02 março 2017

Samsung pagou US$ 215 milhões em empresa que criou a Siri, da Apple

A Samsung divulgou nesta quarta-feira, 1, dados oficiais da aquisição da Viv Labs, empresa de inteligência artificial que ajudou a desenvolver a Siri, assistente da Apple. O negócio foi fechado em outubro do ano passado e custou US$ 215 milhões.

A maior parte do valor teria sido creditada aos bens imateriais da empresa, ou seja, seus clientes, conhecimento dos funcionários e valor perante o mercado.

Desde a aquisição, a Viv Labs teria gerado uma perda de US$ 3,8 milhões, já que a companhia, antes de ser comprada pela Samsung, assumiu um financiamento de US$ 30 milhões.

Apesar de o negócio ter sido fechado há alguns meses, rumores indicam que a coreana não pretende incluir o assistente da Viv em seus dispositivos e sim o Bixby, desenvolvido internamente. Leia mais em olhardigital 01/03/2017

02 março 2017



Fusões e aquisições têm leve alta no país em janeiro

Dados não contabilizam a mais estrondosa das operações neste ano: a compra da Brasil Kirin pela Heineken

Janeiro terminou com 54 transações de fusões e aquisições no país, leve alta em relação a 2016. O dados da consultoria PwC ainda não contabilizam a mais estrondosa das operações realizadas neste ano — a compra da Brasil Kirin pela Heineken só foi anunciada em fevereiro... Veja mais em clicrbs 23/02/2017



Petrobras assina acordo com francesa Total pelo valor de US$ 2,225 bilhões

A Petrobras informa a assinatura de acordo de venda de ativos para a francesa Total, negócio que havia sido anunciado em 21 de dezembro.

O valor final ficou em US$ 2,225 bilhões, muito próximo dos US$ 2,2 bilhões estimados na ocasião. O pagamento será composto de US$ 1,675 bilhão à vista, pelos ativos e serviços, uma linha de crédito que pode ser acionada pela Petrobras no valor de US$ 400 milhões, representando parte dos investimentos da Petrobras nos campos da área de Iara, além de pagamentos contingentes no valor de US$ 150 milhões.

A transação envolve a cessão de 22,5% dos direitos na área de concessão de Iara, que inclui os campos de Sururu, Berbigão e Oeste de Atapu. A Petrobras continuará como operadora e também deterá a maior participação na área, de 42,5%.

A BG E&P Brasil (da Shell), com 25%, e a Petrogal Brasil, com 10%, também fazem parte desse consórcio. Já no campo de Lapa, que iniciou operação em dezembro de 2016, a cessão de direitos é de 35%, com a transferência da operação para a Total e fatia de 10% para a Petrobras. Também participam a BG E&P Brasil com 30% e a RepsolSinopec Brasil, com 25%.

Também foi concluída a venda de 50% de participação da estatal para a Total na Termobahia, incluindo as térmicas Rômulo de Almeida e Celso Furtadoduas térmicas estão ligadas ao terminal de regaseificação de São Francisco do Conde, no mesmo Estado.

A transação ainda inclui a opção de aquisição de 20% de participação no bloco 2 da área de Perdido Foldbelt, no Golfo do México, "assumindo apenas as obrigações futuras proporcionais à sua participação", como explica a Petrobras no fato relevante divulgado há instantes.

Outros pontos da aliança estratégica são estudos conjuntos nas áreas exploratórias da Margem Equatorial e na área sul da Bacia de Santos e parceria tecnológica nas áreas de petrofísica digital, processamento geológico e sistemas de produção submarinos.

A conclusão das operações está sujeita a aprovações dos órgãos reguladores competentes e ao potencial exercício do direito de preferência dos atuais parceiros na área de Iara, entre outras condições precedentes.

A Petrobras ressalta que o acordo é parte importante do Plano de Negócios e Gestão 2017-2021, "ao intensificar o compartilhamento de informações, experiências e tecnologias, avançar no fortalecimento da governança corporativa, além de melhorar a financiabilidade da companhia, através de mitigação dos riscos, entrada de caixa e desoneração dos investimentos".

Da parte da Total, conforme o comunicado, o negócio amplia presença no Brasil com a participação em novos campos da Bacia de Santos e entrada "na promissora cadeia de valor do gás natural."Luana Pavani Estadão Leia mais em mackenziesolucoes 01/93/2017



Brookfield está perto de comprar fatia na Renova, diz fonte

Sob os termos do acordo, que deverá ser anunciado nas próximas semanas, a Brookfield deverá comprar a fatia de 15,7% que a Light tem na Renova

Renova: atualmente, a Light compõe o bloco de controle que tem 64% da Renova

O fundo canadense Brookfield Asset Management está próximo de um acordo para comprar uma fatia de 30 por cento na empresa de energias renováveis Renova Energia, que incluiria injeção de 800 milhões de reais na companhia, disse nesta quarta-feira uma pessoa diretamente envolvida na transação.


Sob os termos do acordo, que deverá ser anunciado nas próximas semanas, a Brookfield deverá comprar a fatia de 15,7 por cento que a Light tem na Renova e depois injetar novo capital na companhia, segundo a fonte.

Atualmente, a Light compõe o bloco de controle que tem 64 por cento da Renova.

No ano passado, Renova enfrentou uma severa crise de liquidez. Ao injetar capital, a Brookfield dará à Light a oportunidade de sair da empresa enquanto dilui os outros dois membros do bloco de controle da Renova, a Cemig e a RR Participações.

A compra da participação da Brookfield será formalizada assim que a Renova concluir a venda do projeto do parque eólico Alto Sertão II para a AES Brasil, o que está previsto para a próxima semana, disse a fonte.

A transação deve ajudar a colocar a Renova Energia, fundada em 2001, “de volta no jogo”, disse a fonte. As condições de financiamento para a Renova agravaram-se quando uma parceria com a SunEdison desmoronou semanas antes de a última solicitar recuperação judicial, nos Estados Unidos.

Muitas vezes vista como resiliente durante recessões, a indústria de eletricidade renovável do Brasil tem lutado com o impacto da diminuição do consumo decorrente da recessão mais severa da história do país e de custos de empréstimos elevados.

A Renova não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários, assim como Light, Cemig e RR Participações. A Brookfield preferiu não se manifestar.Por Guillermo Parra-Bernal, da Reuters Leia mais em exame 01/03/2017



Grupo AES está mais perto de vender a Eletropaulo

A distribuidora de energia paulista Eletropaulo está mais próxima de deixar de ser controlada pela americana AES, que excluiu a empresa de suas projeções de resultados.

"Como parte da estratégia da companhia de reduzir sua exposição ao segmento de distribuição de energia no Brasil, o 'guidance' de 2017 e as expectativas para 2020 assumem a desconsolidação da Eletropaulo... Leia mais em valor econômico 01/03/2017 



Engie planeja mais compras

A Engie (antiga GDF-Suez) pretende intensificar aquisições de outras empresas no país como uma de suas estratégias para alcançar faturamento de R$ 1 bilhão com serviços de energia nos próximos três anos.

A Engie já está fazendo 'due dilligence' (auditoria interna para avaliar as condições de uma companhia) em uma empresa, disse o diretor responsável pela área, Leonardo Serpa, sem dar mais detalhes. "Até o meio do ano, a ideia é fechar pelo menos uma aquisição e mais duas até o final de 2017", disse o executivo da gigante energética franco-belga.

O valor das compras - entre R$ 100 milhões e R$ 300 milhões - não é problema, garantiu. Pelo contrário, por demandar menos capital do que outras áreas como gás, por exemplo, a área pode ter alguma vantagem interna na disputa por "cash". Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 01/03/2017



01 março 2017

Snap precifica IPO nesta 4ª-feira em meio a sinais de demanda vigorosa

A Snap, dona do aplicativo de mensagens Snapchat, irá precificar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na siga em inglês) após o fechamento do mercado de ações dos Estados Unidos nesta quarta-feira, no IPO de tecnologia mais aguardada desde o do gigante chinês de comércio eletrônico Alibaba em 2014.

 O preço será o primeiro teste de apetite do investidor para um aplicativo de mídia social amado por adolescentes e pessoas na faixa dos 20 e poucos anos, mas que ainda precisa mostrar lucro.

As perdas da empresa se ampliaram no ano passado e ela ainda experimenta um desaquecimento do crescimento dos usuários em face da intensa concorrência de rivais maiores como o Facebook.

 Apesar dos desafios na conversão de uma ferramenta descolada em dinheiro, a Snap está apontando uma avaliação entre 19,5 bilhões e 22,3 bilhões de dólares na listagem na Bolsa de Valores de Nova York na quinta-feira, a mais cara para um IPO de tecnologia norte-americana desde o Facebook em 2012.

 A Snap busca precificar 200 milhões de ações na noite de quarta-feira em uma faixa de 14 a 16 dólares por ação. A venda, que visa levantar cerca de 3 bilhões de dólares, tem a vantagem de timing favorável. O mercado de IPOs de tecnologia acionou os freios em 2016, o ano mais lento para lançamentos desde 2008, e os investidores estão ansiosos por novas oportunidades.

As primeiras indicações para os acionistas vendedores e para a empresa foram positivas. De acordo com fontes familiares com o assunto, a demanda estaria maior do que a oferta, com ordens com ordens na faixa maior do preço indicativo. Pelo menos um novo investidor indicou que estava disposto a comprar um grande pedaço do IPO e não vendê-lo por um ano. Lauren Horst Reuters Leia mais em bol.uol 01/03/2017

01 março 2017



Mozilla compra Pocket, aplicativo que salva links para ler depois

A Mozilla, dona do navegador Firefox, anunciou nesta terça-feira (28), a aquisição do Pocket, serviço que permite salvar link para ler ou assistir depois. Sem revelar o valor da transação, as duas companhias afirmaram que permanecem com atuações independentes e que não devem acontecer alterações no aplicativo de links.

 "O Pocket continuará como o subsidiário independente da Mozilla. Estaremos em nosso escritório, e nosso nome ainda estará na parede. Nossa equipe não vai mudar e nosso objetivo está mais claro do que nunca", afirmou o presidente executivo e fundador da Pocket, Nate Weiner, por meio de seu blog oficial. Esta é a primeira aquisição oficial da Mozilla, que até então não tinha investido em outras plataformas e aplicativos. Segundo o site de tecnologia The Verge, a ideia é fortalecer a presença nos dispositivos móveis, já que a companhia não possui um navegador com grande fatia de mercado e fracassou com o sistema operacional Firefox OS, voltado para aparelhos de baixo custo.

A relação entre o Pocket e a Mozilla é de longa data: o aplicativo de salvar links e tornou nativo no navegador Firefox em 2015, por meio de um botão para salvar artigos e vídeos. Atualmente, o serviço de leitura já tem mais de 10 milhões de usuários ativos por mês e mais de 3 bilhões de links salvos. Até sua compra pela Mozilla, o Pocket havia levantado US$ 14,5 milhões em investimentos e tinha uma equipe de 25 funcionários, que continuam a trabalhar no aplicativo. - Jornal do Comércio leia mais em jcrs.uol 28/02/2017



28 fevereiro 2017

Fnac deixará o Brasil e já procura comprador

A francesa Fnac anunciou que planeja sair do Brasil e já procura um comprador para ficar com as 12 lojas espalhadas pelo país. O grupo "começou um processo ativo para buscar um sócio que dê lugar à retirada do país", relatou a empresa em comunicado que detalha os resultados de 2016.

 A companhia afirmou que houve equilíbrio entre despesas e receitas no último ano no país, e que a rentabilidade das vendas têm aumentado. A Fnac está presente no Brasil desde o fim dos anos 1990, mas, há alguns anos, já tinha apontado dificuldades para atingir os resultados esperados no país.

 O último ano foi particularmente difícil para empresas que atuam neste segmento que combina livraria com vendas de eletrônicos. Nas últimas semanas, começou a circular a notícia de que Cultura e Saraiva estudam fusão.

 O Brasil representa menos de 2% do volume de vendas total da Fnac. O grupo francês registrou lucro líquido ajustado de 54 milhões de euros em 2016, um aumento de 37% em relação ao ano anterior. A receita anual foi de 7,4 bilhões de euros, alta de 1,9%.

 Em julho, a Fnac fechou a compra da varejista de eletrônicos Darty. O objetivo era reduzir a dependência da venda de livros, CDs e DVDs. Folhapress  leia mais em bemparana 28/02/2017

28 fevereiro 2017



Pronto para oferta de ação, IRB eleva lucro e reduz sinistralidade

Pronta para uma eventual oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), a companhia de resseguros IRB registrou números fortes em 2016, com crescimento de dois dígitos nos prêmios e no lucro e queda na sinistralidade ...Leia mais em valor econômico 28/02/2017



27 fevereiro 2017

Conheça o Block K e a forma que isso pode afetar uma empresa

O controle da produção e do estoque mais conhecido como block K na EFD (Escrituração Fiscal Digital) é um arquivo digital, que se constitui de um conjunto de escriturações de documentos fiscais, e de outras informações de interesse dos fiscos das unidades federadas e da Secretaria da Receita Federal do Brasil.

Após essas informações prestadas pelos contribuintes os blocos do arquivo da EFD trabalha o uso do ICMS e IPI, sendo assim o fisco será capaz de encerrar a fase de operação da empresa, a partir da compra de matéria-prima até produção do produto final, deste modo a combater a emissão de notas da EFD (Escrituração Fiscal Digital) ICMS IPI.

O ICMS-IPI se refere à informações relacionadas à produção e ao estoque de produtos na autorização da empresa e no poder de terceiros.

 Caso aconteça de se encontrar alterações não justificadas na movimentação dos estoques, esse ato pode ser considerado como sonegação fiscal. Dessa forma, é indispensável um trabalho excelente em equipe com os diversos setores da empresa, por exemplo, fiscal, contabilidade, custos, estoques, entre outros.

O QUE É O BLOCO K DO SPED FISCAL?

 Como uma obrigação acessória para as empresas, o Bloco K tem uma função principal, que é a substituição do Livro de Controle de Produção e Estoque. Este livro era entregue apenas quando o governo solicita. No entanto, agora, com o Bloco K, esta obrigação passou a ser formalizada e ampliada com o envio eletrônico destas informações ao governo.

 Os dados que deverão ser enviados pelas empresas contribuintes do IPI, desde que não enquadradas no Simples Nacional, são:
  •  Consumos específicos de matéria-prima e insumos no processo de produção; 
  • Nível de perdas no processo produtivo em termos percentuais;
  •  Eventuais substituições de insumos para os produtos finais que tenham sido fabricados pela própria empresa ou por terceiros. 
Também vale ressaltar que os estoques que a empresa mantém em poder de terceiros devem ser informados dentro do Bloco K do SPED Fiscal, assim como os seus processos produtivos.

 O governo federal criou esta obrigação que dá assessoria para aumentar o nível de controle sobre o processo produtivo. Que Diferentemente do que se tem comentado, a ideia do governo não é de violar os segredos comercias de nenhuma empresa. Ele quer apenas melhorar a fiscalização que antes não era do controle efetivo do governo e, assim, evitar sonegações, fechando o processo com as demais obrigações eletrônicas.

 O QUE O BLOCO K VAI SOLICITAR DA SUA EMPRESA?

 O controle que é exercido sobre as operações que afetam os estoques de uma empresa ficará muito mais efetivo por parte dos órgãos governamentais. Tudo isso, principalmente, para evitar sonegação fiscal por parte dos contribuintes. Quando uma empresa for enviar os documentos, ela não poderá enviar apenas o Bloco K de maneira separada. Ela precisará enviá-los juntamente com todas as outras obrigações do SPED Fiscal. No caso de empresas com serviço terceirizado de contabilidade, todas estas informações deverão ser repassadas para os escritórios a fim de que eles consigam atender a mais esta demanda documental. Caso sua empresa possua um setor interno com esta responsabilidade, seu sistema de gestão deverá estar completamente configurado e testado para realizar estes envios, necessitando de validação prévia e da certeza de envios dentro do prazo. Com relação ao controle dos estoques de uma empresa obrigada a enviar os dados referentes ao Bloco K, nada mudará fisicamente nos estoques, mas estes envios permitirão aos órgãos governamentais um novo processo de fiscalização, de maneira mais rápida e efetiva, com a possibilidade de gerenciar as operações de compra e de venda de todos os lados, desde a compra dos insumos até a entrega dos produtos acabados. Escrito por Ana Carolina Sucupira Leia mais em portogente 26/02/2017

27 fevereiro 2017



Venda de ativos da Vale em 2017 se limitará a três segmentos

No ano passado, a maior produtora global de minério de ferro chegou a considerar a venda de ativos essenciais, como forma de reduzir sua dívida

A mineradora Vale terá um programa de desinvestimentos muito menor em 2017 do que nos anos anteriores, limitando-se à conclusão da venda de participações em ativos de carvão em Moçambique e de fertilizantes, no Brasil, além de navios, disse nesta quinta-feira o presidente da companhia, Murilo Ferreira.

No ano passado, a maior produtora global de minério de ferro chegou a considerar a venda de ativos essenciais, como forma de reduzir sua dívida. No entanto, o cenário de preços de sua principal commodity melhorou e o plano foi suspenso.

No caso da venda participações na mina de carvão de Moatize e no Corredor Logístico de Nacala (CLN), em Moçambique, à japonesa Mitsui, cuja negociação teve início em 2014, o presidente afirmou que está em fase avançada.

O acordo prevê financiamentos de 2,7 bilhões de dólares por meio de “project finance” para o CLN.

“O project finance do carvão vai muito bem, terminamos todas as discussões contratuais… eu estarei no Japão em 21 de março assinando documento… Acredito que o desembolso ocorrerá no mais tardar durante o curso do segundo trimestre”, afirmou Ferreira.

No caso dos ativos de fertilizantes, a empresa busca vender ativos de nitrogenados e fosfatados em Cubatão (SP), conforme já havia anunciado no ano passado. Reuters leia mais em exame 23/02/2017