23 abril 2017

Venda da Notredame Intermédica avança para due dilligence

Apesar de estar no meio de um processo chamado de ‘dual track’, em que a empresa analisa concomitantemente uma fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) e uma oferta inicial de (...) Leia mais Coluna do Broad 23/04/2017


23 abril 2017



22 abril 2017

Bossa Nova investe em startups

Empresa aposta em startups que já receberam investimento-anjo, mas que ainda não estão prontas para uma rodada de fundos de investimento

Dando continuidade à sua estratégia de expansão, a Bossa Nova Investimentos, empresa de investimento liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler, anuncia o aporte em nove startups. Com mais de 150 no portfólio, a projeção é atingir um número acima de mil aportes até meados de 2020. O investimento costuma ficar entre R$ 100 mil e R$ 800 mil, em uma faixa de aplicação classificada como Micro Venture Capital, ou Micro VC.

Segundo João Kepler, o alto número de investimentos já realizados no Brasil e Estados Unidos comprova o desenvolvimento de um portfólio sólido e com grande potencial de retorno. “Buscamos nos tornar referência como a maior e mais qualificada empresa de investimento-anjo no Brasil. Estamos conseguindo apresentar ao mercado investidores anjos qualificados que estão aguardando bons negócios para investir e contribuir”, assinala Kepler.

Para Pierre Schurmann, além de capital, a Bossa Nova agrega experiência e oferece mentoria para alavancar os negócios das startups para futuramente alcançar grandes ‘exits’. “Estamos criando um ecossistema formado por nossas investidas que têm agregado valor prático aos co-fundadores.
Através de um tripé baseado em negócios, conhecimento e relacionamento, trazemos “smart money” para as startups.  E isso, no estágio atual, pode valer até mais do que o capital que aportamos” afirma Schurmann.

Estas são as tartups que fazem parte do portfólio da Bossa Nova Investimentos:

QueroQuitar (www.queroquitar.com.br): empresa que tem o propósito de ajudar as pessoas a resolver suas pendências financeiras, desenvolvendo um ambiente online amigável que preserve a relação das empresas com seus consumidores.

Pet Booking (www.petbooking.com.br): e-marketplace que tem como objetivo fornecer soluções tecnológicas para facilitar o dia a dia de empresas prestadoras de serviços do segmento Pet, tornando mais fácil o agendamento de serviços de banho, tosa, consultas veterinárias, hoteizinhos, creches, passeadores, entre outros.

Total Voice (www.totalvoice.com.br): permite que empresas possam colocar ligações, SMS e mensagens de voz diretamente dentro de suas soluções. Entre a lista de clientes, estão empresas como Havan, Exact Sales e Sebrae.

Pluga.co (pluga.co): plataforma que permite integrações entre ferramentas e serviços web, sem escrever uma linha de código. O usuário pode conectar as ferramentas que já usa (ou tem interesse em usar), criando uma comunicação inteligente entre elas.

Automobi (automobi.com.br): plataforma que ajuda os proprietários de veículos a manter a saúde do carro em dia. Através de algoritmos, consegue entender as necessidades dos usuários e conectá-los as mais de 100 mil oficinas e concessionárias em todo o Brasil.

VegPet (www.vegpet.com.br): pet shop online que se preocupa com a qualidade de vida dos pets e a sustentabilidade do planeta. Oferece no portfólio alimentos 100% vegetais, produtos não testados em animais, biodegradáveis e de qualidade premium.

Foodster (foodster.io): aplicativo que facilita a entrega de comida utilizando o conceito pessoa-a-pessoa. O pedido é entregue por “pessoas comuns” e o usuário pode acompanhar todos os movimentos em tempo real a partir do aplicativo.

KlipBox (www.klipbox.com.br): plataforma de monitoramento de notícias online que ajuda empresas a se manterem atualizadas. O sistema monitora notícias em mais de 30 mil veículos nacionais e internacionais, disponibilizando conteúdo em português, espanhol e inglês.

Digital Influencers (www.digitalinfluencers.com.br): plataforma pensada para Digital Influencers e para marcas que desejam fazer parcerias com essas pessoas. A ferramenta disponibiliza os melhores influenciadores, acompanha o andamento das campanhas e melhora os resultados.

Sobre a Bossa Nova Investimentos A Bossa Nova Investimentos é uma empresa de investimento semente liderada pelos empresários Pierre Schurmann e João Kepler, que soma mais de 150 startups investidas em seu portfólio. A Bossa Nova realizou mais de 40 investimentos diretos em startups no Brasil e nos Estados Unidos em 2016 e anunciou recentemente a inauguração de sua nova operação em Miami. Leia mais em próxima 20/04/2017

22 abril 2017



21 abril 2017

Empresário brasileiro compra grupo de autocarros Vimeca

Francisco Feitosa é dono da Vega, parceira da Barraqueiro em Manaus. Agora, vai dominar empresa da zona de Lisboa.

O grupo Vimeca, que todos os dias transporta passageiros de autocarro nos concelhos de Cascais, Oeiras, Sintra, Lisboa e Amadora, vai ser vendido a um empresário brasileiro, Francisco Feitosa. Este, de acordo com a Autoridade da Concorrência, que está a analisar a operação de aquisição, é o dono do grupo de transporte rodoviário de passageiros Vega, que opera em Fortaleza, Brasil. Com a compra da Vimeca, Francisco Feitosa internacionaliza os seus negócios, depois de ter fundado a Vega em 2002.

Actualmente, de acordo com o site da empresa, a Vega é a maior empresa do sector em Fortaleza, com uma frota de 320 veículos. Já a Vimeca foi criada em 1931 (chamava-se Viação Mecânica de Carnaxide e fazia a ligação entre Carnaxide e Oeiras com recurso a uma carroça) e hoje detém 232 autocarros que fazem 83 carreiras regulares, transportando uma média de 173 mil pessoas por dia.

A empresa tem procurado expandir as suas actividades, e a estratégia incluiu uma parceria com o grupo português Barraqueiro, de Humberto Pedrosa (accionista da TAP ao lado de Neeleman, dono da empresa de aviação brasileira Azul). Em 2011, a Barraqueiro iniciou o seu processo de internacionalização com a compra de uma empresa de transporte rodoviário de passageiros em Manaus, em associação com a Vega. No passado, a Barraqueiro adquiriu empresas rodoviárias em Fortaleza, onde se quer expandir por via do metro ligeiro.

O valor da venda da Vimeca não é conhecido, mas representa o desinvestimento do sector dos transportes por parte do grupo Imorey. Claramente mais orientado para os negócios do imobiliário e hotelaria, o grupo é o dono da rede de hotéis Fénix e de empresas como a Brasilurban, Imoandorra e Go – participações e empreendimentos imobiliários.

De acordo com uma notícia do Jornal de Negócios de 2014, a Imorey tem como accionistas empresários que emigraram para o Brasil e que regressaram depois para Portugal ao país de origem. No caso dos hotéis Fénix, este projecto teve início em 1986, e a maior parte das unidades foram compradas e depois assimiladas ao grupo (entre oito, só dois foram edificados de raiz). O PÚBLICO tentou contactar o grupo Imorey, a Vimeca e a Vega, mas não foi possível obter reacções.

A entrada de um novo investidor estrangeiro no sector do transporte rodoviário de passageiros surge após a tentativa frustrada dos mexicanos da ADO/Avanza. Através de Espanha, onde detém a Avanza, o grupo ADO ganhou a subconcessão da Carris e Metro de Lisboa após um concurso lançado pelo anterior governo PSD/CDS. No entanto, o actual executivo, e no meio de pressões da CGTP, do PCP e do Bloco de Esquerda, reverteu a decisão e hoje a Carris é gerida pela Câmara de Lisboa. O mesmo aconteceu, aliás, com a Transdev, que tinha ganho o concurso de exploração da Metro do Porto, e com a Alsa, que ficara com a STCP. A anulação das subconcessões foi contestada judicialmente. Por parte do Governo, está fora de causa o pagamento de indemnizações, mas este já admitiu discutir o pagamento das despesas que os privados tiveram com a preparação para os concursos em causa.Luís Villalobos Leia mais em publico.pt 20/04/2017
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Chiquinho Feitosa compra empresa em Lisboa

O empresário cearense Chiquinho Feitosa comprou uma empresa de ônibus em Portugal, a Vimeca. A empresa de transportes opera na região da Grande Lisboa.

A Autoridade de Concorrência (AdC), o órgão antitruste português, informou em nota que Chiquinho “não dispõe de qualquer actividade em Portugal”.

No Brasil, Chiquinho é sócio do empresário lusitano Humberto Pedrosa (Grupo Barraqueiro) em empresa de ônibus em Manaus (AM). Pedrosa, por sua vez, é sócio de David Neeleman (Azul Linhas Aéreas) na companhia aérea TAP.

A empresa comprada por Chiquinho foi fundada em 1931. Em 1995 passou a atuar na Grande Lisboa quando assumiu o controle da Rodoviária de Lisboa.

Chiquinho é o dono da empresa Vega, concessionária de linhas de ônibus em Fortaleza. Nesta semana, a Vega perdeu pelo menos dois coletivos na série de ataques promovidos por criminosos.

O empresário é primeiro suplente do senador Tasso Jereissati (PSDB) e cunhado do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Leia mais em povo 22/04/2017

21 abril 2017



IPO do Carrefour pode chegar a US$ 1,250 bi e deve ocorrer no fim do ano

A oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da operação brasileira do Carrefour será de até US$ 1,25 bilhão. A expectativa é de que a transação fique para a última janela (...) Leia mais em Coluna do Broad.estadao 21/04/2017



20 abril 2017

Unilever acerta compra de Sir Kensington’s após rejeitar Kraft

Empresa de alimentos produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo

A Unilever, que rejeitou uma proposta de aquisição de US$ 143 bilhões da Kraft Heinz no início do ano, aposta nos condimentos para dar nova vida aos seus negócios.

A gigante de produtos domésticos, cujo portfólio engloba a maionese Hellmann’s e o sorvete Ben & Jerry’s, fechou a compra da Sir Kensington’s, uma jovem empresa de alimentos que produz ketchup natural e sem organismos geneticamente modificados e maionese sem ovo. O valor pago foi de cerca de US$ 140 milhões, segundo uma pessoa com conhecimento da transação.

A empresa europeia adquiriu outras marcas jovens no passado para renovar sua imagem e entrar em mercados de crescimento mais acelerado.

No ano passado, o conglomerado adquiriu a Seventh Generation, uma fabricante de produtos de limpeza naturais e com consciência ambiental com sede em Vermont, nos EUA.

O acordo foi anunciado cerca de dois meses depois que a Unilever adquiriu a Dollar Shave Club, uma empresa de entregas de itens de higiene pessoal por assinatura que é popular entre os membros da geração Y.

Com o último negócio, a Unilever espera reforçar sua reputação em termos de produtos sustentáveis. A maionese vegana da Sir Kensington’s é feita de aquafaba, um ingrediente que faz sucesso entre os consumidores que estão optando por alimentos ecologicamente corretos.

“A missão deles de trazer ‘integridade e charme a alimentos comuns e ignorados’ está em linha com o Plano de Sustentabilidade da Unilever”, disse Kees Kruythoff, presidente da divisão norte-americana da empresa.

A maionese sem ovos ainda corresponde a um pequeno segmento do mercado de maionese dos EUA, de US$ 1,4 bilhão, mas está se expandindo rapidamente. No ano passado, as vendas aumentaram 20 por cento, para US$ 20,6 milhões, segundo a Nielsen.

O CEO da Unilever, Paul Polman, anunciou uma reformulação da companhia neste mês após a rejeição à tentativa de aquisição da Kraft Heinz. Como parte da reformulação, a Unilever está colocando seu negócio de margarinas à venda e tentando ampliar os retornos dos acionistas por meio de recompras e de metas de rentabilidade maiores. Polman reconheceu que foi pego de surpresa pela abordagem da Kraft Heinz, que é controlada pela firma de private equity 3G Capital e pela Berkshire Hathaway de Warren Buffett.

Peso da queda

A Unilever enfrenta uma desaceleração mais ampla que tem pesado sobre gigantes dos setores de alimentos e de produtos de consumo em ambos os lados do Atlântico. Em uma tentativa de acumular US$ 3 bilhões em vendas nos próximos 10 anos, a empresa está expandindo a distribuição de seus produtos em grandes cidades, inclusive na cidade natal da Sir Kensington’s, Nova York.

A Sir Kensington’s, que foi fundada em 2010, vende seus produtos em estabelecimentos da Whole Foods Market e de outras redes de varejo. Para a Unilever, a aquisição significa possuir uma concorrente da Hampton Creek, a empresa de maionese sem ovos que a Unilever processou pela rotulação de seu produto Just Mayo.

A transação deverá ser concluída nas próximas semanas e os cofundadores da Sir Kensington, Mark Ramadan e Scott Norton, permanecerão na empresa. Por Olivia Zaleski e Craig Giammona, da Bloomberg Leia mais em exame 20/04/2017

20 abril 2017



GE aumenta aposta em impressão 3-D após realizar aquisições

A General Electric sacudiu o mercado de impressoras 3-D no ano passado, quando investiu mais de US$ 1 bilhão para adquirir duas empresas.

E isso pode ser apenas o começo. A gigante da fabricação avalia realizar mais compras para ... - Leia mais em bol.uol 20/04/2017



Aquisição de empresa pet pode ser a maior já registrada no setor de e-commerce

Gigante americana varejista PetSmart oferece US$ 3,5 bilhões pelo e-commerce de alimentos Chewy. O valor é superior ao pago pelo Walmart pela Jet.com

Se você nunca ouviu falar da Chewy, você provavelmente não está sozinho. Mas a PetSmart, gigante varejista americana, viu no e-commerce focado em alimentos para pets um imenso valor. Viu, aliás, um valor tão alto que deve superar todas as aquisições já realizadas no setor de e-commerce. Segundo o site Recode, a PetSmart irá adquirir a Chewy por US$ 3,5 bilhões.

O acordo impressiona. É um valor superior, por exemplo, àquele pago pelo Walmart na compra da Jet.com no ano passado ou ao que o Facebook ofereceu pelo Snapchat (US$ 3 bilhões) em 2013, mas não bateu o martelo. As duas empresas envolvidas nesta aquisição, porém, são relevantes e proeminentes no setor de pets.

Com mais de 1,5 mil lojas, a PetSmart teve seu controle acionário vendido por US$ 8,7 bilhões há pouco mais de dois anos. Já a Chewy tem registrado um crescimento extremamente significativo. Só no ano passado, a companhia teve receita de US$ 900 milhões. Embora ainda sem lucro, espera atingir US$ 2 bilhões de receita neste ano, segundo o Los Angeles Times. A Chewy era, ao menos até esta aquisição da PetSmart, uma candidata a abrir .. Leia mais em epocanegocios 20/04/2017



Health Invest busca aquisições mesmo após assumir hospital com dívida

Após a compra do hospital Vera Cruz, em Belo Horizonte, a Health Invest tem outros três ativos em processo de due diligence, que é uma auditoria prévia à aquisição.

Com o investimento, a rede comandada por fundadores e dissidentes da Oncoclínica embarca em uma consolidação de hospitais regionais mirando ativos – muitas vezes de gestão familiar e imersos em dívidas – que possam se valorizar após ajustes de gestão e redução de custos.

As novas compras ajudariam a aumentar a geração de caixa e reduzir o alto endividamento. Ao ser comprado no final de 2016, o Vera Cruz tinha uma dívida estimada em mais de R$ 80 milhões, cerca de 10 vezes o que a companhia foi capaz de gerar em Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) em um ano. Coluna do Broad  Leia mais em capitolioconsulting 20/04/2017



19 abril 2017

Operações de fusão e aquisição na AL devem crescer 11% no 1º semestre

As transações de fusões e aquisições devem subir 11% na América Latina no primeiro semestre deste ano, segundo dados do Intralinks Deal Flow Predictor. O número supera a média glo (...) Leia mais Coluna do Broad 19/04/2017

19 abril 2017



Sem Dilma, leilão deve trazer torrente de dinheiro

Setor de energia espera bilhões para a construção, operação e manutenção de 7.400 km de linhas de transmissão

É alta a expectativa do mercado quanto ao leilão de 7.400 quilômetros de linhas de transmissão no próximo dia 24. O governo preparou uma maratona na Bovespa, que deve ser iniciada às 8h00, duas horas antes do habitual.

Ao longo do dia, serão colocadas à venda 35 lotes de linhas de transmissão em 20 estados, incluindo Rio, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Bahia.

Espera-se que o leilão negocie ao menos 90% do ofertado, como aconteceu no último evento do tipo, em 2016. Segundo o governo, isso significa R$ 13,1 bilhões em investimentos.

Trata-se de um panorama bem diferente dos tempos de Dilma Rousseff. No último leilão elétrico da administração petista, foram vendidas só 40% das linhas.  Por Ernesto Neves Leia mais em radaronline.veja 19/04/2017



Viacom compra parte majoritária de ‘Porta dos Fundos’.

A Viacom International Media Networks (VIMN), divisão da Viacom Inc. (NASDAQ: VIAB, VIA), anunciou hoje um acordo definitivo para a aquisição de parte majoritária do coletivo de humor ‘Porta dos Fundos’. A aquisição incorpora uma das maiores produtoras brasileira de conteúdo de comédia da internet e o mais influente canal de YouTube do mundo – de acordo com o ranking Zefr* – ao portfólio da Viacom, expandindo a atuação da companhia na América Latina e ampliando ainda mais sua base de criação de conteúdo.

‘Porta dos Fundos’, fundado por Antonio Tabet, Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Ian SBF, em 2012, é uma companhia de produção de conteúdo audiovisual líder no Brasil, conhecida pela criação de vídeos curtos de comédia em formato de esquetes e conteúdos para televisão. O canal do grupo no YouTube, operado e gerenciado pela companhia, está hoje no ranking dos dez principais canais de entretenimento do mundo** – atualmente com mais de 13 milhões de inscritos. Recentemente, o canal ultrapassou a marca de 3 bilhões de visualizações, tornando-se o quinto produtor de conteúdo brasileiro mais visto na história do YouTube**. A combinação de ‘Porta dos Fundos’ com os consagrados canais de TV por assinatura da VIMN – que incluem Comedy Central, MTV, Nickelodeon e Paramount Channel – fortalece ainda mais a presença da companhia no Brasil.

Pierluigi Gazzolo, Presidente da VIMN Américas, que irá supervisionar o negócio, comenta: “À medida que continuamos aumentando escala na região da América Latina, nosso investimento para a aquisição do ‘Porta dos Fundos’ reforça nosso compromisso com o mercado brasileiro e amplia nossa capacidade de criar conteúdo inovador, muitas vezes já nascidos em plataformas digitais, que irão complementar os recursos e as marcas da Viacom já existentes”. “O talento e a criatividade mostrados pelos membros fundadores do ‘Porta dos Fundos’ na construção dessa marca são impressionantes e estamos muito animados para unir forças e expandir a presença do grupo fora do Brasil, por meio de nossa rede de marcas de sucesso ao redor do mundo. Acreditamos fortemente que a propriedade de conteúdo é um fator chave para o sucesso e estamos muito felizes em adicionar essa nova dimensão ao nosso portfólio”, completa.

“A parceria com a VIMN não poderia nos deixar mais felizes. A sociedade é um grande passo para o grupo se expandir no mercado internacional, com novas oportunidades globais para o nosso portfólio tanto online como offline. Além disso, o acordo prevê uma distribuição excepcional de nossos conteúdos”, diz Tereza Gonzalez, CEO de Porta do Fundos.

O time de fundadores do ‘Porta dos Fundos’ construiu um poderoso legado na comédia brasileira com conteúdos inovadores e uma tremenda visão criativa que seguirá guiando o crescimento do grupo e incrementando cada vez mais a parceria com a VIMN. Com essa aquisição, VIMN e Porta dos Fundos irão cocriar várias novas produções em um esforço contínuo para fortalecer a veia criativa na produção de conteúdo original para as marcas em plataformas lineares e não lineares. Devido ao longo histórico da VIMN no gênero de comédia com Comedy Central – uma das principais marcas da companhia no mundo – essa parceria é um excelente complemento e irá proporcionar incontáveis oportunidades nessa área. As duas empresas já trabalharam juntas na coprodução de ‘Portátil’, série de cinco episódios sobre os bastidores da peça de teatro homônima de ‘Porta dos Fundos’, exibida no Brasil pelo Comedy Central em 2016.

Essa aquisição é mais um marco na longa e bem sucedida trajetória de investimentos da Viacom no Brasil, que começou com o lançamento da MTV, em 1990. O portfólio da Viacom no mercado brasileiro atualmente inclui sete marcas de canais de TV por assinatura, como Comedy Central, Paramount Channel, VH1, Nickelodeon, Nick Jr, entre outras; um conjunto de aplicativos móveis de TV on demand; múltiplos eventos e experiências, como ‘Meus Prêmios Nick’ e ‘Dia de Brincar’, da Nickelodeon; e uma extensa oferta de produtos de consumo licenciados. A VIMN mantém um escritório local em São Paulo desde 1998. Com a recente aquisição do maior canal de TV aberta da Argentina – a Telefe – somado ao robusto portfólio de redes de TV por assinatura e, agora, com a aquisição de ‘Porta dos Fundos’, a VIMN expande ainda mais a presença em todas as formas de distribuição midiáticas e plataformas de criação de conteúdo.

Os ativos do ‘Porta dos Fundos’ incluem, além do canal principal, uma série de outros canais no YouTube, o site portadosfundos.com.br, uma extensa biblioteca de vídeos de curto formato, diversas séries de TV, muitos aplicativos móveis, games e uma linha de produtos licenciados.

Sob os termos da transação, a VIMN tem a opção de aumentar sua posição de proprietária do ‘Porta dos Fundos’ no futuro. Leia mais em vistolivre 19/04/2017
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Os milhões de reais que o Porta dos Fundos faturou na venda

Os cinco sócios cariocas terão 49% do negócio. Os americanos da Viacom, 51%

Lançado em 2012, o site de humor Porta dos Fundos foi comprado pela americana Viacom, dos canais MTV e Nickelodeon, depois de uma negociação de meses.

O grupo não confirma, mas o valor do negócio é estimado em mais de 60 milhões de reais.

No acerto, os sócios cariocas Antonio Tabet, Fábio Porchat, Gregório Duvivier, João Vicente de Castro e Ian SBF ficam com 49%, e a Viacom, com 51%. Luciano Huck, sócio minoritário, vendeu sua parte.

A ideia é internacionalizar a marca. Com 50 funcionários, o grupo passará a produzir mais vídeos – hoje, são três por semana. “Teremos a mesma liberdade de antes na criação”, garante um dos sócios. Leia mais em veja 22/04/2017



ABS compra 100% da In Vitro Brasil

Multinacional concluiu a aquisição de 49% da empresa de biotecnologia por R$ 45 milhões

A partir deste mês de abril, a ABS Global passa a controlar 100% das ações da In Vitro Brasil. Desde 2015, a multinacional americana já possuía a maioria dos títulos (51%) da empresa focada em produção  IN VITRO de embriões bovinos. A negociação dos outros 49% era esperada para 2018, mas foi antecipada e concluída no dia 31 de março e anunciada nesta terça-feira, 18 de abril.

"Estamos muito felizes com esse anúncio. Essa ação vai nos permitir ampliar ainda mais o que fizemos nestes primeiros dois anos de integração das empresas, quando consolidamos nossos valores de pioneirismo e inovação, oferecendo para o mercado mundial mais e melhores opções de melhoramento genético", comemorou o diretor da ABS no Brasil, Márcio Nery, fazendo referência ao lançamento do ABS NEO, que foi o primeiro produto fruto da parceria. O valor total do investimento nos 49% das ações foi de cerca R$ 45 milhões.  Em fevereiro de 2015, o grupo Genus investiu R$ 20 milhões em 51%.

A ABS Global é uma multinacional de genética bovina, serviços de reprodução e tecnologia de inseminação artificial, com atuação em mais de 70 países. Já a IVB é uma empresa de biotecnologia  focada em produção de embriões bovinos por fertilização in vitro (FIV). Sediada no Brasil, a companhia opera em 17 países, incluindo Estados Unidos, Colômbia, México, Moçambique e Rússia.

Para Ricardo Campos, diretor da ABS na América Latina, a incorporação da IVB tem sido um pilar no crescimento da ABS no ano passado. "Fomos capazes de construir uma proposta de valor baseada na melhoria genética em combinação com os nossos serviços e programas. Esta aquisição nos permitirá acelerar nossos planos de expansão no uso de tecnologia de fertilização in vitro para outros países",completa.

Uma expansão que já começou desde a primeira etapa e negociações. Em junho do ano passado, por exemplo, foi inaugurado o laboratório da IVB no México, possibilitando a entrada de um novo produto no portfólio da ABS no país: o IVB Neo. "Nos possibilitou inovar, aumentando a nossa oferta de soluções genéticas ao mercado. Em um futuro próximo, a Fertilização In Vitro de embriões será uma ferramenta essencial para a reprodução bovina", avalia Luis Gonzalez Martinez, responsável pela ABS no México.

José Henrique F. Pontes, fundador da IVB e  vai continuar dirigindo a empresa dentro da ABS. "Tem sido uma oportunidade excelente pra  trabalhar aprender com a experiência da ABS em diferentes países. A sinergia tem sido muito grande e já está gerando frutos em locais e mercados antes não atingidos pela IVB. Já conquistamos em um resultado maior que o esperado , fato que levou à antecipação do negócio final, previsto para o ano que vem", comenta.

A central da ABS no Brasil está localizada em Uberaba, no estado de Minas Gerais. O local está passando por reformas e deve se tornar a sede oficial da IVB também a partir do segundo semestre. Leia mais em portada 19/04/2017



Governo abre caminho para venda de fatia da Odebrecht no Galeão a chineses

Pedido de reestruturação do pagamento da outorga da Riogaleão deve ser aprovado na próxima semana; chinesa HNA pode pagar entre R$ 3,5 bi e R$ 4 bi pelo negócio

O governo federal deverá aprovar na próxima semana o pedido de reestruturação do fluxo de pagamento da outorga da Riogaleão. A medida abre caminho para a compra da participação da Odebrecht no aeroporto carioca pelo grupo chinês HNA, que virou acionista da Azul Linhas Aéreas em 2015. O negócio – que dependia de uma revisão dos pagamentos anuais – está avaliado entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões.

Fontes em Brasília afirmaram ao Estado que a aprovação da proposta de reperfilamento da outorga está sendo formalizada na Secretaria de Aviação Civil, do Ministério dos Transportes. No início do mês, depois da publicação das novas regras para renegociação das outorgas, a concessionária apresentou ao governo federal uma alternativa para continuar administrando o aeroporto e ficar em dia com a União.

Com a queda na demanda, decorrente da recessão econômica que assola o Brasil, as receitas do grupo – formado por Odebrecht Transport, a operadora Changi, de Cingapura, e Infraero – ficaram aquém do esperado, dificultando o depósito das outorgas dentro do prazo. No leilão de concessão, ocorrido em 2013, a concessionária aceitou pagar R$ 19 bilhões em 25 parcelas anuais durante a vigência do contrato.

Agora, pela proposta de reperfilamento da dívida apresentada ao governo, a Riogaleão se propõe a pagar as parcelas de 2016 (atrasadas) e 2017 e antecipar os pagamentos de 2018, 2019 e 2020. Isso representará um reforço de R$ 4,5 bilhões aos cofres públicos. A quitação dos valores em atraso, de R$ 915 milhões, deverá ser feita entre terça e quinta-feira. Para isso, os sócios da Riogaleão estiveram reunidos ontem em Brasília para aprovar o aumento de capital no mesmo valor. Cada sócio fará o aporte conforme sua participação.

Isso significa que Odebrecht – que vive uma das piores crises da sua história e tem vendido vários ativos para honrar seus compromissos – terá de aportar quase R$ 300 milhões; a Changi, outros R$ 180 milhões; e a Infraero, quase R$ 450 milhões.

Carência. Inicialmente, a outorga de 2017 seria quitada em maio e a antecipação dos próximos três anos, em dezembro. Mas poderá haver mudança nas datas durante a aprovação do pedido de reperfilamento na Secretaria de Aviação Civil. Após esses pagamentos, a concessionária teria um período de carência para voltar a depositar as outorgas, que pode chegar a cinco anos.

A reestruturação proposta pela concessionária conta, no entanto, com a entrada de um novo sócio para fazer os pagamentos necessários. Da mesma forma, as negociações para a venda da fatia da Odebrecht dependiam da revisão das outorgas para irem adiante.

Hoje, a chinesa HNA tem exclusividade nas negociações referente à fatia da Odebrecht. A empresa está fazendo due diligence nos ativos do aeroporto para fazer uma proposta firme. Mas, segundo fontes próximas às negociações, o grupo asiático tem até o fim de maio para concluir o processo.
Antes da HNA, a Changi cogitou comprar a parte da Odebrecht no Galeão. Na época, a empresa também esbarrou na questão dos pesados pagamentos de outorgas que a concessionária tinha de fazer ano a ano.

BNDES. A aprovação do reperfilamento também deve ajudar nas negociações com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Em outubro de 2014, o BNDES aprovou empréstimo-ponte de R$ 1,1 bilhão para a concessionária. O crédito, que venceria em junho do ano passado, foi prorrogado para abril e, em seguida, para junho deste ano. O problema é que até agora não saiu o empréstimo de longo prazo, de R$ 1,6 bilhão, para quitar esse valor e fazer frente a outros investimentos já realizados (no total, a concessionária já investiu R$ 2 bilhões no aeroporto). Renée Pereira , O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 14/04/2017



Barceló adquire a administradora de hotéis Crestline

O grupo hoteleiro espanhol Barceló comprou da AR Global 60% do capital da administradora de hotéis norte-americana Crestline Hotels & Resorts. Como já possuía 40% da administradora, ele passa a controlar 100% da empresa.

O grupo espanhol já havia adquirido 100% da Crestiline em 2002, mas vendeu 60% para a AR Global, porcentagem agora recuperada.

A Crestiline Hotels & Resorts administra 112 hotéis em 29 Estados americanos, e tem mais de 16 mil quartos. Ela administra propriedades independentes e também de redes como Marriott, Hilton, Intercontinental e Hyatt, e tem 5.260 empregados.

Com o capital da Crestline, o grupo Barceló passa a operar 228 estabelecimentos em 21 países, com 30,5 mil empregados e 50,3 mil quartos disponíveis.

"Ficamos com a totalidade do capital de uma empresa rentável e com prestígio nos Estados Unidos, e isso nos coloca em uma ótima posição para continuar nossa penetração no país”, disse o diretor geral Econômico e Financeiro do grupo Barceló, Vicente Fenollar.Ana Luiza TieghiAna Luiza Tieghi Leia mais em panrotas 18/04/2017



MobLee recebe R$ 3 milhões da Bzplan

A MobLee acaba de receber um aporte de R$ 3 milhões da gestora de fundos de investimento Bzplan.

A plataforma da MobLee permite que organizadores criem apps para cada evento com o objetivo de passar informações para os participantes.

No app é possível incluir seções como timeline de notícias, lista de expositores e atrações, programação e palestrantes, planta do evento, perguntas & respostas, entre outras.

A empresa, fundada em 2011 em Florianópolis, tem na carteira clientes como a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Endeavor Brasil, BM&FBovespa e Sebrae.
Com 16 funcionários, a MobLee registrou um crescimento de 121% no número de eventos que utilizou sua plataforma em 2016.

Para o CEO, André Rodrigues, o aporte permitirá que a empresa invista no crescimento do time, na área de customer success e em processos de marketing e vendas.

“Já estávamos sentindo há algum tempo que estava na hora de acelerar. Só chegamos até aqui graças ao foco em produto, pesquisa e desenvolvimento. Então, não poderíamos deixar de fortalecer também as áreas de design e engenharia, para agregar mais valor aos clientes atuais e potenciais negócios”, explica Rodrigues.

De acordo com Marcelo Wolowski, sócio da Bzplan, a startup está caminhando para tornar-se também uma geradora de oportunidades no marketing offline.

“Nós enxergamos que o mercado dos investimentos no marketing offline vem decrescendo porque não é possível saber qual é o seu retorno real. A MobLee pretende mensurar esses investimentos e o retorno de cada um deles”, detalha.

A Bzplan tem sede em Florianópolis e foi criada em 2002. No ano passado, teve como destaque a operação de saída de uma das empresas em que investiu: a Axado, startup líder nacional em gestão de fretes, foi vendida ao Mercado Livre por R$ 26 milhões, o que rendeu um retorno de 426% ao fundo. Júlia Merker Leia mais em baguete 18/04/2017




SuporTI amplia atuação em nuvem com aquisição de empresa

ASuporTI, empresa especialista em Serviços Gerenciados de TI, acaba de concluir a aquisição da Enlight Consulting, especializada na implantação e suporte de Netsuite, primeiro ERP em nuvem, recentemente comprado pela Oracle. O objetivo é aumentar o portfólio de produtos e serviços ofertados para os clientes da SuporTI, combinando a expertise de gestão operacional com a de projetos de aplicativos para áreas de negócios.

Com apenas um ano de operação, a Enlight conquistou 7 novos projetos e mais de R$ 800 mil em vendas, além de ter sido responsável pelo primeiro projeto brasileiro de Netsuite no segmento industrial e pioneira na implantação do WMS (Warehouse Management System) para uma empresa no setor de distribuição. Por isso, com a aquisição, a SuporTI espera aumentar seu faturamento em 25%.

Outro fator importante para a compra foi a experiência dos profissionais da Enlight com o ERP da Microsoft, o Dynamics AX. Muitos já atuaram em outras consultorias e ofereciam serviços de mentoria para algumas empresas. Isso possibilitará que a SuporTI atue na resolução de problemas de infraestrutura e performance do Dynamics AX.

“A combinação de expertises nos permitirá preencher uma lacuna do mercado que é a oferta de suporte bem estruturado para Dynamics AX e outras soluções de negócios. Alguns clientes têm chamados abertos há mais de 12 meses com outras consultorias, sem receber uma resposta efetiva. Com nossa expertise de suporte à infraestrutura baseada em boas práticas como o ITIL, vamos oferecer eficiência na resposta às demandas geradas pós implementação do ERP”, explica Bruno Cesar Silva, sócio e diretor de operações da SuporTI.

Veja a entrevista exclusiva do executivo.
a os segmentos de serviços e distribuição e ampliar sua atuação na oferta de Serviços Gerenciados para empresas de pequeno e médio porte. Dessa forma, possibilitará o acesso a evidências e insights relacionados à operação e os clientes poderão aumentar sua eficiência e focar na estratégia de TI para seus negócios.

“Com mais de 10 anos no mercado, sabemos que a simples oferta de outsourcing não é suficiente para atender as necessidades dos clientes. Por isso, unimos a variedade de soluções à diversidade de experiências, a fim de oferecer opções mais personalizadas e eficientes para cada modelo de negócio”, conclui Bruno by Guido Orlando Jr.  Leia mais em void 18/04/2017



18 abril 2017

AES Tietê fecha compra de complexo da Renova por R$600 mi

Além do valor acordado para a compra, a companhia assumirá a dívida do projeto Alto Sertão II no valor de 1,15 bilhão de reais

A AES Tietê, da norte-americana AES, celebrou nesta terça-feira contrato para a compra do complexo eólico Alto Sertão II junto à Renova Energia, controlada pela Cemig, segundo fato relevante divulgado pela companhia.

Além do valor acordado para a compra, de 600 milhões de reais, a companhia assumirá a dívida do projeto Alto Sertão II no valor de 1,15 bilhão de reais.

A AES Tietê disse ainda que o valor do negócio poderá sofrer acréscimo de até 100 milhões de reais, se o desempenho da usina após cinco anos de operação exceder as expectativas mínimas da empresa (“earn out”).

Em 2 de janeiro, a Reuters antecipou que a Renova e a AES Tietê haviam fechado acordo sobre a venda do complexo de Alto Sertão II por um valor entre 600 milhões e 700 milhões de reais.]

No fato relevante nesta terça-feira, a companhia esclareceu ainda que um valor de aquisição de 650 milhões de reais, anunciado em fato relevante no dia 13 de janeiro, incluía um “earn out” projetado de 50 milhões de reais.

O complexo eólico, localizado no Estado da Bahia, possui capacidade instalada total de 386,1 MW e energia contratada por 20 anos.

A AES Tietê disse ainda que a “aquisição está alinhada com sua estratégia de, até 2020, compor 50 por cento de seu Ebitda com fontes não hidráulicas, com contratos regulados de compra de energia de longo prazo.

O negócio ajuda a Cemig, que tem buscado parceiros ou formas de capitalizar a Renova desde o fracasso em 2015 de uma transação que previa a entrada da norte-americana SunEdison no capital da companhia, cancelada após dificuldades financeiras da empresa nos EUA.Por Luciano Costa, da Reuters Leia mais em exame 17/04/2017

18 abril 2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 10 a 16/abr/2017

Anunciadas 12 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 10 a 16/abr/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 8 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                      
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Azul tira abertura de capital do papel e IPO movimenta R$ 2,021 bilhões. A companhia aérea Azul conseguiu emplacar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Em sua quarta tentativa e após ser surpreendida na semana passada com uma suspensão da oferta pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Azul fechou sua oferta inicial de ações  que movimentou R$ 2,021 bilhões. 10/04/2017

"Market Movers” - Exterior

  • Zoetis compra Nexvet Biopharma. Aquisição fortalecerá portfólio de manejo de dor crônica em cães e gatos. A Zoetis anunciou nesta quinta-feira, 13 de abril, a aquisição da Nexvet Biopharma, uma empresa especializada em terapias para animais de companhia. O preço de compra foi de US$ 6,72 por ação, representando uma avaliação agregada de capital de aproximadamente US$ 85 milhões. A Nexvet, fundada em 2010 e com sede em Tullamore, na Irlanda, é uma empresa de terapia biológica desenvolvida para animais de companhia e outras áreas.  13/04/2017
  • Serasa Experian vende 75% do negócio de email marketing para a Vector Capital. A Experian anunciou nesta quarta-feira, 12,, o fechamento de um acordo de venda do negócio de E-mail/Cross-Channel Marketing (CCM). Pela negociação, 75% da operação, que inclui as plataformas Experian Marketing Suite e Virtual Target e serviços relacionados, vão para as mãos da Vector Capital. O presidente da Serasa Experian e da Experian América Latina, José Luiz Rossi, informou, em comunicado, que a empresa continua a investir em inovação e soluções para o portfólio de serviços de marketing, porém com esforços concentrados em Targeting e Data Quality.12/04/2017
  • AT&T aposta no 5G com aquisição de empresa por US$1,25 bi. O acordo mostra como as operadoras podem estar cada vez mais dispostas a pagar altos preços por ativos críticos para a próxima geração da tecnologia. A AT&T informou nesta segunda-feira que vai comprar a Straight Path Communications, que detém licenças de redes sem fio, por 1,25 bilhão de dólares, como parte dos esforços para o desenvolvimento da tecnologia 5G. O acordo mostra como as operadoras sem fio podem estar cada vez mais dispostas a pagar altos preços por ativos que enxergam como críticos para a próxima geração da tecnologia.10/04/2017

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Cemig prevê acelerar venda de ativos. Como parte da estratégia para reduzir o endividamento, a estatal mineira Cemig pretende concluir as principais operações de vendas de ativos até outubro, disse ontem o diretor financeiro e de relações com investidores da companhia, Adézio Lima, na teleconferência sobre os resultados de 2016. Entre os ativos prioritários para a venda estão a participação na hidrelétrica de Santo Antonio, no rio Madeira (RO), a Cemig Telecom, linhas de transmissão (que serão transferidas para a Taesa) e a Gasmig (cujo modelo de venda ainda está sendo desenhado). 13/04/2017 
  • Bahema busca sócio para se firmar na educação básica. A holding de participações em empresas Bahema surpreendeu o mercado em fevereiro ao anunciar o investimento em duas escolas de ensino básico e a negociação com uma terceira, todas de linha pedagógica construtivista. As aquisições representam uma virada na estratégia da empresa, que passa a se dedicar exclusivamente ao setor de educação.... 10/04/2017

 M & A - COMPRA

  • Três anos depois de vender Grupo Multi, Carlos 'Wizard' já tem novo império. Há três anos, Carlos "Wizard" Martins surpreendeu o mercado ao anunciar a venda, por quase R$ 2 bilhões, do Grupo Multi, dono das escolas de inglês Wizard e da rede profissionalizante Microlins, à britânica Pearson. A operação, a maior aquisição em educação já feita no País até então, chamou a atenção não só pelo seu tamanho, mas também pelo "desapego" do fundador ao se desfazer de 100% de um negócio que, de tanto se identificar, acabou incorporando ao próprio nome - o empresário passou a assinar Wizard, em 1989, por sugestão de uma franqueada. Com casa no Brasil e em Miami, e aulas diárias de mandarim, Wizard não tira os olhos de novos negócios. E admite a vontade de voltar ao setor de ensino - o prazo determinado pela cláusula de não competição, assinada com a Pearson, terminou no mês passado. "Eu sou um investidor. E acho que, no caso de educação, a oportunidade vai surgir sem eu precisar ir atrás", afirma. "Acho que vão bater à nossa porta, porque construímos uma reputação nesse setor." 16/04/2017
  • AES Tietê diz estar negociação avançada com Renova para compra do Alto Sertão II. A AES Tietê Energia afirmou nesta quinta-feira, 13, por meio de comunicado ao mercado, que a companhia está em "fase avançada de negociação para a assinatura do contrato de compra e venda com a Renova Energia" , para aquisição do conjunto de parques eólicos denominado complexo Alto Sertão II. "A finalização da assinatura do contrato está sujeita à aprovação pelas instâncias societárias competentes das partes envolvidas", salientou a companhia. Em 13 de janeiro, a AES Tietê e Renova Energia informaram ao mercado que haviam fechado um acordo para a venda do complexo eólico, a um preço base de R$ 650 milhões, mas indicaram que a conclusão da transação ocorreria após a assinatura do contrato de compra e venda de ações (CCVA), cujos termos estavam ainda em discussão, e após o cumprimento "de condições precedentes usuais". O acordo garantia à AES o direito de exclusividade durante 45 dias. 14/04/2017
  • CCCC avança no país e estuda investir em infraestrutura . Menos de um ano após inaugurar o escritório regional da América do Sul, em São Paulo, o conglomerado de infraestrutura China Communications Construction Company (CCCC) adquiriu uma empresa de engenharia - 80% da Concremat - e assinou o acordo de investimento para ter 51% de novo porto em São Luís (MA), que será construído em parceria com a WPR. Agora, se prepara para alçar novos voos....10/04/2017
  • Positivo reforça diversificação dos negócios. A mudança de nome anunciada na manhã desta segunda-feira pela brasileira Positivo Informática — que passa a se chamar Positivo Tecnologia — é mais um passo na diversificação de seus negócios. O próximo virá em breve. De acordo com Hélio Rotenberg, presidente da companhia, um novo investimento será anunciado em um ou dois meses. “Estamos olhando para ‘internet das coisas’, big data, inteligência artificial”, disse. Em abril do ano passado, a companhia anunciou a compra de 50% da startup brasileira Hi Technologies, que atua na área de saúde. A companhia pretende se posicionar não apenas como uma fabricante de computadores, mas como um guarda-chuva de marcas e de diferentes.. 10/04/2017

PRIVATE EQUITY

  • Gigante chinesa está próxima de fechar compra de fatia do TCP por US$ 1 bi. A estatal China Merchants está em conversas avançadas para a compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), no Paraná. O ativo, que é controlado pelo fundo americano Advent, foi colocado à venda no ano passado, conforme antecipou o ‘Estado’. O valor da transação, referente à participação da Advent de 50% na empresa, é de cerca de US$ 1 bilhão, segundo fontes a par do assunto.13/04/2017

IPO/OPA

  • Fintechs podem liderar safra de IPOs na bolsa brasileira. Algumas fintechs inclusive já buscam recursos no mercado de capitais por meio de instrumentos mais simples, como fundos de recebíveis ou securitização. A Creditas lançou em março um fundo de recebíveis de 50 milhões de reais. O Geru faz uma modalidade de securitização com seu parceiro europeu AndBank. E o Nubank recebeu no fim de 2016 300 milhões de reais do Goldman Sachs por meio de Fundo de Investimentos em Direitos Creditórios (FIDC)..12/04/2017
  • Mercado de capitais capta R$ 52 bi no primeiro trimestre e ensaia retomada. As empresas brasileiras captaram R$ 52,23 bilhões no mercado de capitais no primeiro trimestre, volume 139% superior a igual período de 2016. É o melhor patamar de ofertas para os meses iniciais de um ano desde 2014, antes da atual recessão econômica. Na avaliação do diretor da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), José Eduardo Laloni, é um começo de ano muito animador. "Estamos otimistas [para 2017]. Os juros estão mais baixos e a inflação controlada, isso cria um ambiente muito bom para o mercado de capitais. A capacidade de superar valores [anuais anteriores] é grande", aponta. 1/04/2017
  • Votorantim Metais considera IPO, dizem fontes à Reuters. A Votorantim Metais, uma das maiores produtoras de metais básicos da América Latina, está considerando uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) para levantar recursos para investimentos e oferecer à controladora Votorantim SA dinheiro para expandir em outros segmentos fundamentais, disseram quatro pessoas com conhecimento direto da transação. A produtora de metais sediada em São Paulo, conhecida como VMH, está completando um plano de três fases para o IPO em setembro, disse uma das fontes .. 10/04/2017

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Netshoes capta US$ 149 milhões em IPO. Empresa de comércio eletrônico dona dos sites Netshoes e Zattini fez sua estreia na bolsa de valores americana nesta quarta-feira, 12. A Netshoes, empresa de comércio eletrônico dona dos sites Netshoes e Zattini, fez sua estreia na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE) com o preço de US$ 18 por ação nesta quarta-feira, 12. Ontem, a empresa colocou à venda mais de oito milhões de ações na New York Stock Exchange, conseguindo arrecadar US$ 149 milhões. 12/04/2017
  • Grupo Pneustore compra site de autopeças Itaro. Companhias afirmaram que as vendas de pneus do grupo combinado somam mais de 100 mil unidades por mês. O grupo Pneustore anunciou nesta quarta-feira a aquisição do site de comércio eletrônico voltado a autopeças Itaro, formando uma companhia com faturamento anual de cerca de 500 milhões de reais. A Itaro criada em 2012, vende autopeças e oferece serviços em 700 oficinas mecânicas parceiras. A empresa tem entre os investidores o fundo brasileiro Astella Investimentos e fundos internacionais como o russo Simile, o alemão Rigi, o ucraniano TA Ventures, o mexicano Variv Capital e o argentino IG Angels.12/04/2017
  • HCIG adquire participação na empresa CTA-Continental. A CTA Continental e a empresa americana Hail & Cotton International Group (HCIG) assinaram nesta terça-feira, 11, um acordo histórico. A HCIG passou a adquirir uma participação significativa na empresa venâncio-airense, cujos percentuais e detalhes da negociação não foram divulgados. Segundo o comunicado emitido à imprensa, a CTA permanecerá sob a liderança de Allan Bichinho, seguindo inalteradas todas as operações de vendas e de tabaco. "A HCIG participará na administração da CTA e continuará a fornecer apoio nas áreas de leaf e vendas à CTA", explica o anúncio. A CTA iniciou suas operações em Venâncio Aires em 1994 onde está localizada a matriz. Além disso, a empresa conta com quatro filiais sediadas nos municípios de Araranguá, Ituporanga e Papanduva, no estado de Santa Catarina, e em Irati, no estado do Paraná. A empresa é de propriedade conjunta de brasileiros e da GF Vaughan Tobacco Company, com sede em Lexington, Kentucky, nos Estados Unidos.11/04/2017
  • Brasileira Soluti adquire a unidade de certificação digital da DocuSign. A brasileira Soluti anuncia hoje (11) a aquisição da unidade de negócios de certificação digital da norte-americana DocuSign no Brasil. Assim, adiciona 11 novas unidades próprias (...)  11/04/2017
  • Tigre entra no segmento de tratamento de água. O grupo Tigre - conhecido, principalmente, pela atuação em tubos e conexões - entrou no segmento de tratamento de água e efluentes, por meio da compra do controle da startup BRWS, que, após a aquisição, passou a ser chamada de Tigre Soluções para Água e Efluentes (TSAE). "O negócio da Tigre não é o plástico, a matéria-prima, mas a água", diz o presidente do grupo, Otto von Sothen. A companhia ficou com 60% da empresa adquirida, e os fundadores mantiveram os demais 40%. O valor da aquisição..11/04/2017
  • JSL compra da Simpar 4 milhões de ações da Movida, por R$ 32 milhões. A empresa de logística JSL informou nesta segunda-feira que adquiriu quatro milhões de ações ordinárias de sua controlada Movida, detidas pela rede de concessionárias Simpar, pelo valor total de R$ 32 milhões. Os papéis foram comprados pelo preço unitário de R$ 8, que corresponde ao valor inicial do leilão de ações da Movida da qual a JSL particip...  10/04/2017
  • Azul tira abertura de capital do papel e IPO movimenta R$ 2,021 bilhões. A companhia aérea Azul, enfim, conseguiu emplacar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). Em sua quarta tentativa e após ser surpreendida na semana passada com uma suspensão da oferta pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Azul fechou nesta segunda-feira (10), após revogação da suspensão, sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), que movimentou R$ 2,021 bilhões. A ação da Azul, que estreia manhã na B3 (empresa resultante da fusão entre BM&FBovespa e Cetip) com o código Azul4, foi precificada em R$ 21,00, no centro da faixa indicativa de preço que constava no prospecto da oferta de R$ 19 a R$ 23. A demanda pelas ações, apurou o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, chegou a mais de quatro vezes o volume ofertado, impulsionado, principalmente, pelo alto apetite dos investidores estrangeiros, que responderam por mais de 70% da demanda. Além da bolsa brasileira, a Azul terá suas ações negociadas em Nova York. 10/04/2017
  • BX Log adquire terminal da Gollog em Jandira. Operador logístico oferece ao público maior agilidade com a modalidade das cargas aéreas. A BX Log adquiriu uma franquia da Gollog, unidade de cargas da GOL Linhas Aéreas Inteligentes, em Jandira (40 km de São Paulo, SP). O terminal tem 1,6 mil m2 e vai atender as empresas da região, já que Barueri é o principal cluster logístico do Brasil e a unidade está na região da Rodovia Castelo Branco e Rodoanel (com fácil acesso às rodovias estaduais e marginais Tietê e Pinheiros). 10/04/2017
  • Gestora HSI estreia na incorporação residencial. A Hemisfério Sul Investimentos (HSI) dá seu primeiro tiro para entrar no negócio de incorporação imobiliária residencial. Depois de um ano de conversas, a gestora de fundos de private equity imobiliário e crédito estruturado fechou parceria com a Nortis, de Carlos Terepins - empresário que deixou a Even Construtora e Incorporadora há um ano e meio ...10/04/2017
  • Columbia adquire 100% de complexo no Nordeste. A Columbia Logística adquiriu 100% das ações da Columbia Nordeste, que conta com um complexo de 245 mil m² em Simões Filho, na região metropolitana de Salvador (BA). A empresa, que também conta com a participação da CMLog como braço direito nas operações portuárias, agora volta as atenções para a Bahia, um dos polos logísticos mais importantes do país. A partir de agora, a Columbia Logística assume todas as operações da região. "Temos um dos maiores complexos logísticos do Nordeste”, explica o CEO da empresa, Marcelo Brandão. “O único na região com condições plenas de oferecer soluções integradas em toda a cadeia de suprimentos de clientes, com alto nível de complexidade e eficiência, desde o porto até a porta do consumidor final." 10/04/2017
  • Lone Star compra empresa de distressed Apoema no Brasil, diz fonte. A Lone Star Funds, empresa de Dallas fundada pelo bilionário John Grayken, está comprando a Apoema Capital Partners, empresa que administra cerca de R$ 4,5 bilhões em ativos distressed, segundo uma pessoa com conhecimento direto ... 10/04/217
  • Cade aprova joint venture de transporte marítimo de contêineres. A Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação sem restrições de uma joint venture concentracionista entre a Nippon Yusen Kabushiki Kaisha (NYK), Mitsui O.S.K. Lines (MOL) e Kawasaki Kisen Kaisha (KL), envolvendo o setor de transporte marítimo regular de contêineres. O acordo de integração dos negócios prevê que a NYK incorporará uma sociedade por ações japonesa (Kabushiki Kaisha) - referida como "Integrated Holding Company", também denominada HoldCo. A NYK constituirá uma sociedade de responsabilidade limitada de capital fechado que, em conjunto com a HoldCo, será chamada de "JV". O negócio da JV é o fornecimento de transporte marítimo regular de contêineres e serviços de terminais de contêineres, excluindo o Japão, para clientes em vários países. No Brasil, a operação proposta envolverá apenas o negócio de transporte marítimo regular de contêineres. A operação é avaliada, segundo parecer do Cade, em aproximadamente JPY 300 bilhões (cerca de R$ 8,202 bilhões).10/04/2017

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  



A2C incorpora clientes da For.B

A A2C vai incorporar oficialmente a agência For.B, de Joinville, a partir do dia 1º de maio.

De acordo com a agência, a decisão tem relação com o planejamento das empresas e com a identificação de sinergias muito fortes entre as companhias.

“Não temos dúvidas que esse movimento renderá frutos importantes para todos os envolvidos, principalmente para as novas marcas que passarão a integrar o portfólio da A2C e a contar com uma estrutura 360º, com DNA digital e foco em ROI, cuja presença já está em três diferentes estados brasileiros" afirmam Anderson de Andrade, CEO da A2C.

A For.B conta hoje com aproximadamente 15 funcionários e atua em comunicação, mídia, conteúdo e tecnologia.

Entre os clientes atendidos pela agência estão Univille, Hospital Dona Helena, Döhler, Tupy e CRH.
Já a A2C, agência de Joinville fundada em 2001, tem clientes como Senior, 3M, Cinemark, Tecnisa, Bunge, Tigre, Neogrid e Siemens. A empresa conta com uma unidade em São Paulo.Júlia Merker Leia mais em baguete 18/04/2017



Acionistas da Neoenergia negociam fusão da empresa com a Elektro

A ideia é abrir o capital da nova companhia que surgirá da fusão

Os acionistas da companhia de energia Neoenergia – o grupo espanhol Iberdrola, a Previ (fundo de pensão do Banco do Brasil) e o Banco do Brasil – estão em conversas para fazer uma fusão da empresa com a Elektro, que também é controlada pela Iberdrola.

A ideia, se a proposta for levada adiante, é abrir o capital da nova companhia que surgirá da união entre as duas elétricas, apurou o Estado com fontes a par do assunto.

As conversas para uma eventual fusão começaram há poucas semanas. Bancos foram contratados para representar as partes e já fizeram reuniões para tratar do tema.

Pessoas familiarizadas com o assunto afirmaram que o grupo Iberdrola tentou alinhar a união das duas empresas em 2011, quando adquiriu o controle da Elektro, mas as conversas não avançaram. À época, o grupo desembolsou US$ 2,4 bilhões pelo ativo.

“Agora, há uma boa vontade da Previ e do Banco do Brasil. Os dois querem sair do negócio. O BB é o que mais tem interesse em deixar a companhia de energia”, disse uma fonte. “Antes, não havia espaço para abrir negociações entre as partes.”

A fusão entre as duas empresas sempre foi vista como um caminho natural, uma vez que o grupo Iberdrola é acionista comum das companhias.

O Estado apurou que o grupo Iberdrola fechou o escritório no Rio de Janeiro e que todas as decisões da empresa são tomadas na Elektro, que fica em Campinas, no interior de São Paulo, o que já indica uma movimentação do grupo espanhol de que a fusão está mais avançada.

Além de três distribuidoras que abastecem 770 municípios nos Estados da Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte, a Neoenergia detém 50% de participação na Hidrelétrica Teles Pires, de 1,8 mil megawatts (MW), e 10% em Belo Monte, de 11 mil MW. No ano passado, o grupo faturou R$ 14,8 bilhões.

Já a Elektro encerrou o ano com receita líquida de R$ 4,7 bilhões. A empresa detém uma concessionária de energia que abastece 223 municípios paulistas e cinco cidades do Mato Grosso do Sul. “A Elektro tem uma qualidade muito boa e pode melhorar o perfil dessa nova empresa”, afirma o presidente da Thymos Energia, João Carlos Mello.

Saída

A fusão entre as duas companhias pode ser a porta de saída do Banco do Brasil do negócio. “O banco afirmou que não quer ficar em setores que não façam parte do seu principal negócio.

No caso da Previ (que soma fatia de 49%, incluindo um dos fundos de investimento), eles serão diluídos e podem sair de uma vez (da empresa)”, disse outra fonte.

De acordo com uma pessoa familiarizada com o assunto, não está descartada a possibilidade de o BB vender sua fatia para o grupo espanhol. Mas, segundo fontes, a abertura de capital poderá ser a maneira de costurar a saída de acionistas que não querem ficar na empresa.

No passado, a Iberdrola tentou comprar o controle da Neoenergia, mas as negociações não avançaram por entraves com os sócios. Por volta de 2012, os espanhóis mudaram de estratégia e colocaram sua parte à venda na empresa.

Chegaram a ter boas propostas de investidores chineses, como a State Grid, mas não fecharam um acordo por causa da interferência do governo federal, que não queria o avanço dos asiáticos na área de energia (hoje, numa das piores crises da história do País, os chineses têm comprado vários ativos no setor).

Procurada, a Neoenergia informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não tem nada a comentar sobre o assunto. A Elektro afirmou que “transações dessa natureza e magnitude são avaliadas diretamente pelo acionista”, que não respondeu à reportagem. O BB também não comentou. Previ e Iberdrola não retornaram os pedidos de entrevista.

Avanço chinês

A consolidação do setor de energia voltou com força nos últimos dois anos, impulsionada pela recessão brasileira.

O avanço dos asiáticos no mercado brasileiro tem sido liderado pela State Grid, que comprou no ano passado 23% da CPFL, por R$ 5,85 bilhões, que pertencia à Camargo Corrêa.

A empresa também adquiriu participações de outros acionistas, num negócio de quase R$ 15 bilhões. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em exame 18/04/2017




Michel Klein se une ao Bradesco para levar Via Varejo

Michel Klein, ex-proprietário da Casas Bahia, está se movimentando para levar a Via Varejo, detentora da empresa da qual foi dono e do Ponto Frio. Apesar de certo desconforto do francês Casino, controlador da Via Varejo por meio do Grupo Pão de Açúcar (GPA), devido ao interesse de Klein, o ex-dono tem dito que, agora, mantém uma parceria exclusiva com o Bradesco: o banco colocaria capital na Via Varejo por meio de seu braço de private equity e financiaria o restante da operação para Klein.

As conversas estão em andamento. A relação entre Klein e Bradesco é antiga e sempre foi muito boa. Uma oferta ainda não foi formalizada. Mas existe a expectativa de que o negócio possa ser retomado após a publicação do balanço da companhia, na semana que vem.

Dando frutos
O interesse de Klein em reassumir o controle da Via Varejo passa pela percepção de que a companhia entra em processo de recuperação. No primeiro trimestre, a receita aumentou 2,2%, depois de acumular queda de 8% em 2016. As estimativas de quem acompanha as negociações são de lucro superior a R$ 600 milhões para a operação em 2017. Pão de Açúcar, Klein e Bradesco não comentaram. (Com Dayanne Sousa)  - Estadão Leia mais em portal.newsnet 18/04/2017



17 abril 2017

Viação Águia Branca adquire Expresso Brasileiro

Nas últimas semanas, o setor rodoviário nacional se apresenta bastante movimentado, com muitas novidades para os amantes de ônibus.

As informações mais recentes dão conta de que a Viação Águia Branca, sediada em Cariacica - ES, adquiriu a tradicional empresa paulista Expresso Brasileiro, de Mogi Guaçu - SP.

De acordo com informações internas de funcionários das duas empresas, a Expresso Brasileiro, que possui mais de 70 anos de tradição no mercado, foi comprada pelo grupo Águia Branca. Brevemente, a compra será confirmada em caráter oficial.

A Expresso Brasileiro pertencia ao grupo Santa Cruz, que atualmente abrange as empresas Santa Cruz e Expresso Cristália. Com a mudança, o grupo Santa Cruz agora passa a possuir apenas de algumas linhas do eixo São Paulo - Minas.

Em decorrência da aquisição, especula-se que a Viação Águia Branca deixe algumas linhas do eixo Bahia e assuma as linhas do eixo Rio-São Paulo, que são operadas pela Expresso Brasileiro, tais como: Rio - São Paulo - via Baixada Fluminense;  Rio - São Paulo - via ABC Paulista e Rio - São Paulo - via Osasco, todas com apenas um horário. Fonte: MOB Ceará Leia mais em mobceara 15/03/2017

17 abril 2017



Atlas Copco adquire fabricante brasileiro de compressores

A empresa oferece uma ampla gama de compressores de pistão, compressores de parafuso e produtos para tratamento de ar

A Atlas Copco, fornecedora líder de soluções de produtividade sustentável, adquiriu a Pressure Compressores Ltda., fabricante brasileira de compressores de pistão e equipamentos relacionados.

A Pressure Compressores está localizada em Maringá no Estado do Paraná, Brasil. A empresa oferece uma ampla gama de compressores de pistão, compressores de parafuso e produtos para tratamento de ar, servindo principalmente o mercado brasileiro, mas também alguns outros países da América do Sul. Tem cerca de 150 funcionários e teve receitas em 2016 de cerca de BRL 50 milhões.

“Pressure Compressores é conhecida na América do Sul pela sua qualidade com uma tecnologia reconhecida em compressores de pistão”, disse Nico Delvaux, Presidente da área de negócios Compressor Technique. “Com esta aquisição fortaleceremos nossa presença nesta importante região”.

Os produtos da Pressure Compressores são utilizados por uma ampla gama de clientes industriais e profissionais; desde oficinas mecânicas até empresas de manufatura.

A aquisição deverá ser concluída durante o segundo trimestre de 2017. O preço da compra não é relevante em relação à capitalização de mercado da Atlas Copco e não será divulgado. Pressure Compressores fará parte da divisão Professional Air na área de negócios Compressor Technique. Leia mais em tratamentodeagua 10/04/2017



Viasoft adquire JetPDV

A Viasoft acaba de anunciar a aquisição da JetPDV. O objetivo da incorporação é aprimorar a solução da companhia para o setor supermercadista.

Com isso, o software de frente de caixa da JetPDV, que atende a 12 mil pontos de venda, passa a fazer parte da vertical Viasuper, da ViaSoft.

A partir do negócio, Dirceu Azevedo, ex-gestor comercial da JetPDV, passa atuar como gerente nacional de negócios do Viasuper.

Já Walter Alessandro de Alcântara Garrote, responsável pelo desenvolvimento de tecnologia da JetPDV, assume a unidade de PDV e frente de caixa da Viasoft juntamente com Ronaldo Bim, que responde pelo desenvolvimento e inovação da solução na companhia.

“O Viasuper já utilizava o JetPDV como frente de caixa, mas agora o sistema passa a se uma ferramenta nativa, o que significa mais segurança para o cliente final.  A Viasoft passa a ter domínio sobre o PDV, uma ferramenta de extrema importância para o mercado varejista, que leva toda a solução tecnológica para a parte de checkout”, declara Itamir Viola, presidente da Viasoft.

Desde 2015, algumas incorporações foram feitas pela Viasoft com o objetivo de fortalecer sua atuação em diversos setores de mercado. O próprio Viasuper surgiu quando a empresa incorporou o Systempo, em fevereiro de 2015.

Em setembro do mesmo ano, a Prodix passou a fazer parte do Agrotitan, solução para o segmento do Agronegócio da Viasoft. Em julho de 2016, a empresa realizou uma fusão com a Korp para atender também ao segmento da indústria.

No mercado de tecnologia de informação desde 1990, a Viasoft atende mais de 45 mil usuários com softwares especializados.Júlia  Merker Leia mais em baguete 17/04/2017



Muxi reforça operação com aporte

A Muxi planeja iniciar novos projetos em 2017 a partir do aporte de seu novo acionista, a Confrapar, gestora brasileira de fundos de investimento no setor de tecnologia. O valor do investimento da empresa pode chegar em até R$ 16 milhões em curto prazo.

O aporte da Confrapar tem o intuito de incrementar o portfólio de produtos da Muxi, que engloba soluções para toda a cadeia de pagamentos. A empresa também busca expandir as operações nos Estados Unidos.
“Nosso objetivo é adicionar novos perfis de clientes em nossa carteira, entre eles bandeiras, emissores de cartões, adquirentes e sub-adquirentes”, afirma Eduardo Rocha, CEO da operação brasileira.

Atualmente, a companhia possui mais de 130 colaboradores e tem sua tecnologia está em mais de 3 milhões de dispositivos (terminais POS, m-POS, tablets e smartphones). Além de Brasil e Estados Unidos, a empresa possui operações e carteira de clientes em países como México, Peru, Venezuela e Colômbia.

Para expandir a presença no mercado mundial, a Muxi contratou Paulo Guzzo, ex-vice-presidente de operações da Cielo, para o cargo de CEO global da companhia.

Já para o comando da Muxi no mercado norte-americano foi contratado Edward Myers, ex-CEO de uma das unidades da Global Payments.

“A ideia é aproveitar a liderança da Muxi com toda sua tecnologia e conhecimento desenvolvidos no mercado brasileiro, que está 15 anos a frente dos EUA em termos de adoção do padrão EMV - de cartões com chip. Em 2015, segundo dados da EMV Co, 71% dos cartões e terminais já estavam preparados para a tecnologia na América Latina. Já no mercado norte-americano esse número é apenas 26%”, pontua Paulo Guzzo.

No segundo semestre de 2017, a empresa planeja lançar um nova solução, que emula o terminal POS em dispositivos móveis. O sistema foi patenteado nos Estados Unidos e tem o nome comercial de MuxiWay.

Atualmente, a principal tecnologia da companhia é o Posweb, protocolo de internet que interage com os sistemas nativos de mais de 100 diferentes marcas e modelos de terminais POS e dispositivos.

Outros produtos da empresa oferecem, ainda, gestão de aplicações e pagamentos multicanal, permitindo o controle de transações eletrônicas de forma ágil e segura, além de possibilitar a diminuição de custos operacionais na captura eletrônica e processamento.

Presente no mercado desde 1993, a Muxi possui sua tecnologia embarcada em mais de 3 milhões de dispositivos. Com sede no Rio de Janeiro, a companhia tem escritórios em São Paulo, Lima, Cidade do México e Miami.

Entre os principais clientes da empresa estão Cielo, Visanet Peru, First Data, Nexxpago, PagaTodo, Redeban, Banrisul, Sicredi, Ipiranga e BR Distribuidora. Júlia Merker Leia mais em baguete 23/03/2017



DHL compra controle da brasileira Polar Transportes no segmento de saúde

A DHL Supply Chain, do grupo Deutsche Post DHL, anunciou nesta segunda-feira, 17, aquisição do controle de uma de suas prestadoras de serviços: a brasileira Polar Transportes, especializada em transporte rodoviário com temperatura controlada, de atuação no setor de saúde.

O valor do negócio não foi divulgado. A transação ainda está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Em nota, a DHL afirmou que a aquisição apoiará as ambições de crescimento da companhia no País. "Adquirir o controle de nosso provedor de serviços de longa data Polar Transportes é uma grande oportunidade para nós em oferecer uma solução integrada de ponta-a-ponta para a indústria de saúde no Brasil", declarou Javier Bilbao, CEO da DHL Supply Chain para a América Latina, por meio de nota.

Conforme a DHL Supply Chain, uma pesquisa com seus clientes mostrou que o transporte com temperatura controlada tem sido a prioridade do setor por três anos consecutivos. Além disso, a companhia avalia que o segmento de cadeia fria deverá crescer em dígitos duplos, tendo em vista que os novos lançamentos de produtos no setor, como medicamentos biológicos e vacinas, têm requisitos de controle de temperatura.

A Polar Transportes foi fundada em 1996 e trabalha como prestadora de serviços para a DHL há mais de 15 anos. Conta atualmente com 400 colaboradores e frota de 300 caminhões, com cobertura nacional.Luciana Collet Estadao Leia mais em mackenziesolucoes 17/04/2017



O desafio do gestor que fica quando a companhia é vendida

Permanecer no posto de presidente mesmo depois que a empresa é comprada não é tarefa fácil. Será preciso entender rapidamente as estratégias dos novos acionistas, equilibrar culturas corporativas diferentes e ainda mostrar bons resultados para se manter no cargo. O Valor conversou com quatro executivos que continuam no comando de grandes operações no Brasil depois de fusões ou aquisições ocorridas entre 2009 e 2016, em companhias de 400 a 1,9 mil funcionários. Para eles, os maiores desafios antes e depois dos processos de integração são levar o modelo de gestão dos compradores para dentro da organização, tranquilizar as equipes sobre possíveis alterações no quadro e ainda apaziguar clientes preocupados com a nova direção.

"Os funcionários precisam se sentir seguros com as mudanças e saber que farão parte de algo novo, que vamos construir juntos", afirma Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros. O executivo viu a empresa onde trabalha mudar de nome e de participação acionária duas vezes e, ao invés de ser afastado pelos novos controladores, foi promovido.

Em 2009, quando ele era vice-presidente da Marítima, a seguradora vendeu 50% das ações para a Yasuda Seguros, subsidiária do Grupo Sompo, de origem japonesa. Quatro anos depois, o Sompo aumentou a fatia na sociedade, assumiu o controle da Marítima e rebatizou a empresa.

"Com todo esse processo, vieram novas responsabilidades", lembra Vidigal. Com a integração MarítimaYasuda, o Brasil se tornou a maior operação do Sompo fora do Japão. Dos mais de 50 mil funcionários do grupo em 32 países, 1,9 mil estão aqui. Com isso, pipocaram na agenda do executivo atividades de relacionamento com o mercado para comunicar novas diretrizes, e foram organizados eventos para corretores em todo o país.

Outra tarefa foi estabelecer uma metodologia de trabalho para informar a matriz do andamento dos negócios no Brasil. "Continuei no comando porque o Sompo precisava de uma equipe com conhecimento de mercado e que fosse próxima dos corretores locais." A marca tem uma base de 19 mil corretores ativos no país.

Com pouco espaço de crescimento no Japão, o Sompo começou a garimpar novas operações no exterior. Nesse contexto, mercados como Brasil, Turquia e Malásia, com potencial de aumento de vendas, passaram a ser o foco do planejamento global. Geralmente, o japonês avalia bem todas as possibilidades antes de fazer um investimento, analisa Vidigal. "Mas quando veem uma oportunidade e confiam na equipe local, é muito difícil abandonar um projeto em que decidem investir.

O executivo também teve de lidar com a ousada decisão de mudar o nome da empresa. "Foi a primeira vez na história da companhia que o alinhamento da marca da subsidiária com a matriz aconteceu de forma tão radical." Na data limite de 1 de julho de 2016, nada mais no escritório levava o nome Yasuda Marítima desde o atendimento telefônico e a identidade visual até o desenho das apólices; tudo virou Sompo. "O outro desafio foi estabelecer uma cultura única para a nova organização que surgiu."

A Marítima era uma empresa brasileira focada em seguros massificados que eram vendidos, basicamente, para pessoas físicas. Já a Yasuda era especializada na área corporativa. "O processo de integração de sistemas e de produtos foi trabalhoso, por conta do alto volume de operações das duas companhias", diz. "Mas tudo aconteceu dentro do previsto." No ano passado, a Sompo alcançou mais de R$ 3 bilhões em prêmios de seguros, valor 17,4% superior aos R$ 2,7 bilhões registrados em 2015. A meta é crescer 15% ao ano até 2020.

A experiência de Vidigal expõe provas pelas quais os gestores precisam passar quando empresas trocam de mãos, segundo Guilherme Marback, sóciodiretor da Crescimentum, consultoria especializada no desenvolvimento de líderes corporativos. Eles têm de dimensionar recursos para a integração dar certo e ainda envolver outras lideranças que os ajudarão nesse trabalho, explica.

Para o especialista, uma das coisas que o gestor não pode fazer quando uma fusão bate à porta é ficar preso ao passado. "Assim como qualquer grande mudança, o que parece uma situação de risco pode ser uma oportunidade de desenvolvimento", diz Marback. "O executivo deve agir rapidamente, de olho no futuro, e identificar como pode contribuir da melhor maneira possível.

" Foi o que fez Vittorio Danesi, presidente da Simpress, de serviços de impressão e gestão de documentos. Mesmo com a aquisição da empresa de 1,6 mil funcionários pela Samsung, em 2014, e depois pela HP, no ano passado, ele segue na função. "A Samsung quis que eu continuasse e, além disso, ela tem uma forma de trabalho compatível com a da Simpress", justifica. "Minha rotina não mudou, mas incluí a tarefa de reportar e discutir estratégias com a matriz.

" Para ele, o maior desafio nesse caminho foi manter a liderança em uma nova estrutura societária, depois de 15 anos de gestão independente. "Fizemos um trabalho motivacional com os colaboradores para mostrar que a transição seria uma excelente oportunidade de desenvolvimento profissional", diz. "Além disso, tivemos de mostrar aos clientes que a forma de trabalhar dentro do novo guarda-chuva continuaria acontecendo com a mesma qualidade."

O executivo precisou se adaptar a uma outra cultura corporativa, importada da Coreia do Sul, país de origem da Samsung. "É fundamental que o líder entenda o modelo de gestão dos compradores e o leve para dentro da organização. Isso evita possíveis desgastes durante a troca de acionistas", afirma. "Mas a Samsung manteve as características da Simpress e determinou que eu a administrasse da mesmo forma que antes." No ano passado, segundo Danesi, a empresa se tornou a maior subsidiária da gigante asiática na área de impressoras.

Para Eduardo Carvalho, presidente no Brasil da Equinix, multinacional da área de data centers, a maior prova de fogo em uma fusão é administrar o quadro de funcionários. "Criase uma instabilidade, com dúvidas se eles vão ou não continuar na empresa", diz. O objetivo dele foi deixar claro que todos permaneceriam. Investiu no desenvolvimento dos profissionais e no contato com times de São Paulo e Rio de Janeiro, onde o grupo de 605 empregados está presente. "Passei a conversar muito mais com eles. É fundamental manter a transparência."

Carvalho trabalha na companhia desde a fundação, em 2005, quando ela era chamada de Alog Data Centers. A Equinix e a Riverwood Capital compraram 90% do grupo em 2011 e, em 2014, a Equinix adquiriu o restante da Alog, em uma transação avaliada em US$ 225 milhões. Nessa trajetória, antes de ser o atual presidente, ele passou de sócio e head de vendas a chefe de operações (COO) e CEO. "Fazer parte de uma empresa global traz outras responsabilidades. Antes, boa parte dos contratos da Alog era nacional e, com a fusão, passamos a ter muito mais negócios fora do país. Fonte: Valor Econômico Por Jacílio Saraiva Leia mais em sinicon 17/04/2017



Brasil Plural busca sócios para crescer plataforma digital

Rodolfo Riechert presidente da Brasil Plural, vê uma mina de ouro pronta para ser explorada nos investimentos da classe média brasileira..

O banco está reformulando sua plataforma digital e toda a área de gestão de recursos de terceiros, de forma a ampliar sua participação em mercado .... - Veja mais em bol.uol 17/04/2017



Retomada de IPOs promete lucros, mas é preciso atenção

As ações da Azul estrearam na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), na última terça-feira, com uma alta de quase 7%, e os papéis da empresa de diagnósticos Hermes Pardini já acumulam valorização de mais de 11% desde a abertura de capital, em fevereiro. O desempenho dessas empresas vem atraindo o interesse de investidores em um ano que deve ser mais aquecido no mercado das ofertas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês). O ganho pode realmente ser atraente, mas especialistas alertam que participar de um IPO requer um minucioso estudo prévio.

Uma empresa recorre a um IPO quando precisa de recursos para manter seus planos de crescimento. Os investidores que apostarem nela receberão ações, cujo valor vai variar conforme as oscilações da Bolsa. Mas, diferentemente dos papéis que já são negociados no mercado, a decisão de comprar ou não precisa ser feita sem que se tenha um histórico das cotações — uma das ferramentas que ajudam a determinar se o preço está bom para compra ou não — e sem saber como os controladores da empresa se relacionam com os acionistas minoritários.

— O IPO pode ser interessante, mas é preciso fazer uma análise profunda do negócio. Saber o motivo pelo qual a empresa está pegando esse dinheiro e como é o setor em que ela atua. O que tem de prevalecer nesse momento é o fundamento econômico, e não uma euforia por conta da volta dos IPOs — afirma Renan Silva, estrategista-chefe da consultoria BullMark Financial Group.

São três os principais fatores que fazem uma empresa precisar de dinheiro: necessidade e recursos para expandir os negócios; reduzir o seu endividamento; e quando um dos sócios quer vender suas ações. A destinação dos recursos do IPO é um dos itens do prospecto, que é o documento pelo qual a empresa que quer abrir o capital se apresenta aos investidores. Nele também são informadas as participações acionárias de cada um dos atuais sócios, os dados financeiros e os fatores de risco.

— São muitas informações e, muitas vezes, um investidor de varejo não vai saber analisar todas elas. É uma avaliação técnica, que demanda algum conhecimento de análise de empresas. Quem não conseguir fazer isso sozinho, pode procurar consultores em valores mobiliários — explica Silva.
Como em todo investimento em ações, o ideal é que a decisão seja tomada olhando o longo prazo.

Com base nos dados que estão no prospecto, é possível saber se a empesa está melhorando seus resultados financeiros, o que indica se ela tem chance de crescimento. Analisar o setor em que ela está inserida, seus concorrentes e que efeitos a atividade econômica do país pode ter em seus negócios são outros fatores a serem observados.

É justamente a perspectiva de uma retomada da economia que faz com que 2017 seja um ano mais propício para aberturas de capital. Já houve três neste ano, e outras empresas já se preparam para traçar o mesmo caminho. Segundo profissionais de bancos de investimento, que assessoram as empresas nessas operações, o número de IPOs no ano deve ser de ao menos 15. A aprovação de reformas econômicas e a redução dos juros — que deve levar os investidores a buscarem outras opções de aplicação — podem contribuir para que esse número seja maior.

Fabricio Tota, gerente do homebroker da corretora Socopa, lembra que a perspectiva para o cenário macroeconômico deve ser levada em conta na hora de entrar ou não em um IPO. E, embora algumas ações tenham um bom desempenho logo em sua estreia, não se deve participar de uma abertura de capital pensando em ganhos de curto prazo.

— Se a ideia é comprar a ação e esperar por uma valorização rápida, a recomendação é não

ANTES DE ENTRAR EM UM IPO
  HISTÓRICO: Qual é a evolução dos resultados da empresa?
  DESTINO: Onde a empresa vai aplicar os recursos do IPO?
  REFLEXO: Qual o efeito da atividade econômica sobre o setor de atuação da empresa?
  MERCADO: Quais são seus concorrentes?
  COMANDO: Quem são os administradores da empresa?

QUER VALORIZAÇÃO RÁPIDA? NÃO COMPRE
Das quatro empresas que fizeram IPOs nos últimos 12 meses, três estão com suas ações negociadas em um nível superior ao fixado na abertura de capital. Uma delas, a Alliar, já acumula desvalorização de 21,75% desde sua oferta inicial de ações, em outubro do ano passado — foi a primeira operação desse tipo em 16 meses. A Alliar, da área de diagnóstico, é também a única a ter um desempenho inferior ao Ibovespa, considerando o período entre a data da oferta inicial e o último fechamento. Tota: “É melhor, primeiro, entender a dinâmica” fazer isso, principalmente para quem é um iniciante no mercado de ações. Nesses casos, o risco é muito elevado. O ideal é ter uma ideia de ganho de valor no longo prazo — explica Tota.

Ele espera que, nessa nova onda de IPOs, os investidores sejam mais cautelosos do que os que atuaram em 2006 e 2007, quando a abertura de capital no Brasil teve o seu grande boom — só em 2007, foram mais de 60 operações. Com o mercado aquecido, muitas pessoas físicas sem experiência no mercado de ações acabaram comprando papéis em aberturas de capital, em meio à empolgação que envolvia o setor. Alguns anos depois, algumas dessas operações acabaram se mostrando um grande equívoco — a construtora PDG, que pediu recuperação judicial No entanto, a exigência de toda essa documentação, que pode passar de 800 páginas, não elimina todos os riscos. Um deles, comum no mercado de ações, é o de liquidez. Quando um investidor compra um papel que já é negociado em Bolsa, ele tem como saber se sempre há negócios com aquela ação, o que lhe permitirá vendê-la quando quiser. Em um IPO, você ainda não tem esse padrão de negociação e corre o risco de não encontrar essa facilidade — quanto maior a oferta, menor esse risco.

E é justamente o apetite por risco que vai determinar se compensa para um investidor de varejo entrar ou não em um IPO. Paulo Funchal, sócio da área de transações da consultoria Grant Thornton, explica que o valor de uma ação no IPO é determinado dentro de uma faixa de preço estipulada pela empresa. Quando há uma demanda muito grande por esses papéis, a cotação acaba ficando perto do preço máximo.

— Temos dois tipos de investidores. O que busca só o ganho de capital, e aí ele pode achar interessante comprar uma ação no IPO se perceber que pode ter um ganho a curto prazo. É um risco maior, mas o retorno também é. E tem aquele com olhar de mais longo prazo, que vai olhar não só a perspectiva de valorização das ações, mas também como é a política de distribuição de dividendos de uma empresa — explica Funchal. O Globo Leia mais em portal.newsnet 17/04/2017