28 março 2017

Lojas em crise têm dificuldade para reagir

Levantamento do Credit Suisse mostra que nenhuma rede de varejo classificada no início do ano passado pelo banco como empresa "red flag" em difícil situação financeira - conseguiu melhorar sua condição e sair desse grupo. O banco elaborou relatórios no início e no fim do ano passado, com base em dados de 150 cadeias, de capital aberto e fechado, que representam 30% do total de lojas nos shoppings centers de grupos de capital aberto no país.

"Nenhuma das redes classificadas como 'red flags' se recuperou [...]. Parece que uma vez que a empresa se encontre nessa condição grave, as chances de reabilitação são pequenas", escreveram os analistas Nicole Hirakawa, Luis Stacchini e Vanessa Quiroga. Foram avaliados segmentos de varejo alimentar, moda e eletrônico. O relatório foi publicado no domingo.

Segundo o banco, as cadeias classificadas pelo banco como "yellow flags", em situação um pouco melhor, com dívidas totais protestadas de, pelo menos, R$ 500 mil no início do ano, conseguiram sair mais facilmente desse grupo. O relatório, com 40 páginas, mostra que 20% das lojas "yellow flags" se recuperaram ao longo de 2016 e passaram para um patamar mais saudável, isso quer dizer, migraram para o conjunto das "green flags", com dívidas não vencidas e baixa alavancagem.

Além disso, 4% das redes consideradas "yellow flags" tiveram uma piora em seu quadro em 2016 e passaram a ser consideradas varejistas em má situação financeira ("red flags"). Na análise, também entram indicadores como lucro operacional e dívida líquida.

O banco verificou que o número de varejistas em má situação financeira ("red flags") passou de 6% do volume total no primeiro trimestre de 2016 para 7% no fim do ano passado. Apesar da elevação, não houve uma disparada no índice, o que pode indicar baixo risco de um piora acelerada no indicador.

"Com a expectativa de alguma melhora da atividade econômica em 2017, nós acreditamos que poucas marcas ainda irão entrar nesse [grupo] das 'red flags'", afirmam os analistas.

O total de varejistas "yellow flags", ainda em situação delicada, subiu de quase 18% do total no começo de 2016 para pouco mais de 19% em dezembro.

Já o total de varejistas no quadro mais confortável ("green flags") caiu de 76% para 74% da amostra.
Apesar da alta pequena, de 6% para 7% no grupo das mais endividadas, o banco conseguiu identificar esse aumento por meio da entrada de quatro redes de varejo nesse conjunto de empresas no ano passado. Essas redes somam 127 lojas. Os analistas não informam quais são essas cadeias. Pelos critérios de endividamento usados no relatório, elas poderiam ser enquadradas no "Chapter 11" da lei norte-americana de falências, equivalente ao regime de recuperação judicial no Brasil.

O banco ainda verificou como os grandes grupos do setor de shopping reagiram à crise nos últimos meses. Identificaram, por exemplo, que os espaços vagos nesses empreendimentos foram ocupados - especialmente no Sonae Sierra e na Aliansce - por redes de lojas independentes, pequenas e normalmente familiares, com menor resiliência às crises.

O Credit Suisse verificou o nível de exposição dos grupos de shoppings aos negócios classificados "red flags", "yellow flags" e com maior volume de lojas pequenas e familiares no fim do ano passado. No Sonae Sierra, o volume de negócios com essas características atinge 41,4% do total de pontos. Na Aliansce, é de 40,2% e na BR Malls, 38,8%. Iguatemi e Multiplan têm as menores exposições - 33,7% e 29,4%, respectivamente. - Valor Econômico Jornalista: Adriana Mattos Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017

28 março 2017



Grupo chinês negocia compra de fatia da Odebrecht no Galeão

 Terça, 28 de Março de 2017 - 06:10 Por Redação O grupo chinês HNA — que efetivou a compra de uma fatia da Azul no ano passado — se prepara para ampliar sua atuação no Brasil. O braço de infraestrutura da companhia negocia a aquisição da participação da Odebrecht TransPort no RIOgaleão, como antecipou o colunista do Globo, Ancelmo Gois.

 O aeroporto internacional é administrado por sócios privados, com 51% de participação, e pela Infraero, com 49%. Dentro da fatia do setor privado, a Odebrecht tem 60%, e a operadora de terminais Changi, de Cingapura, tem o restante. É a parcela da Odebrecht TransPort que deve ser repassada aos chineses.

 Segundo o jornal, para embarcar no consórcio, a chinesa faria um aporte de R$ 4 bilhões — referentes ao pagamento de outorgas, que seriam repassados à União — segundo fonte próxima à negociação. Metade desses recursos seria usada no pagamento de outorgas vencidas; o restante, em outras ainda por vencer. Essa antecipação atende a uma exigência do governo para repactuar o plano de pagamento de outorgas do aeroporto, como previsto em portaria ministerial a ser publicada esta semana, explicou uma fonte ouvida pelo GLOBO. A decisão final sairá de uma reunião entre os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, dos Transportes, Maurício Quintella, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, marcada para hoje à noite.

 Executivos da HNA chegam ao Rio na quarta-feira (29). Na quinta-feira (30), acompanhados de executivos do RIOgaleão, voam para Brasília, onde vão ser apresentados a integrantes do governo federal Leia mais em BocaoNews 28/03/2017



TotalCross volta ser independente

A TotalCross, plataforma de desenvolvimento de apps cujo controle foi adquirido em 2014 pela SoftSite, voltou a ter um controlador independente.

A companhia está 100% nas mãos de Bruno Muniz, ex-CTO da Softsite, que exerceu em paralelo o cargo de CTO da TotalCross desde a aquisição.

O novo CTO da Total Cross, Fábio Sobral, também veio da SoftSite, onde era arquiteto de software se dividindo entre as duas empresas.

Desde que assumiu o controle, Muniz colocou a TotalCross para girar no circuito de eventos para startups no Brasil, incluindo uma participação no Campus Party, num programa de pitchs do Sebrae e, finalmente, a entrada na última turma da aceleradora Startup Farm.

“Identificamos que precisamos influenciar dois tipos de usuários. O CEO tem que enxergar benefícios de uma plataforma cross para reduzir custos e time to market. O CTO precisa saber que a plataforma é boa e se os projetos podem ser desenvolvidos nela”, resume Muniz.

Além disso, aponta o empresário, existe a comunidade desenvolvedores independentes e um cenário pujante de startups.

Com a Total Cross, é possível usar Java para criar apps para iOS, Android, Win CE (coletores e hand-helds) e desktops (Windows, Linux e MacOS) com um único código-fonte.

De acordo com a empresa, o produto  tem diferenciais frente à concorrência, que ou usam outras linguagens (C#, Javascript e lua) para apps limitados ao celular.

O software já foi testado em contextos exigentes. Ele é a base de desenvolvimento do Geosales, um produtos para força de vendas com funcionalidades de geolocalização vendido pela Softsite em conjunto com a Totvs.

Ao todo, 240 apps feitos com TotalCross rodando em mais de 20 mil dispositivos. Maurício Renner Leia mais em baguete 28/03/2017



Amazon comprará líder de vendas na internet no Oriente Médio

A Amazon e a Souq.com anunciaram o acordo por meio de um comunicado que, no entanto, não revela o valor da transição

Souq.com: a empresa afirma ter mais de 45 milhões de acessos por mês no Oriente Médio e no norte da África

A gigante americana de vendas on-line Amazon chegou a um acordo para comprar a Souq.com, líder do comércio eletrônico no Oriente Médio, anunciaram as duas empresas em um comunicado conjunto, que não revela o valor da transação.

A empresa do setor imobiliário Emaar Malls, com sede em Dubai, informou na segunda-feira uma oferta de 800 milhões de dólares para adquirir a Souq.com depois que a Amazon retirou uma oferta inicial de US$ 650 milhões, o que dá um vislumbre da concorrência pela aquisição.

Fundada em 2005, a Souq.com afirma ter mais de 45 milhões de acessos por mês no Oriente Médio e no norte da África, principalmente nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Egito.

A empresa foi criada como um site de leilões, antes de entrar no comércio on-line geral.

“Nós somos guiados por vários dos mesmos princípios que a Amazon e esta aquisição é um próximo passo crítico para aumentar nossa presença no comércio eletrônico em benefício dos clientes da região”, declarou o diretor-geral e cofundador da Souq.com, Ronaldo Mouchawar, citado no comunicado publicado pelas duas empresas.Por AFP  Leia mais em exame 28/03/2017



Chinesa Tencent adquire 5% da Tesla

A gigante chinesa Tencent Holdings adquiriu uma participação de 5% da fabricante de veículos elétricos Tesla, de acordo com um documento apresentado à SEC, a comissão que supervisiona a Bolsa americana.

De acordo com o documento, a Tencent pagou 1,8 bilhão de dólares por 5% das ações da Tesla.
A empresa de tecnologia chinesa é dona do WeChat, o serviço de mensagens mais popular do mundo, assim como de várias plataformas de jogos para celulares.

Em um comunicado divulgado na semana passada sobre os resultados de 2016, a Tencent mencionou planos de expansão de seus jogos para smartphones, assim como entrar em outros setores emergentes da tecnologia, como os serviços na nuvem.

A Tesla planeja lançar este ano uma versão de preço médio de seu carro elétrico para ampliar seu mercado.

A empresa indicou em fevereiro uma previsão de forte crescimento na demanda de seus veículos durante o primeiro semestre de 2017, quando os pedidos de alguns de seus modelos devem registrar recordes, apesar de um prejuízo no fim do ano passado.

Em janeiro, a Tesla lançou a "Gigafactory" em parceria com a Panasonic para a produção em larga escala de baterias de ion-lítio utilizadas em produtos de armazenamento de energia e no Modelo 3, que tem um preço médio de 35.000 dólares. AFP /Agence France-Presse Leia mais em em em 28/03/2017



Oferta de ações reaparece como alternativa a empresas

Além de recorrer a fusões e aquisições, as empresas ganharam neste ano uma fonte alternativa de captação de recursos: as ofertas de ações em bolsa de valores. Praticamente paradas desde 2014, essas transações começaram a ressurgir com mais força no começo de 2017.

As ofertas de ações de CCR, Lojas Americanas, Movida e Hermes Pardini já movimentaram R$ 7,9 bilhões. O volume caminha para ultrapassar os R$ 10,7 bilhões do ano passado inteiro, já que grandes IPOs (ofertas iniciais de ações, na sigla em inglês), como o do supermercado financeiro XP Investimentos e da varejista Carrefour, ainda devem acontecer.

A oferta subsequente da transmissora e geradora de energia Alupar e a estreia da companhia aérea Azul em bolsa também estão em curso.

No entanto, apesar da recente abertura dos mercados, essa alternativa ainda não é a que deve ser mais frequentemente acessada. "Hoje o mercado de capitais ainda está muito seletivo. Não é algo para todo mundo", afirma Flávio Valadão, diretor de fusões e aquisições do Santander.

Para Eduardo Miras, corresponsável pelo banco de investimento do Morgan Stanley, o mercado de ações só reabriu para "boas histórias, de companhias que ultrapassaram a crise". "Antes não existia concorrência com IPO. Agora tem." Desde o ano passado, os investidores têm demonstrado uma certa seletividade na hora de comprar papéis de companhias estreantes na bolsa.

Diante da baixa procura pelas ações, os IPOs da incorporadora imobiliária Tenda e da locadora de veículos Unidas acabaram cancelados.- Valor Econômico Jornalista: Carolina Mandl Leia mais em portal.newsnet 28/04/2017



Perspectiva de retomada econômica faz mais empresas serem alvo de aquisição

A perspectiva de recuperação da economia brasileira deve movimentar o mercado de fusões e aquisições neste ano.

Ninguém arrisca um exercício de futurologia para fazer projeções, mas a percepção de banqueiros de investimento e advogados é que a expectativa de retomada econômica trouxe um ânimo adicional para potenciais compradores.

Do lado das companhias, a notícia vem em boa hora, já que para muitas delas a venda de ativos é a única alternativa para reestruturar seus passivos.

"Há compradores de grandes grupos estrangeiros e locais que entendem que o Brasil está num ponto de inflexão, e eles estão buscando empresas para comprar", afirma Alessandro Farkuh, diretor de fusões e aquisições do Bradesco BBI.

Negócios anunciados no ano passado já sinalizam para um 2017 mais vigoroso. Foram 138 operações divulgadas em 2016, que somaram R$ 179,2 bilhões, ante 111 fusões e aquisições, de R$ 109,5 bilhões, em 2015, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Como algumas dessas transações ainda não foram fechadas, elas devem engordar a estatística de 2017.

Em termos de operações fechadas, o ano passado mostrou uma queda na comparação com 2015, tanto em número quanto em volume financeiro, algo que deve ser revertido neste ano, na avaliação dos banqueiros.

Além da perspectiva de um cenário econômico mais favorável, os compradores de ativos encontram uma oferta bastante extensa de empresas à venda ou em busca de alguém para se unir por causa do elevado grau de endividamento. "Alguns grupos veem a oportunidade de comprar ativos que não vinham a mercado antes", diz Roderick Greenlees, diretor da área de banco de investimentos do Itaú BBA.

Entre os ativos que se enquadram nesse caso estão, por exemplo, a fabricante de sandálias Alpargatas, vendida pela Camargo Correa para o grupo J&F, e algumas operações alienadas pela Petrobras.
Diante de problemas de liquidez, é via fusões e aquisições que as empresas estão buscando se reestruturar. "Vendeu, entrou dinheiro, desalavanca rápido, a empresa desafoga, passa a ter um rating melhor, tem mais capacidade de crédito e quando a economia voltar a crescer ela tem mais capacidade de se desenvolver", diz um banqueiro que preferiu não ter seu nome divulgado. "Em última instância, posso dizer que algumas empresas estão dando um passo para trás para poder dar dois ou três para frente." Ainda não concluído, o programa de venda de ativos da Petrobras trouxe ao caixa da companhia R$ 7,23 bilhões no ano passado. Essa foi uma das medidas que permitiram à empresa conseguir em fevereiro uma melhora da classificação de risco pela S&P Global, abrindo espaço para uma redução no custo de empréstimos.

Eduardo Miras e Alessandro Zema, corresponsáveis pelo banco de investimento do Morgan Stanley, também dizem perceber que muitos controladores estrangeiros de companhias ainda estão avaliando se vão manter as atividades de suas empresas. "Quando acontece uma recessão, gera-se a necessidade de decidir se a empresa vai ou fica", afirma Zema.

É o que se viu acontecer recentemente com o HSBC, vendido para o Bradesco, com o banco de varejo do Citi, comprado pelo Itaú Unibanco, e com a Brasil Kirin, adquirida pela holandesa Heineken. Movimentos desse tipo ainda devem acontecer.

As fusões e aquisições também podem ganhar mais tração se os bancos demonstrarem mais disposição para financiar os negócios, de acordo com o advogado José Eduardo Carneiro Queiroz, sócio da área de fusões e aquisições do Mattos Filho. Se até o ano passado as instituições mantinham as torneiras bastante fechadas para conceder crédito, agora algumas instituições já começam a prever mais desembolsos.

Questionados sobre as áreas que mais devem ter fusões e aquisições, os banqueiros dizem que não haverá uma concentração setorial. Empresas de energia, saúde, educação, óleo e gás, seguro e varejo são alguns dos alvos. A cadeia do agronegócio, ainda bastante concentrada nas mãos de brasileiros, também deve ver mais ativos candidatos à venda. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017





Empresa prevê crescimento de 25%

Pioneira no setor de horticultura no país, a Horticeres Sementes, de Indaiatuba anunciou a incorporação do portfólio de produtos da Sementes Sakama.

A compra acrescenta mais de 200 cultivares ao portfólio da Horticeres, hoje com 150, ampliando a extensa linha de folhosas, raízes, bulbos, entre outras. Até a integração total, prevista para abril, o atendimento aos clientes da Sakama continuará inalterado.

Com a transação, a Horticeres aumenta e consolida sua área de abrangência, passando a atuar nas áreas da Sakama, presente em todo território nacional, inclusive na Amazônia, e gera uma expectativa de ampliar em 25% o seu faturamento anual.

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor executivo da Horticeres, Ayrton Tullio Júnior, a aquisição coloca a Horticeres no mercado de hortaliças especiais, oferecendo cultivares diferenciadas para os agricultores que atendem a restaurantes gourmet. Além de fortalecer a linha de hidropônicos "A Horticeres vai ampliar o mercado distribuidor e produtor", disse Tullio. "Nossa estrutura permitirá manter e intensificar o trabalho da Sakama, reconhecida por sua seriedade e qualidade", completa.

Segundo a diretoria da Sakama, a escolha da Horticeres se deu pela importância da marca no mercado nacional e pela confiança nos sócios e nos gestores da empresa, de que darão continuidade ao trabalho iniciado e desenvolvido pela família Sakama desde 1964.

Internacional

A Sakama é especializada no comércio de sementes de hortaliças, flores, gramas, hortaliças exóticas, hortaliças orgânicas, porta enxertos, brotos e condimentos. Também comercializa uma linha completa de cultivares, nacionais e importadas de diversas partes do mundo. No mercado brasileiro, participa com grande variedade: alface americana, abóbora Tetsukabuto, cebolinha, alho porró e chicórias etc.

E possui ainda vasta gama de produtos especiais, entre eles as alfaces de diferentes tipos e cores, abóboras, e grande variedade de produtos japoneses como berinjelas, folhosas como pak choi, mizuna, entre outras. A partir da incorporação, a Sakama se concentrará em outros mercados.

Horticeres

Como a Sakama, a Horticeres Sementes também tem uma história de pioneirismo no segmento da horticultura, com 50 anos de história e tradição no mercado brasileiro de sementes de hortaliças. A empresa é brasileira e possui campos de produção de sementes no Brasil e no exterior para garantir a qualidade de suas cultivares, que são subdividido em quatro linhas distintas: Verde e Ouro, ambas destinadas ao mercado profissional; e Platina e Horta , dois cultivares com foco no mercado semi-profissional. Milton Paes DCI Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017



27 março 2017

Petros vende totalidade de participação no Iguatemi

O Iguatemi informou nesta sexta-feira que a Fundação Petrobras de Seguridade Social, a Petros, vendeu a totalidade de sua participação acionária na empresa.

 Em último formulário de referência divulgado pelo Iguatemi, no dia 20 de março, a Petros detinha 10,2% do capital... Leia mais em valoreconomico 27/03/2017
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Petros vende participação na Iguatemi por R$ 567,6 milhões

A operação foi realizada em busca de geração de liquidez para o plano de previdência privada dos funcionários da Petrobras

Em busca de geração de liquidez para o plano de previdência privada dos funcionários da Petrobras, a Petros concluiu a operação de desinvestimento do fundo na Iguatemi Empresa de Shopping Center. A operação envolve R$ 567,680 milhões.

Segundo nota divulgada hoje (28), a operação foi realizada em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Nela, foram colocadas à venda 10,2% da participação acionária que a Petros detinha na Iguatemi.

“A efetivação da venda das 18.021.602 ações ordinárias por R$ 567,680 milhões gera liquidez principalmente para o Plano Petros do Sistema Petrobras, de benefício definido, que concentrava cerca de 75% dos papéis”, diz a nota.

O comunicado ressalta, ainda, que “o resultado final do certame foi de R$ 31,50 por ação, valor 10,5% superior à cotação média de R$ 28,50 dos últimos 12 meses e 28,2% maior do que o preço do papel há um ano (R$ 24,57). O valor de venda também superou a média do preço da ação nos últimos 60 pregões (R$ 30,4)”. Leia mais em exame 28/03/2017

27 março 2017



BNDES: sócios da Odebrecht Transport trabalham na avaliação de ativos

Os sócios da Odebrecht Transport montaram um grupo para trabalhar na avaliação dos ativos da companhia. O objetivo é encontrar investidores com capacidade de aportar as garantias necessárias para que os projetos avancem, afirmou nesta sexta-feira, 24, a diretora da Área de Mercado de Capitais do BNDES, Eliane Lustosa.

O banco de fomento tem 10,61% da empresa, na qual são sócios ainda o FGTS (30%) e a Odebrecht (59,39%). A Odebrecht Transport tem participação em ativos relevantes como o Aeroporto Internacional do Galeão – dentro do consórcio Rio Galeão -, Super Via, Embraport, rodovias, entre outros.

“Esse processo está avançado. Já temos bancos engajados, propostas em análise. Para o BNDES é muito importante o processo de avaliação dos ativos e a transparência na definição do processo de entrada do investidor”, disse a executiva.

O grupo de trabalho tem se reunido pelo menos uma vez por semana e inclui dois conselheiros independentes da empresa. Segundo Eliane, é possível buscar investidores para diferentes ativos ou mesmo para a Odebrecht Transport. “Tudo vai depender da proposta, do valor”, disse.

O uso da linha de crédito criada pelo BNDES para a revitalização de ativos não está descartado nesse processo. Lançada em agosto passado com vigência até agosto de 2017, o programa terá R$ 5 bilhões para apoiar investimentos em “ativos economicamente viáveis, detidos por empresas em recuperação judicial, extrajudicial ou falência ou em crise econômico-financeira e elevado risco de crédito”.

A ideia é destravar financiamentos que por algum motivo não tenham conseguido passar da fase de empréstimo-ponte para empréstimo de longo prazo. Estadão Leia mais em istoedinheiro 24/03/2017



Andrade Gutierrez busca vender Cemig e outras participações

Ao jornal Folha de S.Paulo, o presidente do grupo disse que está negociando aquisições nos setores de construção dos Estados Unidos e da Inglaterra

O conglomerado brasileiro Andrade Gutierrez está buscando vender participações na empresa de energia elétrica Cemig, na barragem hidroelétrica de Santo Antônio e no grupo de call center Contax, na tentativa de cortar dívidas e expandir-se para o exterior depois de ser envolvida na Lava Jato.

O presidente-executivo Ricardo Sena disse ao jornal Folha de S.Paulo, em entrevista publicada neste domingo, que o grupo está negociando aquisições nos setores de construção dos Estados Unidos e da Inglaterra ao afastar-se de obras públicas no Brasil, que arrastaram a empresa para dentro do maior escândalo de corrupção do países.

Andrade Gutierrez foi um dos principais grupos de engenharia a chegar a um acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em novembro, mas Sena disse que o progresso tem sido lento nas conversas com outros órgãos auditores federais que detêm poder sobre os contratos públicos.

Sem contratos suficientes do setor privado para compensar negócios perdidos na esfera estatal, a Andrade Gutierrez está olhando para a venda de quase todas as suas participações,exceto sua divisão de construção e uma participação na concessionária rodoviária CCR SA Sena disse à Folha.

Isso inclui participações na empresa estatal de energia elétrica CEMIG, na Contax Participações e no estádio da Beira Rio, sede do clube de futebol Internacional, disse.

As vendas de ativos poderiam reduzir a dívida do grupo para 1,6 bilhão de reais, ante 4 bilhões de reais atualmente, disse Sena ao jornal.

Os representantes da imprensa para Andrade Gutierrez não responderam imediatamente às perguntas sobre a entrevista. Leia mais em exame 26/03/2017



Capgemini compra a Idean e ganha presença na área de digital e design

A Capgemini comprou a Idean, consultoria de design e estratégia digital, sediada em Palo Alto (Califórnia, EUA) e com escritórios em Austin, Berlim, Helsínque, Los Angeles, Nova Iorque e São Francisco. O negócio tem foco no reforço aos serviços de estratégia e design do Grupo, centrados no usuário e na experiência "digital-first", especialmente na América do Norte, ampliando sua rede de estúdios digitais. Assim, a companhia atenderá a crescente demanda de seus clientes por serviços digitais de ponta a ponta.

Fundada em Helsínque, na Finlândia, em 1999, a Idean se dedica principalmente à experiência do usuário digital (UX), à experiência do consumidor (CX) e à estratégia digital. Nos últimos 18 anos, sua equipe – composta por mais de 150 estrategistas digitais, designers de experiência e desenvolvedores de front-end – tem trabalhado para uma ampla gama de clientes dos Estados Unidos e da Europa, incluindo startups disruptivas sediadas na área da baía de São Francisco e conduzidas por líderes globais de tecnologia, além de marcas proeminentes dos setores automotivo, eletrônicos de consumo e outras organizações que estão se reinventando na era digital.

Em seu portfólio estão 23andMe, Airbus, Cole Haan, Ericsson, IBM, Intel e Kesko, além da LG, Mercedes-Benz, Sony, Volkswagen. Leia mais em tiinside 23/03/2017