23 maio 2017

JBS contrata Bradesco BBI para venda de ativos, dizem fontes

A família, que controla cerca de 42% da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência de multa de R$ 11 bi do acordo de leniência

A JBS e a família controladora da empresa contrataram o Bradesco BBI para trabalhar em um plano para venda de vários ativos após o escândalo decorrente das revelações da delação premiada de Joesley e Wesley Batista na semana passada, disseram três fontes com conhecimento direto do assunto nesta terça-feira.

A família, que controla cerca de 42 por cento da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência do Ministério Público Federal para pagamento de multa de 11 bilhões de reais como parte de acordo de leniência que ainda está sendo negociado, disse uma das fontes.Por Tatiana Bautzer e Guillermo Parra-Bernal, da Reuters Leia mais em exame 23/05/2017

23 maio 2017



Hermes Pardini passa a deter totalidade do capital da Diagpar

O Instituto Hermes Pardini, de medicina diagnóstica, adquiriu nesta terça-feira as participações de acionistas minoritários na controlada Diagpar Holding.

Com isso, passou a deter a totalidade do capital social da Diagpar. Em 23 julho de 2013, a companhia já havia adquirido 71,4% das ações de emissão da Diagpar, controladora direta das unidades ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 15 a 21/mai/2017

Anunciadas 10 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 15 a 21/mai/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 6 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                  
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões.  15/05/2017

"Market Movers” - Exterior

  • Enjoy compra 55% do Conrad do Uruguai por US$ 189 milhões. Esta semana, o grupo chileno Enjoy concluiu o processo de compra dos 55% restantes do Conrad Punta del Este da Caesars Entertainment. Em maio de 2013 o Grupo Enjoy concluiu o processo de compra de 45% da empresa por US$ 139,52 milhões e teve a preferência de comprar os 55% restantes, o que acaba de acontecer. O Grupo Enjoy infomou à Superintendência de Valores e Seguros do Chile que emitiu e colocou no mercado bônus para US# 300 milhões, com vencimento em maio de 2022, a uma taxa de juros inicial de 10,5% e que os recursos serão utilizados para financiar o valor da compra de 55% das ações de emissão da Baluma AS (companhia proprietária do Conrad), dentre outras. 19/05/2017
  • Unilever compra marcas de cuidados pessoais da Quala na AL. “A Quala fez um trabalho excepcional ao construir marcas locais fortes e competitivas (na América Latina)", disse o CEO da Unilever, Paul Polman.  Fundada em 1980, a Quala está presente em dez países da América Latina: Colômbia, Equador, México, República Dominicana, Haiti, Peru, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Guatemala. A Unilever anunciou que adquiriu suas marcas de cuidados pessoais Savital/Savité, eGo, Bio-Expert, Fortident e Aromatel. O volume de vendas da companhia nestas marcas chegou a US$ 400 milhões em 2016, afirmou a Unilever em comunicado.15/05/2017

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Cemig negocia com fundo canadense para leilão, diz fonte. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos. A elétrica mineira Cemig tem negociado com o fundo de pensão canadense Ontario Teachers’ Pension Plan uma possível parceria para disputar um leilão no qual a União oferecerá a concessão de quatro hidrelétricas por um bônus de outorga mínimo de 11 bilhões de reais, disse uma fonte do governo nesta quarta-feira. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos, que somam 2,9 gigawatts em capacidade instalada. A usina São Simão terá bônus de outorga mínimo de 6,74 bilhões de reais. Jaguara terá bônus de 1,9 bilhão de reais. Em Miranda, a outorga será de 1,1 bilhão, enquanto em Volta Grande a cobrança será de 1,29 bilhão.17/05/2017
  • Petrobras divulga venda de participação no Campo de Azulão, no AM. O anúncio faz parte do plano de desinvestimentos da petroleira, revisado e aprovado pela diretoria, segundo o documento. A Petrobras colocou à venda 100 por cento de sua participação no Campo de Azulão (concessão BA-3), na Bacia do Amazonas, segundo fato relevante da companhia divulgado na noite de segunda-feira. A Petrobras afirmou que potenciais compradores deverão comprovar ser ou terem sido concessionários de exploração e produção de petróleo e gás nas bacias do Amazonas e/ou Solimões, além de possuir capacidade instalada de no mínimo 200MWh de geração termelétrica no Brasil. 16/05/2017

 M & A - COMPRA

  • Crise política põe em risco aportes de R$ 60,5 bi em infraestrutura. A crise política deflagrada após as denúncias contra o presidente Michel Temer pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pode ameaçar investimentos privados de R$ 60,5 bilhões no setor de infraestrutura este ano. O número é uma projeção da Inter.B Consultoria, que já prevê a suspensão de grandes investimentos por parte das empresas, sobretudo em áreas ligadas a concessões públicas, como aeroportos, portos, energia elétrica e saneamento, entre outros. Somente entre a última quarta-feira, quando o Globo revelou as denúncias, e sexta-feira, investidores estrangeiros já suspenderam negociações que estavam em andamento na área de fusões e aquisições. Segundo projeção da InterB Consultoria, dos R$ 60,5 bilhões em investimentos privados previstos para este ano, R$ 30,6 bilhões estão destinados aos transportes, como ferrovias, portos e aeroportos. Energia tem programados R$ 16,1 bilhões, e telecomunicações, outros R$ 11,8 bilhões.21/05/2017
  • Território conquistado. A Cast Group, empresa de tecnologia da informação, prevê investir R$ 50 milhões em três aquisições que deverão se concretizar até o próximo mês, segundo o presidente, José Calazans da Rocha. “Os recursos para essas operações estão garantidos. Há ainda planos de comprar outras duas empresas até o início de 2018, mas, com a crise política, há dúvidas em relação à captação.” O aporte previsto para as novas aquisições, que serão negociadas no segundo semestre, é de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões, diz.19/05/2017

PRIVATE EQUITY

  • Com fundo Gávea, São Francisco vai investir mais. O grupo de saúde São Francisco está investindo, neste ano, R$ 60 milhões em expansão orgânica e concluindo a aquisição de uma operadora de convênio médico, cujo nome não foi revelado. O montante é mais do que o total aplicados nos últimos três anos. O aumento deve-se à entrada da gestora de private equity Gávea, que adquiriu 29% do capital da empre...  19/05/2017

IPO

  • BRMalls mantém precificação de follow on apesar de abalo político. A BRMalls decidiu seguir adiante com a sua oferta subsequente de ações (follow on), apesar da turbulência política. Na segunda-feira (22), será definido o preço da ação e esse é o ponto de discussão. Demanda existe. Na sexta-feira (19), estava em 1,5 vez no encerramento do roadshow. Desde que a BRMalls lançou a oferta, o preço das ações recuou 9,61%.  21/05/2017
  • Com crise política, IPOs e captações ficam em suspenso no mercado financeiro. Incertezas dificultarão concretização de projeções otimistas. A crise política colocou em compasso de espera os negócios no mercado de capitais. Nesse tipo de operação, as empresas emitem ações ou títulos de dívida (debêntures e bonds) para ter dinheiro e investir em seus projetos ou comprar concorrentes. Mas, como a delação da JBS aumentou a incerteza em relação à retomada econômica, quem estava se preparando para fazer captações resolver esperar. A postergação de algumas operações pode fazer com que o ano seja menos promissor no mercado de capitais do que o previsto. No caso da oferta de ações, a B3 (antiga Bovespa) calculava ao menos R$ 25 bilhões no ano (R$ 11,4 bilhões já foram emitidos até abril). O número poderia ser ainda maior se a Reforma da Previdência fosse aprovada ainda no primeiro semestre. Em uma operação dessas, a maior parte do dinheiro costuma ir para o caixa das empresas, que utilizam os recursos para aquisições ou para ampliação dos negócios. No entanto, bancos de investimento consultados afirmaram que essas ofertas só irão para a rua quando o cenário voltar a ficar mais claro. Essa postergação deve empurrar algumas operações para o ano que vem. 21/05/2017
  • Log Commercial Properties desiste de IPO. A Log Commercial Properties, unidade de gestão de espaços comerciais da construtora e incorporadora MRV desistiu de sua planejada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação, que deveria incluir ofertas primária (ações novas), vem após acionistas da empresa terem aprovado um aumento de capital de 250 milhões de reais em novembro, pondo fim a planos anteriores de abrir o capital, iniciados em junho.19/05/2017
  • IRB Brasil Re, o maior ressegurador do Brasil, dá a largada para IPO. O IRB Brasil Re parece que vai dar a largada para a oferta inicial de ações, o tão aguardado IPO. Depois de divulgar dados do seu balanço no dia 8 juntamente com a holding BB Seguridade, com lucro líquido ajustado de R$ 224,9 milhões de janeiro a março, alta de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado, o maior ressegurador do Brasil fez uma convocação de Assembleia Geral Extraordinária para o dia 19 de maio de 2017. A expectativa é de que os acionistas entrem num acordo sobre o IPO, segundo fonte que pediu anonimato.14/05/2017
  • Ômega Geração pede registro para IPO na CVM. A Ômega Energia Renovável, empresa em que a gestora Tarpon mantém investimento, pediu registro para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3. A operação havia sido antecipada pela Coluna do Broadcast em março. A empresa emitirá units e, segundo fontes, a oferta será da ordem de R$ 1 bilhão. O prospecto preliminar mostra que a oferta será primária e secundária, o que significa que a empresa colocará dinheiro em caixa e atuais acionistas também venderão parte de suas ações. São acionistas vendedores o BJJ Income Fundo de Investimento em Participações e o WP ( Warburg Pincus) Income Fundo de Investimento em Participações.15/05/2017 
  • Priner, de serviços industriais, pode fazer IPO ainda em 2017, diz executivo. A empresa carioca de serviços industriais Priner pediu registro de companhia aberta e pode ainda neste ano realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), disse nesta segunda-feira um executivo da controladora da companhia. "Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse à Reuters Marcelo Mesquita, sócio-fundador da gestora Leblon Equities, que administra o fundo de private equity que comprou 100 por cento da Priner em 2013.15/05/2017
  • As empresas voltam à bolsa. Uma nova safra de ações de companhias abertas, entre elas Magazine Luiza, BR Malls e Banco do Brasil, promete impulsionar as operações nos terminais da B3 nos próximos meses. Soma-se a essas operações a volta da Tivit, empresa de serviços de Tecnologia da Informação (TI), que em abril protocolou o pedido de IPO na CVM. A companhia já havia realizado um IPO, em setembro de 2009, mas fechou o capital no ano seguinte. Por trás disso estava a venda de 54,25% de seu capital para o fundo de private equity americano Apax, por R$ 873,8 milhões. A operação foi seguida de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) aos demais acionistas da Tivit. O que vem animando as empresas a tocar o sino no pregão, após dois anos de ausência, é a melhora dos indicadores e as boas perspectivas para a economia. Assim, 2017 já registrou nove operações na bolsa. Foram quatro estréias. A locadora de automóveis Movida, o laboratório Hermes Pardini, a companhia aérea Azul e a construtora Tenda, que voltou ao mercado. Porém, empresas abertas resolveram captar mais dinheiro no mercado. Há dois caminhos. Um deles são as vendas secundárias de ações, chamadas pelo nome inglês follow on.

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Grupo Vittia adquire controle da mineira Biovalens de defensivos biológicos. O Grupo Vittia de fertilizantes especiais e inoculantes anunciou a aquisição de 80% do controle acionário e a incorporação da companhia de defensivos biológicos Biovalens, com sede em Uberaba (MG). Com o negócio, cujo valor não foi revelado, o conglomerado, sediado em São Joaquim da Barra (SP), amplia a participação no setor com produtos complementares aos já comercializados, disse ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), José Roberto Pereira de Castro, diretor comercial e de Marketing do Grupo Vittia.
  • Startup recebe aporte de R$ 4 milhões para estimular participação popular nas cidades. Uma startup que fiscaliza a qualidade de serviços públicos e incentiva a tomada de decisões do governo com base na participação popular é o primeiro investimento na área de políticas públicas do bilionário americano Pierre Omidyar, fundador da plataforma de comércio eletrônico eBay, no Brasil. Sediado em São Paulo, o Colab.re vai receber aporte de R$ 4 milhões, capitaneado pelo fundo de impacto social Omidyar Network, criado pelo empreendedor da tecnologia e que está situado no Vale do Silício, e também pelo investidor da área de mídias independentes MDIF (Media Development Investment Fund), baseado em Nova Iorque. 19/05/2017
  • GP Investments anuncia fusão com a Rimini Street. A GP Investments anunciou acordo para fusão com a Rimini Street, pelo qual se fundirá com a GP Investments Acquisition Corp (GPIAC). A transação envolverá a emissão de 63,8 milhões de ações ordinárias da GPIAC, ao preço de US$ 10,00 por ação para os atuais acionistas da Rimini. "Após a fusão, a GPIAC será renomeada como Rimini Street, Inc. e continuará a ser negociada na Nasdaq sob a sigla RMNI", informou a GP, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O enterprise value antecipado da Rimini é de aproximadamente US$ 837 milhões, com uma capitalização após a transação de US$ 854 milhões ao preço de US$10,00 por ação. Em paralelo à consumação da transação, a GPIAC migrará sua jurisdição das Ilhas de Cayman para o Estado de Delaware, EUA. Após a conclusão, os acionistas da GPIAC deverão deter aproximadamente 25% da companhia combinada em base totalmente diluída, enquanto os atuais acionistas da Rimini Street trocarão as suas ações da Rimini por aproximadamente 75% da companhia combinada.17/05/2017
  • Aqua Capital compra controle de distribuidora de produtos veterinários. A Aqua Capital, fundo de private equity com foco nos setores de agronegócios, alimentos e logística, anunciou que adquiriu uma participação majoritária na Casa da Vaca, uma das maiores distribuidoras de produtos veterinários e insumos do país. O valor do negócio não foi revelado....  16/05/2017
  • Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos. Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos Por Camila Maia A Echoenergia, companhia recém criada pela gestora britânica Actis, vai anunciar hoje a aquisição de dois complexos eólicos da Casa dos Ventos, que somam 346 meg awatts (MW) de potência já em operação. Esse é o primeiro passo do plano da empresa de se consolidar entre os maiores investidores no setor eólico do Brasil.  Vendedor e comprador dos ativos não revelaram o valor da operação. Para se ter uma idéia do tamanho potencial da operação, o complexo eólico Alto Sertão II, de 386 MW, foi avaliado em cerca de R$ 1,8 bilhão pela AES Tietê no acordo de compra da Renova Energia. Diferentemente da Renova, que enfrenta severa crise financeira, a Casa dos Ventos não tinha pressa em se desfazer dos ativos, pois os recursos servirão para futuros investimentos em novos projetos por parte da companhia.16/05/2017 - 
  • NIMGenetics - nova injeção. A NIMGenetics, empresa espanhola de exames genéticos, recebeu um investimento de R$ 24 milhões de um fundo britânico para expandir a companhia, instalada no Brasil desde 2016. Os recursos serão utilizados principalmente para a compra de equipamentos de sequenciamento genético, afirma o presidente global, Enrique Rodrigues. “A ideia é ampliar a estrutura do laboratório nacionalmente, além de expandir as unidades comerciais, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, diz ela. € 7 MILHÕES (cerca de R$ 24 milhões) faturou a empresa em 2016  17/05/2017
  • WDC Networks recebe aporte do Fundo de Investimento 2B Capital. A distribuidora brasileira WDC Networks, anuncia a entrada do fundo de investimento 2bCapital – Brasil Capital de Crescimento I como seu acionista minoritário. O valor do aporte não foi revelado. Atualmente, a WDC Networks comercializa produtos de acesso à banda-larga via fibra ótica, rádios para comunicação de dados e roteadores Wi-Fi. Seu portfólio também abrange soluções de segurança eletrônica e equipamentos de telefonia corporativa.15/05/2017
  • Fintech brasileira Nibo arrecada R$ 20 mi em rodada de investimentos. Startup atua com sistema de gestão financeira que melhora a interação de contadores e pequenas e médias empresas. A fintech brasileira Nibo, que atua para melhorar a interação de contadores e pequenas e médias empresas, arrecadou 20 milhões de reais em uma nova rodada de investimentos liderada pelo investidor sueco Vostok Emerging Finance. O capital levantado teve participação dos atuais parceiros Redpoint e Valor Capital Group e será usado em novas atividades comerciais e no desenvolvimento e introdução de novas funcionalidades aos produtos da empresa, segundo comunicado à imprensa. 15/05/2017
  • BETC e Havas se tornam uma única agência. Décimo maior grupo de agências do mundo, o francês Havas resolveu fundir duas de suas agências no Brasil. Em um movimento motivado pela otimização de recursos, a Havas Worldwide e a BETC, que desde maio do ano passado já respondem para a dupla de co-CEOs Gal Barradas e Erh Ray, passam a ser uma única empresa, atuando sob a marca BETC/Havas. Coincidentemente, o movimento de fusão no Brasil ocorre na mesma semana em que se anuncia uma alteração no principal acionista global do Grupo Havas. 12/05/2017
  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões. Com isso, Martins torna-se sócio do empresário Flavio Augusto da Silva, fundador da Wise Up rede de escolas que havia vendido o negócio para a Somos Educação .. 15/05/2017

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  



Odebrecht conclui venda de controle do Galeão

A Odebrecht Transport, braço de infraestrutura e mobilidade urbana da Odebrecht, concluiu negociações para a venda de sua fatia no aeroporto do Galeão (RJ) para o grupo chinês HNA.

O pedido de mudança societária vai ser apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até amanhã. Não há prazo definido para a análise do órgão regulador, mas ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017




Glencore faz proposta para aquisição da Bunge, diz mídia

Ações da Bunge operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore

Glencore: trading de commodities fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge

A trading de commodities Glencore fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge, disse a rede CNBC nesta terça-feira, citando a Dow Jones.

As negociações das ações da Bunge, que haviam sido interrompidas mais cedo por conta de volatilidade, foram retomadas e os papéis operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore. Leia mais em exame 23/05/2017



TI lidera ranking de fusões e aquisições até abril

PwC revela que o setor responde por 21% dos aportes realizados no país

Abril terminou com queda no número de fusões e aquisições no Brasil, segundo relatório da PwC Brasil. Ocorreram 48 transações, número 13% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com 55 negociações. De janeiro a abril, foram 198 negociações, 22% abaixo da média de 254 transações entre 2010 e 2015 e 2% a menos que nos primeiros quatro meses de 2016.

Tecnologia da Informação (TI) foi o setor com melhor desempenho representando 21% dos investimentos realizados em 2017 com 41 negócios, um crescimento de 17% em relação aos primeiros quatro meses de 2016. Em segundo lugar aparecem os serviços auxiliares. O Sudeste representa 70% nos negócios anunciados no período (139 transações). No Sul foram 26 negociações, número 13% inferior ao mesmo período de 2016 (30 transações).

De janeiro a abril, foram anunciadas 82 transações envolvendo capital estrangeiro, redução de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Somente em abril foram 20 transações realizadas por capital estrangeiro, redução de 33% em comparação ao mesmo período de 2016 (30 transações). Os Estados Unidos lideram com 33% do total (27 negociações).  Leia mais em amanha 23/05/2017



Samsung continuará buscando oportunidades de fusões e aquisições

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes

A gigante de tecnologia Samsung Electronics continuará procurando por oportunidades de aquisição, disse um executivo da companhia na segunda-feira, conforme a empresa busca desenvolver softwares e serviços para diferenciar seus produtos.

“Nós vamos ser otimistas em encontrar companhias que se encaixem em nossa estratégia”, disse o vice-presidente da divisão de celulares da Samsung, Peter Koo, durante um evento para investidores em Hong Kong. Ele não elaborou sobre alvos específicos ou tecnologias que a Samsung pretende adquirir.

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes, quebrando sua preferência anterior para confiar em seu próprio talento e usar seu dinheiro para despesas de capital em meio à intensificação da competição da concorrência com a Apple e Huawei Technologies.

Além de comprar empresas como a Viv Labs e LoopPay, acordos que impulsionaram os atuais esforços da Samsung para desenvolver inteligência artificial e serviços de pagamento por celular, a companhia também está investindo para entrar em novos negócios.

A empresa completou uma aquisição de 8 bilhões de dólares da Harman International Industries no início do ano, o maior negócio que já realizou, na tentativa de acelerar sua entrada na indústria de componentes automotivos e apresentar um novo motor de crescimento.

Koo disse que os objetivos da Samsung com softwares e serviços são principalmente tornar seus produtos mais atraentes para os consumidores, e que a empresa buscará parcerias bem como aquisições para reforçar suas ofertas.Por Reuters Leia mais em exame 22/05/2017



‘Se demorar, podemos voltar para a recessão’

O economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, está preocupado com o desfecho da crise política e os impactos sobre a economia, que esboçava sinais de recuperação. Dependendo do encaminhamento político, segundo ele, um trimestre terá sido perdido, na melhor da hipóteses, se as reformas forem retomadas pelo sucessor do presidente Michel Temer. Mas ele não descarta um quadro pior, sem reformas. “Nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano”, alerta. A seguir, trechos da entrevista.

O que precisa ser feito para superar a crise política que paralisou a economia?
Na nossa avaliação, o presidente Temer perdeu totalmente a condição de governabilidade. Ele tem de sair, mas a Constituição tem de ser cumprida. Vale dizer: tem de haver uma eleição indireta no Congresso. Independentemente do tempo, o mais relevante é a ideia de qual será a saída dessa eleição.

Como assim?
Podemos ter uma pessoa eleita com condições de governabilidade, de reagrupar a base política e trazer de volta as reformas. Se isso acontecer, nós teríamos perdido um trimestre e eventualmente voltaríamos a ter possibilidade de recuperar uma trajetória de crescimento para o ano que vem, menor do que projetávamos, mas com alguma expressão. Aí conseguiremos sair do buraco.

Qual seria a alternativa?
Se for eleito alguém mais fraco politicamente ou, por características pessoais, que não tenha condições de retomar a agenda de reformas e de crescimento, aí haverá o problema que todo mundo teme: uma “sarneyrização”. Seria um horror. Tudo ficaria parado até a próxima eleição.

Com que cenário o sr. está trabalhando?
Temos de aguardar. Hoje, não consigo associar probabilidades nem fazer projeções.

Qual será o custo dessa crise política para a economia?
O menor custo que teremos é o de um trimestre perdido, como já citei, se for escolhido alguém com o mínimo de condições políticas. Assim, voltaríamos a crescer no ano que vem e, desta forma, sairíamos de vez da recessão. Tecnicamente, já saímos da recessão: todo mundo concorda que o primeiro trimestre teve crescimento positivo do Produto Interno Bruto (PIB). Isso é o mais razoável que se pode dizer. A interrupção da recuperação já é um dano considerável, dependendo da velocidade da solução política. A velocidade com que será feita a sucessão será a chave para a saída da crise econômica.

Como o outro cenário aventado, de um sucessor que não retome a agenda de reformas, voltaríamos à recessão?
Se demorar muito, por questões políticas e jurídicas, para escolher o sucessor, e se o sucessor for alguém frágil ou sem comprometimento com a agenda de reformas, podemos voltar para recessão. E o custo será enorme para o País como um todo. Aí vamos ficar marcando passo até a eleição de 2018, o que seria bem complicado. Isso poderia gerar uma paralisia na economia. Não acho que vá afundar tudo de novo porque um pouco dessa melhora da economia é cíclica, como a substituição de uma máquina ou o enxugamento de estoques em alguns setores. Mas nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano. No fundo, o custo pode ser a gente não conseguir sair da recessão e eventualmente voltarmos a ela. Existe um risco enorme de ter um custo mais elevado. Hoje, acho uma ousadia associar a probabilidade a esses cenários. Podemos caminhar para uma solução decente ou para uma coisa muito complicada. O Estado de S.Paulo - 23/05/2017 Leia mais em abinee 23/05/2017



Warren vai às compras para ser a nova XP

A Warren quer ser a próxima XP. Planeja aquisições que incluem um banco e uma corretora. Outra meta é fechar 2017 com 50 mil clientes, dos atuais 6 mil. Parece ousado, mas, para os ex-sócios fundadores da XP à frente da Warren, Marcelo Maisonnave, Eduardo Glitz e Tito Gusmão, o plano é básico. A estrutura da operação é, entretanto, diferente da que levou a XP a ser a maior plataforma independente de investimentos do Brasil, com uma rede de agentes autônomos.

Milionários.

A Warren é totalmente online, o que reduz seu custo. Por outro lado, para garantir capilaridade, aposta na propaganda e fidelização de investidores com perfil jovem que, acima de entender onde seu dinheiro será aplicado, está interessado em alcançar objetivos com ele, como uma volta ao mundo ou até mesmo se tornar um milionário. Leia mais em colunadobroad.estadao 23/05/2017



22 maio 2017

Petrobras pretende vender 100% de Juruá, na Bacia do Solimões

A Petrobras informou na noite desta segunda-feira que planeja vender 100% do campo de Juruá, na Bacia do Solimões, no Estado do Amazonas.

“A transação em potencial representa uma oportunidade para desenvolver e monetizar uma descoberta de gás natural, perto de campos operados pela Petrobras e de infraestrutura para processamento e escoamento de gás ... leia mais em valoreconomico 22/05/2017

22 maio 2017



SoftBank cria fundo de investimentos de US$ 100 bilhões

A Bloomberg traz nesta segunda-feira (22) uma matéria sobre o novo empreendimento de Masayoshi Son. Quando criança, ele escrevia em um bloco as novas invenções que esperava criar um dia. Hoje, o fundador da SoftBank tem quase US$ 100 bilhões para investir na próxima grande realização.

O noticiário afirma que a SoftBank Group de Son concluiu a primeira rodada de um fundo de investimentos planejado de US$ 100 bilhões, com dinheiro levantado da Arábia Saudita, Abu Dabi, Apple e Qualcomm. O Vision Fund dá ao homem de 59 anos acesso a um capital sem comparação no mundo do private equity ou do capital de risco – o equivalente a quatro Silver Lake ou quinze Sequoia Capital.

Son não gosta de eufemismos, diz a Bloomberg. Ele disse sem ironia que tem um plano de 300 anos para a SoftBank e visa construir a empresa mais valiosa do mundo. Com o Vision Fund, Son promete se tornar o maior investidor em tecnologia daqui a 10 anos, apostando no futuro da inteligência artificial, dispositivos conectados, satélites e na integração de computadores e humanos. De fato, em abril, ele liderou o investimento de US$ 5,5 bilhões na chinesa Didi Chuxing, o maior financiamento com capital de risco já registrado.

“Observamos um big bang com os PC, observamos um big bang na internet”, disse Son em uma conferência com acionistas. “Eu acredito que o próximo big bang será ainda maior. Para estarmos prontos, precisamos montar as bases e essas bases são o SoftBank Vision Fund.”

O megafundo de Son colocará uma quantidade sem precedente de dinheiro em setores já vistos como supercapitalizados. Os retornos do private equity caíram muito nos últimos anos porque há muito dinheiro para muito poucas transações. O capital de risco enfrenta problemas similares, aponta Bloomberg. Bloomberg': Leia mais em Jornal do Brasil 22/05/2017



Dona da Cartier compra participação na Dufry

O bilionário Johann Rupert, controlador da Richemont, dona da grife Cartier, vislumbra um futuro em que os seres humanos serão desbancados por robôs nos locais de trabalho e terão todo o tempo do mundo para viajar.... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017



Fundo dos EUA pode entrar em consórcio da Ferrogrão

Apontado como principal interessado na construção e operação da ferrovia Ferrogrão, que vai ligar Sinop (MT) a Miritituba (PA), o consórcio Pirarara está em negociação avançada com um fundo americano interessado em ficar com 12% do investimento.

Por ser um ativo novo (greenfield), a Ferrogrão é considerada um projeto difícil e que precisa de esforç... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017



Eletrobras contrata BTG Pactual para suporte em desinvestimentos

Estatal já anunciou um plano de vendas de fatias em ativos de geração e transmissão de eletricidade para levantar até 4,6 bilhões de reais

Eletrobras: estatal estimou que pode obter 2,2 bilhões de reais com as vendas de ativos em energia em 2017 e mais 2,4 bilhões de reais em 2018

A estatal Eletrobras contratou o banco BTG Pactual para prestar serviços de consultoria especializada em suporte a seu programa de desinvestimentos, segundo publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

A Eletrobras já anunciou um plano de vendas de fatias em ativos de geração e transmissão de eletricidade para levantar até 4,6 bilhões de reais, que serão utilizados para pagamento de dívidas.

Em apresentação recente, a estatal estimou que pode obter 2,2 bilhões de reais com as vendas de ativos em energia em 2017 e mais 2,4 bilhões de reais em 2018.

O contrato com o BTG Pactual foi fechado sem licitação, conforme permitido pela lei para assessorias e consultorias técnicas ou financeiras por profissionais ou empresas de notória especialização. Leia mais em exame 22/05/2017




Novo sócio pode ter até 50% do capital do Banco Máxima

Com insuficiência de capital para operar desde o ano passado, o Banco Máxima fechou acordo para a entrada de um novo sócio.

Daniel Vorcaro, empresário mineiro do ramo imobiliário, aceitou capitalizar a instituição, em um valor que pode chegar a pelo menos R$ 45 milhões, e adquiriu créditos detidos contra antigos sócios da instituição. Ao fim do ... Leia mais em valoreconomico 22/05/2017




Grupo suíço Clariant anuncia fusão com a americana Huntsman

O grupo químico suíço Clariant anunciou uma fusão com a americana Huntsman, em um negócio que criará um novo gigante do setor, que pode registrar um volume de negócios de 13,2 bilhões de dólares.

Os conselhos de administração dos dois grupos aprovaram por unanimidade um acordo definitivo para a fusão, anunciou a Clariant em um comunicado.

A operação será concretizada em sua totalidade na forma de ações.

O novo grupo, avaliado em 20 bilhões de dólares, terá sua sede social na Suíça, em Pratteln (região da Basileia), enquanto a diretoria de operações permanecerá no Texas (Estados Unidos).

As empresas esperam concretizar a fusão até o fim do ano.

"É a transação perfeita em um bom momento", afirmou Hariolf Kottmann, diretor geral da Clariant.

Kottmann será o presidente do conselho de administração, enquanto Peter Huntsman, atual presidente da Huntsman, assumirá a direção do grupo.

A nova empresa, com o nome HuntsmanClariant, terá cotações na Bolsa suíça e em Nova York. Leia mais em yahoo 22/05/2017
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Garmin anuncia aquisição de Active Corporation

A Garmin, líder mundial em navegação por satélite, acaba de anunciar a aquisição do ActiveCaptain ™ - um banco de dados eletrônico baseado em comunidades que contém informações quase em tempo real sobre marinas, ancoradouros, pontos de interesse, locais e perigos náuticos. O que é interessante é que a maioria é gerada pelo usuário para destinos de navegação em todo o mundo. O banco de dados possui mais de 250.000 usuários e pode ser acessado via navegador web ou uma variedade de aplicações móveis.

"Não há realmente nada que se compare à profundidade e amplitude do banco de dados ActiveCaptain", explica o presidente e CEO da Garmin International, Cliff Pemble. "Os navegantes contam com o ActiveCaptain para tornar suas viagens mais informadas e mais agradáveis, e estamos muito satisfeitos por adicionar esta tecnologia ao portfólio da Garmin", explica o Marine Business Development Manager da Garmin Brasil,Gabriel Bortoletto.

"A Garmin é líder em tecnologia entre os navegantes de todos os tipos, e estamos ansiosos para trabalhar com eles para tornar o ActiveCaptain ainda mais robusto e global", afirma o co-proprietário e co-fundador da ActiveCaptain, Jeffrey Siegel. "A Garmin possui extensas capacidades de engenharia e cartografia que permitirão que o ActiveCaptain seja profundamente integrado em suas ofertas de produtos", completa. Leia mais em maxpress 22/05/2017



Sinochem não busca mais compra de fatia no Grupo Noble, dizem fontes

A estatal chinesa Sinochem não está mais em busca de um investimento no Grupo Noble devido a preocupações sobre as finanças e as perspectivas de negócio da empresa de negociação de commodities, que tem sofrido prejuízos, disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto.

Ao manter conversas com a Noble mais cedo neste ano com o objetivo de comprar uma fatia na empresa, a Sinochem pensava no negócio como um meio de sair de sua posição de produtora de petróleo, gás e petroquímicos para se tornar também uma comerciante globalmente ativa no mercado de energia, disseram as fontes.

Mas a Sinochem ficou cautelosa em se associar com a Noble após a trading apresentar um surpreendente prejuízo trimestral neste mês e alertar que poderá não ser lucrativa nos próximos dois anos. A notícia desencadeou uma derrocada nas ações e títulos da Noble, além de cortes de notas de crédito por agências de classificação de risco.

A Noble tem sido afetada nos últimos dois anos por uma forte derrocada nos mercados de commodities, mudanças na administração e acusações de práticas impróprias de contabilidade, o que a companhia nega firmemente.

A Sinochem, que não havia comentado sobre o interesse na fatia da Noble, não respondeu imediatamente um pedido de comentário.

O movimento da Sinochem de desistir de uma proposta pela Noble também decorre de seu foco maior em "prioridades domésticas" e devido ao um maior escrutínio dos investimentos no exterior por empresas estatais chinesas, disse uma das fontes.

A fonte também disse, no entanto, que isso não significa que as conversas da Sinochem com a Noble não possam ser revividas no futuro. (Por Sumeet Chatterjee e Anshuman Daga; reportagem adicional de Meng Meng em Pequim) Reuters Leia mais em dci 22/05/2017



21 maio 2017

Sinal de recuperação do Brasil: Soma do valor das marcas brasileiras mais valiosas cresce 70%

   • Skol continua sendo a marca mais valiosa do Brasil, com um valor de $8,1 bilhões de dólares.
   • Bens de consumo e Serviços financeiros são os setores com melhor desempenho do ranking das marcas mais valiosas do Brasil, BrandZ.
   • A marca com maior crescimento foi Renner (168%), seguida de Adria (159%) e Anhanguera (138%).
   • Google continua sendo a marca internacional mais forte do Brasil seguida por Facebook e de Omo.

A soma do valor das 60 marcas mais valiosas do ranking anual BrandZ Brasil, realizado pela WPP, Kantar, Kantar Vermeer e Kantar Millward Brown totalizou $53,1 bilhões de dólares. Comparado com 2016 houve uma recuperação de 70%, demonstrando uma tendência de crescimento que havia sido observada desde 2014 e que foi interrompida no ano passado.
*Para efeito de comparação, foram analisadas apenas as 50 mais valiosas do top 60

"Depois de mais de uma década analisando marcas na Kantar e na WPP comprovamos a importância da construção de marca para enfrentar cenários economicamente complicados. As marcas brasileiras que reconheceram o valor dessa premissa cresceram, em alguns casos de mais de 100% de seu valor. Isso, em conjunto, permitiu um crescimento de 70% das TOP 50 marcas em comparação ao ano passado - depois de uma queda de 30% em 2016. Esta é uma mensagem positiva que reflete a expectativa do mercado de uma recuperação do Brasil." aponta Sonia Bueno CEO da Kantar.

Pelo quinto ano consecutivo, a Skol se manteve posicionada como a marca mais valiosa do Brasil. Com um valor de $8,1 bilhões de dólares. Em segundo lugar vem Bradesco, que subiu duas posições em relação ao ano passado, com um valor de $4,4 bilhões de dólares e um crescimento de 131%. Para completar o Top 3 está Brahma com um valor de $4,3 bilhões de dólares e um crescimento de 34%.

Pela primeira vez este ano o ranking inclui na análise as marcas de capital fechado. A decisão se deu principalmente ao fato de que em nosso mercado existem marcas de capital fechado bastante valiosas, como por exemplo, IKEA e Ferrero, que não poderiam ser avaliadas. ”Já havíamos inovado anteriormente em relação aos outros rankings, considerando inputs no valor de marca na mais robusta pesquisa de mercado de mais de 3 Milhões de consumidores chamada BrandZ. Agora, inovamos novamente pois consideramos as marcas que são valiosas, independente de serem ou não públicas, mantendo o rigor financeiro da metodologia” explica Eduardo Tomiya, CEO da Kantar Vermeer na América Latina.

Devido à mudança, 15 novas marcas passaram a fazer parte do ranking top 60, sendo duas delas no Top 10. Globo com um valor de $4,1 bilhões de dólares e Ypê com um valor de $1,1 bilhão de dólares.

As marcas que mais cresceram no Brasil

A Renner foi a marca que teve o maior crescimento no Brasil com uma variação de +168% (número 17, $684 milhões de dólares). Em segundo lugar está Adria +159% (número 49, $211 milhões de dólares), seguida pela Anhanguera +138% (número 34, $333 milhões de dólares), Itaú +133% (número 4, $4,3 bilhoes de dólares), Bradesco +131% (número 2, $4,4 bilhões de dólares), Droga Raia +125% (número 23, $491 milhões de dólares), Friboi +122% (número 50, $208 milhões de dólares), Drogasil +122% (número 20, $624 milhões de dólares), Arezzo +116% (número 59, $163 milhões de dólares) e Fleury +112% (número 51, $206 milhões de dólares) .

Bens de consumo e serviços financeiros foram os setores mais fortes do BrandZ Brasil. A soma do valor das marcas de Bens de Consumo foi de $24 bilhões de dólares em 2017 (+40% vs. 2016), o que equivale a quase 50% do total das marcas mais valiosas do Brasil. Destacam-se no setor as marcas de cerveja como Skol e Brahma. Esta é mais uma prova que empresas com marcas fortes podem mais rapidamente sair da crise que o mercado, sendo um ativo bastante relevante da empresa.

Em segundo lugar em importância está o setor financeiro, com $10,9 bilhões de dólares (+132% vs. 2016), que equivale a 21% do ranking; liderado por Bradesco, Itaú, Cielo e Caixa.

O terceiro setor em termos de desempenho foi o Varejo com um valor de $5,2 bilhões de dólares (+105% vs. 2016) determinado principalmente pelo êxito de marcas como Lojas Americanas, Renner, Netshoes, Drogasil e Droga Raia.

As marcas mais fortes do Brasil 
Paralelamente à análise das marcas mais valiosas do Brasil, WPP, Kantar, Kantar Vermeer e Kantar Millward Brown também analisaram as marcas mais fortes com base no fator Brand Strength*. Nesta premiação buscamos entender a força da marca na mente dos consumidores. Para tal, usamos uma pesquisa com mais de 500 marcas, 33 categorias e com mais de 14,000 entrevistados. Com base no modelo MDF – Maeninful Different Framework – da Kantar Millward Brown, a referencia absoluta em quantificação de força de marca, classificamos as marcas pelo Brand Strenght Factor.
Segundo esta análise, o Google se posicionou – pelo segundo ano consecutivo – em primeiro lugar com 100 no Brand Strength Index, e o Facebook em segundo (98.4). A marca de consumo Omo (93.9 ) avançou uma posição tomando o terceiro lugar de Trident (85.3) que agora ocupa o quarto lugar. Outras marcas como Coca Cola (77.0), Colgate (62.7), Oral-B (58.0) e Nescafé (56.7) permanecem na mesma posição no ranking e novas marcas entraram no disputado top 20: Heineken (44.5), Dorflex (38.2) e Nike (35.6).

Top 20 das marcas mais fortes do Brasil – 2017

“Os investidores valorizam as empresas com base nas percepctivas futuras do negócio e do mercado. Este mercado projeta, com base em evidências, que estamos de fato saindo da crise, e mostram mais uma vez que marcas valiosas saem mais rápido dessa situação– e são um verdadeiro escudo contra crises. É um prêmio para as empresas que souberam acreditar no propósito e no valor das suas marcas que com credibilidade e inovação fogem de mercados commoditizados e agregam um substancial valor aos acionistas” afirma o CEO da Kantar Vermeer para América Latina

NOTAS PARA OS EDITORES:
O BrandZ™ Top 60 Most Valuable Brazilian Brands - agora em seu 11º ano - faz parte do conjunto de classificações BrandZ, que também inclui o Top 100 Most Valuable Global Brands (junho), o Top 50 Most Valuable Indonesian Brands (agosto), o Top 50 Most Valuable Indian Brands (setembro), o Top 100 Most Valuable Chinese Brands e o Top 20 Saudi Arabian Brands (ambos em março).

* Brand Strength: este fator é obtido com base na análise BrandZ e reflete três fatores: a Contribuição de Marca (influência da marca no processo de decisão de compra), o fator Premium (a predisposição dos consumidores a pagar mais pelas marcas) e o fator Poder (a predisposição do consumidor a comprar mais).

Histórico e metodologia
A avaliação da marca por trás do BrandZ Brazilian Top 60 foi realizada pela consultoria Kantar Vermeer, uma consultoria de valorização e estratégia de marca líder no Brasil, utilizando a metodologia do BrandZ. A metodologia espelha aquela que foi utilizada para calcular o ranking BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands anual, que está agora em seu décimo ano.

Encomendado pela WPP, o ranking é único. Combinando dados financeiros da Bloomberg e da Kantar Millward Brown com opiniões de consumidores obtidas em 1.000 entrevistas com mais de 54.000 consumidores latino-americanos em 34 categorias, o BrandZ™ Top 60 Most Valuable Brazilian Brands é a classificação mais robusta disponível das marcas brasileiras.

Os critérios de seleção de marcas a serem incluídas no ranking foram:
? A marca precisa ser propriedade de uma empresa de capital aberto
? A empresa de capital aberto precisa reportar ganhos positivos
? A marca precisa ser caracterizada como uma marca brasileira local (originária do Brasil ou que uma proporção relevante de sua empresa esteja localizada na região).

As classificações da BrandZ são as únicas avaliações do mundo que levam em conta o que as pessoas pensam sobre as marcas que compram, além da análise rigorosa de dados financeiros, avaliações de mercado, relatórios de analistas, e perfis de risco. A percepção do consumidor de uma marca é um dado chave na determinação do valor da marca, porque as marcas são uma combinação de desempenho de negócios, entrega de produtos, clareza de posicionamento, e liderança.

A percepção do consumidor é usada para determinar a contribuição da marca, que mede a influência somente da marca no valor financeiro em uma escala de 1 a 5 (sendo 5 a mais alta). É uma avaliação da associação de uma marca na mente dos consumidores para promover vendas, predispondo os consumidores a escolherem a marca ou pagarem mais por ela.

Sobre Kantar Vermeer - A Kantar Vermeer é a única consultoria global de marketing que ajuda as marcas a desencadearem o crescimento orientado pelo propósito através do desenvolvimento e da incorporação de estratégias, estrutura e capacidade de marketing orientadas pelo insight do consumidor. Enraizado na pesquisa do consumidor, na compreensão dos stakeholders e na análise financeira, a compreensão aprimorada da Kantar Vermeer traz uma abordagem intrinsecamente multi lente para criar soluções para desafios de marketing estratégico. A Kantar Vermeer faz parte da Kantar do grupo WPP, uma das maiores empresas mundiais de dados, insights e consultoria.

Sobre Kantar Millward Brown - Kantar Millward Brown é uma agência global líder especializada em eficácia de publicidade, comunicação estratégica, mídia e pesquisa de valor de marca. A empresa ajuda os clientes a desenvolverem grandes marcas através de soluções qualitativas e quantitativas abrangentes baseadas em pesquisas. A Kantar Millward Brown atua em mais de 55 países e faz parte da Kantar do grupo WPP, uma das maiores empresas mundiais de dados, insights e consultoria. Saiba mais em www.millwardbrown.com.

Sobre WPP - A WPP é o maior grupo de serviços de comunicação do mundo, com faturamento de US$ 73 bilhões e receita de US$ 19 bilhões. Através de suas empresas operacionais, o Grupo oferece uma ampla gama de serviços de publicidade e marketing, incluindo gestão de investimentos em publicidade e mídia; gestão de investimentos em dados; relações públicas e assuntos públicos; branding e identidade; comunicação de serviços de saúde; marketing direto, digital e de promoção e relacionamento, assim como comunicação especializada. A empresa emprega mais de 200.000 pessoas (incluindo associados e investimentos) em mais de 3.000 escritórios em 113 países. Para mais informações, visite www.wpp.com.

A WPP foi nomeada Holding do Ano no Festival Internacional de Criatividade do Lions de Cannes de 2016 pelo sexto ano consecutivo. A WPP também foi nomeada, pelo quinto ano consecutivo, a Holding mais Eficaz do Mundo no Effie Effectiveness Index de 2016, que reconhece a eficácia da comunicação de marketing. Em 2016, a WPP foi reconhecida pela Warc 100 como a World’s Top Holding Company (pelo segundo ano consecutivo). Leia mais em maxpressnet 19/05/2017

21 maio 2017



BRMalls mantém precificação de follow on apesar de abalo político

A BRMalls decidiu seguir adiante com a sua oferta subsequente de ações (follow on), apesar da turbulência política. Na segunda-feira (22), será definido o preço da ação e esse é o ponto de discussão.

Demanda existe. Na sexta-feira (19), estava em 1,5 vez no encerramento do roadshow. Desde que a BRMalls lançou a oferta, o preço das ações recuou 9,61%. Considerando a cotação do papel na sexta-feira, a oferta, sem contar o lote suplementar, levantaria quase R$ 1,6 bilhão, próximo do desejo da companhia. Leia mais em colunadobroad.estadao 21/05/2017



Risco político não foi abordado em contrato entre XP e Itaú

Eventos de disruptura política e econômica não foram contemplados no contrato de aquisição da XP pelo Itaú Unibanco. Normalmente, negócios de compra e venda carregam as chamadas cláusulas MAC (material adversal change), que consideram ocorrências como guerras e quedas de presidentes, abrindo a premissa para que transações possam ser desfeitas.

Bola de Cristal?

Nesse caso, a ausência de cláusula prevendo risco político no contrato não foi consequência de nenhuma bola de cristal, mas uma moeda de troca. Isso porque a XP abriu mão do processo de abertura de capital, com o qual esperava captar de R$ 12 bilhões a R$ 15 bilhões no curto prazo. Fora do IPO, os sócios da XP se viram à frente de uma série de exigências contratuais e terão de aguardar o aval do Cade e do Banco Central para a concretização do negócio e recebimento dos recursos, que podem sair somente em 2018. Leia mais colunadobroad.estadao 21/05/2017



Com crise política, IPOs e captações ficam em suspenso no mercado financeiro

Incertezas dificultarão concretização de projeções otimistas

A crise política colocou em compasso de espera os negócios no mercado de capitais. Nesse tipo de operação, as empresas emitem ações ou títulos de dívida (debêntures e bonds) para ter dinheiro e investir em seus projetos ou comprar concorrentes. Mas, como a delação da JBS aumentou a incerteza em relação à retomada econômica, quem estava se preparando para fazer captações resolver esperar.

"Ficou todo mundo perplexo com o que aconteceu. Foi algo grave e ninguém sabe se os efeitos vão persistir a curto, médio e longo prazos. Quem estudava alguma operação está colocando em compasso de espera", diz Jorge Simão, diretor do banco de investimento Haitong.

A postergação de algumas operações pode fazer com que o ano seja menos promissor no mercado de capitais do que o previsto. No caso da oferta de ações, a B3 (antiga Bovespa) calculava ao menos R$ 25 bilhões no ano (R$ 11,4 bilhões já foram emitidos até abril). O número poderia ser ainda maior se a Reforma da Previdência fosse aprovada ainda no primeiro semestre. Em uma operação dessas, a maior parte do dinheiro costuma ir para o caixa das empresas, que utilizam os recursos para aquisições ou para ampliação dos negócios. No entanto, bancos de investimento consultados afirmaram que essas ofertas só irão para a rua quando o cenário voltar a ficar mais claro. Essa postergação deve empurrar algumas operações para o ano que vem.

Operações ficaram mais caras
Na renda fixa, o efeito foi parecido. Fabrizio Sasdelli, sócio da área de Mercados Financeiro e de Capitais do Lobo & de Rizzo Advogados, afirmou que as empresas preferem esperar porque algumas operações, se ocorrerem agora, vão ficar mais caras. Isso porque, até quarta-feira à noite, esperava-se uma taxa básica de juros em torno de 8% até o fim do ano. Com a crise política, os economistas passaram a esperar uma magnitude menor na redução da Taxa Selic (atualmente em 11,25% ao ano), o que afeta a remuneração que as empresas vão pagar aos investidores.

"As operações agora vão sair mais caras, então é melhor esperar. Não significa que essas operações vão ser canceladas, mas há um custo adicional pela incerteza de cenário, então todo mundo vai esperar para ver que dimensão essa crise vai tomar", explica, citando que as empresas ligadas às concessões públicas eram as mais ativas nesse mercado.

Em 2017, até abril, já foram feitas R$ 20,5 bilhões em operações de renda fixa, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Um pouco mais de um quarto desse dinheiro teve como destinação os investimentos em expansão ou aquisições e uma fatia de 17% foi destinada para capital de giro (se a economia está em crescimento, as empresas precisam de mais dinheiro para as necessidades do dia a dia). O restante foi usado para rolagem de dívida, ou seja, as empresas trocaram dívidas mais caras por mais baratas ou alongaram os vencimentos.POR AGÊNCIA O GLOBO Leia mais em epocanegocios 21/05/2017



Crise política põe em risco aportes de R$ 60,5 bi em infraestrutura

Consultoria prevê suspensão de investimentos privados em áreas ligadas a concessões

A crise política deflagrada após as denúncias contra o presidente Michel Temer pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pode ameaçar investimentos privados de R$ 60,5 bilhões no setor de infraestrutura este ano. O número é uma projeção da Inter.B Consultoria, que já prevê a suspensão de grandes investimentos por parte das empresas, sobretudo em áreas ligadas a concessões públicas, como aeroportos, portos, energia elétrica e saneamento, entre outros.

Somente entre a última quarta-feira, quando o Globo revelou as denúncias, e sexta-feira, investidores estrangeiros já suspenderam negociações que estavam em andamento na área de fusões e aquisições.

Segundo Marcelo Gomes, diretor-geral da Alvarez & Marsal, consultoria especializada em gestão de empresas, foram dois adiamentos que somam mais de R$ 2 bilhões entre aportes e investimentos: um na área de energia e concessão de rodovias, e outro no segmento de varejo.

Para o presidente de uma empresa que atua na área de infraestrutura, com a forte oscilação do dólar e do mercado de ações, as equipes estão em reuniões para “reorganizar o orçamento”, traçando cenários de maior instabilidade. No dia seguinte às denúncias, o dólar avançou mais de 8%, na maior alta desde a maxidesvalorização, em 1999.

"As empresas devem suspender grandes investimentos, pois é preciso delimitar o impacto da crise. Os investimentos que poderão ser mais afetados são os atrelados a áreas reguladas, pois dependem do governo para que sejam operacionalizados, como os de infraestrutura. Os investidores vão tirar o pé do acelerador", diz Cláudio Frischtak, sócio da InterB Consultoria.

Aquisições suspensas
Segundo projeção da InterB Consultoria, dos R$ 60,5 bilhões em investimentos privados previstos para este ano, R$ 30,6 bilhões estão destinados aos transportes, como ferrovias, portos e aeroportos. Energia tem programados R$ 16,1 bilhões, e telecomunicações, outros R$ 11,8 bilhões.

"Investir é uma aposta no futuro. Tem que ter previsibilidade", destacou Frischtak.

Já Gomes, da Alvarez, teve de aumentar o expediente para atender aos fundos de investimento estrangeiros atrás de respostas sobre o atual momento. Como consequência, lembra que uma empresa, com atuação em concessões e em energia elétrica, suspendeu seu processo de venda, que estava marcado para o dia 29.

"A data de fechamento da operação foi cancelada. Um fundo de investimento dos EUA estava negociando a compra por R$ 1 bilhão e iria investir mais R$ 1 bilhão. Nessa crise, os fundos de investimento são mais reativos à instabilidade. A primeira reação é esperar. O setor mais afetado será o de infraestrutura, como saneamento, aeroporto e rodovia", diz.

Gomes cita a suspensão do processo de compra de uma empresa brasileira de varejo com atuação nacional por uma americana: "A companhia dos EUA vai esperar de três a quatro meses para ver como vai se comportar o dólar, pois poderá ver o ativo brasileiro ficar mais barato. É um balde de água fria".

Apesar das incertezas, no setor de petróleo e gás os investidores continuam interessados em participar dos três leilões previstos para este ano, dois no pré-sal e um no pós-sal.

"O apetite continua grande. Realmente acredito que o setor de óleo e gás vai dar o pontapé inicial para a retomada da economia. E vai começar pelos leilões", afirma Décio Oddone, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que manteve encontros com investidores estrangeiros nas duas últimas semanas.

Ele lembra que uma eventual disparada do dólar beneficiará investimentos das petroleiras no país, que gastam em reais. Mesmo em caso de mudança de governo, avalia que os leilões não serão cancelados: "As grandes petroleiras e as mais tradicionais conhecem o Brasil. Sabem que, mesmo em crises pontuais políticas ou econômicas, contratos são respeitados".

João Carlos De Luca, da De Luca Consultoria e ex-presidente do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), acredita que as empresas não vão perder a oportunidade de acessar os campos do pré-sal: "A notícia assustou. Acredito que pode ter algum dano, que pode preocupar alguma empresa que estaria vindo para cá pela primeira vez. Mas os investimentos são de longo prazo." POR AGÊNCIA O GLOBO Leia mais em epocanegocios 21/05/2017

危機 e 危机 : a palavra 'crise', escrita em chinês 



20 maio 2017

Enjoy compra 55% do Conrad do Uruguai por US$ 189 milhões

Esta semana, o grupo chileno Enjoy concluiu o processo de compra dos 55% restantes do Conrad Punta del Este da Caesars Entertainment. Em maio de 2013 o Grupo Enjoy concluiu o processo de compra de 45% da empresa por US$ 139,52 milhões e teve a preferência de comprar os 55% restantes, o que acaba de acontecer.

O Grupo Enjoy infomou à Superintendência de Valores e Seguros do Chile que emitiu e colocou no mercado bônus para US# 300 milhões, com vencimento em maio de 2022, a uma taxa de juros inicial de 10,5% e que os recursos serão utilizados para financiar o valor da compra de 55% das ações de emissão da Baluma AS (companhia proprietária do Conrad), dentre outras.

Inicialmente, o Grupo Enjoy procurou um parceiro para financiar a compra, chegando quase a um acordo com o fundo internacional Advent, mas a operação acabou não sendo concluída.

Em maio de 2013 o Grupo Enjoy concluiu o processo de compra de 45% da empresa por US$ 139,52 milhões e teve a preferência de comprar os 55% restantes, o que acaba de acontecer.

Além disso, a empresa chilena está em processo de expansão do complexo, com investimentos planejados de US$ 220 milhões. O projeto, anunciado no final de 2015, contempla a construção de três torres de 22 andares na mesma propriedade.

Juan Eduardo García, gerente geral do Enjoy Conrad, disse na ocasião que o projeto permitiria quadruplicar a capacidade hoteleira e um aumento significativo na infraestrutura de serviços. Em números: as três torres totalizam 91.000 metros quadrados e acrescentam mais 900 quartos aos 294 disponíveis hoje. Garcia disse que a proposta também inclui aumentar a área destinada ao jogo para 670 metros quadrados. Leia mais em gamesbras 19/05/2017


20 maio 2017



19 maio 2017

Grupo Vittia adquire controle da mineira Biovalens de defensivos biológicos

O Grupo Vittia de fertilizantes especiais e inoculantes anunciou a aquisição de 80% do controle acionário e a incorporação da companhia de defensivos biológicos Biovalens, com sede em Uberaba (MG). Com o negócio, cujo valor não foi revelado, o conglomerado, sediado em São Joaquim da Barra (SP), amplia a participação no setor com produtos complementares aos já comercializados, disse ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), José Roberto Pereira de Castro, diretor comercial e de Marketing do Grupo Vittia.

“É uma companhia com poucos ativos, mas com um valor muito grande potencial que possui. Um dos produtos da Biovalens, por exemplo, é um fungo que se alimenta de ovos e nematoides jovens e tem um potencial gigantesco por substituir defensivos químicos altamente tóxicos”, exemplificou Castro.

Com a aquisição, o Grupo Vittia passa a reunir quatro empresas do setor – além da Biovalens, é formado pela Biosoja, a Samaritá e a Granorte – “e segue em busca do crescimento orgânico e de aquisições, desde que gerem sinergia”, afirmou o executivo. “Surgir oportunidade é uma coisa, mas uma aquisição necessariamente passa por uma captação no mercado e é um desafio suportar um financiamento com o crescimento anual de 20% do grupo”, completou.

Castro, no entanto, disse que o grupo não fez qualquer captação para adquirir a Biovalens, negócio que foi feito com recursos próprios e ainda a troca de participação no Grupo Vittia dos antigos acionistas da empresa mineira. “Não vamos tomar dinheiro no mercado financeiro para promover esse crescimento”, explicou.

Em 2017, ainda sem contabilizar a Biovalens, o Grupo Vittia espera faturar R$ 412 milhões, ante R$ 345 milhões no ano passado e R$ 290 milhões em 2015. “Para suportar esse crescimento, necessariamente, os acionistas precisam tirar de seus resultados para reaplicarem na companhia”, completou.

Fundado em 1971, o conglomerado do setor de insumos iniciou a expansão no fim da década de 1990, passou por um crescimento orgânico até 2014, quando recebeu um aporte do fundo de investimentos Brasil Sustentabilidade, com a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Fundo de Previdência da Caixa (Previ). O fundo de investimentos detém desde então 29,5% da fatia do Grupo Vittia.

Com seis unidades fabris, o grupo está entre os três maiores de fertilizantes foliares do Brasil, atende a 25% do mercado de inoculantes do País. Com a aquisição, a expectativa é que, em 2020, a área de biológicos, com produtos para controle de pragas e doenças e inoculantes, passará a representar 25% do faturamento do Grupo Vittia, estimado em R$ 800 milhões. Estadão Leia mais em istoedinheiro 19/05/2017

19 maio 2017



Goldman Sachs faz novo aporte de capital na Information Builders

Information Builders, fabricante especializado em business intelligence (BI) e analytics, integridade e integração da informação, anunciou um aumento do investimento de capital realizado pelo grupo Goldman Sachs Private Capital Investing. O investimento tem o objetivo de melhorar o desempenho da Information Builders no mercado de soluções de BI. As empresas não revelam valores.

O grupo Private Capital Investing é a plataforma de investimento da Goldman Sachs dedicada a aportar capital de risco para as empresas médias e em crescimento em toda a América do Norte. O grupo é co-liderado por Michael McGinn, diretor executivo da Goldman Sachs, que se juntará ao conselho de administração como parte do investimento. Participa também do investimento a Bregal Sagemount, uma firma com uma trajetória estabelecida de investimento em software.

Deloitte atuou como o principal consultor financeiro da Information Builders em sua transação de investimento minoritário. Leia mais em tiinside 19/05/2017



Startup recebe aporte de R$ 4 milhões para estimular participação popular nas cidades

Uma startup que fiscaliza a qualidade de serviços públicos e incentiva a tomada de decisões do governo com base na participação popular é o primeiro investimento na área de políticas públicas do bilionário americano Pierre Omidyar, fundador da plataforma de comércio eletrônico eBay, no Brasil.

Sediado em São Paulo, o Colab.re vai receber aporte de R$ 4 milhões, capitaneado pelo fundo de impacto social Omidyar Network, criado pelo empreendedor da tecnologia e que está situado no Vale do Silício, e também pelo investidor da área de mídias independentes MDIF (Media Development Investment Fund), baseado em Nova Iorque.

O recurso será destinado ao desenvolvimento de novas ferramentas de engajamento para os cidadãos e de inteligência para governos. A startup já trabalha no lançamento ainda este ano de mecanismos tecnológicos de análise da satisfação e do sentimento da população com os serviços e instituições públicas, de dispositivo de avaliação de políticas públicas em tempo real e de sistema de gamificação, que premiará os usuários da rede social que mais contribuírem com a melhoria das cidades.

O Colab.re fechou o ano passado com 130 clientes ativos, a maioria prefeituras, como Santos e Campinas, em São Paulo, e Niterói, no Rio de Janeiro. Em 2017, a meta é chegar a 200 cidades, estrear a adesão de governos estaduais, e ultrapassar 500 mil usuários cadastrados – três vezes mais que os 150 mil atuais.

Para consolidar a liderança no mercado brasileiro de tecnologia cívica, a plataforma também vai ampliar o quadro de colaboradores para 50 pessoas, entre programadores, time comercial e especialistas no atendimento às cidades. Estes são responsáveis por planejamento urbano, gestão dos municípios parceiros e pesquisas de mercado.

O modelo de negócios da empresa consiste no fornecimento de soluções tecnológicas para gestão inteligente das cidades, com foco na solução de demandas e zeladoria urbana. Na web e em aplicativos os cidadãos podem fiscalizar 80 áreas, como focos de mosquitos, calçadas e iluminação, por meio da geolocalização de smartphones e tablets, e de fotos.

A partir daí, agentes públicos acompanham em tempo real o painel de monitoramento da plataforma, a fim de mapear reivindicações, gerar números de protocolos para acompanhamento e para mobilizar equipes para solucionar os casos reportados. Há situações em que cidades filtram as informações por regiões, bairros ou ruas com intuito de promover mutirões específicos para combater ocorrências populares.

Outro serviço oferecido pela plataforma é a ferramenta de participação nas tomadas de decisões, 'Orçamento Colaborativo Digital'. O produto permite que prefeituras promovam consultas sobre temas-chave das cidades pelo aplicativo, a fim de legitimar as prioridades dos investimentos públicos.

No ano passado, a Prefeitura de Santos destinou R$ 10 milhões para o orçamento participativo digital, que alcançou mais de 10 mil votos, 32 vezes mais que o modelo tradicional. Já Campinas colocou nas mãos dos habitantes a decisão de investir R$ 1 milhão e o projeto vencedor prevê a implantação de um centro de aprendizado de costura industrial na cidade, para que empreendedores do segmento de confecção tenham a oportunidade de atuar como empregados na indústria do setor, individualmente ou em cooperativas.

O Omidyar Network já operacionalizou U$ 1 bilhão de dólares de investimentos em iniciativas de impacto social pelo mundo, nas áreas de educação, tecnologias emergentes, governança e envolvimento cidadão e direitos de propriedade. Deste montante, US$ 568 milhões foram reservados a iniciativas sem finalidade comercial e US$ 515 milhões com fins lucrativos. O MDIF já destinou US$ 153 milhões para financiar 100 projetos de mídias independentes de 39 países, entre jornais de bairros e multiplataformas, que incentivam a liberdade de expressão. Leia mais em tiinside 19/05/2017



Log Commercial Properties desiste de IPO

A Log Commercial Properties, unidade de gestão de espaços comerciais da construtora e incorporadora MRV desistiu de sua planejada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A operação, que deveria incluir ofertas primária (ações novas), vem após acionistas da empresa terem aprovado um aumento de capital de 250 milhões de reais em novembro, pondo fim a planos anteriores de abrir o capital, iniciados em junho.

Os acionistas da Log ainda aprovaram em fevereiro passado levar um IPO adiante, mas a operação foi definitivamente engavetada. Por Aluísio Alves Leia mais em Reuters 19/05/2017



Brasil investiu R$ 1 bilhão em fintechs

O investimento feito por bancos e startups do setor financeiro, as chamadas fintechs, em iniciativas consideradas disruptivas chegou a R$ 1 bilhão no Brasil.

É o que aponta um levantamento do FintechLab, hub de conexão, pesquisa e integração do ecossistema de fintechs nacional, e da Clay Innovation, apresentado durante o 10° Fórum Internacional de TI Banrisul.

O volume é pequeno frente à febre mundial de investimentos em fintechs, que totalizaram US$ 19 bilhões em 2015 de acordo com um levantamento da KPMG, mas, para a realidade brasileira, mostra um mercado em ebulição.

"Nenhum banco está parado, todos têm alguma iniciativa de reação às fintechs, como Cubo (espaço de coworking e startups do Itaú), Inovabra (programa de inovação aberta do Bradesco), Radar Santander (programa de aceleração em parceria com a Endeavor), entre outros", afirma Marcelo Bradaschia, sócio fundador da FintechLab, um centro de pesquisa sobre o mercado fintech nacional.

O interesse dos bancos é despertado por uma onda crescente de novas empresas focadas no segmento.
O primeiro radar da FintechLab, que mapeia iniciativas do segmento, identificou 170 ações em agosto de 2015. Hoje, a organização contabiliza 260 iniciativas.

Longe de reproduzir o cenário de disrupção clássico visto em outras indústrias, na qual os novos players definem novas regras para o mercado e aniquilam os players tradicionais, bancos e fintechs estão desenvolvendo uma espécie de simbiose.

"Fintechs enfrentam grandes desafios, especialmente para ampliar a escala dos negócios. Enquanto isso, o maior obstáculo para os bancos é acelerar a inovação e ter flexibilidade, que é a força trazida pelas startups", afirma Roberto Marchi, sócio na Mckinsey & Company.

As fintechs são comem a margem de lucro dos bancos em alguns segmentos lucrativos, mas, no geral, não tem condições de levar essas instituições à derrocada. Para a Mckinsey & Company, a fatia de mercado que elas podem ocupar fica em no máximo 15%.

"A ameaça é a erosão do preço do banco, com impacto na rentabilidade, a partir de mudanças nas expectativas dos clientes com as novas possibilidades apresentadas pelas startups", detalha Marchi.
Ele relata que, mesmo em mercados em que as fintechs estão mais avançadas, como nos Estados Unidos, há dificuldade para levar os negócios a patamares mais altos.

"Não é banco X fintechs. Há startups que veem de forma unicamente competitiva, mas a filosofia da associação não é essa, pois a união é muito mais produtiva", explica Paulo Deitos, diretor de parcerias para região Sul da ABFintechs, associação brasileira de empresas do ramo.

Um exemplo desse tipo de união é o Banco Neon, instituição 100% digital que entrou em operação no Brasil em julho.

A empresa foi criada a partir de uma joint-venture entre a startup Controly e o Banco Pottencial, que já era credenciado como instituição financeira junto ao Banco Central e ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC).

A razão social e o nome fantasia do banco foram alterados para Banco Neon e Banco Neon S.A. Com a Controly, a estratégia era oferecer um cartão pré-pago associado a uma conta e um aplicativo.
Já o Neon oferece aos usuários uma conta corrente no app e um cartão de débito da Visa.
Júlia Merker Leia mais em baguete 19/05/2017 



Com fundo Gávea, São Francisco vai investir mais

O grupo de saúde São Francisco está investindo, neste ano, R$ 60 milhões em expansão orgânica e concluindo a aquisição de uma operadora de convênio médico, cujo nome não foi revelado.

O montante é mais do que o total aplicados nos últimos três anos. O aumento deve-se à entrada da gestora de private equity Gávea, que adquiriu 29% do capital da empre... Leia mais em valoreconomico 19/05/2017



BCE faz apelo por mais fusões entre bancos no continente

O Banco Central Europeu (BCE) fez um apelo para que os bancos da zona do euro se engajem mais em fusões e aquisições de instituições de outros países dentro do continente, tornando assim o sistema financeiro local mais integrado.

A falta de integração concentra os riscos e prejudica a capacidade da instituição fazer política monetária, afirmou o BCE em um relatório publicado hoje.

A moeda única é vista como uma forma de encorajar a emergência de grandes emprestadores pan-europeus. No entanto, muitas instituições recuaram para dentro das fronteiras nacionais após a crise financeira de 2008.

"O compartilhamento de risco entre países ainda é pequeno", alertou o BCE. Isso significa que choques econômicos em países individuais passam diretamente para o consumo e crescimento, ao invés de serem compartilhados pela região.

Mario Draghi, presidente da instituição, tem repetidamente alertado que o bloco tem bancos demais e que emprestadores são ineficientes. O setor bancário europeu é grande relativamente ao dos EUA, uma vez que muitas empresas locais se financiam diretamente com essas instituições ao invés dos mercados financeiros. Fonte: Dow Jones Newswires. Estadão Conteúdo Leia mais em dci 19/05/2017



IBGC lança novo caderno de gestão de riscos com foco em governança

Após 10 anos do lançamento do primeiro caderno sobre o tema, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) lança nesta sexta-feira (19) seu segundo caderno sobre gestão de riscos corporativos, agora com foco em governança e voltado principalmente para o conselho de administração. ...

..A representante do IBGC frisa que a intenção não é evitar o risco, mas sim demonstrar a necessidade de alinhar esse apetite à estratégia da companhia.

“Risco não tem a ver com perda e sim com ousadia, todo negócio tem risco”, disse. Nesse sentido, a intenção do caderno de orientação do IBGC é falar com quem aprova a estratégia, o conselho, e com ..... Leia mais em valoreconomico 19/05/2017



Otimismo reduzido

O volume de fusões e aquisições no Brasil caiu 2,5% até abril deste ano, na comparação com o mesmo período de 2016, segundo a PwC.

De ontem para hoje, a consultoria reduziu sua projeção de alta para 2017, mas ainda espera 10% mais operações no ano —antes, previa 20%, diz o sócio Rogério Gollo.

“Pode haver uma paralisação temporária, mas as principais reformas serão feitas.”

Do total de transações, 41% envolveram estrangeiros. O número foi 15% menor que há um ano, mas Gollo observa um gradual aumento de interesse dos investidores de fora.FOLHA DE SÃO PAULO (SP) COLUNA - MERCADO ABERTO cristina.frias Leia mais em cliptvnews 19/05/2017



Território conquistado

A Cast Group, empresa de tecnologia da informação, prevê investir R$ 50 milhões em três aquisições que deverão se concretizar até o próximo mês, segundo o presidente, José Calazans da Rocha.

“Os recursos para essas operações estão garantidos. Há ainda planos de comprar outras duas empresas até o início de 2018, mas, com a crise política, há dúvidas em relação à captação.”

O aporte previsto para as novas aquisições, que serão negociadas no segundo semestre, é de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões, diz.

As compras da companhia são uma forma de expandir a atuação nacional da Cast, que quer aumentar sua presença em Minas, no interior de São Paulo, no Rio de Janeiro e no Paraná.

Além disso, há planos de investir ao menos R$ 6,4 milhões, neste ano, no desenvolvimento de novos produtos, afirma Calazans.

R$ 320 MILHÕES foi o faturamento da Cast no país no ano passado. 2.000 são os funcionários da empresa no Brasil. FOLHA DE SÃO PAULO (SP) COLUNA - MERCADO ABERTO cristina.frias Leia mais em cliptvnews 19/05/2017



18 maio 2017

Colgate pode estar à venda, despertando interesse de Unilever e P&G

A empresa americana de bens de consumo Colgate-Palmolive está disposta a negociar sua venda, segundo informação do “The New York Post”, citando fonte.

O preço para fechar um acordo seria de US$ 100 por ação, o que avaliaria a empresa em mais de US$ 88 bilhões. O presidente-executivo Ian Cook teria dito em reunião com investidores institucionais na ... Leia mais em valoreconomico 18/05/2017

18 maio 2017



Cade aprova fusão de Dow e DuPont, condicionada a desinvestimentos

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou nesta quarta-feira, por unanimidade, a operação mundial de fusão entre a Dow Chemical e a DuPont, condicionada a cumprimento de acordo com as partes que prevê uma série de desinvestimentos ao redor do mundo, que foram negociados com órgãos de defesa da concorrência de outros países e no Brasil.

Entre esses compromissos está o desinvestimento de ativos relacionados a sementes de milho da Dow no Brasil, como a transferência de cotas em banco de germoplasma, centros de pesquisa, entre outros.

Os termos do acordo aprovado são semelhantes ao que já havia sido analisado pela Superintendência-Geral do Cade, que no início deste mês apresentou parecer favorável à operação, com os desinvestimentos previstos no acordo.

Internacionalmente, o acordo prevê alienação nos negócios de copolímeros de ácido e ionômeros de propriedade da Dow.

"O comprador tem de ser independente, sem vínculos com as partes, deve ter recursos financeiros e experiência para desenvolver no negócio, com força concorrencial", disse o conselheiro Paulo Burnier, relator do caso no plenário do Conselho.

Outro desinvestimento previsto é na área de defensivos agrícolas, envolvendo, nesse caso, ativos globais da DuPont, incluindo linhas de produtos, propriedade intelectual, entre outros.

Em nota conjunta, a Dow e a DuPont afirmaram que "continuam trabalhando de forma construtiva com órgãos regulatórios das demais jurisdições relevantes para obter a aprovação da fusão" e acreditam que o processo deverá ser concluído entre 1 de agosto de 2017 e 1 de setembro de 2017.

"A aprovação da fusão pelo Cade está sujeita à implementação do pacote de remediações que mantém a lógica estratégica e o potencial de criação de valor da transação para todas as partes interessadas", diz a nota.

"Este pacote contempla a venda de parte do negócio de sementes de milho da Dow AgroSciences no Brasil, incluindo algumas unidades para processamento de sementes, centros de pesquisa em sementes, uma cópia do banco de germoplasma da Dow AgroSciences no Brasil, a marca Morgan e a licença para uso da marca de sementes da Dow por um determinado período de tempo."

As duas empresas classificaram a aprovação do negócio pelo Cade como "um resultado muito positivo para a fusão".

Para não influenciar nas negociações de vendas dos ativos, o Cade não divulgou detalhes, como o prazo para a conclusão dos desinvestimentos. (Por Leonardo Goy; Edição Paula Arend Laier) Reuters   Leia mais em noticias.r7 17/05/2017