA, com 4 operações,  foi o maior investidor no mês, representando 18,2% dos investimentos estrangeiros.

Maior transação do mês  -  A maior transação em mar/17,  foi a Brookfield comprando TerraForm, de energia renovável.

“PERCEPÇÕES” DO MERCADO - notícias que se destacaram:

Oferta de ações reaparece como alternativa a empresas. Além de recorrer a fusões e aquisições, as empresas ganharam neste ano uma fonte alternativa de captação de recursos: as ofertas de ações em bolsa de valores. Praticamente paradas desde 2014, essas transações começaram a ressurgir com mais força no começo de 2017. As ofertas de ações de CCR, Lojas Americanas, Movida e Hermes Pardini já movimentaram R$ 7,9 bilhões. O volume caminha para ultrapassar os R$ 10,7 bilhões do ano passado inteiro, já que grandes IPOs (ofertas iniciais de ações, na sigla em inglês), como o do supermercado financeiro XP Investimentos e da varejista Carrefour, ainda devem acontecer. A oferta subsequente da transmissora e geradora de energia Alupar e a estreia da companhia aérea Azul em bolsa também estão em curso. 28/03/2017
Perspectiva de retomada econômica faz mais empresas serem alvo de aquisição. A perspectiva de recuperação da economia brasileira deve movimentar o mercado de fusões e aquisições neste ano. Ninguém arrisca um exercício de futurologia para fazer projeções, mas a percepção de banqueiros de investimento e advogados é que a expectativa de retomada econômica trouxe um ânimo adicional para potenciais compradores. Do lado das companhias, a notícia vem em boa hora, já que para muitas delas a venda de ativos é a única alternativa para reestruturar seus passivos. "Há compradores de grandes grupos estrangeiros e locais que entendem que o Brasil está num ponto de inflexão, e eles estão buscando empresas para comprar", afirma Alessandro Farkuh, diretor de fusões e aquisições do Bradesco BBI. Além da perspectiva de um cenário econômico mais favorável, os compradores de ativos encontram uma oferta bastante extensa de empresas à venda ou em busca de alguém para se unir por causa do elevado grau de endividamento. "Alguns grupos veem a oportunidade de comprar ativos que não vinham a mercado antes”. Diante de problemas de liquidez, é via fusões e aquisições que as empresas estão buscando se reestruturar. "Vendeu, entrou dinheiro, desalavanca rápido, a empresa desafoga, passa a ter um rating melhor, tem mais capacidade de crédito e quando a economia voltar a crescer ela tem mais capacidade de se desenvolver", diz um banqueiro que preferiu não ter seu nome divulgado. "Em última instância, posso dizer que algumas empresas estão dando um passo para trás para poder dar dois ou três para frente." Ainda não concluído, o programa de venda de ativos da Petrobras trouxe ao caixa da companhia R$ 7,23 bilhões no ano passado. Essa foi uma das medidas que permitiram à empresa conseguir em fevereiro uma melhora da classificação de risco pela S&P Global, abrindo espaço para uma redução no custo de empréstimos. Empresas de energia, saúde, educação, óleo e gás, seguro e varejo são alguns dos alvos. A cadeia do agronegócio, ainda bastante concentrada nas mãos de brasileiros, também deve ver mais ativos candidatos à venda.  28/03/2017

SUMÁRIO DOS DESTAQUES DO MÊS - FUSÕES E AQUISIÇÕES
A ordem da relação das transações de Fusões e Aquisições segue a data em que foram divulgadas pela imprensa e/ou  postadas no blog fusoesaquisicoes.blogspot.com. e podem ser localizadas nos endereços abaixo.

DESTAQUES DA:


DESTAQUES DO MÊS ANTERIOR

 • FUSÕES E AQUISIÇÕES: 54 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM FEVEREIRO/17
 • TI - RADAR de Fusões e Aquisições, em fevereiro/2017

M&A - QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DO MÊS tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilação de notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda anunciados/realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidas a partir de notícias consideradas confiáveis publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br , não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes.

04 abril 2017



03 abril 2017

Quality anuncia aquisição da Premier IT por R$ 31 milhões

O Grupo Quality, companhia de software listada na BM&FBovespa, acaba de adquirir a Premier IT Global Services. O valor a ser pago pode chegar em R$ 31 milhões, na medida em que a quantia deverá ser paga em parcelas até maio de 2020, tendo seu preço final definido de acordo com a performance da Premier nos próximos exercícios.

Para o CEO da Quality, Britto Junior, "a aquisição da Premier é parte da estratégia de expansão de negócios adotada pela companhia, em consonância com sua estratégia corporativa e com o objetivo de promover o crescimento acelerado da Companhia visando uma Oferta Pública Inicial (IPO)".

Com sede em Curitiba (PR), a Premier foi fundada há mais de 27 e hoje é uma importante fornecedora de Gestão de TIC com soluções de Service Desk, Field Services, Gestão de Datacenter, NOC (Network Operations Center) 24×7 e Machine Learning. Nos últimos 8 anos, foi uma das PMEs (Pequenas e Médias Empresas) que mais cresceu no Brasil.  Foi eleita Cool Vendor do Gartner em 2016, com cases estabelecidos em empresas privadas nacionais e multinacionais.

Já a Quality foi fundada em 1989 e atua em Gerenciamento de Aplicações, Canais Eletrônicos, Aplicativos Móveis, Soluções Digitais, Mobilidade Microserviços, Gestão de Identidade e Governança, Risco e Compliance.

Com a aquisição da Premier, a companhia amplia seu portfolio com soluções complementares em Service Desk, Field Services, Gestão de Datacenter, NOC (Network Operations Center) 24×7 e Machine Learning e ganha escala na esfera geográfica, fortalecendo sua presença na região sul do país. Leia mais em tiinside 03/04/2017

03 abril 2017



DXC Technology, fusão da CSC e HPE Services, estreia na Bolsa de Valores de Nova York nesta segunda

A DXC Technology, resultada da fusão da CSC com a área de Enterprise Services da Hewlett Packard Enterprise, estreiou nesta segunda-feira,3, publicamente como uma empresa independente para atuar no mercado de serviços de TI end-to-end. A nova companhia começa a ser negociada hoje na Bolsa de Valores de Nova York (New York Stock Exchange) sob o símbolo "DXC". No final da tarde, no fechamento do pregão, sua ações lançadas a US$ 67,95 caíram 1,98%.

"A tecnologia transforma as empresas e a indústria em um ritmo extraordinário e a DXC Technology ajudará os clientes a prosperar na mudança", afirmou Mike Lawrie, chairman, presidente e CEO da DXC Technology. "Nosso objetivo é agregar valor aos clientes, parceiros e acionistas, além de criar oportunidades de carreiras atraentes para nossos funcionários."

"Juntamente com nossos parceiros, iremos ajudar os clientes a aproveitar o poder da inovação para criar novos resultados comerciais", continua Lawrie. "A nossa independência em tecnologia, rede extensiva de parceiros e talentos de nível global são nossos principais diferenciais. Começamos um novo capítulo em nossa jornada sabendo que, juntos, já tivemos que enfrentar os desafios da inovação diversas vezes e que temos uma visão clara e confiante para percorrer o futuro."

A DXC Technology estabeleceu um modelo operacional diferenciado para entregar uma experiência ao cliente em relação à forma como as soluções de tecnologia são criadas, vendidas e entregues. Com uma receita anual de US$ 25 bilhões, a DXC Technology tem cerca de 6.000 clientes públicos e privados em 70 países, uma rede extensa de parceiros globais e aproximadamente 170 mil funcionários.

Ela nasce com mais de 60 anos de experiência em atender as maiores empresas públicas e privadas em ambientes de missão crítica, com foco na entrega ofertas digitais desenvolvidas em conjunto com sua rede de parceiros. Essas tecnologias incluem cloud, workload, plataformas e ITO; ambientes de trabalho e mobilidade, segurança, analytics, serviços de aplicação; apps empresariais, consultoria; serviços de processo de negócios (BPS); software e soluções para a indústria.

Além de propriedade intelectual para uma variedade de setores incluindo seguros, saúde e ciências; e viagens e transporte, a DXC Technology também tem experiência no mercado aeroespacial e defesa, automotivo, químico, comunicações, mídia e entretenimento, produtos de consumo e varejo, energia, manufatura e tecnologia.

A DXC Technology estabeleceu uma rede de mais de 250 parceiros globais, incluindo 14 estratégicos: Amazon Web Services, AT&T, Dell/EMC, HCL, HPE, HP Inc., IBM, Lenovo, MicroFocus, Microsoft, Oracle, PwC, SAP e ServiceNow.

A nova companhia irá operar em seis regiões: Américas; Reino Unido e Irlanda, que inclui Israel; Norte e Centro da Europa; Sul da Europa; Ásia, Oriente Médio e África; e Austrália e Nova Zelândia.

Seus negócios no setor público nos Estados Unidos (USPS) fornecem TI para os governos federais, estaduais e locais no país. Sua joint venture com a HCL Technologies, a CeleritiFinTech, atende bancos e mercados de capitais. Entre as subsidiárias da DXC Technology estão a Fixnetix, Fruition Partners e Xchanging. Leia mais em tiinside 03/04/2017



Lambda3 anuncia aquisição da BR Soluções Integradas

Em seu sétimo ano no mercado, a desenvolvedora de software Lambda3 anuncia a aquisição da BR Soluções Integradas, empresa do mesmo segmento. Com um faturamento de R$ 10 milhões em 2016, a Lambda3 soma a sua operação à da outra, trazendo oportunidades de negócio na ordem de R$ 6 milhões.

A Lambda3 acredita que esta transação deve colaborar com a meta de crescimento desta empresa para 2017, que tem como objetivo dobrar seu faturamento até o final do ano, atingindo R$ 20 milhões. Nos últimos 3 anos, a Lambda3 apresentou crescimento médio de 70%, sendo esta a primeira aquisição realizada em sua trajetória.

“A BR traz sua expertise em tecnologias de nuvem e desenvolvimento de aplicações mobile que agregará muito ao portfólio de negócios da Lambda3. É uma grande oportunidade de ampliar nossa abrangência de atuação. Estamos muito felizes”, diz Igor Abade, CIO da Lambda3.

“Unindo a capacidade de entrega e a expertise da Lambda3 ao nosso modelo de negócios, acreditamos que chegaremos a uma fórmula perfeita de atuação em todo o espectro das principais Big Trends de mercado: cloud, mobile, big data e IoT”, afirma Evilázaro Alves, fundador da BR Soluções Integradas.

Sobre a Lambda3:

A Lambda3 é uma empresa de software sob medida especializada em desenvolvimento, mobile, DevOps e nuvem, com mais de 100 clientes em sua trajetória e crescimento médio anual de 70%. Fundada em 2010 por profissionais de grandes empresas do setor, a Lambda3 tem como foco entender a necessidade do cliente e sua estratégia, a fim de entregar uma solução capaz de atender as suas expectativas em curto prazo. Com forte atuação no setor financeiro e clientes como Santander, Instituto Unibanco e Icatu Seguros, já entregou centenas de projetos. As 75 pessoas que compõem seu time são o principal ativo da empresa, conhecida pelo ambiente diversificado, produtivo e regido por uma gestão colaborativa. Leia mais em segs 03/04/2017




Software AG adquire empresa do mercado de IoT

A Software AG anunciou a aquisição da Cumulocity GmbH, empresa baseada em Dusseldorf, Alemanha. A companhia desenvolve soluções para iniciativas em IoT e oferece conectividade para dispositivos digitais em rede, sensores a partir de um dispositivo de administração e uma plataforma de habilitação de aplicativos baseada em nuvem.

A incorporação das soluções da Cumulocity ao portfólio da Software AG permite às companhias que integrem suas aplicações em TI com dispositivos operacionais de IoTs – oferecendo a máxima facilidade em seu uso, além de flexibilidade e aumento de valor aos negócios. Para a Software AG, a aquisição da Cumulocity é um passo à frente na expansão de sua liderança em tecnologia na área de IoTs, já que a empresa também adquiriu a Zementis em dezembro de 2016.

Baseada em uma parceria estratégica, a empresa integrou a plataforma de IoT baseada em nuvem da Cumulocity ao portfólio de software de sua Digital Business Platform (DBP) há dois anos. A combinação da DBP com a tecnologia de administração de aplicações e dispositivos da Cumulocity auxilia a reduzir a complexidade de iniciativas em IoTs, além de permitir o gerenciamento escalável e flexível em rede de milhões de dispositivos. Adicionalmente, os usuários podem integrar esses dispositivos conectados com qualquer aplicação existente e implantar outros softwares da DBP.

"A Internet das Coisas e a Indústria 4.0 são mercados em crescimento importantes para a Software AG e para o setor de tecnologia como um todo. Com a aquisição da Cumulocity, estamos fortalecendo nossa liderança nesse setor e facilitando o acesso de nosso clientes às IoTs. Com a operação, eles passam a se beneficiar de um portfólio de produtos expandido que combina dados de sensores físicos com soluções analíticas de software inovadoras", comenta Karl-Heinz Streibich, CEO da Software AG.

"A parceria  entre a Software AG e Cumulocity teve início em 2015, no contexto de um projeto estratégico em IoTs – a consequente fusão foi um próximo passo lógico. Estamos convencidos de que estaremos aptos a acelerar nossa história de sucesso como parte da Software AG. Nossos parceiros e clientes, em especial, irão se beneficiar da união dessas duas companhias", completa Bernd Gross, CEO da Cumulocity.

A aquisição da tecnologia da Cumulocity completa o portfólio de serviços em IoTs da Software AG. Dentre eles estão tecnologias em streaming analytics, on-premise, em nuvem e híbridas – agora também para dispositivos em IoTs -, integração, in-memory, de administração de processos dinâmicos e de gerenciamento de dispositivos de ponta. Leia mais em tiinsiyde 03/04/2017





Magazine Luiza anuncia aquisição da startup de tecnologia Integra

Segundo o Magazine Luiza, a aquisição acaba com a necessidade de intermediação de terceiros para lojistas que quiserem fazer parte do marketplace da rede

O Magazine Luiza adquiriu a startup de tecnologia Integra Commerce, de Minas Gerais, especializada na integração e gestão de relacionamento entre lojistas e marketplaces.

Segundo o Magazine Luiza, a aquisição acaba com a necessidade de intermediação de terceiros para lojistas que quiserem fazer parte do marketplace da rede.

Em comunicado, o Magazine Luiza revela que a Integra é utilizada por mais de 200 lojistas, como a MadeiraMadeira, Época Cosméticos, Casa América, Whirlpool e DBestShop.

“Além de reduzir os custos gerais da plataforma, os parceiros têm à disposição funcionalidades como a gestão de preços, estoques e fretes, incluindo tracking de produtos”, diz a varejista.

A companhia aposta nesse tipo de negócio para desenvolver seu comércio eletrônico. O marketplace consiste na venda de produtos de lojas na página do Magazina Luiza, nesse caso, que cobra uma taxa para abrigar os produtos destas varejistas.

O marketplace do Magazine Luiza foi criado em 2016 e, segundo a companhia, tem mais de 220 mil itens. Os 24 funcionários da Integra passam a fazer parte do Luizalabs, o laboratório de inovação do Magazine Luiza.  Por Estadão Leia mais em exame 03/04/2017



Cade aprova venda de área do pré-sal da Petrobras para Total

Concessão, no pré-sal da Bacia de Santos, inclui os campos de Berbigão, Sururu e Atapu Oeste, segundo documentos enviados pelas empresas ao Cade

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou na sexta-feira a venda dos direitos de 22,5 por cento detidos pela Petrobras na área de concessão denominada Iara, no bloco BM-S-11, para a petroleira francesa Total, segundo despacho publicado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União.

A concessão, no pré-sal da Bacia de Santos, inclui os campos de Berbigão, Sururu e Atapu Oeste, segundo documentos enviados pelas empresas ao Cade.

O negócio faz parte de uma aliança estratégica assinada pelas duas empresas no fim de dezembro. Os contratos do negócio foram assinados no início do mês passado e envolveram um total de 2,2 bilhões de dólares.

Na defesa do negócio envolvendo Iara junto ao Cade, as empresas disseram que os campos envolvidos nesta operação estão em fase de desenvolvimento e não apresentam produção.

“Quando a produção for iniciada, e considerando o pico de produção dos campos, estima-se que esse valor representará menos de 7 por cento da produção nacional de petróleo”, disseram elas em documento.

Veja detalhes do processo no Cade.  Por Reuters Leia mais em exame 03/04/2017



Omega, de energia, prepara oferta de ações

A empresa de energias renováveis Omega prepara uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Segundo afirmou ao Valor uma fonte com conhecimento do assunto, o objetivo principal da operação é trazer recursos novos para a empresa.

Essa transação também deve dar saída parcial aos acionistas da companhia. A Omega tem como sócios fundos das gestoras de private equity Tarpon Investimentos e Warburg Pincus, com 61,4% e 37,7%, respectivamente.

Em 2010, a Tarpon e a Warburg Pincus investiram R$ 350 milhões na companhia. Naquela época, a Tarpon já era controladora da Omega.

A oferta será coordenada pelos bancos Bank of America Merrill Lynch, Santander e Itaú BBA.

Em entrevista concedida ao Valor em fevereiro, o presidente da companhia, Antonio Bastos, disse que a Omega pretende crescer a partir do desenvolvimento de projetos próprios, mas ele não descartou fazer também fusões e aquisições.

A Omega vai concluir neste semestre um investimento de R$ 1,5 bilhão em um parque eólico no Maranhão, seu primeiro no Estado. O portfólio total da companhia soma projetos de 3.600 MW, entre parques eólicos e pequenas centrais hidrelétricas.

Nesta semana, a empresa de energia Alupar e a companhia aérea Azul vão concluir suas ofertas de ações. Em uma operação que tem como objetivo trazer recursos novos para a empresa participar do leilão de transmissão, a Alupar quer levantar cerca de R$ 700 milhões. O preço dos papéis deve ser fixado amanhã.

Maior, o IPO da Azul pode alcançar um valor máximo de até R$ 2,2 bilhões. O intervalo do preço sugerido para as ações da companhia vai de R$ 19 a R$ 23. Além de buscar uma capitalização, a oferta de ações tem como objetivo permitir que acionistas atuais vendam uma fatia da posição que detêm na empresa.

Na quinta-feira, o valor das ações da companhia aérea será determinado após o processo de coleta de intenções de preço com investidores. Segundo o Valor apurou, o objetivo principal da Azul é capturar investidores estrangeiros, especializados em aviação.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 03/04/2017



02 abril 2017

Schneider fecha venda de unidade de software DTN por cerca de US$ 1 bi

O fornecedor francês de equipamentos de energia, Schneider Electric SE, está perto de vender o negócio de software de dados DTN a um investidor financeiro com sede na Europa, em um acordo avaliado em ao redor de US$ 1 bilhão, segundo uma fonte familiarizada com o assunto.... Leia mais emvaloreconomico 02/04/2017

02 abril 2017



01 abril 2017

Reino Unido tem fusões em alta e poucos IPOs em meio ao Brexit

É 2012 novamente para as empresas do Reino Unido.

O primeiro trimestre deste ano foi o mais movimentado para as fusões em termos de volume e o mais lento para as ofertas públicas iniciais desde o mesmo período de 2012, quando a crise da dívida da Grécia pesou sobre investidores e conselhos. Desta vez, o Reino Unido está no centro das atenções. Nesta semana, a primeira-ministra britânica, Theresa May, iniciou oficialmente as negociações para a separação da União Europeia.

As empresas se envolveram em negociações que totalizaram mais de US$ 93 bilhões neste trimestre, incluindo a compra de ativos fora do país por diversas firmas britânicas. O valor supera os US$ 37,1 bilhões do mesmo período do ano passado. Apesar de ser terreno fértil para combinações corporativas, a incerteza provocou o efeito oposto sobre o apetite por novas ações nos mercados. Os emissores levantaram apenas US$ 1,7 bilhão com 11 IPOs, contra US$ 2,38 bilhões no mesmo período de 2016, mostram dados compilados pela Bloomberg.

"Nos próximos dois anos haverá um período de incerteza maior e isso fará com que as empresas pensem duas vezes antes de realizar fusões ou aquisições para gerar crescimento", disse Ed Byers, codiretor de investment banking do JPMorgan para o Reino Unido. "Esperamos continuar vendo muitos fechamentos de negócios no Reino Unido à medida que as companhias se ajustarem à nova realidade e determinarem como levar seus negócios adiante."

O maior negócio de uma companhia britânica neste ano foi a aquisição da Mead Johnson Nutrition pela Reckitt Benckiser Group por cerca de US$ 18 bilhões, incluindo dívida. Os números teriam sido muito superiores se a Kraft Heinz tivesse tido sucesso com sua oferta de US$ 143 bilhões pela Unilever, que tem ações listadas em Londres. O apetite por empresas britânicas com presença global continua forte e alguns compradores esperam tirar vantagem de um declínio de aproximadamente 16 por cento da libra em relação ao dólar desde que o Reino Unido decidiu deixar a UE, em referendo realizado em junho.

IPOs europeus

Os baixos níveis de atividade no mercado de IPOs britânico também se refletiram por toda a Europa e este primeiro trimestre foi o mais lento para as vendas de ações em todo o continente desde um período similar em 2012.

"Há uma conscientização maior em relação aos riscos entre os investidores à medida que nos aproximamos mais de certos acontecimentos políticos macro", disse Edward Sankey, chefe de consórcio acionário no Deutsche Bank. Como resultado, os compradores têm se mostrado mais sensíveis aos preços nas vendas de ações, disse ele.

O maior IPO do Reino Unido deste ano foi o da empresa de investimentos BioPharma Credit, que captou US$ 762 milhões, mostram dados compilados pela Bloomberg. Os volumes de negócios também estão baixos porque as saídas do private equity, que impulsionaram os mercados de IPO nos últimos anos, secaram, disse Sankey.

No momento em que o Reino Unido se prepara para anos de negociações para fechar um novo acordo com a Europa e que se aproximam as eleições em economias importantes como Alemanha e França, empresas de todo o continente estão usando o fechamento de negócios como uma forma de levar suas companhias adiante. Por toda a Europa, as fusões e aquisições aumentaram para mais de US$ 230 bilhões neste trimestre, maior volume de um primeiro trimestre desde 2007.(Bloomberg) -- Leia mais jornalfloripa 3103/2017

01 abril 2017



China Gezhouba Group pretende comprar empresa no Brasil

A China Gezhouba Group Overseas Investment Co, subsidiária do grupo China Gezhouba (CGGC), vai despender até 200 milhões de dólares para adquirir a empresa brasileira Sistema Produtor São Lourenço (http://www.spsl.eco.br/), informou o grupo em comunicado divulgado quinta-feira.

O grupo informou ainda que após a compra da empresa brasileira, a sua subsidiária poderá adquirir os direitos para o programa de fornecimento de água ao estado de São Paulo que, quando concluído, servirá 1,5 milhões de residentes.

Tendo iniciado as operações em Abril de 2014, a empresa brasileira prevê concluir este projecto em Fevereiro de 2018 e iniciar o processo de comercialização em Agosto de 2018, informou ainda o grupo chinês no comunicado citado pelo jornal China Daily.

Lucas Fan, responsável pelas operações do CGGC no Brasil, disse recentemente ao jornal São Paulo Times que o interesse do grupo no maior país da América Latina está centrado não só nas energias renováveis mas também nos sectores do saneamento e da logística.

A empresa Sistema Produtor São Lourenço é uma Sociedade de Propósito Específico criada em 2013 com a finalidade de prestar serviços de operação e manutenção do sistema de desidratação, secagem e disposição final do lodo e manutenção do Sistema Produtor São Lourenço, bem como para a execução das obras deste empreendimento  pertencente à Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).  Leia mais em Macauhub 31/03/2017



31 março 2017

Danone deve vender Stonyfield para conseguir aprovação na compra da WhiteWave

A francesa Danone disse que planeja vender a Stonyfield, companhia de iogurtes orgânicos, para conseguir a aprovação de órgãos antitruste dos Estados Unidos na compra da WhiteWave Foods. A Danone anunciou, em meados do ano passado, que fechou a compra da empresa de alimentos por cerca de US$ 10 bilhões. A operação aumenta a presença da maior fabricante do mundo de iogurte nos EUA.

Com a fusão, ela teria em seu portfólio grandes marcas como a Dannon, Oikos, Actimel, Silk, Wallaby e Horizon Organic, o que teria despertado questionamentos do Departamento de Justiça sobre potenciais prejuízos ao setor.

A companhia planeja realizar a venda já no mês seguinte após a conclusão da compra da WhiteWave. Analistas dizem que a Danone poderia buscar entre US$ 800 milhões e US$ 900 milhões (incluindo a dívida) neste negócio.

Fundada em 1983, a Stonyfield foi uma das primeiras companhias a aproveitar o crescente desejo dos consumidores por produtos mais naturais. No ano passado, a empresa teve uma receita em torno de US$ 370 milhões. A Danone comprou uma participação de 40% na companhia em 2001 e aumentou sua fatia para 80% em 2004 e, em 2014, arrematou toda a companhia, fortalecendo sua participação nos Estados Unidos contra concorrentes como a General Mills.

Segundo Pierre Tegnér, analista da Natixis, a Danone não deve ter dificuldade em encontrar potenciais compradores, como empresas que querem aumentar sua carteira no segmento orgânico. A Stonyfield tem sido gerenciada de forma independente, o que deve facilitar ainda mais sua separação. Fonte: Dow Jones Newswires. Estadão Leia mais em isto 31/03/2017

31 março 2017