18 outubro 2018

Chinesas Spic e Zhejiang avaliam aquisição de Tijoá, da Triunfo

O grupo Triunfo abriu negociações com ao menos duas empresas para a venda de sua fatia de 50,1% na Tijoá, concessionária responsável pela usina Três Irmãos, maior hidrelétrica do rio Tietê... Leia mais em valoreconomico 18/10/2018

18 outubro 2018



Mutant recebe aporte de US$ 85 milhões

A Mutant, focada em soluções de atendimento ao cliente, recebeu um aporte financeiro de US$ 85 milhões. O investimento foi feito pelo fundo de pensão Canada Pension Plan Investiment Board (CPPIB) e pelo Adams Street Partners.

Com essa captação, a expectativa da Mutant é fechar o ano com faturamento de R$ 400 milhões, um crescimento de 45% em relação ao ano anterior.

A empresa está em seu segundo ano de operação e tem quatro aquisições concluídas neste período.
O CPPIB fornece soluções de financiamento por meio de crédito para ativos de diversos setores na Europa, na Ásia e nas Américas, com cerca de US$ 366 bilhões investidos.

Já o Adams Street Partners administra mais de US$ 34 bilhões de ativos e possui uma equipe de crédito privado especializada em fornecer soluções personalizadas de financiamento.

Ambos atuaram como bookrunners no financiamento, que teve o banco francês Société Générale como principal coordenador e agente administrativo.

Após adquirir Unear, CCM7 e TSA em 2016, com investimento concedido pela gestora europeia Permira, a Mutante voltou a ampliar seu portfólio ao incorporar a Dextra com capital próprio em agosto deste ano.

O valor do novo aporte em caixa possibilita fortalecer os planos de expansão da companhia.
"Esta transação é uma clara validação do sucesso da Mutant como empresa líder no segmento de Customer Experience no Brasil. Nossa estratégia de crescimento sempre foi equilibrada e, com esse apoio financeiro adicional, estamos bem posicionados para continuar investindo em iniciativas estratégicas de P&D e fortalecer nosso histórico de crescimento, tanto orgânico quanto através de F&A", afirma Alexandre Bichir, CEO da Mutant.

Entre os clientes da Mutant estão nomes como Net, Banco Itaú, Claro, Sky, Smiles, Experian, Magazine Luiza e Banco Bradesco. Júlia Merker Leia mais em baguete 18/10/2018



Cade e ANS aprovam aquisição do Grupo Samed por NotreDame Intermédica

A NotreDame Intermédica informou nesta quinta-feira que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovaram, sem restrições, a aquisição das sociedades controladoras do  Grupo Samed, operadora de planos de saúde dental com rede verticalizada na região do Alto do Tietê, em São Paulo, ocorrida em junho.

O valor da aquisição foi equivalente a cerca de oito vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) do Grupo Samed.

Em 2017, o Grupo Samed registrou receita líquida de R$ 214 milhões e uma.. Leia mais em valoreconomico 18/10/2018



Ranking de insurtechs tem duas brasileiras

O Thinkseg Group e a Minuto Seguros são as empresas brasileiras inseridas na lista InsurTech 100, produzida pela FinTech Global, especialista em pesquisas e levantamento de dados. O ranking aponta as 100 insurtechs mais inovadoras do mundo.

Um dos principais critérios de avaliação da pesquisa são as soluções tecnológicas oferecidas pelas empresas selecionadas ao mercado de seguros e resseguros.
A FinTech Global iniciou um processo de seleção das companhias por meio de entrevistas para levantamento de informações e análises de cases.

As empresas de destaque foram escolhidas por um painel de especialistas da indústria de seguros, que revisaram as análises de 637 insurtechs identificadas pela FinTech Global.
Fundado em 2016, o Thinkseg Group busca oferecer uma experiência totalmente digital ao consumidor.

Em parceria com seguradoras, a Thinkseg utiliza telemetria e inteligência artificial para oferecer produtos customizados para os clientes.

Na primeira operação de aquisição entre insurtechs no Brasil, em junho deste ano, o Thinkseg Group multiplicou sua carteira de clientes ao adquirir a Bidu Corretora, uma das primeiras corretoras de seguro online do país.

"O nosso principal objetivo é inovar o mercado, utilizando a tecnologia para oferecer produtos personalizados, além de desburocratizar o acesso aos seguros no Brasil. Por isso, fazer parte desta lista é um reflexo de que estamos realmente atendendo aos anseios do consumidor moderno, que está cada vez mais digitalizado e procurando por novas formas de adquirir os seus produtos", afirma Andre Gregori, CEO e fundador do grupo.

Já a Minuto é uma segura online fundada em 2011. Pelo site, o usuário escolhe qual tipo de seguro deseja cotar, preenche com os dados necessários e recebe propostas com preços e planos de acordo com perfil.

A empresa conta com cerca de 500 funcionários.
No Brasil, o mercado de insurtechs conta atualmente com 78 empresas, conforme o último levantamento do Comitê de Insurtechs da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).
A lista InsurTech 100 conta ainda mais duas empresas que possuem operações no Brasil: Compara Online (fundada no Chilena), e The Floow (Inglaterra). Júlia Merker Leia mais em baguete 18/10/2018\



Cade deve aprovar aquisição da Arlanxeo

A aquisição do controle da Arlanxeo pela Aramco Overseas Holdings Cooperatief (AOHC) nos mercados de borrachas sintéticas obteve parecer favorável da Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade)... Leia mais em valoreconomico 18/10/2018



Moody's adquire a Reis, líder em dados de imóveis comerciais

Amplia a função da Moody's Analytics como fornecedora líder de informações e análises para o mercado de CRE nos EUA

A Moody's Corporation (NYSE: MCO) e a Reis, Inc. (NASDAQ: REIS) anunciaram hoje que firmaram um contrato de fusão definitivo para a Moody's adquirir todas as ações da Reis em uma transação em dinheiro avaliada em aproximadamente US$ 278 milhões. A transação foi aprovada pelos Conselhos de Administração de ambas as empresas.

A Reis é uma fornecedora líder de dados de imóveis comerciais ("CRE") nos EUA. Ao longo de quase 40 anos, a Reis compilou um rico arquivo de informações detalhadas sobre cerca de 18 milhões propriedades em todo o país. Fornecendo análises e prognósticos que cobrem 275 mercados metropolitanos e 7,7 mil submercados, a Reis se tornou o conjunto de dados escolhido pelos profissionais de imóveis comerciais, incluindo promotores imobiliários, gerentes, investidores, financiadores e corretores.

Esta transação ressalta a missão da Moody's Analytics de ajudar os clientes a tomarem decisões financeiras melhores e mais rápidas. A combinação dos dados abrangentes da Reis e das capacidades especializadas da Moody's Analytics visa melhorar as práticas analíticas no mercado de CRE e contribuir para a eficiência e liquidez dos fluxos de capital. A aquisição expande ainda mais a rede de provedores de dados e análises da Moody's Analytics no espaço dos imóveis comerciais, incluindo investimentos recentes em start-ups que aplicam abordagens inovadoras e novas tecnologias para fornecer dados e entregar ferramentas ao mercado.

"O setor imobiliário comercial é analiticamente muito complexo e a Reis dedicou décadas de esforço e especialização na construção de um ativo de dados único, com informações críticas e difíceis de replicar sobre essa grande e importante classe de ativos. Seus dados sobre o fornecimento de CRE e os conhecimentos da Moody's Analytics sobre a demanda por propriedades comerciais vão proporcionar aos participantes do mercado uma visão de 360 graus da economia dos empréstimos e investimentos de CRE", disse Mark Almeida, presidente da Moody's Analytics. "Ao trabalharmos juntos, tanto a Reis quanto a Moody's Analytics se tornarão ainda mais relevantes e valiosas para os profissionais de finanças de CRE."

Lloyd Lynford, CEO da Reis, disse: "A união com a Moody's irá acelerar nossa visão fundadora de fornecer transparência para a classe de ativos imobiliários comerciais e suporte de decisão superior para todos os profissionais do setor imobiliário comercial. Nosso Conselho de Administração considerou minuciosa e cuidadosamente nossas alternativas e avaliou a proposta da Moody's, e acredita que ela oferece aos nossos acionistas um valor atraente e uma excelente plataforma estratégica para crescimento contínuo, ao mesmo tempo em que beneficia nossos clientes e funcionários".

Sob os termos do acordo de fusão, a Moody's vai iniciar uma oferta pública para adquirir todas as ações emitidas e em circulação das ações ordinárias da Reis por US$ 23 por ação em dinheiro. A transação está sujeita às condições habituais de desfecho e aprovações regulatórias, incluindo a oferta de uma maioria das ações emitidas e em circulação das ações ordinárias e de liquidação da Reis ao abrigo da Hart-Scott-Rodino Antitrust Improvements Act de 1976. A Moody's também celebrou acordos de oferta e suporte com certos acionistas da administração da Reis sob os quais se comprometeram a aceitar a oferta e a oferecer todas suas ações da Reis, que representam aproximadamente 18% das ações emitidas e em circulação da Reis.

Após a conclusão da oferta pública, a Moody's irá adquirir todas as ações remanescentes da Reis ao mesmo preço de US$ 23 por ação, por meio de uma fusão de segunda etapa, e a Reis se tornará uma subsidiária integral da Moody's. O desfecho da transação deverá ocorrer no quarto trimestre de 2018.

A transação será financiada através de uma combinação de dinheiro em caixa e papel comercial. A Moody's espera que a aquisição da Reis aumente os lucros por ação de acordo com os princípios contábeis geralmente aceitos (PCGA) em 2020. Sobre uma base ajustada de lucro por ação, que exclui a amortização do preço de compra, a transação será acretiva em 2019. A Moody's continua esperando que as recompras de ações para 2018 sejam de aproximadamente US$ 200 milhões, sujeitas ao caixa disponível, condições de mercado e outras decisões de alocação de capital.

A Skadden, Arps, Slate, Meagher e Flom LLP são os consultores jurídicos da Moody's. A Fried Frank Harris Shriver & Jacobson LLP são os consultores jurídicos da Reis e a Canaccord Genuity é a consultora financeira da Reis.

Mais informações sobre as soluções de imóveis comerciais da Moody's Analytics podem ser encontradas em: https://www.moodysanalytics.com/product-list/cmm-commercial-mortgage-metrics.

SOBRE A MOODY'S CORPORATION

A Moody's é um componente essencial dos mercados mundiais de capital, fornecendo qualificações de crédito, pesquisa, ferramentas e análise que contribuem para mercados financeiros mais integrados e transparentes. A Moody's Corporation (NYSE: MCO) é a empresa matriz da Moody's Investors Service, que fornece qualificações de crédito e pesquisa cobrindo instrumentos de dívida e títulos, sendo que a Moody's Analytics oferece software de vanguarda, serviços de consultoria, pesquisa de crédito, análise econômica e gestão de risco financeiro. A corporação, que registrou uma receita de US$ 4,2 bilhões em 2017, emprega cerca de 12.300 pessoas ao redor do mundo e mantém uma presença em 42 países. Mais informações em www.moodys.com.

SOBRE A REIS

A Reis fornece informações e ferramentas analíticas de mercado de imóveis comerciais ("CRE") para profissionais do setor imobiliário. A Reis mantém um banco de dados próprio de informações sobre todas as propriedades comerciais em mercados metropolitanos e bairros nos Estados Unidos. Essas informações são usadas pelos investidores, credores e outros profissionais de CRE para tomar decisões informadas de compra, venda e financiamento. Além disso, os dados da Reis são usados por investidores de dívida e de capital para avaliar, quantificar e gerenciar os riscos de inadimplência e perda associados a hipotecas individuais, propriedades, carteiras e títulos lastreados em imóveis. Atualmente, a Reis fornece seus serviços de informação para muitas das principais instituições de crédito, investidores em ações, corretores e avaliadores dos EUA.
Para mais informações sobre os produtos e serviços de Reis, acesse www.reis.com e www.reisreports.com. Leia mais em terra 16/10/2018




Desvalorização da Qualicorp mostra que mercado não tolera esse tipo de conduta

Para especialista em direito econômico, CVM deve agir sobre o caso para proteger a credibilidade do mercado de capitais

Entrevista comLeandro Schuch, sócio do escritório N. Tomaz Braga & Schuch

Após anunciar um acordo de não competição com seu presidente, José Seripieri Filho, a administradora de planos de saúde Qualicorp perdeu R$ 1,4 bilhão em valor de mercado em um único dia. O contrato, que fez as ações da empresa despencarem quase 30% em 1.º de outubro, garantiu R$ 150 milhões ao executivo.

Pelo acordo, o executivo, que detém de forma indireta cerca de 15% do capital da companhia, não poderá realizar a venda de sua participação por um prazo de seis anos nem competir com empresa.

Um contrato desse tipo com um funcionário (além de maior acionista, Seripieri Filho é diretor presidente da empresa) que ainda está na empresa é algo inédito, afirma o advogado Leandro Schuch. “Como ele está prestando um serviço à companhia, tem dever de obediência a normas internas. Não haveria necessidade de se criar um contrato à parte”, avalia.

Para remediar a repercussão negativa, Seripieri se comprometeu a recomprar os mesmos R$ 150 milhões em ações da companhia. A medida não devolveu os papéis da empresa ao patamar em que estavam antes da divulgação do contrato. Para Schuch, embora a recompra indique que a Qualicorp reconheceu o equívoco, um caminho mais usual para reparar os danos seria cancelar o contrato. Confira a entrevista completa:

Como funcionam os contratos de não competição?

São mais comuns entre empregados da alta gestão das companhias e acionistas retirantes de sociedades. A ideia é evitar que um ex-diretor, por exemplo, passe as informações e os conhecimentos que ele adquiriu durante a relação que manteve com a empresa para a qual trabalhava. É uma prática comum aqui e no exterior. A ideia é proteger a companhia da utilização indevida de informações. É preciso que esse contrato tenha um prazo razoável e preveja uma limitação geográfica.

No caso da Qualicorp, como avalia o acordo?

O caso da Qualicorp trouxe ao mesmo tempo uma novidade e uma mensagem muito ruim para o mercado. O Seripieri Filho não saiu da empresa. Se ele está trabalhando lá, já há um dever de lealdade. Ao assinar um contrato de não competição mesmo sem sair da empresa em que ele trabalha e é acionista, passa uma mensagem muito ruim para o mercado. Isso é muito emblemático, nunca tinha visto um contrato de não competição com alguém que ainda está dentro da empresa. Como ele está prestando um serviço à companhia, na condição de diretor presidente, ele tem esse dever de obediência a normas internas. Não haveria necessidade de se criar um contrato à parte de não competição. Os termos desse contrato ainda não foram divulgados ao mercado, mas, com base apenas no que já foi divulgado, é uma coisa estranha, soa mal.

Não seria mais indicado convocar uma assembleia com os acionistas?

Sim. Isso se agrava principalmente pela relevância do valor pago – quase 5% do valor de mercado da companhia. Realmente, isso deveria ter passado pela assembleia.

A Qualicorp faz parte do segmento de maior exigência de práticas de governança corporativa da Bolsa. Como avalia a repercussão para o mercado de capitais no País?

O mercado deu uma mensagem sobre a importância da divulgação correta das decisões tomadas, do seguimento fiel às regras de governança corporativa pactuadas entre a companhia e seus acionistas. A desvalorização da empresa foi uma resposta imediata a esse contrato. E a própria empresa reconheceu isso, ainda que indiretamente, voltando atrás da decisão (com a compra de ações). No fim das contas, a desvalorização da Qualicorp mostrou que o mercado não tolera esse tipo de conduta.

As medidas para tentar controlar a situação foram acertadas?

A recompra de ações desfez o equívoco da decisão tomada pelo conselho. Mas de uma forma não usual. É relevante que ela tenha passado a mensagem que estava tentando sanar o equívoco.

Qual seria o caminho mais ortodoxo?

Seria desfazer o contrato de não competição.

Alguma sanção deve ser aplicada?

A CVM vai de alguma forma se posicionar sobre isso. Esperamos que ela examine esse caso. Não se teve acesso ao contrato, logo é importante que o nosso “xerife” analise essa situação para não abalar a credibilidade do mercado de capitais brasileiro. Pela novidade do tema é difícil saber qual medida deve ser tomada, mas será interessante ver qual a resposta. De todo modo, a penalização pelo próprio mercado já veio. Autor: Pedro Ladislau Leite, O Estado de S.Paulo Leia mais em capitólio 18/10/2018



Novartis adquire biofarmacêutica americana por US$ 2,1 bilhões

A farmacêutica Novartis anunciou nesta quinta-feira a compra da Endocyte, uma companhia biofarmacêutica americana especializada em tratamentos para câncer de próstata, por US$ 2,1 bilhões.

A companhia concordou em pagar US$ 24 por ação da empresa... leia mais em valoreconomico 18/10/2018



Concentração segura

As aquisições e fusões vão se intensificar no setor de seguros, segundo a consultoria KPMG, que fez um estudo global sobre o tema.

A maioria (80%) dos executivos de grandes empresas afirmou que há planos dessa natureza para os próximos três anos.

A principal razão para o movimento é a intenção de mudar a maneira como as operadoras obtêm suas receitas, o que a consultoria chama de modelo de negócios.

As maiores empresas do setor querem comprar outras que deem a elas novas capacidades, afirma Fernando Mattar, sócio da KPMG.

Adquirir concorrentes para ficar com a base de clientes também é um motivo, mas o menos comum na lista dos apresentados.

A concentração deverá levar mais tempo para acontecer no Brasil, diz Mattar, pois há incertezas econômicas. Autor: Maria Cristina Frias Referência: Folha de São Paulo Leia mais em capitólio 28/10/2018



17 outubro 2018

Shell vende ativos na Dinamarca por US$ 1,9 bilhão

A petrolífera anglo-holandesa Shell firmou um acordo para a venda de ativos de exploração e produção na Dinamarca para a Norwegian Energy, por US$ 1,9 bilhão.

A transação foi anunciada nesta quarta-feira e faz parte da estratégia de simplificação do portfólio da Shell. .. leia mais em valoreconomico 17/10/2018

17 outubro 2018



Novo fundo visa investimento em startup mais madura

Na "escada" de investimento em startups no Brasil, os degraus iniciais de capitalização das companhias ficou bem coberto nos últimos anos.

Investidores-anjo, fundos de capital semente, fundos de capital semente, aceleradoras e fundos de investimento têm oferecido os recursos para quem precisa de valores até uma faixa de R$ 15 milhões... Leia mais em valoreconomico 17/10/2018



Nordeste se destaca em transações de fusão e aquisição em setembro

Relatório da PwC Brasil mostra que 14% das 59 fusões e aquisições ocorreram no Nordeste

O Nordeste tem atraído a atenção de investidores. Na região, foram fechadas 14% das 59 fusões e aquisição realizadas em setembro deste ano, o equivalente a oito. Os dados são de relatório da PwC Brasil. O Nordeste fica atrás apenas do Sudeste, com 63% das negociações, cerca de 37. No acumulado do ano até setembro, houve 470 fusões e aquisições, 1% a mais em relação ao mesmo período de 2017. O Nordeste foi responsável por 8% das transações (37), o que garantiu o terceiro lugar no ranking, depois do Sul com 12% (58 negócios) e o Sudeste, com 67% (233).

“O Nordeste é sede de algumas empresas que fizeram abertura de capital ou captação de recursos recentemente e que, por esta razão, possuem dinheiro em caixa para realização de aquisições com a finalidade de crescimento inorgânico, principalmente com foco em expansão na região Sudeste, Sul e Centro-oeste. Por outro lado, há um movimento importante acontecendo no setor de energia que poderá impactar empresas da região, tanto em movimentos de consolidação do setor eólico e de energia solar, como em eventuais processos de privatização de distribuidoras regionais”, comenta o sócio PwC Brasil no escritório do Recife, Vinicius Rego.

Os negócios no Nordeste estão sendo realizados em várias áreas. Um exemplo é a aquisição feita pela Echoenergia de portfólio de projetos eólicos no Rio Grande do Norte da Voltalia. O grupo Hapvida comprou carteira com 25 mil usuários do plano de saúde Uniplam, sediados em Teresina, no Piauí, por R$ 30 milhões. Já no País, o setor de TI é o que atrai mais investidores, com 21% do total transacionado no acumulado do ano.

CRISE
Para a PwC, há indícios de recuperação da economia em 2018, mas a insegurança acerca da política econômica que será adotada em 2019 pelo novo presidente do País está travando investimentos no País. Segundo levantamento da consultoria, no mês de setembro de 2014 houve 87 transações de fusão e aquisição. No ano seguinte, o número caiu para 52. Em 2017, foram registradas 58 no mesmo mês. Este ano, foram 59.

"A crise econômica afetou de forma profunda diversos segmentos da economia que eram objeto de investimento e interesse prioritário de investidores estrangeiros, principalmente setores relacionados a infra-estrutura e do segmento imobiliário, dentre diversos outros. Há uma conjuntura macroeconômica global, com a subida dos juros norte-americanos, aliada à reforma tributária conduzida recentemente, que também influenciam na redução do apetite por investimento por parte de investidores estrangeiros", explica Rego. Leia mais em jconline 16/10/2018



Gestor global mostra otimismo com Brasil, aponta BofA

Faltando menos de duas semanas para a eleição no Brasil, gestores de fundos globais demonstram um aumento de otimismo com o desempenho dos ativos domésticos.

A maioria espera que o Ibovespa termine o ano acima de 85 mil pontos e uma parcela projeta níveis superiores a 95 mil.

Para o câmbio, mais da metade dos entrevistados estima que o dólar estará cotado abaixo de R$ 3,80 no término de 2018. Isso é o que revela pesquisa realizada pelo Bank of America Merrill Lynch (BofA) com gestores de fundos neste mês.

Conforme o levantamento, dois terços dos entrevistados afirmam que o Ibovespa deve terminar o ano acima de 85 mil pontos, ante 20% no mês passado. E uma parcela de 23% estima que o índice superará os 95 mil, enquanto nenhum dos gestores apostava num nível tão elevado na última sondagem. O salto de confiança também veio para o câmbio: mais da metade dos profissionais ouvidos aponta que o dólar deve ficar abaixo de R$ 3,80 no fim do ano, o que representa um aumento ante os 20% do mês passado.

Nesse cenário, o Banco Central pode encontrar espaço para manter a Selic no nível atual de 6,5%. Mais de 70% dos gestores dizem acreditar que o BC não deve atuar diante da pressão de uma depreciação do real, o que, para o BofA, demonstra redução do temor sobre elevação de juros. No entanto, um terço afirma que isso deve perdurar apenas enquanto o BC espera por esclarecimentos no cenário.

A confiança dos participantes do mercado é motivada pela expectativa eleitoral. De acordo com a sondagem, 58% dos investidores afirmam acreditar que existe mais de 70% de chance de um candidato de "centro-direita" vencer a corrida presidencial.

Em relação ao cenário global, os investidores se mostram mais pessimistas com o crescimento econômico. Para 85% dos gestores, a economia global está no último ciclo de crescimento, e 38% responderam que esperam uma desaceleração em 2019, na pior perspectiva para o crescimento global desde novembro de 2008.

Em meio a esse cenário, os investidores acreditam que o dólar deve ficar sobrevalorizado frente às moedas emergentes. Para 35% dos participantes da pesquisa, o lucro das empresas não deve crescer mais de 10% nos próximos 12 meses, uma mudança em relação ao levantamento de fevereiro, em que 35% dos entrevistados esperavam uma melhora dos lucros acima desse patamar.

Em termos de alocações, um total líquido de 22% dos participantes disse estar com uma posição acima da média do mercado em ações globais, próximo do percentual de julho quando 19% afirmaram estar com essa posição. Um total líquido de 50% dos participantes afirmou estar com uma alocação abaixo da média do mercado em bônus. Valor Econômico -Leia mais em abinee. 17/10/2018



16 outubro 2018

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 08 a 14/out/2018

Divulgadas 14 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de  08 a 14/out/2018.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                        
Principais transações




NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • SulAmérica compra Prodent por R$145,7 milhões - Com isso, a SulAmérica deve acrescentar 400 mil beneficiários à sua carteira de planos odontológicos, atingindo a marca de cerca de 1,5 milhão de beneficiários. A operadora de planos de saúde SulAmérica anunciou que assinou contrato para comprar 100 por cento da empresa de assistência odontológica Prodent, pelo preço base de 145,7 milhões de reais.  08/10/2018
"Market Movers” - Exterior
  • LinkedIn adquire a Glint - O LinkedIn, rede social voltada para relações profissionais e busca de vagas da Microsoft, anunciou na segunda-feira, 8/10, a aquisição da Glint. A startup é responsável por uma plataforma de RH voltada para a satisfação dos colaboradores. Embora os termos financeiros não tenham sido revelados, fontes da CNBC afirmam que o LinkedIn pagou mais de US$ 400 milhões pela Glint. A compra é a maior feita pela empresa após ser adquirida pela Microsoft em 2016. O negócio fornece mais evidências de que a Microsoft quer que a rede social opere de forma independente. 10/10/2018
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Grupo Scheffer negocia venda de fatia minoritária de seu capital  - O Grupo Scheffer, controlado por um ramo da família do ministro Blairo Maggi e do megaprodutor Eraí Maggi Scheffer, negocia a venda de uma participação minoritária de seu capital. Segundo o Valor apurou,  ao menos três fundos estrangeiros estão interessados no ativo, dois dos quais do Canadá. A empresa, grande produtora de grãos e avaliada por entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões, contratou Rabobank e Itaú para assessorá-la na negociação. 10/10/2018
 M & A - COMPRA

  • Investidores estão à espera de cenário mais definido - O que os economistas veem como tendência se confirma no dia a dia de empresas brasileiras: o cenário indefinido, fruto das dúvidas sobre o direcionamento fiscal do País, adiam ou inviabilizam que negócios engatilhados há tempos sejam concretizados. O empresário Junior Durski, fundador da rede de hamburguerias Madero, por exemplo, está em busca de um sócio, mas diz que os fundos de private equity - que compram participações em empresas - estão receosos em fazer grandes apostas neste momento. "Enquanto o cenário não fica mais claro, as propostas têm sido muito baixas, pois os fundos estão conservadores", conta Durski. "Essa falta de definição está deixando os negócios represados, porque o investidor não quer fazer a aposta sozinho. Prefere esperar.” 07/10/2018

PRIVATE EQUITY

  • BlackRock espera valorização dos ativos brasileiros no curto prazo - A gestora americana BlackRock enxerga uma recuperação dos ativos brasileiros no curto prazo após a disparada de Jair Bolsonaro (PSL) no primeiro turno. “Vemos os ativos de risco brasileiros se recuperando no curto prazo, com o mercado precificando uma vitória de Bolsonaro no segundo turno, o que provavelmente seria visto como um mandato para avançar com as reformas econômicas”, considerou a casa em relatório. . 08/10/2018
IPO

  • Empresas correm para registrar IPO antes do 2º turno - Algumas empresas, como os bancos BMG e Agibank, na fila para abrirem seu capital, deixaram tudo pronto para entrarem com pedido de registro junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e realizarem a oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) logo após a definição do pleito eleitoral. A ideia é ter a opção de lançar uma oferta tão logo a janela para captação se abra, o que pode ocorrer em dezembro deste ano. O mineiro BMG, da família Pentagna Guimarães, por exemplo, tem mantido conversas com analistas que acompanham o setor bancário no âmbito do seu IPO. O Agibank, que chegou a fazer uma tentativa de listar suas ações na bolsa, também se prepara para vir a mercado passadas as eleições no País. São esperadas, ainda, algumas ofertas subsequentes (follow ons) ainda para este ano, como a da Light. 08/10/2018
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES 

  • SulAmérica compra Prodent por R$145,7 milhões - Com isso, a SulAmérica deve acrescentar 400 mil beneficiários à sua carteira de planos odontológicos, atingindo a marca de cerca de 1,5 milhão de beneficiários. A operadora de planos de saúde SulAmérica anunciou nesta segunda-feira que assinou contrato para comprar 100 por cento da empresa de assistência odontológica Prodent, pelo preço base de 145,7 milhões de reais. Em fato relevante, a SulAmérica afirmou que a Prodent, com sede em São Paulo, é a oitava maior operadora de planos odontológicos do país e que teve em 2017 receita operacional de cerca de 100 milhões de reais. 08/10/2018
  • Nubank recebe aporte de US$ 200 milhões da gigante chinesa Tencent - Com o investimento, a fintech brasileira atinge o valuation de US$ 4 bilhões. A Tencent, gigante chinesa de tecnologia, investirá US$ 200 milhões no Nubank, segundo o The Information. Esse é o primeiro investimento recebido pela startup após ela ter alcançado o valuation de US$ 1 bilhão em março deste ano. Com o novo aporte, a fintech brasileira atingirá o valor de mercado de aproximadamente US$ 4 bilhões. O investimento de US$ 200 milhões deverá trazer o equity de 5% da startup para a Tencent. Juntas, as empresas poderão utilizar a tecnologia para auxiliar no mercado financeiro, além da relação com o Nubank ser uma porta de entrada para a empresa chinesa no país. 08/10/2018
  • Cabeamento alterado - Prysmian vai investir - A fabricante de cabos Prysmian vai investir R$ 25 milhões em sua planta em Poços de Caldas (MG) até meados do ano que vem. A fábrica pertencia à concorrente General Cable, adquirida pela companhia em junho deste ano. “A chegada da General Cable alterou um pouco nossos planos de investimento”, afirma Aderaldo. A unidade em Poços de Caldas deverá centralizar a fabricação de fios e cabos de média tensão, utilizados principalmente em ambientes industriais, em obras de infraestrutura de maior porte e por concessionárias de energia, diz ele. R$ 2 bilhões - foi o faturamento aproximado da Prysmian no Brasil em 2017 -  08/10/2018 
  • Yara faz acordo com Galvani e amplia liderança no Brasil - A disputa judicial entre a norueguesa Yara , uma das maiores empresas de fertilizantes do mundo, e a Galvani, fabricante de nutrientes derivados do fosfato, chegou ao fim com um desfecho considerado pelo mercado positivo para a empresa brasileira. Na sexta-feira, a Yara anunciou que entrou em acordo com a família Galvani para adquirir 100% das ações da Galvani Indústria, Comércio e Serviços e encerrar uma disputa que já havia levado os antigos parceiros à Justiça. Com o acordo, a subsidiária da Yara no Brasil, que lidera o mercado local de fertilizantes com 25% de participação, passará a deter 100% de dois ativos que contavam com a participação minoritária dos Galvani: uma unidade industrial em Paulínia, em São Paulo, e o projeto Serra do Salitre, em Minas Gerais, de produção integrada de nutrientes derivados do fosfato. Pela participação minoritária dos Galvani nesses ativos, a Yara aceitou pagar US$ 70 milhões em dinheiro ao longo dos próximos três anos, além de um valor adicional condicionado ao desempenho do projeto Serra do Salitre.  08/10/2018
  • Qualicorp recua, e fundador comprará ações da empresa - Em mais uma reviravolta no imbróglio entre a Qualicorp, que administra de planos de saúde coletivos, e seus acionistas, o fundador da empresa, José Seripieri Filho, comprometeu-se a comprar, até o fim do ano, ao menos R$ 150 milhões em ações da companhia. Num dia de forte alta na Bolsa, os papéis da Qualicorp avançaram ontem 5,77%, a R$ 13,75. Na semana passada, os investidores tinham sido pegos de surpresa pelo anúncio de que a empresa havia celebrado um contrato para que seu fundador e diretor executivo, Seripieri Filho, conhecido como Júnior, não vendesse suas ações nem se tornasse um competidor direto da Qualicorp por pelo menos seis anos. A indenização prevista era de R$ 150 milhões. A notícia teve impacto negativo sobre as ações. Na segunda-feira passada, quando o caso foi revelado, os papéis da companhia despencaram 29,4%. Agora, o executivo se compromete a investir o valor da indenização em ações da empresa. 09/10/2018
  • São Marcos compra PhD - O Grupo São Marcos, rede de medicina diagnóstica de Belo Horizonte, adquiriu 80% do laboratório PhD Patologia Cirúrgica e Molecular, com duas unidades na capital paulista. Neste ano, o Grupo São MacOS está investindo R$ 50 milhões em expansão, sendo que 90% são para aquisições e o restante para crescimento orgânico. A operação faz parte do plano de expansão do grupo, que tem como meta o posicionamento entre os cinco maiores players do setor até 2021, alcançando R$ 800 milhões em receita.  A empresa adquirida pelo Grupo São Marcos tem faturamento anual de R$ 13 milhões e realiza cerca de 15 mil exames ao mês, sendo 30% desta receita proveniente de exames de alta complexidade. Os sócios-fundadores da PhD, bem como o corpo clínico, serão mantidos.10/10/2018
  • Aporte na Odata - A empresa americana de centros de dados CyrusOne anunciou ontem um investimento de US$ 12 milhões por uma fatia de 10% da Odata, empresa do fundo Pátria Investimentos que tem operações em São Paulo e na Colômbia. Com o aporte a companhia, que tem mais de 45 centros de dados ao redor do mundo e atende cerca de mil clientes, assumiu um assento no conselho da Odata. A cadeira será ocupada por Kevin Timmons, diretor de tecnologia da CyrusOne. As empresas firmaram ainda um acordo de cooperação estratégica para intercâmbio de clientes e tecnologias. O anúncio ocorre duas semanas depois de a Ascenty, principal concorrente da Odata, ser vendida por US$ 1,8 bilhão à também americana Digital Realty.   09/10/2018
  • Trimble adquire brasileira Veltec - A Trimble, sediada na Califórnia, adquiriu a Veltec, empresa de Londrina especializada em gestão de frotas. Os detalhes financeiros não foram divulgados. Com a aquisição, a Trimble amplia sua presença global e estende suas soluções de eficiência e segurança de frota para novos mercados. "A Veltec se estabeleceu como líder inovadora no Brasil, fornecendo às frotas soluções para maximizar a segurança e o desempenho. Com essa aquisição, procuramos colaborar para fornecer novas tecnologias para nossos clientes, expandir nossa presença e ampliar nossa visão de como melhorar o transporte e a logística no mundo todo", diz Thomas Fansler, presidente da Trimble Transportation Mobility. A Veltec atende a mais de 900 empresas em todo o país, incluindo nomes como Ambev, JBS, Gerdau, Raízen, Bunge. Em 2017, a empresa ficou com a 46ª posição no ranking de PMEs que mais crescem no Brasil. Para isso, a companhia registrou receita de R$ 26 milhões em 2016. 08/10/2018
  • Wharton Angels investe U$ 1,5 milhão em startups brasileiras - Iniciativa com maior destaque na aceleração receberá U$ 500 mil em bonificação extra Startup startups empreendedorismo. Com o incentivo, as iniciativas poderão se aproximar de investidores ligados à Universidade. O grupo de investidores-anjo Wharton Angels, de ex-alunos da Universidade da Pensilvânia (EUA), realizou aporte de U$ 1,5 milhão, que será dividido, nas empresas brasileiras Flexipag, de empréstimos via aplicativo no celular, Repasa, que mantém um brechó virtual em forma de marketplace, e Tutor Mundi, que atua com uma plataforma multidisciplinar de tutoria e cursos online. 10/10/2018
  • Enforce, do BTG, compra carteira de crédito do BVA - A Enforce, empresa de recuperação de crédito do BTG Pactual, comprou uma carteira de créditos do Banco BVA em leilão hoje por R$ 70 milhões, conforme o Valor apurou. A Enforce foi a única a fazer proposta pela carteira de R$ 550 milhões.  10/10/2018
  • Petrobras e Murphy formam joint venture para atuação em E&P no Golfo do México - A Petrobras informa que a sua subsidiária Petrobras America Inc. (PAI) celebrou, nesta quarta-feira (10), com a Murphy Exploration & Production Company, subsidiária da Murphy Oil Corporation, contrato definitivo visando a formação de uma joint venture (JV) composta por ativos em produção de petróleo e gás natural no Golfo do Mexico. A constituição da JV se dará com o aporte de todos os ativos em produção situados no Golfo do México de ambas as empresas, na qual a Murphy será a operadora com 80% de participação e a PAI com 20%. A transação envolverá um valor total de até US$ 1,1 bilhão, a ser recebido pela PAI, sendo uma compensação de US$ 900 milhões à vista, correspondente à diferença de valor entre os ativos aportados pelas duas empresas no fechamento da operação. Além disso, haverá pagamentos contingentes de até US$ 150 milhões a serem efetuados até 2025 e um carrego de investimentos de até US$ 50 milhões de custos da PAI no desenvolvimento da produção do campo de St. Malo, a ser assumido pela Murphy a partir de 2019, caso determinados projetos de recuperação de óleo sejam realizados. 10/10/2018
  • HDI e Santander firmam joint-venture e criam seguradora auto digital - Ideia é tornar mais simples a contratação de uma apólice. A HDI Seguros comunicou, nesta terça-feira (10), ao mercado que foi constituída a Santander Auto S.A., empresa detida 50% pela SANCAP Investimentos e Participações S.A., sociedade controlada pelo Santander Brasil, e 50% pela HDI Seguros S.A. A Santander Auto fará a emissão, oferta e comercialização de seguros de automóveis, de forma 100% digital, estabelecendo novos patamares de serviços para o mercado de seguros e proporcionando aos clientes uma forma mais simples de contratar e utilizar o seguro auto. 10/10/2018
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES

16 outubro 2018



Unicórnios batem recorde e já valem US$ 440 bilhões no mundo todo

Estudo aponta que 119 empresas valem mais de US$ 1 bilhão no mercado e destaca crescimento constante de investimentos via corporate venture

Os investimentos realizados via corporate venture (CV) alcançaram um novo recorde no terceiro trimestre do ano. Segundo o levantamento da CB Insights e da PwC, entre julho e setembro foram US$ 53,1 bilhões em aportes realizados por meio desses fundos, crescendo quase US$ 1 bilhão sobre o segundo trimestre.

O crescimento no volume de investimentos ocorreu a despeito da diminuição do número de acordos fechados — foram 3.408, mais de 300 a menos que a quantidade verificada de abril a junho. Isso significa que aumentou a média de valor investido por operação.

Outro recorde também chama a atenção: nunca houve tantos unicórnios no mundo como hoje, de acordo com a pesquisa. São 119 empresas privadas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão no mercado que receberam investimentos em CV, dez a mais do que ao final do segundo trimestre. Elas valem, ao todo, US$ 440 bilhões — também um recorde histórico.

Os principais investimentos, entretanto, acontecem em empresas mais consolidadas. Como a WeWork, que recebeu, em agosto, US$ 1 bilhão em venture capital do SoftBank. Foi a maior operação do tipo realizada no terceiro trimestre, junto com os aportes de mesmo valor recebidos pela empresa de carros elétricos Lucid Motors, do fundo soberano da Arábia Saudita; pelo app de transporte Grab, que recebeu investimentos dos fundos Lightspeed Venture Partners, OppenheimerFunds e Ping An Capital; e pela buscadora indiana de quartos de hotéis Oyo Rooms, que captou seu bilhão dos investidores Greenoaks Capital Management, Lightspeed India Partners, Sequoia Capital India e SoftBank.

Completa a lista dos cinco maiores negócios o investimento de US$ 585 milhões dos fundos de VC Eastern Bell Venture Capital, Hillhouse Capital Management e Primavera Capital Group na startup chinesa de carros elétricos XPeng Motors.

Com o crescimento consistente dos negócios via corporate venture, essa modalidade de investimento tem cada vez mais espaço no total de dinheiro que as empresas recebem de seus parceiros.

Hoje, os aportes feitos nesta modalidade – seja por meio de fundos criados com essa finalidade ou mantidos por empresas de outros setores – representam 31% das operações de injeção de dinheiro entre empresas em todo o mundo. Ao final de 2016, o percentual era de 23%.

Apesar de 3 dos 5 principais investimentos terem sido feitos na Ásia, os Estados Unidos continuam sendo o maior polo mundial de corporate venture. O país concentrou mais que a metade de todo o volume financeiro investido dessa maneira no trimestre, totalizando US$ 27,5 bilhões e crescendo US$ 16,5% sobre o segundo trimestre. Foram 1.229 operações direcionadas e empresas estadunidenses no período.

A Ásia, por sua vez, teve mais negócios fechados, mas um valor menor de investimentos via VC. Foram 1.359 operações, que levaram US$ 19,3 bilhões em investimentos a empresas da região.

Lá, porém, é onde está a maior participação do corporate venture em relação aos investimentos totais feitos pelas companhias, com 35% da conta completa. Nos Estados Unidos, a proporção é de 29%.

Já na Europa, foram US$ 4,9 bilhões em investimentos no terceiro trimestre, o menor valor verificado em todo este ano, com 638 operações.

Clique aqui para obter o relatório completo da CB Insights e PWC. Leia mais em epocanegocios 16/10/2018



Startup de entregas por motoboy Loggi recebe R$ 400 milhões para expandir serviço pelo Brasil

A startup de entregas Loggi recebeu R$ 400 milhões do fundo de investimentos em companhias iniciantes do grupo japonês SoftBank.

Ela está no mercado desde 2014 e desenvolveu sistema para chamar entregadores autônomos, principalmente motoboys, a partir de aplicativo para celular.

A Loggi iniciou suas atividades tendo como público principal escritórios que precisavam enviar documentos. Com o tempo, expandiu para mercados mais complexos, como o comércio virtual e o delivery de comida, hoje suas principais fontes de receita.

Segundo o fundador da startup, Fabien Mendez, o número de entregas feitas pela companhia vem crescendo 20% ao mês -a média está em cerca de 3 milhões. Ele diz que isso é possível, mesmo em momento de crise no Brasil, devido ao fato de os setores em que a Loggi atua terem seu avanço mais baseado em mudanças de hábitos e tecnologias do que na expansão da economia como um todo.

O serviço está disponível em 13 capitais brasileiras e em um total de 30 cidades. A meta do fundador da companhia é atingir 95% do território do país até 2020.

O SoftBank é dono do maior fundo de investimento em startups do mundo, com US$ 93 bilhões (cerca de R$ 345 bilhões) captados em 2017. É um dos principais acionistas de companhias como Uber, Alibaba e WeWork.

Essa é a segunda aposta do grupo no Brasil. Ele já investiu na 99, vendida no início do ano para a chinesa Didi Chuxing.

Mendez afirma que, tão importante quanto os recursos, os novos sócios trarão conhecimento sobre as principais tendências e tecnologias do mercado, inclusive o de logística.

"Para nós, é um investidor muito estratégico, com entendimento dos movimentos tectônicos que acontecem no mundo de forma global e que pode nos dar muitos insights", diz.

Segundo ele, os recursos servirão para ampliar a equipe de engenharia da empresa. Em um ano, o grupo deve ir de 100 para 400 pessoas. No total, a companhia tem 420 funcionários.

A maior quantidade de especialistas permitirá o desenvolvimento da empresa em áreas como inteligência artificial para definir melhores roteiros, tecnologias para celular e automação.

O empresário conta que a companhia vem investindo no uso de robôs para centros de distribuição que passou a espalhar pelo Brasil conforme ganhou espaço no mercado do comércio eletrônico. Atualmente são 8 em São Paulo e 13 em outras cidades.

Companhias clientes da Loggi, como Amazon, Via Varejo, Mercado Livre e Magazine Luiza, podem direcionar suas entregas para esses centros e, dali, a startup faz a triagem dos produtos e define as melhores rotas para que eles cheguem aos clientes.

Isso é feito com tecnologias que analisam o tipo de encomenda e qual seria a melhor forma de acomodá-la em diferentes veículos, ao mesmo tempo que buscam a rota mais eficiente para a entrega, explica Mendez.

"Dessa forma, conseguimos ser rápidos, otimizamos o tempo do motoboy, que passa a ganhar mais dinheiro, e fazemos um preço competitivo para o cliente", afirma.

Por dia, 10 mil motoboys usam o serviço. Também são feitas entregas por carros, vans e caminhões a partir do aplicativo e estão sendo firmados acordos com companhias aéreas para uso de espaço ocioso no bagageiro, explica o empresário.

"Nosso plano é conectar o Brasil, para que alguém no interior de São Paulo consiga fazer um produto chegar em um dia no interior do Amazonas."

Na época de seu lançamento, a Loggi viu surgir uma série de companhias com modelos de negócios semelhantes ao seu. Hoje, sua principal competidora no mercado de startups é a Rapiddo Entregas, do mesmo grupo empresarial do iFood (de delivery de comida)  e que foi incorporada por ele neste ano. (FOLHAPRESS) - Leia mais em bemparana 16/10/2018



Carf julga venda da Mantecorp para a Hypermercas

O auto de infração envolvendo a venda da Mantecorp para a Hypermarcas será julgado nesta quarta-feira, dia 17, pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).

A compra do laboratório, por R$ 2,5 bilhões, foi realizada em 2010, em uma transação envolvendo dinheiro e ações, e estruturada para fins de sucessão familiar, por meio de fundos abertos de investimento. No entanto, em 2015, o entendimento do Fisco foi de que a venda deveria ter sido feita por meio de uma holding e não por fundos.

A Receita Federal tem adotado o entendimento de que esse tipo de operação, feito por meio de fundos, tem apenas como objetivo reduzir a carga fiscal. Enquanto na venda das ações feitas diretamente o imposto de renda a ser recolhido varia entre 15% e 22,5% sobre o ganho de capital, na venda feita por meio de um fundo de investimento em participação (FIP) a alíquota cai para 15%.
Além disso, a incidência ocorre somente no momento em que o dinheiro é resgatado do fundo.

Valores iguais.
No caso em questão, o imposto pago foi de R$ 280 milhões. Com a cobrança de multa de ofício de 150%, mais a alíquota de IR/CSLL de pessoa jurídica, o auto de infração está hoje em R$ 2,5 bilhões, mesmo valor da transação.

Ricardo Chamon, sócio-fundador do CSA – Chamon Santana Advogados, representa no processo o espólio de Gian Enrico Mantegazza, fundador da Mantecorp, a viúva Anna Mategazza e o filho Luca Mantegazza. Aceitou. Recentemente, o Carf decidiu em favor de um contribuinte que vendeu as ações que detinha em uma empresa por meio de um FIP, envolvendo a venda do Labs D’Or para o Grupo Fleury, em 2011. O Estado de S. Paulo - Leia mais em datamark 16/10/2018



Incerteza política derruba Brasil em ranking de investimentos estrangeiros

No primeiro semestre, País passou do sexto para o nono lugar entre as nações que mais receberam capital de outros países; segundo o presidente da Mercedes-Benz no Brasil, Philipp Schiemer, situação tem tornado difícil convencer a matriz a investir

A incerteza política que o Brasil tem vivido durante todo este ano espantou investidores estrangeiros. Segundo dados da Conferência da ONU para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o País caiu, no primeiro semestre, do 6.º para o 9.º lugar entre os principais destinos de investimentos. De janeiro a junho, foram enviados para cá US$ 25,5 bilhões, uma queda de 22% ante os US$ 32,6 bilhões do mesmo período de 2017.

“A incerteza é a inimiga dos investimentos”, disse Richard Bolwijn, um dos autores do levantamento, referindo-se ao Brasil. Segundo ele, empresas tomam decisões de investir em um país com base nos fundamentos econômicos. Mas o momento de concretizar os planos passa por uma avaliação da instabilidade política.

Investimentos
Para a Unctad, os resultados do primeiro semestre de 2018 confirmam uma tendência mundial de queda do fluxo de investimentos diretos. Foto: Rafael Neddermeyeri/Fotos públicas
Essa situação tem sido vivenciada diretamente pelo presidente da filial brasileira da Mercedes-Benz, Philipp Schiemer. Segundo ele, está difícil convencer a matriz da empresa na Alemanha a trazer novos investimentos para o Brasil, em meio a tantas incertezas em relação ao futuro do País, e os executivos globais se sentem mais inclinados a investir nos mercados asiáticos.

Schiemer garantiu que o atual plano de investimentos da montadora, de R$ 2,4 bilhões até 2022, não está em risco. No entanto, contou que teme pelos anos seguintes. “O ciclo de investimento é de longo prazo, então, uma vez tomada a decisão, não se muda. Mas, quando estamos discutindo investimentos para 2023 e 2024, eu fico preocupado”, disse o executivo, em evento do setor automotivo em São Paulo promovido pela editora AutoData.

O presidente da Mercedes lamentou que o segundo turno da eleição presidencial esteja sendo disputado por dois candidatos que ele considera serem “extremos”, mas ressaltou que terá de aceitar o resultado e garantiu que vai trabalhar com qualquer um deles.

Para o presidente da Sociedade Brasileira de Empresas Transnacionais (Sobeet), Luís Afonso Lima, o recuo de 22% no investimento direto estrangeiro no Brasil no primeiro semestre se deveu mais à frustração no ritmo de atividade e à conclusão de projetos do que efetivamente à incerteza eleitoral. Mas, para ele, esse cenário turbulento terá influência direta nos resultados do segundo semestre – a previsão é de uma queda de 30% na comparação com o mesmo período de 2017. “O ano de 2018 deve fechar com queda de 25%”, prevê.

Para 2019, o cenário deve continuar negativo para o investimento estrangeiro, segundo Lima. Entre os fatores responsáveis pela retração, o presidente da Sobeet aponta o caráter nacionalista já manifestado pelo candidato Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas para a Presidência – ele se mostrou contrário aos investimentos chineses. “Também o fluxo global de investimentos está diminuindo”, diz Lima. Ele aponta vários fatores para ambiente internacional desfavorável, como a redução da projeção de crescimento global, feita pelo FMI, e a decisão dos Estados Unidos de reduzir a tributação sobre a repatriação de capitais.

Livio Ribeiro, pesquisador sênior da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas, disse que há vários fatores combinados que jogam a favor e contra o investimento estrangeiro, não apenas a incerteza política. A taxa de câmbio, por exemplo, favorece o investimento, porque é possível fazer mais reais com a mesma cifra em dólares. Por sua a vez, a frustração que houve nas projeções de crescimento jogam no sentido oposto.

Ribeiro pondera também que, nos últimos anos, ocorreu uma redução nos fluxos comerciais e financeiros. Com protecionismo maior das economias, houve um desestímulo aos investimentos.

Recuo global
De uma forma global, os investimentos no mundo sofreram uma queda de 41% nos seis primeiros meses do ano, atingindo o ponto mais baixo em mais de uma década. No primeiro semestre de 2017, o volume havia atingido US$ 794 bilhões. Neste ano, o total chegou a US$ 470 bilhões. / JAMIL CHADE, MÁRCIA DE CHIARA E ANDRÉ ÍTALO ROCHA  Leia mais em O Estado de S.Paulo 15/10/2018





Amazon deve comprar participação na indiana Future Retail, diz CNBC

O acordo potencial será o próximo de uma série de aquisições da Amazon em um dos mercados que mais crescem diante da concorrência do Flipkart, do Walmart

A Amazon deve comprar uma participação de pelo menos 7 a 8% na rede de supermercados indiana Future Retail, por meio de um braço de investimentos, informou a CNBC, citando fontes.

O potencial acordo em dinheiro e ações, que está em fase final, pode valer 25 bilhões de rúpias (338 milhões de dólares) e deverá ser assinado nas próximas duas semanas, disse o canal.


No começo do ano, a mídia disse que a Amazon estava em negociações para comprar uma participação de 10% no Future Retail, concorrendo com a gigante de tecnologia Google e com a Paytm, da Alibaba. Na época, a Future Retail negou as notícias.

O acordo potencial será o próximo de uma série de aquisições da Amazon em um dos mercados que mais crescem diante da concorrência do Flipkart, do Walmart.

Em setembro, a Amazon, juntamente com a empresa de capital privado Samara Capital, comprou a rede de varejo More, de propriedade da Aditya Birla Group, por 42 bilhões de rúpias (568,03 milhões de dólares).

A Amazon India e a Future Retail não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. Leia mais em epocanegocios 16/10/2018




Brasileira Stone pode movimentar até US$ 1,1 bilhão em IPO na Nasdaq

A brasileira Stone, de meios de pagamento, definiu os termos da oferta inicial de ações (IPO, na sigla e inglês) na Nasdaq. A faixa de preço foi estimada em US$ 21 a US$ 23 por ação.

Se sair no maior valor do intervalo, a venda pode movimentar até US$ 1,1 bilhão.

Os papéis da companhia serão negociados na bolsa americana com o ticker STNE. No IPO, a Stone vai vender um total de 47.727.273 de ações classe A, das quais 40.909.091 em oferta primária e outras 6.818.182 disponibilizadas pelos sócios. Entre os acionistas atuais, estão os executivos fundadores  André Street e Eduardo Pontes, e as gestoras Madrone Partners, Tiger Global Investors, Actis e Gávea.

As gestoras Actis e Gávea pretendem manter a participação na companhia, enquanto Tiger e Madrone colocaram ações à venda.... leia mais em valorteconomico 16/10/2018



Propostas para possível IPO avaliam Uber em US$120 bilhões, diz WSJ

A avaliação mais recente da empresa foi de US$ 76 bilhões, após um investimento de US$ 500 milhões da Toyota em agosto

O Uber pode ser avaliado em US$ 120 bilhões quando abrir capital em 2019, segundo propostas recentes de bancos norte-americanos, informou o Wall Street Journal nesta terça-feira, citando pessoas a par do assunto.

A avaliação mais recente da empresa foi de US$ 76 bilhões, após um investimento de US$ 500 milhões da Toyota em agosto.


A Reuters informou no final de setembro que o Goldman Sachs e o Morgan Stanley estavam na liderança para garantir papéis importantes na oferta pública inicial (IPO, na sigla em inglês) do Uber.

Os dois bancos norte-americanos entregaram no mês passado as propostas de preço (valuation) para o Uber, informou o WSJ.

O Uber e a rival menor Lyft se preparam para abrir o capital no ano que vem. Enquanto a Lyft contratou a empresa de consultoria IPO Class V Group LLC, o Uber está atrasado em seus preparativos.

O Uber não comentou a reportagem do WSJ... Leia mais em epocanegocios 1/10/2018



Fundos 'small caps' voltam a olhar ações da economia local

Diante da expectativa de vitória de um candidato à Presidência considerado reformista, as empresas mais expostas à economia doméstica voltaram ao radar dos fundos "small caps", que investem em ações de menor valor de mercado e liquidez. A tese é que uma agenda pró-reformas pode colocar o país novamente nos trilhos do crescimento.

Até a definição do primeiro turno, período marcado pelo vaivém dos mercados em meio às incertezas acerca das eleições, a saída encontrada por muitos gestores foi se proteger em ações de companhias exportadoras, muitas delas caracterizadas como "mid caps", por apresentarem valor de mercado intermediário na bolsa.

No ano passado, com o início da recuperação econômica, o índice de fundos de small caps acumulou alta de 40,4%, ante 26,8% do Ibovespa. Neste ano, essas carteiras apresentavam queda de 8% até setembro. No dia seguinte à definição do segundo turno, no entanto, esses fundos já acumularam alta de 3,87%, o que elevou a rentabilidade no mês para 6,94% e reduziu a queda no ano para 1,28%.

O aumento da alocação em papéis mais relacionados à economia interna foi parte da estratégia da gestora AZ Quest. As ações da companhia aérea Azul e da locadora de veículos Localiza foram algumas das apostas da casa. Segundo Welliam Wang, cogestor do fundo AZ Quest Small Mid Caps, a mudança foi pautada pela perspectiva da retomada de uma agenda de reformas tanto do candidato Jair Bolsonaro, do PSL, quanto de Fernando Haddad, do PT.

"Estamos com uma carteira mais otimista, por conta do viés mais reformista de ambos os candidatos. Os dois já falam de reforma da Previdência, por exemplo. Então, voltamos a ter posição relevante em Azul e Localiza", diz Wang.

Um movimento semelhante foi feito na Mapfre Investimentos, que, segundo Carlos Eduardo Eichhorn, diretor da casa, "mexeu bastante na carteira" ao longo do ano e chegou a aumentar a alocação em exportadoras durante o período de maior volatilidade. Agora, o gestor afirma que as apostas estão sendo feitas em ativos ligados à economia doméstica que podem apresentar boa rentabilidade independentemente do resultado do segundo turno. Entre as apostas da Mapfre, destaque para as ações da fabricante de alimentos Camil e da concessionária Ecorodovias.

Na Bradesco Asset Management (Bram), os papéis da varejista Magazine Luiza e da agência de viagens CVC receberam alocações maiores nas últimas semanas, após a incerteza em relação às eleições diminuir. "Com a aproximação da eleição, começamos a reduzir papéis com muita volatilidade.

Então, era natural que procurássemos ações que tinham alavancagem financeira menor e fossem mais resilientes nos dois cenários eleitorais", afirma Marcelo Nantes, superintendente da casa.

O executivo diz acreditar em uma recuperação da economia - e, consequentemente, das empresas small caps - nos próximos meses. Ele questiona, no entanto, a dimensão dessa melhora. "O mercado small tende a performar melhor com a economia em tendência positiva. Mas é difícil dizer quão positivo vai ser o ano que vem", pondera. Para ele, contudo, o cenário mais definido deve fazer com que os gestores atentem mais aos fundamentos das empresas e menos ao cenário macro.

Quando o mercado passou por turbulências e o resultado da eleição ainda era uma incerteza, a alocação em ações de empresas de maior capitalização foi a estratégia de boa parte das gestoras.

"O mercado começou o ano com uma visão otimista, baseada na expectativa da aceleração da retomada e na ascensão imediata de um candidato reformista. Em maio, vimos que nossa visão estava mais otimista que a realidade", afirma Wang, da AZ Quest. Naquele mês, o mercado foi surpreendido com a decisão do Banco Central de manter a taxa básica de juros em 6,5%, contrariando o consenso de que haveria mais um corte. Além disso, houve o episódio da greve dos caminhoneiros, que impactou a inflação até então controlada.

No caso da AZ Quest, ações como as das fabricantes de papel e celulose Fibria e Suzano foram algumas das principais apostas para manter os ganhos em meio ao cenário indefinido, principalmente por se tratar de empresas exportadoras, que ganhavam com a alta do dólar. "Reduzimos nossa exposição ao contexto interno e aumentamos nossa aplicação em câmbio, vendo que o cenário político seria mais incerto. E aí mudamos a posição em Fibria e Suzano, que são papéis que têm direta ligação com câmbio", afirma o gestor.

Apesar de as ações serem classificadas como "mid caps", as alocações foram feitas dentro dos critérios da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Segundo a entidade, um fundo small caps não pode ter alocação entre as dez maiores participações do IBrX (Índice Brasil, que mede as empresas com maior valor de mercado). Apenas 15% podem estar aplicados entre a 11ª e a 25ª da lista. Os outros 85% podem estar alocados em qualquer companhia a partir da 25ª colocação do IBrX. Até a última quinta-feira, Suzano e a Fibria estavam, respectivamente, em 13º e 16º na lista do índice.

A Suzano, que acumula alta acima de 120% no ano, também foi uma aposta da Bram. A exportadora ganhou espaço no fundo da gestora que investe em mid e small caps. "Quando o dólar começa a andar, que foi o que vimos nos últimos meses, as pessoas procuram investir em empresas que exportam", afirma Nantes. "Dentro do universo possível nesse fundo, a gente tinha um viés mais focado em commodities, como Suzano, já que estávamos mais otimistas com o preço do papel e celulose lá fora e com o câmbio", diz o gestor.

Na Mapfre, a prioridade são as empresas de menor porte. Durante o período de incertezas, a companhia apostou em ações de exportadoras menos líquidas, como a Queiroz Galvão, exploradora de óleo e gás, e Unipar, fabricante de cloro, soda e derivados. Essa exposição, no entanto, foi diminuindo "conforme os papéis atingiram o preço-alvo fixado pela companhia", o que evitou perdas com a queda do dólar vista nas últimas semanas, explica Eichhorn. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 16/10/2018



15 outubro 2018

Fusões e aquisições sofrem retração no Brasil em 2018

As companhias de capital aberto desembolsaram no primeiro semestre deste ano US$ 22 bilhões em fusões e aquisições no Brasil, o que representou uma queda de 26,7% em relação ao total registrado no mesmo intervalo de 2017.

O volume de transações caiu 23,6% no período, de 225 para 172 operações. Os dados fazem parte de um estudo global da consultoria Boston Consulting Group. .. Leia mais em valoreconomico 15/10/2018
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Fusões e aquisições recuam 26% no Brasil para US$ 22 bi

Segundo o “The 2018 M&A Report”, do The Boston Consulting Group (BCG), no primeiro semestre de 2018 valores globais foram 32% maiores do que no mesmo período do ano passado. Já no Brasil houve queda de 26%.

Na primeira metade de 2018, em comparação ao mesmo período de 2017, o valor global de fusões e aquisições cresceu 32%, saltando para US$ 1,7 trilhão (incluindo passivos assumidos), enquanto o Brasil registrou queda de 26%, chegando a U$ 22 bilhões. Ao todo, foram 172 transações no País no primeiro semestre deste ano.

A atividade brasileira de fusões e aquisições, geralmente volátil, havia registrado aumento significativo em 2017, quando o valor das transações teve crescimento de 24% em relação a 2016, chegando a US$ 41 bilhões. Naquele período, a aquisição da Valepar pela Vale foi de US$ 21 bilhões.

Segundo o relatório, as fusões e aquisições estão mais caras do que foram no último quarto de século, em parte pelo lento crescimento orgânico das empresas, pela necessidade de adicionar recursos digitais e pela abundância de financiamento barato. Aquisições são mais caras hoje do que em qualquer época desde pelo menos 1990, e os compradores precisam distribuir uma parcela maior para conseguir um acordo. Historicamente, os compradores mantiveram dois terços do valor, mas hoje os compradores estão mantendo menos da metade do potencial de sinergia, e o restante vai para os acionistas das empresas-alvo.

Estimativas de sinergia tiveram uma nova alta a cada ano desde 2013, superando a média de dez anos de 1,6% das vendas combinadas durante cada ano. O pico mais recente de 2,1% em 2017 é quase o dobro de 1,1% em 2011. Setores globalmente consolidados, como saúde e alta tecnologia, anunciaram sinergias acima da média de 1,8% para todos os setores da economia. Leia mais em dci 16/10/2018

15 outubro 2018



Foursquare recebe US$ 33 milhões em rodada de investimentos série F

Com o aporte, a rede social focada em localização pretende investir em novos produtos

O Foursquare anunciou, nesta terça-feira (02), o primeiro fechamento de uma rodada série F de investimentos – a startup receberá, no total, um aporte de US$ 33 milhões liderado pelo Simon Ventures e pela Naver Corp.

A startup, criada há quase 10 anos, permite que os usuários façam “check-in” dos locais que frequentam e interajam com pessoas que também visitam os mesmos lugares. O Foursquare utiliza a gamificação para mantê-los engajados, ao mesmo tempo em que fornece às empresas mais informações sobre os hábitos de consumo de seus clientes – entre elas, o Tinder, Spotify, Hilton, Uber, Apple, Samsung e Twitter.

“A nossa série F é sobre os investidores certos no tempo certo, que irão reconhecer nosso valor e irão trabalhar, profundamente, para construir o Foursquare do futuro”, disse Jeff Glueck, CEO do Foursquare, em um post de anúncio do investimento.

Como a rodada de investimentos foi dividida em dois momentos, o primeiro fechamento – no valor de US$ 25 milhões – aconteceu nesta sexta-feira (28). A startup já antecipa um segundo fechamento no valor de ao menos US$ 8 milhões até o final do ano.

Na rodada, o Foursquare recebe dois novos investidores – os próprios Simon Ventures e Naver Corpo -, mas também contou com o retorno da Union Square Ventures. O CEO da startup afirmou que os investidores “entendem que somos um player crítico para a saúde da indústria de tecnologia”. “É por isso que estamos construindo uma empresa que se destaca do Google e Facebook como a plataforma independente mais confiável para entender locais”, escreveu no post.

Com o investimento, agora a startup pretende refinar seus produtos, permitindo que marqueteiros e desenvolvedores criem funções de localização do Foursquare em aplicativos, campanhas de marketing e engajamento e se conectem com plataformas de CRM. “Nós investiremos em produto e iremos introduzir o melhor grupo de ferramentas que nossos clientes precisam”, disse o CEO. Hoje, a startup possui mais de 150 países na plataforma, e possui mais de 100 milhões de locais onde os usuários podem fazer check-in. Leia mais em starse 02/10/2018



LinkedIn anuncia aquisição de startup norte-americana de recursos humanos

Compra da Glint tem como objetivo oferecer às empresas dados sobre desempenho, produtividade e saúde dos funcionários

OLinkedIn anunciou a compra da Glint, startup norte-americana de recursos humanos baseada em inteligência artificial.

Com sede em Redwood City, na Califórnia (EUA), e escritórios em Londres (Reino Unido) e em Lincoln (EUA), a Glint é uma plataforma organizaciaconal que gera dados sobre desempenho, produtividade e saúde dos funcionários para as empresas.

Os termos do acordo ainda não foram divulgados. No entanto, é público que a Glint já levantou cerca de US$ 80 milhões em rodadas de investimento nos últimos dois anos. Entre os investidores estão Meritech Capital Partners, Bessemer Venture Partners e Norwest Venture Partners.

Atualmente, o Linkedin conta com 600 milhões de usuários e algumas ferramentas corporativas, como a Recruiter, que facilita o acesso dos recrutadores aos candidatos. A previsão é que novos recursos sejam incorporados em breve.

Em nota no site da empresa, Daniel Shapero, vice-presidente de soluções de talentos da rede social, afirma que a Glint tem uma extensa base de clientes e a confiança de lídereres e profissionais de recursos humanos.


"A missão da Glint de ajudar as pessoas a serem mais felizes e mais bem-sucedidas no trabalho alinha-se perfeitamente à missão do LinkedIn de conectar os profissionais do mundo para torná-los mais produtivos e bem-sucedidos", diz.

De acordo com o executivo, as equipes do LinkedIn e da Glint serão integradas em, no máximo, 18 meses. .. Leia mais em epocanegocios 15/10/2018




Fundos ‘small caps’ apostam em ações ligadas à economia local

Diante da expectativa de vitória de um candidato à Presidência considerado reformista, as empresas mais expostas à economia doméstica voltaram ao radar dos fundos “small caps”, que investem em ações de menor valor de mercado e liquidez.

A tese é de que uma agenda pró-reformas pode colocar o país novamente nos trilhos do crescimento. .. Leia mais em valoreconomico 15/10/2018



Kroton ainda vê "muito espaço" para aquisições em ensino básico e superior, diz presidente

Rodrigo Galindo garante que o capital "não será um fator limitador"

“A previsão é de que a OPA seja concluída até maio de 2019”, comentou Galindo

A Kroton Educacional ainda vê "muito espaço" para aquisições no ensino superior e também no básico, no qual opera por meio da subsidiária Saber, disse nesta segunda-feira o presidente do maior grupo de ensino superior privado do país, Rodrigo Galindo, dias após concluir a compra da Somos Educação

"Capital não vai ser fator limitador... O futuro da Kroton será uma combinação de crescimento orgânico e aquisições tanto no (ensino) básico quanto no superior", afirmou o executivo a jornalistas durante entrevista coletiva na sede da companhia, em São Paulo.

Segundo ele, a decisão da Kroton de voltar a atuar em educação básica faz parte de um planejamento estratégico que prevê ainda a transformação digital de todo o grupo e foi definida após o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) rejeitar a fusão com a rival Estácio Participações.

Desde abril, a companhia já fez três aquisições no segmento, incluindo o acordo para assumir o controle da Somos, em uma transação concluída na quinta-feira passada, menos de um mês após o aval do Cade.

A Saber comprou da então controladora da Somos, a Tarpon , uma participação de 73,35 por cento ao preço de 23,75 reais por ação e agora estenderá aos demais acionistas as mesmas condições por meio de uma oferta pública de aquisição (OPA).“A previsão é de que a OPA seja concluída até maio de 2019”, comentou Galindo, acrescentando que o objetivo final é a saída do Novo Mercado e o fechamento do capital da companhia.Em meados de agosto, a Kroton anunciou a emissão de 5,5 bilhões de reais em debêntures para financiar toda a operação, incluindo a OPA.

Como resultado, o endividamento da Saber atualmente equivale a 2 vezes o Ebitda, o que segundo Galindo não deve restringir a compra de mais escolas. "Ainda podemos expandir em 0,5 vez para fazer aquisições de escolas, sem considerar a geração de caixa", disse o executivo.

Mas o foco nos próximos meses muito provavelmente será a integração das operações com a Somos, ressaltou o diretor presidente da Saber, Mario Ghio."Precisamos avaliar expansão do contraturno e greenfields das escolas adquiridas pela Somos", afirmou Ghio, citando ainda potencial de ampliar o leque de soluções ofertadas a colégios para além de materiais didáticos.

A expectativa é de que a integração da Saber com a Somos levará aproximadamente dois anos, de acordo com Galindo. Ele estima que sinergias de cerca de 300 milhões de reais podem ser capturadas dentro de até quatro anos."Há algumas estruturas corporativas replicadas como, por exemplo, logística... e esperamos crescer em receita com maior eficiência", explicou o presidente da Kroton.

Ainda conforme os executivos, arquitetura de marcas é uma das 29 frentes de integração em análise, mas a da Somos será provavelmente mantida.

NOVO GOVERNO
Questionados sobre as propostas dos candidatos à presidência para educação, eles ressaltaram que a companhia está pronta para se adequar a mudanças, incluindo uma eventual introdução de disciplinas à distância (EAD), que vem sendo discutida pelo Conselho Nacional de Educação no âmbito da reforma do ensino médio."Estamos prontos para oferecer esse conteúdo", afirmou o presidente da Kroton.

Sobre o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), Galindo destacou que o programa já vinha perdendo relevância na captação de novos alunos nos últimos anos. Apenas 1.798 calouros se matricularam com Fies para o segundo semestre deste ano, uma queda de 64,6 por cento na comparação anual, mostraram dados divulgados na quinta-feira pelo grupo.

Por volta das 14:44, as ações da Kroton cediam cerca de 2 por cento, a 10,93 reais, enquanto o Ibovespa avançava 1,4 por cento. Em 2018, os papéis acumulam queda de pouco mais de 39 por cento.. Leia mais em dci 15/10/2018



Integração entre Saber e Somos Educação deve levar dois anos, diz CEO da Kroton

Acordo foi assinado em abril e operação foi concluída na quinta-feira, após aval do Cade

A integração das operações da Saber, holding da Kroton Educacional para ensino básico, com a Somos Educação deve levar cerca de dois anos, disse nesta segunda-feira o presidente do maior grupo de ensino superior privado do país, Rodrigo Galindo.

"Temos 29 frentes de integração... Imaginamos que processo deva levar dois anos", afirmou o presidente da Kroton a jornalistas em evento na sede da companhia, em São Paulo.

O acordo para aquisição do controle da Somos pela Saber foi assinado em 23 de abril e a operação foi concluída na quinta-feira, em 11 de outubro, menos de um mês após o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Saber assumiu da então controladora da Somos, a Tarpon, uma participação de quase 74 por cento e agora estenderá aos demais acionistas da Somos as mesmas condições por meio de uma oferta pública de aquisição (OPA) para saída do Novo Mercado e fechamento de capital.

“A previsão é de que a OPA seja concluída até maio de 2019”, comentou Galindo.De acordo com ele, a decisão da Kroton de retomar a atuação forte em educação básica faz parte do planejamento traçado pela companhia após o Cade rejeitar a fusão com a rival Estácio Participações. Outro foco da estratégia da empresa é a transformação digital do grupo, segundo o presidente. Leia mais em dci 15/10/2018



Deutsche estuda parcerias com ‘fintechs’ brasileiras

O Deutsche Bank tem estudado o mercado brasileiro de “fintechs” para possíveis parcerias, como parte da estratégia do banco alemão de se tornar uma plataforma com soluções tecnológicas e digitais para as finanças das empresas. .. Leia mais em valoreconomico 15/10/2018



Cade aprova sem restrições aquisição de 50% da Rodoil pela Vitol

Compra da empresa de distribuição de combustíveis pela holandesa, que atua ainda em refino, armazenagem e trading, foi anunciado no início do mês

 Funcionário abastece veículo em posto de combustíveis em São Paulo, Brasil
Ambas as empresas atuam no segmento de distribuição de combustíveis

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela holandesa Vitol de 50 por cento na empresa de distribuição de combustíveis Rodoil, de acordo com despacho no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

O negócio foi anunciado no início do mês, e com a Vitol, a Rodoil espera expandir seu mercado de atuação para o Centro-Oeste e para o Sudeste do país, além de reforçar ainda mais sua presença no Sul.

Em seu parecer, o Cade "conclui que não haveria impactos concorrenciais decorrentes desta operação no Brasil, podendo a mesma ser aprovada sob o rito sumário".

Fundada em 2006, a Rodoil deverá registrar faturamento de cerca de 5 bilhões de reais em 2018. A empresa tem mais de 300 postos com marca própria e fornece para outros 1,4 mil postos no Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina.

Já a Vitol atua nos segmentos de refino, armazenagem, trading internacional e distribuição de combustíveis, com uma rede de mais de 5.300 postos de combustível em mais de 20 países, sendo um dos principais líderes de mercado de varejo na Austrália, na Turquia e no continente Africano.. Leia mais em dci 15/10/2018



Harris Corporation e L3 Technologies anunciam plano de fusão

Harris Corporation e L3 Technologies, da indústria de defesa, anunciaram neste domingo o plano de combinar seus negócios, em reação aos esforços do Pentágono em fazer com que empresas aumentem seus investimentos e acelerem o desenvolvimento de armas.

A nova companhia soma US$ 16 bilhões em vendas anuais e 48 mil funcionários, com um valor de mercado combinado de US$ 33,5 bilhões. Com pouca sobreposição de produtos, o portfólio da empresa terá de rádios militares e hardware espacial até sistemas de controle de tráfego aéreo.

Harris Corporation e a L3 Technologies negociavam um acordo desde o início deste ano. Pelos termos da fusão, os acionistas da L3 Technologies receberão 1,3 ação da Harris Corporation para cada papel que detém. Com isso, os acionistas da Harris Corporation terão 54% da nova companhia.

O crescimento de gastos militares, o aumento dos orçamentos para a área de defesa e o boom das vendas de jatos comerciais têm impulsionado uma onda de acordos nos setores aeroespacial e de defesa. Nesses mercados, a tendência é de consolidação, com as fabricantes buscando trazem a produção para dentro de casa. Fonte: Dow Jones Newswires. Estadao . Leia mais em uol.tarde 14/10/2018
























Após suspender IPO, Multilaser amplia previsões para 2018

Previsão atual da empresa é de faturamento bruto de cerca de R$ 2,4 bilhões para este ano

Após suspender IPO, Multilaser amplia previsões para 2018

A empresa de produtos eletrônicos Multilaser está caminhando para fechar 2018 com desempenho superior ao informado meses atrás a investidores quando se preparava para listar suas ações na bolsa paulista."Nossa receita bruta e o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) devem ser maiores do que os que prevíamos para o ano", disse em entrevista à Reuters o presidente-executivo da Multilaser, Renato Feder.

A previsão atual da empresa é de faturamento bruto de cerca de 2,4 bilhões de reais para este ano. No prospecto preliminar da oferta de oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), a receita bruta anualizada do primeiro trimestre apontava para cerca de 2 bilhões de reais neste exercício. A Multilaser teve receita líquida de 1,5 bilhão de reais em 2017, alta de 31,7 por cento sobre o ano anterior.

Já o Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização, na sigla em inglês) estimado para 2018 é agora de 315 milhões de reais, contra montante anualizado de cerca de 270 milhões de reais registrado no prospecto.

Segundo Feder, essa expansão maior reflete em parte o forte crescimento das receitas em novos negócios, como produtos para bebês (brinquedos, mamadeiras, carrinhos) e fibra ótica."Em ambos os casos, são crescimentos acima de 200 por cento em relação ao mesmo período do ano passado", disse o executivo.

A Multilaser afirma que também detém cerca de 65 por cento do mercado de pendrives, 32 por cento dos cartões de memória e de 26 por cento dos tablets no país. A empresa, que tem duas fábricas no Brasil, também fabrica smartphones, notebooks e acessórios de computador, áudio e vídeo, segurança eletrônica. A maioria dos componentes dos produtos eletrônicos são importados da China.

A companhia pediu registro para IPO na segunda quinzena de maio, no meio da greve dos caminhoneiros que paralisou o país. Os efeitos negativos dessa paralisação sobre a atividade econômica e a subsequente queda forte das ações brasileiras acabaram fazendo a Multilaser suspender os planos de estreia na bolsa.

Como a volatilidade no mercado acionário se manteve nos meses seguintes, diante do início da corrida presidencial e incertezas sobre o rumo dos juros nos Estados Unidos, todas as empresas que planejavam vender ações no mercado engavetaram os planos."Estamos pensando se vamos retomar a operação, mas só vamos tentar de novo se tivermos certeza", disse Feder. (Edição Alberto Alerigi Jr.) Leia mais em dci 15/10/2018