17 agosto 2017

Surteco adquire 100% do Grupo Português Probos

A Surteco SE , um dos principais fabricantes mundiais de materiais de superfície decorativos e produtora de extrusões à base de plásticos,  informou ao mercado que está adquirindo empresa Global Abbasi SL, Espanha,  empresa-mãe do Grupo Probos.

O Grupo Probos se especializou na produção e venda de orlas termoplásticas em ABS, PVC , PP e PS/B . Em 2016, a empresa faturou 66,5 milhões de euros com aproximadamente 470 funcionários e e margem EBITDA: 16,6%. Compreende as empresas de produção Probos Plásticos SA em Portugal e Proadec Ltda. no Brasil, bem como as empresas  Edging Plus Inc. nos Estados Unidos, a Proadec UK Ltd. no Reino Unido, a Proadec Deutschland GmbH na Alemanha e a Chapacinta SA de CV no México. Leia mais em notifix 27/06/2017

17 agosto 2017



BRF eleva fatia na Banvit para 91,7%

A BRF informou nesta quinta-feria que sua subsidiária TBQ Foods concluiu a oferta pública para aquisição das ações detidas pelos acionistas minoritários da Banvit, na Turquia, passando a deter 91,71 por cento das ações da companhia. (Por Aluísio Alves; Edição de Tatiana Ramil) Reuters  – Leia mais em ultimoinstante 17/08/2017



Oferta de ações da Via Varejo em bolsa pode ser saída para Pão de Açúcar

Uma oferta subsequente de ações (follow on) pode ser a alternativa para o Grupo Pão de Açúcar (GPA) vender sua participação na Via Varejo, empresa dona das Casas Bahia e do Pontofrio. Diante da dificuldade em encontrar um único comprador para os 43,3% que detém da rede, o GPA tem sido instado por assessores a colocar na mesa uma proposta de venda de forma pulverizada dos papéis da sua subsidiária.

A ideia inicial levada ao grupo por bancos é a de converter as ações preferenciais da Via Varejo em ordinárias, para lançar a companhia no Novo Mercado, segmento de maior governança corporativa da B3. Foi assim com a Renner em 2005, em uma operação que levou à pulverização do controle da empresa, que antes pertencia ao grupo americano J.C. Penney.

Origens
Se o plano avançar e o pacote de ações do GPA terminar sendo vendido para vários investidores, a Via Varejo poderia ter como seu maior acionista o empresário Michael Klein, herdeiro do fundador das Casas Bahia. Klein tem 27% da empresa, um porcentual que poderia garantir o poder de apontar nomes para cargos executivos. Optando pela oferta, o GPA conseguiria aproveitar ainda a alta no preço das units da Via Varejo neste ano.

Tic-tac
Uma das razões para o Grupo Pão de Açúcar se preocupar em acelerar a venda da Via Varejo tem natureza contábil. Ativos à venda podem ser declarados nos balanços das companhias como uma “operação descontinuada” por apenas um ano. No caso do GPA, essa forma de contabilização passou a ser usada no final de 2016 e ajudou a melhorar os resultados. Outra questão é que a reconsolidação da companhia afetaria, ainda, os covenants – cláusulas contratuais de títulos de dívida – do Casino, controlador do GPA.

Outro lado
Hoje o Grupo Pão de Açúcar negou que exista qualquer tipo de estudo para a realização do follow on como forma de vender a sua participação na Via Varejo. Ontem, quando foi procurada, a empresa afirmou apenas que o “processo está sendo conduzindo de forma a buscar o melhor equilíbrio entre ‘timing’ e maximização de valor para os seus acionistas”. (com Dayanne Sousa) Leia colunadobroad.estadao 17/08/2017



Logitech finaliza compra marca de headsets Astro Gaming

A Logitech G, uma marca da Logitech International, é líder mundial em equipamentos para jogos de PC.

A Logitech anunciou a finalização da compra da fabricante de fone de ouvido de alto desempenho Astro Gaming em um acordo de US$ 85 milhões. A Logitech G fornece produtos gamers de todos os níveis com teclados, mouses, fones de ouvido, entre outros.

Através de comunicado, a Logitech disse que a aquisição iria trazer inicialmente mais custos para a empresa à medida que a marca Astro Gaming fosse integrada e ampliada para igualar o alcance internacional da Logitech. O movimento é visto como parte de um esforço mais amplo da Logitech para se expandir para além do mercado de computadores e para a casa dos gamers de console.

“ASTRO é o principal player para fones de ouvido de console premium e é o fone de ouvido preferido para atletas esportivos de console. É um complemento perfeito para o foco da Logitech G em jogos de PC e não podemos estar mais entusiasmos. Nós amamos a equipe, a marca e os produtos. Juntos, queremos fazer o jogo ainda mais divertido para os jogadores em todos os lugares”.

A marca Logitech G é patrocinadora de várias organizações de esportes, incluindo Cloud9, TSM e NRG Esports. Além disso, a empresa já firmou parceria com clubes na China, como Invictus Gaming e Royal Never Give Up.

“Toda a equipe da ASTRO sempre manteve os produtos Logitech e Logitech G no mais alto padrão, então estou ansioso para unir forças”, disse o presidente da Astro Gamer Jordan Reiss.
Por RafaelaPozzebon Leia mais em oficinadanet 16/08/2017





Senior Solution: Novo Mercado abre porta para nova emissão de ações

A migração da Senior Solution do segmento Bovespa Mais da B3 para o Novo Mercado, que acontece nesta quinta-feira (17), vai abrir portas para uma nova oferta de ações da companhia, na avaliação de Thiago Rocha,  diretor de relação com investidores da empresa de softwares e serviços para o setor financeiro.

Segundo o executivo, o valor da oferta pode chegar a R$ 180 milhões, três vezes o valor captado no IPO em 2013. "Isso porque a companhia está três vezes maior em relação àquele momento", disse hoje, durante evento na B3. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Azimut Brasil conclui aquisição da distribuidora FuturaInvest

Depois de dois anos, a Azimut Brasil Holding concluiu o processo de a aquisição total da distribuidora de valores mobiliários (DTVM) FuturaInvest.

A compra faz parte da estratégia da empresa para entrar em novos segmentos do mercado. Sem citar valores, o CEO da Azimut Brasil, Giuseppe Perucci, diz que a quantia paga "não foi muito relevante" e acrescentou que "o investimento para fazer a empresa crescer será maior". Em breve, a distribuidora deve mudar de nome. Leia mais em valoreconomico 17/08/2017



Movida anuncia compra da Fleet Services, de locação de veículos de luxo

A Movida, empresa de locação de veículos do grupo JSL, anunciou a compra da Fleet Services. O contrato foi celebrado nesta quarta-feira, 16 de agosto com a BVHD Locação de Veículos e Serviços LTDA, dona da marca no segmento de locação corporativa de veículos premium. A frota é de 153 veículos de luxo, tais como Audi, BMW, Mini, Jaguar, Land Rover e Porsche, que, segundo comunicado, geram receita por carro cinco vezes maior do que um modelo popular.

O valor da transação é de R$ 22 milhões, com subtração de dívidas financeiras da Fleet Services, estimadas em R$ 17 milhões, resultando então no preço de compra de R$ 5 milhões.

A Movida diz que o objetivo com a aquisição está relacionado “ao direito que lhe foi assegurado, com exclusividade e pelo prazo mínimo de cinco anos, de poder manter em cada uma das concessionárias da Rede EuroBike (presentes e futuras) estrutura que lhe propicie oferecer locações personalizadas aos clientes”.

A companhia diz que assim inicia atuação em um nicho de mercado diferenciado, de maior valor agregado, inclusive em novas linhas de negócio, e cita o serviço Movida Mensal Flex, de carro por assinatura, lançado em abril passado.

A efetivação da compra está condicionada a determinadas obrigações e condições, como aprovação em assembleia geral extraordinária e pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). As acionistas será assegurado direito de retirada, com o reembolso de suas ações apurado com base no valor patrimonial, a ser informado, e com base na posição acionária em 16 de agosto. Estadão  Leia mais em istoe 17/08/2017



Cade aprova compra de parte do Citi pelo Itaú

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou ontem, com restrições, a compra de parte das operações do Citi no Brasil pelo Itaú Unibanco. A aprovação foi condicionada ao cumprimento de um acordo que prevê, entre outros pontos, que o Itaú não poderá adquirir instituições financeiras nem operadores de consórcio pelo prazo de 30 meses.

A aquisição da unidade de varejo do Citi no Brasil, área voltada para pessoas físicas, foi anunciada em outubro, em um negócio de R$ 710 milhões. O banco desbancou o espanhol Santander, que era apontado como favorito.

A compra é a 26.ª aquisição da história do Itaú. Depois dela, o banco já arrematou 49,9% da XP Investimentos, cujo pedido no Cade também já foi protocolado.

O Itaú afirmou que ainda depende do aval do Banco Central (BC) para poder integrar a operação. Após o sinal verde do BC, o banco trará para dentro de casa 71 agências do Citi e cerca de 315 mil clientes correntistas, com R$ 35 bilhões entre depósitos e ativos sob gestão (valores brutos na data-base de 31 de dezembro de 2015), além de 1,1 milhão de cartões de crédito e R$ 6 bilhões de carteira de crédito.

O relator do processo, Paulo Burnier, destacou que a fusão apresenta poucas preocupações concorrenciais, por causa da baixa participação de mercado do Citibank. De 13 mercados analisados, apenas o de cartão de crédito apresentava indícios de uma concentração mais elevada. “A operação não representa riscos à concorrência, diferentemente da operação HSBC/Bradesco, que teria condições de retirar agências do mercado nacional”, afirmou.

Ainda assim, para afastar qualquer preocupação, o relator seguiu a recomendação da superintendência geral do Cade e condicionou a aprovação à assinatura de um acordo, que foi sugerido pelas próprias empresas. O acordo tomou como base as restrições impostas na compra do HSBC pelo Bradesco, em que este último também foi proibido de fazer novas aquisições por 30 meses.

Também foram impostas ao Itaú medidas para melhoria de indicadores relacionados à portabilidade da conta salário, operações de crédito e qualidade, divulgação de informações sobre o cadastro positivo, treinamento e capacitação de pessoal interno para reduzir índices de reclamações e observação de regras de compliance. Há ainda previsão de multas por descumprimento do acordo.

Depois de duas reprovações em casos em que não foi possível chegar a um acordo com as empresas – nas fusões Kroton/Estácio e Ipiranga/Alesat – o presidente do Cade, Alexandre Barreto, ressaltou que o Itaú Unibanco e o Citibank endereçaram, desde a primeira proposta, os problemas concorrenciais identificados pelo Cade. Nos dois casos reprovados recentemente, as empresas foram acusadas de não terem feito propostas relevantes a tempo de negociá-las. “Isso vai na linha do que venho dizendo, de ser responsabilidade dos requerentes trazer as informações necessárias”, destacou Barreto.  - O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 17/08/2017



Lucro de empresas de capital aberto cai 51%

O lucro de 312 empresas de capital aberto no segundo trimestre deste ano totalizou R$ 21,50 bilhões, uma queda de 51% ante igual intervalo de 2016, quando os ganhos totalizaram R$ 43,9 bilhões, de acordo com um levantamento feito pela Economática.

A consultoria também trouxe cálculos nos quais excluiu os resultados de Eletrobras, Vale e Oi, uma vez que, argumenta, a grande variação do lucro dessas companhias no período distorce o estudo geral. Nesse caso, o lucro foi de R$ 24,4 bilhões, valor 13,2% menor que o do mesmo período de 2016 (R$ 28,1 bilhões).

Setores

O setor com maior lucro acumulado no período, com 23 instituições, é o de bancos, cujos ganhos somados atingiram R$ 16 bilhões, crescimento de R$ 851 milhões ou 5,6%.

Seis setores tiveram prejuízo consolidado no segundo trimestre de 2017. O setor de Construção, com 21 empresas, registra R$ 1,56 bilhão de perdas, seguido por Transportes e Serviços, que acumulou prejuízo de R$ 654,4 milhões.

Dos 25 setores avaliados, 12 mostraram queda de lucratividade. O de Papel e Celulose, com cinco empresas, é o que tem a maior queda: prejuízo de R$ 399,8 milhões ante lucro de R$ 2,94 bilhões na mesma comparação. O setor com maior crescimento nominal de lucratividade é o de Siderurgia, com 18 empresas, teve ganho de R$ 107,4 milhões de abril a junho, contra prejuízo de R$ 792,3 milhões em igual intervalo de 2016. /Estadão Leia mais em DCI 17/08/2017



16 agosto 2017

Como a Estre, gigante do lixo, foi parar na Nasdaq

A Estre Ambiental, a maior empresa de serviços ambientais do País, está sendo capitalizada em US$ 370 milhões, numa operação que reduz dramaticamente sua dívida e lista a companhia numa Bolsa americana, a Nasdaq.

O capital para a Estre está vindo do Boulevard Acquisition Corp II, um veículo de aquisição de propósito específico — ou SPAC, na terminologia em inglês — listado na Nasdaq e cujo chairman é Marc Lasry, o fundador e CEO da Avenue Capital Group, uma firma de investimentos que administra cerca de US$ 10 bilhões em Nova York. Lasry e sua sócia, Sonia Gardner, fizeram seu nome e fortuna investindo em empresas altamente endividadas.

A Avenue Capital captou os recursos do Boulevard há dois anos, vendendo 37 milhões de units a US$ 10 cada. A transação anunciada hoje faz a fusão da Estre com o Boulevard, listando a companhia brasileira na Bolsa americana quando a operação for concluída, o que deve acontecer no quarto trimestre.

Como parte da transação, todos os atuais acionistas da Estre serão diluídos mas continuarão sócios da empresa. O fundador e chairman da Estre, o empresário Wilson Quintella Filho, ficará com uma participação minoritária e será um consultor estratégico da companhia. (Outros acionistas da Estre incluem o BTG Pactual, um fundo administrado pela Angra Partners, e os empresários Gisele de Moraes e Wilson de Lara.)

Comuns nos EUA e inexistentes no Brasil, os SPACs são o equivalente ao IPO de um cheque em branco. Os criadores do SPAC levantam recursos junto a investidores com a promessa de encontrar um ativo rentável. Por exemplo, em 2012, um SPAC chamado Justice Holdings — levantado pelo gestor Bill Ackman, da Pershing Square — fundiu-se com o Burger King, trazendo a rede de hambúrgueres de volta para a Bolsa.

O Boulevard precisava de um bom ativo, e a Estre precisava de dinheiro. No final de 2016, a Estre tinha uma dívida líquida de R$ 1,5 bilhão — a maior parte rodando a CDI — e uma geração de caixa de R$ 400 milhões naquele ano. A empresa tem crescido seu faturamento a 7% nos últimos 4 anos, um período no qual não fez aquisições.

A transação dá à Estre um valor de mercado inicial de US$ 816 milhões e um valor da firma (o que inclui a dívida) de US$ 1,1 bilhão, o que dá um múltiplo de 7,7 vezes sua geração de caixa estimada para 2018. Do capital que entra, US$ 200 milhões serão usados para reduzir a dívida líquida, que cairá de 5,2 para 2,2 vezes a geração de caixa anual. Com o saldo, a Estre deve retomar aquisições.

Fundada por Quintella e sua sócia Gisele de Moraes em 1999, a Estre é dona de 13 aterros sanitários, tem outros cinco em desenvolvimento, e faz a coleta de lixo em 15 cidades brasileiras.

A transação de hoje abre um novo capítulo numa trajetória empresarial ambiciosa que foi atropelada pela inadimplência do setor público, o alto endividamento da companhia e o fechamento do mercado de capitais na crise do impeachment, num momento em que a taxa de juros disparou.


Com o sonho de criar uma ‘Ambev do lixo’, entre 2008 e 2013 Quintella comprou sete empresas, começando pela operação de lixo perigoso da multinacional Veolia, que estava saindo deste business do Brasil.

Sua primeira grande aquisição veio em 2010, quando a Estre comprou a Cavo Ambiental da Camargo Correa por R$ 610 milhões. O BTG Pactual financiou 100% da compra com um empréstimo, e mais tarde injetou capital na empresa, gradualmente chegando a uma participação de 35%, que agora será diluída.

Em seguida, a Estre comprou duas operações de aterro e coleta de lixo: a Leão Leão, de Ribeirão Preto, e a Viva, que opera em Salvador, Feira de Santana, Maceió e Taboão da Serra.

Em maio de 2015, o BTG e Quintella instalaram Sergio Pedreiro como CEO da Estre, e Quintella assumiu a presidência do conselho. Pedreiro — um executivo experiente que passou pela GP Investimentos, foi CFO da ALL e, mais tarde, da empresa global de cosméticos Coty — já era conselheiro da Estre desde 2011. O novo CEO começou a profissionalizar a empresa, cortou custos e introduziu critérios de meritocracia na remuneração dos executivos.

No início de 2016, com a água pelo nariz, a Estre sentou-se com os três bancos que mais lhe davam crédito: o BTG, Itaú e Santander. O primeiro tinha R$ 900 milhões de exposição ao crédito da Estre; os dois últimos, cerca de R$ 250 milhões cada. Os bancos concordaram em restruturar a dívida: alongaram o perfil e pediram a venda de ativos ou uma injeção de ‘equity’. A Estre optou pela segunda alternativa.

O negócio do lixo ainda tem um vasto potencial de crescimento no Brasil, onde grande parte da população ainda não é atendida por serviços de coleta e quase metade dos resíduos vão para ‘lixões’ em vez de aterros sanitários. Há ainda muito que as empresas podem fazer no que o setor chama de 'valorização do lixo' (a reciclagem) e na geração de energia a partir do lixo. O volume de resíduos sólidos tem crescido 4% ao ano.

As possibilidades de consolidação são gigantescas. Nos EUA, as duas maiores empresas do ramo, a Republic Services e a Waste Management, recebem 50% de todo o lixo final. No Brasil, a Estre, a maior de todas, recebe 8%. (Republic e Waste Management negociam a 10x EV/EBITDA de 2018, e entre 21 e 24 vezes o lucro do ano seguinte.) Na França, as duas maiores — a Suez e a Veolia — têm 80% do mercado, e são ambas listadas. Geraldo Samor  Leia mais em braziljournal 16/08/2017

16 agosto 2017



Atividade de fusão e aquisição recua no 1º semestre, segundo Anbima

A atividade de fusão e aquisição de empresas recuou no primeiro semestre deste ano na comparação com igual período de 2016, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Em volume financeiro, a queda foi de 46,8%, para R$ 32,7 bilhões. Em quantidade, a retração ficou em 25,5%, para 44 transações.

O maior número de operações se deu na faixa de negócios entre R$ 20 milhões e R$ 99 milhões, que representaram 43,2% do total. É o maior patamar atingido pelo menos desde 2012.

Em relação ao tipo de comprador, a Anbima mostra que a maior movimentação ocorreu entre empresas brasileiras, cujos negócios somaram R$ 12,5 bilhões. A cifra considera, porém, a reestruturação societária da Valepar, que somou R$ 7,36 bilhões.

As aquisições entre companhias estrangeiras atingiram R$ 8,5 bilhões. Depois, ficaram as empresas estrangeiras comprando ativos brasileiros, com R$ 8,3 bilhões, e as locais comprando internacionais, com R$ 3,4 bilhões. Leia mais em jornalfloripa 16/08/2017



Warren Buffett negocia a compra da maior resseguradora da América Latina

É parte da Oferta Pública Inicial feita pelo IRB Brasil Resseguros e na qual os acionistas procuram arrecadar US$ 920 milhões.

A Berkshire Hathaway, a empresa dirigida pelo investidor bilionário Warren Buffett, está em negociações para comprar uma participação na maior resseguradora da América Latina, o IRB Brasil Resseguros, após uma Oferta Pública Inicial (IPO), de acordo com duas pessoas com conhecimento direto do assunto.

A aquisição poderá ser feita através da unidade General Re da Berkshire, de acordo com os informantes que enfatizaram também que o JPMorgan Chase está assessorando o IRB, com sede no Rio de Janeiro.

Os atuais acionistas venderão participações na OPI, que poderá arrecadar até R$2,900 bilhões (US $ 920 milhões). Os vendedores incluem o governo brasileiro, que detém uma participação de 27%; as seguradoras BB Seguridade Participações e Bradesco Seguros, cada uma com 20,4%, e Itaú Unibanco, com 15%. Referência: La República Leia mais em capitólio 16/08/2017



Fusão entre Fibria e Suzano volta ao campo de avaliação

Em meio à profusão de informações e rumores sobre o processo de venda Eldorado Brasil, produtora de celulose de eucalipto da J&F Investimentos, outro movimento de consolidação já levantado como potencialmente positivo pelo mercado e pela indústria voltou à cena: uma possível fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria, as duas maiores produtoras mundiais da matéria-prima. Leia mais em valoreconomico 16/08/2017



Uber conquista 4 investidores mas disputa trava negócio

Uber Technologies está em negociações exclusivas para alinhavar financiamento com quatro investidores,  mas um acordo, que pode atingir até US$ 12 bilhões, depende do resultado de uma briga de tribunal entre dois membros do conselho.

O financiamento viria do SoftBank e do gigante chinês Didi Chuxing, juntamente da Dr... Leia mais em bol.uol 16/08/2017



Boulevard Acquisition Corp. II irá se associar à Estre Ambiental S.A., Maior Empresa de Gestão de Resíduos

Boulevard Acquisition Corp. II irá se associar à Estre Ambiental S.A., Maior Empresa de Gestão de Resíduos na América Latina

Após a transação, a Estre será listada na Nasdaq, o que deverá Melhorar sua Flexibilidade Financeira e Consolidar sua Liderança de Mercado de forma a Sustentar o Crescimento Futuro

A Boulevard Acquisition Corp. II (NASDAQ: BLVD) ("Boulevard"), uma empresa sem objeto social patrocinada por uma filial do Grupo Avenue Capital ("Avenue"), e a Estre Ambiental S.A. ("Estre"), a maior empresa de gestão de resíduos no Brasil e América Latina, anunciaram hoje que firmaram um acordo definitivo no qual a Boulevard se associará à Estre. Como resultado da transação, a Estre se tornará uma empresa de capital aberto com ações listadas na NASDAQ e um valor de mercado inicial previsto de aproximadamente US$ 1,1 bilhão, pressupondo um múltiplo de 7,7x do EBITDA Ajustado estimado para 2018.

A Estre oferece uma gama completa de serviços ambientais relacionados à gestão de resíduos para mais de 31 milhões de pessoas diariamente, em sete estados brasileiros, onde cerca de 50% da população brasileira está concentrada. A empresa, que deve gerar uma receita de US$ 466 milhões e um EBITDA Ajustado de aproximadamente US$ 132 milhões em 2017 (câmbio USD/BRL de US$ 1,00 para R$3,19), é especializada na coleta, tratamento e disposição final de resíduos não perigosos e perigosos para clientes municipais, industriais e comerciais. Com um consistente crescimento da receita e atuando em um mercado em expansão, a Estre está posicionada de forma favorável para liderar uma indústria fragmentada, com o crescente suporte regulatório em prol do descarte ambientalmente correto de resíduos.

Hoje, a Estre atua como uma empresa ambientalmente responsável, transparente e com foco em compliance. As operações de aterros da Estre, atualmente concentradas em 13 aterros sanitários, destinam adequadamente 6 milhões de toneladas de resíduos por ano. A empresa também deve adicionar cinco novos aterros às suas operações nos próximos anos. A infraestrutura de gestão de resíduos da Estre conta também com duas instalações de geração de energia através do biogás, com capacidade instalada de cerca de 14 MW e potencial de geração de 80 MW, além de três instalações de tratamento de resíduos perigosos e resíduos de serviços de saúde.

A equipe de administração da Estre, liderada pelo diretor executivo Sérgio Pedreiro, vai permanecer na liderança da empresa após a conclusão da transação. O conselho de administração da empresa terá nove membros, incluindo cinco diretores independentes com extensa experiência em serviços ambientais e em compliance.

Stephen Trevor, diretor executivo da Boulevard, disse: "Estamos animados para trabalhar em conjunto com a forte e disciplinada equipe de liderança da Estre para que a líder brasileira da indústria de gestão de resíduos possa crescer de forma orgânica e explorar novas oportunidades. A equipe da Estre é conhecida por sua atuação de alto desempenho e também por se diferenciar na América Latina pelo foco em suas práticas sustentáveis e na implementação de um forte programa de compliance desde que a atual administração assumiu a empresa".

Sérgio Pedreiro, Diretor Executivo da Estre, disse: "A Estre vai continuar trabalhando duro para se diferenciar como uma das principais empresas de gestão de resíduos da América Latina. Com o volume de resíduos sólidos no mercado brasileiro crescendo 4% ao ano de forma consistente ao longo dos últimos anos e uma estrutura regulatória favorável, esta operação vai fornecer à Estre os recursos necessários para que possa continuar crescendo e investindo em oportunidades de aquisição. Estamos ansiosos para iniciar essa parceria com a Boulevard para acelerar nossa estratégia de crescimento".

Marc Lasry, presidente da Boulevard, disse: "Estamos fazendo esse investimento com um valor de mercado atraente no que acreditamos ser um ponto de inflexão no cenário macroeconômico do Brasil e com a consolidação e institucionalização da indústria de resíduos sólidos no país".

Principais Termos da Transação

Nos termos da transação, uma nova Companhia Holding nas Ilhas Cayman ("Holdco") será constituída e, antes da efetivação da fusão das empresas, todos ou quase todos os acionistas da Estre farão a troca de suas ações da Estre por ações da Holdco, por um valor de US$ 10,00 por ação e, sendo assim, a Estre se tornará uma subsidiária da Holdco. No fechamento, a Boulevard também se tornará uma subsidiária da Holdco, que será uma companhia de capital aberto com ações listadas na NASDAQ, e as ações em circulação da Boulevard serão convertidas em ações da Holdco, na proporção de um para um. Os direitos de subscrição de ações da Boulevard se tornarão direitos de subscrição para as ações da Holdco, com preço de exercício de US$ 11.50 por ação.

A HoldCo deverá ter um valor de mercado inicial previsto de aproximadamente US$ 1,1 bilhão, pressupondo um múltiplo de 7,7x do EBITDA Ajustado estimado para 2018.

Os acionistas da Estre não receberão qualquer compensação financeira na transação, exceto as ações da nova Companhia Holding de capital aberto. Após a efetivação da transação, e considerando que não haverá resgates pelos atuais acionistas da Boulevard, os atuais acionistas da Estre deterão 43% das ações da nova empresa e os atuais acionistas da Boulevard deterão o restante das ações. O caixa mantido sob custódia da Boulevard (atualmente US$ 370 milhões) será usado para amortizar US$ 200 milhões da dívida atual da Estre, considerando um desconto no montante total, e para financiar os planos de crescimento da companhia e sua necessidade de capital de giro, assim como para arcar com as despesas da transação.

A transação, que foi aprovada pelos Conselhos de Administração da Boulevard e da Estre, deverá ser concluída no quarto trimestre de 2017. A conclusão está sujeita à aprovação dos acionistas da Boulevard e ao cumprimento de outras condições habituais de fechamento da transação.

Greenberg Traurig LLP e Demarest Advogados atuaram como consultores jurídicos da Boulevard. Skadden, Arps, Slate, Meagher & Flom LLP e Machado, Meyer, Sendacz e Ópice Advogados atuaram como consultores jurídicos da Estre.

Uma descrição completa dos termos da transação será fornecida na declaração de registro do Formulário F-4 que será apresentado à U.S. Security and Exchange Commission ("SEC") que incluirá um relatório aos acionistas da Boulevard e, também, apresentará um prospecto preliminar da Holdco.

A Boulevard reitera para que os investidores, acionistas e outras pessoas interessadas leiam, quando for disponibilizado, o relatório aos acionistas/prospecto, e também os demais documentos submetidos à SEC, pois esses documentos conterão informações importantes. Quando a declaração de registro for efetivada, o relatório aos acionistas/prospecto definitivo, que deve ser anexado à declaração de registro, será enviado aos acionistas da Boulevard, assim como uma data a ser estabelecida para votar a fusão proposta. Os acionistas também poderão obter uma cópia da declaração de procuração, gratuitamente, através de uma solicitação enviada para: Boulevard Acquisition Corp. II, 399 Park Avenue, 6th Floor, Nova York, NY 10022. Os relatórios aos acionistas/prospecto preliminar e definitivo, inclusos na declaração de registro e no relatório aos acionistas definitivo, quando disponibilizados, também poderão ser acessados gratuitamente no site da SEC (http://www.sec.gov).
Sobre a Estre Ambiental S.A.

A Estre é a maior empresa de gestão de resíduos do Brasil e América Latina. A companhia oferece uma gama completa de serviços ambientais relacionados à gestão de resíduos para mais de 31 milhões de pessoas diariamente, em sete estados brasileiros, onde cerca de 50% da população brasileira está concentrada. As operações de aterros da Estre, atualmente concentradas em 13 aterros sanitários, destinam adequadamente 6 milhões de toneladas de resíduos por ano. A empresa também deve adicionar cinco novos aterros às suas operações nos próximos anos. A infraestrutura de gestão de resíduos da Estre conta, também, com duas instalações de geração de energia através do biogás com capacidade instalada de cerca de 14 MW e potencial de geração de mais de 80 MW, além de três instalações de tratamento de resíduos perigosos e resíduos de serviços de saúde. Mais informações sobre a Estre estão disponíveis em http://www.estre.com.br/en/.

Sobre a Boulevard Acquisition Corp. II - A Boulevard é um veículo de investimento formado pelo Grupo Avenue Capital com o objetivo de realizar fusão, aquisição de ativos, compra de ações, reorganização ou combinação de negócios com uma ou mais empresas. A Boulevard concluiu sua oferta pública inicial em setembro de 2015, arrecadando US$ 370 milhões em recursos.
Os diretores da Boulevard e alguns de seus conselheiros são associados ao Avenue Capital Group.  A Avenue é uma empresa global de investimentos alternativos fundada em 1995. O foco principal da Avenue é investir no mercado de crédito e outros fundos especiais nos Estados Unidos, Europa e Ásia. A Avenue tem aproximadamente US$ 10 bilhões em ativos sob sua administração, posição em 31 de julho de 2017.  Mais informações sobre Boulevard estão disponíveis em www.boulevardacq.com.

Participantes na Solicitação A Boulevard, a Estre e a Holdco (quando estabelecida) e seus respectivos conselheiros e alguns de seus respectivos diretores executivos podem ser considerados participantes na solicitação à fusão proposta e descrita neste comunicado à imprensa, de acordo com as regras da SEC. Informações sobre os conselheiros e diretores da Boulevard constam em seu Relatório Anual no Formulário 10-K para o ano encerrado em 31 de dezembro de 2016, submetido à SEC em 21 de fevereiro de 2017.
As informações sobre as pessoas que podem, de acordo com as regras da SEC, serem consideradas participantes na solicitação dos acionistas em relação à fusão proposta serão incluídas no relatório aos acionistas quando submetidos à SEC no Formulário F-4. Esses documentos podem ser obtidos gratuitamente nas fontes indicadas acima.
Não Solicitação
Este comunicado à imprensa não é um relatório aos acionistas nem um pedido de procuração, consentimento ou autorização em relação a quaisquer valores mobiliários ou em relação à transação proposta e não deve constituir uma oferta de venda ou uma solicitação de oferta de compra de valores mobiliários da Boulevard, Holdco ou Estre, nem haverá a venda de tais valores mobiliários em qualquer estado ou jurisdição, sendo que tal oferta, pedido ou venda seria ilegal antes do registro ou qualificação nos termos das leis de valores mobiliários de tal estado ou jurisdição. Nenhuma oferta de valores mobiliários deve ser feita, exceto por meio de um prospecto cumprindo os requisitos da Seção 10 da Lei de Valores Mobiliários de 1933 dos Estados Unidos da América (Securities Act of 1933), conforme alterado. FONTE Boulevard Acquisition Corp. II  PR Newswire Leia mais em broadcast.estadao 16/08/2017
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Espanhola Acciona mira aquisição de empresas e PPPs em saneamento

No meio do maior escândalo de corrupção do Brasil, a espanhola Acciona faz planos para ampliar os negócios no País. Além de novos contratos, a multinacional quer comprar empresas no setor de infraestrutura e construção para melhorar a base de clientes e conhecimento em algumas áreas. Ao mesmo tempo, está de olho em oportunidades de Parcerias Público-Privada (PPPs) na área de saneamento básico e iluminação pública.

A companhia atua no Brasil desde 1996 e detém a concessão da chamada Rodovia do Aço (BR-393). Na construção civil, a empresa participou das obras do Porto do Açu, no Rio de Janeiro, e toca dois lotes do Rodoanel Norte, em São Paulo. Além disso, detém os contratos da Linha 2 do Metrô de São Paulo e de Fortaleza - ambos aguardam ordem de serviço governos locais. No total, a carteira de projetos da companhia, que emprega 2,6 mil funcionários, soma hoje R$ 3 bilhões.

Apesar da crise, o presidente da companhia, André Clark Juliano, ex-executivo da construtora Camargo Corrêa, diz que está otimista com a recuperação do País - e de certa forma, com as lacunas deixadas pelas construtoras envolvidas na Operação Lava Jato. "Pelo menos, hoje temos condições de competir", destaca Clark, que assumiu a empresa no ano passado. Desde então, ele selecionou alguns ativos que poderiam interessar ao grupo espanhol. Sete empresas foram avaliadas, mas, por enquanto, nenhum negócios foi fechado.

O executivo não quis revelar os nomes das empresas, mas afirmou que o orçamento para uma aquisição no País está entre ¤ 30 milhões e ¤ 100 milhões (entre R$ 112 milhões e R$ 372 milhões). "Para nós, o que interessa é uma empresa que acrescente know how, capacidade técnica e carteira de clientes", disse Clark, explicando que a empresa tem interesse em ativos de concessão e prestadoras de serviço de construção e manutenção na área de energia.

No mercado, fontes afirmam que não faltam oportunidades de negócios, especialmente entre as construtoras envolvidas na Operação Lava Jato. Um executivo do setor afirma que há muitos bons ativos disponíveis na praça.

Clark afirma que tem percebido uma ligeira melhora na demanda. Nos últimos meses, a empresa recebeu oito pedidos de propostas que somam cerca de R$ 4,5 bilhões em obras, especialmente de concessionárias de serviço público em São Paulo e Rio de Janeiro. "Ainda não sabemos se vamos ganhar os contratos, mas é uma boa sinalização de que os negócios estão voltando aos poucos."

A Acciona também tem planos de expandir os negócios no setor de saneamento, área carente de investimento no Brasil. Atualmente, há três projetos no setor que interessam à empresa. Um deles é um projeto de dessalinização em Fortaleza, no qual a companhia teria condição de aplicar as técnicas que usou na estação de Adelaide, na Austrália, afirma Clark.

Outro é a gestão de perdas para uma concessionária no Nordeste e uma PPP, que será lançada pela Sabesp, para aproveitamento de biogás para geração de energia e secagem térmica do lodo. "No Brasil, fomos pioneiros neste tipo de projeto, com a realização da ETE Arrudas, para a Copasa, em MG." As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Estadão Leia mais em DCI 16/08/2017



Boehringer Ingelheim triplica vendas em saúde animal após fusão

A Seis meses após concluída a fusão com a Merial, fabricante do parasiticida para cães e gatos Frontline, a Boehringer Ingelheim viu as vendas de sua área de saúde animal triplicarem globalmente, para 2,1 bilhões de euros.

A ideia é levar a companhia à liderança mundial no mercado de saúde animal, que abrange não só os pets, mas todo o universo relacionado à produção animal. No Brasil, a Boehringer Ingelheim tem fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia, no Estado de São Paulo, com foco em produtos para a saúde humana e animal, respectivamente. Leia mais em colunadobroad.estadao 16/08/2017




Cade aprova com restrições compra do Citi pelo Itaú

O Conselho Administrativo de Defesa Econômico (Cade) aprovou com restrições a venda dos negócios de varejo do Citi para o Itaú. Para isso, a operação a autoridade antitruste proibiu o Itaú de comprar outras instituições financeiras por 30 meses.

Foram definidas também medidas em quatro grandes linhas: comunicação e transparência, treinamento, indicadores de qualidade e compliance. Nesse sentido, o banco deverá adotar ações, por exemplo, para melhorar a disponibilidade de informações sobre a portabilidade de crédito.... Leia mais em valoreconomico 16/08/2017



Decolar faz pedido para abrir capital nos EUA

A agência de viagens online Decolar.com, com sede na Argentina, apresentou ontem um pedido de abertura de capital na Bolsa de Nova York. A companhia pretende levantar até US$ 100 milhões com a oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) e realizar a operação até o fim deste ano, segundo documentos entregues à reguladora do mercado de capitais dos Estados Unidos, a Securities and Exchange Comission (SEC).

A Decolar.com fatura cerca de US$ 4 bilhões por ano, com o Brasil sendo responsável por metade desse valor. O faturamento total da companhia é aproximadamente 45% superior ao da CVC, maior agência de viagens do País.

No ano passado, quando o site de viagens Expedia comprou 20% da Decolar.com, a empresa foi avaliada em US$ 1,4 bilhão, segundo fontes do mercado.

Segundo os documentos apresentados a SEC, a companhia pretende abrir capital com a sigla DESP. Entre os coordenadores do IPO estão instituições financeiras como Morgan Stanley, Citigroup, Itaú BBA e UBS, informou a empresa em comunicado. Ainda não há uma data confirmada para o IPO.

História. Fundada em 1999 e controlada pelo fundo de investimento norte-americano Tiger Global Management, a Decolar.com é um dos poucos unicórnios da América Latina – nome dado a startups que valem mais de US$ 1 bilhão. Entre as companhias que também fazem parte deste grupo, estão as argentinas MercadoLibre (conhecida como Mercado Livre no Brasil) e Patagon.

Além da Tiger, a Decolar.com tem entre seus investidores o Expedia e fundos de investimento como General Atlantic, Sequoia e Insight Venture Partners. A Tiger também possui outros investimentos no Brasil, como o Nuban, de cartão de crédito, e a Netshoes.- O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 16/08/2017



15 agosto 2017

FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 07 a 13/ago/2017

Anunciadas 15 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 07 a 13/ago/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                    
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • CI&T compra agência nos EUA. CI&T é uma empresa de tecnologia nascida no polo industrial de Campinas com atuação nos cinco continentes. Acaba de comprar a Comrade, uma agência, nos EUA. "Estamos conectando a compra da Comrade com o Marketing Studio, que já faz esse tipo de trabalho aqui no Brasil, ampliando na CI&T a visão de dados, comunicação e marketing digital”.
"Market Movers” - Exterior
  • Nielsen adquire a vBrand, startup de marketing esportivo baseado em IA. Plataforma de aprendizado de máquina da startup será integrada à Nielsen Sports, o que deve proporcionar maior velocidade e escala de distribuição aos principais produtos esportivos da empresa A transformação digital e a competitividade do mercado aumentam a exigência por resultados da área de TI. Neste cenário, o CIO passa a criar vínculos com as áreas de negócios da empresa e a possuir papel importante como fonte de inovação.03/08/2017
  • Toyota compra fatia da Mazda e anuncia fábrica conjunta nos EUA. A transação, de 50 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,4 bilhões), marca o início de uma parceria tecnológica entre as duas montadoras. A Toyota anunciou nesta sexta-feira (4) a aquisição de uma fatia de 5,05% das ações da também japonesa Mazda. A transação, de 50 bilhões de ienes (cerca de R$ 1,4 bilhões), marca o início oficial de uma parceria tecnológica e para a produção conjunta de veículos das duas marcas nos Estados Unidos.04/08/2017
  • SoftBank investe US$1 bi em empresa de comércio eletrônico esportivo Fanatics. O SoftBank Group está investindo 1 bilhão de dólares na Fanatics como parte de uma rodada de investimento que valoriza a empresa de comércio eletrônico esportivo em 4,5 bilhões de dólares, segundo fontes familiarizadas com o assunto. O novo investimento deve ser encerrado no final deste mês, disse uma das fontes. A Fanatics não falou sobre o assunto e o SoftBank não comentou. 08/08/2017
  • Thai Beverage compra lojas da KFC na Tailândia por US$ 340 milhões. A Thai Beverage fechou acordo para comprar as lojas da rede de fast food KFC na Tailândia da Yum Restaurants International (Thailand), por 11,3 bilhões de baht (US$ 339,6 milhões. O negócio inclui mais de 240 lojas existentes e outras que estão em desenvolvimento no país. A aquisição, que deve ser concluída até o fim deste ano, será financiada com recursos próprios e empréstimos bancários, disse a Thai Beverage.08/08/2017
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • BES: Liquidatários do GES põem à venda empresa brasileira Luzboa. A comissão liquidatária da Rio Forte, empresa que pertencia ao Grupo Espírito Santo (GES), pôs à venda a empresa brasileira Luzboa, que tem barragens hidroelétricas. A informação que consta da página na Internet da Espírito Santo Insolvencies dá conta do lançamento formal do processo de venda, referindo que "é esperado que os contactos com potenciais investidores aconteçam na segunda quinzena de agosto”. Em causa está a participação de 97,77% que a Euroamerican Finance, uma subsidiária da Rio Forte, em quatro empresas brasileiras que se designam todas Luzboa (Luzboa Um, Luzboa Dois, Luzboa Três e Luzboa Quatro).11/08/2017
  • Indonésia April oferece R$ 16 bi pela Eldorado. A companhia indonésia April ofereceu R$ 16 bilhões pela compra da Eldorado, empresa de celulose controlada pelo grupo J&F, de Joesley Batista. É o maior lance até o momento. A chilena Arauco já havia oferecido R$ 14 bilhões pelo negócio. No páreo está ainda o grupo brasileiro Fibria. ..  11/08/2017
  • Movida e Unidas em conversas avançadas para uma fusão A Movida e a Unidas estão em conversas avançadas para uma fusão, um movimento que criaria um No. 2 forte num mercado de locação ainda pulverizado e reduziria o ‘gap' com a Localiza. Segundo fontes a par do assunto, as companhias já fizeram bastante progresso na discussão da relação de troca de ações, e a distância que separa as partes de um acordo é pequena. A negociação agora está focada nas demais condições e na governança. Ainda assim, como em toda operação do tipo, não há garantias de que as partes chegarão a um acordo final. 10/08/2017
  • Aliansce diz estar preparada para vender ativos. O vice-presidente da Aliansce, Rafael Sales, disse nesta quinta-feira (10) em teleconferência de resultados que a companhia está preparada para venda ou “reavaliar ativos” sem “retorno diferenciado”. A empresa também terá “processo mais formal de reavaliação estratégica”, disse diretor, sem dar detalhes. Segundo informações que circulam no mercado, a venda de negócios tem como objetivo sair de operações com baixa participação ou retorno abaixo do esperado, em que a empresa não possa gerir o investimento ou não tenha .. 10/08/2017
  • Odebrecht está pronta para vender duas represas no Peru. A Odebrecht está preparada para vender, nos próximos 45 dias, duas importantes represas que tem no Peru, como parte de seu plano de se desfazer seus projetos no país, disse a empresa à AFP. Ainda que a empreiteira não diga o montante dos negócios, agentes do mercado estimam que a primeira delas, Chaglla, na região central do Peru, valha cerca de 1,5 bilhão de dólares. Na segunda, Chavimochic III (norte), avaliada em 500 milhões de dólares, a empresa brasileira participa com 70% da construção e 70% da concessão do serviço.08/08/2017
  • Previ está mais perto de vender Sauípe. A Previ, maior fundo de pensão do país, está mais próxima de vender o complexo hoteleiro Costa do Sauípe, na Bahia, apurou o Valor. De acordo com fontes com conhecimento do assunto, a entidade prepara um memorando de entendimentos para ser assinado com a Rio Quente Resorts, de Goiás, visando concluir as negociações, que já duram alguns meses. Ao mesmo tempo, a fundação dos funcionários do Banco do Brasil tenta na Justiça uma indenização R$ 242 milhões da Odebrecht por defeitos e erros na ..08/08/2017
  • Transmissão pode ter investimento recorde de R$ 23 bi, diz Aneel. O segundo leilão de linhas de transmissão previsto para 2017, a ser realizado entre outubro e novembro, deve oferecer projetos que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos. Se todos os lotes forem arrematados, o segmento baterá recorde de contratação de novos projetos em um ano, alcançando R$ 23 bilhões em abril, R$ 12,7 bilhões foram contratados. Essa projeção é feita por técnicos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Confirmada a expectativa de contratação de novas linhas este ano, o segmento terá superado em mais de 20% o volume de R$ 18,9 bilhões dos projetos negociados nos leilões do ano passado. Os certames de 2016 são responsáveis, até agora, pelo maior volume de investimento anual em transmissão registrado na série histórica do órgão regulador. 07/08/2017
 M & A - COMPRA
  • Lítio ganha holofotes e vira a noiva de investidores. Pouco observada até agora, ao menos no Brasil, a indústria de lítio deverá atrair investidores após a reforma do Código da Mineração, que acabou com algumas incertezas e desburocratizou investimentos. Mundialmente, o setor ganha os holofotes por conta de sua funcionalidade: é indispensável para o funcionamento de baterias de carros elétricos e de eletrônicos de alta tecnologia. No Brasil há três fabricantes relevantes, Falcon Metais, Sigma Mineração e CBL.Hoje, o País possui 0,4% das reservas de lítio do mundo. A estimativa é de que, em 2019, diante de potenciais descobertas, responda por 8%, tornando-se o 5º em reservas mundiais, segundo estimativas do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Atualmente, o Brasil produz 1% do mineral em uso no mundo, o que equivalente a 48 mil toneladas. 13/08/2017
  • Sem Estácio, Kroton focará em fusões com empresas de educação básica. A Kroton buscará oportunidades para fusão e aquisição no setor de educação básica a partir da compra de escolas e “flagships”, escolas de maior nome no setor....  11/08/2017
  • Anima realiza mudanças no alto escalão “Nossa estratégia prevê abertura de unidades perto das estações de metrô e crescimento orgânico das instituições de ensino com marca reconhecida em suas respectivas regiões”, disse Bueno. O executivo disse ainda que a companhia continua analisando aquisições e que aumentou a oferta de ativos com boas marcas.  11/08/2017
  • Executivos da Kroton tiveram uma hora para lamentar fracasso na fusão: agora é pensar no futuro. Após fracasso na fusão, Kroton foca em pequenas compras e em tecnologia ... 11/08/2017
  • Mitsui negocia a compra de parcela de 30% da Algar Agro. A subsidiária brasileira do grupo japonês Mitsui está em negociações avançadas para a compra de uma participação de 30% na Algar Agro, braço agrícola da companhia mineira de telecomunicações, apurou o Valor. Com duas unidades de processamento de grãos e 17 armazéns localizados em diversas regiões do país, o braço agrícola estava em busca de investidores há alguns meses, diante do cenário adverso no segmento de commodities e da dificuldade da empresa para crescer no mercado. Segundo fontes do setor, esses esforços foram intensificados após a saída de Murilo Braz Sant’anna da presidência da Algar Agro, em abril. O executivo havia assumido o cargo em janeiro de 2015 e foi substituído por Douglas Waldemar Vanderlei Ribeiro.11/08/2017
  • Após aquisição da Pelissari, Cast se prepara para dobrar de tamanho até 2021.  Com a meta de dobrar de tamanho e atingir um faturamento de R$ 1 bilhão até 2021, com vistas à abertura de capital, a Cast group, empresa brasileira de consultoria de TI e outsourcing de desenvolvimento, iniciou há quatro anos uma estratégia de aquisições para complementar seu portfólio. Desde então, a companhia comprou cinco empresas. Além da Meta, SUM, PowerLogic, as três primeiras empresas adquiridas pela Cast, nos últimos seis meses, o grupo arrematou também a HRDevelopers, desenvolvedora de software para gestão do capital humano (HCM), e a Logix, de Belo Horizonte, que atua na área de robótica e mantém uma fábrica em Sete Lagoas, no interior de Minas Gerais. 10/08/2017
  • PetroRio espera fechar novas aquisições neste semestre . Depois da aquisição da Brasoil, no início deste ano, a PetroRio está otimista quanto a novas aquisições de ativos no segundo semestre. Segundo o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da petroleira, Blener Mayhew, a companhia fechou junho com saldo final de caixa de R$ 678 milhões, "disponível" para aquisições...11/08/2017
  • Grupo Ultra mantém estratégia de expansão no país. O Ultra segue atento a oportunidades de aquisição no país e não vai mudar seu foco, ou direcionar a estratégia de expansão para o mercado internacional, por causa do veto do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) à compra da Alesat pela Ipiranga, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores da Ultrapar, André Pires. O órgão antitruste barrou a transação no dia 2 deste mês e também analisa a aquisição da Liquigás por outra empresa do grupo, a Ultragaz. Ao mesmo tempo, o grupo mantém investimentos orgânicos planejados e segue avaliando outras oportunidades de aquisição "que façam sentido do ponto de vista estratégico ou de geração de valor", acrescentou. O executivo disse que a estratégia de expansão internacional sempre está em análise e a Oxiteno, braço de especialidades químicas do grupo, é o caminho mais natural para essa finalidade 11/08/2017
  • Engie negocia aquisição de projeto eólico da Renova Energia. A elétrica Engie Brasil Energia está em negociações avançadas para a aquisição de um projeto de usinas eólicas da Renova Energia , na Bahia, de acordo com documento das empresas visto pela Reuters nesta terça-feira. A negociação é pelo complexo Umburanas, que vendeu a produção em um leilão promovido pelo governo em 2014. A construção do parque ainda não começou. Mas o complexo poderia estar em funcionamento em 2019, propuseram as empresas, caso o negócio receba aprovação da agência reguladora Aneel. Segundo o documento, que não cita valores, já há um processo de due dilligence em andamento.08/08/2017
  • Kroton disposta a pagar R$ 5 bi pela Somos. A Kroton sinalizou à Tarpon que está disposta a ofercer até R$ 5 bilhões pela Somos Educação, um prêmio de 33% sobre o valor de mercado atual, de R$ 3,75 bilhões. Sempre que perguntada, a Tarpon tem dito ao mercado que ainda está só no início de seu trabalho de geração de valor na Somos, mas o prêmio embutido na proposta está fazendo a gestora pensar no assunto. As conversas entre os dois lados — que ainda não resultaram numa oferta firme — acontecem depois da Kroton ter sido impedida pelo CADE de concluir a compra da Estácio.08/08/2017
PRIVATE EQUITY
  • Estrangeiros voltam a investir no País. Os investidores estrangeiros estão, aos poucos, voltando a olhar o Brasil com interesse, depois de terem deixado o País por causa da crise econômica. O movimento é cauteloso - uma vez que a incerteza política ainda não foi embora - mas já aparece de forma mais clara na economia. A presença deles quase dobrou nas operações de abertura de capital e emissões de ações na Bolsa de Valores no primeiro semestre; os estrangeiros também tiveram participação relevante, de 44%, na compra de empresas e fusões de companhias - dois dos principais termômetros para medir o apetite dos investidores. Esse retorno que começa a se desenhar é explicado, em parte, pela recuperação de indicadores econômicos: tanto a inflação quanto a taxa básica de juros estão em queda. Mas isso não é tudo. O cenário internacional também está jogando a favor. ?A volta (dos investidores) é muito em função do mercado externo. O cenário internacional é o mais benigno desde 2008. Há uma melhora da economia em vários países, sobretudo dos EUA e Europa?, diz Ricardo Lacerda, sócio do banco de investimentos BR Partners. 13/08/2017 
  • Fundos miram companhias em crise  Depois de os fundos de private equity terem investidos bilhões no Brasil nos últimos anos para comprar empresas que tirariam proveito do crescimento econômico, começa a surgir na indústria uma nova safra de produtos voltados para a aquisição de companhias em crise financeira. Pelo menos três gestoras - Starboard Reestructuring Partners, IG4 Capital e Laplace Finanças - estão em processo de captação de fundos que podem investir quase R$ 2 bilhões na compra de ações e dívidas de empresas alavancadas, que estejam à beira ou já em processo de recuperação judicial características que costumam apavorar investidores mais tradicionais.   10/08/2017 
  • Fundos de médio porte devem impulsionar consolidação em educação. Há hoje, no Brasil, mais de 1,8 mil universidades que, ao menos por enquanto, não estão nas mãos dos grupos “top five” de ensino do País e que devem atrair fundos de private equity de médio porte, segundo estudo da consultoria Parthenon-EY. Os grandes fundos, com elevados cheques para investimento, tendem, no entanto, a ficar de fora desse nicho, que ainda tem espaço para consolidação. 09/08/2017
  • IG4 Capital, de ex-sócio de Ricardo K, capta fundo de ativos problemáticos. A IG4 Capital, de Paulo Mattos, ex-sócio da RK Partners e da GP Investimentos, está captando um novo fundo de private equity de ativos com problemas financeiros. Por enquanto, já levantou US$ 105 milhões. A ideia é alcançar US$ 450 milhões para investir nos chamados créditos podres. O primeiro fundo da IG4 Capital, de R$ 410 milhões, foi constituído para adquirir o controle da Cab Ambiental, atual Igua Saneamento. A IG4 Capital, responsável por apresentar oportunidades para a Cerberus em parceria com o Ricardo K, é a nova designação da RKP Investimentos.  09/08/2017
IPO
  • Banco Intermedium prevê 1 milhão de clientes em 2018 e já mira IPO. O Banco Intermedium planeja multiplicar por 10 sua base de clientes para atingir um milhão até o fim de 2018, quando pretende ter adiantado os planos para listagem em bolsa, disse à Reuters o principal executivo do banco mineiro. Criado há três anos, o banco digital de varejo é parte dos planos da família fundadora da construtora MRV Engenharia de potencializar o banco para ser um braço financeiro da construtora. 09/08/2017
  • Eneva apresenta à CVM pedido de registro de oferta pública de ações. Eneva tem um parque de geração térmica com 2,2 GW de capacidade instalada e é a terceira maior empresa em capacidade térmica do País. A elétrica Eneva ENEVA apresentou à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro de oferta pública de distribuição primária e secundária de ações ordinárias após o Conselho de Administração aprovar o movimento nesta terça-feira, informou a companhia em um comunicado.08/08/2017
  • Tivit retoma processo para oferta de ações. A Tivit, companhia brasileira de tecnologia da informação (TI), retomou o processo para fazer uma oferta pública inicial de ações (IPO), segundo dados disponíveis no site da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). De acordo com uma fonte a par do assunto, a operação pode movimentar até R$ 1,5 bilhão.... 08/08/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Global ID adquire Analitus. The Global ID Group, plataforma líder no mercado de soluções para segurança e qualidade alimentar, anunciou a aquisição da Analitus Análises Biotecnológicas (“Analitus”), um dos maiores laboratórios de teste de segurança alimentar, com sede no Rio Grande do Sul, Brasil. Os termos financeiros da operação não foram divulgados. Criada em 2013 após uma cisão da EcoCerta Laboratory, a Analitus acrescenta à Global ID uma variedade complementar de recursos de teste e análise para alérgenos, detecção de espécies específicas em animais, transgênicos, pesticidas, micotoxinas, resíduos e contaminantes com enfoque no Brasil e na América Latina.11/08/2017
  • Sovos compra Paperless. A Sovos, multinacional inglesa de software de relatórios e conformidade fiscal, acaba de adquirir a chilena Paperless, especializada em software de documentos eletrônicos, em um negócios com repercussões no Brasil. A Paperless abriu sua operação por aqui em 2002, no mesmo ano em que foi criada no Chile, e trabalhava com toda a linha de softwares para atender as exigências fiscais do governo brasileiro, incluindo NFC-e, CF-e SAT, SAT, NF-e e outras. 11/08/2017
  • Baby Beef compra o La Pulperia. Um dos mais tradicionais restaurantes baianos, o Baby Beef Alvarez comprou o conceituado La Pulperia. Com a aquisição, a gestão do Baby Beef vai ganhar o reforço de Anderson Souza, sócio do restaurante de carnes do Acupe de Brotas, que se juntará a Quinho Alvarez e ao maître Santana, que também virou sócio do negócio. Com isso, os dois restaurantes de carnes fortalecerão ainda mais suas operações. Nos planos dos novos gestores está o de estender os pratos clássicos do Baby Beef para o La Pulperia e vice-versa. Esta é a primeira ação agressiva do recém criado Grupo BBA que planeja expandir os negócios com franquias do La Pulperia e a criação de empórios para comercializar produtos das duas marcas.  12.08.2017
  • J&F capitaliza Banco Original com R$ 490 mi. A J&F, holding da família Batista, capitalizou o Banco Original, que pertence ao grupo, com aporte de R$ 490 milhões, sendo R$ 245 milhões por meio de transferência de ações da JBS e o restante em dinheiro. Procurada pelo Valor, a J&F disse que se trata de  "uma operação de rotina do banco" e informou que a transferência de ações se deu porque a holding comprou uma carteira de crédito do Original.... 11/08/2017
  • Vale obtém US$178 mi com venda de 2 navios e negocia outros 2. A mineradora brasileira Vale obteve 178 milhões de dólares na terça-feira com a venda de dois navios do tipo VLOC, com capacidade de 400 mil toneladas, informou a companhia em um comunicado nesta quarta-feira. A companhia também está negociando a venda dos outros dois navios VLOC remanescentes, "o que é consistente com a sua estratégia de fortalecer o balanço e focar nos ativos 'core' (essenciais)", disse a Vale no comunicado.  O comprador foi uma empresa de leasing, a Bank of Communications Finance Leasing. 10/08/2017
  • Grupo francês EDF compra 80% de projeto de central fotovoltaica no Brasil. A filial do grupo francês EDF especializada em energias renováveis anunciou nesta quinta-feira (10) a compra de 80% de um projeto de central fotovoltaica de 92 megawatts no Brasil da Canadian Solar - A filial do grupo francês EDF especializada em energias renováveis – a EDF Energies Nouvelles – anunciou nesta quinta-feira (10) a compra de 80% de um projeto de central fotovoltaica de 92 megawatts no Brasil da Canadian Solar. A EDF EN já se associou à Canadian Solar para construir outras duas centrais solares na mesma região, Pirapora 1 e 2, as quais devem produzir 191MW e 115MW, respectivamente. 10/08/2017
  • Santander compra 70% da gestora de créditos em atraso Ipanema . O Santander fechou a compra de uma participação de 70% na gestora Ipanema Investimentos, que atua na recuperação de créditos inadimplentes. A informação consta no balanço da unidade brasileira do banco espanhol e foi confirmada pelo presidente da instituição, Sergio Rial, em entrevista à agência “Bloomberg”. O valor da operação, realizada em julho, não foi divulgado. Os atuais sócios da Ipanema continuam à frente da gestão do negócio.  08/08/2017
  • GGR Covepi Renda adquire imóvel por R$ 50,0 milhões. GGR COVEPI RENDA FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO comunica que em 01 de junho de 2017 o referido Fundo de Investimento Imobiliário adquiriu 100% do imóvel consistente na planta industrial da empresa MD PAPÉIS LTDA, Fábrica de Papéis, situado em zona industrial, no distrito e município de Caieiras, pelo valor de R$50.000.000,00 (cinquenta milhões de reais). 01/06/2017
  • Aqua Capital adquire controle da Agro100. O fundo de investimento em agronegócio e logística Aqua Capital adquiriu o controle acionário da empresa distribuidora de insumos agrícolas e grãos Agro100, sediada em Londrina. O negócio, que passará agora pela avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), é mais um caso que aponta a tendência de concentração do setor observada já nas indústrias. O Aqua Capital fará aporte de capital com o objetivo de acelerar a expansão da Agro100 com a abertura de novas lojas e silos, além de ampliar a oferta de produtos e serviços à carteira de mais de quatro mil clientes atendidos nos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná. Atualmente a empresa, de completou 21 anos, fatura R$ 1 bilhão anuais com a sua estrutura que compreende 24 lojas de insumos, 13 unidades de recebimento de grãos e 512 funcionários.09/06/2017
  • A WatchGuard Technologies adquire a Datablink. A WatchGuard Technologies, líder em soluções para segurança wireless e segurança avançada de redes, anunciou hoje que fechou a aquisição da Datablink, uma fornecedora líder de soluções de autenticação avançada e de soluções de eBanking para instituições financeiras brasileiras. Esta aquisição estende o portfólio de segurança da WatchGuard para além da segurança wireless e de rede, permitindo que a empresa forneça autenticação avançada para qualquer empresa, independentemente do tamanho ou da especialidade técnica.08/08/2017
  • Accenture compra mais uma empresa digital no Brasil. A Accenture  fez mais uma aquisição no país: comprou a Concrete Solutions, empresa brasileira especializada na utilização de metodologias Lean e Agile no desenvolvimento de soluções móveis e aplicativos web baseados em cloud computing. O objetivo da consultoria é melhorar sua capacidade de ajudar os clientes a utilizar tecnologias emergentes para atender às suas necessidades de transformação digital, melhorar o desempenho de suas empresas e criar novas oportunidades de crescimento.08/08/2017
  • Contraktor capta R$ 450 mil via EqSeed. A Contraktor, startup curitibana de tecnologia jurídica, acaba de concluir sua primeira rodada de captação na plataforma EqSeed. Ao todo, foram investidos R$ 450 mil na empresa. A captação també obteve o maior ticket médio já registrado pela plataforma: R$ 15 mil por investidor. A Contraktor é focada em gestão de contratos. Esse é um mercado em que os investidores têm visto potencial, pois o Brasil conta com 6,5 milhões de pequenas e médias empresas, 100 mil escritórios de advocacia e mais de 1 milhão de advogados. Hoje, startup gerencia mais de R$100 milhões em contratos. 04/08/2017
  • Italiana Indel B fecha acordo para comprar parte da Elber. A indústria italiana Indel B anunciou que fechou um contrato preliminar para a aquisição de 40% das ações da empresa brasileira Elber Indústria de Refrigeração por um correspondente a cerca de 3,455 milhões de euros, sujeito a variações com base em mecanismos de earn-out ligados ao desempenho futuro da empresa adquirida.   Já a Elber atua na produção de geladeiras para utilização em veículos, embarcações e transportes especiais com um faturamento, em 31 de dezembro de 2015, de cerca de 5,9 milhões de euros. (ANSA) 11/04/2017
  • Priner adquire participação no capital da Smartcoat. A Priner Serviços Industriais S.A. concluiu, em 28 de julho de 2017, a aquisição de 75% do capital social da Smartcoat - Engenharia em Revestimentos S.A. A PRINER atua em montagem e manutenção industrial, prestando serviços de acesso, pintura industrial, isolamento térmico e habitáculo pressurizado, com sólida base de clientes no ambiente onshore e offshore. A SMARTCOAT é especializada em serviços de preparação de superfície e pintura, com destacada atuação no mercado offshore. 02/08/2018
  • CI&T compra agência nos EUA. Porque? Qual o significado para o mercado? CI&T é uma empresa de tecnologia nascida no polo industrial de Campinas com atuação nos cinco continentes. Acaba de comprar a Comrade, uma agência, nos EUA. O que está acontecendo com a CI&T? O que está acontecendo com nosso mercado? O CEO da empresa, Cesar Gon, revela com exclusividade para ProXXIma um pouco dessa nova realidade, que é da CI&T mas reflete toda a nossa indústria. A pegada da CI&T pode ser sintetizada em dois conceitos: Lean Digital Transformation é o geralzão, o conceito guarda-chuva que incorpora claramente a metodologia e os processos Lean, ou seja, a dinâmica que lança mão de Canvas para planejamento, seguido de sprints rápidos que transformam longos processos de desenvolvimento em tiros curtos de módulos menores; protótipos são testados e aprovados antes de serem efetivamente colocados em mercado; e um outro, que quem visita o Prisma, sede-mater da empresa, pode ler na parede, na forma de uma hashtag … #amazinglyfast, ou seja, incrivelmente rápida. 07/08/2018
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES


15 agosto 2017



Suzano acha difícil estrangeiro comprar Eldorado pelo preço especulado

Na avaliação do presidente da Suzano Papel e Celulose, Walter Schalka, é improvável que um produtor estrangeiro de celulose e papel compre a Eldorado Brasil, da J&F Investimentos, pagando “os números que estão sendo publicados na imprensa”

A Arauco, que já está fora da negociação, teria oferecido US$ 4,2 bilhões e o Valor informou que a asiática APP ofereceu mais de R$ 15 bilhões. Segundo ... Leia mais em valoreconomico 15/08/2017



Microsoft compra Cycle Computing, promissora startup de computação na nuvem

A Microsoft anunciou hoje a compra da startup Cycle Computing, startup especializada em computação e processamento de dados na nuvem. O valor envolvido na transação não foi revelado.

Fundada há 12 anos com uma fatura de US$ 8 mil no cartão de crédito, segundo o CEO Jason Stowe, a empresa hoje tem clientes de grande expressão, como a farmacêutica Novartis e a agência espacial NASA, além de uma série de empresas de biotecnologia, seguros, finanças e manufatura.

Apesar de não ser tão famosa para o público geral, a companhia conseguiu grandes feitos no ramo. Em 2012, ela ganhou notoriedade ao rodar 50 mil máquinas virtuais dentro dos datacenters da Amazon Web Services. O serviço foi contratado por cientistas em uma pesquisa sobre medicamentos para combate ao câncer. O preço do serviço? US$ 5 mil por hora.

A Cycle Computing não contou com nenhum aporte de investidores, mas, mesmo assim, chegou à marca de 1 bilhão de horas de processamento em 2016, com um crescimento de 2,7 vezes ao ano. Além disso, ela é uma das fundadoras da Cloud Native Computing Foundation, consórcio criado sob os domínios da Linux Foundation do qual a Microsoft e a Amazon se tornaram participantes recentemente.

A Cycle Computing fornece seus serviços em nuvens do Google, da Amazon e da Microsoft. Em um comunicado à imprensa, a Microsoft diz que irá garantir o suporte aos clientes atuais da empresa em suas nuvens de preferência, mas as próximas versões dos produtos serão lançadas com foco na Microsoft Azure. Fonte: Business Insider, Cycle Computing Leia mais em canaltech 15/08/2017




Google compra startup de aplicativos móveis voltada para área da saúde

Questões de melhoria da qualidade de vida fazem parte das preocupações daGoogle para o crescimento da companhia. A partir disso, a empresa adquiriu a Senosis, uma startup que cria aplicativos móveis para identificação e monitoramento das condições de saúde.

A empresa adquirida fica em Seattle e é dirigida pelo professor de informática e engenharia elétrica da Universidade de Washington, Shwetak Patel. Os apps que fizeram com que a companhia se destacasse foram os para detectar icterícia em lactentes (coloração amarelada na pele do bebê) e medir o nível de hemoglobina no sangue (para detectar doenças como anemia) usando a câmera do seu celular. Outro aplicativo desenvolvido pela startup utiliza o microfone para diagnosticar problemas respiratórios (asma e fibrose cística).

A aprovação desses aplicativos ainda depende das agências reguladoras de saúde. A distribuição dos softwares pode facilitar o acesso a soluções médicas em países subdesenvolvidos, sem que altos custos com materiais médicos, laboratórios e testes sejam necessários.

Os estudos voltados para saúde já existem na Google
A empresa de inteligência artificial da Google, Deepmind, já possui trabalhos avançados na área da saúde, como a tecnologia de para detectar problemas oculares, com o objetivo de combater a cegueira. Outros aplicativos, como o Google FIT, já coletam dados do usuário para analisar seu bem-estar físico.

A Gigante das Buscas não comentou sobre onde a equipe da Senosis vai se estabelecer, mas, devido à pequena quantidade de funcionários – pouco mais de uma dúzia – eles podem ser mantidos em sua cidade natal para formar o canal de projetos de saúde da Google. por ANDREY AGUIAREM Fonte THE NEXT WEB Leia mais em colunatech 15/08/2017



Vulcabrás, dona da Azaleia e da Olympikus, vai tentar novo IPO

A Vulcabrás — dona das marcas Azaleia e Olympikus — pretende levantar até R$ 800 milhões numa operação que deve marcar uma nova estreia da companhia na Bolsa.

A companhia mandatou o Credit Suisse e o Bradesco para estruturar a oferta, que levantará caixa para a empresa e permitirá aos atuais acionistas vender parte de suas ações.

Hoje, a Vulcabrás é controlada quase integralmente pela família Grendene e negocia apenas cerca de 90.000 ações por dia na Bolsa, um giro de menos de R$ 1 milhão. Essa liquidez pífia impede que gestores profissionais montem posição no papel.

Apenas 1,79% das ações está em circulação no mercado desde 2012, quando os controladores precisaram fazer um aporte de R$ 350 milhões para salvar a empresa da falência.

O ‘re-IPO’, como esse tipo de oferta é frequentemente chamado, fará com que bancos e corretoras voltem a cobrir o papel, o que também tende a aumentar a liquidez.

Desde o mês passado, a ação começou a subir forte, com um volume maior que a média. O papel pulou de R$ 5,50 no início de julho para cerca de R$ 10 agora — mas como a liquidez é irrelevante, estes preços significam muito pouco.

Controlada por Pedro Grendene, a Vulcabrás hoje vale R$ 1,8 bilhão na Bolsa; a Grendene — controlada pelo irmão gêmeo de Pedro, Alexandre — vale cerca de R$ 8 bilhões, e é dona das marcas Ipanema e Melissa.

No fim de junho, Alexandre renunciou ao seu assento no conselho de administração da Vulcabrás, num movimento para reduzir temores de conflito de interesse por conta da participação cruzada na concorrente.

A Vulcabrás vai tentar voltar à Bolsa depois de um dos mais brutais processos de reestruturação do Brasil. Desde 2011, fechou 25 das suas 29 fábricas e demitiu quase 25 mil funcionários – hoje, são apenas 13 mil.


Fundada em 1952, a companhia teve seu auge nas décadas de 1970 e 1980, com os sapatos masculinos 752, que se tornaram célebres com garotos-propaganda pouco tradicionais, como Paulo Maluf e Leonel Brizola.

Com DNA mais de indústria que de varejo, boa parte da receita vinha da produção de calçados para marcas de terceiros.

Com a abertura da economia, a empresa perdeu o passo e passou a enfrentar a concorrência dos importados. Rivais nacionais, como Alpargatas e Arezzo, focaram na distribuição própria por meio de franquias e apostaram no conteúdo de moda. A Vulcabrás, sem posicionamento claro de marketing e dependente das lojas multimarcas, ficou para trás.

Em 2007, a companhia comprou a Azaleia, de sapatos femininos, dona também da marca Olympikus. A companhia investiu pesado na tecnologia dos tênis, mas não conseguiu competir com as marcas estrangeiras: sem modernização, seu extenso parque fabril tinha baixa produtividade. Resultado: as vendas e a rentabilidade caíram e a dívida, na casa de R$ 1 bilhão, ficou impagável.

Em 2011, a Vulcabrás fez a primeira tentativa de re-IPO, mas com seu balanço alavancado, não conseguiu levar a oferta à frente. Algum tempo depois, chegou a fechar um memorando de entendimentos com o Pátria para um aporte, mas a gestora de private equity desistiu antes de fechar o contrato.

A empresa só sobreviveu graças ao aporte dos controladores e ao corte de custos, tarefa entregue ao consultor Cláudio Galeazzi.

No processo, ficou mais leve: agora tem apenas três fábricas e uma dívida líquida de cerca de R$ 400 milhões, equivalente a 2,5 vezes o Ebitda. A estratégia foi reformulada: os tênis da Olympikus hoje são vendidos a uma faixa de preço menor que a dos concorrentes importados.

A Azaleia, que tinha ficado escanteada, agora ganhou um centro de desenvolvimento próprio: o da Olympikus fica em Jundiaí (SP); o da Azaleia, em Parobé (RS).

No ano passado, a Vulcabrás voltou a dar lucro após cinco anos no vermelho. Mas as despesas financeiras ainda pesam: consumiram R$ 82 milhões em 2016, o equivalente a 7% do faturamento líquido. Natalia Viri e Geraldo Samor Leia mais em braziljournal 15/08/2017



Rede de academias Smart Fit pede registro de companhia aberta

A rede de academias de ginástica Smart Fit, que opera com as marcas Bio Ritmo e Smart Fit, entrou com um pedido de registro de companhia aberta na Comissão de Valores Mobiliários. Fundado em 2009, o grupo tem como acionistas a gestora de fundos de private equity Pátria, o GIC (fundo soberano de Cingapura) e a família Corona.

Ambos os acionistas aportaram R$ 195 milhões na companhia no ano passado. Em junho, Edgard Corona, presidente do grupo Bio Ritmo, afirmou ... Leia mais em valoreconomico 15/08/2017



Healthtech recebe aporte de R$5 milhões

Com o objetivo de resolver os principais gargalos e atritos da saúde, a Beep, startup lançada em abril 2016, anuncia o aporte de R$ 5 milhões da DNA Capital, gestora de recursos da Família Bueno, que possui forte atuação no segmento. Com esse investimento, a marca pretende se tornar a One Stop Shop da saúde ampliando seu leque de atuação.

Além de continuar oferecendo vacinação e atendimento médico domiciliar 24 horas, a empresa passa a desenvolver soluções que englobam toda jornada do paciente desde a busca de informações sobre sintomas até o agendamento da consultas e exames.

“A tecnologia melhorou a experiência dos brasileiros em diversas áreas como transporte, alimentação, música, entre outros. Por outro lado, não existe uma solução única capaz de auxiliar o paciente em todas etapas do cuidado com sua saúde. Com esse investimento estratégico, demos um passo importante nessa direção”, explica Vander Corteze, médico e CEO da Beep Saúde.

Para garantir a qualidade dos atendimentos toda a rede de médicos, clínicas e laboratórios passa por uma avaliação e devem enviar documentação comprobatória. “Todos nossos médicos especialistas precisam enviar os títulos reconhecidos pelas entidades competentes”, explica Rodrigo Ferrer, COO da startup.

A ideia de criar a Beep Saúde surgiu quando o médico Vander Corteze, fundador da BR MED – uma das maiores redes de clínicas de medicina do trabalho no Brasil – observou que a maior parte da população ainda recorre às emergências de hospitais para tratar situações de baixa gravidade. Assim, junto com os sócios Iuri Menescal e Rodrigo Ferrer, deram início a Beep em Abril de 2016.

“Hoje contamos com mais de 1 mil médicos de 29 especialidades presentes em mais de 50 cidades. Para o fim de 2017, temos como meta atender mais de 2 mil pacientes por mês e estreitar nossas parcerias com as operadoras de saúde”, completa Corteze. Leia mais em startup 15/08/2017



Bancos começam a abrir sistemas a desenvolvedores

Bancos são, tradicionalmente, fechados e restritivos quando o assunto é tecnologia e acesso aos seus sistemas. Mas uma mudança está em curso. Para cativar clientes e fazer frente ao avanço das startups de serviços financeiros - as fintechs -, as instituições brasileiras estão dando os primeiros passos no processo de "abrir" seus sistemas a outras empresas e desenvolvedores.

Original e Banco do Brasil (BB) já abraçaram o modelo. Santander, Bradesco e Itaú têm trabalhado internamente, mas ainda avaliam a iniciativa.

No modelo de "Open Banking", terceiros podem desenvolver novos aplicativos e serviços para atender os clientes de uma instituição desde que cumpram uma série de regras definidas por ela dentro de suas interfaces de programação abertas - ou APIs, no jargão do mercado. Essa abordagem é o dia a dia de empresas de tecnologia como Facebook, Google e Microsoft e o que, em grande medida, dá a eles a capacidade de estar sempre "antenados" com os últimos anseios e tendências. Afinal, não dá pra fazer tudo sozinho.

O assunto ganhou mais visibilidade depois que a União Europeia impôs aos bancos a adoção do modelo a partir de 2018. "As APIs não são mais uma tendência. São uma realidade que veio pra ficar", disse Marco Mastroeni, diretor de negócios digitais do Banco do Brasil. O banco lançou suas APIs em junho durante o Ciab, a feira de tecnologia financeira organizada pela Febraban. Desde então, mais de mil startups mostraram interesse em desenvolver algum tipo de conexão aos seus sistemas.

As propostas estão sendo avaliadas por uma equipe de 20 pessoas da área de negócios digitais e de tecnologia do BB. Atualmente, 12 APIs estão abertas em três áreas: informações de conta e cartão de crédito, débito em conta e pagamentos. Mastroeni não revela o valor investido na iniciativa, nem o retorno esperado. "Não faço a menor ideia do potencial de negócios que isso pode gerar. A ideia é investir rápido, investir pequeno. A velocidade é muito importante", disse o executivo.

Para colocar o discurso em prática, o BB colocou de pé, em cinco meses, uma integração com a startup Conta Azul, dona de um sistema de gestão para micro e pequenas empresas acessado pela internet. Pelo acordo, os clientes em comum das duas empresas poderão consultar o extrato de suas contas diretamente no sistema de gestão. Isso reduz o esforço manual de manter as informações atualizadas e ajuda a organizar a administração do negócio, segundo Vinicius Roveda, fundador e presidente da Conta Azul. Com 70 clientes testando a funcionalidade no momento, Roveda e Mastroeni já fazem planos para próximos passos.

Um deles seria a contratação de capital de giro dentro do Conta Azul, cruzando dados de notas fiscais emitidas com a movimentação financeira para oferecer melhores condição de taxa de juros. "O princípio é que a informação é do cliente, não do banco. Na medida em que ele permite que as informações sejam compartilhadas com outros serviços, porque não fazer isso de forma segura?", avaliou Mastroeni.

Segundo ele, há uma discussão na Febraban sobre facilitar esse intercâmbio. Isso poderia ocorrer pela criação de um banco de dados compartilhado entre os bancos, ou usando a tecnologia de registro de informações digitais blockchain.

"O Open Banking vai obrigar os bancos a tratar melhor seus clientes e parceiros", avaliou Guga Stocco, consultor e ex-diretor de estratégia do Original. De acordo com ele, é preciso, no entanto, manter uma estratégia coerente, com investimentos constantes para oferecer novidades sempre. "Mantendo sempre atualizado, e atraindo mais parceiros, ele pode ampliar a atração de novos clientes sem investir em marketing. Os parceiros é que vão fazer esse trabalho", completou.Valor Econômico leia mais em portal.newsnet 15/08/2017



IRB motiva Grupo Austral, da Vinci, a cogitar IPO

O preço pago pelas ações do ressegurador IRB Brasil Re em sua recente abertura de capital acendeu o interesse do grupo Austral, controlado pela Vinci Partners, em seguir pelo mesmo caminho e também listar ações na bolsa brasileira. A possibilidade aparece depois de tratativas frustradas de venda do controle da companhia, formada por uma seguradora e uma resseguradora, no ano passado. O grupo, porém, ainda não teria contratado bancos para tocar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

Faltou glamour
Os controladores da Austral chegaram até a última etapa da venda do grupo para o chinês Fosun, no ano passado. O negócio, entretanto, não vingou após um processo que teria atraído oito investidores estratégicos.

Isca
A percepção é de que a abertura de capital pode render uma melhor precificação para o grupo Austral, bem como servir de pressão para que eventuais interessados ‘olhem’ seus ativos. Recentemente, a corretora XP Investimentos fez o mesmo com Itaú Unibanco. Com cerca de R$ 500 milhões em caixa, o grupo Austral, que tem foco em seguro garantia, riscos de petróleo e de propriedade, não comentou. Leia mais em colunadobroad.estadao 15/08/2017
(relatório da administração - austral 24/02/2017)



Após Aceco TI, KKR prepara saída do Brasil

O fundo de private equity norte-americano KKR prepara sua saída do Brasil, após um primeiro – e amargo – investimento no País, na empresa de tecnologia Aceco TI, realizado em 2014. O imenso embate começou quando o KKR afirmou ter descoberto evidências de que a Aceco TI estava envolvida em supostos esquemas de corrupção e de fraudes em seu balanço. Com isso, um processo arbitral foi iniciado com os fundadores da empresa, a família Nitzan, e ainda aguarda decisão. Mundialmente, o KKR possui US$ 148,5 bilhões sob gestão.

Dependência
A batida do martelo ainda depende de como serão alocados os recursos de um fundo que foi captado recentemente, da ordem de US$ 13 bilhões. No entanto, profissionais já estariam começando a deixar o escritório sede do KKR no Brasil, no bairro do Itaim, em São Paulo. Uma ideia aventada seria ainda olhar o País, mas de forma remota, ou seja, sem escritório local.

Fronteira afora
O sabor ácido do investimento no Brasil superou as fronteiras brasileiras. No exterior, o KKR deixou de fazer negócios com o britânico Barclays. Isso porque o fundo acusou o chefe do banco, Jes Staley, de ter apoiado seu cunhado na disputa dos fundadores da Aceco com o KKR. Staley é casado com Debora Nitzan Staley, irmã de Jorge Nitzan – ambos venderam suas participações da Aceco há três anos. Procurado, o KKR não comentou. Leia mais em colunadobroad.estadao 15/08/2017