22 novembro 2017

A alma imoral das “start ups”

O rabino Nilton Bonder, em seu livro “A Alma Imoral”, mostra que o ser humano luta constantemente entre duas forças antagônicas: a tradição e a traição.
A primeira leva o homem a privilegiar a rotina, o antigo.
É seu instinto de preservação.
Ao mesmo tempo sua alma é tentada a romper com o passado, buscando o aprimoramento, a evolução.
As “start ups” representam essa faceta revolucionária, traidora. Contudo, o desafio para entendê-las é enorme.

Participei na segunda semana de novembro do 1°Encontro de Valoração de Start ups, realizado pela Universidade de Viçosa e que reuniu consultorias de avaliação, financiadores como a Finep, gestores de fundos e escritórios de advocacia especializados no segmento.

O primeiro desafio é como conceituar uma “start up”? Raphael Mielle da Kick Ventures cita algumas características necessárias para chamar a atenção dos investidores:
i) resolver um problema significativo,
ii) ter resultados recorrentes,
iii) ser escalável,
iv) ser rentável e
v) causar impacto social.
O Uber, uma antiga “start up”, preencheu esses atributos. O aplicativo resolveu um problema significativo: a locomoção das pessoas. Possui uma receita recorrente derivada da taxa cobrada sobre as viagens. Consegue crescer com um investimento marginal pequeno. É rentável, pois suas receitas crescem a um ritmo superior às despesas. E, por fim, causou impacto. Basta ver a disputa na Câmara e no Senado sobre a regulamentação do serviço.

Uma dica dada por Mielle é a de que a empresa nascente deve, em primeiro lugar, buscar ser a melhor do seu bairro, superando a concorrência local. A isso ele chamou de “pequeno monopólio”. Após atingir essa meta, a companhia está apta a se expandir geograficamente. Isso vale tanto para uma pizzaria como para o Facebook. Em seus primórdios, a rede social (chamada na época de Facemash) punha os estudantes de Harvard em dupla na tela para que se escolhesse qual dos dois seria o mais atraente. Esse inocente jogo gerou uma elevada audiência logo nas primeiras horas, indicando que a aceitação do site pelos estudantes de Harvard poderia alçá-lo a voos maiores.

Mas é no “valuation” que a polêmica aflora. Empresas maduras podem ser avaliadas de algumas maneiras, destacando-se a análise por múltiplos e por fluxo de caixa descontado. Mas como utilizar múltiplos para “start ups” ainda sem resultados positivos (ou se positivos, imateriais) e cujo patrimônio é pequeno. Uma alternativa é utilizar o método “venture capital” desenvolvido por William Sahlman, professor da Harvard Business School. Por ele, estima-se o lucro do ano em que o investidor deseja sair da companhia. Depois se traz esse montante a valor presente descontado a uma taxa bem elevada em decorrência do risco do negócio. Por fim, multiplica-o pelo múltiplo atual da indústria na qual a companhia está inserida.

No papel, o cálculo é irretocável. Mas quem garante que a empresa vingará? Mesmo usando uma taxa de desconto elevada de 30% ou mais, o risco ainda permanece ali.

Por isso, a Finep, empresa pública de fomento à ciência, tecnologia e inovação desistiu de avaliar empresas nascentes em um primeiro momento. O valor aportado inicial representa apenas uma opção de compra (call). O percentual que a Finep terá no negócio somente será definido “a posteriori”, quando a empresa possuir porte suficiente para se submeter a um “valuation” tradicional. O valor justo alcançado é então deflacionado por IPCA + 10% ao ano pelo tempo decorrido desde o aporte inicial. O dinheiro investido então é comparado ao valor deflacionado, chegando-se finalmente a participação da Finep na companhia.

Outro aspecto que influencia a avaliação é o grau da informalidade dessas companhias. O advogado Fábio Cendão citou alguns erros cometidos pelos empresários:
(i) enquadramento do produto em uma categoria diversa da que deveria para fins tributários,
(ii) empregados informais,
(iii) confusão entre bens dos sócios e da sociedade,
(iv) uso indevido de dados dos concorrentes,
(v) práticas abusivas contra os consumidores e outros.
Essas contingências podem reduzir o valor da empresa e até mesmo inviabilizar a negociação de venda ou incorporação a outra empresa.

Contudo, uma das grandes questões na avaliação de “start ups”, em especial as de tecnologia, reside em como quantificar o capital intelectual. As medidas tradicionais de “valuation” passam ao largo dessa questão. Tratei desse tema no artigo “Contratar o Einstein é custo ou investimento?”, de março de 2015.

Empresas tradicionais e “start ups” devem coexistir, influenciando-se mutuamente e transformando-se continuamente. As “start ups” são fundamentais para a inovação e o incremento da produtividade. Sem elas, a economia estagnará. Concluiremos enfim que a tradição sem a traição significa a morte.  por Andre Rocha Leia mais em estrategista 21/11/2017

22 novembro 2017



21 novembro 2017

GP Investments conclui venda de hotéis da BHG para Accor

A gestora de recursos GP Investments informou nesta terça-feira que o fundo controlado por ela LA FIP vendeu participação da rede hoteleira BHG em 17 hotéis para a francesa Accor .

Segundo o comunicado, a Accor também comprou a LEBSPE, administradora dos hotéis The Capital São Paulo Itaim e Grand Plaza São Paulo Jardins (São Paulo); Soft Inn São Luis (Maranhão) e Hotel Presidente Uberlândia (MG).

A BHG investirá cerca de 300 milhões de reais nos próximos quatro anos, na renovação das 17 unidades que progressivamente receberão as bandeiras da Accor, acrescentou o comunicado.

A AccorHotels fechou em março acordo para assumir a gestão de 26 hotéis no Brasil que estavam sob administração da BHG, numa operação avaliada em 200 milhões de reais. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em dci 21/11/2017

21 novembro 2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA 13 a 19/nov/2017

Anunciadas 35 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de  13 a 19/nov/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 12 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                      
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil
  • Hermes Pardini: valor da aquisição do Humberto Abrão é de R$ 37 milhões -  O valor da aquisição do Laboratório de Análises Clínicas Humberto Abrão (LHA), anunciada pela Instituto Hermes Pardini, é de R$ 37 milhões. 13/11/2017
"Market Movers” - Exterior
  • Neeleman compra 32% da segunda maior aérea francesa - O Grupo Weaving anunciou hoje que vendeu 32% de sua participação minoritária na Aigle Azur, a segunda maior companhia aérea da França, para David Neeleman, conhecido por criar e desenvolver transportadoras como a West Jet e Azul, além de deter participação na Tap. 16/11/2017
  • Airbnb contrata startup para melhor inclusão de pessoas com deficiências físicas - A Airbnb anunciou a compra, na última terça-feira (14), de uma startup londrina chamada Accomable, que será responsável por mudanças nas políticas da empresa e no aplicativo, visando melhorias na acessibilidade e maior inclusão de pessoas com deficiências diversas nos serviços ofertados.16/11/2017
  • Shell venderá parte de fatia na australiana Woodside Petroleum por US$1,7 bi - A Shell está vendendo parte de sua fatia na maior companhia independente de óleo e gás da Austrália, a Woodside Petroleum, para investidores de equity por cerca de 1,7 bilhão de dólares. A Shell, que vem lentamente reduzindo sua participação na Woodside, disse nesta segunda-feira que sua unidade Shell Energy Holdings Australia Limited (SEHAL) chegou a um acordo com dois bancos de investimento para vender 71,6 milhões de ações da Woodside por 31,10 dólares australianos (23,79 dólares) por papel.13/11/2017
  • Uber fecha acordo bilionário para vender participação para grupo japonês Softbank - Fontes afirmam que negócio pode chegar a US$ 10 bilhões. O Uber fechou um acordo bilionário para vender uma participação para o grupo de telecomunicações japonês Softbank. O valor do negócio não foi revelado, mas fontes afirmam que o investimento pode chegar a US$ 10 bilhões. Parte dos recursos será usada para a compra de ações hoje na mão de outros investidores. A ideia seria alcançar uma fatia de 14% na empresa.
HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA
  • Vale adia venda de fatia em mina de níquel de Nova Caledônia, dizem fontes - A mineradora brasileira Vale decidiu adiar o processo de venda de participação em uma mina de níquel na Nova Caledônia, após considerar as propostas iniciais pelo ativo muito baixas, disseram à Reuters duas fontes com conhecimento direto do assunto. A maior produtora de minério de ferro do mundo pode atrasar o processo em até um ano. A empresa prevê uma recuperação dos preços do níquel, segundo as fontes, que pediram anonimato porque não estão autorizadas a abordar o assunto. Uma das fontes disse que a Vale estava buscando investimentos de 500 milhões a 1 bilhão de dólares na unidade Vale Nova Caledônia, que registrou problemas técnicos como um vazamento químico, além de enfrentar violentos protestos locais.17/11/2017
  • O caixa da Andrade Gutierrez - A empreiteira Andrade Gutierrez colocou à venda sua participação na rede de distribuição de água São Lourenço, parceria público-privada feita em 2012 com investimentos de mais de 2  bilhões de reais. Em setembro, o grupo já havia desvinculado do bloco de controle as ações que possui da empresa de energia Cemig, para vender uma parte em bolsa — vendeu 3% de participação em outubro e ainda tem 16%. 16/11/2017
  • Petrobras tem meta de vender US$ 21 bi em ativos até junho/18 - O processo de venda de ativos da Petrobras está agora a toda velocidade, disse o presidente da Petrobras, Pedro Parente, em entrevista exclusiva à Bloomberg em Nova York. O ideal seria fechar a venda dos ativos até o fim do primeiro semestre de 2018. "Digo assinar, não concluir a venda", afirmou Parente. Uma vez acertadas as vendas, a conclusão dos negócios poderia acontecer posteriormente, disse ele. A Petrobras possui US$ 40 bi em ativos disponíveis para venda. Parente "adoraria" fazer o IPO da BR Distribuidora ainda neste ano, mas diz que não será o "fim do mundo" caso não saia até dezembro. A data do IPO depende da aprovação de reguladores e das condições do mercado. Parente espera que o apetite do mercado pela BR seja maior do que gerado em IPO do Carrefour Brasil.14/11/2017
  • Eletrobras vai vender participações em 77 empresas de energia - A Eletrobras vai iniciar no próximo mês a venda de participações minoritárias em 77 empresas, das quais 60 são de transmissão de energia e 17 são de geração de energia eólica. A informação foi dada nesta terça-feira pelo presidente da estatal, Wilson Ferreira Júnior, ao explicar que o plano de venda dessas participações e a modelagem será apresentada ao conselho de administração da Eletrobras em reunião no próximo dia 24. Com sua aprovação, a companhia vai iniciar a venda dessas participações. O valor contábil dessas participações é da ordem de R$ 4,6 bilhões. Ao todo, a Eletrobras tem participações em 178 empresas, as chamadas Sociedades de Propósito Específico (SPEs). O executivo explicou que a Eletrobras permanecerá com suas participações em outras 48 SPEs. Ainda não foi decidido que fazer com as demais 53. Uma opção poderá ser sua incorporação, o que deverá acontecer em pelo menos 15 dessas participações. Outra medida poderá ser extinção ou eliminação,.14/11/2017
 M & A - COMPRA
  • Mubadala apresenta proposta vinculante para compra de até 50,1% da Invepar - A Mubadala, empresa de investimento de Abu Dhabi, apresentou proposta vinculante para aquisição das participações acionárias na Invepar dos fundos de pensão de empresas estatais e para a subscrição de novas ações da concessionária do Aeroporto de Guarulhos, informou a Invepar em fato relevante nesta sexta-feira. Caso a transação seja concretizada nos termos da proposta, a Mubadala poderá deter até 50,1 por cento do capital social e votante da Invepar.17/11/2017
  • Educação no foco de investidores estrangeiros - Mesmo após a desistência da Kroton pela compra do Grupo Estácio, resultado das condições impostas pelo Cade à realização do negócio no final de junho, o setor educação deverá viver uma série de fusões e aquisições já a partir deste ano. Agora, porém, ao invés de olharem para seus pares, Instituições de Ensino Superior (IESs) miram grupos do ensino fundamental. É o caso do interesse, novamente, da Kroton pela Somos Educação, que detém colégios e editoras. Além da concentração entre grupos nacionais, novos investidores devem ingressar no segmento. Os estrangeiros observam o setor com carinho e, segundo o especialista em M&A David John Denton, diretor da Okto Finance, também têm como foco o ensino médio. “Há um aquecimento do mercado, como mostra a melhora dos indicadores econômicos. Qualquer melhoria de renda faz o brasileiro optar pelo ensino privado, o que deve ocorrer nos próximos anos. A educação é um segmento muito pulverizado, com pouca interferência do governo. Esses fatores, somados a uma certa estabilidade cambial, atraem o investidor estrangeiro.”, afirma. Dados do simulador de prospecção da Econodata demonstram que existem 132.510 empresas privadas (Sociedades Simples, microempresas, Limitadas, Sociedades Anônimas e empresas de pequeno porte) em atividade no país vinculadas ao setor, o que mostra o quanto ele é pulverizado.17/11/2017
  • Deere vai às compras - No início de setembro, o grupo americano Deere & Company, controlador da montadora de máquinas agrícolas John Deere, anunciou a compra da startup de robôs agrícolas Blue River Technology, também americana. O negócio foi fechado por US$ 305 milhões. Agora, o grupo detém uma empresa que desenvolve equipamentos com visão computacional para ver, diagnosticar e até decidir quando aplicar herbicidas na plantação. De acordo com a empresa, com a tecnologia será possível reduzir o uso de agroquímicos em até 90%. 14/11/2017
  • Apesar de cautela com o país, Saint-Gobain planeja investir R$ 320 mi - Ainda é impossível afirmar que o país vive uma retomada econômica, segundo Thierry Fournier, presidente do grupo industrial Saint-Gobain para o Brasil, Argentina e Chile. A Saint-Gobain prevê investir cerca de R$ 320 milhões na operação brasileira em 2018. Uma parte disso irá para o uso de internet das coisas e tecnologia nas linhas de produção, diz Fournier. Além de começar os preparativos para a reforma de sua sede, que demandará R$ 60 milhões, o grupo também deverá encerrar seu ciclo de aquisições em 2018. Nos últimos 12 meses, foram sete compras-uma delas, a Tekbond, de adesivos, aguarda aval do Cade (conselho de defesa econômica). O orçamento para as transações pode ir de zero a R$ 500 milhões. "Temos 3 ou 4 projetos em andamento, a maioria no Sul e Sudeste.14/11/2017
PRIVATE EQUITY
  • IG4 e Schiphol negociam mudança de controle e capitalização em Viracopos - A gestora de investimentos IG4 e a operadora holandesa de aeroportos Schiphol negociam com bancos e com o governo uma operação de mudança no controle e a capitalização do Aeroporto de Viracopos. As conversas já teriam ocorrido com o Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). As negociações não envolvem os controladores de Viracopos, a Triunfo e a UTC, que juntos têm 51% do aeroporto, enquanto a Infraero é detentora do restante. Mesmo porque, o consórcio que levou o aeroporto já havia anunciado, em julho, a intenção de devolver a concessão. 19/11/2017
  • Bradesco espera maior demanda de fundos de private equity por fusões no Brasil - O interesse de grandes fundos globais de private equity por ativos brasileiros é cada vez mais forte à medida que as taxas de juros chegam a mínimas históricas, afirmou nesta quinta-feira um executivo do Bradesco. O Banco Central reduziu a Selic em 6,75 pontos percentuais desde setembro do ano passado. Isso pode reduzir os custos de financiamento e aliviar os riscos de aquisições alavancadas, normalmente feitas por fundos de private equity. “As perspectivas de fusões e aquisições no Brasil estão mudando rapidamente”, disse Leandro Miranda, chefe da divisão de banco de investimento do Bradesco BBI, durante conferência com investidores.16/11/2017
IPO
  • Blau Farmacêutica entra com pedido de registro de cia aberta e IPO - A Blau Farmacêutica está com pedido de registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na categoria A, que permite emissão de títulos, inclusive ações. O processo, em análise no órgão regulador do mercado, inclui pedido de oferta pública de distribuição primária (novas ações) e secundária (do acionista vendedor) no segmento Novo Mercado da B3. De acordo com as informações do site da farmacêutica, sua especialidade são medicamentos de alta complexidade, como oncologia, nefrologia, hematologia, infectologia, entre outros. 17/11/2017
  • Controladora da Brasil Pharma fará OPA para tirar empresa do Novo Mercado da B3 - A rede de varejo farmacêutico Brasil Pharma informou nesta quinta-feira que sua controladora, a norte-americana Lyon Capital, decidiu retirar a empresa do segmento Novo Mercado da B3 após não conseguir cumprir patamar mínimo de ações em circulação no mercado. A Brasil Pharma é controlada pelo Stigma II, do Lyon Capital. A companhia afirmou que a controladora não tem intenção "neste momento" de cancelar registro de emissora categoria "A" da rede de farmácias. O regulamento do Novo Mercado prevê pelo menos 25 por cento das ações em circulação na bolsa. Hoje, apenas 5,5 por cento das ações da empresa estão no mercado.  16/11/2017
  • Dona das redes de calçados Centauro e By Tennis pede registro para IPO - Objetivo da SBF é se listar no Novo Mercado da B3. A SBF, dona das rede de lojas de calçados Centauro e By Tennis, pediu na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) registro de companhia e para fazer uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), informou nesta quinta-feira a Naomi Participações, empresa da GP Investments.15/11/2017
  • Preocupações com eleição no Brasil intensificam IPOs no fim do ano - Empresas brasileiras estão correndo de olho no que poderia ser uma montanha russa nos mercados financeiros antes das eleições presidenciais de outubro. Várias empresas brasileiras estão correndo para abrir capital antes do fim do ano, em meio a preocupações com a imprevisibilidade das eleições no próximo ano, que pode esfriar a demanda por novas ações, disseram executivos de bancos e gestores de fundos. Empresas, incluindo a elétrica Neoenergia e a provedora de Internet e telefonia móvel Algar Telecom, deverão precificar suas ofertas na terceira semana de dezembro, de acordo com duas pessoas familiarizadas com o assunto. A operadora da franquia Burger King, a BK Brasil, e a BR Distribuidora, unidade de distribuição de combustível da estatal Petrobras, também deverão precificar suas ofertas publicas iniciais (IPOs) na mesma semana, disseram as duas fontes. 14/11/2017
  • Com três IPOs e aumento no número de operações, setor de mineração ensaia retomada no país - No início do ano, o setor minerário apresentava uma certa calmaria para engatar operações de M&A, em parte pela apreensão com relação às medidas regulatórias que estavam por vir. Tão logo se começou a falar sobre a revitalização do segmento, houve novamente um aumento do interesse, principalmente internacional, em projetos no Brasil.  “As operações de M&A, nas quais trabalhei nos últimos 3 a 4 anos, foram com empresas em dificuldade econômica que precisaram vender ativos para sobreviver ou com minas que estavam em recuperação judicial. Um cenário muito de distressed M&A. Estou notando poucas mudanças nesse perfil, mas existe uma movimentação, porque o número de casos está aumentando”. Outro fato que evidencia a retomada ainda que tímida do setor, são as três Ofertas Iniciais de Ações (IPOs, na sigla em inglês) de empresas com ativos de mineração em solo brasileiro que ocorreram neste ano. 17/11/2017
RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES
  • Startup brasileira Instacarro recebe aporte de R$ 40 milhões - O investimento será utilizado para expansão geográfica, melhoria em tecnologia e aumento de equipe da startup. A Instacarro é uma empresa que conecta donos de carros usados com concessionárias, e promete viabilizar a venda dos carros em 1 hora e 30 minutos. Em fevereiro deste ano, a startup recebeu US$ 10 milhões de dólares em investimento série A de investidores internacionais. Agora, a empresa recebeu mais R$ 40 milhões dos mesmos investidores. A quantia será investida em tecnologias como machine learning e big data e na expansão da atuação da InstaCarro no país. O CEO da InstaCarro, Diego Fischer, afirmou que aumentará o time em 50 pessoas, totalizando 220 funcionários. Os profissionais serão requisitados para melhorar a avaliação dos veículos. 17/11/2017
  • Assurant adquire The Warranty Group em uma transação avaliada em US$ 2,5 bilhões - A Assurant, Inc. (NYSE: AIZ), fornecedora líder mundial em soluções de gerenciamento de risco, o The Warranty Group, um dos principais prestadores globais de planos de proteção e programas relacionados, e uma empresa gestora de portfólios da TPG Capital anunciaram hoje que chegaram a um acordo definitivo para combinar operações - com os acionistas da Assurant mantendo a participação maioritária da sociedade formada. A transação está avaliada em cerca de US$ 2,5 bilhões e deve ser fechada no primeiro semestre de 2018, sujeito às aprovações de acionistas e reguladores, e outras condições habituais de fechamento. Assurant adquiere filiales brasileñas de The Warranty Group - LexLatin Assurant Inc., empresa estadounidense que provee soluciones de gestión de riesgo en todo el mundo, adquirió 79 % del capital social de las subsidiarias…  02/11/2017
  • Diaverum adquire a Ameneg  LexLatin .@veiranoadv asiste a Diaverum y adquiere la brasileña de servicios renales #Ameneg #Brasil #NoticiasTranslate from Spanish..11/10/2017
  • Steag duplica mercado de O&M na América do Sul após comprar ativos da Statkraft - Empresa com origem alemã assumirá 1 GW em contratos de operação e manutenção de usinas. A empresa alemã Steag concluiu o processo de aquisição dos contratos de operação e manutenção (O&M) da Enex, empresa que pertence a Statkraft Energias Renováveis. Em razão de um acordo de confidencialidade, o valor da operação não foi divulgado. De acordo com Juracy Monteiro, CEO da Steag Energy Services do Brasil, as negociações começaram em 2016 quando a Statkraft decidiu sair do negócio de prestação de serviços de O&M para terceiros.13/02/2017
  • WOW Aceleradora seleciona sete startups e abre nova rodada de investimentos - A WOW, uma das principais aceleradoras de startups do Brasil, finalizou sua oitava rodada de seleção e definiu novas startups para receberem investimentos e mentorias. Dentre todos os inscritos, foram selecionadas sete startups de diferentes estados e segmentos que receberão investimentos de até R$150 mil. Além do investimento financeiro, as startups selecionadas também contam com ajuda com infraestrutura física, capacitação, consultorias em marketing digital e vendas, mentorias, plataformas de serviço e de hospedagem, assessoria de imprensa, jurídica e contábil além do apoio da equipe da aceleradora e do intercâmbio com as outras startups aceleradas. Santo Contrato Com sede em Porto Alegre (RS), é uma plataforma digital para edição em tempo real e rastreio de alterações em contratos.  Wikinove A plataforma digital conecta setores da indústria a uma comunidade de criativos e designers para o desenvolvimento de novos produtos. O2O Bots A startup criada em Florianópolis (SC) fornece plataforma de inteligência artificial e solução de automação de tarefas operacionais voltadas para a venda de seguros. Presumé Plataforma digital para gravação de entrevistas de emprego em vídeo sem a presença do entrevistador. Ziro Modas Assessoria em compras no atacado que possibilita que revendedores de qualquer parte do país comprem diretamente das marcas de atacado de São Paulo. Atlas Project - Fintech com sede em São Paulo (SP) que tem como objetivo desenvolver novas ferramentas de investimento para o mercado financeiro, utilizando tecnologia computacional aliada ao bitcoin e outras moedas digitais.  Movidesk Startup com sede em Blumenau (SC) que oferece software para centrais de Help Desk e Service Desk pensado para ser simples e completo. movidesk.com 19/07/2017
  • Novo leilão de ativos da massa falida da Mabe arrecada R$ 98,8 milhões - O segundo leilão da massa falida dos ativos do grupo Mabe Brasil Eletrodomésticos alcançou R$ 98,8 milhões, informou, ao Valor, Carolina Merizio, advogada da Capital Administradora Judicial, responsável pela gestão da falência da companhia. Foram vendidos três imóveis. As fábricas de Campinas e Hortolândia, ambas no interior de São Paulo, foram arrematadas por Neralcedina Conceição Pinheiro, de Belo Horizonte (MG), enquanto um galpão, também em Hortolândia, foi adquirido pela SMMP Empreendimentos e Participações Ltda., de São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. Além disso, 150 equipamentos foram arrematados ..17/11/2017
  • Taesa compra fatia na transmissora de enegia IB, responsável por obra na Bahia - A transmissora de eletricidade Taesa anunciou nesta sexta-feira a aquisição de uma fatia na IB Transmissora, responsável pela implementação e futura operação de quase 170 quilômetros em linhas de energia na Bahia que devem demandar investimentos de mais de 367 milhões de reais, segundo fato relevante da companhia. A Taesa fechou diretamente a aquisição de 24,95 por cento no empreendimento junto à Apollo 12 Participações, enquanto outros 50,10 por cento serão comprados pela Empresa Norte de Transmissão de Energia (ENTE), onde a Taesa é sócia minoritária com 49,9 por cento, contra 50,01 por cento da Alupar . De acordo com o comunicado, a Taesa pagará à vendedora 2,9 milhões de reais por sua parcela na aquisição, em valor com data-base de agosto de 2018. Já a ENTE pagará 5,8 milhões por sua fatia no negócio.17/11/2017
  • Vale vende ativos de fertilizantes em Cubatão à Yara por US$255 mi - A Vale celebrou um acordo para a venda à norueguesa Yara de sua subsidiária integral Vale Cubatão Fertilizantes, que opera os ativos de nitrogenados e fosfatados em Cubatão (SP), por 255 milhões de dólares, informaram ambas as empresas nesta sexta-feira. O montante acordado será pago em dinheiro com recursos próprios da Yara mediante a conclusão da transação, prevista para o segundo semestre de 2018. A Vale afirmou em nota que "esse é mais um passo na direção da redução da alavancagem" da companhia e destacou que os recursos a serem recebidos irão reduzir o endividamento, seguindo a estratégia de desinvestimento de ativos não-estratégicos. Em 2016, segundo a Yara, o complexo de Cubatão comercializou aproximadamente 1,3 milhão de toneladas de nitrogênio e produtos fosfatados, gerando uma receita líquida de 413 milhões de dólares e uma geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) de 30 milhões e dólares. Já a receita líquida de 2015 somou 532 milhões de dólares, enquanto o Ebitda foi de 89 milhões de dólares, ainda segundo informações da companhia norueguesa. 17/11/2017
  • Trocafone recebe US$ 15 milhões - O Trocafone, portal para venda de eletrônicos usados, recebeu um aporte de US$ 15 milhões para expandir sua operação, que hoje alcança Brasil e Argentina. A empresa já havia levantado US$ 7 milhões em uma rodada de investimento no ano passado. O novo aporte contou com recursos das companhias Callfort, MIT Castor Ventures Fund, FJ Labs, Rocketship, Mercado Libre Fund e outros investidores não revelados. 17/11/2017 
  • Hospital Care adquire controle do Hospital São Lucas de Ribeirão Preto - A Hospital Care -- holding da hospitais dos fundos Bozano e Abaporu, do empresário Elie Horn -- fechou a aquisição do controle do Hospital São Lucas, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. A outra fatia do hospital continua com o fundador, o médico Pedro Palocci, irmão do ex-ministro Antonio Palocci. O São Lucas conta com duas torres, que, juntas, abrigam cerca de 150 leitos. O projeto receberá investimentos entre R$ 30 milhões e R$ 60 milhões nos próximos dois anos para construção de 40 novos leitos. Esse investimento é a primeira etapa de um aporte que pode chegar .. 17/11/2017
  • Fusão de Zap e VivaReal cria nova holding - As duas maiores empresas de classificados imobiliários digitais do Brasil decidiram fazer a fusão de suas operações. Zap, integralmente do Grupo Globo, e VivaReal, detida por seis fundos de investimentos principais, criaram uma holding para controlar a nova empresa combinada. O Globo possui a maioria das ações do Grupo Zap VivaReal, mas a gestão do conselho de administração será compartilhada, com três diretores de cada empresa e um membro independente, disse Jorge Nóbrega, vice-presidente-executivo do Grupo Globo. O Zap, com 500 funcionários, e o VivaReal, com 600, passam a ser integrados pela holding, embora mantenham as marcas e os produtos separados. As empresas não revelam a receita, mas cada uma tem crescido acima de 30% ao ano. "Com a recuperação da economia e do mercado imobiliário, teremos demanda ainda maior para a empresa combinada crescer de forma acelerada, e o processo de recuperação da economia ajuda muito nesse crescimento", diz Nóbrega. Os grupos são complementares. Unidos, seus portais mostram mais de 7 milhões de ofertas de imóveis, produzem acima de 4 milhões de contatos interessados nos anúncios, atraem 40 milhões de visitas on-line e geram mais de 100 mil buscas por hora. São 20 milhões de visitantes únicos.  O último aporte, feito em conjunto pelos fundos Spark Capital e LeadEdge Capital, avaliou a empresa em US$ 300 milhões em 2014. Foi quando o direcionamento estratégico do portal imobiliário mudou para sistemas, disse Lucas Vargas. 17/11/2017
  • Partners fecha compra de 100% da Hortifruti - Quase dois anos depois de adquirir 40% da rede de varejo de produtos in natura Hortifruti, a gestora suíça Partners Group fechou a compra da participação remanescente da família fundadora da empresa. O valor do negócio não foi revelado. Com 43 lojas nos Estados do Espírito Santo, Rio e São Paulo, a Hortifruti deve registrar uma receita líquida da ordem de R$ 1,3 bilhão neste ano, segundo Gonzalo Fernández, responsável pelo escritório brasileiro da Partners. O resultado deve ficar estável em relação ao ano passado, principalmente em razão da queda do preço dos alimentos. "Em volume, as vendas aumentaram", diz. A Hortifruti foi criada em 1989 em Colatina (ES), inspirada no modelo dos "sacolões" - venda de legumes e verduras pesados juntos, sob preço único. A Partners entrou na empresa no fim de 2015 ao adquirir a fatia da Bozano Investimentos, por um valor estimado em R$ 300 milhões. No mesmo ano, a Hortifruti reforçou a presença em São Paulo com a aquisição da Natural da Terra. 17/11/2017
  • Frigol adquire frigorífico em Goiás e aumenta em 25% a capacidade de abate - O fechamento desse negócio coloca a empresa na 4ª posição entre as indústrias frigoríficas do Brasil SF Agro. A Frigol S.A. anuncia a incorporação de um frigorífico em Cachoeira Alta (GO). Com isso, a indústria aumenta em 25% sua capacidade de abate de bovinos, atingindo 60 mil cabeças por mês e 180 mil toneladas de carne por ano. Esse negócio posiciona a Frigol na 4ª posição entre as indústrias frigoríficas nacionais. Com o arrendamento, a Frigol passa a atuar com plantas em três estados: São Paulo (Lençóis Paulista), Pará (São Félix do Xingu e Água Azul do Norte) e, agora, Goiás (Cachoeira Alta).   A Frigol investirá cerca de R$ 5 milhões em equipamentos e na melhoria da infraestrutura para o início dos abates, processo que deve estar concluído em meados de dezembro de 2017. A planta tem capacidade para abater 600 bovinos por dia e incorporará cerca de R$ 360 milhões por ano à receita da Frigol. Serão gerados cerca de 400 empregos diretos para a reativação do frigorífico.   16/11/2017
  • Sem exagerar no brilho - A Brilia, fabricante de lâmpadas LED, vai ampliar sua produção após receber um aporte de R$ 40 milhões do fundo de private equity americano Cartesian. A empresa brasileira, que deverá encerrar 2017 com uma receita de R$ 220 milhões, vendeu uma fatia minoritária do negócio, diz o diretor-executivo, Vinícius Marchini. O acordo com o Cartesian prevê ainda um novo investimento, de até R$ 40 milhões, caso seja necessário. 17/11/2017
  • WTorre e BTG vendem o edifício WT Morumbi - O BTG Pactual e a WTorre venderam o edifício WT Morumbi, prédio na capital paulista na Marginal do Pinheiros, próximo ao Shopping Morumbi, que ainda possui alta vacância. O comprador teria sido um family office – estrutura que reúne recursos de famílias endinheiradas. O BTG, que veio nos últimos dois anos vendendo ativos em busca de liquidez, disse recentemente que a estratégia seguiria pelos próximos trimestres. A instituição financeira comprou, em 2010, a participação de 40% do terreno da WTorre, onde planejava construir o edifício. Essa aquisição não envolveu, na época, dinheiro. 17/11/2017
  • Com aporte do fundo Canary, Hash lab aposta em tecnologia nos meios de pagamento - Desenvolver soluções inovadoras para o ecossistema de pagamentos e democratizar o acesso à estrutura financeira de qualidade. Esse foi o objetivo de João Miranda e Thiago Arnese, ex-diretores da Pagar.me ao criarem a Hash lab, empresa de tecnologia para meios de pagamentos. Atualmente, existem muitas companhias com grandes redes que geram valor para comerciantes e estabelecimentos. No entanto, o mercado físico de pagamentos no Brasil demanda novas soluções, pois ainda há poucas opções de plataformas oferecidas por um pequeno grupo de empresas. É nesse contexto que a Hash lab foi fundada, para desenvolver tecnologias que monetizam a receita e transformam qualquer organização em um provedor de serviço de pagamento, sem burocracia.18/11/2017
  • Grupo GS& Gouvêa de Souza compra participação na HotelQuando - A plataforma brasileira HotelQuando.com, que permite fazer reservas de 3, 6, 9 e 12 horas, anuncia a venda de 4% da operação da empresa para o Grupo GS& Gouvêa de Souza, maior consultoria de varejo do Brasil. A chegada do grupo, que será sócio-investidor no negócio, tem como objetivo ampliar a operação no Brasil e buscar crescimento exponencial nos Estados Unidos, onde a plataforma atua desde abril deste ano. A empresa, que já recebeu aporte da Gávea Angels em 2015, e também da Bossa Nova Investimentos, no começo de 2017, pretende expandir seu time de vendas e atendimento, visando expansão. “A entrada do Grupo Gouvêa nos permitirá estruturar um time de vendas e atendimento muito robusto. Nosso objetivo é tornar a HotelQuando o maior provedor de hotéis para empresas do Brasil até o final de 2018. Também vamos ampliar nosso time dos EUA e a meta é ter 1,000 hotéis parceiros até o final de 2018″, explica Max Campos, CEO da HotelQuando. 20/11/2017
  • 4Move é lançado em São Paulo e promete até iPhones para usuários fieis - A startup brasileira que lançou o app na capital paulista pretende expandir para o Rio, BH e Recife no ano que vem. Um novo app de mobilidade chegou a São Paulo para concorrer com o Uber: a 4Move. A ideia da companhia é utilizar um programa de recompensas tanto para motoristas como passageiros em que se acumula pontos que poderão ser trocados por dinheiro, iPhones, MacBooks, viagens e outros. A startup recebeu um investimento de R$ 10 milhões, pretende usar o capital para expandir o serviço para Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Recife com cada cidade tendo uma equipe local. A expectativa é chegar a 2 cidades novas por mês aqui no Brasil e internacionalmente no ano que vem, começando pela América Latina.24/10/2017
  • Namaste expande no mercado brasileiro e adquire líder varejista VapeBR - A Namaste Technologies  anunciou a aquisicão do domínio e do banco de dados de clientes do maior varejista de vaporizadores do Brasil, vaptvupt.lojaintegrada.com.br (" VapeBr "), em consideração pela assinatura de um contrato de serviços exclusivo para cumprimento (o " Contrato ") para as operações brasileiras da Namaste. Com a aquisição a Companhia espera um adicional à suas receitas anuais, em mais  de CAD $ 1M.  Nos termos do Contrato, a Namaste adquiriu o domínio VapeBr e, portanto, herdará todas as receitas futuras associadas. 14/11/2017
  • Em meio a debacle do varejo, Advent aceita R$ 8 na IMC - A Advent vendeu ontem à noite cerca de 73% de sua posição na IMC, a empresa dona dos restaurantes Frango Assado, Viena, Brunella, Batata Inglesa e Olive Garden. A oferta, que saiu a R$ 8 por ação, deu aos investidores a oportunidade de comprar a companhia a 12 vezes seu lucro esperado para 2019, e vai aumentar dramaticamente a liquidez da ação. “Isso é um desconto de 40% em relação ao varejo de alta qualidade,” diz um gestor. Nomes como Lojas Renner, Hypermercas, Ambev e Raia Drogasil negociam entre 21 e 25x o lucro de 2019. Depois de alguma hesitação — e reconhecendo o custo para desembarcar de uma posição substancial em meio a uma tempestade imprevista — a Advent bateu o martelo e precificou a oferta por volta das 23 horas. A queda de braço numa oferta 100% secundária é, por assim dizer, um fato da vida, mas o choro na reta final do ‘pricing’ também dá a medida do quanto a confiança do mercado piorou em uma semana e meia. 10/11/2017
  • Standout tem aporte de GVAngels e Bossa Nova - A Standout, startup focada em organizar os produtos em e-commerces como uma vitrine virtual, recebeu um aporte de R$ 600 mil. Os recursos foram aplicados pela GVAngels, grupo de investidores-anjo formado por ex-alunos da Fundação Getúlio Vargas, e pela Bossa Nova Investimentos. “Além da ideia empreendedora, a Standout chamou a nossa atenção por apresentar uma plataforma robusta, com boa tração de vendas e que está efetivamente solucionando o problema de muitas companhias”, afirma Jad Antoun, investidor líder no processo de duediligence pelo GVAngels. A Bossa Nova tem a meta de realizar aportes em 1 mil startups até 2020. Atualmente, são 170 companhias no portfólio. A parceria com o GVAngels tem o objetivo de contar com uma curadoria e co-investimentos. 07/11/2017
  • Hermes Pardini: valor da aquisição do Humberto Abrão é de R$ 37 milhões -  O valor da aquisição do Laboratório de Análises Clínicas Humberto Abrão (LHA), anunciada nesta segunda-feira (13), pela Instituto Hermes Pardini, é de R$ 37 milhões. O pagamento será feito com uma primeira parcela à vista no valor de R$ 34,5 milhões na data do fechamento, mas sujeito a ajustes e uma parcela de R$ 1,5 milhão que será depositada em nome da companhia, com conta garantia junto a uma instituição financeira. O LHA possui cinco unidades de atendimento e receita bruta acumulada, no exercício encerrado em 31 de dezembro de 2016, de aproximadamente R$ 19,4 milhões. 13/11/2017
  • OdontoPrev deve pagar R$ 190 milhões pela cearense Odonto System - A Odontoprev deve pagar R$ 190 milhões pela cearense Odonto System. O negócio foi fechado por nove vezes o EBTIDA de 2017 da empresa adquirida, segundo comunicado ao mercado divulgado pela OdontoPrev na manhã desta terça-feira, 14. Se considerado o indicador de junho, o valor de compra seria R$ 159 milhões. Conforme o comunicado, poderão ser pagas quantias variáveis em 2019 e 2020, dependendo do atingimento futuro de metas do EBITDA Ajustado da Odonto System. No acumulado de 12 (doze) meses findos em junho, a Receita Operacional Líquida da OdontoSystem foi de R$ 97,6 milhões. “O preço da Transação será equivalente a 9 vezes o EBITDA Ajustado 2017 da Odonto System e deverá ser pago na data de fechamento, bem como, ainda, poderão ser pagas quantias variáveis em 2019 e 2020, dependendo do atingimento futuro de metas do EBITDA Ajustado da Odonto System”, explicou a Odontoprev.14/11/2017
  • Startup Honeycomb recebe aporte de R$ 100 mil de um investidor-anjo - Além de investir na companhia, Collado irá atuar melhorando processos, inteligência do negócio e no planejamento e estratégia de expansão e monetização A startup Honeycomb recebeu um aporte de R$ 100 mil do empresário e ex-CEO da Yapo.Cl Enrique Collado que atuará na empresa para o melhorar os processos e inteligência da empresa. Ele já ajudou diversas empresas a crescer e é responsável por expandir os domínios da global norueguesa Schibsted na América Latina. 13/11/2017
  • Fras-le amplia atuação na Argentina com aquisições de R$91,3 mi - A fabricante brasileira de componentes automotivos Fras-le anunciou nesta segunda-feira acordos para compra de empresas na Argentina em transações avaliadas em um total de 91,3 milhões de reais. A companhia anunciou compra da PALR, controladora da distribuidora e fabricante de autopeças Armetal Autopartes, que por sua vez controla a Farloc Argentina, que fabrica produtos como fluidos de freio. A Argentina é o segundo maior mercado automotivo da América do Sul, depois do Brasil, e principal destino das exportações da indústria automotiva brasileira. 13/11/2017
  • Cade aprova compra de 50% das ações da Itambé pela CCPR - CCPR tinha direito de preferência para comprar os 50% restantes da Itambé em caso de alteração indireta do controle do negócio. A Superintendência-geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições que a Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais (CCPR) exerça seu direito de preferência e adquira 50% das ações da Itambé, atualmente detidas pela Vigor Alimentos, segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira. Em acordo de acionistas com a Vigor, a CCPR tinha direito de preferência para comprar os 50% restantes da Itambé em caso de alteração indireta do controle do negócio, com eventual transferência de ações para terceiros. A operação sucede a venda da Vigor Alimentos para a mexicana Lala pela JBS e sua controladora J&F no início de agosto. Segundo parecer no site do Cade, a aquisição de participação remanescente de 50% da Itambé pela CCPR “não altera, de modo relevante, a estrutura dos mercados afetados, seja em âmbito nacional ou no cenário mais restrito correspondente aos Estados de Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul”. Reportagem  informa que a cooperativa já pediu financiamento ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) para comprar a fatia de 50 por cento detida pela Vigor.  13/11/2017
  • Domo Invest faz 1º aporte em 'fintech' de crédito - Lançado no início do ano por ex-executivos do Buscapé, o fundo Domo Invest acaba de fechar seu primeiro investimento. A companhia escolhida para receber o aporte foi a "fintech" Noverde, de empréstimos on-line. Fundada por Bernardo Lucas Mascarenhas e Eduardo Teixeira, um dos criadores da Biva, que também faz empréstimos pela internet, a Noverde tem foco no público de baixa renda, concedendo empréstimos de R$ 1 mil a R$ 4 mil.... 13/11/2017
RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA
QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES



Neeleman adquire parte da Segware

A DDN Group, holding liderada por Daniel Neeleman, acaba de adquirir uma participação de 49% da Segware, de Florianópolis. O executivo é filho de David Neeleman, fundador e controlador da companhia aérea brasileira Azul.

Enquanto Daniel Neeleman fica com 49% da fabricante de softwares para monitoramento de alarmes e automação residencial, Luiz Bonatti, sócio fundador da companhia, permanece com o controle societário da empresa.

Com o investimento de Neeleman, a Segware busca acelerar seu crescimento no mercado brasileiro e na América Latina, onde já atua, além de abrir caminhos na Europa e Estados Unidos.

“O mercado de segurança eletrônica no Brasil é pouquíssimo explorado. Atualmente, menos de 1% da população no Brasil tem sistemas de segurança, enquanto nos EUA esse número é de 10%”, declara Neeleman.

A empresa despertou o interesse do empresário na época em que ele administrava a Vigzul – empresa de monitoramento de segurança criada em 2013 por seu pai e seu tio (David e Mark Neeleman) e vendida em 2016.

“O segmento de tecnologia aplicado a segurança de empresas e pessoas tem apresentado bons resultados. A Segware reúne o binômio retorno e crescimento, que justific o investimento”, explica.
Fundada em agosto de 2001 em Florianópolis, a Segware atua somente no mercado B2B e atende mais de 1 mil empresas em todo o país. A companhia também tem presença nos países Colômbia, Nicarágua, México, Honduras, Costa Rica, Equador, Argentina e Chile.

A companhia de Florianópolis conta com 50 funcionários e projeta um faturamento de R$ 20 milhões em 2017. No ano passado, de acordo com dados da pesquisa PMEs que mais crescem no Brasil, a Segware teve receita de R$ 8,7 milhões. Júlia Merker // Leia mais em baguete  21/11/2017 




Cade aprova aquisição pela Cargill da empresa de nutrição animal Integral

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela Cargill da totalidade das quotas representativas do capital social da empresa de nutrição animal Integral, segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira.

Conforme o Cade, "verifica-se pequena sobreposição horizontal nos mercados de suplementos minerais para animais, premix para nutrição animal e ração para gado de corte".

Segundo dados do órgão de defesa da concorrência, a Integral desenvolve, produz e comercializa diretamente aos agricultores ("business-to-farm") produtos de nutrição animal para ruminantes (principalmente bovinos), além de outras espécies como equinos, ovinos e caprinos.

"Para a Cargill, a transação proposta representa uma boa oportunidade, alinhada à estratégia global do grupo de concentrar suas atividades em negócios de maior valor agregado e com oportunidades de crescimento", apontou o Cade em seu parecer sobre o negócio. (Por José Roberto Gomes) Reuters Leia mais em dci 21/11/2017



Cade aprova aquisição pela Glencore de 6,14% da Paranapanema

Órgão diz que há no capital da produtora de cobre acionistas mais relevantes que a mineradora global e que a operação não suscita preocupações concorrenciais

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela operadora global de commodities Glencore, de 6,14 por cento das ações representativas do capital social da produtora de cobre e laminados Paranapanema.

O órgão antitruste destacou que a participação combinada das partes no mercado mundial de cátodo de cobre antingirá de 10 a 20 por cento após a operação, a mesma contabilizada em 2016 pelo Grupo Glencore, segundo dados da Wood Mackenzie.

Dessa forma, o Cade concluiu que a operação será "incapaz, portanto, de suscitar preocupações concorrenciais".

Além disso, o órgão ressaltou que há acionistas mais relevantes do que a Glencore no capital da Paranapanema.

São acionistas da Paranapanema as empresas Bonsucex Holding, com 14 por cento, Petros (12 por cento), Caixa (17 por cento) e Previ (24 por cento).

"Diante desse quadro, não seria razoável concluir que a entrada da Glencore no capital social da Paranapanema, como sócia minoritária, detendo ainda reduzidas participações nos mercados relevantes analisados, tenha o condão de afetar, negativamente, tais mercados", disse o Cade. (Por Marta Nogueira) Reuters Leia mais em dci 21/11/2017



Chinesa Tencent supera Facebook em capitalização na bolsa

A chinesa Tencent, conhecida por suas redes sociais e jogos eletrônicos, superou nesta terça-feira o Facebook em capitalização na bolsa e entrou na lista das cinco empresas de tecnologia mais poderosas do mundo.

As ações da Tencent, negociadas na Bolsa de Hong Kong, dobraram de valor no decorrer do ano, estimuladas pelos lucros da empresa, que superam cada vez mais as expectativas dos analistas.

Nesta terça-feira, a capitalização da Tencent alcançou 4,15 trilhões de dólares de Hong Kong — 531 bilhões de dólares —, superando os US$ 519 bilhões do Facebook.

A Tencent, no entanto, ainda está longe da Apple, número um mundial com um valor de 873 bilhões de dólares de capitalização.

O WeChat, popular sistema de mensagens da Tencent, tem quase um bilhão de usuários e revolucionou a indústria tecnológica chinesa. AFP  Leia mais em yahoo 21/11/2017



Cade aprova aquisição pela Bunge de participação na Agrícola Alvorada

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição pela Bunge de quotas representativas do capital social da empresa Agrícola Alvorada, segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira.

O tamanho da participação adquirida pela Bunge não foi revelado, por ser uma informação confidencial.

A Agrícola Alvorada é uma empresa revendedora que opera principalmente na comercialização de grãos, bem como na distribuição de insumos agrícolas. A companhia é uma plataforma de originação de grãos no Brasil, gerando aproximadamente 1 milhão de toneladas de originação de soja e milho em Mato Grosso.

Conforme o Cade, a armazenagem de grãos é um serviço "cativo intragrupo" da Bunge, sendo que, em 2016, "apenas uma parcela mínima" da capacidade de armazenamento dos silos da empresa foi dedicada à armazenagem de produtos de terceiros.

Sobre a comercialização de algodão, o Cade destacou que ambas as companhias não "apresentaram faturamentos relevantes" relacionados à atividade em 2016.

Quanto à possível integração vertical entre as atividades de comércio atacadista e varejista de defensivos agrícolas, o Cade informou que, desde 2010, a Bunge não fabrica ou comercializa marcas próprias desses produtos, tendo em vista a alienação dessa unidade de negócios para a Vale Fertilizantes.

"Poder-se-ia, ainda, aventar possíveis integrações verticais com as outras operação de industrialização de produtos alimentícios; no entanto, não se entende serem preocupantes frente ao reduzido efeito de concentração gerado pela operação", concluiu o Cade, após analisar a transação. (Por José Roberto Gomes) Reuters Leia mais em dci 21/11/2017



Cade aprova aquisição pela Cosan de participação do Grupo Shell na Comgás

Grupo Cosan já tem 63,11% do capital social da distribuidora de gás e ficará com 79,88%

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou sem restrições a aquisição, pela Cosan Limited, de uma participação acionária do Grupo Shell na Comgás, segundo despacho publicado no Diário Oficial da União desta terça-feira.

Atualmente, o Grupo Cosan, por meio da Cosan S.A., já é titular de 63,11 por cento do capital social da Comgás, exercendo desde 2012 o controle compartilhado da empresa. Com a operação, passará a ter 79,88 por cento.

O negócio aprovado pelo Cade envolve a compra pela Cosan Limited de 16,77 por cento do capital social da Comgás detido pelas empresas Integral e Shell Gás, controladas pelo Grupo Shell.

"A operação não acarreta sobreposição horizontal entre as atividades das requerentes, dado que as empresas atuam em etapas distintas da cadeia de distribuição de combustíveis", afirmou o Cade em seu parecer sobre a transação.

"Todavia, a operação gera um potencial reforço na relação vertical pré-existente entre a Raízen, uma joint-venture entre Cosan e Shell, e a Cosan, no que tange ao comércio e distribuição de gás natural veicular", ponderou o Conselho.

O próprio Cade, no entanto, ressaltou que as relações comerciais da Raízen são mantidas apenas com postos de revenda de combustíveis que adquirem gás natural da Comgás, "o que afastaria qualquer incentivo econômico à adoção de práticas anticoncorrenciais derivadas da presente operação".

Além disso, a tarifa dos serviços da Comgás é regulada, "e a concessão é feita em regime de exclusividade para a Comgás, o que limita eventual possibilidade de discriminação no mercado downstream", acrescentou o Cade. (Por José Roberto Gomes) Reuters Leia mais em dci 21/11/2017



Aquisição em 2018 pode dobrar tamanho da operação no brasil

A NEC se prepara para fazer uma nova aquisição no Brasil no ano que vem. A ideia é fechar negócio com uma companhia de nicho, que permita complementar o mix de produtos e serviços. As áreas de interesse são segurança digital, tecnologia aplicada ao varejo e telecomunicações, ou até negócios relacionados à captação e análise de grande quantidade de dados ("big data") e inteligência artificial. Em agosto do ano passado, a multinacional comprou a Arcon, uma das maiores empresas brasileiras de segurança cibernética, como parte de seu plano de diversificação dos negócios. Hoje dois terços da receita vêm do fornecimento de equipamentos e serviços para operadoras de telefonia, como sistemas de transporte e transmissão de dados. No mundo, a área de telecomunicações representa cerca de 20% do faturamento.

Em pouco mais de um ano, a aquisição da Arcon, que envolveu R$ 60 milhões, gerou R$ 100 milhões em vendas para a NEC no Brasil, desempenho que credencia a filial para receber novos aportes da matriz, segundo Daniel Mirabile, CEO da multinacional no país. Nessa nova compra, o salto pode ser maior. Mirabile afirmou que está olhando dois possíveis alvos. "Uma empresa é do mesmo porte da Arcon e a outra é quase do nosso tamanho", disse, ressaltando que as conversas são iniciais e ainda não há qualquer decisão a respeito. "Estamos na fase do namoro." A depender da "noiva" escolhida, o plano de dobrar o tamanho da filial até 2020 pode chegar bem antes. No ano fiscal encerrado em março de 2017, a NEC apurou uma receita líquida de R$ 404 milhões no país, um crescimento de 4% sobre os 12 meses anteriores. No atual exercício, até março de 2018, a expectativa é chegar a R$ 430 milhões, apenas com crescimento orgânico, sem considerar as operações da Arcon.

Com elas, segundo Mirabile, o montante sobe para mais de R$ 500 milhões. Ele não revela quanto pode investir na nova aquisição, apenas que a matriz destinou US$ 1 bilhão para compra de empresas no mundo no atual ano fiscal. Mirabile não revela o número, mas afirma que a filial brasileira tem lucro. "Isso para os japoneses não está mais em discussão. Agora querem saber o quão rápido eu consigo crescer." Após chegar à filial brasileira vindo da Nokia, ele comandou uma reestruturação em meados de 2014, que devolveu a operação ao azul em 2015. A operação vinha mostrando prejuízos sucessivos. A reorganização envolveu corte de custos, redução de pessoal e ampliação do portfólio. Segurança digital, como mostra a aquisição da Arcon, é um dos principais focos para alavancar o desempenho da empresa. Em três anos, a NEC pretende liderar o segmento na América Latina, afirmou Masazumi Takata, CEO da companhia para a região. Significará disputar espaço com gigantes do setor, como a IBM.

Os novos negócios ajudaram a companhia a compensar os efeitos da recessão no Brasil este ano, que afetou duramente as operadoras de telecomunicações, suas principais clientes. Um exemplo é o uso da tecnologia de reconhecimento facial para evitar fraudes na hora de obtenção de crediário no varejo e na contratação de aluguel de carros em locadoras. Um sistema desenvolvido em parceria com a brasileira CredDefense já funciona em 40 mil pontos de venda no país. Na semana passada, Mirabile esteve em Tóquio, na feira de lançamentos da NEC, em busca de novidades para o mercado brasileiro. "É o meu supermercado para escolher os produtos do futuro", disse. A ideia é compartilhar parte dos conceitos com possíveis clientes e desenvolver pilotos, que depois podem se transformar em linhas de negócio. As aplicações são "tropicalizadas" para atender as demandas locais. "A biometria é vista como uma solução para segurança pública no mundo inteiro.

Aqui, nossa aplicação é focada em fraude." Ele pretende trazer ao país, por exemplo, um totem de reconhecimento facial, com câmera e software integrados, como alternativa para companhias aéreas acelerarem o check-in de passageiros. "A eficiência no embarque é essencial. Para as companhias aéreas, aeronave parada é dinheiro jogado fora", afirmou. Outra possibilidade será mostrar avanços nas tecnologias de reconhecimento de som e íris, para complementar a oferta na área de segurança. A empresa já vende sistemas de vigilância com câmeras capazes de fazer reconhecimento facial no país. Publicado em 16/11/2017 por Valor Online Leia mais em gsnoticias 16/11/2017



Devo, não nego…

A gradual retomada da economia brasileira está turbinando o setor de recuperação de crédito no País. Prova disso é o ritmo de expansão da Kitado, plataforma online de renegociação de dívidas. A empresa, que a partir desta semana passa a se chamar Blu365, dobrará de tamanho em 2018, em comparação a 2017, superando a marca de R$ 1 bilhão em dívidas negociadas e cerca de R$ 130 milhões recuperados.

A Blu365 tem conquistado a carteira de inadimplência de grandes bancos, como o Itaú e seus cartões de crédito, como Hipercard. Existem negociações avançadas também com o banco Santander. Segun-do Alexandre Lara, CEO da empresa, o potencial de crescimento é gigantesco, já que a famílias que se endividaram nos últimos anos estão recuperando a condição de pagamento. - IstoÉ Dinheiro Leia mais em portal.newsnet 21/11/2017
 



Fusões e aquisições têm valores maiores em 2017

Num ano em que a venda de títulos de dívida e de ações por empresas bateu recordes, o desempenho das fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) de companhias pode parecer bastante tímido à primeira vista.

Dados da Dealogic mostram que o número de empresas alvo de M&A caiu 21,5% de janeiro a novembro deste ano em relação a igual período de 2016.

Porém, um olhar mais atento revela que as transações deste ano envolveram cifras mais gordas. Ao todo, os negócios movimentaram US$ 40,5 bilhões neste ano até novembro, contra US$ 35,6 bilhões no mesmo período de 2016.

É como se cada fusão ou aquisição fechada em 2017 tivesse um valor 45% maior. Mesmo considerando-se a apreciação do real neste ano, as transações ficaram maiores.

Longe de mostrar preços repentinamente inflados, a estatística reflete a presença mais relevante de negócios maiores, como a compra de 49,9% da XP Investimentos pelo Itaú Unibanco por R$ 6,3 bilhões e da Vigor pela mexicana Lala Foods, por R$ 5,7 bilhões.

"2017 ainda foi um ano marcado por grandes transações de empresas estressadas, seja por Lava-Jato ou por dívidas. Tirando isso, houve uma queda nas fusões e aquisições de menor porte", diz Leandro Miranda, responsável pelo banco de investimentos Bradesco BBI.

Os primeiros sinais de retomada da economia, porém, também tiveram seu papel para engordar as cifras dos negócios fechados neste ano. De acordo com Eduardo Guimarães, diretor de fusões e aquisições no Itaú BBA, a perspectiva de crescimento do PIB contribuiu para aumentar a avaliação financeira das empresas, um reflexo que fica claro na valorização do Ibovespa no ano. "A alta da bolsa também puxa a referência das transações privadas", afirma.

Alguns motivos são listados pelos banqueiros para explicar o enfraquecimento dos negócios de menor porte. Um deles é a concorrência com as ofertas de ações, que já somam R$ 32 bilhões neste ano. Com a possibilidade de vender ações na bolsa de valores, escolheram essa alternativa em vez de se juntar ou vender uma fatia do capital para algum concorrente ou fundo de private equity. Mas o contrário também aconteceu, como é o caso da XP Investimentos, que abortou a abertura de capital ao decidir vender parte de suas ações para o Itaú Unibanco. Essa foi a 4ª maior transação deste ano.

Daqui para a frente, porém, os IPOs devem colaborar para o aquecimento da atividade de fusões e aquisições. "As ofertas de ações recapitalizaram as empresas. Com balanços mais saudáveis, elas ficam mais dispostas a aquisições", afirma Alessandro Zema, responsável pelo banco de investimentos do Morgan Stanley no Brasil.

Especializada em transações de fusões e aquisições de empresas de menor porte, a Cypress diz perceber uma mudança nas exigências dos compradores de companhias desse perfil. "Eles estão mais exigentes em termos de controles e governança. E muitas vezes as empresas menores não têm isso", diz Carlos Parizotto, sócio da Cypress.

A expectativa dos assessores financeiros é que o número de fusões e aquisições volte a crescer no ano que vem. Para Bruno Amaral, sócio do BTG Pactual responsável pela área de M&A, a quantidade de negociações de fusões e aquisições em curso neste momento deve levar a um crescimento das operações já no início de 2018.

A grande dúvida fica por conta das incertezas trazidas com a eleição presidencial. "Acredito que um ciclo forte mesmo de M&A só aconteça depois de 2019", diz Flavio Meyer, advogado especialista em fusões e aquisições do escritório Stocche Forbes.

Estimativas divulgadas na semana passada pela Baker McKenzie e a Oxford Economics apontam para a continuidade da valorização dos ativos no Brasil em 2018, com o pico da atividade de M&A acontecendo em 2019. Por enquanto, o interesse dos estrangeiros - principais atores do M&A no Brasil se mantém. Assim como no ano passado, eles corresponderam a mais da metade dos negócios fechados.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnte 21/11/2017
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Veja também  FUSÕES E AQUISIÇÕES: 62 TRANSAÇÕES REALIZADAS EM OUTUBRO/17 -   Queda significativa do volume de negócios e dos investimentos realizados em outubro/17, no mercado brasileiro de fusões & aquisições. Um 1º semestre em ascensão e o 2º semestre em queda.




O Banco Original teria colocado à venda sua participação no aplicativo PicPay,

O Banco Original teria colocado à venda sua participação no aplicativo PicPay, com foco no setor de meios de pagamentos. O eventual negócio ocorre a reboque da desova de ativos que o grupo que controla a instituição, a J&F, dos irmãos Batista, fez após envolvimento na Operação Lava Jato.

» Alinhada. Fundada em 2012, a PicPay é uma carteira de pagamentos eletrônica. A fintech, startup do setor financeiro, cresceu com a atração de clientes que fogem das taxas cobradas em transferências bancárias como TED e DOC. O Original investiu na empresa em 2015, quando passou a integrar o grupo de sócios junto aos fundadores e investidores-anjos. Na época, o foco era alinhar o negócio ao seu slogan de banco digital. Para isso, encarou, inclusive, problemas operacionais da empresa.

» Não mais. Agora, porém, o foco do Original em relação à PicPay teria mudado após o envolvimento da J&F na Lava Jato. Desde então, o grupo já se desfez de outros ativos, como a empresa de calçados Alpargatas, dona das Havaianas, parte da companhia de celulose Eldorado e a Vigor. Rumores sobre eventual venda do próprio Original também circularam no mercado, mas até agora nada foi oficializado. Procurado, o banco negou a venda da PicPay.  O Estado de S.Paulo Leia mais em portal.newsnet 21/11/2017



20 novembro 2017

Vale: Venda de ativo em Cubatão veio 60% abaixo do esperado, diz Credit Suisse

O Credit Suisse avalia que a venda de um ativo da Vale (BOV:VALE3) de nitrogenados e fosfatados em Cubatão, anunciada hoje, é bem-vinda e faz parte do plano de desalavancagem. Apesar disso, o valor de a ser pago pela Yara International ficou 60% menor do que o estimado inicialmente pelo banco para a operação

O montante de US$ 225 milhões será entregue em dinheiro mediante a conclusão da transação contemplada pelo acordo de compra, prevista para o segundo semestre de 2018.

“Recebemos bem o acordo e vemos isso como consistente com a abordagem correta da Vale para alcançar seu objetivo de desalavancagem de US $ 10 bilhões para o final de 2018. No entanto, observamos que o valor da transação ficou aquém da nossa estimativa inicial (mais perto de US $ 600 milhões)”, explicam os analistas Ivano Westin, Renan Criscio e Rafael Cunha, que assinam o relatório.

Segundo a empresa, a operação é “mais um passo na direção da redução da alavancagem da Vale, pois os proventos recebidos irão reduzir o endividamento, seguindo a estratégia de desinvestimento de ativos não-estratégicos e geração de valor ao acionista através do fortalecimento do balanço”.

Nova Caledônia

O banco também comentou a notícia da Reuters que relata o adiamento processo de venda de participação em uma mina de níquel na Nova Caledônia, após a Vale considerar as propostas iniciais pelo ativo muito baixas. A mineradora busca algo entre US$ 500 milhões e US$ 1 bilhão e irá esperar os preços do níquel voltarem a subir para tentar novamente.

“Acreditamos que esta notícia específica, se confirmada, é neutra para as ações da Vale, já que vemos o mercado já fixando preços em pouco (ou nenhum) valor para esta mina”, dizem os analistas. A recomendação do banco para os papéis da mineradora é neutra. Fonte: Money Times Leia mais em advfn 20/11/2017

20 novembro 2017



Alianças, fusões e aquisições e seus impactos, abordados no "O Grande Livro de Canais de Vendas"

Lançado recentemente o novo livro,"O Grande Livro de Canais de Vendas",  de Pedro Roccato, e  contou com  23 colaboradores de conteúdo, que apresentaram seus casos de sucesso, dicas e experiência com o mercado.

O capitulo sobre "Alianças, fusões e aquisições e seus impactos em toda a cadeia de vendas e distribuição" contou com a colaboração do autor do blog, Ruy Moura. Abaixo fotos da noite de autógrafos do “O Grande Livro de Canais de Vendas”. Em linkedin 20/11/2017




BR Pharma: a consolidadora que naufragou

Sem experiência em farmácias, Paulo Remy tem a missão de transformar uma empresa que tem quase 1 bilhão de reais em dívidas

BR Pharma anunciou, na noite de quinta-feira, a intenção de seu controlador de fazer uma oferta de aquisição de ações
A decadente trajetória da empresa que prometia ser a maior rede de farmácias do país ganhou novos capítulos nesta semana.

A BR Pharma anunciou, na noite de quinta-feira, a intenção de seu controlador de fazer uma oferta de aquisição de ações (OPA).

O anúncio fez os papéis da companhia subirem 4,5% nesta sexta-feira, com a expectativa do prêmio que o controlador pagará para fechar o capital da empresa.

Nesta semana, a empresa também informou que teve um prejuízo recorde de 1,45 bilhão de reais nos primeiros nove meses deste ano, o resultado foi impactado pela falta de dinheiro para abastecer o estoque das lojas e, consequentemente, queda nas vendas. A dívida subiu para quase 1 bilhão de reais.

Criada em 2009 pelo banco BTG Pactual, a BR Pharma tem um novo dono desde abril deste ano, quando o banco vendeu o controle para a empresa de investimentos Lyon Capital pelo simbólico valor de 1.000 reais.

Com isso Paulo Remy, ex-presidente da construtora WTorre e fundador da Lyon, assumiu o comando da decadente BR Pharma.

Em rápida teleconferência com analistas, Remy mostrou o tamanho do desespero da empresa. Ele afirmou que está buscando financiamento bancário, renegociação com fornecedores, interessados em investir ou ainda em comprar ativos da companhia.

Em outras palavras, qualquer coisa que possa socorrer uma empresa que tem patrimônio negativo de 1,15 bilhão de reais.

O roteiro seguido pela BR Pharma não é nada do que foi previsto pelo BTG quando decidiu comprar a rede Farmais de olho em um setor que crescia mais de 15% ao ano.

Enquanto nos Estados Unidos grupos como CVS e Walgreens tinham mais de 10.000 lojas, a maior rede do Brasil era a Pague Menos, com 350 unidades. A oportunidade de consolidar o mercado era clara, e o BTG foi o primeiro a perceber isso.

Foram sete aquisições. Além da Farmais, o banco comprou: a Guararapes, do Pernambuco, a Rosário Distrital, do Centro-Oeste, a Mais Econômica, do Rio Grande do Sul, a Sant’Anna, da Bahia, e a Big Ben, do Pará.

Com isso, a BR Pharma chegou a ter mais 1.200 unidades e vendas de 3,5 bilhões de reais. A abertura do capital da BR Pharma, em junho de 2011 por 465,7 milhões de reais, foi o maior símbolo do sucesso da primeira fase da empreitada.

Os problemas começaram logo depois. Em 2012, duas fusões de grandes redes – Droga Raia com Drogasil e Pacheco com São Paulo – deixaram a liderança distante da BR Pharma.

Enquanto as líderes se concentravam em São Paulo e no Rio de Janeiro, a BR Pharma era formada por redes pequenas e médias e distantes geograficamente, dificultando a integração e distribuição de produtos.

Para fechar as compras na velocidade que queria o BTG fez concessões que também atrasaram a integração – entre elas, manter os sócios à frente de suas respectivas empresas por alguns anos. Essa estrutura de comando criou dificuldades.

Os antigos donos não aceitavam executivos escolhidos pelo BTG e sobrava gente para palpitar nos negócios. A integração planejada nunca ocorreu.

“Eles colocaram banqueiros nas operações. Banqueiro é bom de emprestar dinheiro, não de administrar farmácia”, diz um concorrente.

Os banqueiros do BTG viram que não conseguiriam cumprir a meta inicial e começaram a vender as marcas separadamente.

Em novembro de 2015, a Mais Econômica foi comprada pelo fundo Verti por 44 milhões de reais. Em 2016, a Rosário foi vendida à Profarma, por 173 milhões de reais. No ano passado, o BTG tentou vender sua principal marca, a Big Ben, para o Grupo Ultra e as redes Farmais e Rosário para outros interessados. O banco não conseguiu chegar a um acordo.

Enquanto isso, a Raia Drogasil conseguiu integrar os negócios e é hoje o maior grupo do setor, com mais de 1.500 lojas. Quem conduziu a empresa nos últimos quatro anos foi Marcílio Pousada, que antes disso presidiu a rede de livrarias Saraiva por oito anos.

O executivo assumiu com a missão de integrar as marcas Raia e Drogasil. A empresa faturou 9,7 bilhões de reais nos nove primeiros meses deste ano. O valor de é de 27,8 bilhões de reais, ante os 512 milhões de reais da BR Pharma.

A dúvida agora é se Remy, que trabalhou numa consultoria focada em reestruturação de empresas antes da WTorre, conseguirá fazer a melhoria necessária. Atualmente, apenas três das cinco marcas do grupo têm lojas abertas, que totalizam pouco mais de 700 unidades. “A única solução é vender as marcas, não há como manter o grupo como está”, diz um concorrente. O problema é que as marcas estão se deteriorando mês após mês.

A venda no conceito mesmas lojas (abertas há pelo menos 12 meses) tem quedas de mais de 40% a cada trimestre. Até mesmo a Big Ben se deteriorou.

Nos nove primeiros meses deste ano a rede teve um prejuízo de 621 milhões de reais e atualmente tem patrimônio negativo de 206 milhões de reais.

Em seu relatório de resultados do terceiro trimestre, a BR Pharma fez uma baixa no valor de duas de suas redes, Santana e Big Ben, no montante de 815 milhões de reais. O valor dos ativos parece diminui a cada dia, Remy precisa resolver a crise antes que não sobre nada.Por Letícia Toledo - Leia mais em exame 20/112017



Adianta recebe aporte de R$ 5 milhões

A Adianta, fintech da área de antecipação de recebíveis e inteligência de crédito, obteve um aporte no valor de R$ 5 milhões da Osher Tech, divisão de investimentos da Osher Investimentos e Participações, especializada em crédito e com forte atuação no mercado de FIDCs (fundos de investimento em direitos creditórios).

Com isso, a Oster se soma à Yellow Ventures como sócia da Adianta. Na ativa desde março deste ano, a fintech tem foco em PMEs e oferece ao mercado um serviço digital em que a inteligência de crédito é feita internamente e a análise de risco é personalizada para cada operação.

A empresa conta com uma tecnologia proprietária baseada em machine learning e big data. A startup também teve acesso a todo o banco de dados da investidora, com mais de 1,6 milhão de notas fiscais, e informações estratégicas para análise de crédito, como históricos, score e processos.

De acordo com a companhia, a aporte de dados acelerou em pelo menos dois anos a estruturação do motor de decisão da Adianta, ao permitir a identificação de pontos fundamentais para a modelagem adequada do modelo de negócio, como fraudes e formas de combatê-las, além de reduzir os custos e o tempo da curva de aprendizado.

“No setor de fintechs é a primeira vez que vemos um player estabelecido apoiar um player do futuro, com transferência efetiva de inteligência para que cresça rapidamente e se torne líder de mercado. É um casamento perfeito entre um player tradicional e o novo mundo de crédito viabilizado pelas fintechs”, assinala Marco Rennó, sócio da Osher.

O alvo da Adianta são empresas com faturamento anual entre R$ 2 milhões e R$ 50 milhões.
“Quando fazemos a análise por operação e não por cliente, estamos proporcionando uma situação mais justa para o pequeno e médio empresário. As PMEs geralmente não têm acesso a crédito competitivo, mas essas empresas podem vender para companhias com bom histórico de pagamentos que deveriam ter patamares de risco diferentes”, analisa Marco Camhaji, CEO da Adianta.
Atualmente a startup opera como correspondente bancário e possui 150 clientes ativos. Em sua fase inicial, já descontou mais de 5 mil notas.

“Conseguimos, por exemplo, estabelecer relações de essencialidade entre fornecedores e compradores e isso nos ajuda a oferecer taxas cada vez melhores a um baixo risco. Com o investimento da Osher esperamos alcançar, até junho do ano que vem, R$ 50 milhões em valor de títulos antecipados”, finaliza Camhaji.

Camhaji já fez parte do time de gestão de empresas como Movile, Apontador e Netmovies. Mais recentemente, atuou no fundo de venture capital Redpoint eVentures e foi membro do conselho da Xerpa. Júlia Merker // Leia mais me baguete 20/11/2017



Cosan Limited faz oferta de recompra de US$ 200 milhões em ações

A Cosan Limited faz oferta para recompra de US$ 200 milhões em ações classe A nos Estados Unidos, com preço entre US$ 9,23 e US$ 9,65 por ação.

No fechamento da última sexta-feira (17), as ações eram negociadas na Nyse a US$ 8,39, com ... Leia mais em valoreconomico 20/11/2017



Grupo hoteleiro Barceló propõe fusão ao NH na Espanha

A rede hoteleira Barceló propôs à rival NH Hotel Group uma fusão para criar a maior cadeia do setor na Espanha.

Pela oferta, a família Barceló controlaria 60% das ações da nova empresa e estaria disposta a pagar 7,08 euros por ação, um prêmio de 27%,, considerando o preço médio dos últimos três meses, que foi de 5,56 euros. A NH foi avaliada em 2,2 bilhões de euros. Leia mais em valoreconomico 20/11/2017






Diaverum adquire a Ameneg

LexLatin .@veiranoadv asiste a Diaverum y adquiere la brasileña de servicios renales #Ameneg #Brasil #NoticiasTranslate from Spanish.. Leia mais em twitter 11/10/2017



Assurant adquire The Warranty Group em uma transação avaliada em US$ 2,5 bilhões

A Assurant, Inc. (NYSE: AIZ), fornecedora líder mundial em soluções de gerenciamento de risco, o The Warranty Group, um dos principais prestadores globais de planos de proteção e programas relacionados, e uma empresa gestora de portfólios da TPG Capital anunciaram hoje que chegaram a um acordo definitivo para combinar operações - com os acionistas da Assurant mantendo a participação maioritária da sociedade formada. A transação está avaliada em cerca de US$ 2,5 bilhões e deve ser fechada no primeiro semestre de 2018, sujeito às aprovações de acionistas e reguladores, e outras condições habituais de fechamento.

A transação irá alavancar, de modo significativo, a estratégia da Assurant no mercado de estilo de vida global, com um portfólio atraente de clientes e produtos, um perfil de crescimento diversificado e uma pegada mundial mais profunda. Com receita anual superior a US$ 1 bilhão registrada em 30 de junho de 2017 1 , o The Warranty Group irá aumentar a escala e a presença do mercado da Assurant em seus negócios de proteção de veículos, contratos de serviço estendidos e serviços financeiros em 35 países. A pegada geográfica resultante também irá proporcionar recursos para acelerar a estratégia móvel da Assurant em mercados-chave, como é o caso da Ásia-Pacífico. O negócio de proteção de veículos nos Estados Unidos do The Warranty Group também irá promover novas parcerias de clientes e canais de distribuição, incluindo redes de revendedores e contas nacionais, e posicionar a Assurant para capitalizar as tendências emergentes no mercado automotivo, como os comerciantes varejistas de automóveis digitais.

"A aquisição do The Warranty Group por parte da Assurant reforça nossa posição como um dos principais provedores mundiais no setor de proteção de veículos e está bem alinhada com nossa estratégia de crescimento do mercado de estilo de vida, ajudando os consumidores a proteger seus aparelhos eletrodomésticos, automóveis, dispositivos móveis e eletrônicos", afirmou Alan Colberg, presidente e CEO da Assurant. "Juntos, acreditamos que podemos aprofundar nossa pegada global e acelerar o crescimento lucrativo em importantes mercados já presentes no roteiro estratégico da Assurant, ao mesmo tempo em que realizamos sinergias operacionais substanciais, gerando receitas mais diversificadas e previsíveis e promovendo a inovação de produtos em uma escala global."

Nelson Chai, presidente e CEO do The Warranty Group, disse: "Esta transação reúne dois negócios com conhecimentos altamente alinhados sobre os mercados ao redor do mundo inteiro. Acreditamos que esta combinação melhora nossa capacidade de oferecer melhores produtos e serviços, além de fornecer novas oportunidades a nossos clientes, parceiros, funcionários e outras partes interessadas importantes".

Eric Leathers, sócio da TPG Capital, comentou: "Esta parceria estratégica é um resultado excelente tanto para a Assurant quanto para o The Warranty Group, posicionando a empresa combinada rumo ao sucesso contínuo. Desde a aquisição do The Warranty Group, damos apoio à equipe de gerenciamento da empresa, à medida que expandiram seus negócios globais de contratos de serviços através de caminhos atrativos para o crescimento. Esta combinação se baseia nessas iniciativas e nós, da TPG, estamos empolgados com a criação de valor futuro que será fruto disso".

1 A quantidade é baseada na política do The Warranty Group de reportar uma parcela de sua receita líquida de determinados custos; a apresentação para a empresa combinada será revisada para se adequar à política da Assurant de registrar receita em termos brutos com compensação das despesas.

ESTRUTURA E DESTAQUES FINANCEIROS
A transação avalia o The Warranty Group em US$ 1,9 bilhão em valor patrimonial, ou US$ 2,5 bilhões em valor de empresa, incluindo sua dívida existente. Segundo o acordo de transação, a Assurant, Inc. irá se tornar uma subsidiária integral da TWG Holdings Limited, cujo nome será alterado para a Assurant Ltd. Os acionistas da Assurant serão proprietários de aproximadamente 77% da entidade combinada, já que as ações existentes da Assurant, Inc. são convertidas em ações da Assurant Ltd. em uma base de um para um. A TPG e suas afiliadas serão proprietárias dos restantes 23%, com valor igual a 16 milhões de ações da Assurant, ou aproximadamente US$ 1,5 bilhão no preço de fechamento de ontem. A Assurant também irá pagar aproximadamente US$ 372 milhões em dinheiro para a TPG.

Após o fechamento, as ações da Assurant Ltd. serão negociadas na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo AIZ. A equipe de gerenciamento sênior da Assurant irá liderar a organização combinada.

A Assurant pretende financiar a contraprestação em dinheiro e o reembolso de aproximadamente US$ 591 milhões da dívida existente do The Warranty Group através de nova dívida e os títulos preferenciais que se espera que sejam emitidos após o fechamento. A Assurant assinou uma carta de compromisso para um empréstimo-ponte no valor de US$ 1 bilhão.

A estimativa é de que a transação seja modestamente acretiva à receita operacional por ação da Assurant em 2018 com base na taxa de desempenho. No final de 2019, a Assurant espera gerar US$ 60 milhões em sinergias operacionais antes de impostos ao otimizar as operações globais.

A transação será tributável para os acionistas da Assurant nos EUA e em algumas outras jurisdições.

Sobre a Assurant - A Assurant (NYSE: AIZ) é uma fornecedora líder mundial em soluções de gerenciamento de risco, ajudando a proteger o local onde as pessoas vivem e os bens que compram. Milhões de consumidores contam com os produtos inovadores, serviços e suporte técnico da Assurant para grandes compras, como casas, carros, eletrodomésticos, dispositivos móveis e funerais. A Assurant é parceira de importantes empresas que fazem, vendem ou financiam essas compras para cuidar bem de seus clientes e ajudar no crescimento de seus negócios. Membro da Fortune 500, a Assurant tem presença de mercado em 16 países. Em 30 de junho de 2017, a empresa possuía US$ 30 bilhões em ativos e US$ 6 bilhões em receita anual. Saiba mais em assurant.com ou siga-nos no Twitter: @AssurantNews .

Sobre o The Warranty Group - Com mais de 50 anos de liderança na indústria, o The Warranty Group é um dos principais prestadores mundiais de soluções de garantia e benefícios relacionados, com operações em mais de 35 países e mais de 1,6 mil funcionários. Com a Virginia Surety Company e a London General Insurance como nossas companhias de seguros de propriedade integral, o The Warranty Group é uma solução de fonte única que fornece expertise em subscrição, administração de sinistros e marketing para alguns dos principais fabricantes, distribuidores e revendedores mundiais de bens de consumo - incluindo automóveis, casas, eletrodomésticos de consumo, eletrônicos e móveis -, bem como produtos e serviços de seguros especializados para instituições financeiras. Para mais informações, acesse www.thewarrantygroup.com .

Sobre a TPG - A TPG é uma empresa líder global no setor de ativos alternativos, fundada em 1992, com mais de US$ 73 bilhões em ativos sob administração e escritórios em Austin, Boston, Dallas, Fort Worth, Houston, Nova York e San Francisco (EUA), Hong Kong, Londres, Luxemburgo, Melbourne, Moscou, Mumbai, Pequim, Seul e Singapura. As plataformas de investimento da TPG estão em uma ampla gama de classes de ativos, incluindo private equity, empreendimento de crescimento, bens imóveis, crédito e patrimônio público. A TPG pretende criar produtos e opções dinâmicos para seus investidores, ao mesmo tempo que institui disciplina e excelência operacional em toda a estratégia de investimento e desempenho de seu portfólio. Para mais informações, acesse www.tpg.com. http://www.businesswire.com/news/home/20171018005629/pt/ .. Leia mais em terra 18/10/2017
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#NOTICIAS BMA - Barbosa Müssnich Aragão asistió a The Warranty Group en la venta de 79 % del capital social de sus subsidiarias en #Brasil a #Assurant Inc., empresa estadounidense que provee soluciones de gestión de riesgo en todo el mundo, representada por #PinheiroNeto Advogados, como parte de un acuerdo global por un monto de USD 2.500 millones. Conozca aquí cuáles fueron las otras firmas involucradas.
#Transacciones #LawFirm #BarbosaMüssnichAragão #LexLatin
#Notícias Bma-Barbosa Müssnich Aragão assistiu ao the versão group na venda de 79 % do capital social das suas subsidiárias no #Brasil a #possãvel inc., empresa americana que fornece soluções de gestão de risco em todo o Mundo, representado por #pinheironeto advogados, como parte de um acordo global por um montante de us $ 2.500 milhões. Conheça aqui quais foram as outras firmas envolvidas.
Assurant adquiere filiales brasileñas de The Warranty Group - LexLatin
Assurant Inc., empresa estadounidense que provee soluciones de gestión de riesgo en todo el mundo, adquirió 79 % del capital social de las subsidiarias… leia mais em facebook.permalink 02/11/2017