19 julho 2018

Valor de mercado da Amazon supera US$900 bi; aproxima-se da Apple

O valor de mercado da Amazon.com atingiu 900 bilhões de dólares nesta quarta-feira pela primeira vez, um marco importante em sua trajetória de 21 anos como uma companhia listada e ameaçando superar a Apple como joia mais valiosa de Wall Street.

Depois que Jeff Bezos fundou a empresa de venda de livros online em sua garagem em 1994, a Amazon sobreviveu à crise das empresas pontocom e expandiu-se em toda a indústria de varejo, alterando a forma como os consumidores compram produtos e desencadeando uma luta entre lojas físicas.

Após anunciar que vendeu mais de 100 milhões de dólares em produtos durante a venda anual do Prime Day, o valor de mercado da Amazon atingiu 902 bilhões de dólares. As ações da Amazon subiram mais de 57 por cento em 2018, com uma valorização de 123 mil por cento desde sua listagem na Nasdaq, em 1997. Um investidor que comprasse 1 ação da Amazon por 18 dólares no IPO teria agora um investimento de mais de 22,2 mil dólares.

A Amazon, o serviço de streaming de vídeo Netflix e um punhado de empresas de tecnologia de peso pesado alimentaram a recuperação de Wall Street nos últimos anos e continuam sendo peças-chave dos portfólios dos gestores de portfólio.

A Apple superou a Exxon Mobil no fim de 2011 como a empresa dos EUA com o maior valor de mercado de ações. As ações da empresa no Vale do Silício subiram 12 por cento em 2018, elevando o valor do mercado de ações a 935 bilhões de dólares.

A Amazon divulga seus resultados em 26 de julho e a Apple apresenta os seus 31 de julho.

A Amazon superou a Microsoft como terceira maior empresa dos EUA em valor de mercado em fevereiro. Desde então, a Microsoft foi superada pela Alphabet , dona do Google.(Reportagem de Noel Randewich) Por Noel RandewichSAN FRANCISCO (Reuters) - Leia mais em dci 18/07/2018


19 julho 2018



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 09 a 15/jul/2018


Divulgadas 8 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 09 a 15/jul/2018.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 5 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                      
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil


  • Conselho da Hermes Pardini aprova compra de 55% da Psychemedics Brasil - O conselho de administração do Hermes Pardini aprovou a aquisição de 55% do capital social da Psychemedics Brasil, de Santana do Parnaíba (SP), por R$ 45,2 milhões. A Psychemedics Brasil possui presença relevante no mercado brasileiro de exames toxicológicos de larga janela de detecção. Em 2017, a Psychemedics Brasil obteve receita líquida de aproximadamente R$ 132 milhões. 10/07/2018

"Market Movers” - Exterior

  • Broadcom adquire CA Technologies por US$ 18,9 bilhões - Surpreendente compra deve ser concluída no quarto trimestre deste ano. A Broadcom, fornecedora de semicondutores, anunciou a aquisição da CA Technologies, em negócio fechado por US$ 18,9 bilhões em dinheiro. A expectativa é de que a compra seja concluída no quarto trimestre deste ano. A notícia surpreendeu o mercado, visto que as companhias têm focos diferentes - a Broadcom como uma gigante fabricante de chips, enquaunto a CA tem enorme legado em software e serviços 12/07/2018
  • Total fecha acordo de US$1,5 bi por negócio de gás da Engie - A petroleira francesa Total (TOTF.PA) anunciou nesta sexta-feira um acordo de 1,5 bilhão de dólares para adquirir o negócio “upstream” de Gás Natural Liquefeito (GNL) da Engie (ENGIE.PA), o que a tornará o segundo maior player do mundo neste mercado. Sob o acordo, a Total disse que faria pagamentos adicionais de até 550 milhões de dólares à Engie se houvesse uma melhora nos mercados de petróleo no próximo ano. 13/07/2018
  • Com Acxiom, Interpublic ganha espaço no negócio de dados - Aquisição avaliada em US$ 2,3 bilhões vai “ajudar o IPG a moldar o futuro da indústria”, diz o CEO Michael Roth. O Grupo Interpublic (IPG), quarto maior do mundo no mercado de agências e serviços de marketing, acaba de ficar ainda maior com a aquisição da empresa de soluções de marketing Acxiom Corp., por US$ 2,3 bilhões. O acordo, anunciado nesta segunda-feira, 2, levará a equipe de 2.100 profissionais de análises e gerenciamento de dados da Acxiom para debaixo do guarda-chuva do IPG, junto com as redes McCann, FCB e MullenLowe. 03/07/2018
  • Cisco compra July Systems para reforçar estratégia de Wi-Fi - A Cisco deu um passo em direção a melhorar sua família de aplicativos móveis ao anunciar a intenção de comprar a July Systems, uma empresa de capital fechado cuja plataforma funciona com várias tecnologias de localização, como Wi-Fi, Bluetooth Beacons ou GPS.  A aquisição prevista para julho é a terceira da Cisco neste ano. A empresa comprou a firma de inteligência artificial Accompany, em maio, e a fornecedora de tecnologia de nuvem Skyport Systems, em janeiro. A Cisco fez nove aquisições em 2017, incluindo AppDynamics e Viptela. 12/07/2018

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Petrobras está próxima de concluir venda de seus 50% na PetroAfrica  - A Petrobras está perto de sacramentar a venda de sua fatia de 50% na PetroAfrica, segundo uma fonte. A operação está sendo feita em conjunto com o BTG Pactual e a Helios Investment Partners, que detém os 50% restantes da companhia e também estão se desfazendo do ativo. ... 09/07/2018
  • Venda da Braskem para LyondellBasell deve ser fechada em outubro - O acordo para venda da participação do grupo Odebrecht na Braskem para a LyondellBasell deve ser assinado até meados de outubro, apurou o Valor. A expectativa é de que, após quatro meses do anúncio do início das conversas, a Petrobras já tenha oficializado a decisão sobre o futuro de sua fatia na petroquímica brasileira e a transação seja submetida ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).  09/07/2018
  • Governo de SP anuncia venda da Companhia Energética de São Paulo - A Cesp é sociedade de capital aberto, concessionária de serviço público de geração de energia elétrica em SP. O governo do estado de São Paulo publicou hoje (7) o edital de venda do controle acionário da Companhia Energética de São Paulo (Cesp). A privatização permitirá a renovação da concessão, por 30 anos, da Usina de Porto Primavera, localizada no Rio Paraná, próximo à cidade de Rosana (SP), no Pontal do Paranapanema. A usina tem a barragem mais extensa do Brasil, com 1.540 megawatts (MW) de potência instalada. 08/07/2018
  • Martin Sorrell compra MediaMonks  - Martin Sorrell anunciará hoje sua primeira aquisição desde que deixou a WPP, o grupo de propaganda que ele comandou por 33 anos, com a compra da MediaMonks, uma companhia de produção digital com sede na Holanda. O negócio está avaliado em até € 300 milhões. . 10/07/2018

 M & A - COMPRA

  • Grupo Zahran já comprou a TV Anhanguera. Só falta anunciar a aquisição - Não haverá recuo e até a TV Globo pressiona pelo fechamento do negócio. O grupo de Mato Grosso não demonstra interesse pelos jornais. Nos corredores da TV Globo, é dada como certa a venda da TV Anhanguera para o Grupo Zarhan, de Mato Grosso. Devido ao “incentivo” — ou pressão (sobretudo por causa da queda da audiência; TV Serra Dourada e TV Record estariam goleando a ex-emissora rainha) — da família Marinho e dos executivos da empresa, o negócio é incontornável. 09/07/2018
  • Petrobras pode ficar em nova empresa com Braskem e LyondellBasell - A perspectiva de compra do controle da Braskem pela holandesa LyondellBasell pode levar a Petrobras a desistir de se desfazer de sua fatia na petroquímica, conforme previa o plano de investimento da estatal. A LyondellBasell assinou acordo de exclusividade para negociar a compra das ações da Odebrecht na Braskem, que correspondem a 38,3% do capital da petroquímica. Dona de 36,1%, a Petrobras tem direito de receber o mesmo valor pela sua fatia, caso o negócio seja fechado. O presidente da estatal, Ivan Monteiro, disse ao jornal Folha de S.Paulo, porém, que a estratégia de venda de sua participação pode ser reavaliada em caso de transferência do controle. "Podemos ter a chance de nos tornarmos sócios de uma empresa com presença global", afirmou. Com sede em Roterdã, a LyondellBasell tem operações em 17 países. 14/07/2018
  • Apetite por aquisição - A Fresenius Medical Care, de produtos e serviços para tratamento de doenças renais, vai aportar cerca de R$ 100 milhões até o fim do ano na modernização de sua fábrica em Jaguariúna (SP) e na aquisição de clínicas de diálise. 15/07/2018

PRIVATE EQUITY

  • Vinci Partners negocia com ECB compra de projeto de transmissão de energia de R$ 100 mil - A gestora de recursos Vinci Partners está em negociações avançadas para a aquisição de uma concessão para a construção de uma linha de transmissão de energia em Minas Gerais que deve demandar investimentos de quase 100 milhões de reais, segundo documento visto pela Reuters. A transação envolve a compra por dois fundos controlados pela Vinci de um projeto arrematado por um consórcio liderado pela Empresa Construtora Brasil (ECB) em um leilão realizado pelo governo federal em 2016. 12/07/2018

IPO

  • Empresário precoce se prepara para levar Stone à Bolsa - Escritórios da empresa do mercado de maquininhas têm como marca a onipresença de jovens. Os executivos da Stone, novata do mercado de maquininhas de pagamento, estavam em dúvida se deixariam uma candidata avançar para a final de seu programa de seleção de jovens líderes....  15/07/2018

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Conselho da Hermes Pardini aprova compra de 55% da Psychemedics Brasil - O conselho de administração do Hermes Pardini aprovou a aquisição de 55% do capital social da Psychemedics Brasil, de Santana do Parnaíba (SP), por R$ 45,2 milhões. De acordo com fato relevante, o acordo permite à companhia adquirir a totalidade do capital social da Psychemedics Brasil no quarto ano da conclusão da aquisição. A Psychemedics Brasil possui presença relevante no mercado brasileiro de exames toxicológicos de larga janela de detecção, contando com unidades de coleta credenciadas em quase mil municípios e uma base de mais de 10 mil clientes Corporativos. Em 2017, a Psychemedics Brasil obteve receita líquida de aproximadamente R$ 132 milhões. 10/07/2018
  • Prosegur diversifica negócios com aquisições - A espanhola Prosegur, uma das maiores empresas de transporte de valores e segurança privada do país, está diversificando sua atuação. Anteontem assinou a compra da baiana Logmais, especializada em serviços de correspondente bancário, e analisa outras aquisições nas áreas de conciliação financeira, venda on-line e gestão de contratos de crédito imobiliário. Além disso, comunicou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um acordo preliminar para aquisição da concorrente Transfederal no começo deste mês.  11/07/2018
  • Fintech criada no RS leva sede para SP e recebe investimento - Sócios bradam que aplicações dos clientes não são feitas por robôs. Startup de investimentos, a Mais Retorno recebeu R$ 1 milhão de aporte de investidores-anjo do Rio Grande do Sul. A empresa foi criada há um ano e está com R$ 120 milhões em carteira. A meta é atingir R$ 2 bilhões em 2020. . 13/07/2018
  • Nasce o grupo Kersia - Resultado da fusão de cinco empresas de biossegurança alimentar, a meta da nova companhia é faturar 300 milhões de euros em dois anos. Resultado da fusão entre as francesas Hypred e LCB Food Safety, a alemã Anti-Germ, a irlandesa Medentech e a brasileira G3 Química, a Kersia, com sede na França, surge com a missão de inventar um mundo de alimentos seguros. Essas companhias estão presentes em 90 países e, em 2017, a receita conjunta foi de 200 milhões de euros. A meta é atingir o faturamento de 300 milhões de euros em dois anos. 15/06/2018
  • Promob tem fusão com 2020 - A Promob Software Solutions acaba de anunciar a fusão de suas operações com a 2020. A composição acionária do novo negócio resultante da fusão não foi informado pelas empresas. Após a união, a Promob, estabelecida em Caxias do Sul, continuará a operar com sua marca. Com o acordo, a Promob vai oferecer soluções desenvolvidas pela 2020 e exportará produtos desenvolvidos no Brasil para outros mercados em que a 2020 tem canais de distribuição. 12/07/2018
  • Grupo chinês Sanxing assume 100% da mineira Nansen  - O grupo chinês Sanxing Electric adquiriu a fatia da fabricante brasileira de medidores de energia elétrica, a Nansen, de Minas Gerais, que ainda não possuía, ficando agora com 100% de seu controle. O anúncio foi feito pela Nansen. O valor do negócio não foi divulgado.. L 12/07/2018
  • Plataforma de saúde recebe aporte da Canary, fundo de empreendedores notáveis - A Go Good engaja colaboradores a realizarem exercícios físicos e atingirem metas, que são transformadas em doações a instituições. A Go Good, startup de healthtech que une exercícios físicos a recompensas sociais, recebeu recentemente um aporte da Canary, venture capital criada pelos fundadores do Peixe Urbano e Printi e com a participação de empreendedores notáveis de startups como Instagram, Nubank, VivaReal, GuiaBolso e 99. O valor do aporte não foi divulgado – mas como foi uma rodada seed, podemos estimar que o investimento foi entre R$ 600 mil e R$ 2 milhões. 11/07/2018
  • Brasileira Movile recebe aporte recorde de US$124 mi de Naspers e Innova Capital - A companhia brasileira de serviços para tecnologia móvel Movile recebeu aporte de 124 milhões de dólares, o maior investimento já realizado na empresa criada há oito anos e cujo principal negócio é o aplicativo de pedido de entrega de comida, iFood. A rodada, primária e secundária, foi feita pelo grupo sul-africano de investimentos em internet Naspers e pelo fundo brasileiro Innova Capital, que tem entre os investidores o financista Jorge Paulo Lemann. Os recursos serão canalizados no iFood e também nos negócios de venda de ingressos Sympla e de transações financeiras Zoop, afirmou o presidente-executivo da Movile, Fabricio Bloisi. A companhia já captou 375 milhões de dólares nos últimos oito anos, dos quais cerca de 270 milhões nos últimos 12 meses.  12/07/2018
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



AlmavivA aumenta faturamento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão em apenas 10 anos no Brasil

Companhia se posiciona agora entre as três maiores no setor de contact center e conquistou robustez financeira para crescer ainda mais por meio de aquisições neste ano

A AlmavivA do Brasil, uma das principais empresas do segmento de contact center, customer relationship management (CRM) e trade marketing, conquistou o terceiro lugar no setor em apenas uma década de atuação no Brasil. De 2006 para 2016, o número de funcionários da companhia saltou de 801 para 30 mil, e ela registrou crescimento de R$ 3,5 milhões para R$ 1 bilhão de faturamento.

Já em 2017, a AlmavivA do Brasil obteve de sua matriz, na Itália, € 250 milhões – em operação de euro bonds assessorada pela Goldman Sachs. Desse total, vieram para o Brasil R$ 280 milhões (€ 75 milhões, aproximadamente) – parte como equity e empréstimo intercompany, permitindo quitar todos os débitos com bancos locais, reforçar o caixa e avaliar oportunidades atrativas de M&A.

"Com esse aporte, a AlmavivA substituiu uma dívida muito cara, geralmente de curto prazo, por capital e empréstimo de longo prazo, a uma taxa extremamente vantajosa, permitindo à companhia um diferencial competitivo para 2018 e próximos anos", explica Alberto Ferreira, diretor-geral de Business.

Além do crescimento em capital financeiro e capital humano, a companhia também ampliou sua estrutura no País, de modo que em pouco mais de uma década passou a contar com 12 sites e 8 escritórios distribuídos em cidades brasileiras como Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI).

Para este ano, de acordo com Alberto Ferreira, a AlmavivA do Brasil pretende adquirir empresas que ampliem ainda mais seu portfólio, considerando suas três competências cruciais para manter-se no mercado: "Robustez financeira, know how e tecnologia vindos de nossos laboratórios internos de tecnologia", enfatiza o executivo.

Sobre a AlmavivA do Brasil

A AlmavivA do Brasil é a terceira maior empresa de Contact Center e uma das principais companhias em Gestão do Relacionamento com Clientes (CRM) e Business Process Outsourcing (BPO) do País. Desde 2006, tem ampliado sua participação no setor, partindo de 800 colaboradores para atingir mais de 30 mil em 2017. Atende as mais variadas empresas nacionais e multinacionais líderes em setores como telecomunicação, financeiro, automobilístico, aéreo, farmacêutico e de utilities, oferecendo uma gama de serviços como atendimento, televendas, cobrança, back office, além de trade marketing. A AlmavivA do Brasil possui 12 sites e escritórios em 8 cidades brasileiras: Aracaju (SE), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Guarulhos (SP), Juiz de Fora (MG), Maceió (AL), São Paulo (sede e central na capital) e Teresina (PI). A companhia pertence ao Grupo AlmavivA, líder italiano em tecnologia de informação e comunicação, com um total de 62 sedes distribuídas em 8 países (Itália, Bélgica, Brasil, China, Colômbia, Estados Unidos, Romênia e Tunísia). Leia mais em segs 19/07/2018



Bunge negocia venda de parte de trading de açúcar

A Bunge, gigante americana do agronegócio, negocia a venda de parte de sua unidade de trading de açúcar com a Wilmar International, uma das maiores negociantes de commodities agrícolas da Ásia, disseram pessoas informadas sobre o assunto.

As negociações se concentram na carteira de trading da Bunge na Ásia, disseram as pessoas, que pediram para não ser identificadas porque as discussões são privadas. Se o acordo sair, a Wilmar terá acesso à Tailândia, a segunda maior exportadora de açúcar do mundo, e também a clientes nos principais países importadores, disseram as pessoas.

As tradings de açúcar têm tido dificuldades para ganhar dinheiro nos últimos tempos devido ao excedente recorde, que limita as oportunidades de negociação e pressiona as margens. A Bunge anunciou em fevereiro que pretendia abandonar as operações internacionais de trading de açúcar, que também incluem negócio no Brasil, o maior produtor mundial. O negócio faz parte da unidade de açúcar e bioenergia da Bunge, que sofreu prejuízos maiores no primeiro trimestre, da ordem de US$ 20 milhões.

Uma porta-voz da Bunge não respondeu imediatamente a mensagens em busca de comentários. A Wilmar não respondeu a um e-mail nem atendeu telefonemas em busca de comentários fora do horário comercial regular.

O açúcar apresenta um dos piores desempenhos do ano entre as principais commodities. Os contratos futuros do açúcar bruto caíram 27 por cento em Nova York devido ao excedente recorde desta temporada e à expectativa de oferta abundante novamente no ano que vem em meio à desaceleração do crescimento do consumo.

A Wilmar entrou no mercado do açúcar em 2010 e hoje é uma empresa importante, com oito usinas na Austrália e um amplo negócio de refino na Austrália, na Nova Zelândia e na Indonésia, a principal importadora de açúcar bruto. A trading com sede em Cingapura, que nos últimos tempos tem enfrentado prejuízos relacionados ao açúcar, mantém uma joint-venture no ramo do açúcar bruto no Brasil com a Raizen Energia, a maior produtora sucroalcooleira do País.

Em junho, a Bunge, que tem sede em White Plains, Nova York, foi forçada a adiar a oferta pública inicial da divisão brasileira de produção de açúcar e etanol e culpou a piora das condições do mercado. De 2011 para cá, 50 usinas foram fechadas e mais de 70 entraram com pedido de recuperação judicial no Brasil, segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).--Com a colaboração de Simon Casey. Repórteres da matéria original: Isis Almeida em Londres, ialmeida3@bloomberg.net;Alfred Cang em Cingapura, acang@bloomberg.net;Javier Blas em Londres, jblas3@bloomberg.net Leia mais em jornalfloripa 19/07/2018



O novo investimento de Buffett: ele mesmo

Com US$ 100 bilhões em caixa e nenhuma aquisição grande no radar, Warren Buffett decidiu que o melhor investimento é… ele mesmo.

A Berkshire Hathaway anunciou esta semana uma nova política que facilita a recompra de ações. A nova regra: a partir de 3 de agosto – quando serão divulgados os resultados do segundo trimestre –, a companhia poderá recomprar seus papéis sempre que Buffett e Charlie Munger “acharem” que o preço da ação está abaixo do que consideram justo. O único limite: a Berkshire precisa manter ao menos US$ 20 bilhões em caixa.

Pela política anterior, estabelecida em 2011, os buybacks só podiam ocorrer quando a ação estivesse negociando abaixo de 1,2 vezes seu valor patrimonial. Isso praticamente nunca ocorreu – e a Berkshire não compra uma açãozinha sequer há sete anos. (Hoje, os papéis negociam a cerca de 1,4 vezes o valor patrimonial).

Entusiasta dos buybacks nas empresas em que investe, o oráculo de Omaha sempre deu poucos acenos na forma de política de retorno aos acionistas quando o assunto é Berkshire. A última vez que a companhia pagou um dividendo em cash foi em 1967.

Com a surpresa, os investidores fizeram a festa: as ações classe A e B subiram mais de 5%, no melhor desempenho em sete anos no pregão de ontem.

Além de sinalizar confiança da empresa em seu próprio futuro, as recompras costumam impulsionar o preço em Bolsa porque reduzem a oferta de papéis disponíveis e aumentam o lucro por ação.

A mudança nas regras sugere que Buffett prefere dobrar a aposta em ativos que ele já conhece bem do que se aventurar um mercado onde o S&P já mais que quadruplicou desde o low da crise de 2008.

Antes do anúncio, as ações da Berkshire tinham subido pouco mais de 1% neste ano, contra alta de 5,3% do S&P, apesar de o portfólio da Berkshire ser formado principalmente por companhias expostas à economia americana – que vem bombando nos últimos anos.

Em relatório, o JP Morgan chamou o movimento de 'um grande catalisador positivo'. O banco calcula que , se a Berkshire utilizar todo o seu excesso de caixa – US$ 86 bilhões –, o lucro por ação pode aumentar 20%. O preço-alvo do JP para a ação classe B é de US$ 235, o que equivale a US$ 352 mil nas ações classe A. Natalia Viri Leia mais em braziljournal 19/07/2018



Esko adquire Blue Software, dos EUA

A aquisição reforça a posição da empresa como uma fornecedora completa de soluções tecnológicas para embalagem

A Esko, uma fornecedora global de software e hardware para design de embalagem, colaboração, automação, workflow e produção, anunciou a aquisição da BLUE Software, LLC, uma empresa de software de gerenciamento de rótulos e artes baseada em Chicago, Illinois, EUA, da Diversis Capital e da Schawk Digital Solutions. Esta aquisição reúne dois times complementares que alavancarão o desenvolvimento, gerenciamento e execução eficientes de embalagem para os brand owners na indústria de bens de consumo, ciências da vida e varejo e para uma variedade de fornecedores da cadeia de valor de embalagem.

“Buscamos reduzir drasticamente o tempo para os produtos chegarem no mercado, os custos e os riscos que comprometem a qualidade em toda a cadeia de valor de embalagem. A aquisição da BLUE melhora o conjunto único de ferramentas da Esko que permite aos brand owners e seus parceiros melhorarem como um todo,” explica Udo Panenka, Presidente da Esko. “Nossas soluções de software e hardware digitalizam, automatizam e conectam o desenvolvimento de embalagem ao fluxo de produção, desde conceitos virtuais de design em 3D até a impressão, embalagens acabadas, displays de lojas, e imagem e conteúdo para e-commerce. Trabalhamos para melhorar a eficiência de todo este processo crítico para os brand owners e para os fornecedores da cadeia de valor de embalagem. Com esta aquisição, reforçamos a posição da Esko como uma empresa inovadora em tecnologia para a indústria de embalagem.”

A combinação do software de gerenciamento de rótulos e arte da BLUE com a Plataforma Esko para Marcas aprofunda o investimento da Esko nas indústrias onde a produção das embalagens é extremamente importante. A melhoria do talento e da tecnologia nas duas empresas permite à Esko e à BLUE entregar uma funcionalidade avançada mais rapidamente. Com mais colaboradores ao redor do mundo, o time pode entregar serviços de alto nível para clientes regionais e multinacionais.

“No ambiente atual de compliance e com o foco no e-commerce, onde os consumidores buscam inovação, a arte de embalagens e de rótulos continua a ser um ponto crítico para o desenvolvimento de novos produtos e para o processo de comercialização. Nossas soluções ajudam os clientes nestes desafios, agilizando o lançamento de produtos e reduzindo os custos. A união da BLUE e da Esko é um momento de transformação para a indústria de embalagem,” completa Ali Moosani, Presidente da BLUE.

Como parte da Esko, a BLUE passa a integrar a plataforma de empresas de Identificação de Produtos Danaher, que inclui ainda a Pantone, MediaBeacon, X-Rite, AVT, Videojet, FOBA, Linx e Laetus. Juntas, estas empresas dão suporte às indústrias de produtos embalados e seus fornecedores, no sentido de simplificar as operações de embalagem para que possam lançar produtos mais rapidamente e enriquecer a vida dos consumidores em todo o mundo.

Sobre a Esko (www.esko.com)
O conceito Packaging Simplified (Embalagem Simplificada), da Esko, ajuda os clientes a produzirem a melhor embalagem para bilhões de consumidores. O portfólio de produtos da Esko suporta a gestão dos processos de embalagem e impressão para brand owners, varejo, designers, agências, fabricantes de embalagem e convertedores. Nove em cada 10 embalagens presentes no varejo usam soluções Esko, seja de gerenciamento de embalagem, asset management, criação de arte, design estrutural, pré-impressão, visualização 3D, produção de chapas flexográficas, automação de fluxo de trabalho, controle de qualidade, produção de amostras, paletização, colaboração na cadeia de suprimento e/ou produção de materiais de sinalização e displays de PDV.

As soluções da Esko incluem diversos softwares e duas linhas de hardware: gravadora de chapas flexográficas computer-to-plate CDI e os sistemas de acabamento e corte digital Kongsberg, são complementados com serviços altamente especializados, treinamento e consultoria.

Fazem parte ainda da família Esko, a Enfocus que oferece soluções em automação e ferramentas PDF de controle de qualidade para gráficas, editoras e designers gráficos, e a MediaBeacon, com soluções de digital asset management (DAM). Ao todo são 1.500 colaboradores em todo o mundo e sua sede está localizada em Gent, Bélgica. A Esko é uma empresa Danaher (www.danaher.com). Leia mais em maxpress 19/07/2018




BlackRock supera marca de 15% da Azul

A companhia aérea Azul informou que a gestora BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, adquiriu novas ações preferenciais emitidas pela companhia. Assim, entre papéis e ADRs da companhia, a fatia da gestora no capital na Azul superou a marca de 15% no último dia 13, atingindo a marca de 15,03%.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 19/07/2018



Quer ganhar com onda de fusões? Aposte nos ofertantes que perdem

Em um possível alerta para os negociantes mais agressivos, especialista descobriram que o preço elevado pago pelo alvo e o aumento da alavancagem parecem estar por trás do desempenho inferior do ofertante vencedor

Na disputa por uma fusão, vale a pena apostar no ofertante que perde, segundo estudo recente.
Apesar de vencedores e perdedores exibirem desempenhos similares no mercado de ações nos três anos que antecedem o anúncio de uma fusão, as empresas norte-americanas que acabam não ficando com seu alvo têm desempenho 24 por cento superior ao dos compradores nos três anos seguintes à operação, segundo estudo publicado na edição de agosto da Review of Financial Studies. A diferença entre os perdedores internacionais foi de cerca de 14 por cento.

Em um possível alerta para os negociantes mais agressivos, os autores, entre eles a professora de finanças da Universidade da Califórnia em Berkeley Ulrike Malmendier, descobriram que o preço elevado pago pelo alvo e o aumento da alavancagem parecem estar por trás do desempenho inferior do ofertante vencedor.

“Os pagamentos elevados de transações relativamente grandes, especialmente pagamentos em dinheiro, parecem ser o indicador mais importante de desempenho inferior a longo prazo e não outros fatores relacionados à produtividade da empresa combinada”, escreveram os autores em versão do estudo publicada em papel anteriormente.

Os resultados “também são consistentes com a visão comportamental de que a superestimação dos retornos futuros dos gerentes é um fator importante para explicar as atividades de fusão que destroem valor”, disseram.

Apesar de o estudo ter focado em disputas ocorridas de 1985 a 2012, deve ter particular relevância hoje, considerando que a mania de fusões continua. As empresas anunciaram globalmente US$ 2,1 trilhões em transações no primeiro semestre do ano, colocando 2018 a caminho de bater o recorde de US$ 4,1 trilhões de 2007, segundo dados compilados pela Bloomberg.

Nem mesmo as maiores empresas estão se esquivando de competir por seus alvos. Walt Disney e Comcast, por exemplo, disputam a aquisição dos ativos de entretenimento da 21st Century Fox de Rupert Murdoch no momento. A Disney tem vantagem -- graças a um acordo de US$ 71,3 bilhões que já foi aprovado pelos órgãos reguladores dos EUA.

O estudo analisou 112 fusões norte-americanas e 72 fusões internacionais com ofertas concorrentes de pelo menos dois possíveis compradores. --Com a colaboração de Nabila Ahmed. Repórter da matéria original: Cormac Mullen em Tóquio, cmullen9@bloomberg.net  Bloomberg L.P. Leia mais em infomoney 19/07/2018





18 julho 2018

Renova Energia Diz Que Recebeu Propostas Por Projeto Eólico Na Bahia

A Renova Energia afirmou que recebeu propostas pelo projeto eólico Alto Sertão III, na Bahia, após o fracasso das negociações do ativo com a Brookfield Energia Renovável, confirmando reportagem publicada pela Reuters com base em fontes com conhecimento do assunto.

Em fato relevante no final da noite de terça-feira, a empresa afirmou que recebeu propostas não vinculantes de “diversos investidores.”

A Renova disse ainda que não foi concedida exclusividade a qualquer dos investidores interessados, que estão em processo de due diligence, e que manterá o mercado informado sobre as tratativas.

Entre os interessados, segundo informou a Reuters na terça-feira, está a Aliança Geração de Energia, uma joint venture entre a mineradora Vale e a elétrica mineira Cemig.

Procurada na véspera, a Aliança afirmou que não comentaria o assunto.

A Renova, que tem como sócios a própria Cemig e sua controlada Light, passou a buscar um novo acionista ou a venda de ativos desde o fracasso de uma associação com a norte-americana SunEdison em 2015.

A empresa de energia limpa chegou a aceitar no ano passado uma oferta da Brookfield, mas as negociações entre as empresas não chegaram a um acerto final após meses de idas e vindas, o que levou à retomada da busca por investidores nos últimos meses.

Executivos da Aliança chegaram a participar na segunda-feira de uma reunião na Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) com representantes da Renova, da Cemig e da Light para discutir o atual estágio do projeto Alto Sertão III.

A Renova aportou cerca de 390 milhões de reais nas obras do complexo até a paralisação dos trabalhos no final de 2016.

A Brookfield chegou a fazer uma oferta de 650 milhões de reais para ficar com o Alto Sertão III, que deverá ter capacidade de cerca de 400 megawatts quando for concluído.

A Renova, que seria um braço para expansão da Cemig em energia limpa, chegou a ter quase 700 megawatts em usinas em operação e planos para alcançar uma capacidade instalada de mais de 2 gigawatts, mas passou a vender ativos em meio às dificuldades financeiras.

Atualmente, a Renova opera apenas cerca de 190 megawatts em pequenas hidrelétricas. Exame leia mais em Meio&Negócio 18/07/2018

18 julho 2018



Notre Dame Intermédica compra da Mediplan Sorocaba, incluindo o Samaritano

A operadora de planos de saúde Notre Dame Intermédica informou nesta quarta-feira que assinou acordo para compra de 100 por cento do grupo Mediplan Sorocaba, que inclui o Hospital Samaritano e a maternidade Samaritano.

Segundo comunicado, a operação de valor não revelado será paga à vista na data de fechamento da transação, descontados o endividamento apurado e uma parcela retida para contingências.

O documento afirma que o grupo adquirido tem uma carteira de cerca de 80 mil beneficiários no Estado de São Paulo incluindo os municípios de Sorocaba, Votorantim e Boituva, sendo 80 por
cento da categoria corporate/PME, e um hospital com 156 leitos sendo 24 de UTI, em Sorocaba.

O Grupo Samaritano Sorocaba teve em de 2017 faturamento líquido de 228 milhões de reais. "O preço de aquisição será equivalente a aproximadamente 9,1 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) ajustado de 2017", afirmou a Notre Dame Intermédica no fato relevante. Por Aluísio Alves Reuters Leia mais em ultimoinstante 18/07/2018



Adama faz parceria com distribuidor de insumos agrícolas no Brasil

A unidade brasileira da Adama Brasil S/A, uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo, anuncia participação acionária na Foco Agronegócios Ltda., distribuidor em franca expansão na região de Tocantins e Maranhão.

Alinhada com o seu propósito de criar simplicidade na agricultura e detentora de um dos portfólios mais amplos do mercado, a Adama tem, com esse movimento, o objetivo de estender ao distribuidor seu know how e expertise em gestão de negócios para oferecer aos agricultores uma vasta plataforma de produtos e serviços melhorando seus resultados no campo.

Entre os termos da negociação, que ainda aguardam aprovação do CADE, consta que não será exigida a exclusividade de distribuição de seus produtos. A estratégia é crescer juntos e de forma sustentável.

“Nossa decisão estratégica é criar e assegurar uma parceria de longo prazo, mantendo os proprietários do Distribuidor à frente da gestão do negócio, pois ninguém melhor do que eles para entender a dinâmica da região e do relacionamento com os clientes”, diz Rodrigo Gutierrez, CEO da Adama Brasil.

“Nos últimos 5 anos, a Focoagro vem crescendo e expandindo sua atuação, trabalhando com insumos, grãos e indústria.”.  “O momento é bastante oportuno para nos unirmos a um parceiro forte que contribuirá nessa jornada de crescimento e consolidação da empresa”, afirmam respectivamente Augusto César Ribeiro e Márcio Takatsu, proprietários da Focoagro.

Sobre a Adama

A Adama Agricultural Solutions Ltda. é uma das principais empresas de proteção de cultivos do mundo. Nosso propósito é criar simplicidade na agricultura, oferecendo aos agricultores produtos e serviços que simplificam suas vidas e os ajudam a crescer. Com um dos portfólios mais completos e diversificados, temos produtos diferenciados e de alta qualidade. Estamos presentes em mais de 100 países com 4,9 mil colaboradores pelo mundo proporcionando aos produtores soluções para controlar plantas daninhas, pragas e doenças a fim de melhorar sua rentabilidade e produtividade. Para mais informações, visite nosso site www.adama.com e nossos canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube. Leia mais em focoagro 20/04/2018



Claro analisa compra da Cemig Telecom, diz América Móvil

A América Móvil, controladora no Brasil das marcas Claro, Net e Embratel, está analisando a documentação disponibilizada na sala de informações pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) a respeito dos ativos da Cemig Telecom, previstos para serem leiloados em 8 de agosto.

Em teleconferência, Daniel Hajj, presidente-executivo da multinacional do bilionário Carlos Slim, afirmou aos analistas que a subsidiária Claro Brasil está olhando as informações, mas preferiu não confirmar se participará efetivamente da disputa pela companhia que ... Leia mais em valoreconomico 18/07/2018




Carrefour compra rede francesa especializada em orgânicos So.bio

O Carrefour anunciou nesta quarta-feira (18) a aquisição da So.bio, rede de lojas francesa especializada na distribuição de produtos orgânicos.

O valor do negócio, no entanto, não foi informado. A So.bio tem atualmente oito unidades no sudoeste da França e duas novas lojas serão abertas nos próximos meses, informa o comunicado da varejista. .. Leia mais em valoreconomico 18/07/2018



Ânima Educação compra Faculdade Jangada em Santa Catarina por R$ 7,6 mi

A Ânima Educação anunciou nesta quarta-feira acordo para aquisição da Faculdade Jangada, em Jaraguá do Sul (SC), pelo valor de 7,6 milhões de reais, no segundo negócio anunciado nesta semana.

A Faculdade Jangada, que teve receita líquida de 7,2 milhões de reais e lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) perto de zero no ano passado, tem aproximadamente 700 alunos matriculados, distribuídos em 8 cursos de gradução com foco na área de saúde.

"A Anima Educação entende que a transação representa um importante passo em seu plano de expansão em Santa Catarina", disse a empresa, que anunciou na segunda-feira a aquisição de 100 por cento do Centro de Ensino Superior de Catalão (Cesuc), em Goiás, pelo favor de 31,25 milhões de reais. Leia mais em dci 18/07/2018



Mundo em tensão

As ofertas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês) giraram, no mundo, US$ 110,3 bilhões no primeiro semestre deste ano, queda de 47% em relação a igual intervalo do ano passado, de acordo com levantamento realizado pela PwC.

Desse total, US$ 58,1 bilhões foram no segundo trimestre do ano. Em número de operações, a queda foi de 61%, com 589 IPOs no período.

Na Bolsa brasileira, as três ofertas iniciais do ano ocorreram em abril: Notredame Intermédica, Hapvida e banco Inter. Em janeiro, a brasileira Pagseguro abriu seu capital, mas escolheu a bolsa de Nova Iorque, a Nyse, ao invés da B3. Referência: Estado de São Paulo Coluna do Broadcast Leia mais em capitolio 18/07/2018



Chinesa Didi recebe aporte de US$ 500 mi de empresas de viagens Booking

A empresa chinesa Didi Chuxing Technology recebeu um investimento de US$ 500 milhões (R$ 1,9 bilhões) da companhia de viagens americana Booking, em um plano agressivo para impulsionar o mercado fora da China.

O aporte foi anunciado pelas duas empresas nesta terça (17), mas os detalhes não foram divulgados. A marca do aplicativo de transporte chinês, cuja oferta pública é esperada pelo mercado, é avaliada em US$ 56 bilhões (R$ 215,6 bilhões).

Como parte do acordo, a empresa Booking Holdings -que passou a ser chamada assim no começo do ano, quando deixou o nome PricelineGroup Inc- vai permitir que seus usuários possam acessar os carros da Didi pelo aplicativo.

O investimento vem em um momento em que a chinesa busca se expandir para novos mercados, na esperança de desafiar a gigante americana Uber.

A empresa lançou recentemente serviços no México, Austrália e Japão, impulsionada por uma rodada de financiamento de US$ 4 bilhões (R$ 15,4 bilhões), feito em dezembro de 2017.

Em janeiro, a companhia adquiriu a brasileira 99, em transação avaliada em US$ 1 bilhão (R$ 3,25 bilhões, na cotação do período da divulgação). Na Índia, nos EUA e em Singapura também ocorreram aportes em empresas concorrentes da Uber.

A Booking Holdingds, atualmente avaliada em mais de US$ 97 bilhões (R$ 373,4 bilhões), é dona de alguns dos sites de viagens mais populares do mundo, como Bookings.com, Agoda.com, KAYAK e Princeline.com.Folhapress Leia mais em bemparana 18/07/2018



Investimento chinês na Europa é cinco vezes maior que nos EUA no primeiro semestre de 2018

O investimento direto da China no exterior mudou sua direção da América do Norte para a Europa nos primeiros seis meses deste ano, indicou nesta segunda-feira (16)  uma pesquisa divulgada pelo escritório de advocacia global Baker McKenzie e fornecedor de pesquisa independente Rhodium Group.

O valor de fusões e aquisições chinesas recém-anunciadas na Europa totalizou US$ 22 bilhões, bem maior que os US$ 2,5 bilhões na América do Norte.O total dos investimentos chineses foi cinco vezes maior na Europa que na América do Norte, indicou o relatório.

“Os obstáculos regulatórios permanecem mais baixos, as relações políticas mais previsíveis e a Europa oferece uma grande base para ativos de alta tecnologia industriais, que é uma boa combinação com as prioridades de investimento ao exterior dos reguladores chineses”, disse Thilo Hanemann, diretor da prática de investimento transfronteiriço do Rhodium Group.

Globalmente, o valor semestral das atividades de fusões e aquisições globais recém-anunciadas pelas empresas continentais chinesas somou US$ 50 bilhões, 32% a menos em relação ao segundo semestre de 2017, mas ainda significativamente acima da média de seis meses registrada entre 2013 e 2015.

A Suécia foi o maior destino europeu dos investimentos chineses no primeiro semestre deste ano, seguida pelo Reino Unido, Alemanha e França.

A composição industrial de investimentos chineses também mudou durante este período tanto na Europa como na América do Norte, indicou o relatório.

Os setores da “economia real” como automóveis, saúde e biotecnologia, e produtos e serviços de consumo se tornaram os maiores beneficiários do investimento direto estrangeiro ao exterior em ambas as regiões. Os setores de bens imobiliários e hospitalidade perderam o melhor lugar mas ainda se mantêm amplamente atrativos ao capital chinês.

“A China desempenha um papel vital na propulsão da economia global e é claro que o investimento no exterior está continuando a um ritmo sustentável, mesmo que o mix geográfico esteja mudando”, disse Danian Zhang, representante-chefe do escritório de Shanghai do Baker McKenzie. (*) Com informações da Agência Xinhua Leia mais em comex 17/07/2018



Certify compra Abacus, empresa de gestão de despesas

A Certify acaba de adquirir a empresa de gestão de despesas Abacus por um valor não revelado.

A Abacus junta-se às ferramentas Expense Watch, Nexonia e Tallie sob administração da Certify. De acordo com o CEO da empresa, Bob Neveu, cada empresa manteve sua identidade de marca após a aquisição.

A Certify foi atraída pelo que a Abacus chama de tecnologia de relatórios de despesas em tempo real. Neveu descreveu esse detalhe como a capacidade de apresentar as despesas à medida que chegam, "um relatório de despesas sem o relatório de despesas".

A Abacus foi uma das primeiras empresas a eliminar o relatório de despesas. Em vez de exigir que os funcionários enviem despesas em lotes associados a determinadas viagens ou períodos de tempo, o sistema envia cada item de despesas individualmente.

A empresa de gestão recupera detalhes utilizando reconhecimento óptico de caracteres do recebimento, bem como geolocalização, e emprega aprendizado de máquina para categorizar a despesa e parear o recibo com um encargo de cartão corporativo. Se uma empresa escolher, ela pode reembolsar automaticamente as despesas completas e em conformidade. Leia mais em panrotas 17/07/2018




Domo Invest será gestora de fundo de investimentos de R$ 100 mi do BNDES

Ao todo, serão alocados 100 milhões de reais em startups em estágio inicial, que não tenham mais do que 1 milhão de reais de faturamento anual.

A gestora de recursos Domo Invest foi escolhida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para fazer a gestão do fundo de investimentos Coinvestimento Anjo (“FIP Capital Semente”). Ao todo, serão alocados 100 milhões de reais em investimentos. Desses, 60 milhões de reais serão destinados para startups em estágio inicial, que não tenham mais do que 1 milhão de reais de faturamento anual. Os 40 milhões restantes serão reservados para rodadas futuras nas mesmas empresas, com cheques podendo chegar até 5 milhões de reais.

Para receber o aporte inicial, porém, o fundo exige que a startup capte recursos também com outros investidores, como aceleradoras e investidores anjos, pessoas físicas que se valem do capital próprio para investir em um negócio com alto potencial de crescimento.

O cheque, em média de 300 mil reais, pode chegar a 500 mil reais dependendo do perfil da empresa, mas não pode representar mais do que metade da rodada de investimento. Ou seja, os outros investidores devem entrar com, no mínimo, metade do dinheiro da rodada. Entre os setores mais visados estão economia criativa, agronegócio, finanças, saúde e biotech, tecnologias de informação e comunicação e cidades inteligentes.

O fundo ainda está em fase de captação de recursos, função que também caberá à Domo daqui em diante. A seleção, feita pela BNDESPar, braço de participações societárias do BNDES, contou com 15 concorrentes ao todo.

Além do Coinvestimento Anjo, a Domo levantou no ano passado um fundo próprio de 100 milhões de reais para investir em até 20 startups. Até agora, dois aportes foram feitos: 4 milhões de reais na Noverde, startup de crédito pessoal, e 3 milhões de reais na AgendaEdu, que atua no setor de educação. Por Naiara Bertão Leia mais em exame 17/07/2018




Verde e amarelo.

No Brasil, a Coface ainda negocia a compra da fatia do Banco do Brasil e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que juntos detêm 25% da Seguradora Brasileira de Crédito à Exportação (SBCE), da qual a francesa é majoritária, com 75,82% do capital.

Ao adquirir o restante, a companhia encerraria um movimento iniciado em 2008, quando Bradesco, SulAmérica, Unibanco AIG e Minas Brasil, acionistas na época, decidiram deixar a sociedade.  O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 18/07/2018



Fusões e aquisições de empresas no Brasil devem desacelerar antes das eleições

O volume financeiro de fusões e aquisições anunciadas no primeiro semestre caiu 26% ante mesmo período de 2017

Executivos de bancos esperam que a geração de novos negócios com a compra e venda de empresas no Brasil encolha nos próximos meses, à medida que investidores evitam assumir riscos devido à volatilidade do mercado antes da eleição presidencial de outubro e dúvidas sobre a recuperação econômica.

O volume financeiro de fusões e aquisições anunciadas no primeiro semestre caiu 26% ante mesmo período de 2017, segundo dados da Thomson Reuters, para US$ 26,3 bilhões.

A menos de três meses da eleição, o cenário continua indefinido, com mais de um terço dos eleitores indecisos ou com intenções de anular o voto. Os candidatos líderes têm sido até agora vagos sobre suas propostas econômicas, levantando dúvidas sobre a possibilidade do próximo governo prosseguir com reformas econômicas propostas pelo impopular presidente Michel Temer.

Excluindo o maior negócio do ano passado, a conversão de US$ 21 bilhões das ações da Vale numa única classe de ações, a atividade de fusões cresceu 84%.

"A volatilidade do mercado na maior parte do primeiro semestre não foi tão alta como agora, por isso não impactou muito o nível de atividade", disse Alessandro Zema, diretor de banco de investimento do Morgan Stanley no Brasil.

As maiores transações deste ano, como a compra da fabricante de celulose Fibria pela rival Suzano e a aquisição da empresa de educação Somos pela Kroton evidenciarem a busca da consolidação para reduzir custos em diferentes segmentos, acrescentou Zema.

Outros negócios evidenciam a expansão de empresas brasileiras em países vizinhos depois que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aumentou o rigor na análise de negócios e bloqueou aquisições em áreas como educação e petróleo e gás.

A Raízen, joint-venture entre Cosan e Shell adquiriu as operações de distribuição da Shell na Argentina, incluindo uma rede de postos de gasolina e uma refinaria, por US$ 1 bilhão.

O Itaú Unibanco liderou o ranking de assessores financeiros das operações, quando consideradas apenas aquelas que tiveram empresas brasileiras como alvos; O Morgan Stanley, que assessorou o acordo com a Raízen, lidera se qualquer envolvimento de empresa brasileira for considerado.

Os fundos de private equity desaceleraram seus investimentos neste ano, já que a volatilidade no mercado de câmbio diminuiu as chances de obterem alto retorno em dólares em novos investimentos.

Segundo dados da Anbima, o número de fusões e aquisições envolvendo fundos de private equity caiu no primeiro trimestre do ano para cerca de 3%, muito abaixo dos 15% ao longo do ano passado.

"É muito mais difícil prever retornos de investimentos quando a taxa de câmbio é tão volátil", disse o diretor de fusões e aquisições do Itaú BBA, Eduardo Guimarães.

O membro do conselho do Abvcap, que representa as empresas de aquisições, Mario Malta, disse que a volatilidade também está reduzindo as ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), que são a estratégia de saída mais comum dos fundos. Como resultado, os fundos têm cerca de 28 bilhões de reais em dinheiro disponível para aplicações.

A única grande transação anunciada no último trimestre por um fundo de private equity foi a da unidade brasileira do Walmart pela Advent. Embora a Advent não tenha pago ao Walmart, ela se comprometeu com milhões de dólares em investimentos nos supermercados brasileiros da rede norte-americana.

Os especialistas esperam que outros grandes negócios, como a aquisição da petroquímica Braskem pela LyondellBasell, sejam concluídas neste ano.

"Alguns dos maiores negócios estão progredindo bem, vemos um efeito maior da volatilidade no valor do acordo global no ano que vem", disse Bruno Amaral, diretor de fusões do BTG Pactual, líder em número de negócios na primeira metade do ano. Reuters Leia mais em epocanegocios 18/07/2018



País fecha o primeiro semestre do ano com 400 fintechs

O Brasil deve ter fechado o primeiro semestre deste ano com 400 fintechs em funcionamento, um claro sinal da inovação no sistema financeiro. A informação foi revelada pelo diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Reinaldo Le Grazie, durante a abertura do Prêmio Finanças Mais, do Grupo Estado, ontem em São Paulo.

“São números muito altos e o Brasil aparece muito bem na foto do universo das fintechs no mundo”, disse o diretor do BC.

Segundo ele, 60% das fintechs atuam no sistema de meios de pagamento e é exatamente nesse segmento que tem surgido as empresas mais inovadoras do sistema financeiro.

Durante a sua exposição, Le Grazie apresentou 19 pontos da agenda BC . Trata-se da agenda de trabalho do BC, que tem como objetivo revisar questões estruturais do banco e do Sistema Financeiro Nacional (SFN), produzindo benefícios para a sociedade brasileira. As propostas contidas nessa agenda são pensadas com base em discussões feitas com o mercado financeiro.

Um dos exemplos desses benefícios conseguidos pela Agenda BC são os acordos de planos econômicos. Recentemente, foi fechado um acordo que devolve mais R$ 10 bilhões a poupadores, que foram afetados por perdas de rendimento das cadernetas de poupanças provocadas por planos econômicos nas décadas de 80 e 90.

“Acordos de planos econômicos reduzem a insegurança no mercado”, frisou.

Le Grazie disse que o Banco Central tem sugerido aos bancos e financeiras que incentivem o uso do cartão de crédito apenas para a tomada dos empréstimos e não para o uso de gastos correntes.
A intenção do BC é que o brasileiro evite o endividamento exagerado.
Para as despesas do dia a dia, o BC quer estimular uso do cartão de débito.

Ele também ressaltou que o crédito imobiliário tem crescido, com spreads baixos (diferença entre custo de captação e empréstimo).
Essa modalidade financiamento representava 5% do crédito total há 10 anos e atualmente está em 20%.

Le Grazie apontou ainda outros avanços da Agenda BC , como a simplificação de compulsórios, além da criação da TLP (Taxa de Longo Prazo), que substituiu a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) nos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES).

A TLP acompanha as taxas de juros do mercado, alinhando assim, a taxa do banco de fomento à Selic, a taxa básica de juros da economia. Com a TJLP, havia uma distorção muito grande entre a taxa do financiamento e a taxa nominal de juros. Isso provocava um descasamento e aumentava o rombo nas contas públicas, que acabavam sendo cobertas pelo Tesouro.

Resultados. As medidas no âmbito do BC já mostram alguns resultados positivos na avaliação do diretor. Um deles é a queda nos spreads bancários, tanto para as pessoas físicas como para empresas, desde o segundo semestre de 2016.

Le Grazie também destacou as mudanças recentes promovidas nas regras dos compulsórios, que são depósitos obrigatórios que os bancos têm de fazer no BC para regular a liquidez..

“O arcabouço de compulsórios hoje é mais simples”, disse. O BC tem reduzido os compulsórios sobre poupança e depósitos à vista para sobrar mais dinheiro para o crédito. Fonte:O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 18/07/2018



17 julho 2018

Orange adquire a Basefarm Holding e se torna líder européia em serviços de computação em nuvem

Orange adquire a Basefarm Holding e se torna líder européia em serviços de computação em nuvem para o setor empresarial

A Orange anuncia a aquisição de 100% do capital da Basefarm Holding AS, um importante player em infraestrutura de nuvem e serviços de aplicativos críticos na Europa

Esta aquisição está destinada a reforçar a posição da Orange Business Services no mercado de serviços de computação em nuvem para o qual já é líder na França e um importante player na Europa.
Após um processo de licitação competitivo iniciado pela Abry Partners para sua participação na Basefarm, o Orange Group, através de sua subsidiária corporativa Orange Business Services, anunciou hoje a assinatura de um contrato para adquirir 100% do capital da empresa por um valor de empresa de 350 milhões. euros.

A Basefarm é uma empresa líder na Europa em infraestrutura e serviços baseados em nuvem, bem como no gerenciamento de aplicativos críticos e análise de dados. A empresa, que registrou receitas de mais de 100 milhões de euros em 2017, tem tido um forte crescimento desde 2015. A Basefarm tem uma forte presença operacional em vários países europeus, particularmente na Noruega, Suécia, Holanda, Áustria e na Alemanha, onde ostenta atividade de big data de ponta. Sua proposta de negócios está na vanguarda dos serviços mais inovadores em computação em nuvem, Big Data e Inteligência Artificial, graças à reconhecida expertise de seus 550 funcionários e à alta satisfação de seus clientes... Leia mais em basefarm 16/07/2018

17 julho 2018



Carf admite venda de empresa por meio de fundo de investimentos

Eduardo Arrieiro: "Muitas famílias passaram a se organizar societariamente e empresarialmente por meio de FIP"

O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), em julgamento recente, entendeu que a venda de uma empresa pode ser feita por meio de Fundo de Investimentos em Participações (FIP) – o que, na prática, garante o pagamento de menos tributos. A decisão, da 1ª Tuma da 2ª Câmara da 1ª Seção, se deu após análise da estrutura montada para a negociação do Hospital São Luiz com a Rede D’Or, que ocorreu no ano de 2010 e envolveu cerca de R$ 1 bilhão.

Entendimento favorável a esse tipo de operação é importante para os contribuintes porque a Receita Federal tem um posicionamento bastante restritivo em relação ao uso dos FIPs. Em 2016, por exemplo, o tema foi incluído entre as operações que passariam a ter um acompanhamento especial da fiscalização.

As ações do paulistano São Luiz, inicialmente, pertenciam a uma holding, a Hemava Administração e Empreendimentos. Os acionistas da Hemava, antes da venda do hospital, no entanto, criaram um FIP e esse fundo de investimentos tornou-se sócio da holding.

Em uma segunda etapa, por meio de redução de capital (quando há devolução de patrimônio da empresa para o acionista), a Hemava transferiu as cotas que detinha do hospital para o FIP, que passou, então, a responder diretamente pelo São Luiz e a consequente venda para a Rede D’Or.

Se o negócio tivesse sido fechado pela holding diretamente à Rede D’Or, deveriam ser recolhidos 34% de Imposto de Renda (IRPJ) e CSLL sobre o ganho de capital. Por meio do FIP, aplica-se alíquota entre 15% e 22,5%, que é a estabelecida para pessoas físicas, e o imposto é pago pelo acionista somente no momento em que ele resgata o dinheiro do fundo.

Quando foram incluídos na lista de prioridades da fiscalização, os Fundos de Investimentos em Participações estavam abaixo apenas dos planejamentos que envolvem ágio na negociação entre empresas. Os contribuintes são autuados quando o Fisco entende a operação como um planejamento tributário "abusivo" ou "agressivo" – com o objetivo único de reduzir carga fiscal.

É comum, para a autuação, afirmam advogados, a aplicação do artigo 116 do Código Tributário Nacional (CTN). O parágrafo único do dispositivo estabelece que a fiscalização pode desconstituir atos ou negócios jurídicos feitos com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador.

No caso da venda do São Luiz para a Rede D’Or, a fiscalização entendeu que a reestruturação tinha o único propósito de diminuir a carga tributária – o que considera como planejamento tributário abusivo. Para a Receita Federal, a real vendedora do hospital foi a Hemava e, por esse motivo, o recolhimento deveria ser pela alíquota de 34%, que é a aplicada para operações entre empresas.

O Fisco cobrava, nesse caso, R$ 64 milhões de IRPJ e R$ 23 milhões de CSLL, em valores não atualizados de 2010. Aplicava ainda uma multa de 150% sobre o total (por considerar que houve tentativa de fraude). A autuação era direcionada à Hemava e aos acionistas do hospital (processo nº 16561.720133/2015-75).

A decisão na turma, em favor do contribuinte, se deu por maioria de votos. Seis dos oito conselheiros que julgaram o caso entenderam a reestruturação como legítima. Eles levaram em conta o fato de, nesse caso, haver um contexto negocial. Existia, por exemplo, laudo de rentabilidade futura e de viabilidade técnica de constituição do fundo de investimentos. Mas a União ainda pode recorrer à Câmara Superior ou apresentar embargos à própria turma.

"Esse é um excelente precedente. Mostra que a criação desse tipo de instrumento, por si só, não pode ser considerada fraude", avalia o advogado Tiago Conde, do escritório Sacha Calmon. "O FIP é um negócio absolutamente lícito. E é muito comum o uso dessa estrutura. Principalmente quando há muitos herdeiros. É preciso um profissionalismo maior do negócio, até para evitar a pulverização do capital", complementa.

Os FIPs foram criados, inicialmente, como um veículo de investimento no mercado de private equity. Investidores se reuniam, aportavam dinheiro no fundo e, por meio dessa estrutura, passavam a investir em empresas com potencial de crescimento. Passou a ser usado também por grupos familiares, principalmente, em razão dos benefícios tributários. Na maioria das vezes para planejamento sucessório ou patrimonial.

"Muitas famílias passaram a se organizar societariamente e empresarialmente por meio de FIP", diz Eduardo Arrieiro, do Arrieiro & Dilly Advogados. "E justamente pelos benefícios fiscais que oferecem, esses fundos entraram no radar da fiscalização. A Receita Federal vem fechando o cerco a essas estruturas e tem autuado os contribuintes e administradores como co-responsáveis", acrescenta.

O advogado lembra que no fim do ano passado chegou a ser editada uma Medida Provisória, de nº 806, para equiparar a tributação do FIP a de uma empresa comum: seriam aplicados 34% de IRPJ e CSLL sobre o ganho de capital decorrente da venda de ativos desse fundo e os valores teriam que ser recolhidos no momento da alienação – e não no momento em que o dinheiro é retirado pelo acionista do fundo, como ocorre atualmente.

Essa MP, que havia sido assinada pelo presidente Michel Temer, acabou não sendo convertida em lei e perdeu a validade no mês de abril.

Eduardo Arrieiro diz que há muitos casos de venda de empresas por meio de FIP em discussão nas delegacias regionais da Fazenda e que no Carf não há entendimento consolidado sobre o assunto. A decisão que beneficia a Hemava, diz, é a primeira que se tem notícias em favor do contribuinte.

Há um outro caso, julgado no ano passado, também sobre esse tema, que não teve decisão favorável dos conselheiros. E a análise foi feita pela mesma turma que, agora, julgou a operação de venda do Hospital São Luiz. Tratava sobre a criação de um FIP pelo grupo Bertin para a sua união com a JBS em 2009. Os conselheiros mantiveram uma autuação à Tinto Holding, controladora do grupo Bertin, de R$ 4 bilhões por ganho de capital.

Procurada pelo Valor, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) informou, por meio de nota, que não concorda com a decisão que admitiu a venda por meio de FIP e decidirá qual medida será adotada após a intimação do acórdão. Já o representante da Hemava Administração e Empreendimentos não foi localizado pela reportagem. Por Joice Bacelo | De São Paulo Fonte : Valor Leia mais em alfonsin 17/07/2018



Empresas no eSocial poderão compensar débitos previdenciários

Essa era uma demanda antiga das empresas e que ficará disponível graças à mudança implementada pela Lei 13.670

As empresas que aderiram ao eSocial na primeira etapa poderão fazer a compensação de débitos previdenciários com créditos referentes a quaisquer tributos federais, informou nesta terça-feira, 17, a Receita Federal. Essa era uma demanda antiga das empresas e que ficará disponível graças à mudança implementada pela Lei 13.670, sancionada em 30 de maio deste ano.

O eSocial é o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas. Apenas as empresas que completarem todo o processo de implantação do eSocial farão jus ao benefício.

"As empresas que utilizarem o eSocial poderão, inclusive, efetuar a compensação cruzada (entre créditos e débitos previdenciários ou fazendários), observadas as restrições impostas pela legislação decorrentes da transição entre os regimes", diz a nota.

A chamada "compensação cruzada" prevê a possibilidade de fazer a compensação previdenciária com quaisquer tributos federais.O regime de compensação efetivado por meio de informação em GFIP, por sua vez, não será alterado para as pessoas jurídicas que ainda não utilizam o eSocial. Estadao Leia mais em epocanegocios 17/07/2018



Cade dá aval para investimento do Bradesco em empresa de cupons de descontos

Com o investimento do banco, de valor não revelado, a Cuponeria espera expandir atividades e implementar melhorais nas funcionalidades de sua plataforma de anúncios digitais

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deu aval para a aquisição pelo grupo Bradesco de participação na Cuponeria, empresa que presta serviços de publicidade digital por meio de veiculação de cupons de desconto de restaurantes, supermercados e outros estabelecimentos por meio de aplicativo e portal na internet.

A Cuponeria é integrande do grupo Naspers, já que o serviço de comparação de preços Buscapé tem participação de 30 por cento na empresa de cupons de descontos.

A aquisição da participação será feita pelo Fundo de Investimento em Participações (FIP) InovaBra, da gestora de private equity 2bCapital, do grupo Brasdesco, afirmou o Cade.

Com o investimento do Bradesco, de valor não revelado, a Cuponeria espera expandir atividades e implementar melhorais nas funcionalidades de sua plataforma de anúncios digitais via cupons de desconto.  Leia mais em dci 17/07/2018



Em 15 anos, China investiu US$ 54 bi no País, mas só 11% do total em projeto novo

De cada US$ 100 que os chineses investiram no Brasil desde o início do governo do ex-presidente Lula, apenas US$ 11 foram direcionados para novos projetos, revela levantamento do governo ao qual o ‘Broadcast/Estadão’ teve acesso. De 2003 a junho de 2018, os chineses injetaram US$ 54 bilhões no País, mas US$ 48 bilhões ficaram nos chamados “brownfield”, ou seja, projetos que já estavam prontos, em que houve apenas troca de dono.

Somente US$ 5,95 bilhões vieram para os chamados “greenfield”, como são chamados projetos que começam do zero. Nesse tipo de investimento, os benefícios se espalham por outros elos da cadeia produtiva, gerando crescimento econômico por meio da compra de máquinas, contratação de serviços, geração de empregos e pagamento de impostos.

É a primeira vez que o governo brasileiro consegue mapear e separar com precisão os investimentos que a China tem realizado no Brasil. O resultado foi uma surpresa, pois a expectativa era de um volume maior de investimentos em projetos “greenfield”, até mesmo devido aos compromissos assumidos entre os dois países e aos vários anúncios de cartas de intenções de investimentos chineses no Brasil.

Com a crise financeira, as empresas brasileiras ficaram mais baratas para os estrangeiros, e o grosso dos investimentos chineses foi para aquisições. Nos últimos 15 anos, foram adquiridos 72 projetos já prontos, enquanto apenas 29 foram iniciados do zero. Esses são os investimentos já confirmados, de acordo com um boletim sobre investimentos chineses que o Ministério do Planejamento passa a divulgar bimestralmente.

Segundo dados do ministério, 84% dos investimentos estão concentrados em três áreas: energia, óleo e gás e mineração. A presença chinesa cresceu a partir de 2009 e se acelerou rapidamente. “A China se tornou o maior parceiro de investimento em fluxo de recursos”, disse o secretário de Assuntos Internacionais do Planejamento, Jorge Arbache, ao Estadão/Broadcast antes de entrar em vigor a regra eleitoral que restringe comunicações oficiais.

Mantido o ritmo atual, os chineses vão liderar nos próximos anos o ranking de estoque de investimentos, título detido por União Europeia e Estados Unidos atualmente.

“Brownfield é realmente maior que greenfield, mas é preciso paciência. O brownfield acaba puxado o greenfield”, disse o ministro conselheiro da embaixada da China, Qu Yuhui, lembrando que, até 2008, a China tinha investido apenas US$ 1 bilhão no Brasil. Ele destacou que investimentos em novos projetos necessariamente envolvem mais riscos. “Precisamos fazer o dever de casa. É preciso de mais informações e de um conhecimento bem maior do mercado brasileiro. Só licenças ambientais de um projeto podem levar de três a quatro anos para serem liberadas.”

O relacionamento entre o Brasil e China é relativamente curto se comparado a Japão, EUA e Europa, disse Qu Yuhui. “O Brasil é promissor, mas não é para iniciantes. É um mercado muito particular. A tendência é que o investimento se diversifique.”

Estratégica, a área de energia tem sido o maior foco dos investimentos da China no País. Alguns setores do governo brasileiro mostram preocupação com o apetite chinês e defendem uma regulação forte para diminuir riscos.

A estatal State Grid, que comprou a CPFL, tem 60% do total de investimentos fora da China alocados no Brasil. No último leilão de linhas de transmissão, no entanto, quem brilhou foi a indiana Sterlite. Procurada, a State Grid informou que sempre busca novos projetos no Brasil, mas reconheceu que a concorrência reduz a atratividade dos investimentos.

A China Three Gorges (CTG) comprou as usinas de Jupiá e Ilha Solteira, que pertenciam à Cesp e operam há mais de 40 anos. Mas em cinco anos de Brasil, destaca que investiu também em projetos novos, como a construção de usinas no Pará e Amapá e em Mato Grosso. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em istoedinheiro 17/07/2018



FT: BMW ganha direito de comprar participação na chinesa CATL

A BMW ganhou o direito de comprar participação acionária na CATL, maior fabricante mundial de baterias para veículos elétricos em vendas, depois de a montadora ter acertado a compra de células de bateria da empresa chinesa no valor de US$ 4,7 bilhões ... Leia mais em valoreconomico 17/07/2018



Credicard entra no ringue contra PagSeguro

Preço único e custo de antecipação embutido

O Itaú está invadindo o mercado de maquininhas de cartão para microempreendedores com a marca Credicard, aumentando a temperatura (e piorando os retornos) no nicho de mercado desbravado pela PagSeguro.

A estratégia coloca uma marca 'top of mind' para combater a PagSeguro sem canibalizar a Rede, a principal credenciadora do Itaú, cuja oferta de serviços e preço são mais robustos.

Enquanto a Rede determina sua taxa numa negociação individual de cliente a cliente, a Credicard terá uma oferta de preço único, permitindo que o lojista receba num prazo mais curto mas embutindo no preço o custo de capital — uma estratégia de precificação conhecida no jargão do setor como 'MDRzão’.

O cliente não terá a opção de não adiantar o fluxo, e o preço será igual para todos. O pagamento ao lojista será em D+1 para débito e D+2 para crédito — comparado aos 30 dias usuais. O MDR para crédito à vista — que já embute o custo da antecipação — é de 3,98%.

Considerando as taxas cobradas pela transação e o custo da antecipação de recebíveis, o Itaú diz que sua oferta é de 15% a 42% mais barata que os três principais concorrentes no mercado de MEIs — variando das modalidades de débito até crédito parcelado em três vezes, que representam 85% do volume operado no segmento.

Horas depois do anúncio, a ação da Cielo caía pouco mais de 1%, enquanto a PagSeguro perdia quase 4% em Nova York.

Batizadas de POP Credicard, as maquininhas do Itaú serão vendidas em 12 vezes de R$ 29,90, e não alugadas, como no mercado tradicional de credenciamento.

Até o fim do ano, também serão lançadas a Mega POP, uma maquininha com mais funcionalidades e impressão de boleto, e a Mini POP, uma opção mais barata que vai funcionar conectada ao celular via bluetooth.

A expectativa do banco é vender entre 100 mil e 150 mil maquininhas nos próximos meses e capturar cerca de R$ 1 bilhão em transações até o fim do ano.

Assim como a Cielo e a PagSeguro, que apostam em figuras populares como Fabio Porchat e Michel Teló, a Credicard terá Ivete Sangalo como porta-voz.

Em vez de aproveitar a estrutura da Rede, o Itaú vai entrar como uma nova adquirente 'full' com a marca Credicard — que já vinha sendo usado como marca de ‘combate’ do banco com o Credicard Zero, um cartão de crédito sem anuidade criado para concorrer com o Nubank.

O processamento será feito pela FirstData, dona das maquininhas BIN. A parceria se dará na forma de prestação de serviço, com pagamento de fee à First Data, sem acordo de profit sharing.


O Itaú reconhece que chegou com atraso na batalha pelo nicho mais promissor da adquirência, mas avalia que ainda há um amplo mercado para explorar.

“Ainda é um segmento em franca expansão e subpenetrado e o 'timing' não parece ser um problema”, disse Marcos Magalhães, diretor executivo do Itaú e presidente da Rede. Ele avalia que, do mercado de R$ 350 bilhões em processamento de cartões para MEIs, apenas 20% já foram tomados pelos concorrentes.

“Em segmento de nichos e emergentes de inovação, não é do feitio do Itaú entrar como primeiro player. Preferimos ser 'followers' que executam muito bem os setores que decidimos entrar”.

A Credicard será uma plataforma ‘agnóstica': o cliente poderá receber na conta-corrente ou poupança de qualquer banco. A venda se dará pela Internet e não contará com a força de vendas nas agências.

Num primeiro momento, a Credicard não vai ofertar conta de pagamento — uma modalidade utilizada por players como PagSeguro e a Point, do Mercado Pago — para quem ainda não tem uma conta no nome da empresa. Esse tipo de conta deve vir numa segunda etapa.

Dados do Banco Central mostram que 19% dos 8,7 milhões de MEIs do Brasil não tem conta corrente aberta no CNPJ.

“Não posso falar pelos concorrentes, mas acredito que nossa seletividade vai ser maior”, disse Magalhães. “Estamos focando num tipo de cliente, que é aquele para qual a antecipação é relevante.”

A nova iniciativa mostra a tentativa do Itaú de recuperar terreno no mercado de cartões — um segmento onde o CEO Candido Bracher já disse que a rentabilidade vem deixando a desejar.

Uma das duas gigantes do duopólio que existia antes da abertura do mercado em 2011, a Rede vem perdendo market share nos últimos anos. Sua fatia de mercado caiu de 38% em 2014 para 32% no fim de ano passado, de acordo com um levantamento feito pelo UBS com base em dados divulgados pelas companhias abertas do setor. No mesmo intervalo, a PagSeguro saiu do zero e abocanhou uma fatia de pouco mais de 4%.

“Se o Itaú não se mexer, vai acabar ficando na adquirência com a fatia que ele tem no mercado bancário, que é de uns 20 e poucos por cento”, diz uma fonte do setor. Natalia Viri e Geraldo Samor  Leia mais em braziljournal 17/07/2018



Cade aprova fusão entre IMC e Sapore sem restrições

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições o acordo de fusão entre a International Meal Company (IMC) , dona das redes Frango Assado e Viena, e a Sapore, empresa de refeições corporativas, de acordo com despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira.

O acordo de fusão entre as duas empresa, anunciado em meados de junho, envolve uma oferta pública de aquisição de até 25 por cento das ações da IMC ao preço de 9,30 reais, sujeita à aprovação da incorporação da Sapore pela companhia e eventual redução do capital, de modo que os acionistas da Sapore sejam detentores de 41,79 por cento do capital social da companhia.[nL1N1TI0B2]

Na justificativa apresentado ao Cade, as empresas disseram que o acordo é uma oportunidade para expandir seus negócios no Brasil e na América Latina, com o potencial de gerar importantes ganhos em eficiência e sinergias nos seus negócios, como otimização de contratos de compras e ganhos em logística.

"Dada a ausência de sobreposições horizontais e integrações verticais, conclui-se que a presente operação não acarreta prejuízos ao ambiente concorrencial, podendo ser aprovada por rito sumário", disse a Superintendência-Geral do Cade em parecer.(Por Raquel Stenzel) Reuters Leia mais em noticiasR& 17/07/2018



Intenção é vender Cepisa este mês e outras cinco em agosto

O governo pretende manter o leilão da Cepisa, distribuidora da Eletrobras no Piauí, em 26 de julho, e licitar as outras cinco distribuidoras da empresa em 30 de agosto, confirmou ontem o ministério do Planejamento.. Leia mais em valoreconomico 17/07/2018



Senior Ventures buscará 10 startups

A Senior, especializada na oferta de software para gestão empresarial, tem uma nova operação de Corporate Venture para investir em negócios emergentes dentro de suas estratégias corporativas.

Nomeada de Senior Ventures, a unidade tem como meta investir em 10 startups até 2022.
Em 2018, a Senior buscará priorizar startups com soluções voltadas para recursos humanos (HRTechs) e finanças (fintechs) que possam ser alavancadas acessando a base de clientes da fornecedora de software, tanto no modelo B2B como B2B2C.

“Nosso direcionamento é investir em startups que já estejam em fase de escala. Por meio da Senior Ventures, a Senior atuará como investidor estratégico em startups de alto potencial de crescimento cujos negócios possuam uma grande sinergia tanto com o mercado quanto com nossa estratégia de crescimento”, afirma Alencar Berwanger, diretor de novos negócios da companhia.

A diretoria de novos negócios gere as ações de aquisição de empresas, investimento em startups, parcerias estratégicas e internacionalização. Essa demanda vem aumentando de forma acelerada  nos últimos dois anos.

“Já estamos nos aproximando de algumas boas oportunidades e devemos anunciar ainda esse ano um investimento nesse modelo”, destaca o executivo.

A Senior começou a se aproximar das startups em 2014, buscando as empresas para trazer inovação ao seu portfólio.

“Depois de dois ciclos e 16 startups aceleradas, a Senior evolui agora para uma operação contínua com prospecção, análise e investimento em startups em fase de escala”, detalha Berwanger.
Uma das startups que conta com investimento da Senior é a SocialBase, que recebeu apoio em setembro 2017. Depois, a companhia de software passou a utilizar internamente a solução de rede social corporativa da startup.

A Senior teve uma receita bruta de R$ 283,4 milhões no ano passado, um aumento de 10% frente aos resultados de 2016. Júlia Merker Leia mais em baguete 16/07/2018



Danfoss adquire líder em tecnologia de controle remoto

A Danfoss anuncia o acordo para adquirir o negócio de Controle Remoto atualmente de propriedade da empresa espanhola Ikusi - forte player no campo de redes de telecomunicação e controles remotos. O negócio de Controle Remoto da Ikusi inclui equipamentos e tecnologias para operação sem fio e controle de guindastes montados em caminhões, guinchos, máquinas off-road e outras aplicações. A aquisição reflete o foco estratégico da Danfoss em utilizar a conectividade como uma vantagem competitiva.

“Adquirir novas tecnologias inovadoras é uma parte importante de nossos investimentos no desenvolvimento de nossos negócios. Estamos entusiasmados com a equipe de especialistas da Ikusi Remote Control se unindo à Danfoss. Os controles remotos têm um tremendo potencial e a aquisição é um ótimo exemplo de como nós, adicionando nova tecnologia digital, podemos fortalecer nosso portfólio de componentes e sistemas avançados e oferecer uma gama mais ampla de soluções para o benefício de nossos clientes”, diz Kim Fausing, presidente e CEO da Danfoss.

A Ikusi Remote Control é líder de inovação em tecnologia de última geração e tem um portfólio crescente com forte foco em segurança e conforto do operador, além de configuração e serviço fáceis. O negócio de Controle Remoto será integrado ao segmento de negócios da Danfoss Power Solutions.

“Ao adicionar tecnologia de controle remoto às nossas principais competências na Danfoss Power Solutions, fortalecemos ainda mais nossa posição global e nossa oferta de sistema como parte da plataforma de desenvolvimento de software PLUS+1®. Temos uma grande oportunidade de diferenciação, oferecendo um sistema completo com alto foco em segurança funcional, melhor desempenho de classe e soluções econômicas. Investiremos nos negócios em San Sebastian, que se tornarão nosso centro de excelência em controles remotos, mantendo um relacionamento próximo com a comunidade e a universidade local”, comenta Eric Alström, presidente da Danfoss Power Solutions.

A aquisição inclui uma planta de desenvolvimento e fabricação na Espanha e escritórios de vendas nos EUA, Alemanha e Dubai. A aquisição está sujeita às aprovações necessárias de órgãos relevantes, como autoridades de concorrência. A aquisição deverá estar concluída durante o terceiro trimestre de 2018. As partes não divulgaram o preço de compra ou outras condições da aquisição.

Sobre a Ikusi Remote Control

A Remote Control é uma unidade de negócios da Ikusi que projeta, fabrica e vende sistemas eletrônicos baseados em links de rádio para controle remoto de maquinário industrial em diversas aplicações. Mais informações em www.ikusiremotecontrol.com. Ikusi é uma empresa de engenharia tecnológica e desenvolvimento para transformação de negócios digitais. Mais informações em www.ikusi.com.

Sobre a Ikusi Remote Control

A Remote Control é uma unidade de negócios da Ikusi que projeta, fabrica e vende sistemas eletrônicos baseados em links de rádio para controle remoto de maquinário industrial em diversas aplicações. Mais informações em www.ikusiremotecontrol.com. Ikusi é uma empresa de engenharia tecnológica e desenvolvimento para transformação de negócios digitais. Mais informações em www.ikusi.com.

Sobre a Danfoss

A Danfoss desenvolve tecnologias avançadas que nos permitem construir um amanhã melhor, mais inteligente e mais eficiente. Nas cidades em crescimento, asseguramos o fornecimento de alimentos frescos e o melhor conforto em nossas casas e escritórios, atendendo à necessidade de infraestrutura eficiente em energia, sistemas conectados e energia renovável integrada. Nossas soluções são usadas em áreas como refrigeração, ar condicionado, aquecimento, controle de motores e máquinas móbeis. Nossa engenharia inovadora remonta a 1933 e hoje a Danfoss ocupa posições líderes no mercado, empregando mais de 27 mil e atendendo clientes em mais de 100 países. Somos uma empresa privada controlada pela família fundadora. Leia mais sobre nós em www.danfoss.com.br
Leia mais em segs 16/07/2018



Log vende ativo

A Log Commercial Properties - subsidiária de propriedades comerciais da MRV Engenharia - vendeu 36,6 milhões de quotas de uma sociedade de propósito específico (SPE) em São José dos Campos (SP) ara a sua própria controladora, a MRV, por R$ 35 milhões.

A SPE, intitulada MRV Logo MDI SJC I Incorporações, é proprietária de um imóvel na cidade. Segundo o comunidade divulgado na sexta-feira, a forma de pagamento pode ser convertida em permuta financeira. A operação foi aprovada pelo conselho de administração. Fonte:Portal ADEMI Leia mais em portal.newsnet 16/07/2018