02 agosto 2018

JHSF e XP ajustam preço de venda de fatia de shoppings para R$ 641,5 milhões

A JHSF Participações e a JHSF Malls fecharam com a BTG Pactual Serviços Financeiros e a XP Gestão de Recursos, gestora do XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário – FII aditivo ao Memorando de Intenções, de 2 de maio, com novo preço. O valor de aquisição pela XP Malls de participações minoritárias em ativos da JHSF Malls é de R$ 641,5 milhões, não mais sujeito a ajustes.

Em comunicado, a JHSF informa que foram superadas determinadas condições precedentes da transação, agora vinculante e não mais sujeita a cláusulas de natureza de “Alteração Material de Condições de Mercado e de MarketFlex”. Assim, dentre as condições superadas estão o não exercício por parte dos demais condôminos do direito de preferência; a conclusão da diligência financeira e operacional; e a definição dos termos da participação do XP Malls nas expansões futuras dos ativos.

As empresas também comunicam nova oferta de cotas para captação de recursos para a conclusão da transação, via Instrução 476, no volume de até R$ 450 milhões, tendo a XP investimentos como coordenador líder, em regime de garantia firme para R$ 50 milhões e melhores esforços de colocação para o restante.

Nessa oferta, a JHSF Malls manifestou interesse em integralizar volume adicional ao da garantia firme da de R$ 150 milhões. Além disso, será realizada securitização de recebíveis oriundos da transação, de até R$ 300 milhões. Leia mais em istoedinheiro 02/08/2018

02 agosto 2018



Companhias têm retorno acima do juro pela 1ª vez desde 2011

Pela primeira vez desde 2011, as empresas de capital aberto brasileiras tiveram, na média, no primeiro trimestre, retorno sobre o patrimônio acima da taxa básica de juros.

 Isso significa que os negócios dessas empresas, no período de 12 meses até março,  renderam mais do que a aplicação de renda fixa de menor risco do país.

A informação consta de estudo do Centro de Estudos de Mercados de Capitais (Cemec), repassado com exclusividade ao Valor. .. Leia mais em valoreconomico 02/08/2018



iFood compra plataforma de delivery de alimentos Pedidos Já

O aplicativo de pedidos de comida iFood anuncia, ainda nesta quinta-feira, a aquisição, no Brasil, da plataforma concorrente Pedidos Já. Ao mesmo tempo em que comprou o negócio br (...) Leia mais em estadao 02/08/2018



01 agosto 2018

Advent Conclui Compra De 80% Do Walmart Brasil

O fundo norte-americano Advent International concluiu nesta quarta-feira, 1º, a compra de 80% dos negócios da rede de hipermercados Walmart no Brasil. Os 20% restantes das ações ficam com o Grupo Walmart Global, por meio da empresa WMT Brasília.

Além das lojas do Walmart, a operação abrange as empresas Veraneio, WMS Brasil, Bompreço Supermercados e Bompreço Bahia.

A operação entre as duas empresas foi aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em junho.. Leia mais em  Meio & Negócio 01/08/2018

01 agosto 2018



Toppan Leefung adquire negócios de mercados financeiros e compliance da Merrill Communication

Grupo gráfico líder mundial de mercado adquire concorrente para divisão de impressão financeira e comunicações a fim de combinar recursos e proporcionar escolha aos clientes, através da mais completa suíte de opções de serviços do setor

A Toppan Leefung Pte. Ltd., parte do grupo gráfico líder mundial de mercado e empresa controladora da Toppan Vintage, anunciou hoje a aquisição estratégica dos negócios de transação e compliance da Merrill Communication (aqui referidos como Mercados Financeiros e Compliance).

A Merrill é líder mundial em fornecimento de soluções de software colaborativo e serviços completos de SaaS para empresas e seus consultores, incluindo a Merrill Bridge™, líder do setor em soluções de SaaS para XBRL e documentos regulamentares, composição, documentos eletrônicos, gestão de projetos e distribuição de documentos regulamentares e de transação urgentes. As transações de mercados financeiros e negócios de compliance regulamentar da Merrill farão parte da operação global de impressão financeira, comunicações e tecnologia da Toppan Vintage.

A aquisição inclui muitos dos escritórios da Merrill na América do Norte, EMEA, Índia e APAC. A entidade combinada planeja utilizar sua ampla expertise global para se focar no fornecimento de serviços acionados por tecnologia e uma experiência de qualidade do cliente, através de soluções personalizadas de software e serviços completos de SaaS.

“Nos últimos anos, desenvolvemos agressivamente as ofertas de impressão financeira e comunicações globais da Toppan Vintage e essa aquisição irá apoiar nosso objetivo de nos tornarmos a melhor provedora de soluções do setor para nossos clientes”, disse o presidente-executivo da Toppan Leefung Pte. Ltd., Yeo Chee Tong. “Nossos recursos combinados irão criar uma nova potência global para fornecer aos clientes uma escolha abrangente para suas necessidades de comunicações financeiras globais, com a mais completa suíte de SaaS e serviços tradicionais. Nossa visão e nosso compromisso de ser a protagonista proeminente em nosso setor irão propulsionar a inovação contínua de tecnologia, processos, produtos e serviços”.

Os profundos relacionamentos da Merrill no setor, combinados com sua ampla experiência de trabalho com mercados financeiros e compliance, irão expandir os avançados recursos tecnológicos e a expertise em atendimento ao cliente da empresa, estabelecendo ainda mais a estabilidade corporativa e capacidade de permanência no setor.

Essa aquisição aproveita a estratégia de crescimento em andamento da Toppan Vintage. Em março de 2017, a Toppan Vintage adquiriu a Vintage, ex-divisão da PR Newswire e provedora de compliance regulamentar em mercados financeiros, serviços corporativos e serviços institucionais e de fundos. A aquisição da Vintage fortaleceu a expansão da presença global da empresa e a base de clientes de compliance.

A organização conjunta irá, enfim, ser conhecida como Toppan Merrill, refletindo a recém-formada escala e ofertas aperfeiçoadas da organização. A empresa planeja revelar a mudança do nome corporativo nos próximos meses.... Leia mais em exame 01/08/2018



Eleição no Brasil é imprevisível e fragmentada, diz Fitch

A Fitch afirma que o ambiente político no Brasil é “desafiador”, em meio a uma corrida eleitoral “imprevisível e fragmentada”. Segundo ela, não está claro quem pode chegar ao provável segundo turno e há incerteza sobre o ritmo, o escopo e a “qualidade” dos ajustes da política após a disputa nas urnas.

Outra incerteza citada pela agência se relaciona à base no Congresso do vencedor, fator que será importante para garantir a governabilidade e o avanço nas reformas “necessárias para melhorar a perspectiva para as finanças públicas e o crescimento”.

Na avaliação da agência, o déficit fiscal do Brasil segue grande e deve recuar apenas gradualmente, o que aumenta a vulnerabilidade a choques. Segundo ela, o déficit fiscal do governo deve seguir elevado, em cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2018, bem pior que a mediana de 3% dos países com rating BB. Há pouco, a Fitch reafirmou o rating do Brasil em BB-, com perspectiva estável.

A dívida do governo deve atingir 77,5% do PIB em 2018 e continuará a avançar em 2019 e 2020, diz a agência. A consolidação fiscal no médio prazo dependerá do sucesso do próximo governo para combater os desafios fiscais, argumenta a agência. A Fitch cita ainda a inflação “moderada” e os déficits em conta corrente “baixos”. Estadao Leia mais em istoedinheiro 01/08/2018





Apple se aproxima de US$1 trilhão em valor de mercado após previsão otimista sobre demanda futura

Companhia projeta receita de US$ 60 bilhões a US$ 62 bilhões para o seu quarto trimestre fiscal

A ações da Apple atingiram nesta quarta-feira a marca de 200 dólares pela primeira vez, levando o valor de mercado da empresa a se aproximar de 1 trilhão de dólares, após a companhia projetar um forte aumento das vendas no atual trimestre, enquanto analistas disseram que o lançamento em setembro de novos iPhones deve abrir caminho para um crescimento sustentável.

Os papéis da empresa chegaram a subir 5,7 por cento, para uma máxima de 201,32 dólares no início do pregão, aproximando-se do nível de 206,49 dólares que dará à companhia um valor de mercado de 1 trilhão de dólares. Considerando os ganhos desta quarta-feira, a Apple acumula alta de 17,5 por cento este ano.

A companhia projeta receita de 60 bilhões a 62 bilhões de dólares para o seu quarto trimestre fiscal, superando os 59,6 bilhões de dólares previstos por analistas, de acordo com dados da Thomson Reuters I/B/E/S.

A fabricante do iPhone normalmente lança novos modelos do aparelho em setembro, o que inclui alguns dias de vendas no atual quarto trimestre fiscal.

Em setembro deste ano, a Apple deve lançar modelos com tela cheia como o iPhone-X junto com outras atualizações.

"Acreditamos que a Apple deve lançar três novos iPhones em setembro, com possíveis preços mais baixos e maior segmentação, o que poderia levar a um crescimento unitário em 2019", escreveram analistas da Canaccord Genuity em nota a clientes.

Pelo menos quatro corretoras elevaram o preço-alvo da ação. A Independent Research continua sendo a mais otimista, ao elevar o preço-alvo em 6 dólares, para 226 dólares.

O caro iPhone X da Apple impulsionou as margens do terceiro trimestre e gerou otimismo de que o novo modelo com características premium e preço mais alto que os demais eleve ainda mais as margens, segundo analistas.

"Acreditamos que a lição que a gerência da Apple aprendeu com o iPhone X é que quando você vende um smartphone por mais de 1 mil dólares você pode vender menos unidades e ainda colher os benefícios financeiros", disse Tom Forte, analista da DA Davidson.

A Apple vendeu 41,3 milhões de iPhones no terceiro trimestre fiscal, 500 mil a mais que o esperado. Mas o preço médio de venda do iPhone superou a expectativa em 30 dólares, atingindo 724 dólares.

Analistas do Morgan Stanley elevaram suas estimativas de embarques do iPhone no quarto trimestre em 3 por cento, para 48,3 milhões e aumentaram o preço médio de venda para 720 dólares.

Os outros produtos da empresa também se saíram bem no terceiro trimestre, incluindo sua loja de aplicativos e de música. Os analistas também esperam que a empresa revele em breve um serviço de vídeo, que pode afetar os principais serviços de streaming, como o Netflix e o Prime da Amazon.com .(Por Vibhuti Sharma e Jasmine I S em Bengaluru) Reuters Leia mais em dci 01/08/2018



DocuSign anuncia aquisição de empresa por US$220 milhões

Como parte da sua visão para modernizar os ‘Systems of Agreements’ (SofA) das empresas, a DocuSign anunciou ontem o acordo definitivo de aquisição da SpringCM, empresa líder em software de geração de documentos baseados em nuvem e gerenciamento do ciclo de vida de contratos, com sede em Chicago.

Com o complemento dos recursos oferecidos pela SpringCM na geração de documentos, redlining, gerenciamento avançado de documentos e fluxo de contratação ponta a ponta, o acordo acelera ainda mais o movimento de ampliação da solução da DocuSign para além das assinaturas eletrônicas, contemplando todo o processo de contratação – desde a preparação e a assinatura até a execução e a gestão.

“A DocuSign foi pioneira na categoria de assinatura eletrônica e construiu um forte negócio SaaS (Software as a Service) em torno dessa capacidade. Também começamos a oferecer soluções que conectam e automatizam todo o ciclo de vida do contrato”, afirma Dan Springer, CEO da DocuSign. “Atuamos dessa maneira com a SpringCM como parceira para centenas de clientes corporativos e temos vários clientes da DocuSign nos pedindo para fornecer esses recursos nativamente, como parte de nossa plataforma. Por isso acreditamos que esse anúncio faz muito sentido”.

“A SpringCM compartilha a paixão da DocuSign em transformar e automatizar o cerne do que é fazer negócios – todo o processo de um contrato”, comenta Dan Dal Degan, CEO da SpringCM. “É nisso em que nos focamos desde o princípio e é por isso que melhoramos o processo de gestão do ciclo de vida de contratos em mais de 600 das maiores empresas do mundo, incluindo ADP, Aetna, Facebook, Hilton, Lenovo, Spotify e até o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. Ao unir forças com a líder do mercado, podemos continuar simplificando e acelerando o processo de fazer negócio e estimulando a inovação, tanto antes quanto depois dos acordos serem assinados usando a DocuSign”.

Sob os termos do acordo, a DocuSign vai adquirir a SpringCM por aproximadamente US$220 milhões em dinheiro. Sujeita às condições habituais de fechamento de contrato, incluindo aprovação regulatória americana, a aquisição deve ser concluída no terceiro trimestre do ano fiscal da DocuSign. Leia mais em startupi 01/08/2018



Cai investimento de múltis americanas no Brasil

Isso se deve à nova política tributária do governo Trump e às incerteza do cenário eleitoral. Fluxo de investimento, segundo o BC, caiu ao menor patamar em quase duas décadas

A nova política tributária do governo de Donald Trump, somada ao cenário eleitoral incerto no Brasil, tem levado multinacionais americanas a investirem menos no mercado brasileiro.

Dados do Banco Central mostram que o fluxo de investimentos dos EUA para o País caiu ao menor patamar em quase duas décadas.

A participação das companhias americanas no total de recursos aplicados no Brasil passou de 15,7% no ano passado para 6,6% no primeiro semestre. Essa fatia já foi de 30% em 2005.

No fim do ano passado, a maior economia do mundo reduziu o Imposto de Renda (IR) das empresas de 35% para 21%. No Brasil, a alíquota se mantém em 34% - a mais alta entre os países do G-20 e do Brics. A média global é de 22,96%, segundo a consultoria EY.

Um estudo da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad) avalia que as mudanças nos EUA podem fazer com que empresas americanas repatriem até US$ 1,9 trilhão que estão em outros países.

As multinacionais americanas sempre lideraram com folga o ranking dos maiores investidores na economia brasileira. Segundo o BC, 22% de todo o estoque de empreendimentos e projetos internacionais no Brasil têm origem nos EUA.

São mais de US$ 100 bilhões alocados na economia brasileira, sendo US$ 38 bilhões no setor financeiro, US$ 16 bilhões na indústria de transformação e US$ 5,2 bilhões no comércio de veículos.

No primeiro semestre deste ano, no entanto, quem liderou o ranking de investimentos foi a Holanda, com o dobro de recursos trazidos pelas empresas americanas, que entre janeiro e junho aportaram US$ 1,9 bilhão no Brasil.

"A reforma tributária levou a uma revisão completa das estratégias globais de empresas americanas. O Brasil também é vítima dessa mudança", diz a presidente executiva da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), Deborah Vieitas.

Além da redução da alíquota de Imposto de Renda, a nova legislação americana também permite que as multinacionais repatriem recursos sem ter de pagar impostos adicionais.

Antes da reforma de Trump, uma companhia americana que estava no Brasil pagava 35% de imposto para levar seu lucro de volta para os EUA, o que fazia com que ela acabasse deixando o dinheiro aqui e reinvestisse no País.

Agora, a mesma empresa tem isenção para repatriar os dividendos. "Com esse benefício, ela pode levar o dinheiro de volta e investir em outros países", diz o advogado Christiano Chagas, do escritório Demarest.

Apesar de reconhecer a influência dessas mudanças sobre o fluxo de investimento direto, a presidente da Amcham afirma que as incertezas domésticas também pesaram.

"Empresas estão muito cautelosas pelo cenário eleitoral, há preocupação com as reformas e tivemos redução grande das concessões e privatizações", diz Deborah.

Pesquisa da Amcham perguntou a 130 empresários as razões para a recente queda do investimento direto no Brasil. Entre os ouvidos, 62% mencionaram a incerteza das eleições e um grupo menor, de 34%, mencionou as novas regras tributárias nos EUA.

A redução na alíquota do imposto por Trump, no entanto, tem levado a uma mudança global do fluxo de investimentos. Um estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostra que o fluxo de investimento direto pelo mundo caiu 44% no primeiro trimestre de 2018 na comparação com o mesmo período do ano passado. A entidade atribui a queda à mudança dos investimentos de empresas americanas.

Dados da OCDE mostram que o fluxo de investimento direto das multinacionais americanas foi negativo em US$ 145 bilhões no primeiro trimestre.

Isso quer dizer que essas companhias levaram de volta à sede recursos que estavam em filiais pelo mundo. O fenômeno do fluxo negativo não era visto desde o fim de 2005.

O risco, alertam economistas da entidade, é que a reforma tributária resulte em redução estrutural dos investimentos nas filiais das multinacionais dos EUA. Por Estadão Leia mais em gsnoticias 01/08/2018




Third Point vende participação no Facebook após “resultados decepcionantes”

O Third Point vendeu sua participação de 4 milhões de ações no Facebook , disse o fundador bilionário do hedge fund nesta quarta-feira, após resultados decepcionantes da gigante das redes sociais.

"Sim, foi um trimestre muito decepcionante e saímos da empresa", disse Daniel Loeb, do Third Point, referindo-se ao Facebook, em teleconferência após os resultados da Third Point  Reinsurance .

As ações do Facebook caíram cerca de 19 por cento na quinta-feira passada, o que fez a empresa perder 119 bilhões de dólares do valor de mercado, após alertar que as margens de lucro serão afetadas pelo aumento dos custos de privacidade do usuário e pela desaceleração do crescimento da receita. (Por Arjun Panchadar) Reuters Leia mais em ultimoinstante 01/08/2018



Cade aprova aquisição da Rapiddo pelo iFood

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pelo iFood da empresa brasileira Rapiddo de entrega de pedidos, por entender que a operação não gera mudança no mercado concorrencial, já que as duas empresas atualmente pertencem ao mesmo grupo.

A iFood, que atua no mercado brasileiro de pedidos de comida por meio de uma plataforma online, é controlada pela Movile Internet Movel, empresa do grupo Naspers, e tem como acionista minoritário a britânica Just Eat. A Movile também detém 72,6 por cento da Rapiddo Agência de Serviços de Entregas Rápidas.

“Operação não possui o condão de acarretar efeitos competitivos no mercado, uma vez que Rapiddo e iFood continuarão a ser controladas pela Movile, não havendo qualquer relação horizontal ou vertical entre Rapiddo e iFood ou Just Eat que não seja preexistente à operação”, disse a superintendência-geral do Cade em parecer que recomendou a aprovação da operação. Fonte: Agência Reuters Leia mais em startupi 01/08/2018



L’Oréal compra empresa alemã de cosméticos veganos

A multinacional francesa L'Oréal assinou acordo para adquirir a empresa de cosméticos veganos Logocos Naturkosmetik, sediada na Alemanha. Os termos financeiros da transação não foram divulgados. Espera-se que a transação seja concluída em alguns meses após as aprovações dos órgãos de concorrência.

Com produtos distribuídos na Europa, a companhia reportou vendas líquidas de 59 milhões de euros em 2017. A L'Oréal tem objetivo de expandir a distribuição da marca em outros países. .. Leia mais em valoreconomico 01/08/2018