29 março 2017

Grupo Multilaser adquire a Giga Security

A marca Giga Security deve continuar no mercado com um variado portfólio de produtos; a Multilaser amplia em quatro vezes sua participação no mercado de segurança eletrônica

O Grupo Multilaser, uma das principais fabricantes de produtos eletrônicos do Brasil, anunciou a aquisição da Giga Security.

A estratégia das empresas é a de manter a marca Giga Security para o setor de segurança eletrônica, combinando as linhas de produtos das duas empresas e compondo uma oferta variada de produtos para segurança: CFTV, controle de acesso, interfonia, alarme, racks organizadores, cabos e baterias. Com a compra, a Multilaser aumenta em mais de 4 vezes a participação da empresa no segmento.

Já os fundadores da Giga Security, Bruno e Gustavo Gouvea, seguirão à frente dos negócios da empresa. Segundo eles, o plano é manter o atual portfólio de produtos e triplicar o faturamento da empresa em até dois anos. “Teremos mais poder de investimentos e vamos aumentar nossa competitividade adotando uma atrativa política comercial com ganhos em marketing e atendimento para o canal de segurança, e também desenvolvendo um amplo mix de produtos de segurança”, afirma Bruno.

“O excelente mix de produtos, o profundo respeito do canal e a competência no mercado de segurança por parte da Giga, somados à eficiência e força nas operações de fabricação, de venda, de suporte, de assistência e de garantia da Multilaser formam uma química vencedora para deixar a vida das pessoas cada vez melhor através da segurança”, afirma Alexandre Ostrowiecki, fundador e presidente da Multilaser. Leia mais em revistadigitalsegurity 13/03/2017

29 março 2017



American Private Equity adquire fabricante brasileiro de máquinas hidráulicas de alta pressão Hidralmac

A American Private Equity, subsidiária da AFLG Holdings, anunciou a aquisição do fabricante brasileiro de máquinas hidráulicas de alta pressão Hidralmac.

A American Private Equity, LLC, subsidiária da AFLG Holdings, Inc. ("AFLG"), com sede em Tampa, na Flórida, adquiriu recentemente a HIDRALMAC, líder global na fabricação de alta pressão, Maquinaria hidráulica customizada, localizada na cidade de Araraquara, São Paulo, Brasil. A estratégia é conduzir um nível mais elevado do investimento e fornecer um maior acesso ao mercado para produtos de HIDRALMAC através dos Estados Unidos, de Europa e de América Latin. Leia mais em alfa 13/03/2017




IBGC lança orientação de boas práticas de comunicação a conselheiros

Defendendo um papel mais relevante dos conselheiros de administração na comunicação corporativa das empresas, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lança nesta quarta-feira (29) um caderno especial sobre o tema, na tentativa de levar o tema a um grupo de companhias abertas que ainda negligencia o assunto.

“Há empresas que não faz ... Leia mais em valor econômico 29/03/2017



Vox Capital investe R$4 milhões em startup de educação do Rio de Janeiro

A Vox Capital, primeira empresa de investimentos de impacto positivo no Brasil, que investe em negócios que são agentes de transformação social, anunciou um aporte de R$4 milhões na startup carioca de educação e tecnologia Aondê Educacional. Segundo informações, o investimento é resultado de negociações de mais de dezoito meses e a Vox escolheu a startup porque acredita na proposta e no sucesso da empresa

O investimento é  o primeiro do Fundo II da Vox e tem como objetivo acelerar a tração e o desenvolvimento da Conecturma, metodologia de aprendizagem de língua portuguesa, matemática e habilidades sócio-emocionais que combina vários elementos, como livros didáticos, plataforma digital adaptativa e gamificada, desenhos animados, músicas e fantoches direcionada a alunos da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.

Todos os membros da equipe têm vasta experiência em suas áreas, com prêmios e reconhecimentos no Brasil e no mundo. Com a sua equipe, antes da criação da Aondê, o CEO da startup liderou a criação e implementação de projetos inovadores da Secretaria Municipal do Rio de Janeiro entre 2009 e 2013, como a Educopédia, o GENTE, o Pé de Vento e o Rioeduca.

Ao todo 7 redes de ensino e 35 escolas já utilizaram a metodologia da startup e 150 professores e 4 mil alunos foram contemplados com a tecnologia e a empresa espera chegar a 190 mil estudantes em 5 anos. Nas escolas de Viamão (RS), por exemplo, uma pesquisa apontou o aumento da aprendizagem foi de 50% e 60% em língua portuguesa e matemática, respectivamente, de acordo com dados da Secretaria Municipal de Educação para 2016. No mesmo município, o índice de aprovação saltou de 90% para 92% em 2015. O Ideb foi de 4,2, em 2013, para 5,6 em 2015, superando a meta projetada para 2017, de 5,4, de acordo com dados da Secretaria Municipal. Leia mais em startups 24/03/2017



Procfit investe em startup de e-learning

A Procfit, empresa santista especializada em software de gestão e plataformas de e-commerce, acaba de fazer um investimento na startup Dr. Vendedor, uma sistema de e-learning para equipes de vendas.
Marcelo Guidugli, CEO da Procfit.

Não foi aberto em valor do investimento. Em nota, a Procfit fala em “seed money”, o jargão na área de investimentos em startups para um investimento inicial em uma empresa.

A Dr. Vendedor foi fundada por Rubens Zanelatto, um executivo com passagem por empresas como WPG Investments, GP Investments e América Latina Logística.

A empresa tem um método de ensino baseado no conceito de micro-learning, ou seja, pequenas doses de conhecimento ao dia que podem ser aplicados durante a rotina do usuário ao invés de aulas extensas.

Com o investimento, Marcelo Guidugli, CEO da Procfit, assume como CTO na Dr. Vendedor.
“Nós acreditamos que um vendedor que possui um conhecimento de métodos de venda aliado ao conhecimento dos produtos disponíveis em loja, consegue fazer recomendações mais assertivas e com maior segurança”, afirma Guidugli.

A Procfit está no mercado desde 2007 e processa em seus sistemas 20 mil pedidos de e-commerce diariamente. Maurício Renner Leia mais em baguete 29/03/2017



Oracle estuda compra da Accenture

A Oracle contratou especialistas para estudar a possibilidade de comprar a Accenture.

É o que garante o site The Register, citando fontes próximas. A Oracle não quis comentar.

Os profissionais contratados pela Oracle estão fazendo o chamado “due diligence”, visando explorar que tipo de sinergias poderiam ser gerados pelo negócio, além do impacto que o mesmo teria no canal da multinacional americana.

As fontes ouvidas pelo Register, no entanto, garantem que a avaliação está nos estágios iniciais, dizendo que o que foi feito até agora equivale a apenas 10% a 15% do total.

Na avaliação do site, uma eventual aquisição da Accenture dotaria a Oracle da musculatura interna para convencer os clientes a migrarem para serviços na nuvem.

A Accenture tem se posicionado nesse segmento, com a aquisição da Cloud Sherpas por um valor estimado em US$ 400 milhões.

O valor de mercado da Accenture é US$ 77,5 bilhões, muito mais do que o valor combinado gasto pela Oracle para comprar a PeopleSoft (US$ 10 bilhões), Sun (US$ 7,4 bilhões) e, mais recentemente, a Netsuite (US$ 9,3 bilhões).

O negócio seria viável no entanto. No começo do seu ano fiscal, em setembro do ano passado, a Oracle tinha reservas em dinheiro de US$ 68,4 bilhões.

Uma compra será uma sacudida em todo o universo de tecnologia, uma vez que a Accenture é um dos maiores parceiros da IBM, SAP e Salesforce.

Negócios do tipo já foram fechados no passado. A IBM comprou a área de serviços de tecnologia da PwC em 2002 por US$ 3,5 bilhões.

A então HP comprou a EDS por US$ 13,9 bilhões em 2008, criando a HP Enterprise Services, no que hoje é avaliado como uma aquisição mal sucedida. Maurício Renner Leia mais em baguete 29/03/2017



Comissão Europeia veta fusão das bolsas de Londres e Frankfurt

O Executivo comunitário estava preocupado com a fusão, que teria criado um gigante financeiro do tamanho da Intercontinental Exchange (ICE)

A Comissão Europeia bloqueou nesta quarta-feira a fusão entre a LSE e a Deutsche Börse, as operadoras das bolsas de Londres e Frankfurt, no mesmo dia em que o governo britânico planeja notificar oficialmente o Brexit.

“Em alguns mercados, a Deutsche Börse e a bolsa de Londres fornecem os mesmos serviços (…), são os únicos protagonistas. A fusão teria criado um monopólio de fato”, ressaltou em uma coletiva de imprensa a comissária europeia da Concorrência, Margrethe Vestager.

Esta decisão era previsível desde que a LSE se negou no fim de fevereiro a acatar as exigências de Bruxelas e ceder sua parte majoritária na MTS, uma plataforma de intercâmbio eletrônico italiana especializada em títulos de Estado europeus.

O Executivo comunitário estava preocupado com esta fusão, que teria criado um gigante financeiro do tamanho da Intercontinental Exchange (ICE), a operadora da bolsa de Nova York nos Estados Unidos.

A comissária europeia da Concorrência ressaltou que ambas as partes “não propuseram as medidas corretivas necessárias para acabar com os temores em matéria de concorrência”, e por isso foi decidida a proibição da fusão.

A LSE afirmou em um comunicado “lamentar” esta decisão e anunciou que renunciará à venda da câmara de compensação LCH Clearnet SA ao operador da zona do euro Euronext, com a qual buscava conquistar a aprovação de Bruxelas.

“A Deutsche Börse lamenta a decisão tomada pela Comissão Europeia”, declarou a operadora alemã, que indicou sua vontade de seguir com sua “estratégia de crescimento”.

A operação representava a terceira tentativa de fusão entre a LSE e a Deutsche Börse depois de dois fracassos, em 2000 e 2005. Em 2011, a operadora alemã tentou sem êxito se unir à NYSE Euronext, antes que a Euronext saísse do grupo americano.

“Golpe de misericórdia”

Embora a fusão entre as bolsas londrina e alemã tenha sido anunciada com alarde no início de 2016, a vitória dos partidários do Brexit no referendo realizado em junho daquele ano no Reino Unido enfraqueceu suas possibilidades.

Além disso, as relações entre as duas operadoras se tornaram cada vez mais tensas, sobretudo pela localização do centro de decisão da companhia resultante da fusão.

“O Brexit efetivamente matou este acordo nove meses atrás”, mas “Vestager deu o ‘golpe de misericórdia’, algumas horas antes de o Reino Unido ativar o Artigo 50” dos tratados europeus, afirmou o analista Neil Wilson, do ETX Capital em Londres.

Segundo Wilson, “o futuro da bolsa de Londres parece estar, assim como o do Reino Unido, fora da Europa”.

O Executivo comunitário, guardião da concorrência da UE, não costuma adotar opiniões negativas. A última remonta a maio de 2016, quando bloqueou a compra do conglomerado de Hong Kong Hutchison Whampoa por parte do operador britânico de telefonia móvel O2, propriedade da espanhola Telefónica. Leia mais em exame 29/03/2017



Gerdau inaugura Gerdau Summit, joint venture com Sumitomo e JSW

A Gerdau inaugurou nesta terça-feira, em sua usina de Pindamonhangaba (SP), o empreendimento conjunto Gerdau Summit, cujo controle será dividido com as japonesas Sumitomo Corporation e Japan Steel Works (JSW).

O objetivo da nova empresa será principalmente o fornecimento de peças para a geração de energia eólica. O capital social da joint venture ... Leia mais em valor econômico 29/03/2017



Após Brasoil, PetroRio avalia novas aquisições em 2017

Depois de concluir a compra de 100% da Brasoil, este mês, a PetroRio pretende voltar ao mercado e está otimista em fechar mais uma ou duas novas aquisições ao longo deste ano.

A petroleira brasileira encerrou 2016 com posição de caixa de R$ 614 milhões (incluindo recebíveis) e já avalia novas oportunidades de aquisição, disse o diretor Financeiro, .. leia mais em valor econômico 29/03/2017



Gerdau vende 50% de fatia na Diaco, da Colômbia, e cria joint venture com Putney

A Gerdau assinou contrato para criação de uma joint venture na Colômbia, a partir da venda de 50% de sua participação na Gerdau Diaco, de aços longos. A outra metade é da Putney Capital Management, que já é sócia em sua operação na República Dominicana, conforme comunicado. A transação atribuiu à joint venture um valor econômico de US$ 165 milhões.

Segundo a Gerdau, esse movimento está alinhado ao processo de otimização de ativos, "com foco em rentabilidade e na redução de sua alavancagem financeira", como explica na nota. A nova empresa possui capacidade anual instalada de aço de 674 mil toneladas.

A conclusão da transação depende do cumprimento pelas partes de algumas condições contratuais. Ainda de acordo com o comunicado ao mercado, a Putney Capital Management é uma empresa de gestão de ativos, com investimentos no Caribe e na América Central, que participa da administração da plataforma de energia e indústria da Inicia. - Jornal do Comércio Leia mais em jcrs.uol 29/03/2017



Fundo de risco mira fortunas nacionais

No ano passado, Rodrigo Borges, cofundador do Buscapé, dedicou-se a uma rotina inusitada: bater na porta das famílias de milionários oferecendo cotas de empresas novatas da área de tecnologia. Ele havia acabado de lançar uma gestora de recursos com três sócios e tinha o objetivo de captar um fundo de capital de risco ancorado exclusivamente por fortunas locais. É uma ideia nova no Brasil, onde os gestores dependem quase exclusivamente dos bancos de fomento locais e investidores estrangeiros, em especial family offices americanos, na hora de tirar produtos similares do papel.

Borges conseguiu viabilizar um fundo de R$ 100 milhões para aplicar em 20 startups, com prazo máximo de investimento de dez anos. Entre os cotistas estão nomes como Alfredo Setubal (presidente da Itaúsa, holding que, além do banco, reúne marcas como Duratex e Itautec), Rubem Ariano (ex-sócio da gestora Hedging-Griffo, fundada por Luis Stuhlberger e comprada em 2006 pelo Credit Suisse) e famílias que construíram fortunas no varejo e na área industrial.

O desafio de Borges foi grande em um País onde, historicamente, os ricos têm por hábito concentrar seus recursos em opções conservadoras do mercado financeiro ou em ativos imobiliários. São estratégias de sobrevivência impulsionadas pelo histórico de crises políticas e econômicas do Brasil, além dos dividendos generosos oferecidos pelas aplicações de renda fixa, como o CDB e, mais recentemente, os títulos de Tesouro Direto.

“Foi um trabalho de formiguinha. As famílias tradicionais brasileiras não estão acostumadas e, na maioria dos casos, nem consideram investimentos de risco dentro do Brasil”, conta Borges.

Ao lado do sócio Gabriel Sidi, ele foi tesoureiro da Odebrecht Realizações e um dos criadores do GFAI, especializada em finanças pessoais. Guilherme Stocco (ex-vice-presidente da Buscapé), Felipe Andrade (ex-Barclays), e Marcello Gonçalves, que foi executivo no Banco Fator, também atuam como gestores e sócios da empresa, que se chama Domo Invest.

Novos projetos. O objetivo do fundo é atuar dentro de um nicho chamado de capital semente (seed capital), que movimenta rodadas de aporte abaixo dos R$ 2 milhões, abarcando participações minoritárias em empresas que recentemente entraram em estado operacional.

A lógica dessa modalidade de investimento busca múltiplos de retorno sobre o capital aportado na casa dos 300% e, para o aplicador, estômago para acompanhar uma alta taxa de insucesso que pode chegar a 80% dos casos. “Em um portfólio com 20 startups, as vezes duas ou três que alcançam um estágio alto já são suficientes para onerar bem os nossos parceiros”, conta Sidi.

No caso da Domo, as cotas de investimento giraram entre R$ 1 milhão a R$ 3 milhões, uma parcela ínfima do patrimônio do banqueiro Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa, que diz ter ingressado no fundo da Domo Invest justamente para testar um setor que, para ele, ainda tem regras de desconhecidas de funcionamento.

“Meu negócio sempre foi banco, empresas tradicionais que têm de trazer receita e margem de lucro no fim do mês. Essas startups, as vezes, não têm nem faturamento. Esse é um mundo novo”, conta o banqueiro, que confessa um interesse antigo na área.

“O Brasil não favorece investimento de risco com essa renda fixa que ainda está ai, mas eu já gostaria de ter colocado dinheiro em startups via fundos de venture capital antes”, diz Setubal.
“O problema é que, os principais fundos, a maioria deles americanos, não têm hoje espaço para novas famílias. O cara abre um fundo novo e os investidores que já fazem parte do ciclo rapidamente compram todas as cotas”, completa.

Na opinião do representante de uma família tradicional, que prefere não se identificar, não falta apetite de risco atualmente entre os milionários locais, principalmente as novas gerações, familiarizadas com o cenário de startups no exterior.

“O que falta é oferta no Brasil. Eu já aportei recursos em algumas startups como investidor anjo, de forma anônima, mas não deu muito certo.
Esse é um negócio em que é preciso dedicação, por isso os fundos especializados são obrigatórios”, diz.

Para Rubem Ariano, que também investiu no fundo da Domo, os ricos tendem a experimentar aplicações de risco daqui para frente. “As novas gerações já estão sendo preparadas dentro das famílias para esses tipo de negócio, menos orientado para o financeiro e mais voltado para a economia real”, destaca o empresário, que se tornou empreendedor de startups desde que saiu da HedgingGriffo em 2011 e colocou R$ 2 milhões no fundo da Domo.

Ariano também participa de outros fundos de capital de risco, como o Iniciativa Agronegócios, de Julio Pinheiro, que compra fazendas em Mato Grosso do Sul.

“Nós lançamos nosso produto em 2013 para o investidor brasileiro e tem sido um trabalho difícil. As coisas começaram a mudar bastante no final do ano passado e no começo deste ano. Sinto que os milionários brasileiros querem e sabem que precisam expandir seu horizonte de investimentos”, conta Pinheiro.- O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 29/03/2017




BB avança na venda do Patagonia

O Banco do Brasil deverá receber, já nas próximas semanas, ofertas não vinculantes por sua fatia no banco argentino Patagonia (BP). Banco Macro, Banco Galícia e BBVA estariam analisando a compra.

O JPMorgan trabalha como assessor financeiro da operação. O BB, que possui 51% da instituição argentina, chegou a estudar uma oferta pública de ações para se desfazer de parte de sua fatia. Procurado, o BB não comentou.- O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 29/03/2017



28 março 2017

Qatar Holding venderá até 80 mi de units do Santander Brasil em oferta com esforços restritos

A Qatar Holdings colocou à venda 80 milhões de units emitidas pelo Santander Brasil por meio de uma oferta pública de distribuição secundária com esforços restritos no Brasil e no exterior, após os papéis do banco mais que dobraram de valor no último ano.

Em documento enviado nesta terça-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Santander Brasil informa que seu banco de investimentos coordenará a operação, juntamente com o Bank of America e o Credit Suisse Group.

Considerando o preço de fechamento da véspera, a oferta pode levantar até 2,8 bilhões de reais, incluindo lote adicional, para Qatar Holdings, grupo de investimento controlado pelo governo do Qatar. (Por Bruno Federowski e Guillermo Parra-Bernal) Reuters Leia mais em dci 28/03/2017

28 março 2017



Startups dos EUA preferem abrir capital a serem adquiridas

Quando se trata de encontrar a saída, algumas empresas de tecnologia dos EUA apostam que conseguem mais valor a partir de uma abertura de capital do que se forem adquiridas.

Negociações para aquisição de pelo menos cinco alvos co... Leia mais em bol.uol 28/03/2017



Iguatemi vê espaço para aquisições estratégicas em 2017

A diretora financeira do grupo disse, contudo, que o Iguatemi se concentrará em ativos estratégicos voltados para classes A e B

A administradora e incorporadora de shopping centers Iguatemi vê espaço para consolidação no setor e não descarta aquisições estratégicas neste ano, embora o foco seja reduzir despesas, disse uma executiva do grupo.

“Sempre estamos olhando para aquisições e, mesmo dentro de casa, temos um caminhão de coisas para comprar”, afirmou nesta terça-feira à Reuters a diretora financeira do grupo, Cristina Betts, sugerindo que a empresa pode aumentar a fatia em empreendimentos de seu portfólio.

Hoje a participação da Iguatemi é de, em média, 60 por cento nos ativos.

Ela disse, contudo, que o Iguatemi se concentrará em ativos estratégicos voltados para classes A e B, uma vez que a alavancagem da empresa “não é super folgada”.

No fim de 2016, a empresa tinha relação dívida líquida sobre Ebitda de 3,2 vezes.

A executiva citou como exemplo a compra de 8,4 por cento do shopping Pátio Higienópolis em outubro de 2015, por meio da qual o grupo elevou sua fatia no empreendimento para 11,2 por cento.

Betts disse ainda que, “dependendo do apetite do mercado”, a empresa pode recorrer a emissões de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) neste ano, para rolar dívidas a vencer.

No ano passado, o Iguatemi respondeu pela quarta maior emissão de CRI, com captação de 275 milhões de reais. Reuters Leia mais em exame 28/03/2017



Arvato Financial Solutions aumenta participação na brasileira Intervalor, empresa especializada em serviços financeiros

A Intervalor é um dos grandes players de serviços financeiros e relacionamento da América do Sul, e tem demonstrado sólido desenvolvimento desde sua fundação em 1999

A Arvato Financial Solutions, provedora global de serviços financeiros, aumentou sua participação nas ações da Intervalor para 81,5%. Depois da aquisição inicial de 40% de participação em junho de 2015, este é um passo importante na internacionalização da Arvato Financial Solutions. Ambas as partes chegaram a um entendimento de que os detalhes financeiros da transação não serão publicados. A estrutura executiva permanece inalterada.

A Intervalor é um dos grandes players de serviços financeiros e relacionamento da América do Sul, e tem demonstrado sólido desenvolvimento desde sua fundação em 1999. A empresa possui duas unidades no Estado de São Paulo e atualmente conta com cerca de 3.000 colaboradores.

Sendo seu portfólio de serviços estruturado de forma semelhante ao da Arvato Financial Solutions, este é um importante marco para a disponibilidade internacional dos serviços da empresa. Ao adquirir a maioria das ações, a Arvato está impulsionando a integração da empresa nas áreas de finanças e contabilidade, ferramentas e padronização de processos do Grupo Bertelsmann.
O foco da Arvato será, a partir de agora, comparar os processos e produtos relevantes nos países onde a gestão de recebíveis é realizada de forma semelhante ao Brasil, como, por exemplo, na Espanha e no Reino Unido, para desencadear sinergias no desenvolvimento de produtos e operações.

O presidente da Arvato Financial Solutions, Frank Kebsch, afirmou: "O investimento na Intervalor nos possibilita explorar opções para desenvolver novos serviços na América Latina com base nas demandas do mercado brasileiro. Conhecemos a Intervalor nos últimos anos como uma empresa com uma equipe flexível e ágil, capaz de desenvolver produtos inovadores e estratégias de contato omni-channel amigáveis ao consumidor. A colaboração tem sido muito bem sucedida. Ao aumentar nossa participação na empresa, alcançamos um novo marco de integração. Além disso, essa parceria nos garante mais acesso ao mercado brasileiro, que é parte de nossa estratégia de crescimento".

O fundador e CEO da Intervalor, Luis Carlos Bento, acrescenta: "Em 2015, vimos a parceria com a Arvato Financial Solutions como uma excelente oportunidade para desenvolver novas linhas de negócios, aumentar a participação em clientes globais compartilhados e expandir nossa atuação para outros mercados regionais. Desde o início, estávamos confiantes de que haveria sinergias de processos e de produtos para ambas empresas. Ao mesmo tempo, nossa cultura corporativa se mantém preservada mesmo após a parceria. Sentimos que junto ao Grupo Bertelsmann, estamos construindo uma empresa mais forte, voltada para o crescimento no Brasil e na América Latina ".

Sobre a Arvato Financial Solutions

Arvato Financial Solutions é uma empresa global, prestadora de serviços financeiros, integrante da Bertelsmann SE & Co. KGaA como subsidiária da Arvato. A empresa conta com cerca de 10,000 colaboradores e está presente em 22 países, com destaque para a Europa, América do Norte e Ásia. Oferece soluções integradas e serviços completos e flexíveis para a gestão de relacionamentos com clientes e fluxo de caixa.

Arvato Financial Solutions é sinônimo de terceirização de serviços profissionais (BPO de serviços financeiros) especializada em fluxo de caixa para todas as fases do ciclo de relacionamento com clientes - desde a gestão de riscos e emissão de faturas até a venda de recebíveis e cobrança. Como parte desse processo, um dos objetivos é minimizar as taxas de inadimplência em suas fases iniciais e durante o processo de cobrança. Como resultado, os serviços da Arvato também englobam a otimização da seleção de tipos de pagamento em escala internacional.

Como empresa provedora de soluções financeiras, a Arvato Financial Solutions gerencia cerca de 10.000 clientes, nos segmentos de varejo, e-commerce, telecomunicações, seguros, serviços bancários e de saúde. É a terceira maior empresa especializada em serviços financeiros da Europa.

Mais informações em: http://finance.arvato.com

Sobre a Intervalor
A Intervalor é uma empresa especializada em crédito, cobrança, back office e relacionamento. Desde a sua fundação em 1999, a busca constante por inovação é um importante diferencial, que aliado ao desenvolvimento interno de soluções tecnológicas, permite que a empresa agregue valor aos serviços prestados e redução de custos por meio da otimização de processos de negócio.

O modelo operacional da Intervalor inclui uma análise aprofundada do ambiente de negócios de cada cliente para desenvolver uma solução totalmente personalizada de acordo com as melhores práticas de mercado e as necessidades específicas de bancos, construtoras, administradoras de cartão de crédito, varejo, assistência médica, NPL e indústrias de telecomunicações.

A Intervalor tem sede em São Paulo e conta com aproximadamente 3.000 funcionários. Entre outros serviços, a Intervalor realiza anualmente cerca de R$ 1,5 milhões em análise de crédito, promove mensalmente cerca de R$ 400 milhões em financiamentos de veículos, possui em sua base mais de 15 milhões de dívidas, efetua mais de 100 milhões de interações com clientes por ano e suas soluções tecnológicas possuem mais de 15 mil usuários ativos. Leia mais em maxpress 28/03/2017



Lojas em crise têm dificuldade para reagir

Levantamento do Credit Suisse mostra que nenhuma rede de varejo classificada no início do ano passado pelo banco como empresa "red flag" em difícil situação financeira - conseguiu melhorar sua condição e sair desse grupo. O banco elaborou relatórios no início e no fim do ano passado, com base em dados de 150 cadeias, de capital aberto e fechado, que representam 30% do total de lojas nos shoppings centers de grupos de capital aberto no país.

"Nenhuma das redes classificadas como 'red flags' se recuperou [...]. Parece que uma vez que a empresa se encontre nessa condição grave, as chances de reabilitação são pequenas", escreveram os analistas Nicole Hirakawa, Luis Stacchini e Vanessa Quiroga. Foram avaliados segmentos de varejo alimentar, moda e eletrônico. O relatório foi publicado no domingo.

Segundo o banco, as cadeias classificadas pelo banco como "yellow flags", em situação um pouco melhor, com dívidas totais protestadas de, pelo menos, R$ 500 mil no início do ano, conseguiram sair mais facilmente desse grupo. O relatório, com 40 páginas, mostra que 20% das lojas "yellow flags" se recuperaram ao longo de 2016 e passaram para um patamar mais saudável, isso quer dizer, migraram para o conjunto das "green flags", com dívidas não vencidas e baixa alavancagem.

Além disso, 4% das redes consideradas "yellow flags" tiveram uma piora em seu quadro em 2016 e passaram a ser consideradas varejistas em má situação financeira ("red flags"). Na análise, também entram indicadores como lucro operacional e dívida líquida.

O banco verificou que o número de varejistas em má situação financeira ("red flags") passou de 6% do volume total no primeiro trimestre de 2016 para 7% no fim do ano passado. Apesar da elevação, não houve uma disparada no índice, o que pode indicar baixo risco de um piora acelerada no indicador.

"Com a expectativa de alguma melhora da atividade econômica em 2017, nós acreditamos que poucas marcas ainda irão entrar nesse [grupo] das 'red flags'", afirmam os analistas.

O total de varejistas "yellow flags", ainda em situação delicada, subiu de quase 18% do total no começo de 2016 para pouco mais de 19% em dezembro.

Já o total de varejistas no quadro mais confortável ("green flags") caiu de 76% para 74% da amostra.
Apesar da alta pequena, de 6% para 7% no grupo das mais endividadas, o banco conseguiu identificar esse aumento por meio da entrada de quatro redes de varejo nesse conjunto de empresas no ano passado. Essas redes somam 127 lojas. Os analistas não informam quais são essas cadeias. Pelos critérios de endividamento usados no relatório, elas poderiam ser enquadradas no "Chapter 11" da lei norte-americana de falências, equivalente ao regime de recuperação judicial no Brasil.

O banco ainda verificou como os grandes grupos do setor de shopping reagiram à crise nos últimos meses. Identificaram, por exemplo, que os espaços vagos nesses empreendimentos foram ocupados - especialmente no Sonae Sierra e na Aliansce - por redes de lojas independentes, pequenas e normalmente familiares, com menor resiliência às crises.

O Credit Suisse verificou o nível de exposição dos grupos de shoppings aos negócios classificados "red flags", "yellow flags" e com maior volume de lojas pequenas e familiares no fim do ano passado. No Sonae Sierra, o volume de negócios com essas características atinge 41,4% do total de pontos. Na Aliansce, é de 40,2% e na BR Malls, 38,8%. Iguatemi e Multiplan têm as menores exposições - 33,7% e 29,4%, respectivamente. - Valor Econômico Jornalista: Adriana Mattos Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017



Grupo chinês negocia compra de fatia da Odebrecht no Galeão

 Terça, 28 de Março de 2017 - 06:10 Por Redação O grupo chinês HNA — que efetivou a compra de uma fatia da Azul no ano passado — se prepara para ampliar sua atuação no Brasil. O braço de infraestrutura da companhia negocia a aquisição da participação da Odebrecht TransPort no RIOgaleão, como antecipou o colunista do Globo, Ancelmo Gois.

 O aeroporto internacional é administrado por sócios privados, com 51% de participação, e pela Infraero, com 49%. Dentro da fatia do setor privado, a Odebrecht tem 60%, e a operadora de terminais Changi, de Cingapura, tem o restante. É a parcela da Odebrecht TransPort que deve ser repassada aos chineses.

 Segundo o jornal, para embarcar no consórcio, a chinesa faria um aporte de R$ 4 bilhões — referentes ao pagamento de outorgas, que seriam repassados à União — segundo fonte próxima à negociação. Metade desses recursos seria usada no pagamento de outorgas vencidas; o restante, em outras ainda por vencer. Essa antecipação atende a uma exigência do governo para repactuar o plano de pagamento de outorgas do aeroporto, como previsto em portaria ministerial a ser publicada esta semana, explicou uma fonte ouvida pelo GLOBO. A decisão final sairá de uma reunião entre os ministros do Planejamento, Dyogo Oliveira, dos Transportes, Maurício Quintella, e da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco, marcada para hoje à noite.

 Executivos da HNA chegam ao Rio na quarta-feira (29). Na quinta-feira (30), acompanhados de executivos do RIOgaleão, voam para Brasília, onde vão ser apresentados a integrantes do governo federal Leia mais em BocaoNews 28/03/2017



TotalCross volta ser independente

A TotalCross, plataforma de desenvolvimento de apps cujo controle foi adquirido em 2014 pela SoftSite, voltou a ter um controlador independente.

A companhia está 100% nas mãos de Bruno Muniz, ex-CTO da Softsite, que exerceu em paralelo o cargo de CTO da TotalCross desde a aquisição.

O novo CTO da Total Cross, Fábio Sobral, também veio da SoftSite, onde era arquiteto de software se dividindo entre as duas empresas.

Desde que assumiu o controle, Muniz colocou a TotalCross para girar no circuito de eventos para startups no Brasil, incluindo uma participação no Campus Party, num programa de pitchs do Sebrae e, finalmente, a entrada na última turma da aceleradora Startup Farm.

“Identificamos que precisamos influenciar dois tipos de usuários. O CEO tem que enxergar benefícios de uma plataforma cross para reduzir custos e time to market. O CTO precisa saber que a plataforma é boa e se os projetos podem ser desenvolvidos nela”, resume Muniz.

Além disso, aponta o empresário, existe a comunidade desenvolvedores independentes e um cenário pujante de startups.

Com a Total Cross, é possível usar Java para criar apps para iOS, Android, Win CE (coletores e hand-helds) e desktops (Windows, Linux e MacOS) com um único código-fonte.

De acordo com a empresa, o produto  tem diferenciais frente à concorrência, que ou usam outras linguagens (C#, Javascript e lua) para apps limitados ao celular.

O software já foi testado em contextos exigentes. Ele é a base de desenvolvimento do Geosales, um produtos para força de vendas com funcionalidades de geolocalização vendido pela Softsite em conjunto com a Totvs.

Ao todo, 240 apps feitos com TotalCross rodando em mais de 20 mil dispositivos. Maurício Renner Leia mais em baguete 28/03/2017



Amazon comprará líder de vendas na internet no Oriente Médio

A Amazon e a Souq.com anunciaram o acordo por meio de um comunicado que, no entanto, não revela o valor da transição

Souq.com: a empresa afirma ter mais de 45 milhões de acessos por mês no Oriente Médio e no norte da África

A gigante americana de vendas on-line Amazon chegou a um acordo para comprar a Souq.com, líder do comércio eletrônico no Oriente Médio, anunciaram as duas empresas em um comunicado conjunto, que não revela o valor da transação.

A empresa do setor imobiliário Emaar Malls, com sede em Dubai, informou na segunda-feira uma oferta de 800 milhões de dólares para adquirir a Souq.com depois que a Amazon retirou uma oferta inicial de US$ 650 milhões, o que dá um vislumbre da concorrência pela aquisição.

Fundada em 2005, a Souq.com afirma ter mais de 45 milhões de acessos por mês no Oriente Médio e no norte da África, principalmente nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Egito.

A empresa foi criada como um site de leilões, antes de entrar no comércio on-line geral.

“Nós somos guiados por vários dos mesmos princípios que a Amazon e esta aquisição é um próximo passo crítico para aumentar nossa presença no comércio eletrônico em benefício dos clientes da região”, declarou o diretor-geral e cofundador da Souq.com, Ronaldo Mouchawar, citado no comunicado publicado pelas duas empresas.Por AFP  Leia mais em exame 28/03/2017



Chinesa Tencent adquire 5% da Tesla

A gigante chinesa Tencent Holdings adquiriu uma participação de 5% da fabricante de veículos elétricos Tesla, de acordo com um documento apresentado à SEC, a comissão que supervisiona a Bolsa americana.

De acordo com o documento, a Tencent pagou 1,8 bilhão de dólares por 5% das ações da Tesla.
A empresa de tecnologia chinesa é dona do WeChat, o serviço de mensagens mais popular do mundo, assim como de várias plataformas de jogos para celulares.

Em um comunicado divulgado na semana passada sobre os resultados de 2016, a Tencent mencionou planos de expansão de seus jogos para smartphones, assim como entrar em outros setores emergentes da tecnologia, como os serviços na nuvem.

A Tesla planeja lançar este ano uma versão de preço médio de seu carro elétrico para ampliar seu mercado.

A empresa indicou em fevereiro uma previsão de forte crescimento na demanda de seus veículos durante o primeiro semestre de 2017, quando os pedidos de alguns de seus modelos devem registrar recordes, apesar de um prejuízo no fim do ano passado.

Em janeiro, a Tesla lançou a "Gigafactory" em parceria com a Panasonic para a produção em larga escala de baterias de ion-lítio utilizadas em produtos de armazenamento de energia e no Modelo 3, que tem um preço médio de 35.000 dólares. AFP /Agence France-Presse Leia mais em em em 28/03/2017



Oferta de ações reaparece como alternativa a empresas

Além de recorrer a fusões e aquisições, as empresas ganharam neste ano uma fonte alternativa de captação de recursos: as ofertas de ações em bolsa de valores. Praticamente paradas desde 2014, essas transações começaram a ressurgir com mais força no começo de 2017.

As ofertas de ações de CCR, Lojas Americanas, Movida e Hermes Pardini já movimentaram R$ 7,9 bilhões. O volume caminha para ultrapassar os R$ 10,7 bilhões do ano passado inteiro, já que grandes IPOs (ofertas iniciais de ações, na sigla em inglês), como o do supermercado financeiro XP Investimentos e da varejista Carrefour, ainda devem acontecer.

A oferta subsequente da transmissora e geradora de energia Alupar e a estreia da companhia aérea Azul em bolsa também estão em curso.

No entanto, apesar da recente abertura dos mercados, essa alternativa ainda não é a que deve ser mais frequentemente acessada. "Hoje o mercado de capitais ainda está muito seletivo. Não é algo para todo mundo", afirma Flávio Valadão, diretor de fusões e aquisições do Santander.

Para Eduardo Miras, corresponsável pelo banco de investimento do Morgan Stanley, o mercado de ações só reabriu para "boas histórias, de companhias que ultrapassaram a crise". "Antes não existia concorrência com IPO. Agora tem." Desde o ano passado, os investidores têm demonstrado uma certa seletividade na hora de comprar papéis de companhias estreantes na bolsa.

Diante da baixa procura pelas ações, os IPOs da incorporadora imobiliária Tenda e da locadora de veículos Unidas acabaram cancelados.- Valor Econômico Jornalista: Carolina Mandl Leia mais em portal.newsnet 28/04/2017



Perspectiva de retomada econômica faz mais empresas serem alvo de aquisição

A perspectiva de recuperação da economia brasileira deve movimentar o mercado de fusões e aquisições neste ano.

Ninguém arrisca um exercício de futurologia para fazer projeções, mas a percepção de banqueiros de investimento e advogados é que a expectativa de retomada econômica trouxe um ânimo adicional para potenciais compradores.

Do lado das companhias, a notícia vem em boa hora, já que para muitas delas a venda de ativos é a única alternativa para reestruturar seus passivos.

"Há compradores de grandes grupos estrangeiros e locais que entendem que o Brasil está num ponto de inflexão, e eles estão buscando empresas para comprar", afirma Alessandro Farkuh, diretor de fusões e aquisições do Bradesco BBI.

Negócios anunciados no ano passado já sinalizam para um 2017 mais vigoroso. Foram 138 operações divulgadas em 2016, que somaram R$ 179,2 bilhões, ante 111 fusões e aquisições, de R$ 109,5 bilhões, em 2015, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Como algumas dessas transações ainda não foram fechadas, elas devem engordar a estatística de 2017.

Em termos de operações fechadas, o ano passado mostrou uma queda na comparação com 2015, tanto em número quanto em volume financeiro, algo que deve ser revertido neste ano, na avaliação dos banqueiros.

Além da perspectiva de um cenário econômico mais favorável, os compradores de ativos encontram uma oferta bastante extensa de empresas à venda ou em busca de alguém para se unir por causa do elevado grau de endividamento. "Alguns grupos veem a oportunidade de comprar ativos que não vinham a mercado antes", diz Roderick Greenlees, diretor da área de banco de investimentos do Itaú BBA.

Entre os ativos que se enquadram nesse caso estão, por exemplo, a fabricante de sandálias Alpargatas, vendida pela Camargo Correa para o grupo J&F, e algumas operações alienadas pela Petrobras.
Diante de problemas de liquidez, é via fusões e aquisições que as empresas estão buscando se reestruturar. "Vendeu, entrou dinheiro, desalavanca rápido, a empresa desafoga, passa a ter um rating melhor, tem mais capacidade de crédito e quando a economia voltar a crescer ela tem mais capacidade de se desenvolver", diz um banqueiro que preferiu não ter seu nome divulgado. "Em última instância, posso dizer que algumas empresas estão dando um passo para trás para poder dar dois ou três para frente." Ainda não concluído, o programa de venda de ativos da Petrobras trouxe ao caixa da companhia R$ 7,23 bilhões no ano passado. Essa foi uma das medidas que permitiram à empresa conseguir em fevereiro uma melhora da classificação de risco pela S&P Global, abrindo espaço para uma redução no custo de empréstimos.

Eduardo Miras e Alessandro Zema, corresponsáveis pelo banco de investimento do Morgan Stanley, também dizem perceber que muitos controladores estrangeiros de companhias ainda estão avaliando se vão manter as atividades de suas empresas. "Quando acontece uma recessão, gera-se a necessidade de decidir se a empresa vai ou fica", afirma Zema.

É o que se viu acontecer recentemente com o HSBC, vendido para o Bradesco, com o banco de varejo do Citi, comprado pelo Itaú Unibanco, e com a Brasil Kirin, adquirida pela holandesa Heineken. Movimentos desse tipo ainda devem acontecer.

As fusões e aquisições também podem ganhar mais tração se os bancos demonstrarem mais disposição para financiar os negócios, de acordo com o advogado José Eduardo Carneiro Queiroz, sócio da área de fusões e aquisições do Mattos Filho. Se até o ano passado as instituições mantinham as torneiras bastante fechadas para conceder crédito, agora algumas instituições já começam a prever mais desembolsos.

Questionados sobre as áreas que mais devem ter fusões e aquisições, os banqueiros dizem que não haverá uma concentração setorial. Empresas de energia, saúde, educação, óleo e gás, seguro e varejo são alguns dos alvos. A cadeia do agronegócio, ainda bastante concentrada nas mãos de brasileiros, também deve ver mais ativos candidatos à venda. - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017





Empresa prevê crescimento de 25%

Pioneira no setor de horticultura no país, a Horticeres Sementes, de Indaiatuba anunciou a incorporação do portfólio de produtos da Sementes Sakama.

A compra acrescenta mais de 200 cultivares ao portfólio da Horticeres, hoje com 150, ampliando a extensa linha de folhosas, raízes, bulbos, entre outras. Até a integração total, prevista para abril, o atendimento aos clientes da Sakama continuará inalterado.

Com a transação, a Horticeres aumenta e consolida sua área de abrangência, passando a atuar nas áreas da Sakama, presente em todo território nacional, inclusive na Amazônia, e gera uma expectativa de ampliar em 25% o seu faturamento anual.

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor executivo da Horticeres, Ayrton Tullio Júnior, a aquisição coloca a Horticeres no mercado de hortaliças especiais, oferecendo cultivares diferenciadas para os agricultores que atendem a restaurantes gourmet. Além de fortalecer a linha de hidropônicos "A Horticeres vai ampliar o mercado distribuidor e produtor", disse Tullio. "Nossa estrutura permitirá manter e intensificar o trabalho da Sakama, reconhecida por sua seriedade e qualidade", completa.

Segundo a diretoria da Sakama, a escolha da Horticeres se deu pela importância da marca no mercado nacional e pela confiança nos sócios e nos gestores da empresa, de que darão continuidade ao trabalho iniciado e desenvolvido pela família Sakama desde 1964.

Internacional

A Sakama é especializada no comércio de sementes de hortaliças, flores, gramas, hortaliças exóticas, hortaliças orgânicas, porta enxertos, brotos e condimentos. Também comercializa uma linha completa de cultivares, nacionais e importadas de diversas partes do mundo. No mercado brasileiro, participa com grande variedade: alface americana, abóbora Tetsukabuto, cebolinha, alho porró e chicórias etc.

E possui ainda vasta gama de produtos especiais, entre eles as alfaces de diferentes tipos e cores, abóboras, e grande variedade de produtos japoneses como berinjelas, folhosas como pak choi, mizuna, entre outras. A partir da incorporação, a Sakama se concentrará em outros mercados.

Horticeres

Como a Sakama, a Horticeres Sementes também tem uma história de pioneirismo no segmento da horticultura, com 50 anos de história e tradição no mercado brasileiro de sementes de hortaliças. A empresa é brasileira e possui campos de produção de sementes no Brasil e no exterior para garantir a qualidade de suas cultivares, que são subdividido em quatro linhas distintas: Verde e Ouro, ambas destinadas ao mercado profissional; e Platina e Horta , dois cultivares com foco no mercado semi-profissional. Milton Paes DCI Leia mais em portal.newsnet 28/03/2017



27 março 2017

Petros vende totalidade de participação no Iguatemi

O Iguatemi informou nesta sexta-feira que a Fundação Petrobras de Seguridade Social, a Petros, vendeu a totalidade de sua participação acionária na empresa.

 Em último formulário de referência divulgado pelo Iguatemi, no dia 20 de março, a Petros detinha 10,2% do capital... Leia mais em valoreconomico 27/03/2017
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Petros vende participação na Iguatemi por R$ 567,6 milhões

A operação foi realizada em busca de geração de liquidez para o plano de previdência privada dos funcionários da Petrobras

Em busca de geração de liquidez para o plano de previdência privada dos funcionários da Petrobras, a Petros concluiu a operação de desinvestimento do fundo na Iguatemi Empresa de Shopping Center. A operação envolve R$ 567,680 milhões.

Segundo nota divulgada hoje (28), a operação foi realizada em leilão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). Nela, foram colocadas à venda 10,2% da participação acionária que a Petros detinha na Iguatemi.

“A efetivação da venda das 18.021.602 ações ordinárias por R$ 567,680 milhões gera liquidez principalmente para o Plano Petros do Sistema Petrobras, de benefício definido, que concentrava cerca de 75% dos papéis”, diz a nota.

O comunicado ressalta, ainda, que “o resultado final do certame foi de R$ 31,50 por ação, valor 10,5% superior à cotação média de R$ 28,50 dos últimos 12 meses e 28,2% maior do que o preço do papel há um ano (R$ 24,57). O valor de venda também superou a média do preço da ação nos últimos 60 pregões (R$ 30,4)”. Leia mais em exame 28/03/2017

27 março 2017



BNDES: sócios da Odebrecht Transport trabalham na avaliação de ativos

Os sócios da Odebrecht Transport montaram um grupo para trabalhar na avaliação dos ativos da companhia. O objetivo é encontrar investidores com capacidade de aportar as garantias necessárias para que os projetos avancem, afirmou nesta sexta-feira, 24, a diretora da Área de Mercado de Capitais do BNDES, Eliane Lustosa.

O banco de fomento tem 10,61% da empresa, na qual são sócios ainda o FGTS (30%) e a Odebrecht (59,39%). A Odebrecht Transport tem participação em ativos relevantes como o Aeroporto Internacional do Galeão – dentro do consórcio Rio Galeão -, Super Via, Embraport, rodovias, entre outros.

“Esse processo está avançado. Já temos bancos engajados, propostas em análise. Para o BNDES é muito importante o processo de avaliação dos ativos e a transparência na definição do processo de entrada do investidor”, disse a executiva.

O grupo de trabalho tem se reunido pelo menos uma vez por semana e inclui dois conselheiros independentes da empresa. Segundo Eliane, é possível buscar investidores para diferentes ativos ou mesmo para a Odebrecht Transport. “Tudo vai depender da proposta, do valor”, disse.

O uso da linha de crédito criada pelo BNDES para a revitalização de ativos não está descartado nesse processo. Lançada em agosto passado com vigência até agosto de 2017, o programa terá R$ 5 bilhões para apoiar investimentos em “ativos economicamente viáveis, detidos por empresas em recuperação judicial, extrajudicial ou falência ou em crise econômico-financeira e elevado risco de crédito”.

A ideia é destravar financiamentos que por algum motivo não tenham conseguido passar da fase de empréstimo-ponte para empréstimo de longo prazo. Estadão Leia mais em istoedinheiro 24/03/2017



Andrade Gutierrez busca vender Cemig e outras participações

Ao jornal Folha de S.Paulo, o presidente do grupo disse que está negociando aquisições nos setores de construção dos Estados Unidos e da Inglaterra

O conglomerado brasileiro Andrade Gutierrez está buscando vender participações na empresa de energia elétrica Cemig, na barragem hidroelétrica de Santo Antônio e no grupo de call center Contax, na tentativa de cortar dívidas e expandir-se para o exterior depois de ser envolvida na Lava Jato.

O presidente-executivo Ricardo Sena disse ao jornal Folha de S.Paulo, em entrevista publicada neste domingo, que o grupo está negociando aquisições nos setores de construção dos Estados Unidos e da Inglaterra ao afastar-se de obras públicas no Brasil, que arrastaram a empresa para dentro do maior escândalo de corrupção do países.

Andrade Gutierrez foi um dos principais grupos de engenharia a chegar a um acordo de leniência com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em novembro, mas Sena disse que o progresso tem sido lento nas conversas com outros órgãos auditores federais que detêm poder sobre os contratos públicos.

Sem contratos suficientes do setor privado para compensar negócios perdidos na esfera estatal, a Andrade Gutierrez está olhando para a venda de quase todas as suas participações,exceto sua divisão de construção e uma participação na concessionária rodoviária CCR SA Sena disse à Folha.

Isso inclui participações na empresa estatal de energia elétrica CEMIG, na Contax Participações e no estádio da Beira Rio, sede do clube de futebol Internacional, disse.

As vendas de ativos poderiam reduzir a dívida do grupo para 1,6 bilhão de reais, ante 4 bilhões de reais atualmente, disse Sena ao jornal.

Os representantes da imprensa para Andrade Gutierrez não responderam imediatamente às perguntas sobre a entrevista. Leia mais em exame 26/03/2017



Capgemini compra a Idean e ganha presença na área de digital e design

A Capgemini comprou a Idean, consultoria de design e estratégia digital, sediada em Palo Alto (Califórnia, EUA) e com escritórios em Austin, Berlim, Helsínque, Los Angeles, Nova Iorque e São Francisco. O negócio tem foco no reforço aos serviços de estratégia e design do Grupo, centrados no usuário e na experiência "digital-first", especialmente na América do Norte, ampliando sua rede de estúdios digitais. Assim, a companhia atenderá a crescente demanda de seus clientes por serviços digitais de ponta a ponta.

Fundada em Helsínque, na Finlândia, em 1999, a Idean se dedica principalmente à experiência do usuário digital (UX), à experiência do consumidor (CX) e à estratégia digital. Nos últimos 18 anos, sua equipe – composta por mais de 150 estrategistas digitais, designers de experiência e desenvolvedores de front-end – tem trabalhado para uma ampla gama de clientes dos Estados Unidos e da Europa, incluindo startups disruptivas sediadas na área da baía de São Francisco e conduzidas por líderes globais de tecnologia, além de marcas proeminentes dos setores automotivo, eletrônicos de consumo e outras organizações que estão se reinventando na era digital.

Em seu portfólio estão 23andMe, Airbus, Cole Haan, Ericsson, IBM, Intel e Kesko, além da LG, Mercedes-Benz, Sony, Volkswagen. Leia mais em tiinside 23/03/2017



Melhora faz empresas pensarem em migrar de segmento

A retomada das ofertas de ações na bolsa brasileira está provocando um início de movimento de migração de companhias listadas para segmentos de melhores práticas de governança corporativa, incluindo o Novo Mercado. Copel e Eletropaulo já indicaram esse movimento. Outra que já anunciou a mudança é a Vale, que passará por uma remodelação estrutural para se tornar uma companhia de capital pulverizado.

A diretora de Regulação de Emissores da BM&FBovespa, Flávia Mouta, explica que esse movimento teve início no segundo semestre do ano passado, momento em que a janela começou a se abrir para a oferta de ações. "A empresa acaba migrando em um momento pré-oferta ou simultaneamente ao lançamento da oferta", destaca. A diretora da Bolsa lembra ainda que a migração pode também ocorrer na esteira de um compromisso firmado entre os acionistas.

Fabiano Milani, do escritório Stocche Forbes, aponta que, de fato, as empresas têm se apoiado em melhores práticas de governança, atentas ao fato de que os investidores estão mais seletivos quando se trata de governança e transparência. Existe ainda, segundo ele, a percepção de que uma migração para os segmentos especiais possa ajudar na valorização da companhia. "Se for observada uma precificação diferenciada para as empresas que fizerem esse movimento, isso deve atrair outras companhias", destaca, lembrando que essa ação poderá ajudar na atração de investidores.

A tendência, frisa o sócio da Mesa Governance, Luiz Marcatti, é que com o movimento de queda de juros no mercado brasileiro os investimentos em bolsa de valores fiquem mais atraentes. Nesse cenário, a migração e a adoção de melhores práticas de governança são bem-vindas. "Muitas empresas acabam migrando na expectativa de melhor valuation de suas ações", diz. "A visão em relação a companhia costuma ser melhor e é um valor intangível positivo para a companhia", afirma. O alerta, segundo ele, fica com as empresas que anunciam a intenção da migração, sem dar detalhes ou prazos para tal movimento.

O sócio do setor societário do Siqueira Castro Advogados, Leonardo Cotta, destaca que as primeiras sinalizações de retomada da economia brasileira acabam fazendo com que as empresas comecem a arrumar a casa, até mesmo para se tornarem mais atrativas aos olhos dos investidores. "Assim ela fica preparada para receber investimentos. A empresa tem muito a ganhar com a migração de suas ações para segmentos de mais governança", diz

No caso de empresas que estão analisando uma captação de recursos por meio de oferta de ações, a migração de companhias antes no segmento tradicional para os especiais não é à toa. Ricardo Freoa, do escritório Stocche Forbes, afirma que dificilmente uma empresa que queira realizar uma oferta subsequente (follow on) conseguiria seguir com os planos sem a migração, visto que o código da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) prevê que a oferta precisa ser realizada dentro de um dos segmentos especiais. "Dificilmente a empresa encontraria uma instituição para intermediar a operação com ela se mantendo no segmento tradicional", afirma o advogado.

Apesar dessa exigência no código da Anbima, Cristiana Pereira, diretora de desenvolvimento de empresas da BM&FBovespa, frisa que os próprios investidores já vinham demandando essa postura por parte das companhias. "Agora existe uma sinalização de que o mercado está se reabrindo, o que pode trazer um aprimoramento de governança para uma captação", destaca a executiva.

Já Flavia Mouta lembra ainda que essas companhias listadas que decidem fazer uma evolução no segmento em que já estão listadas já estão habituadas com as regras gerais de governança e um "upgrade" seria um passo a mais, com a adoção de regras adicionais de governança presentes nos segmentos especiais. Segundo ela, uma empresa listada no segmento tradicional e que possua ações preferenciais precisa refletir, ao se analisar uma migração de suas ações, se existe uma barreira regulatória para que a listagem possa ser feita no Novo Mercado, segmento das mais elevadas práticas de governança da Bolsa Brasileira. Se houver, a companhia pode optar em se listar no Nível 2, onde são permitidas as ações preferenciais. Hoje são 131 listadas no Novo Mercado e 19 no Nível 2.Fernanda Guimarães Estadão leia mais em mackenziesolucoes 26/03/2017



UE aprova fusão de US$130 bilhões entre Dow e Dupont

Para viabilizar a primeira de uma sequência de três fusões que deverão redesenhar a indústria de agroquímicos, as as companhias venderam alguns ativos

Dow: a fusão juntará duas das maiores e mais antigas indústrias de produtos químicos dos EUA

A Dow Chemical e a DuPont obtiveram aprovação incondicional do órgão antitruste da União Europeia nesta segunda-feira para uma fusão de 130 bilhões de dólares, após as companhias aceitarem significativas vendas de ativos para viabilizar a primeira de uma sequência de três enormes fusões que deverão redesenhar a indústria de agroquímicos.

A Comissão Europeia temia que a fusão das duas maiores e mais antigas indústrias de produtos químicos dos EUA poderia fazer com que elas tivessem poucos incentivos para produzir novos herbicidas e pesticidas no futuro.

A comissão entendeu que as vendas de ativos podem assegurar competição no setor e beneficiar produtores rurais e consumidores.

“Nós precisamos de competição efetiva nesse setor, para que as companhias sejam pressionadas a desenvolver produtos cada vez mais seguros para as pessoas e melhores para o ambiente”, disse a comissária da UE para competição, Margrethe Vestager, em comunicado.

“Nossa decisão hoje assegura que a fusão entre Dow e Dupont não reduzirá a competição de preços nos pesticidas existentes ou a inovação para produtos melhores e mais seguros no futuro.”

Em troca da aprovação da UE, a DuPont irá desinvestir em grandes partes de seus negócios de pesticidas, incluindo sua área global de pesquisa e desenvolvimento.

Já a Dow deverá vender duas fábricas de co-polímero ácido na Espanha e nos Estados Unidos, bem como um contrato com um terceiro por meio do qual compra ionômeros. A empresa disse que já encontrou um comprador, a sul-coreana SK Innovation.

Especialistas em legislação antitruste acreditam que o pedido dos reguladores para a venda de amplas fatias dos negócios de pesquisa e desenvolvimento podem se tornar um padrão para futuras fusões.

Fontes disseram na semana passada que uma proposta de 43 bilhões de dólares da ChemChina pela Syngenta pode ser aprovada nesta semana, embora o prazo ainda possa ser prorrogado. A Bayer e a Monsanto também devem buscar aprovação da UE para uma fusão nos próximos meses. Leia mais em exame 27/03/2017



ADM faz oferta de aquisição da francesa Chamtor

A trading Archer Daniels Midland Company (ADM) fez proposta para a aquisição da  empresa francesa de edulcorantes e amidos de trigo Chamtor. Segundo nota da companhia, foi garantida a exclusividade em relação à proposta de compra.... Leia mais em valoreconomico 27/03/2017



Granarolo adquire 60% da Allfood


Granarolo – Granarolo, o maior operador agroindustrial da Itália, de capital italiano, adquiriu 60% da Allfood, o primeiro importador e distribuidor de produtos típicos europeus para o Brasil. Trata-se da segunda operação no Brasil nos últimos dois anos por parte do Grupo: no final de 2015, de fato, a Granarolo adquiriu 60% de participação na Yema, sociedade especializada na produção e comercialização de uma vasta gama de produtos caseiros.

Allfood, com sede em São Paulo, tem um portfólio de 200 outros produtos, dos quais 48% são italianos (25% queijo e 75% salame), e 33% de marca própria. A Sociedade conta com um centro logístico de 2.000 metros quadrados e um estabelecimento de duas linhas produtivas, respectivamente, de salame e queijo.

“O Brasil – disse Gianpiero Calzolaria, presidente do Grupo Granarolo – representa um mercado estratégico pela presença de uma grande comunidade italiana de 25 milhões de pessoas, que estão, naturalmente, interessadas em produtos italianos; somente o segmento de lácteos vale 23 milhões de euros. É um país com grande potencial: A Yema, em um ano registrou um incremento de 25% em seu faturamento.

A atividade da Allfood – conclui Calzolari – se integra perfeitamente com a da Yema; a primeira prevalece a venda para a grande distribuição, enquanto, a Yema vende para os canais foodservice”. A transação proporcionará à Granarolo, através de sinergias entre Yema e Allfood, tornar-se líder na importação de alimentos italianos e europeus para o Brasil, cobrindo todos os canais de distribuição e ter economia de escala.

“A escolha desta parceria de um lado dá à Granarolo a oportunidade de entrar mais fortemente no mercado brasileiro, e por outro, reforça a estratégia da Allfood que quer consolidar sua liderança na importação de alimentos europeus para o Brasil”, comentou Luciano Almendary, presidente da Allfood Importação, Indústria, e Comércio S.A.

O acesso a novos produtos italianos irá enriquecer nosso portfólio e a nossa oferta ao mercado. Crescerá também a nossa capacidade de servir os sócios brasileiros em todos os canais, tanto no varejo, no comércio normal ou marcas”. Leia mais em TerraViva 24/03/2017



25 março 2017

Casino prorroga processo de venda da Via Varejo, diz fonte

O fato de que a família Klein, acionista minoritária da Via Varejo, demonstrou nesta semana interesse em adquirir a participação mudou o cenário

O varejista francês Casino, que controla o Grupo Pão de Açúcar, adiou o processo de venda de sua fatia controladora na Via Varejo, disse uma fonte próxima à empresa nesta sexta-feira.

O prazo para a apresentação das propostas se encerrava nesta sexta-feira, mas, de acordo com a fonte, o fato de que a família Klein, acionista minoritária da Via Varejo, demonstrou nesta semana interesse em adquirir a participação mudou o cenário.

A fonte disse que ainda não havia uma nova data sobre o próximo prazo. Procurado no Brasil, o Casino não quis comentar o assunto.

O GPA colocou à venda sua participação majoritária na rede de varejo de imóveis e eletroeletrônicos no último trimestre de 2016. Por Paula Arend Laier, da Reuters Leia mais em exame 24/03/2017

25 março 2017



24 março 2017

Tirando os investidores do escuro

Uma nova instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) recentemente publicada trará uma importante inovação para os chamados Fundos de Investimento em Participações (FIPs) – especialmente aqueles classificados como entidades de investimento, casos dos fundos de private equity e grandes fundos de family office. As novas diretrizes têm por finalidade consolidar e modernizar a legislação, aproximando a normativa brasileira à pratica internacional.

A ICVM 579, que trata os aspectos contábeis dos FIPs como a elaboração e divulgação das demonstrações financeiras, traz uma mudança relevante: ela determina que FIPs classificados como entidade de investimento devem mensurar seus investimentos pelo critério de valor justo, tanto na integralização de ativos, como periodicamente, na divulgação de suas demonstrações financeiras a serem elaboradas de 12 em 12 meses. Segundo o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), o valor justo de um ativo é definido como o preço que seria recebido na venda de um ativo em uma transação ordenada entre participantes de mercado na data da mensuração.

Fundos de private equity normalmente investem em empresas de capital fechado buscando a valorização desses ativos para revendê-los por um valor superior ao de entrada. O prazo médio de desinvestimento desses fundos gira em torno de sete anos. Antes dessa norma, a prática mais comum por parte dos fundos era a marcação desses investimentos a valor de custo. Não era necessário reavaliar o ativo periodicamente – ou seja, o investidor destes fundos ficava “no escuro” durante todo o período da aplicação, sem saber se o montante investido havia se valorizado ou não. Agora, com a obrigatoriedade da avaliação dos ativos a valor justo, os investidores poderão acompanhar a valorização da cota dos fundos pelo menos uma vez ao ano.

Além disso, a ICVM 579 exige que os FIPs classificados como entidade de investimento, divulguem suas demonstrações contábeis, adotando critérios das normas internacionais de contabilidade emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Isso facilita o entendimento das demonstrações do fundo pelo mercado, reduzindo o risco percebido por esses investimentos.

A divulgação do valor justo de investimentos foi objeto de questionamento por parte dos gestores de private equity: eles entendem que a divulgação do valor poderia dificultar a negociação (desinvestimento) do ativo, já que os compradores pagariam, no máximo, o valor anunciado. No entanto, a CVM não acatou o argumento, por entender que a prorrogação do prazo da divulgação das demonstrações contábeis já seria, por si só, suficiente para descasar o valor de negociação do valor divulgado.

É importante ressaltar que essas atualizações vão trazer maior transparência e segurança ao mercado de private equity nacional, equiparando-os às já consolidadas indústrias internacionais destes ativos.
A novidade deve gerar um outro efeito positivo, mais do que bem-vindo no atual momento: ajudar a impulsionar a economia brasileira através de um aumento na captação de recursos – tanto por parte de investidores nacionais como de estrangeiros – já que estes fundos apostam na consolidação de pequenas e médias empresas, assim como em ativos de infraestrutura. Por Miguel Monteiro – Apsis Consultoria Leia mais em investimentosnoticias 21/03/2017

24 março 2017



BTG sai empolgado de evento e recomenda compra de ação

Operação de subsidiária vem ganhando participação de mercado em meio ao declínio do setor de combustíveis

A equipe de análise do BTG Pactual saiu do Cosan Day com uma percepção otimista sobre os negócios da empresa e recomenda compra da ação (CSAN3), com preço-alvo fixado em R$ 51 e m 12 meses. O valor está 40% acima do preço no fechamento de quarta-feira (23).

 No encontro ocorrido na quarta-feira, os principais executivos da Cosan e de suas subsidiárias operacionais discutiram os desenvolvimentos recentes da empresa e deu pistas sobre o que esperar do futuro. O foco na eficiência e no retorno sobre o capital estão entre os esforços reiterados pela empresa.... Leia mais em infomoney 23/03/2017




TST vai decidir se TAP responde por dívidas da Varig

Decisão servirá de parâmetro para casos idênticos em andamento no pais

A responsabilidade da TAP Manutenção e Engenharia sobre dívidas trabalhistas de uma filial da Varig será definida, de uma vez, pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A responsabilização ou não da companhia poderá ser um indicativo para o mercado de investimentos, uma vez que definirá se quem adquire ativos de empresa em recuperação ou falida deve também arcar com o seu passivo. Do outro lado, também terá impacto para os funcionários que deixaram de receber da empresa que não conseguiu continuar no mercado.  

Até agora, três correntes diferentes norteiam o caso na Corte trabalhista. Há ministros que reconhecem a responsabilidade solidária da TAP como integrante do mesmo grupo econômico. Outros julgadores isentam a empresa e, por uma terceira via de interpretação, o tribunal define que a companhia deveria arcar com o pagamento dos débitos trabalhistas até novembro de 2005, quando deixou de fazer parte do grupo.

Os ministros do TST vão decidir se sobre o caso incide a isenção determinada pelo artigo 60, caput e parágrafo único, da Lei de Recuperação e Falências (Lei 11.101/2005), que isenta de responsabilidade trabalhista o comprador de filiais de empresas falidas ou em recuperação judicial, ou se seria o caso de responsabilidade solidária prevista na Orientação Jurisprudencial 411 da Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais do TST, que abre exceção em casos de má-fé ou fraude na sucessão.

No TST, o processo será primeiro analisado pelo Pleno que irá decidir a questão jurídica do caso. Depois, o caso será encaminhado para a Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do tribunal, que vai consolidar a jurisprudência. O processo será analisado sob o rito dos recursos repetitivos que, portanto, servirá como parâmetro para outros casos idênticos em andamento no país.

Segundo o advogado trabalhista Daniel Chiode, se o TST decidir que não há sucessão, estará alinhado com o contido na Lei de Falências e com o entendimento da Justiça comum sobre o tema.

“Isto favorece as recuperações. Ajuda as empresas e os credores a buscarem meios para reerguer a empresa ou, ao menos, para quitar as dívidas. Neste sentido, haveria interpretação conforme a lei e a segurança jurídica”, opina.                        

No entanto, afirma o advogado, se o tribunal decidir no sentido da sucessão e da responsabilização, isto será um desestímulo aos que compram ativos ou unidades produtivas em processos de recuperação.

“Com aumento do risco, haverá menos interessados e o valor destes ativos ou unidades será menor. Logo, isto será maléfico para a recuperação e implicará aumento do número de falências. Haverá, ainda, decisão passível de ser questionada no STF por manifesta invasão de competência da Justiça comum”, afirma.

O advogado Paulo Calheiros, sócio da Mandel Advocacia, concorda. Segundo ele, a responsabilização da TAP poderá dar um recado ruim para os investidores.

“O artigo 60 da Lei de Falências foi criado para incentivar investimentos em ativos de empresas em recuperação ou falidas. O pior cenário que pode ter é empresa que possui ativos que podem ser vendidos para terceiros para quitar algumas dívidas, mas cuja venda não se realiza por receio dos potenciais investidores de trazer consigo problemas da sucessão.”

Do outro lado, a Associação de Pilotos da Varig, o Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre e a Associação dos Participantes e Beneficiários do AERUS (APRUS) defendem a responsabilidade solidária da TAP. Alegam que a empresa assumiu direitos trabalhistas ao absorver diversos empregados da Varig Engenharia e Manutenção (VEM), independentemente do processo de recuperação e da falência da Varig.

Segundo o advogado  Otávio Bezerra Neves, representante da APRUS, a TAP “levou praticamente de graça a VEM”, que não foi negociada como unidade produtiva isolada ou filial da Varig.

“Ela comprou a empresa sabendo que estava em dificuldade, sabendo das dívidas, pagando por ela um preço muito baixo, usufruiu desse arcabouço e deve ser responsabilizada”, afirma.

O caso

Tudo começou em 2005 quando a TAP anunciou a compra da VEM (engenharia e manutenção) e da VarigLog (logística) – do grupo Varig – por R$ 62 milhões.

No entanto, a TAP vendeu os ativos e deixou de fazer parte deste grupo – isso antes de leilão promovido no processo de recuperação judicial.

Neste ponto é que se encontra a controvérsia a respeito da existência de fraude, já que a TAP vendeu os ativos 40 dias antes de aprovado o plano de recuperação judicial do grupo.

A controvérsia sobre a sucessão trabalhista estava pautada no Tribunal Pleno para ser julgado no próximo dia 20 de fevereiro, mas por conta da quantidade de informações novas que chegaram no processo, o relator do caso, ministro Guilherme Augusto Caputo Bastos, pediu mais tempo para votar. Ainda não há data definida para o julgamento.

Audiência pública

A quantidade de novas informações chegaram ao processo após uma audiência pública que ocorreu no tribunal em fevereiro e reuniu seis expositores selecionados para tratar sobre o caso.

Na data, os representantes da TAP Manutenção e Engenharia Brasil e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) defenderam a isenção  do passivo trabalhista na compra de ativos de empresa em processo de recuperação judicial, desde que a aquisição seja aprovada pela assembleia de credores e autorizada pela Justiça, como ocorreu.

“Apresentamos proposta de US$ 62 milhões, no curso do processo de recuperação judicial, e os credores aprovaram a compra, com autorização do juiz da vara empresarial”, afirmou o advogado Fernando Souza Pinto, representante da TAP.

O advogado Sérgio Murilo Santos, que representou a CNI, defendeu que o dispositivo da Lei de Falências é norma “excepcionalíssima” à regra geral da sucessão. Isso porque a aquisição se dá no âmbito de um processo de recuperação judicial no qual o adquirente só terá recursos para pagar credores se ficar isento desses débitos.

Pela responsabilização solidária da TAP, a Associação de Pilotos da Varig, o Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre e a CUT Nacional alegaram que a empresa assumiu direitos trabalhistas e questionaram o que poderá assegurar que o empregado receba os seus créditos, se não for o patrimônio da empresa.

“Numa estratégia que separa no patrimônio o passivo para um lado e no outro o ativo para vender para o empresário em leilão, quem vai pagar os trabalhadores?”, questionou o advogado Paulo Roberto Alves da Silva.

Jurisprudência

Na corrente das decisões que responsabilizam a TAP pelas dívidas da Varig, o argumento principal utilizado pelos ministros é de que é “incontroverso” que a VEM, atualmente TAP Manutenção e Engenharia S.A., era mero “departamento” da Varig, tendo sido desmembrada e repassada ao controle acionário de terceiros, ainda no curso do contrato de trabalho do reclamante.

Além disso, apontam que a TAP respondia solidariamente pelos créditos da autora por ter integrado o grupo Varig antes do pedido de recuperação judicial.

“Diante desse contexto, tem-se que a responsabilidade solidária da TAP decorre da formação de grupo econômico com a VARIG, o qual é anterior à deflagração do processo de recuperação judicial dessa última. Logo, não se trata de caso de incidência do art. 60, parágrafo único, da Lei 11.101/2005, uma vez que a TAP não adquiriu unidade produtiva da Varig no leilão em processo de recuperação judicial”, diz trecho da decisão no ARR 91700-53.2007.5.04.0009.

Ainda, ministros entendem que a TAP, na qualidade de sucessora da VEM, passou a compor o mesmo grupo econômico da Varig, assumindo, por sucessão, as obrigações trabalhistas contraídas pela sucedida.

Uma segunda jurisprudência da Corte entende que a TAP, na condição de sucessora da VEM, passou a integrar o mesmo grupo econômico da Varig, assumindo, assim, por sucessão, as obrigações trabalhistas adquiridas pela sucedida.

Entretanto, a responsabilidade solidária quanto aos débitos trabalhistas seria limitada até o momento em que houve a transferência do controle acionário da TAP para a empresa Aero LB Participações S.A., ocorrida em 09/11/2005. Tal decisão foi proferida no ARR-121400-58.2008.5.04.0003.

A última corrente isenta a empresa com base no artigo 60, parágrafo único, da Lei de Falências, que desincumbe do pagamento dos créditos o adquirente de filiais ou unidades produtivas de empresas falidas ou em recuperação judicial.

Citando a lei decisão do Supremo Tribunal Federal na ADI 3934, certos ministros entendem que a alienação de empresa em processo de recuperação judicial não acarreta a sucessão pelo arrematante e, por conseguinte, não há que se falar em responsabilidade solidária da TAP pelos direitos que emergiam da aludida sucessão.  (RR-112800-97.2008.5.04.0019). Na ADI, o Supremo entendeu que aqueles que adquirem, nos termos da Lei de Falências, ativos de empresa em recuperação judicial não podem ter esse patrimônio afetado por obrigações trabalhistas exigidas de quem sucede o empregador. Livia Scocuglia - Leia mais em jota 23/03/2017



Startup criadora do Cata Moeda recebe investimento de R$ 5 milhões

Após ampliar o faturamento em 6.000% em dois anos, desenvolver o portfólio de produtos e iniciar a operação nos Estados Unidos, a startup Cata Company, com sede em Florianópolis (SC), anuncia o investimento de R$ 5 milhões feito pelo Fundo Sul Inovação.

Esse primeiro aporte do fundo de investimento será utilizado para o lançamento de dois novos produtos ainda neste ano, escalar a equipe (especialmente na área P&D, vendas e suporte técnico) e acelerar expansão internacional da empresa.

O aporte na Cata Company é o primeiro de uma série de investimentos que será anunciada em 2017 pela Bzplan, sócia da FIR Capital na gestão e administração do Fundo Santa Catarina (FSC) e do Fundo Sul Inovação (FSI). A gestora fez o primeiro aporte de venture capital na startup em janeiro de 2013 e agora aposta novamente na próxima etapa da Cata Company, que saltou em 2016 para um faturamento de R$ 12 milhões.

"Estamos apostando mais uma vez na Cata Company, que agora expande seus horizontes ao buscar a internacionalização e colocar novos produtos no mercado. A empresa sempre investiu em inovação e tem sido muito bem sucedida no desenvolvimento de soluções envolvendo hardware e software. Somente em 2016, obteve um crescimento de 350% no faturamento, o que reforça nosso posicionamento de investir em empresas B2B e com alto potencial de crescimento", diz Marcelo Amorim, sócio da Bzplan.

O investimento do Fundo Santa Catarina (FSC) ocorreu quando a startup ainda se chamava Catamoeda e estava desenvolvendo seu primeiro produto homônimo: um equipamento que troca moedas por cédulas, vale-compras, doações e recarga de créditos de celular, uma forma de incentivar a população a tirar do cofrinho as moedas acumuladas que fazem falta no comércio. As primeiras máquinas chegaram a redes de supermercado no sul do Brasil no final de 2013 e espalharam-se pelo país durante o ano seguinte.

Em 2015, a empresa anunciou um acordo comercial exclusivo com a Prosegur, companhia líder em segurança privada no país, e em 2016 lançou, em parceria com a multinacional, três novos produtos: o CataCash One/Caixa Fácil Mini – cofre compacto inteligente para os pequenos e médios varejistas-, uma linha de equipamentos de back office para concessionárias e empresas de transporte e, ainda, uma nova plataforma de publicidade para trade marketing.

"Já começamos a produção do novo cofre de alta capacidade e performance, o Mille, e criamos a Cata Tech, uma nova divisão da empresa voltada para o desenvolvimento de soluções inéditas de segurança para transporte e custódia de valor", afirma o CEO e fundador da Cata Company, Victor Levy.

A primeira solução dessa divisão, já em fase final de desenvolvimento, é o Super Armário, produto altamente tecnológico voltado para a proteção de numerários. Em paralelo, a empresa continua com seu ritmo de inovação, e já são 14 os pedidos e registros de patentes, marcas, desenhos e propriedades industriais, tanto nacionais quanto internacionais, da empresa. Leia mais em tiinside 23/03/2017



Apple compra o serviço Workflow e torna o app gratuito

A Apple anunciou a aquisição da empresa Workflow, responsável pelo app homônimo para iOS que permite que você conecte apps entre si para criar atalhos para determinadas ações. Os termos do negócio não foram revelados e felizmente a Apple não pretende matar o serviço.

A boa notícia é que a partir de agora o app Workflow está gratuito na App Store. O serviço já havia ganhado prêmios de design da própria Apple anteriormente e foi considerado por publicações especializadas como um dos melhores em sua categoria.

Apple e Workflow

“O app Workflow recebeu um Apple Design Award em 2015 por conta do seu magnífico uso da acessibilidade do iOS, especialmente a implantação do VoiceOver com itens etiquetados, dicas inteligentes e recursos de arrastar e soltar, tornando o app acessível até mesmo para os deficientes visuais”, destacou a Apple em comunicado. Leia mais em techroad 23/03/2017



23 março 2017

Gigliotti adquire Zaia Corretora de Seguros

A Gigliotti Seguros adquiriu a Zaia Corretora de Seguros, de Rio Claro com filial em Cordeirópolis. Com a nova aquisição, a Gigliotti passa a ter 19 unidades no estado de São Paulo.

Com mix de 60% no ramo de pessoas, a Zaia Seguros se coloca no mercado como uma das mais respeitadas no ramo, com uma equipe de profissionais voltada ao bem-estar social e atendimento aos segurados.

Segundo Luiz Alberto Gigliotti, a união da Zaia com a Gigliotti Seguros aumenta significativamente a posição da corretora, que já é uma das maiores do estado e proporciona melhores condições comerciais que são repassadas ao consumidor.

A Gigliotti Seguros tem seu crescimento apoiado nas aquisições. A empresa adquiriu 12 corretoras de seguros e segue em negociação com mais três corretoras.

Com uma equipe de 68 colaboradores, a corretora tem características um pouco diferente das demais: possui somente dois prepostos, não faz parte de nenhum grupo de corretores, se fixa em diferentes regiões do estado, tem produção forte em varejo, o que propicia o desenvolvimento de um programa próprio de mix progressivo e, nos últimos anos, mais que triplicou os investimentos no ramo de pessoas.

Jorge Zaia se mostrou muito satisfeito com o negócio, continuará fazendo parte da gestão e será o responsável pela implantação do braço de seguros em Orlando, nos Estados Unidos. Leia mais em segs 22/03/2017

23 março 2017



BNDES aprova venda da Odebrecht Ambiental

A operação agora depende apenas da Caixa Econômica

A diretoria do BNDES aprovou ontem o fechamento da operação de venda da Odebrecht Ambiental. Agora a transação depende apenas da Caixa Econômica, que pressiona para receber uma grande parte dos recursos que a Brookfield pagará à empreiteira. São 768 milhões de dólares. Leia mais em radaronline.veja 23/03/2017



Advent desiste de comprar Laboratório Teuto, dizem fontes

Em novembro, a Advent e uma série de companhias fizeram ofertas não vinculantes pela Teuto, uma joint venture entre a Pfizer e a família Melo

A empresa norte-americana de investimentos Advent desistiu de comprar o Laboratório Teuto Brasileiro, deixando a rival Bain Capital como única interessada na fabricante de medicamentos genéricos, afirmaram duas fontes com conhecimento direto do assunto nesta quinta-feira.

Em novembro, a Advent e uma série de companhias fizeram ofertas não vinculantes pela Teuto, uma joint venture entre a gigante norte-americana Pfizer e a família Melo, disseram as fontes.

A Advent desistiu de apresentar uma proposta vinculante por razões que as fontes preferiram não comentar.

A Bain Capital, que também participou do processo de oito meses de venda da Teuto, ainda não apresentou uma oferta final e vinculante pela companhia, que controla a maior fábrica de genéricos da América Latina.

A Pfizer controla 40 por cento da Teuto e os Melo, o restante.

A Reuters publicou em outubro que a lista de interessados na empresa incluía além da Advent e da Bain, a Torrent Cepital Investment.

As empresas de investimento em participações apresentaram as ofertas mais atraentes que outras farmacêuticas contatadas inicialmente, incluindo a israelense Teva e a Mylan.

Representantes da Advent, Bain Capital, Pfizer e Teuto não comentaram o assunto, bem como os bancos envolvidos.

As fontes afirmaram que um fracasso em encontrar comprador pode render uma disputa entre a Pfizer e os Melo.

A briga deve derivar de uma opção de compra da participação da família entre 2014 e 2016 e que leva em consideração um múltiplo de 14,4 vezes o lucro operacional da Teuto, disseram as fontes. Por Tatiana Bautzer, da Reuters Leia mais em exame 22/03/2017



Paulista Alliar compra companhia de diagnósticos capixaba Multiscan

O Centro de Imagem Diagnósticos, empresa que atua sob o nome Alliar, anunciou nesta quinta-feira (23) a aquisição de 100% do capital social da companhia Radiologistas Associados, que opera sob a marca Multiscan Imagem e Diagnóstico. O contrato para compra foi assinado ontem pela Alliar em conjunto com sua subsidiária Centro de Diagnósticos por Imagem (CDI).

A Multiscan foi avaliada em R$ 104 milhões... Leia mais em valor econômico 23/03/2017



Consórcio Porto Santarém arremata as duas áreas; outorga total foi de R$ 68,2 mi

O Consórcio Porto Santarém, composto por Petróleo Sabba (joint-venture entre Raízen e IB Sabba) e Petrobras Distribuidora S/A, foi o grande vencedor do leilão das áreas STM04 e STM05, no Porto de Santarém (PA), arrematando ambos os terminais - a outorga total a ser paga pelos dois ativos soma R$ 68,2 milhões.

Para o STM04, o consórcio ofereceu uma outorga de R$ 18,2 milhões, vencendo outros dois competidores na disputa: a Aba Infraestrutura e Logística, que ofereceu R$ 18 milhões, e a Distribuidora Equador, cuja outorga foi de R$ 15,4 milhões - a Equador é a atual administradora da área.

Já para o STM05, o Consórcio Porto Santarém foi o único a oferecer proposta, de R$ 50,005 milhões - o ativo já é administrado pela Petróleo Sabba.

Ao todo, 25% da outorga oferecida, ou R$ 17,05 milhões, deverá ser paga no ato ao governo Federal, com o restante sendo desembolsado ao longo de cinco parcelas anuais.

O prazo de vigência dos dois contratos é de 25 anos, prorrogável pelo mesmo período. O STM04 possui área de 28,8 mil m2 e oito tanques, com investimentos de R$ 18,8 milhões. Já o STM05 possui 35 mil m2 e doze tanques, com investimentos de R$ 11 milhões. Agência Estado Leia mais em em 23/03/2017