26 setembro 2018

Startup de scooters elétricas da China busca levantar US$ 150 milhões em IPO

A Niu Technologies realizou um pedido para realizar sua primeira oferta pública na Nasdaq, bolsa de valores de Nova York

A Niu Technologies, startup chinesa de motos (ou scooters) elétricas, realizou o pedido por uma oferta pública inicial de ações – IPO – na Nasdaq, a bolsa de valores de New York. Com o IPO, a startup pretende levantar US$ 150 milhões. No formulário, a Niu menciona ser a maior empresa de scooters elétricas com baterias de ion-lítio da China, de acordo com o China Insights Consultancy (CIC).

Esse será o terceiro IPO realizado recentemente por startups chinesas – há dois meses, a Xiaomi abriu suas ações na bolsa de valores de Hong Kong e, há menos de 15 dias, a Meituan Dianping levantou US$ 4,2 bilhões na mesma bolsa de valores.

Criada em 2014 em Beijing, a Niu Technologies possui um marketshare de 26% na China e liderou o volume de vendas na Europa no ano passado, ainda segundo o CIC. Além de vender as scooters elétricas, a startup chinesa as conecta em um aplicativo que traz a performance dos veículos e se há necessidade de atualizar o firmware, fazer manutenção, entre outros.

A Niu Technologies afirma ter vendido mais de 431.500 scooters elétricas na China, Europa e em outros mercados até o final de junho deste ano. No pedido pelo IPO, a startup descreve sua marca como premium – motivo pelo qual também vende acessórios e que os motoristas das Niu se reúnem em encontros de fãs.

Hoje, a China está de destacando pelos serviços de varejo, fintech e mobilidade, com grandes nomes como Didi Chuxing liderando o último setor. Além disso, o país é líder na adoção de carros elétricos no mundo – fator que explica também o sucesso das scooters elétricas e, consequentemente, da Niu Technologies. Por Tainá freitas ... Leia mais em starse 26/09/2018

26 setembro 2018



Fintech BizCapital recebe aporte de R$ 20 milhões

A fintech BizCapital, que oferece empréstimo para micro e pequenas empresas, recebeu um aporte de R$ 20 milhões da Quona Capital e dos fundos Monashees e Chromo Invest.

O dinheiro será usado para investir em tecnologia e preparar a companhia legalmente para entrar com um pedido no Banco Central para se tornar uma Sociedade de Crédito Direto (SCD)... Leia mais em valoreconomico 26/09/2018



Amazon investe US$ 6,7 milhões para começar a fazer uma nova coisa: casas

Com o investimento, a Amazon possui a chance de implantar a Alexa nas casas logo de fábrica, protagonizando a tendência das casas inteligentes

Recentemente, a Amazon lançou diversos produtos para tornar casas mais inteligentes e, principalmente, com maior atuação da Alexa – sua assistente pessoal dotada de inteligência artificial. Agora, um recente investimento da varejista mostrou que ela pretende participar ainda mais das casas de seus clientes: ela investiu em uma empresa de casas pré-fabricadas.

O investimento foi de US$ 6,7 milhões, realizado através do Alexa Fund, o fundo de investimentos da Amazon criado em 2015. A empresa escolhida para o aporte foi a Plant Prefab, sediada na Califórnia, que constrói casas sustentáveis pré-fabricadas – as instalações dos imóveis no local de destino acontecem em cerca de um dia.

O fundo de investimentos da Amazon recebeu o nome de “Alexa” porque seu objetivo é de investir em startups que trazem novas utilizações para a tecnologia de voz, já que a Alexa atende a comandos desse tipo. “A voz emergiu como uma ótima tecnologia para as casas e agora há mais de 20 mil dispositivos compatíveis com a Alexa para casas inteligentes de 3.500 marcas diferentes”, afirmou Paul Bernard, diretor do Alexa Fund, no anúncio do investimento.

A Plant Prefab é focada na construção de casas modulares de diferentes tamanhos de alta qualidade e sustentáveis, planejando-as de forma a reduzir o impacto negativo e o alto uso de água e energia nas construções. Além disso, a companhia afirma reduzir o tempo de construção em 50%, além de diminuir o custo entre 10% a 25% nas principais cidades.

Conforme citado por Bernard, o aporte da Amazon realizado na Plant Prefab parece acompanhar a nova tendência de casas inteligentes – e a possibilidade delas terem a Alexa já de fábrica, o que facilitaria que a Amazon continuasse na liderança nesse setor. “Em um futuro não tão distante, haverá a automação de casas e a tecnologia para casas será uma parte disso”, afirmou Steve Glenn, CEO da Plant Prefab. A rodada de investimentos também teve a participação do venture capital Obvious Ventures... Leia mais em starse 26/09/2018



Domo lidera investimento de R$ 4 milhões em uma startup de carsharing

Com o aporte, a Turbi pretende crescer sua frota dez vezes nos próximos 12 meses em toda capital paulista

Inspirados na maior startup de carsharing do mundo, a Zipcar, os fundadores da Turbi resolveram adaptar esse modelo de negócio ao mercado brasileiro e começaram o serviço em São Paulo. Atualmente, a startup, que surgiu do paradigma de equacionar a necessidade de locomocação com os custos que um automóvel próprio gera e do tempo médio que esse carro fica parado, oferece serviço de carsharing na cidade com três categorias de carros, todos automáticos.

A perspectiva da empresa no momento é boa. Por conta disso, a Domo Invest, uma asset management focada em venture capital, decidiu liderar uma rodada de investimento na Turbi - que totalizou R$ 4 milhões. Com o aporte, a Turbi apostará, neste segundo semestre, na forte expansão de sua frota em novos bairros da capital paulista, sempre visando a melhoria da mobilidade de seus clientes. Os veículos disponíveis hoje já podem ser retirados e devolvidos, por meio do aplicativo, em estacionamentos, hotéis e coworking.

“Acreditamos que a Turbi tem um papel fundamental para atuar junto a outras modalidades de transporte, permitindo, de fato, quebrar a necessidade da posse de um automóvel. Certamente, é um mercado promissor e que possui potencial de internacionalização no futuro. Acreditamos ainda, que há bastante espaço para o desenvolvimento de negócios que, como a Turbi, tenham o compromisso com a economia compartilhada”, explica Gabriel Sidi, sócio da Domo Invest.

O gargalo de mobilidade na capital paulista é enorme e, com seu modelo de negócio, a Turbi pretende tirar cerca de 12 carros da rua para cada veículo disponibilizado. “Enxergamos na Domo Invest uma forte aliada nesse sentido, pois se trata de um fundo com gestores experientes e com backgrounds complementares, o que, certamente, contribuirá para o amadurecimento da Turbi e permitirá o seu crescimento sustentável”, diz o CEO da startup, Diego Lira.

O relacionamento com a Domo Invest começou no final do ano passado, quando a Turbi enxergou na Asset de VC o know-how apropriado para esse novo patamar do business. Isso porque os sócios da Domo acompanharam de perto a evolução de startups que acabaram se tornando expoentes de atuação em seus mercados, como Buscapé Company, Loggi, Hotmart, Gympass, entre outras.

“Ter um investidor do porte da Domo Invest, além de servir como um selo de qualidade, nos auxilia a crescer e nos prepara para futuras rodadas. Conhecendo os sócios se percebe que, as portas a serem abertas e o alinhamento em relação ao modelo de negócio, serão de grande valia para os clientes e futuros clientes da Turbi”, ressalta o outro sócio-fundador da startup, Daniel Prado. Isabella Câmara  Leia mais em starse 25/09/2018



Slack compra a startup Astro para e-mails, sua maior aquisição até o momento

Apesar do Slack e da Astro falarem abertamente sobre a aquisição, os detalhes da compra não foram divulgados

Nesta segunda-feira (24), o Slack, um aplicativo desenvolvido para o mundo corporativo, anunciou que comprou a Astro, uma startup de mensagens que utiliza inteligência artificial para extrair informações importantes de e-mails e calendários. Recentemente, o Slack já tinha chamado a atenção do mercado ao levantar US$ 427 milhões em uma rodada de investimento, que o avaliou em mais de US$ 7,1 bilhões.

A nova plataforma adquirida pelo Slack se integrava ao Office 365 e ao Gmail e oferecia um conjunto padrão de recursos, incluindo lembretes e uma caixa de entrada prioritária. Mas o que mais chamava a atenção era seu Astrobot, um robô que fazia recomendações aos usuários, como se oferecer para arquivar e-mails que são ignorados ou até mesmo lembrar as pessoas de acompanhar contatos específicos. Agora, após a aquisição do Slack, o plug-in poderá verificar as informações do e-mail diretamente do aplicativo.

Segundo a startup, sua equipe de 28 pessoas, que hoje está em Palo Alto, se juntará ao Slack ainda este ano. Em um post no seu próprio site, a Astro informou que planeja cancelar seus aplicativos para Mac, iOS, Android e Amazon Alexa no começo do mês de outubro.

“O Slack é o criador do aplicativo corporativo que mais cresce na história, e nós estamos nos unindo a eles para ajudar a conectar e-mail e calendário a todas as equipes de trabalho”, disse Andy Pflaum, CEO da startup. “Quando descobrimos como reunir mensagens, e-mail e calendário, ficou evidente que teríamos o maior impacto nas empresas e percebemos nossa visão original ao nos juntarmos ao Slack”.

Os objetivos da aquisição
Segundo o aplicativo, um dos objetivos de adquirir a startup é tornar o Slack mais simples e poderoso. “Nosso objetivo é fazer com que seja o mais fácil possível ajudar as equipes a tornarem suas conversas mais produtivas, em um canal, junto com um contexto relevante e as ferramentas de software usadas no mundo corporativos”, disse a empresa em um comunicado.

"Considerando que no ano passado nós precisávamos fazer com que mais pessoas pudessem usar o Slack, agora estamos começando a tomar medidas para expandir o que o Slack é", disse April Underwood, Diretor de produtos do do aplicativo, sobre a compra.

A aquisição da Astro acontece pouco menos de dois meses depois que o Slack comprou o Hipchat e a Stride, dois aplicativos de que aumentam a produtividade do fluxo de trabalho e foram projetados para grandes empresas. Como parte de uma parceria estratégica, o aplicativo concordou em pagar uma quantia não revelada nos próximos três anos pela propriedade intelectual da Hipchat e Stride.

Apesar dessas outras aquisições, é a compra da Astro que deixa o Slack mais perto de seu objetivo: se tornar uma espécie de escritório virtual de uma equipe. Agora, com a ajuda da Astro, o Slack trará essas duas novas funcionalidades ao aplicativo, evitará que seus usuários fique abrindo e fechando abas durante o dia de trabalho e reunirá tudo o que as pessoas precisam em um só lugar....  Leia mais em starse 25/09/2018



Poppin recebe R$ 900 mil no Shark Tank

O Poppin, aplicativo de relacionamento que usa eventos e atividades para gerar matches e aproximar pessoas, fechou um acordo para receber R$ 900 mil por 10% da empresa em sua participação no Shark Tank Brasil - Negociando com Tubarões, exibido pelo Canal Sony.

“Participar de um programa como o Shark Tank Brasil e falar do Poppin para os principais empreendedores brasileiros foi algo único. Apesar do foco atual ser o crescimento da base de usuários, sem ainda monetizar (algo que é sempre levado em conta em um negócio), conseguimos chamar a atenção dos tubarões e negociar da forma que havíamos planejado”, explica Guilherme Ebisui, CEO da startup.

O programa, que está em sua terceira temporada, tem como investidores Caito Maia, dono da Chilli Beans; Cristiana Arcangeli, empresária serial do segmento de moda, beleza e bem-estar; Robinson Shiba, criador e presidente da rede China In Box; João Appolinário, fundador da Polishop e Camila Farani, referência em investimento-anjo do Brasil.

Appolinário e Camila foram os responsáveis pelo investimento no Poppin.

O Poppin é um aplicativo de relacionamento que utiliza atividades e eventos em comum para conectar pessoas. Presente em cidades de todo o Brasil, o app conta com mais de 500 mil usuários e tem parceria com mais de 3 mil eventos e agências de entretenimento.

O valor negociado pelos fundadores do Poppin faz parte de uma rodada maior de investimento que, no total, chega a R$ 2,1 milhões, com aportes também dos fundos Eclipseon e Duxx Investimentos. O montante será investido na expansão e consolidação do aplicativo no mercado nacional e no desenvolvimento de tecnologia/produto.

Guilherme Ebisui e Filipe Santos são os fundadores do aplicativo. Antes de criar a empresa, Ebisui atuou na área de marketing e audiovisual da Rolling Stone. Já Santos fez parte da equipe do Grupo Manga. Júlia Merker Leia mais em baguete 25/09/2018



Gran Coffee adquire Diletto Alimentos e Spresso Comercio

A Gran Café Comércio, a Locação e Serviços SA celebrou a aquisição da Diletto Alimentos Eirelli -  Epp Comercial de Alimentos Grano Ltda., e da Spresso Comércio e Locação Eirelli.

A Gran Coffee Comércio, Locacao E Servicos SA possui e opera uma rede de máquinas de venda de alimentos e bebidas que oferece serviços de varejo de alimentos automáticos. A empresa foi fundada em 1998 e é baseada em Campinas, Brasil.

Ambas, a Diletto Alimentos Eirelli, a Comercial Comercial de Alimentos Grano Ltda e a Spresso Comércio e Locação Eirelli atuam em uma rede de máquinas de venda de alimentos e bebidas... Leia mais em globallegalchronicle 26/09/2018




Google anuncia oito startups para seu programa de aceleração

Empreendedores terão três meses de mentorias com executivos da gigante americana

Startups de diversos segmentos foram escolhidas para uma aceleração de três meses do Google, por meio do programa Launchpad Accelerator São Paulo.

O objetivo é ajudar os empreendedores a implementar projetos com tecnologias do Google como inteligência artificial e nuvem.

As escolhidas foram: EasyCrédito; Fhinck; Idwall; Looqbox; Marmotex; N2B; Nagro e TerraMagna.

Entre as selecionadas existem desde fintechs até empresas nascentes voltadas à saúde e ao agronegócios.

Os empreendedores poderão trabalhar pelos próximos três meses no Google Campus, espaço de empreendedorismo da companhia, localizado em São Paulo.

Todos vão receber mentorias de executivos da gigante de tecnologia. O programa não conta com investimento direto nas startups e a companhia também não vai ficar com participação societária das empresas nascentes. Leia mais em dci 26/09/2018



Cade aponta aprovação de aquisição pela Omega

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) concluiu pela aprovação sem restrições da aquisição pela Omega de 50% do capital social das empresas que compõem o Complexo Pirapora. Essa operação levou à aquisição de 50% da participação societária da Omega nas empresas Alvo, detidas pela EDF EM e pela CSI UK. Esses negócios envolvem R$ 1,1 bilhão.

"A operação gera sobreposição horizontal no mercado de geração de energia elétrica", informou a superintendência do Cade. Por outro lado, o órgão antitruste não identificou riscos à competição do mercado a partir do negócio entre essas empresas.

"As partes esclareceram que a totalidade da energia que será gerada pelo complexo pelos próximos 20 anos já foi negociada, disponibilizada e comercializada no Ambiente de Contratação Regulado por meio de contratos provenientes de leilões, cujos preços são pré-determinados, corrigidos por um determinado índice inflacionário", continuou o Cade. "Conclui-se que a operação não suscita problemas anticoncorrenciais", ressaltou a superintendência.

Em outro negócio, a superintendência-geral do Cade deu parecer favorável à compra da Energias de Portugal (EDP) pela estatal China Three Gorges (CTG). O órgão concluiu que o negócio, que movimentou ? 9,07 bilhões, em maio passado, não afeta o comércio no Brasil. "Diante das informações apuradas, em especial a baixa participação de mercado, conclui-se ser a operação proposta incapaz de alterar significativamente a estrutura dos mercados de geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia elétrica em todos os cenários considerados e recomenda-se, pois, a sua aprovação, sem restrições", disse o Cade. por Valor Online Leia mais em gsnoticias 26/09/2018



Mills negocia fusão com Solaris

A Mills (MILS3) anunciou que está negociando uma possível combinação de negócios com a Solaris, que também trabalha com aluguel equipamentos e serviços industriais, anunciou nesta quarta-feira (26).

Com a fusão, a Mills deve passar a deter 30,5% do capital social da Solaris. Para ser concluída, a fusão ainda está sujeita a negociação e assinatura pelas partes de documentos e definitivos vinculantes e à realização de diligência contábil e financeira, além de questões de compliance.

“A companhia busca reforçar sua posição de destaque na indústria de aluguel de equipamentos com um mix de negócios mais atrativo, maior escala e melhores perspectivas de crescimento e rentabilidade, com a otimização das operações e a absorção de potenciais sinergias”, diz o comunicado.

A Solaris atua no mercado de locação de equipamentos do Brasil há mais de 20 anos, e desde 2013 a é controlada pelo fundo de private equity Southern Cross Group.

O valor negociado para concluir a fusão não foi revelado.  Victor Fermino - Leia mais em moneytimes. 26/09/2018 



WPP confirma fusão de Y&R e VML

Nova VMLY&R será liderada globalmente pelo CEO da VML, Jon Cook, e terá desdobramentos no Brasil, onde as duas agências estarão unidas até o início do ano que vem

Grupo WPP confirma oficialmente nesta quarta-feira, 26, a fusão entre duas de suas redes globais. A Y&R e a VML se unem para formar a nova VMLY&R, que será liderada globalmente pelo CEO da VML, Jon Cook. Já David Sable, ex-CEO global da Y&R, ocupará interinamente o posto de chairman para apoiar a transição, que deverá estar concluída no início de 2019, mas depois disso deverá ser deslocada para nova função no WPP.

Na VML desde 1996, Jon Cook passou a responder como CEO global da rede em 2011. De lá para cá, a agência passou de 30 funcionários em Kansas, no Missouri, para mais de 3 mil espalhados em 33 escritórios sediados em 15 países. A Y&R, até então comandada por Sable, é bem maior: tem cerca de 190 escritórios em 93 países. A nova VMLY&R somará mais de 7 mil funcionários.

O movimento tem desdobramento no Brasil, onde se unirão a Y&R, que é a líder em compra de mídia no País, atualmente liderada pelo CEO David Laloum, e a VML, presente no mercado nacional desde 2011 e comandada por Fernando Taralli. No Brasil, as duas agências integram o Grupo Newcomm, do CEO Marcos Quintela.

O principal objetivo da fusão articulada por Mark Read, novo CEO do Grupo WPP, é oferecer um serviço mais integrado, digital e criativo, além de diminuir a quantidade de marcas do portfolio da holding, o que se desdobrará em outras fusões.

No comunicado oficial, o WPP elogia a VML como “uma das agências mais voltadas para o futuro no mercado atual, combinando criatividade premiada com profundo conhecimento em marketing digital”. Em 2018, a VML está listada entre as dez agências mais criativas do mundo do A-List, do Ad Age, pelo terceiro ano consecutivo. Leia mais em meio e mensagem 26/09/2018 



25 setembro 2018

Empresa de educação Arco precifica IPO nos EUA a US$17,50 por ação, diz fonte

A empresa brasileira de sistemas de aprendizagem Arco precificou nesta terça-feira sua oferta inicial de ações na Nasdaq por 17,50 dólares por ação, informou uma pessoa com conhecimento do assunto à Reuters.

A empresa, que só emitiu novas ações, captou cerca de 220 milhões de dólares, segundo a fonte.
(Reportagem de Carolina Mandl) Reuters Leia mais em ultimoinstante 25/09/2018

25 setembro 2018