18 fevereiro 2019

Citi vê mais anúncios de fusões e aquisições a partir do segundo semestre

Uma das áreas que o Citi espera movimentar é a focada em empresas públicas, aproveitando a onda de privatizações aguardada durante o governo de Bolsonaro

O responsável pela área de banco de investimento do Citi Brasil, Eduardo Miras, espera que o mercado de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) fique mais aquecido no segundo semestre deste ano. Esse segmento, de acordo com o executivo, foi impactado no ano passado pelas eleições no País.

"Depois das eleições, as conversas em torno de transações de M&A foram retomadas. A perspectiva é de mais anúncios de operações a partir do segundo semestre deste ano", disse Miras, acrescentando que esse deve ser um movimento contínuo.

Uma das áreas que o Citi espera movimentar é a focada em empresas públicas, aproveitando a onda de privatizações aguardada durante o governo de Jair Bolsonaro.  O setor já existia, mas deve ter mais negócios, conforme a expectativa do banco.

Estrangeiros na bolsa
O investimento dos estrangeiros na B3 pode ser neste primeiro quadrimestre de 2019 pelo menos o dobro dos US$ 10 bilhões que registrou no mesmo período de 2018, estima o responsável pela área de equities no negócio de mercado de capitais do Citi, Marcelo Millen. O executivo prevê ainda que a partir de meados de fevereiro empresas vão começar a preparar ofertas de ações na bolsa, sejam aberturas de capital ou ofertas subsequentes (follow on).

Millen destaca que, por conta das incertezas com as eleições e o pós-eleições, muitas empresas preferiram aguardar para preparar novas ofertas. Por isso, neste começo de ano não houve ainda novas operações, que deveriam estar começando a ser preparadas em outubro/novembro de 2018 para vir a mercado agora.

O mesmo vale para o investimento estrangeiro na B3, que foi tímido até agora por conta das incertezas sobre o avanço da agenda do novo governo, mas deve voltar à medida que Bolsonaro avance com as reformas.

Com o governo apresentando a reforma da Previdência e outras incertezas com o programa de governo de Jair Bolsonaro se reduzindo, Millen avalia que as empresas vão tirar os projetos de emissões da gaveta. Segundo ele, há apetite alto dos investidores por novos ativos na bolsa.

Mercado de dívida
O mercado de dívida registra ampla liquidez neste momento, o que contribui para alongamento dos prazos e queda de custos, disse o responsável por emissões de dívidas do Citi, Eduardo Freitas. "Primeira vez que vejo liquidez tão grande em todos os mercados", comentou em encontro com jornalistas em São Paulo. "Apesar da expectativa com as reformas, nunca houve tanta liquidez no mercado", reiterou.

No mercado externo, Freitas destacou que os prêmios praticados nas colocações de bônus estão bem reduzidos ou bastante atrativos.Freitas considera que a atividade no segmento de tomada de crédito via mercado e empréstimo sindicalizado está aquecida. S

egundo ele, até fevereiro estão sendo fechadas nove operações, sendo quatro de empréstimos sindicalizados, um de liability management e o restante em debêntures... Leia mais em dci 18/02/2019



18 fevereiro 2019



Dona da rede Centauro retoma planos de IPO

Companhia pediu registro de companhia aberta e  autorização para realizar uma oferta inicial de ações

O Grupo SBF, dono da rede de lojas de produtos esportivos Centauro, retomou os planos de abertura de capital com listagem de ações na bolsa paulista.

Segundo dados disponibilizados no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta segunda-feira, a companhia pediu registro de companhia aberta e autorização para realizar uma oferta inicial de ações, em operação que será coordenada por Bradesco BBI, Itaú BBA, BTG Pactual, Goldman Sachs, BB Investimentos e Credit Suisse.

No prospecto preliminar, Grupo SBF diz que usará os recursos da oferta de ações para abertura de novas lojas e reformas, bem como para reforçar capital de giro, amortizar dívida e investimentos.

A companhia, tendo como sócia a Naomi Participações, do grupo GP Investments, havia submetido em novembro de 2017 um pedido para IPO, mas o pedido foi indeferido pela CVM em junho passado, porque a SBF não atendeu exigências da autarquia. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em epocanegocios 18/02/2019




Big techs’ tendem a desordenar o sistema bancário, diz conselho

Os gigantes da tecnologia estão avançando inexoravelmente para os negócios financeiros, e podem desordenar rapidamente o setor bancário, de acordo com o Conselho de Estabilidade Financeira (FSB, na sigla em inglês).

Em seu mais detalhado relatório sobre o impacto do que designa como "Big Tech", a organização afirmou que o desordenamento poderia introduzir novos riscos no sistema ao compelir os bancos a relaxar seus padrões de empréstimo e assumir riscos maiores.

O FSB —formado pelos bancos centrais e autoridades regulatórias das finanças dos países do G20— disse que companhias como o Alibaba Group, Apple, Amazon e Tencent Holdings poderiam explorar a imensa quantidade de dados de que dispõem e suas grandes bases de clientes para expandir rapidamente suas operações de pagamentos e gestão de patrimônio.

A ameaça competitiva aos bancos é agravada por essas empresas, muito bem capitalizadas, já estarem na vanguarda de tecnologias —inteligência artificial e aprendizado por máquina— que as companhias financeiras estão só começando a desenvolver.

Como indicador da escala do desafio, na quinta-feira (14) a Ant Financial, gigante chinesa dos serviços financeiros controlada pelo bilionário Jack Ma, anunciou a aquisição da WorldFirst, uma empresa de pagamentos sediada em Londres, em sua primeira grande incursão ao Reino Unido.

Nascida de um sistema de pagamentos online criado para a plataforma de comércio eletrônico do Alibaba, a Ant Financial se tornou um gigante financeiro quase sem paralelo: seu valor de mercado, estimado em US$ 150 bilhões (R$ 566 bilhões), apequena o de bancos como o Goldman Sachs e o Morgan Stanley. A empresa, inicialmente conhecida como Alipay, e suas afiliadas têm um bilhão de usuários em todo planeta, de acordo com os números de fevereiro.

Embora a concorrência intensificada possa tornar os serviços financeiros mais eficientes para os consumidores, o FSB instou as autoridades regulatórias a manterem a vigilância quanto aos riscos que isso representa para instituições tradicionais de empréstimos, administradores de ativos e seguradoras, e disse que continuaria a avaliar as vulnerabilidades do sistema financeiro.

O relatório reflete as posições dos grandes lobbies financeiros, que apelaram às autoridades regulatórias, especialmente as de Bruxelas, para que garantam que as empresas de tecnologia enfrentem as mesmas restrições aplicadas às companhias financeiras.

Um grupo de executivos liderado por Paul Achleitner, presidente do conselho do Deutsche Bank, e Denis Duverne, presidente do conselho da seguradora Axa, afirmou no ano passado que bancos tradicionais estão em desvantagem porque a regulamentação os força a fornecer dados sobre seus clientes às empresas de tecnologia. Fonte:Folha de S.Paulo .. Leia mais em portal.newsnet 15/02/2019



Valuation excessivo? Lucros das empresas na Europa não explicam alta desde 2009, diz GS

Em relatório divulgado a seus clientes, o Goldman Sachs levanta a seguinte questão: o quanto a valorização desde março de 2009 foi provocado pelos lucros e quanto foi pela expansão das projeções de P/L (Preço sobre Lucro) em todo o mundo?

Conforme a equipe de análise, nos EUA, é praticamente meio a meio: a expansão do valuation contribuiu com aproximadamente 46% da variação positiva no preço desde a crise financeira de 2008, alta esta, justificada pelo Goldman Sachs, pela “extensão de anos de taxas descendentes de juro e ao QE (Quantitative Easing)”.

Enquanto os lucros das empresas contibuiram por quase metade da valorização superior a 300% do S&P 500 desde então, somente a componente de valuation provocou valorização de 111% nas ações da Europa, levantando a constatação de que as empresas europeias, em grande parte, não tiveram crescimento nos lucros nos últimos 10 anos.

Após a constatação de congelamento nos lucros das europeias, o banco diz ser situação única. “Isso é ímpar, porque durante um bull market normal, e a última década tem sido isso, a expansão do P/L normalmente gerava 25% dos retornos de mercado”.

Sem valuation, sem P/L, com emergentes

Em conclusão, o banco acredita que a expansão do valuation não deverá ser importante driver de retornos daqui em diante. “Ao mesmo tempo, nossas projeções de lucros se mantêm baixas em todas as regiões, tendo inclusive caído, particularmente nos EUA”, terminam os analistas. Valter Outeiro da Silveira - Leia mais em moneytimes 17/02/2019 



Apple compra Startup de voz especializada em Inteligencia Artificial

A Apple poderia estar adquirindo o PullString para ajudar a acelerar o crescimento de aplicativos e recursos baseados em Siri,

Muito tem se falado quanto a tecnologia de Inteligência Artificial, recentemente o Presidente Trump lançou uma iniciativa de apoio a investimentos em IA.

A Apple adquiriu uma Startup de Inteligência Artificial, em São Francisco chamada PullString.

De acordo com um relatório da Axios, a empresa é especializada em ajudar fábricas de softwares a criar aplicativos de voz de conversação.

A Pullstring foi fundada em 2011 por ex-funcionários da Pixar – seu CEO, Oren Jacob, foi ex-diretor de tecnologia da Pixar.

Até agora, a PullString era mais conhecida na indústria de tecnologia como o backbone de software, atuando por trás de sistemas de voz para brinquedos conhecidos, por exemplo a boneca Hello Barbie de Mattell .

Não está claro qual será o retorno que a Apple terá com este investimento, que vale menos de US$ 100 milhões, mas, bem acima dos US$ 44 milhões em fundos de capital de risco que a PullString acumulou até agora.

Entretanto, além dos brinquedos, a PullString também atua com seu lado corportativo, ajudando as empresas a desenvolver habilidades e aplicativos para a plataforma Alexa da Amazon e o Assistente do Google.

Nesse sentido, a Apple poderia estar adquirindo o PullString para ajudar a acelerar o crescimento de aplicativos e recursos baseados em Siri,

Atualmente estes recursos são extremamente insuficientes em comparação com as dezenas de milhares de integrações, habilidades e ações que a Amazon e o Google oferecem. The Verge
Por Rodrigo Santana - Leia mais em dicaappdodia 17/02/2019



Laboratórios atraem investimentos

O mercado de medicina diagnóstica, que movimenta R$ 35 bilhões e ainda é bastante pulverizado, está aquecido.

Nos últimos seis meses, as gestoras de fundos de private equity Vinci e L Catterton entraram nesse setor e importantes laboratórios como Fleury, Dasa, Sabin e Ghelfond vêm promovendo aquisições. .. Leia mais em valoreconomico 18/02/2019



17 fevereiro 2019

Berkshire negocia compra de fatia do IRB em oferta de ações

A Berkshire Hathaway, empresa de investimentos do megainvestidor americano Warren Buffett, pode ficar com uma fatia relevante das ações do IRB Brasil Re colocadas à venda pela Caixa, segundo apurou o Valor. .. Leia mais em valoreconomico 17/02/2019

17 fevereiro 2019



Fundo dispõe de R$ 240 milhões para investir no Nordeste

R$ 240 milhões para investir em empresas nordestinas, valor que pode se multiplicar no futuro. Com esse aporte financeiro, a plataforma independente de investimentos Vinci Partners (com aproximadamente R$ 23 bilhões sob gestão de investidores brasileiros e estrangeiros) criou o Nordeste III Fundo de Investimentos em Participações e vem se transformando em um parceiro de empreendedores com DNA regional. Desde junho de 2017, já são três sociedades que têm Pernambuco como base, entre elas a Diagmax e o Mundo do Cabeleireiro. Um novo negócio está no gatilho para ser anunciado ainda neste mês de fevereiro. Uma estratégia que orgulha os membros da Vinci em afirmar que é o grupo que mais investiu no Nordeste nos últimos 15 anos - juntando com o período no qual trabalharam no BTG Pactual com atuação também regional -, como destaca José Luis (Pepe) Pano, responsável pelo Fundo Nordeste. O grupo vem pinçando médias empresas com potencial, tornando-se sócio e acelerando o crescimento do negócio. Segundo ele, não apenas injeta dinheiro, mas emprega conhecimento para potencializar as qualidades do negócio e implementar modelos de gestão com eficiência comprovada. “Nossos investimentos são de cerca de R$ 25 milhões a R$ 40 milhões em cada empresa e a fatia da participação na sociedade são de 25% a 45%. A ideia é ser minoritário, mas ter algum poder decisório nos caminhos do negócio, deixando os fundadores à frente da empresa”, explica Pepe.

ENTREVISTA
Como é a atuação da Vinci, através de seus fundos de investimentos, no Nordeste?
A gente tem duas estratégias. Um de investimentos maiores: de R$ 300 milhões, R$ 400 milhões. Outra de investimento menores: de R$ 30 milhões a R$ 60 milhões por empresa. Dentro dessa estratégia, temos o Fundo do Nordeste III, com R$ 240 milhões para investir na região. Esse dinheiro vem do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento), Banco do Nordeste, algumas fundações e da própria Vinci. Além de gestores desse fundo, somos investidores. Esse fundo foca em empresas de médio porte no Nordeste, que tenha potencial de crescimento elevado, onde a gente bote o dinheiro e ajude na gestão, e consiga realmente dar uma mudança de patamar financeiro e também no ponto de vista de gestão. Importante: nós sempre somos (acionistas) minoritários. Não é que a gente chega e compra a empresa. A Diagmax, por exemplo, estava crescendo e entramos como sócios. Os fundadores continuam tocando a gestão e a gente ajudando.

Hoje, o Fundo Nordeste tem três empresas em sua carteira. Há novas parcerias a serem gestadas?
O nosso Fundo do Nordeste III já tem três investimentos: Diagmax, Mundo do Cabeleireiro e a ENC Nordeste, que é uma empresa de geração distribuída de energia através de biogás de aterro na região. Agora, estamos concluindo um quarto negócio, que ainda não é público, mas deve estar concluído até o fim deste mês de fevereiro. É um negócio de alimentação, restaurante, fast food, que tem sede em Pernambuco e forte concentração aqui. Mas é uma história parecida à do Mundo do Cabeleireiro. Já tem algumas operações fora de Pernambuco, mas a ideia é focar o crescimento em outros estados, como São Paulo, Brasília, além do Nordeste.

Ainda há mais capacidade de negócios, ou seja, de recursos dos R$ 240 milhões iniciais do fundo para continuar esses investimentos?
Com esse quarto negócio, atingimos cerca de metade do investimento que pretendemos inicialmente para esse fundo. Ainda queremos fazer mais dois ou três investimentos neste ano. Já estamos em negociação avançada com uma empresa de resíduos sólidos. É uma boa oportunidade nessa cadeia de meio ambiente. É uma empresa pernambucana, mas que visualizamos um crescimento fora daqui.

E as demais negociações?
Estamos com duas negociações avançadas na Bahia. Uma bastante interessante de fibra ótica. Estamos apostando muito na consolidação de provedores de internet de pequeno e médio porte. Somente lá, tem 450 provedores. Tem cidade no interior que tem 1.500 assinantes. As grandes operadoras não chegam de forma eficiente: 80% dessas operadoras a comunicação é por cabo. Então queremos investir nesse segmento para consolidá-lo e fazer um player regional grande utilizando fibra ótica. Também estamos olhando para a área de saúde, que é um mundo no qual gostamos bastante, e observamos clínicas de reabilitação de longa permanência. Algo que, no Nordeste, evoluiu-se pouco. É para um paciente que está no hospital, mas não tem sentido continuar lá, porque é caro, mas também não tem condições de ir para casa. No mundo inteiro isso existe. Em São Paulo, já estamos vendo alguns players. Mas no Nordeste está bem no início.

Então, vocês vão pegar o negócio praticamente do zero?
Esse é o grande desafio. Estamos em negociações com dois ou três empreendedores, mas que são muito pequenos ainda para virarmos sócios. Então estamos vendo gente que tem uma clínica e poderíamos formatar para duas ou três. Não encontramos pessoas com essas características em Pernambuco, mas o crescimento se passa por investir em unidades aqui até pelo polo médico local. Então, o trabalho que fazemos é procurar modelos inovadores e empreendedores, como brincamos, como Steve Jobs e Jeff Bezos, mas quando ainda eram pequenos, para nos associarmos e crescermos juntos.

O Mundo do Cabeleireiro se encaixou nesse perfil de crescimento?
A estratégia do Mundo do Cabeleireiro foi crescer em Pernambuco ainda quatro ou cinco lojas. Mas basicamente vimos a oportunidade de crescer em shoppings em São Paulo. Então, hoje temos 14 lojas lá. Um crescimento que serve de exemplo para o que a gente gosta de fazer. Em dezembro de 2017, quando a gente virou sócio, o Mundo tinha 20 lojas e fechou, janeiro de 2019, com 34. Em um ano, foi um crescimento de quase 75%. É lógico que há muito desafios pela frente, mas era um negócio que estava preparado para dar um salto. Essa é uma das nossas teses. Pegar um modelo de negócio saudável, que gera margem, mas que tem capital de giro para ir crescendo aos poucos. Aí entramos para dar uma acelerada nisso.

Qual o perfil de negócios que interessa ao Fundo Nordeste III?
Sempre dizemos que nossos três focos são varejo, saúde e serviços especializados. Em cada um dos segmentos, temos especialistas nesse setor e em Nordeste para nos ajudar a desenvolver o negócio. A gente nunca pega um negócio muito pequenininho. É um desafio, como a clínica de reabilitação que comentamos. Nem um negócio muito grande, porque aí nossa participação fica muito pequena, o crescimento já não representa muito. Então, nossa ideia é colocar dinheiro em empresas de médio porte. Um empreendedor que tenha duas ou três lojas, é muito pequeno. Outro que possua 100, muito grande. Mas tem todo espaço aqui no meio que nos interessa para se associar.

O porquê desse foco no Nordeste?
A Vinci historicamente é ligada ao Nordeste. Nós éramos do Banco Pactual. Saímos, em 2009, e formamos a Vinci. E esse mesmo time, na época do Pactual, já investia muito no Nordeste. Nós fomos sócios da Cemar (Companhia de Energia do Maranhão), da Fanor (Faculdades do Nordeste), que foi comprada depois pelo DeVry, somos sócios da varejista na Bahia Le Biscuit, e agora da Diagmax e Mundo do Cabeleireiro. Então, conhecemos muito o Nordeste. O primeiro fundo especializado para a região foi o Nordeste Empreendedor, do Pactual, há 15 anos. Fomos pioneiros e pouca gente investe aqui. Conseguimos resultados de grande sucesso.

O polo tecnológico de Pernambuco é uma referência no país. Há algo nesse segmento no radar da Vinci?
A gente olhou com investidores algumas oportunidade e quase fechou um negócio interessante, mas desistimos. Iríamos trazer uma empresa de São Paulo de serviços de aplicação de tecnologia para o Porto Digital. Agora, teremos uma reunião com um pessoal de big date, mas para fechar negócio a condição é que se mudem para o Porto Digital. Por: Kauê Diniz ..Leia mais em diariodepernambuco 17/02/2019



Grupo Cosan negocia compra de parte da Previ na mineradora Vale, aponta coluna

Antes do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho, Minas Gerais, estava acontecendo uma transação importante no quadro de acionistas da companhia, de acordo com informações do colunista Lauro Jardim.

Segundo o jornalista, desde o mês de outubro de 2018, o empresário Rubens Ometto, dono da Cosan, grupo privado do Brasil com negócios nas áreas de energia, logística, infraestrutura e gestão de propriedades agrícolas, tem negociado com o fundo de pensão Previ para comprar sua expressiva fatia na Litel.

O fundo de pensão é proprietário de 80% da Litel, que, por sua vez, possui 21% da Vale, conforme a coluna... Leia mais em bahianoticias. 17/02/2019



16 fevereiro 2019

Sem restrições, Cade aprova venda do Regional

O Hospital Regional de Franca, que soma hoje cerca de 40 mil beneficiários contando os planos de saúde e odontológicos, deu mais um importante passo em direção a sua venda para o Grupo São Francisco, de Ribeirão Preto. O hospital obteve a aprovação, sem restrições, do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) para que a operação seja realizada. Resta agora o parecer da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). A expectativa é que o mesmo saia até o final deste mês e a negociação possa ser concluída.

Na decisão, publicada no último dia 8 de fevereiro, o Cade afirma que após análise dos dados recebidos, constatou que a operação não prejudicará a concorrência. “A conclusão é que as integrações decorrentes da presente operação não geram riscos significativos de impactarem negativamente o cenário competitivo.”

Em análise sobre a aquisição, o Cade considerou os prejuízos que poderiam ocorrer com o fechamento do Hospital Regional de Franca para outros planos e também o fechamento do plano de saúde São Francisco Saúde para outros hospitais gerais. No primeiro caso, o Conselho não viu prejuízo já que o Regional já atendia preferencialmente a beneficiários próprios. No segundo caso, não considerou problema, já que tanto a Santa Casa de Franca como o São Joaquim Hospital e Maternidade não atendem ao plano de saúde do São Francisco.

Em 2013, quando era negociada a compra do Hospital Regional pela Unimed Franca, o mesmo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) reprovou a transação. Na época, o Conselho afirmou que a aquisição significava concentrações elevadas tanto em termos de hospitais como de planos de saúde, o que transformava o ato em uma operação prejudicial para o município.

Em nota, a direção do Hospital Regional informou que “é importante ressaltar que isso não irá impactar em nada para o beneficiário e que todos os cuidados estão sendo tomados desde o início para que a transição aconteça de maneira tranquila”.

A negociação entre o Hospital Regional de Franca e o Grupo São Francisco, que hoje conta com mais de 1,4 milhões de beneficiários em planos médicos e odontológicos em todo o País, teve início em agosto do ano passado. Os valores do negócio não foram divulgados.  Reportagem de Carolina Ribeiro Leia mais ema gcn 16/02/2019

16 fevereiro 2019



Startup de meios de pagamento e acompanhamento nutricional escolar recebe aporte de R$5 milhões

A startup de meio de pagamento e acompanhamento nutricional escolar Nutrebem acaba de captar 5 milhões de reais. O aporte foi realizado pela Kviv Ventures, de Raphael Klein, da família fundadora da Casas Bahia, que se junta à Confrapar e Barn como acionistas da empresa. Esta é a 3ª rodada de investimentos e, com ela, a empresa soma 15 milhões de reais captados.

“Estamos muito animados com o nosso momento e com os feedbacks de cantinas, pais e alunos. Vamos investir em equipe, produto e marketing para crescer 100% em 2019 e alcançar 300 escolas atendidas e mais de 35 milhões em transações financeiras”, comenta Henrique Mendes, CEO e fundador da empresa.

A Nutrebem possui um propósito bastante claro: dar mais segurança aos pais cuidando do dinheiro e da alimentação das crianças nas primeiras escolhas que fazem na vida. Com a plataforma tecnológica da Nutrebem, os pais colocam saldo e acompanham os gastos e a classificação nutricional do consumo dos filhos durante o recreio escolar... Leia mais em startupi 14/02/2019



Número de fusões e aquisições cresce 13% em janeiro, diz PwC

Foram 53 anúncios no mês
Investidor nacional lidera

A projeção da consultoria é que o volume de operações cresça 15% em 2019
Em janeiro deste ano, foram anunciadas 53 fusões e aquisições de empresas no país. O número é 13% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando 47 operações se tornaram públicas.

Foram 42 aquisições, 7 compras, duas fusões, uma joint venture e uma incorporação. Os dados são de estudo (íntegra) da PwC Brasil adiantado para o Poder360.

Apesar do avanço, os números são inferiores aos observados até 2015. Para Rogério Gollo, sócio da consultoria, 2018 frustrou as expectativas, mas este ano começa com uma perspectiva mais otimista.

“Tivemos uma boa melhora em novembro e dezembro de 2018 e janeiro deste ano. A expectativa é positiva, mas com cautela, porque o novo governo tem várias reformas a serem feitas”, afirmou.

A projeção da consultoria é que o volume de operações cresça 15% em 2019. A recuperação levaria o país a patamares próximos aos observados há 4 anos, no início da crise econômica.

“No ano passado, iniciamos 1 processo de recuperação da economia, mas as eleições, com candidatos com visões muito diferentes, colocaram os agentes econômicos em compasso de espera. Neste ano, esperamos a confirmação do cenário otimista que projetamos.”  

De acordo com Gollo, o crescimento das transações depende, principalmente, de medidas de controle de deficit público e da redução da intervenção estatal.

INVESTIDOR NACIONAL LIDERA
Em janeiro deste ano, os investidores nacionais responderam por 33 das 49 aquisições e compras minoritárias anunciadas. O número corresponde a 67% do total. No mesmo mês do ano passado, a participação havia sido menor, de 50%.

“O investidor nacional conhece nosso ciclo econômico, sabe que a economia em 2019 vai ser melhor do que foi nos últimos anos. Por isso, sai na frente. O estrangeiro é mais cauteloso, espera a confirmação”, diz Gollo.

CONCENTRAÇÃO NO SUDESTE
Do total das transações de janeiro, 58% se concentraram no Sudeste. Foram 31 operações anunciadas na região, 24 delas só em São Paulo.

Na sequência, vêm o Nordeste, com 16%, o Centro-Oeste, com 9%, e o Sul, com 8%. Nenhuma das operações tornadas públicas se deu no Nordeste.

As transações fora do Brasil representaram 9% do total anunciado no mês.

26% DAS TRANSAÇÕES EM TI
O setor de tecnologia da informação concentrou o maior número de transações em janeiro, foram 11 (26% do total).

Nessa área, a PwC destaca que Mobdiq, plataforma de monetização de venda por marketing p2p, realizou a aquisição da Confilio, plataforma focada em marketing digital por rede de afiliados e anunciantes. O valor não foi anunciado.

Entre os setores mais representativos, destacam-se ainda os serviços públicos, com 8 operações (15% do total), e os serviços auxiliares, com 7 transações (13% do total)... Leia mais em poder360 15/02/2019






Cosan vai emitir R$ 1,7 bi em debêntures para financiar a compra de fatia na Comgás

A compra de uma participação acionária do Grupo Shell na Comgás foi aprovada pelo Cade em 2017

A Cosan anunciou que seu conselho de administração aprovou nesta sexta-feira a emissão de 1,7 bilhão de reais em debêntures simples, com prazo de dois anos.

Segundo o comunicado ao mercado, os recursos a serem captados com a emissão serão usados para financiar a compra de uma fatia da Comgás.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou em dezembro de 2017 a compra pela Cosan de uma participação acionária do Grupo Shell na Comgás. Reuters Leia mais em epocanegocio 15/02/2019



Ela tem 27 anos. E sua startup está no caminho para virar um unicórnio

O caminho da Zilingo até se tornar uma plataforma de moda avaliada em quase US$ 1 bilhão começou em dezembro de 2014, quando Ankiti Bose, na época uma analista da Sequoia India, conversou com um vizinho em uma festa na capital indiana da tecnologia, Bangalore.

Bose, então com 23 anos, e Dhruv Kapoor, um engenheiro de software de 24 anos do estúdio de jogos Kiwi, rapidamente perceberam que tinham habilidades complementares e ambições semelhantes para montar uma startup própria. Quatro meses depois, eles tinham pedido demissão do emprego e cada um investiu US$ 30 mil economizados para fundar a Zilingo, uma plataforma on-line que permite que pequenos comerciantes no Sudeste Asiático ganhem escala.

Nesta terça-feira, a empresa com sede em Cingapura informou ter captado US$ 226 milhões de investidores como a Sequoia Capital e a Temasek Holdings. Este recente financiamento avaliou a Zilingo em US$ 970 milhões, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, que pediram para não serem identificadas porque as informações são confidenciais. Isso faz com que Bose, hoje com 27 anos, seja uma das mais jovens CEOs a liderar uma startup deste porte na Ásia.

Fundadoras do sexo feminino continuam sendo raras no mundo das startups. Das 239 startups financiadas por capital de risco em todo o planeta que valem pelo menos US$ 1 bilhão, apenas 23 têm uma mulher como fundadora, segundo dados publicados pela Pitchbook em maio do ano passado.

“Tínhamos vinte e poucos anos e nada além desse sonho, então decidimos correr atrás dele”, disse Bose.

Comércio online
Bose agora faz parte de um grupo de fundadores do Sudeste Asiático que está capitalizando a rápida adoção de smartphones e o aumento da renda na região. O comércio online na região chegou a US$ 23 bilhões em 2018, de acordo com um relatório do Google e da Temasek. Ele deve superar US$ 100 bilhões até 2025.

A Zilingo registrou receita de 1,8 milhão de dólares de Cingapura (US$ 1,3 milhão) no ano fiscal encerrado em 31 de março de 2017, um aumento em relação a cerca de 434.000 dólares de Cingapura desde sua criação até março de 2016, de acordo com a mais recente declaração da empresa às autoridades regulatórias de Cingapura. A receita cresceu 12 vezes no ano fiscal encerrado em março de 2018 e quadruplicou no período de abril a janeiro, de acordo com a companhia. Kapoor ocupa o cargo de diretor de tecnologia.

Funcionário trabalha no escritório da Zilindo, em Cingapura (Ore Huiying/Bloomberg)

A empresa começou ajudando pequenos comerciantes a vender para os consumidores e, desde então, expandiu-se para novas áreas. Ao lidar com milhares de pequenos vendedores, os fundadores perceberam que muitos deles não tinham acesso a tecnologia, capital e economias de escala.

Por isso, eles se expandiram, desenvolvendo software e outras ferramentas para possibilitar que os fornecedores tenham acesso a fábricas em lugares como Bangladesh e Vietnã e também para ajudar no frete transfronteiriço e no gerenciamento de estoques. Desde 2018, a Zilingo também trabalhou com empresas de tecnologia financeira para fornecer capital de giro para pequenos vendedores, para que eles possam comprar matérias-primas para produzir mercadorias.

Os produtos são listados gratuitamente no site, e a empresa cobra uma comissão de 10 por cento a 20 por cento nos pedidos. Fonte: Bloomberg Leia mais em startupi 14/02/2019




15 fevereiro 2019

Eletrobras informa aprovação do Cade para venda da Amazonas Energia à ATEM

A Eletrobras confirmou a decisão favorável do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à venda do controle da Amazona Energia para o Consórcio Oliveira Energia (ATEM).

A estatal ressalta que ainda há um prazo de 15 dias para que sejam pedidos recursos sobre a decisão, e portanto somente depois disso ela se tornará definitiva. A partir daí, a Eletrobras divulgará uma atualização do cronograma para a privatização da Amazonas.

Em outro comunicado, a Eletrobras informa a eleição de Elvira Baracuhy Cavalcanti como diretor Financeira e de Relações com Investidores. Ela faz parte do conselho de administração da estatal eleita pelos acionistas minoritários titulares de ações preferenciais, e também faz parte do Comitê de Auditoria e Riscos Estatutário, cargos que ela deixará para assumir a diretoria. A posse ocorrerá em até 30 dias. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 15/02/19 

15 fevereiro 2019



Gafisa informa que não sabe quem comprou fatia de 33,67% na companhia em leilão

A Gafisa informou que não sabe quem comprou a fatia de 33,67% na companhia durante o leilão realizado na quinta-feira na bolsa. “Até o momento, a Gafisa não foi comunicada, quer pelo grupo GWI, quer pelos adquirentes, tampouco tem conhecimento de quem comprou tais ações”, afirmou o comunicado publicado e assinado pela diretora-presidente da incorporadora, Ana Recart.

“Portanto, a companhia não sabe quais são as intenções de tais acionistas sobre a composição do conselho de administração, bem como não tem condições de afirmar, ou verificar se os mesmos possuíam participação anterior na Gafisa”, complementa. O comunicado pondera ainda que a liquidação do leilão de quinta ocorrerá em três dias úteis a contar de sua realização.

O leilão com as ações da Gafisa foi uma iniciativa da GWI, do investidor Mu Hak You, que até então era o principal acionista da companhia, com 49,94% de participação. Ao todo, o leilão de quinta movimentou 14,6 milhões de ações, o equivalente a 33,67% do capital da incorporadora. Com preço de R$ 9,00 o volume financeiro chegou a R$ 131,4 milhões. Estadão Conteúdo Leia mais em istoedinheiro 15/02/2019




Fusões e aquisições sobem 17% e alcançam US$ 3,4 tri em 2018

Estudo da Bain & Company revela que o valor de operações obteve novo recorde histórico, em um ano marcado pela busca de capacitações, e não de escala

A tecnologia, o capital superabundante e a intervenção governamental fizeram de 2018 o ano da disrupção. E ela está ocorrendo durante um período em que a maioria das empresas já está lutando bastante para atender às expectativas de crescimento do mercado – ou superá-las. Segundo a Bain, o ano passado registrou US$ 3,4 trilhões em valor total de transações.

Nesse contexto, as fusões e aquisições provaram ser uma ótima resposta aos desafios de inovação. As transações de escopo (scope deals), em particular, estão surgindo como o antídoto para o imperativo de crescimento. "As empresas estão buscando por modelos de negócios diferentes e cada vez mais inseridos no universo digital", afirma André Castellini, sócio da Bain & Company.

O ano passado será lembrado como o ano em que a palavra disrupção ganhou destaque no mundo dos negócios. Os executivos tiveram de lidar com a convergência de e-commerce, análise de dados, internet das coisas e outros avanços digitais, e se questionaram como seus modelos de negócios poderiam se tornar obsoletos – e como deveriam reagir.

Valores globais de negócios mantiveram ascensão e entregaram mais um ano com forte atividade

Além da escala – operações em busca de capacitação aceleram

Os desafios de disrupção da indústria e o crescimento mais lento, combinados com os níveis existentes de intervenção do governo, levaram a um aumento nos negócios de escopo, que agora representam 15% do mercado. Eles superaram as operações que visam aos ganhos de escala pela primeira vez. "Essa mudança de perfil de transação traz um desafio para as companhias. Aquisições por escopo são mais difíceis de implementar", completa Castellini.

Hoje, há dois motivos para tal tendência: busca de inovação de produto ou serviço, muitas vezes digital; e aquisições intersetoriais, para transformar e redefinir os modelos de negócios. O venture capital corporativo, que surgiu como uma alternativa fundamental para essas operações, aumentou quatro vezes nos últimos cinco anos.

Financiadores se comportam como parceiros estratégicos

Segundo a Bain, patrocinadores financeiros, como empresas de private equity, têm evoluído sua atuação e começam a se comportar cada vez mais como investidores com grande conhecimento de mercado. Apesar disso, os compradores estratégicos ainda representam 85% de todo o valor do negócio de fusões e aquisições em 2018.

Os governos intervêm por motivos de interesse nacional

Negócios high-profile conturbados em 2018 sinalizaram um novo aumento da intervenção dos governos, que, cada vez mais, têm travado as tentativas de negócios. Os motivos passam por interesse e segurança nacionais. Apesar disso, 91% de todos os acordos anunciados ainda acabam sendo fechados. Os executivos, no entanto, são desafiados a apresentar soluções cada vez mais consistentes, quando confrontados pelos órgãos reguladores.

Sobre a Bain & Company - A Bain & Company, empresa líder global em consultoria de negócios, orienta clientes em relação a estratégias, operações, tecnologia, constituição de empresas, fusões e aquisições, desenvolvendo práticas que assegurem aos clientes transparência nos processos de mudança e tomada de decisões. .. Leia mais em segs 15/02/2019





À espera da Ambev, HBSIS negocia venda de parte da empresa para a Lincros

A Lincros, antiga TranspoBrasil, está negociando a aquisição da fatia de negócio da HBSIS que não será incorporada pela Ambev. As partes já assinaram um memorando de entendimento com a intenção de compra. O anúncio oficial pode acontecer ainda neste mês.

As duas empresas atuam com soluções tecnológicas para gestão logística. As tratativas iniciaram na reta final do ano passado e correm em sigilo, mas ao que tudo indica a operação está relacionada à conclusão da venda da HBSIS para a Ambev, noticiada em primeira mão pela coluna na última semana.

A transação com a Lincros foi comunicada pela direção da HBSIS aos funcionários nesta quinta-feira, durante evento interno promovido em Blumenau – desde que as negociações com a Ambev vieram à tona, muitos colaboradores ficaram com dúvidas sobre suas posições no futuro. A empresa ainda aguarda a aprovação de órgãos reguladores para oficializar os detalhes que envolvem as negociações com a gigante cervejeira.

A expectativa é que a Lincros, que na quarta-feira anunciou um reposicionamento institucional, incluindo mudança de nome, incorpore uma parcela menor dos mais de 500 funcionários da HBSIS que não estão ligados à área de negócio que hoje atende a Ambev. Fala-se em até 60 pessoas, o que permitiria à empresa – hoje com 80 colaboradores – praticamente dobrar de tamanho.

Na conta

A provável fusão foi levada em conta nas expectativas futuras repassadas pela diretoria da Lincros à coluna, destacadas na quinta-feira. A empresa, que faturou R$ 6 milhões em 2018, quer atingir receitas de R$ 100 milhões até 2025. A projeção expressiva de crescimento considera a possibilidade de outras futuras aquisições, além da HBSIS, que façam sentido para a estratégia da operação.

Posição oficial

Em nota oficial enviada à coluna, a Lincros confirma que um memorando de entendimento “com a intenção de compra da operação de produtos HBSIS” foi acordado nos últimos dias. E acrescenta que “a transação já está em andamento e visa oferecer ainda mais tecnologia, agilidade e eficiência ao segmento logístico através da plataforma Lincros”.

O documento ainda destaca que “os clientes que utilizam as soluções da HBSIS seguem sendo atendidos normalmente pela mesma equipe, que será totalmente absorvida pela Lincros”. As empresas ainda entendem “que essa evolução dos negócios trará benefícios ao mercado e aos usuários de ambas as marcas”. Por Pedro Machado Leia mais em nsctotal 15/02/2019



Shell compra startup alemã de baterias residenciais

A gigante petrolífera Royal Dutch Shell acertou a compra de 100% da Sonnen, uma companhia alemã que concorre com a Tesla e a Samsung no fornecimento de baterias de íon de lítio de uso residencial alimentadas  por energia solar.

As condições e o valor do negócio, anunciado nesta sexta-feira (15), não foram revelados. .. Leia mais em valoreconomico 15/02/2019



Controladora da Imovelweb prepara abertura de capital

A Navent, controladora de portais de imóveis, pretende negociar ações na bolsa de Nova York no ano que vem

A Navent, controladora dos portais de imóveis Imovelweb e Wimóveis, está preparando sua abertura de capital. O grupo, com sede na Argentina, pretende negociar ações na bolsa de Nova York no ano que vem, impulsionado principalmente pelos resultados positivos da operação brasileira.

Não é a primeira vez que a holding, que está presente em oito países da América Latina, tenta ir à bolsa. Fez um ensaio em 2017, mas acabou recuando. Na época, a Navent foi avaliada em 600 milhões de dólares. “O único possível entrave é o câmbio peso-dólar”, diz Leonardo Paz, presidente do grupo Imovelweb no Brasil. Por Lucas Amorim com reportagem de André Jankavski, Denyse Godoy, Lucas Agrela, Naiara Bertão e Natália Flach Leia mais em EXAME 14/02/2019



Coinsquare adquire a StellarX, uma plataforma global de criptografia descentralizada

A aquisição adiciona uma carteira peer-to-peer com gateways globais confiáveis ao ecossistema da Coinsquare.

Hoje, a Coinsquare, principal plataforma de comércio de criptomoedas do Canadá para a negociação de Bitcoin, Ethereum e outras criptomoedas, anunciou que adquiriu a StellarX.

A aquisição da StellarX vem logo após a aquisição realizada pela Coinsquare, em dezembro de 2018, da BlockEQ, que será renomeada para se tornar a carteira de âncora da plataforma StellarX.

"Estamos profundamente empenhados em garantir que o mercado de criptomoedas prospere e a adoção é fundamental", disse Cole Diamond, diretor executivo da Coinsquare. "A Stellar é a rede de pagamento mais rápida do mundo e vemos um enorme potencial para criar serviços com liderança no mercado na StellarX para promover uma adoção mais ampla".

O StellarX é o primeiro aplicativo comercial completo para o mercado universal da Stellar. Ele opera como uma troca verdadeiramente descentralizada, ou seja, os usuários mantêm a custódia exclusiva de seus fundos, as negociações são executadas contra outros usuários e a StellarX não tem acesso aos fundos.

Megha Bambra, cofundadora da BlockEQ, liderará agora a StellarX. Megha e sua nova equipe de desenvolvedores com base em Toronto continuarão a desenvolver o roteiro de produtos anunciado pela Stellar no ano passado. Como parte da aquisição, a StellarX continuará a operar e crescer com sua própria marca.

A StellarX será uma subsidiária integral da Coinsquare, com sede nas Bermudas, e tentará se inscrever junto aos reguladores para se tornar licenciada para operar e dimensionar sua oferta sob a liderança de conformidade da Coinsquare.  businesswire Leia mais em terra 14/02/2019



GWI vende 33% das ações ordinárias da Gafisa em leilão especial

Ao final, a gestora vendeu todas as ações (14,6 milhões) ao preço de R$ 9. No total, o volume financeiro negociado foi de mais de R$ 131,4 milhões

gestora de recursos GWI colocou uma fatia dos papéis ordinários da Gafisa à venda em um leilão especial, que ocorreu até às 17h10 desta quinta-feira (14). E conseguiu vender a totalidade das ações que detinha da incorporadora (14,6 milhões) ao preço de R$ 9. No total, o volume financeiro negociado foi de mais de R$ 131,4 milhões na B3.

O número negociado representa cerca de 33,67% das suas ações. No fechamento do dia, as ações ordinárias da Gafisa fecharam em queda de 12,80%, a R$ 9,40. Os negócios foram registrados como Gafisa ON NM (GFSA3L). O único acionista que detém essa fatia para vender é a GWI, do gestor coreano Mu Hak You.

Na semana passada, o Seu Dinheiro informou que Mu Hak You já aceitava se desfazer de sua participação na empresa. Ele assumiu o controle da companhia em outubro e detém 49,9% da Gafisa. A informação foi confirmada pela própria Gafisa em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a reportagem.

A GWI é a maior acionista da Gafisa. Após a gestora de recursos, a segunda maior acionista é a própria Tesouraria da Gafisa, que detém cerca de 10% das ações, segundo informações da própria Gafisa.

Quando os problemas começaram
A GWI assumiu o comando da empresa em outubro passado e desde então a Gafisa enfrenta uma série de problemas. As medidas da nova administração depreciaram o operacional da empresa e trazem preocupações sobre a continuidade do negócio. Por outro lado, ações como a polêmica decisão de recomprar ações da companhia - e enxugar o caixa da Gafisa -  sustentaram as cotações da ação. Ainda que não seja pelo valor de hoje na bolsa, Mu Hak deve sair dessa investida atabalhoada com lucro... Leia mais em seudinheiro 14/02/2019



Expectativa do governo é realizar 23 leilões de concessões em 100 dias

Na Secretaria de Portos, a previsão é realizar o arrendamento de dez áreas portuárias apenas no primeiro semestre de 2019

O governo espera realizar 23 leilões de concessões, incluindo portos e aeroportos, dentro dos primeiros 100 dias da gestão do presidente Jair Bolsonaro.

Pelo Twitter, Bolsonaro compartilhou a informação dada pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Na Secretaria de Portos, a previsão é realizar o arrendamento de dez áreas portuárias apenas no primeiro semestre de 2019, incluindo três terminais do Porto de Cabedelo, em Pernambuco. Os leilões de quatro dessas áreas acontecem no dia 22 de março. Os empreendimentos, nos quais estão previstos investimentos de R$ 199 milhões, fazem parte do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Hoje mais cedo, também em postagem na rede social, o presidente Bolsonaro destacou a expansão dos projetos do PPI, em especial na área de energias renováveis. “O meio ambiente e o plano energético de matrizes limpas e renováveis: sabemos deste alto potencial peculiar em nosso vasto país, gerando empregos, investimentos e desenvolvimento. Estas atitudes estão em fase de expansão e já saindo do papel. Saiba mais em @ppinvestimentos”, escreveu Bolsonaro.

O presidente segue hoje (15) com agenda de compromissos no Palácio da Alvorada. Pela manhã, ele recebeu o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, e a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP). Todos deixaram a residência oficial sem conversar com a imprensa.

Ele ainda recebe nesta manhã o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Augusto Heleno. À tarde está prevista nova reunião com Lorenzoni... Leia mais em epocanegocios 15/02/2019



Evonik adquire a startup americana Structured Polymers

A Evonik adquiriu a Structured Polymers Inc., startup tecnológica americana para materiais de impressão 3D, sediada em Austin, Texas. O acordo e o plano de fusão correspondente foram executados e a operação foi concretizada recentemente. Com a aquisição, a Evonik ganha acesso a uma nova tecnologia patenteada que vai permitir a expansão de seu portfólio de pós poliméricos especiais no mercado de manufatura aditiva.

“A aquisição da tecnologia da Structured Polymers é um complemento excelente às nossas atividades existentes no segmento de polímeros de alto desempenho para a manufatura aditiva”, disse Dr. Ralph Marquardt, responsável por Strategy and Growth Businesses na Evonik Resource Efficiency GmbH. “Graças à nossa expertise de décadas em química de polímeros, essa operação nos permite expandir o nosso portfólio de materiais poliméricos customizados e prontos para uso para o mercado altamente atraente e de rápido crescimento da impressão 3D, o que fará com que possamos exercer um papel importante no desenvolvimento desse mercado”.

A Structured Polymers será plenamente integrada à organização norte-americana da Evonik, mas a sede da empresa será mantida em Austin, Texas.

"Estamos muito felizes por poder aproveitar o poder da Evonik para expandir ainda mais a nossa plataforma tecnológica inovadora. No futuro próximo, isso nos permitirá diversificar de maneira significativa o mercado de materiais para impressão 3D e trabalhar com os nossos clientes no desenvolvimento de novas oportunidades de negócios”, disse Vikram Devarajan, CEO da Structured Polymers Inc.

A Evonik já havia criado a base para uma aquisição da startup tecnológica no outono de 2017 por meio de um investimento de venture capital.

Nova tecnologia para materiais para impressão 3D

A tecnologia inovadora da Structured Polymers começa com um granulado polimérico que é convertido em um pó fino, através de um processo de diversas etapas. Desse modo, é possível produzir pós poliméricos com tamanhos controlados de partícula variando entre 0,1 e 400 µm, enquanto se obtêm excelentes propriedades de material.

“A nova tecnologia nos permite utilizar virtualmente todos os termoplásticos semicristalinos, como, por exemplo, polibutileno tereftalato, poliéter-cetona ou poliamida 6 ou pós poliméricos com propriedades especiais como cor, condutividade ou proteção antichamas, para produção de pós para processos de impressão 3D comuns, como a sinterização seletiva a laser, sinterização de alta velocidade ou fusão multijatos”, disse Thomas Grosse-Puppendahl, responsável pela área Additive Manufacturing Innovation Growth Field na Evonik. “Além disso, nós esperamos que a tecnologia da Structured Polymers possa ser escalada de maneira fácil e econômica".

O mercado de impressão 3D está em franca expansão e apresenta taxas de crescimento de dois dígitos. Nesse mercado, a Evonik é o maior fabricante mundial de pós de poliamida (PA) 12, produtos que são empregados em tecnologias de manufatura aditiva há mais de 20 anos. Além de seu filamento de PEEK e pó de PA 12, o portfólio de produtos da empresa também inclui os pós de PEBA flexíveis e uma ampla variedade de aditivos como agentes de dispersão, melhoradores de fluxo e modificadores reativos.

Sobre a Structured Polymers Inc. - A empresa foi fundada em 2012 em Austin, Texas, com o objetivo de inovar e comercializar novos pós poliméricos para processos de manufatura aditiva, incluindo a fusão multijato e a sinterização seletiva a laser. A equipe, chefiada por Dr. Vikram Devarajan, Dr. Jim Mikulak e Dr. Carl Deckard, juntamente com um time altamente talentoso de engenheiros liderados por Dr. Abhimanyu Bhat, criou um processo escalável exclusivo para a comercialização de pós poliméricos de alto desempenho e está comprometido com a expansão da disponibilidade de materiais para o setor de impressão 3D.

Informações sobre a empresa

A Evonik é uma das empresas líderes mundiais em especialidades químicas. O foco em negócios atraentes do segmento de especialidades, a capacidade de inovação orientada aos clientes, além de uma cultura corporativa confiável e voltada a resultados compõem a essência de sua estratégia corporativa. Essas características formam a alavanca para um crescimento lucrativo e um aumento sustentado do valor da empresa. Com mais de 36.000 colaboradores, a Evonik atua em mais de 100 países no mundo inteiro, beneficiando-se especialmente de sua proximidade dos clientes e de suas posições de liderança de mercado. No ano fiscal de 2017, a empresa gerou vendas da ordem de 14,4 bilhões de euros e um lucro operacional (EBITDA ajustado) de 2,36 bilhões de Euros.

Sobre Resource Efficiency - O segmento Resource Efficiency, dirigido pela Evonik Resource Efficiency GmbH, produz materiais de alta performance e aditivos especiais para sistemas ambientalmente amigáveis e eficientes em energia, aplicados nas indústrias automotiva, de tintas & revestimentos, de adesivos e da construção, dentre muitas outras. Com cerca de 10.000 colaboradores, o segmento gerou vendas da ordem de 5,4 bilhões de euros em 2017... Leia mais em segs 15/02/2019



IRB anuncia oferta secundária que pode movimentar R$ 2,5 bilhões

O IRB anunciou nesta sexta-feira, por meio de fato relevante, que iniciou uma oferta pública com esforços restritos de distribuição secundária de 27.656.408 ações ordinárias, de titularidade do Fundo de Investimento Caixa FGEduc.

O follow on havia sido antecipado pelo Valor no início do mês. Segundo o IRB, por se tratar de uma oferta pública com esforços restritos exclusivamente de distribuição secundária, sem aumento de capital, não haverá a concessão de prioridade aos atuais acionistas e também não haverá diluição deles. .. Leia mais em valoreconomico 15/02/2019



Brasil tem três unicórnios em potencial, diz pesquisa; veja quais são

CB Insights identificou as 50 startups com mais chances de ultrapassar o valor de US$ 1 bilhão no mundo todo

O Brasil ganhou seus cinco unicórnios em 2018. Já com algum tempo desde que o iFood se tornou o último deles, paira sempre a questão: quais serão os próximos? Uma dica por estar na relação recém-divulgada pela empresa de pesquisas CB Insights, que avaliou o mercado de startups e destacou as que têm maior potencial para ultrapassar o valor do US$ 1 bilhão, conquistando o almejado título de unicórnio.

Na lista de 50 empresas, há três brasileiras:

  • CargoX, que usa a tecnologia para aprimorar o transporte de cargas por caminhões; 
  • a recém-criada Grow, fruto da fusão entre a Yellow e a mexicana Grin na área da mobilidade; 
  • e o aplicativo de pesquisa e aluguel de apartamentos, Quinto Andar.


A Grow encara um horizonte de crescimento após a junção das duas startups, atendendo Brasil, México, Colômbia, Peru, Uruguai, Chile e Argentina. A Yellow já havia captado US$ 63 milhões em setembro passado para bancar sua expansão, enquanto a Grin chegou aqui por meio de uma fusão com a Ride.

Já a CargoX foi fundada no Brasil pelo argentino Federico Vega, que viu a oportunidade eno país apresentada pelo intenso uso dos caminhões para transporte de cargas. Criada, em 2011, a startup já recebeu investimentos do banco Goldman Sachs; de Oscar Salazar, cofundador do Uber; e de Eddie Leshin, fundador da Coyote, startup americana com atuação semelhante à CargoX.

Por fim, a Quinto Andar descomplicou o aluguel de imóveis ao reduzir as exigências necessárias, facilitar as visitas e a procura em diferentes áreas. Em novembro passado, a startup recebeu um aporte de R$ 250 milhões em uma rodada liderada pelo fundo americano General Atlantic, e anunciou planos de expansão para mais cidades do país.

Clique aqui para conferir a lista completa dos potenciais unicórnios identificados pela CB insights, divulgada pelo The New York Times... Leia mais em epocanegocios 15/02/2019



BB diz que tem intenção de fazer re-IPO do Banco Patagônia

O Banco do Brasil (BB) ainda tem a intenção de fazer o re-IPO do Banco Patagônia, na Argentina, afirmou o gerente-geral de relações com investidores do BB, Daniel Maria.

O modelo e o momento para isso, entretanto, não estão definidos... Leia mais em valoreconomico 15/02/2019



Apple adquire DataTiger, startup inglesa de marketing digital

A Bloomberg informou que a Apple adquiriu a DataTiger, uma startup inglesa de marketing digital que, segundo sua página no LinkedIn, tem a seguinte descrição:

DataTiger

A DataTiger é um conjunto de ferramentas que permite criar um software de marketing que coloca seus dados para funcionar. Usar a DataTiger é a maneira mais rápida e fácil de aumentar a retenção e a monetização. Com a nossa plataforma, você pode otimizar individualmente os fluxos de marketing para seus clientes em tempo real em todos os canais.

A DataTiger pode ser usada como uma ferramenta online, importando seus dados e configurando fluxos de usuários em minutos, com todos os seus dados vivendo na nuvem — ou pode ser totalmente personalizada internamente, construindo sua própria solução de marketing através de nossas APIs1 + componentes front-end de código aberto.

Um documento de dezembro mostra que a Apple agora controla a Operatedata Ltd., a razão social da DataTiger. Ainda de acordo com a Bloomberg, a Apple não respondeu às solicitações de comentários, assim como a DataTiger.

É claro que a decisão de compra de uma startup como essa não é feita da noite para o dia; contudo, avaliando os movimentos da empresa nas últimas semanas (bastante influenciada pela queda nas vendas dos iPhones), vimos a Maçã investindo pesado em disparos de emails e até mesmo de notificações a fim de incentivar consumidores a migrarem para os novos aparelhos. Até mesmo o Apple Music está se utilizando de táticas parecidas para angariar mais assinantes.

Resta saber quais são os planos da Apple com essa nova aquisição. Por Eduardo Marques Leia mais em macmagazine.uol. 14/02/2019 



Bolsonaro diz que privatizará 10 áreas portuárias no primeiro semestre

O Presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou na tarde desta quinta-feira (14/02) que a Secretaria de Portos irá arrendar 10 áreas portuárias ainda no primeiro semestre de 2019. Por meio de sua conta no Twitter, o capitão da reserva disse que as concessões de 4 das 10 áreas serão feitas no mês que vem, o que já estava previsto em edital publicado no fim do ano passado.

Três dos terminais ficam no porto de Cabedelo (PB) e um em Vitória (ES). As instalações são destinadas ao armazenamento e movimentação de combustíveis e fazem parte do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI). A data do leilão está marcada para 22 de março.

Os investimentos nos quatro terminais, segundo estimativa feita no final do ano passado, é de quase R$ 200 milhões. Empresas e consórcios poderão apresentar propostas para a outorga das áreas até o dia 19 de março.

As empresas vencedoras poderão explorar uma região que soma mais de 130 mil metros quadrados por 25 anos. A maior área é a do porto de Vitória, que tem 74 mil metros quadrados. Fonte: 24 Horas News Leia mais em portosenavios 14/02/2019



14 fevereiro 2019

Em leilão de ações, controle da Gafisa passa para grupo de investidores

O controle da construtora Gafisa passou para um grupo de investidores financeiros locais, após leilão de ações detidas pela GWI, do investidor Mu Hak, afirmou uma fonte próxima da operação nesta quinta-feira.

O leilão de 14,6 milhões de ações, correspondente a uma participação de 33,67 por cento dos papéis ordinários da construtora, ocorreu ao preço de 9 reais. A corretora Planner, intermediadora da operação, não comentou o assunto.

"O grupo de investidores locais viu a ação da Gafisa muito descontada, depois de cair mais de 40 por cento no ano passado, e viu uma oportunidade", afirmou a fonte.

O leilão ocorreu depois que o grupo GWI informou na segunda-feira que estava negociando alternativas para seus investimentos na Gafisa, incluindo a venda de até toda sua participação na companhia.

Representantes do grupo GWI não puderam ser contatados nesta quinta-feira.Antes do leilão, o grupo GWI possuía 49,94 por cento da Gafisa, uma participação equivalente a 21.653.496 ações, segundo informações da companhia. Reuters Leia mais em dci 14/02/2019



14 fevereiro 2019



J&J comprará empresa de cirurgia robótica Auris por US$ 3,4 bi

A Johnson & Johnson fechou a compra da empresa de robôs cirúrgicos Auris Health por cerca de US$ 3,4 bilhões em dinheiro, acordo que entregaria à gigante do setor farmacêutico uma ferramenta de diagnóstico e tratamento do câncer de pulmão.

Segundo os termos do acordo, anunciado na quarta-feira, a J&J também poderia realizar pagamentos adicionais de até US$ 2,35 bilhões à Auris com base em metas, disseram as pessoas.

A Auris, uma empresa de capital fechado comandada pelo veterano do setor Fred Moll, desenvolveu sondas cirúrgicas robóticas operadas com um dispositivo portá... - Veja mais em uol 14/02/2019



Weg-Cestari anuncia aquisição da Geremia Redutores

A aquisição da Geremia vai fortalecer a presença da companhia no mercado de redutores

A WEG S.A. (B3: WEGE3 / OTC: WEGZY) anuncia que sua controlada WEG-CESTARI assinou hoje contrato para a aquisição da totalidade do capital social da Geremia Redutores, fabricante brasileiro de Redutores, Motorredutores de Velocidade, Multiplicadores de Velocidade e Componentes para Transmissão Mecânica. A operação está condicionada à aprovação do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Fundada em 1973, em Bento Gonçalves/RS, a 111 quilômetros de Porto Alegre, a Geremia dispõe de uma área total de 52.000m², sendo 15.000m² de área construída. Com uma equipe de 220 colaboradores, a empresa atende todo o mercado nacional e internacional, principalmente da América do Sul e América Central. Em 2017 sua receita líquida foi de R$ 57,4 milhões.

De acordo com o Diretor Superintendente da WEG Motores, Luis Alberto Tiefensee, a aquisição da Geremia, além de ampliar a linha de produtos da WEG-CESTARI, vai fortalecer a presença da companhia no mercado de redutores. “Com os produtos da Geremia completaremos o nosso portfólio e daremos seguimento a nossa estratégia de oferecer soluções completas com uma ampla linha de produtos, combinando soluções elétricas e mecânicas”, comenta.

Sobre a WEG-Cestari Foi criada através de uma Joint Venture em 2011 para integrar as soluções de motores elétricos e sistemas de automação industrial oferecidas pela WEG e os redutores de velocidade e motorredutores desenvolvidos pela CESTARI em pacotes de soluções integradas. As soluções power transmission, que integram motor elétrico, inversor de frequência e redutor de velocidade, são cada vez mais demandadas pelo mercado, pois melhoram o desempenho operacional e maximizam a eficiência energética... Leia mais em weg 14/02/2019



Fusões e Aquisições - destaques da semana 04 a 10/fev/2019

Divulgadas 17 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 04 a 10/fev/2019.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 5 setores.

ANÁLISE DA SEMANA
                                                         
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • BRF vende ativos na Europa e Tailândia para Tyson por US$340 mi. 07/02/2019
"Market Movers” - Exterior
  • Amazon gastou US$ 1,6 bilhão adquirindo empresas em 2018 - Compra das startups Ring e PillPack representaram a maior parte do valor investido pela Amazon em aquisições. A Amazon divulgou relatório que declara gastos de US$ 1,6 bilhões em aquisições de empresas em 2018. A maior parte deste valor se concentrou na compra de duas startups: a Ring, do setor de segurança doméstica que criou campainhas e câmeras inteligentes, e a PillPack, e-commerce do setor farmacêutico. O montante gasto em aquisições só não supera o de 2017. Naquele ano, a Amazon adquiriu o supermercado Whole Foods por mais de US$ 13 bilhões. 05/02/2019
  • Ultimate Software aceita proposta de aquisição de US$11 bi de grupo de investidores - A Ultimate Software, uma desenvolvedora de aplicativos de recursos humanos em nuvem, anunciou nesta segunda-feira que aceitou ser comprada por um grupo de investidores liderados pela empresa de capital privado Hellman & Friedman por cerca de 11 bilhões de dólares. O acordo será majoritariamente financiado com ações, usando quantidade relativamente pequena de dívida em comparação com as aquisições tipicamente alavancadas, disseram pessoas a par do assunto. 04/02/2019
  • Intel investe US$ 30 milhões em empresa de IA “as a service” - A plataforma de soluções de inteligência artificial em SaaS, Catalytic, recebeu um investimento de US$ 47 milhões nesta segunda-feira, 4. Apenas a Intel Capital, divisão de negócios financeiros da fabricante de chips, injetou US$ 30 milhões na startup. Os outros investidores da rodada em série B foram Redline Capital, NEA, Boldstart e Hyde Park Angels. Com o montante recebido, a expectativa da empresa é expandir as áreas de engenharia, operações e vendas para atender a demanda crescente de seus clientes. Com sede em Chicago, EUA, a Catalytic atua com soluções de inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina e processo de automação robótico (RPA) para automatizar processos manuais. 04/02/2019
  • Startup de meditação Calm recebe US$ 88 mi e se torna unicórnio - Fundada em 2012 por Alex Tew e Michael Smith, a Calm reúne mais de 1 milhão de assinantes pagantes e se tornou a primeira startup de saúde mental a ser avaliada em US$ 1 bi A lista mundial de unicórnios — startups avaliadas em US$ 1 bilhão ou mais — acaba de ganhar mais um nome. A startup americana de meditação Calm anunciou, nesta quarta-feira (6), que levantou US$ 88 milhões em um financiamento da série B, o que avalia a empresa em US$ 1 bilhão. Essa é a primeira startup de saúde mental a se tornar unicórnio. 06/02/2019
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Lojas dos postos BR despertam interesse de GPA, Americanas e IMC - A rede de postos de gasolina BR Distribuidora, controlada pela Petrobras, contratou o banco BR Partners para buscar um parceiro no negócio de lojas de conveniência. Entre as companhias que já sinalizaram interesse nas últimas semanas estão Lojas Americanas, Grupo Pão de Açúcar (GPA), IMC (dona do Frango Assado e Viena), Carrefour, a americana 7Eleven e a gestora Advent, conforme antecipou o Valor PRO na sexta-feira. .. 10/02/2019
  • Grupo Telefónica confirma: data centers estão à venda - Tele não diz, no entanto, se unidades brasileiras também estão no pacote. Estima-se que companhia espanhola fature US$ 600 milhões com a venda destes ativos. O grupo espanhol Telefónica, dono da operadora de mesmo nome no Brasil, colocou seus data centers espalhados pelo mundo à venda. A empresa emitiu comunicado ao mercado nesta sexta-feira, 8, no qual confirma rumores recentes. Na nota, a operadora afirma que “baseada em uma estratégia de criação de valor e posicionamento estratégico, está explorando a possível venda de alguns de seus data centers”. A empresa diz ainda que a venda pode acontecer com “uma ou várias transações, contendo todos ou alguns” dos data centers. 08/02/2019
  • Banco Modal mira dez transações no setor de saúde neste ano - O Banco Modal quer aproveitar a experiência acumulada no setor de saúde para crescer na área de assessoria a negócios de fusão e aquisição no segmento. Com quatro mandatos em mãos, sendo dois envolvendo investimentos em hospitais, mira ao menos dez transações neste ano. Os nichos alvo do banco são laboratórios, clínicas e planos de saúde, que passam por uma nova onda de consolidação no Brasil. Um dos negócios já fechados foi ...o 07/02/2019
  • Estatal gaúcha CEEE coloca à venda parque eólico com obras paradas - A estatal gaúcha de energia CEEE abriu chamada pública em busca de empresas ou consórcios interessados na aquisição do parque eólico Povo Novo, no Rio Grande do Sul, cujas obras estão suspensas no momento, informou a companhia nesta quinta-feira.O complexo, que está com 34,6 por cento dos trabalhos concluídos, terá uma capacidade instalada de 52,5 megawatts quando concluído. A CEEE disse em nota que receberá propostas pelo ativo até 22 de fevereiro. 08/02/2019
  • Caixa já seleciona bancos para venda de ações do IRB Brasil, diz jornal - Com o objetivo de se desfazer de ativos, a Caixa Econômica Federal deve se desfazer das ações que detém do IRB Brasil (IRBR3) por meio do Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (Fgeduc). De acordo com a edição desta terça-feira da Coluna do Broad, do Estadão, o objetivo é que a operação seja concluída antes do Carnaval. Para isso, a instituição já está selecionando bancos para fazer a venda dos papéis. A coluna informa que o Fgeduc detém 8,9% do capital do IRB em um total de 27.656.408 ações. Considerando o preço atual do papel, a operação poderia movimentar cerca de R$ 2,4 bilhões. 05/02/2019
  • Caixa prepara venda de ações em carteira de fundos governamentais - A Caixa Econômica Federal se prepara para fazer venda de ativos, basicamente de ações, que estão em carteira de fundos governamentais ou sociais administrados pelo banco federal, como o Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS) e o Fundo de Garantia de Operações do Crédito Educativo (FGEDUC), entre outros. O potencial de venda bate a marca dos R$ 10 bilhões, segundo uma fonte, e a intenção é se desfazer de todas as ações que estão sob gestão do banco nesses fundos. 04/02/2019
M & A  - COMPRA
  • Eurofarma tem planos para ampliar negócios na América Latina - Um dos maiores laboratórios farmacêuticos do País, a Eurofarma fechou uma importante aquisição no fim do ano para expandir na América Latina. A empresa comprou um pacote de 90 medicamentos da farmacêutica Stein, da Guatemala, e avançou posição na América Central. O valor do negócio não foi divulgado. Maria del Pilar Muñoz, vice-presidente de sustentabilidade e novos negócios da companhia, traçou planos mais ambiciosos para Eurofarma este ano. “Vamos buscar negócios na América Latina.”
  • Fusões e aquisições vão marcar ano dos ISPs no Brasil - Os pequenos prestadores de serviços de telecomunicações e de conectividade e internet (chamados de provedores regionais) consolidaram ...  06/02/2019
  • Reforma da Previdência fará capital estrangeiro bater recorde, diz Bradesco - Se a reforma da Previdência for aprovada nos próximos meses, o investimento externo no Brasil atingirá a marca de 2011, quando entraram no país US$ 101 bilhões. A estimativa é de executivos e empresários que participaram do Fórum Econômico Mundial na semana passada, em Davos (Suíça). O investimento estrangeiro direto vinha no patamar de US$ 75 bilhões nos últimos anos, mas a projeção é que tenha subido em 2018. O Bradesco avalia que US$ 85 bilhões tenham sido aportados no país no ano passado. Outro pico foi em 2014, com o ingresso de US$ 97 bilhões. Pico de investimento direto no país ocorreu em 2011, quanto entraram US$ 101 bilhões - 04/02/2019
PRIVATE EQUITY
  • Evercore busca US$ 200 milhões de sócios para aérea Modern  - A gestora de private equity DXA e o empresário Gerald Lee abriram uma rodada de captação para a empresa Modern Logistic, em que são acionistas. O mandato está com a assessoria financeira Evercore e o objetivo é levantar US$ 200 milhões no que pode ser uma combinação entre equity e dívida ou somente participação acionária. 10/02/2019
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Ambev compra empresa de tecnologia de Blumenau - Incorporação da HBSIS ainda depende da aprovação dos órgãos reguladores. A Companhia de Bebidas das Américas (Ambev) adquiriu nesta semana a empresa de tecnologia blumenauense HBSIS. A negociação foi informada aos colaboradores na quarta-feira, dia 6, mas ainda depende da aprovação pelos órgãos reguladores. Por isso, detalhes do acordo ainda não foram divulgados. Em nota, a HBSIS disse que “está muito feliz com a possibilidade de fortalecer ainda mais a ligação com a Cervejaria Ambev, que começou em 1996. Nossa missão sempre foi oferecer conhecimento e tecnologia para transformar a vida de empresas e pessoas. E encontramos na Cervejaria Ambev um grande parceiro para isso”. 08/02/2019
  • Access adquire a Docpar no Brasil - A compra amplia a operação da Access no Brasil em mais 50 colaboradores e 200 novos clientes. A Access, empresa de gestão de documentos físicos e digitais fundada na Califórnia, acaba de adquirir a Docpar, companhia especializada em gerenciamento e proteção de informações e documentos com unidade localizada em São José dos Pinhais, no Paraná. Com a aquisição, a Access amplia sua operação no Brasil em mais 50 colaboradores e 200 novos clientes. “Desde a nossa entrada no Brasil, em 2015, mantivemos um crescimento anual bastante satisfatório, maior que as nossas outras unidades ao redor do mundo. No Brasil o crescimento anual de caixas armazenadas é acima de 20%, enquanto que nos Estados Unidos a média é de 5%”, explica Inon Neves, vice-presidente sênior da Access para América Latina. 08/02/2019
  • VOA Educação recebe investimento do BR Startups - O aporte será de R$ 800 mil.. A VOA Educação, startups de educação que busca auxiliar o professor na avaliação e desenvolvimento de competências humanas, foi selecionada pela MSW Capital para compor o portfólio do fundo BR Startups. A empresa receberá investimento de até R$ 800 mil. Idealizado pela Microsoft, o Fundo reúne investidores como Microsoft Participações, Banco Votorantim, Monsanto (atualmente Bayer), Grupo Algar, Banco do Brasil Seguros, Qualcomm e AgeRio. Gerido pela MSW Capital, o BR Startups é um fundo de capital semente que investe entre R$ 500 mil e R$ 3 milhões. A VOA Educação desenvolveu um aplicativo baseado em inteligência artificial que funciona como um assistente virtual para professores e equipe pedagógica. 08/02/2019
  • Startup de doações Ribon abre nova captação após aporte de R$ 1 milhão - A startup - que permite que usuários façam doações para ONGs sem gastar dinheiro - recebeu investimento da Redpoint eventures e agora abre um crowdfunding. Nesta semana, o Ribon, startup que possibilita que pessoas doem dinheiro para ONGs sem gastar, finalizou uma rodada de investimentos no valor de R$ 1.150.000. Mas ela não para por aí: nesta terça-feira (12), a empresa abrirá uma rodada pública, agora no valor de R$ 1 milhão, na modalidade de crowdfunding de investimento.A parte privada da captação foi liderada pela Redpoint eventures, fundo de capital de risco especializado em startups em estágio inicial. O fundo, que tem Manoel Lemos e Anderson Thees como sócios, investiu R$ 400 mil. 08/02/2019
  • MV compra a Indyxa - Aquisição de controle visa ajudar no compliance dos clientes com a LGPD. A MV, maior empresa no Brasil no segmento de software de gestão para hospitais, comprou uma participação majoritária na Indyxa, uma companhia catarinense com foco em infraestrutura de TI.Em nota, a MV explicou o movimento como uma maneira de complementar a oferta de soluções para gestão da informação da companhia, em um momento em que o tema está em foco pela aprovação no Brasil da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).Inspirada na européia GDPR, a LGPD faz uma série de exigências sobre segurança de dados dos clientes a serem implementadas até 2020. A MV tem 1,5 mil clientes, o que significa muito compliance a ser cumprido. 08/02/2019
  • Fintech Jeitto recebe aporte do Accion Venture Lab para ajudar a aumentar a inclusão financeira - A fintech brasileira Jeitto finalizou uma nova rodada de investimentos com Accion Venture Lab, fundo de investimento especializado em empresas em estágio inicial da Accion, uma organização global sem fins lucrativos. O aporte ajudará o Jeitto a aumentar suas ofertas de serviços, melhorar a experiência do usuário e alcançar mais consumidores com difícil acesso a serviços financeiros em todo o país. No Brasil, menos de 5% da população possui uma conta digital, apesar do amplo uso de smartphones. Com conveniência e linha de crédito no app, os consumidores podem gerenciar suas finanças, pagar compras, contas de consumo, transportes, recarga de celular, entretenimentos online, tudo na palma da mão. 06/02/2019
  • BRF vende ativos na Europa e Tailândia para Tyson por US$340 mi, adia metas em 6 meses - A exportadora de carne de frango BRF anunciou nesta quinta-feira a venda de operações na Europa e Tailândia para a norte-americana Tyson Foods por 340 milhões de dólares e informou que vai levar mais seis meses para cumprir meta de redução de dívida definida em meados do ano passado. A venda de ativos para a Tyson incluiu quatro fábricas na Tailândia, uma na Holanda e uma no Reino Unido.A BRF tinha meta de vender 5 bilhões de reais em ativos até o final de 2018, mas afirmou nesta quinta-feira que o total a ser arrecadado será de cerca de 4,1 bilhões de reais, informou a companhia. 07/02/2019
  • Cimed compra fábrica em MG e eleva investimentos - Uma das maiores farmacêuticas brasileiras em unidades vendidas, a Cimed comprou uma fábrica que pertenceu à fabricante de lonas Locomotiva, em Minas Gerais, e elevou os investimentos para expandir a produção nos próximos anos. Agora, o desembolso total em ampliação da capacidade instalada deve ficar entre R$ 500 milhões e R$ 700 milhões até 2024, quando a Cimed estará apta a produzir 100 milhões de caixas de medicamentos por mês, mais que o dobro da produção atual. .. 06/02/2019
  • BTG investe R$ 10 milhões em 3 startups de tecnologia - O BTG Pactual fechou neste começo de 2019 a sua primeira rodada de investimentos em startups. No total somado, o banco aplicou pouco menos de R$ 10 milhões em três negócios.  Os recursos investidos são da própria instituição. As empresas selecionadas foram a Digesto, de conteúdo jurídico, a Finpass, uma espécie de bolsa de crédito para pequenas e médias companhias, e a Agronow, de monitoramento de safras por satélite.06/02/2019
  • Roll-Tec compra ativos da DornBusch - Companhia aposta na expansão do seu negócio para novos mercados em 2019. A ROLL-TEC é uma empresa especializada na gravação de cilindros gofradores para indústria de papel tissue, além de atuar em outros mercados como Vidro, Couro, Plástico, Non-Woven, entre outros. A companhia da cidade de Guarulhos já atua no mercado há mais de 50 anos e está apostando na expansão de seu negócio para novos mercados em 2019. Com essa aquisição agora a Roll-Tec passa a ser lider na América Latina de cilindros espelhados e também super calandra, cilindros 100% revestidos de papel, utilizados nas empresas como Suzano Papéis e M.D. 05/02/2019
  • Cade aprova i investimento a ser realizado pela Estrela na TruckPad - Cade aprova sem restrições, investimento a ser realizado pela Estrela na TruckPad por meio de um aporte de aproximadamente 12% do capital social da TruckPad; e  a outorga, pela TruckPad, à Estrela, de opções de ações por meio da qual a Estrela poderá deter até 30,71% do capital da TruckPad. 06/02/2019
  • Startup de automação de conselhos recebe aporte - Criada para digitalizar o trabalho dos conselhos das empresas abertas e fechadas com mais de 100 funcionários, a Atlas Governance acaba de receber aporte de R$ 1,5 milhão. Entre os investidores estão Leonardo Pereira (ex-presidente da CVM), Wilson Amaral (ex-CEO da Gafisa) e Paulo Camargo (CEO da franquia do McDonald’s na América Latina). 05/02/2019
  • XP compra parte de startup de inteligência artificial do Vale do Silício - A plataforma Olivia existe há três anos nos EUA e agora chega ao Brasil para ajudar os brasileiros a poupar dinheiro e investir. Perto de estrear no Brasil, a fintech de inteligência artificial Olivia recebeu um aporte da XP Investimentos. A parceria estratégica entre as companhias, que inclui a aquisição de uma participação minoritária da Olivia pela XP, vai dar base para a startup começar a operar no país. Pelo acordo, a XP será a parceira oficial de investimentos dentro da Olivia. Criada há três anos no Vale do Silício pelos brasileiros Lucas Moraes e Cristiano Oliveira, o objetivo da startup é ajudar os usuários da plataforma a fazer mais com o seu dinheiro...  05/02/2019
  • Cade aprova a compra de participação pela GB Corp na empresa metalúrgica Metasa - A operação consiste na aquisição de participação acionária, através de aportes de capital, pela GB, na Metasa, em dois tranches, nos termos do Acordo de Investimento. Em suma, com o Tranche 1, a GB adquire percentual da base atual das ações da Metasa e, com o Tranche 2, adquire mais um percentual, alcançando, portanto, ao final, uma participação (após o aumento de capital relativo à operação).04/02/2019
  • Ourofino Agrociência anuncia parceria estratégica - As japonesas Mitsui e ISK se unem à empresa no desenvolvimento da agricultura tropical. A Ourofino Agrociência, indústria brasileira que há 8 anos atua no mercado brasileiro de defensivos agrícolas, comunica uma parceria estratégica com as tradicionais empresas japonesas Mitsui & Co., Ltd., (“Mitsui”) e Ishihara Sangyo Kaisha, Ltd. (“ISK”). Foi estrategicamente negociada a alienação de uma participação societária de 20% à Mitsui e 5% à ISK. O objetivo dessa parceria é a captura de sinergia entre as empresas, explorando ao máximo as grandes complementariedades existentes e a disposição de cooperar, visando de forma rápida e intensa criar e compartilhar valor ao agricultor brasileiro. 04/02/2019
  • Plataforma de integração B2B recebe aporte de R$5 milhões - O LinkApi, plataforma de integrações B2B baseada no modelo iPaaS (Integration Platform as a Service/ Plataforma de Integração como Serviço), acaba de receber sua primeira rodada de investimento. O aporte de R$5 milhões foi realizado pelo executivo Jander Martins, sócio fundador do grupo Cassis e Nexaas e pela Telefônica, um dos maiores conglomerados de comunicação do mundo. Com o investimento, a startup pretende investir ainda mais no aprimoramento de sua tecnologia, escalar a máquina de vendas, contratar novos colaboradores e iniciar um plano de internacionalização. 05/02/2019
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



Fundo americano defende que EDP venda EDP Energias do Brasil

A gestora americana Elliott Management, que é sócia da Energias de Portugal (EDP), questionou a oferta pública de aquisição de ações (OPA) lançada pela China Three Gorges (CTG) pelo controle da companhia, e propôs, como alternativa,  que a portuguesa venda a EDP Energias do Brasil.

Com a gestão de 2,9% das ações da EDP, a Elliot criou um site, que entrou no ar hoje, defendendo "um futuro melhor" para a companhia em relação à oferta da CTG, que não atenderia o melhor interesse da investida. "Na visão da Elliot, a proposta da CTG, se consumada, vai deixar a companhia mais fraca.. Leia mais em valoreconomico 14/02/2019