26 maio 2017

Com aquisição pela Hexagon AB por US$ 834 milhões, MSC Software consolida nova liderança

Abraçando um novo segmento de mercado, a Hexagon AB concluiu neste mês de maio a aquisição da MSC Software (www.mscsoftware.com), desenvolvedora de soluções CAE – softwares de simulação para desenvolvimento de produtos virtuais e processos de fabricação com atuação global –, em negociação avaliada em US$ 834 milhões.

A aquisição posiciona a MSC como uma unidade de negócios independente dentro da divisão Manufacturing Intelligence (MI) da Hexagon AB, cujas principais empresas estão ligadas aos setores automotivo, aeroespacial, de máquinas, entre outros. Assim, a multinacional espera conectar os estágios tradicionalmente separados de design e produção, integrando dados gerados na fabricação com aqueles fornecidos por simulações. A ideia é facilitar a identificação e resolução de problemas em novos produtos antes do início da fabricação, gerando maior economia aos seus clientes.

Mudanças-chave nas lideranças da MSC na América Latina acontecem em paralelo à aquisição: a entrada do novo diretor regional, Valdeni Novaes, e do novo diretor de canais, Vinicius Rossato – a quem foi atribuída a missão de expandir o ecossistema de parceiros da empresa. Os executivos somam mais de 30 anos de experiência com soluções corporativas, e devem focar seus esforços na formulação de novas estratégias de venda para o portfólio da companhia.

"Nosso portfólio é bem completo e, com o modelo de licenciamento MSC One, estamos oferecendo todas as nossas soluções de forma flexível e otimizada", explica Valdeni. "O objetivo é alavancar este formato, que permite a empresas de todos os segmentos e tamanhos inovar e aperfeiçoar seus produtos por meio da simulação virtual", adiciona.

À frente do setor latino-americano da empresa desde o final de janeiro, Valdeni acompanhou todo o processo de aquisição da MSC pela Hexagon AB e enxerga um horizonte positivo para a mudança. "Com o fortalecimento da sinergia entre as empresas, teremos uma forte estrutura de produtos e serviços para aumentar o nosso alcance no mercado brasileiro e latino-americano ", afirma o diretor.

Sobre a MSC Software - Empresa que desenvolve softwares de simulação que permitem a engenheiros validarem e otimizarem seus designs usando protótipos virtuais. Essa tecnologia permite não só complementar mas, em alguns casos, substituir plenamente o protótipo físico, gerando considerável economia. Fundada em 1963, na Califórnia, EUA, foi adquirida pela multinacional norte-americana Hexagon AB em 2017. www.mscsoftware.com.

Sobre a Hexagon AB - Desenvolve tecnologias para medição e avaliação de produtos das áreas de pesquisa geoespacial (pesquisa e GPS), metrologia industrial e engenharia. Atende órgãos pesquisadores, agências governamentais, companhias de mapeamento, construção, segurança e defesa. Fundada em 1992, em Estocolmo, na Suécia, comercializa seus produtos sob mais de 35 marcas espalhadas pelo mundo. www.hexagon.com. Leia mais em segs 26/05/2017



26 maio 2017



Carrefour quer captar até R$ 10 bi com IPO no Brasil

A despeito da crise deflagrada após delação de executivos da JBS, varejista francês entregou à CVM prospecto para lançar ações em Bolsa no País

Segundo maior varejista do mundo, o Carrefour deu início ao processo de listagem em bolsa de sua operação brasileira. O grupo informou ontem que o Atacadão, controlador de sua subsidiária no País, apresentou na terça-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um prospecto preliminar para lançar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3 (empresa resultante da fusão entre BM&FBovespa e Cetip).

O documento não traz uma faixa indicativa de preço para as ações ou quanto a companhia poderia captar, mas, de acordo com fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, o Carrefour quer levantar entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões em sua abertura de capital. A intenção é que a varejista seja avaliada em torno de R$ 40 bilhões. A despeito da crise instaurada no País após a delação dos executivos da JBS, o Carrefour espera que sua ação seja precificada até o dia 15 de julho, afirmam fontes.

A operação, que inclui ofertas primária (papéis novos) e secundária (ações detidas por atuais sócios), terá o Itaú BBA como coordenador líder, acompanhado de Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, JPMorgan, Bradesco BBI e Santander Brasil.

A oferta prevê a listagem no Novo Mercado, segmento de mais alta governança corporativa da B3, e figuram como acionistas vendedores o grupo Carrefour na França e a Península, empresa de investimentos do empresário Abilio Diniz.

Os recursos captados com a oferta primária serão usados para pagar empréstimos entre as empresas do grupo e para reforçar o capital de giro da companhia. Com a operação, a varejista francesa planeja ainda acelerar a expansão das atividades no País, seu segundo maior mercado depois da própria França. A rede opera no Brasil com as marcas Carrefour, Carrefour Express, Carrefour Drogaria, Carrefour Posto, Atacadão e Supeco, além de estar presente no comércio eletrônico.

Retomada. Nos últimos meses, a captação no mercado de capitais doméstico vinha dando sinais de retomada, após vários anos praticamente parada. Neste ano, estrearam na bolsa a companhia aérea Azul, a locadora de veículos Movida e o laboratório médico Hermes Pardini. A iniciativa do Carrefour vem na contramão a crença que esse mercado ficaria paralisado diante do recrudescimento da crise política, após denúncias de corrupção e pedidos de renúncia contra o presidente Michel Temer.

Segundo fontes ouvidas pelo Estadão/Broadcast, o Carrefour teria decidido aproveitar a próxima janela para a emissão de ações de modo a utilizar seus dados financeiros referentes ao primeiro trimestre do ano, que seriam mais favoráveis.

A escolha teria sido fazer a oferta antes da divulgação dos dados do segundo trimestre do ano, segundo fontes, período no qual o crescimento do Carrefour Brasil teria começado a desacelerar e apontaria perda de participação de mercado para o principal concorrente, o Grupo Pão de Açúcar (GPA).

Analistas têm avaliado que o GPA vem recuperando fatia de mercado ante o principal rival em meio a esforços pela recuperação de seus hipermercados, formato que mais perdeu vendas nos últimos anos, período no qual o Carrefour abriu uma diferença e passou a registrar crescimento mais acelerado. No primeiro trimestre de 2017, no entanto, as vendas de ambos já cresceram no mesmo ritmo.

O Carrefour tem 576 pontos de venda no País. A maior parte é da rede de “atacarejo” Atacadão, com 160 lojas. No primeiro trimestre, o grupo apurou receita de R$ 11,878 bilhões, alta de 7,2% em relação ao mesmo período de 2016.   Fernanda Guimarães Dayanne Sousa, O Estado de S.Paulo Leia mais em estadão 24/05/2017



Aquisições aceleram com empresas buscando inteligência artificial

Os gigantes de tecnologia que buscam reforçar suas pistas em inteligência artificial ou compensar o terreno perdido foram os compradores mais agressivos

IA: a Alphabet, proprietária do Google, comprou 11 startups de IA desde 2012

Um total de 34 startups de inteligência artificial foram adquiridas no primeiro trimestre deste ano, mais que o dobro da atividade no mesmo período de 2016, segundo a empresa de pesquisa CB Insights.

Os gigantes de tecnologia que buscam reforçar suas pistas em inteligência artificial ou compensar o terreno perdido foram os compradores mais agressivos.

A Alphabet, proprietária do Google, comprou 11 startups de IA desde 2012, seguida pela Apple, Facebook e Intel, respectivamente, segundo a CB Insights.

O primeiro trimestre também viu o maior acordo até o momento com a Ford Motors que investiu 1 bilhão de dólares na Argo AI, fundadas por executivos do Google e da Uber.

As startups estão procurando aprofundar aplicações de inteligência artificial em campos específicos, como saúde e varejo, dizem observadores da indústria, ao invés de competir diretamente com empresas já estabelecias.

“O que você vai ver é que os grandes atores vão construir serviços de plataforma e as startups aplicaram mais a inteligência em aplicativos”, disse o diretor do Madrona Venture Group, Matt McIlwain. Leia mais em exame 26/05/2017



CEO da Vale buscará crescimento com aquisições e diversificação

Segundo o Credit Suisse, Schvartsman criou grupos para avaliar a estratégia e a performance da empresa em diversas unidades de negócios

A mineradora Vale deverá em breve voltar a uma fase de expansão de seus negócios mirando oportunidades de fusões ou aquisições e estratégias para diversificar seu portfólio, atualmente com forte dependência do minério de ferro, disse o novo presidente da companhia, Fabio Schvartsman, em encontro com analistas.

“Apesar da alta qualidade dos ativos de minério de ferro da companhia e da alta lucratividade dessa unidade de negócios, o fato de todos os ovos estarem na mesma cesta é um importante risco de longo prazo para a companhia”, disseram analistas do Credit Suisse em relatório para clientes que resume os principais pontos de uma reunião com Schvartsman nesta sexta-feira.

O Bradesco BBI também produziu um relatório após conversa com o executivo, que tomou posse na segunda-feira, no qual afirma que uma questão chave para a Vale será avaliar qual a melhor estratégia de diversificação do portfólio.

Os negócios de níquel, por exemplo, não geram lucros suficientes.

“A estratégia será baseada em crescimento e diversificação para além do minério de ferro, com fusões e aquisições sendo a principal ferramenta. Desalavancagem e pagamento de dividendos não são o suficiente. A Vale precisa ter uma clara estratégia de crescimento”, explicou o Bradesco BBI, ao comentar as falas de Schvartsman.

Segundo o Credit Suisse, o novo presidente da Vale criou grupos para avaliar a estratégia e a performance da empresa em diversas unidades de negócios, e um diagnóstico estará pronto em 60 dias.

A Vale também contratou a consultoria Falconi para avaliar sua matriz de custos e identificar potenciais cortes.

Ainda segundo o Credit Suisse, a companhia provavelmente conseguirá reduzir sua dívida líquida para um nível abaixo da meta de 15 bilhões de dólares anunciada anteriormente.

Já os analistas do Bradesco BBI citaram também outras mudanças culturais que o novo presidente pretende implementar na Vale, como uma maior transparência, com executivos trabalhando todos na mesma sede, sem “clusters isolados dentro da companhia”.

O executivo também falou em reduzir a interferência do governo na companhia.

Schvartsman substituirá na Vale o administrador de empresas Murilo Ferreira, que presidiu a mineradora durante seis anos. Ele tem 63 anos e desde 2011 era presidente executivo da Klabin, produtora de papel e papelão. Reuters Leia mais em exame 26/05/2017



Irmãos Batista compram totalidade de participação da Blessed

A CVM abriu nesta semana processo para apurar as informações divulgadas pela companhia a respeito da Blessed

JBS: a Blessed teria aparecido na cadeira societária da JBS a partir da incorporação do Bertin

A JBS informou nesta sexta-feira que os controladores Joesley e Wesley Batista compraram a totalidade da participação detida pela holding Blessed no final de outubro do ano passado, segundo comunicado ao mercado enviado pela companhia na noite desta sexta-feira.

A informação foi divulgada após a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ter cobrado da empresa esclarecimentos sobre informações publicadas pela imprensa a respeito de movimentações societárias no grupo JBS depois da incorporação do frigorífico Bertin, em 2009.

A Blessed teria aparecido na cadeira societária da JBS a partir da incorporação do Bertin.

“Wesley Mendonça Batista e Joesley Mendonça Batista responderam que adquiriram, de fato, a totalidade das participações societárias de emissão daquela sociedade (Blessed) em 31 de outubro de 2016”, afirmou a JBS no comunicado ao mercado.

A CVM abriu nesta semana processo para apurar as informações divulgadas pela companhia a respeito da Blessed, holding que era sediada no Estado norte-americano de Delaware.Por Alberto Alerigi Jr., da Reuters Leia mais em exame 26/05/2017
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JBS confirma, com atraso, que irmãos Batista compraram ações da Blessed 

Um dia depois de comunicar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) que a informação prestada ao mercado sobre quem são as pessoas naturais por trás de sua acionista Blessed Holdings estavam atualizadas,  a JBS divulgou novo comunicado nesta sexta-feira para se corrigir.

Questionado mais uma vez pela autarquia, o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan, disse que consultou os controladores da companhia e confirmou a informação, divulgada no dia 23 de maio no site do Valor, de que Joesley e Wesley Batista compraram 50% das ações da Blessed, cada um. A JBS disse ainda que atualizou hoje ... Leia mais em valoreconomico 26/05/2017



Engie Participações contrata Itaú BBA para negócio de Jirau

Ele vai prestar assessoria financeira com o objetivo de realizar a transferência para a sua controlada a participação de 40% na ESBR Participações

A Engie Brasil Energia informou que a sua controladora, a Engie Brasil Participações, contratou o Itaú BBA para prestar assessoria financeira com o objetivo de realizar a transferência para a sua controlada a participação de 40% na ESBR Participações, detentora de 100% da ESBR, que é responsável pela construção, manutenção, operação e venda da energia gerada pela Usina Hidrelétrica de Jirau, em Rondônia.

Além disso, a Engie Brasil Participações quer transferir para a Engie Brasil Energia sua fatia de 100% na Geramamoré Participações e Comercializadora de Energia.

A Engie informa que as operações ainda serão levadas ao conhecimento do conselho de administração, que convocará um Comitê Independente para Transações com Partes Relacionadas. Este comitê terá a função de negociar as condições da transferência.

No final de abril, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Engie Brasil, Carlos Freitas, afirmou que o processo de transferência “certamente não será concluído este ano, porque é um processo longo, que exige a aprovação da Engie, do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).”

Sobre a avaliação que será feita pelo Comitê, ele disse que “será uma análise inteligente, de prós e contras das alternativas”, comentou, salientando que o comitê é liderado pelos conselheiros independentes da companhia.

Entre as opções citadas estão a incorporação com aumento do endividamento da companhia, ou um “mix de divida com ações”.

Freitas salientou que a companhia tem espaço em seu balanço para aumentar sua alavancagem. “Temos bastante espaço para melhorar a eficiência do balanço, mas como será no caso de Jirau está em aberto”, afirmou.

A companhia fechou março com uma alavancagem, medida por dívida líquida/Ebita em 12 meses, de apenas 0,4x. Estadão Leia mais em exame 26/05/2017



Agenda do Cade pode movimentar fusões e aquisições ainda este ano

Há ao menos um elemento no conturbado horizonte da economia brasileira capaz de dar um fôlego para as operações de fusão e aquisição este ano: a pauta do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O mercado espera que o órgão antitruste exija a venda de ativos como condição para aprovar grandes transações hoje em análise, caso da fusão de Kroton e Estácio, da compra da Ale pela Ipiranga e da Liquigás pelo Ultra. Há ainda a fusão de Dow e DuPont, cuja aprovação foi condicionada a uma série de desinvestimentos ao redor do mundo.

Bons negócios
A percepção é de que esses bens que podem ir a mercado não sofrerão tanto com os efeitos adversos que a delação da JBS provocou nos preços. A demanda para compra tende a existir porque se espera que ativos operacionalmente fortes sejam negociados. Leia mais em colunadobroad.estadao 26/05/2017



25 maio 2017

J&F contrata Bradesco para vender Alpargatas, Eldorado e Vigor

A expectativa é de que a companhia possa centrar forças na operação da JBS, que deve passar por forte turbulência

Alpargatas: a situação financeira no grupo tende a ficar apertada

O grupo J&F contratou o banco Bradesco BBI para vender as empresas Alpargatas, Eldorado e Vigor. A informação foi confirmada pelo jornal O Estado de S. Paulo com uma fonte próxima à empresa e uma fonte próxima ao banco.

A expectativa é de que, com isso, a companhia possa centrar forças na operação da JBS que deve passar por forte turbulência com os acordos de delação, já fechado, e o de leniência que está em negociação com o Ministério Público Federal (MPF).

Por volta das 13 horas, as ações da JBS, dona da marca Friboi, avançavam 10,15%, na máxima. Operadores dizem que a recuperação se dá por conta das perdas históricas vistas com a repercussão do acordo de delação premiada feito pelos executivos do grupo.

A avaliação é de que a operação da dona das marcas Friboi e Seara é sólida e que pode resistir à turbulência gerada pelas revelações de corrupção.

A situação financeira no grupo tende a ficar apertada, na medida em que os bancos tiverem que renovar as linhas de crédito para a empresa ou até mesmo com o acordo a ser firmado com o MPF.

Segundo fontes, a empresa está otimista de que o acordo seja fechado em cerca de R$ 6 bilhões ou R$ 7 bilhões, mas os procuradores estão bastante rígidos em função da péssima imagem que está sendo transmitida ao mercado com o acordo firmado com os irmãos Batista, em que eles saíram imunes dos crimes que admitiram ter cometido. A oferta original do MPF era um acordo de R$ 11 bilhões a ser pago em dez anos.

Interessados

Segundo analistas, a tendência é que a Fíbria seja a primeira interessada na Eldorado, até pela sinergia que uma aquisição como esta traria à empresa e o poder de mercado mundial que a companhia ganharia. Mas a Fibria vai querer comprar por um preço baixo, segundo fontes.

Já a Alpargatas teria o potencial de atrair os concorrentes que foram deixados para trás na disputa em 2015. A J&F pagou R$ 2,7 bilhões pela empresa, com dinheiro emprestado da Caixa.

A Vigor teria a empresa PepsiCo interessada. Qualquer conversa, no entanto, estaria condicionada ao fechamento do acordo de leniência.Por Estadão Leia mais em exame 25/05/2017

25 maio 2017



BR Properties compra condomínio da Previ

A BR Properties fechou a compra do Condomínio Centenário Plaza, na cidade de São Paulo, pertencente à Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil (Previ).

O valor do negócio é de R$ 433,4 milhões. O condomínio tem área bruta locável de 53, 9 mil metros quadrados. Segundo a BR Properties, a aquisição está sujeita a algumas condições, incluindo a aprovação do conselho de administração. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em mackenziesolucoes 25/05/2017



Cel.Lep fecha compra de rede de ensino em programação MadCode

A empresa não revelou o valor do negócio, mas ressaltou que as duas marcas seguirão independentes

Escola de idiomas: acordo levará a uma unificação comercial e operacional dos serviços para atuação em escola única

A escola de idiomas Cel.Lep concluiu as negociações para aquisição da rede de ensino em programação MadCode, por meio da qual elevará a 78 o número de unidades em São Paulo e Rio de Janeiro, informou em comunicado nesta quinta-feira.

A empresa não revela o valor do negócio, mas ressalta que as duas marcas seguirão independentes, apesar da unificação comercial e operacional dos serviços para atuação em escola única.

“A aquisição da MadCode reforça nossa visão inovadora de ensino e abre um novo caminho para atuarmos no desenvolvimento de duas competências –o inglês e a programação– que são fundamentais para o futuro das crianças e adolescentes”, disse o diretor geral do Cel.Lep, Felipe Franco, em nota.Por Reuters Leia mais em exame 25/05/2017



Crise política já afeta dia a dia de empresas e adia tomada de decisões

Fusões e renegociações de dívidas foram paralisados após estouro da crise política envolvendo Michel Temer

Exatamente no momento em que as empresas começavam a recuperar o fôlego após dois anos seguidos de recessão, a delação dos executivos da JBS, que envolveu o presidente Michel Temer, jogou o Brasil em uma nova onda de incerteza. A consequência imediata, apurou o \'Estado\', foi a paralisia em acordos que estavam para ser fechados - como fusões e renegociações de dívidas - e a suspensão de projetos de abertura de capital. Em um período em que as vendas começavam a se reanimar, empresas também já sentiram os primeiros impactos negativos em seu dia a dia.

O presidente da fabricante de MAN/Volkswagen no Brasil, Roberto Cortes, desistiu de participar de uma reunião de acionistas na matriz da fabricante de ônibus e caminhões, na Alemanha. "Achei melhor ficar aqui, acompanhar a situação e continuar o trabalho para a recuperação do mercado", disse.

Na agência de viagens CVC, a ordem é garantir que a equipe esteja focada nas vendas. "É claro que a alta do dólar afeta um pouco o passageiro internacional, mas não temos de perder tempo pensando no governo. Aqui é varejão, abrimos a lojinha todo dia", disse Luiz Falco, presidente da agência de viagens, que fechou a aquisição do Grupo Trend, por R$ 258 milhões, no início deste mês. "Temos mostrado resistência à crise, tanto que crescemos entre 5% e 6% nos últimos anos, mas claro que a situação não é um passeio no parque."

Bomba atômica
Falco percebeu a nova crise política de forma imediata - ele participava de um evento do Itaú, em Nova York, ao lado de outros executivos brasileiros, e disse que o comportamento dos investidores sobre o país mudou da água para o vinho. "Estava todo mundo otimista e, de repente, explodiu uma bomba atômica. Teve gente desmarcando reunião", disse. "E tem estrangeiro com o dedo no gatilho para investir no Brasil."Embora tenha sentido um impacto direto nas vendas após a divulgação da delação dos irmãos Batista, da JBS, o presidente e sócio da Kalunga, Roberto Garcia, afirmou que a verdade sobre a política brasileira precisa continuar a vir à tona. "É claro que não é bom para economia, especialmente no curtíssimo prazo, mas acho que temos de saber de tudo o que está se passando", disse. "A política brasileira está parecendo série da Netflix, sempre tem um capítulo novo."

A situação é de cautela mesmo para empresas como a Bayer, que atua em dois dos setores que menos foram afetados pela crise até o momento, como medicamentos e agronegócio. Para o presidente da multinacional alemã Bayer no Brasil, Theo Van der Loo, o cenário brasileiro voltou a ficar turvo. "É difícil ainda saber o impacto da crise. E não é o momento para a tomada de decisões importantes."

Na opinião de Ricardo Knoepfelmacher, da RK Partners, especializada em recuperação de empresas - e que trabalha para companhias como a construtora PDG e a Bombril, por exemplo -, o Brasil viverá um "hiato" de tomada de decisões enquanto a situação política não se resolver.

"Tudo depende do tempo em que vão durar essas incertezas." A tendência, segundo Ricardo K., é que os ativos brasileiros se desvalorizem, abrindo a chance de investidores estrangeiros aproveitarem essas oportunidades.

Longa espera
A tão aguardada recuperação econômica, que já vinha sendo celebrada, pode ser adiada até o ano que vem, segundo Alexandre Bertoldi, sócio-gestor da Pinheiro Neto Advogados, que assessora grandes processos de fusões e aquisições. "O Brasil estava dando sinais de recuperação. Mas as operações de mercado de capitais vão parar durante esse período de volatilidade - e tinha muita coisa engatilhada", afirmou Bertoldi. "Os investimentos em infraestrutura vão sofrer um atraso enorme. Dependendo do que acontecer, (o retorno do crescimento) fica abortado até 2018."Para Moacir Zilbovicius, sócio do Mattos Filho, ainda é cedo para dizer que o ano de 2017 está perdido, embora ele acredite que várias decisões de negócios vão ficar em "stand-by".

"Acho natural, neste momento, entender melhor para onde o mercado vai. É um intervalo de um jogo de futebol. Virá um segundo tempo", disse Zilbovicius, que também assessora importantes fusões e aquisições. "Havia uma sinalização de estabilidade. Os investidores que conhecem o Brasil e estão aqui conseguem interpretar melhor. Já os que não conhecem o mercado brasileiro não vão entrar nesta hora."

Fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que neste atual momento de incertezas o Brasil voltou a ficar barato - e neste vácuo que entrarão investidores menos avessos a riscos.POR ESTADÃO Leia mais em revistaepoca 24/05/2017



24 maio 2017

CCR vai pagar R$33,7 mi por participação da Odebrecht na ViaRio

A CCR anunciou nesta quarta-feira que o preço da aquisição da participação de 33 por cento detida pela Odebrecht na concessionária ViaRio será de 33,7 milhões de reais.

A CCR havia anunciado a aquisição da fatia da Odebrecht na concessionária responsável pela Ligação Transolímpica, via expressa de 13 quilômetros que liga os bairros cariocas de Deodoro à Barra da Tijuca, no fim de junho de 2016, por 107,7 milhões de reais.

Com a operação, a CCR passará a deter 66,66 por cento de participação na concessionária. A empresa não informou o motivo para a queda do preço da aquisição da participação. (Por Alberto Alerigi Jr.) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017

24 maio 2017



Dona da marca Blowtex vende área de preservativos por US$ 600 milhões

A fabricante australiana de produtos de borracha Ansell informou que chegou a acordo para vender sua divisão de “bem-estar sexual” a investidores chineses por US$ 600 milhões.... Leia mais em valoreconomico 24/05/2017

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Ansell compra empresa brasileira de preservativos Blowtex Comentários 

RICHMOND, Austrália (4 de maio 2007) - A Ansell Ltd. adquiriu a produtora brasileira de preservativos, Fabrica de Artefatos de Latex Blowtex Ltda. Do Brasil, por uma quantia não revelada.

Ansell disse que a Blowtex tem vendas anuais de cerca de US $ 10 milhões e uma fábrica perto de São Paulo, no Brasil. A empresa ocupa o terceiro lugar no mercado de preservativos na empresa, com cerca de 20% das vendas no mercado interno.... Leia mais em rubbernews04/05/2007



Loeb vê valor adicional de US$ 20 bi em fusão de Dow e DuPont

A Dow e a DuPont planejam se segmentar em empresas de agricultura, especialidades químicas e outros insumos depois de sua fusão de US$ 130 bi

DuPont: as empresas nomearam o conselho da companhia combinada no início deste mês

A Third Point LLC, do investidor Daniel Loeb, disse que a Dow Chemical e a DuPont poderiam liberar 20 bilhões de dólares em valor adicional ao ajustar seu plano para se dividirem em três empresas após a fusão.

A Dow e a DuPont planejam se segmentar em empresas de agricultura, especialidades químicas e outros insumos depois de sua fusão de 130 bilhões de dólares, que deve ser fechada em agosto.

Ambas as empresas nomearam o conselho da companhia combinada no início deste mês e disseram que suas propriedades incluirão “a realização, logo que possível, de uma revisão abrangente das carteiras e seus alinhamentos”.

A Third Ponit tinha uma participação de 1,29 por cento, o que a tornava a sétima maior investidora da Dow, segundo dados da Thomson Reuters.

O hedge fund, que recomendou o deslocamento de várias empresas do setor de Ciências dos Materias para Produtos Especializados, também afirmou que restaurar a carteira da DowDuPont poderia ajudar a economizar mais do que os 3 bilhões que as empresas estão almejando.Por Reuters Leia mais em exame 24/05/2017



Acionista original da Pharol, BCP vende sua fatia na holding

O Banco Comercial Português (BCP) comunicou ontem ao mercado que vendeu sua participação de 6,15% no capital da Pharol, a maior acionista da Oi. Com isso, não detém mais nenhuma fatia da empresa.

A Pharol é a holding que anteriormente abrigava a Portugal Telecom. Atualmente, tem como único ativo as ações da Oi: 27,4% das ordinárias da tele brasileira, equivalentes a 22,3% do capital total.

A Oi está em recuperação judicial desde 20 de junho do ano passado, com R$ 63 bilhões em dívidas. Desse total, cerca de R$ 20 bilhões são compromissos herdados da tentativa de fusão com a tele portuguesa.

A decisão do BCP sair da Pharol foi acompanhada de especulações se o investidor Nelson Tanure, acionista da Oi, seria o comprador dos papéis. Consultado, por meio de sua assessoria de imprensa, Tanure negou que seja o comprador e disse ter na holding portuguesa uma fatia de cerca de 2%.

O BCP era acionista importante da Portugal Telecom, assim como o antigo Banco Espírito Santo (BES), atualmente Novo Banco, e os grupos Visabeira e Ongoing. Pela fatia relevante que mantinha, o BCP tinha indicação tanto no conselho da Pharol como no da Oi. Era o autor da indicação de João do Passo Vicente Ribeiro no conselho de ambas as empresas.

Do grupo dos quatro ex-maiores acionistas da operadora portuguesa, após a saída do banco comercial, restaram apenas Novo Banco e Visabeira como acionistas relevantes da Pharol, respectivamente com 9,6% e 2,6% da holding.

O plano de fusão não vingou apesar de ter sido implementado em quase sua totalidade. A Oi vendeu a Portugal Telecom à francesa Altice, logo após a combinação, por € 5,7 bilhões.

O plano de unir a tele brasileira e a portuguesa foi frustrado após o escândalo com o Grupo Espírito Santo (GES), em junho de 2014, que entre as consequências gerou uma perda de € 897 milhões para a tele brasileira. Parte do dinheiro da Portugal Telecom, que havia sido recém-incorporada à Oi, estava aplicado em títulos de uma holding não financeira do GES chamada Rioforte e que viraram pó.

Por causa disso, foi necessária uma revisão das condições da fusão e a operação não foi concluída como planejado em 2013.

O plano original previa que a Pharol seria incorporada pela Oi, além da empresa operacional Portugal Telecom, e que os acionistas portugueses se tornariam acionistas diretos da tele brasileira. Contudo, foi preciso manter a holding. Dentro dela, além das ações da Oi, ficaram a dívida resultante de um compromisso de tentar reembolsar a perda com a Rioforte e opções de ações da companhia brasileira.

Os acionistas portugueses, antes da fraude, teriam pouco menos de 40% do capital da Oi, que iria para o Novo Mercado. Mas esse percentual foi reduzido a 25%, após a revisão. A fatia foi alterada para 27,5%, em 2015, pela conversão de ações preferenciais da Oi em ordinárias, como tentativa de adesão ao segmento de governança da bolsa - a migração ao Novo Mercado não ocorreu, pois a troca de preferenciais em ordinárias não foi total.

Na época da revisão do acordo de fusão, em julho de 2014, a Pharol tinha opção de elevar em mais 15% do capital da Oi sua participação, se pagasse a dívida resultante da perda com a Rioforte. Embora a dívida ainda exista integralmente, as opções tinham cronograma parcial de cancelamento conforme o não pagamento do prejuízo com a fraude dentro do GES.  Valor Econômico - Leia mais em abinee 24/05/2017



Acionistas do IRB suspendem IPO, mas autorizam a retomada dos trabalhos para oferta pública

Os acionistas do IRB Brasil Re suspendem o IPO (oferta inicial de ações) pela terceira vez, mas autorizam que a direção executiva retome a rotina de preparação para a oferta inicial de ações em um futuro próximo, quando a economia conseguir se recuperar da recessão e dos efeitos das delações dos irmãos Batista, donos da JBS.

Segundo comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pela BB Seguridade, Bradesco, Itaú e Banco do Brasil, os acionistas do maior ressegurador do Brasil decidiram em assembleia realizada hoje pela ratificação dos atos aprovados em AGE datada de 21 de agosto de 2015, autorizando a empresa a retomar as providências necessárias à realização de oferta pública e listagem de suas ações no Novo Mercado da B3 – Brasil, Bolsa, Balcão.

A nota ressalta que o comunicado não deve ser considerado como anúncio de oferta, cujo pedido de registro junto à CVM dependerá das condições dos mercados de capitais nacional e internacional. ”Fatos adicionais, julgados relevantes, serão prontamente divulgados ao mercado.Fonte: Sonho Seguro Leia mais em segs 24/05/2017



Petrobras e BTG avaliam venda de negócio na África por US$ 3 bi

Segundo fontes, os proprietários planejam nomear nos próximos dias um banco de investimento para aconselhar sobre o processo

Petrobras: os ativos podem gerar interesse de grandes empresas de petróleo que procuram expandir negócios no continente

Petrobras, BTG Pactual e Helios Investment Partners estão avaliando a venda de seus negócios de exploração de petróleo e gás em conjunto na África, que poderia render cerca de US$ 3 bilhões, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Os proprietários do negócio planejam nomear um banco de investimento para aconselhar sobre o processo nos próximos dias, disseram as pessoas, pedindo para não serem identificadas porque a informação é privada.

Os ativos podem gerar interesse de grandes empresas de petróleo que procuram expandir negócios no continente e de investidores financeiros, disseram as pessoas. Nenhum acordo final foi alcançado com nenhuma das partes, disseram. Petrobras e BTG disseram separadamente neste mês que estavam considerando vender o ativo.

O BTG entrou no empreendimento com a Petrobras em 2013, pagando US$ 1,5 bilhão por uma participação de 50%. A Helios, empresa de investimentos com foco na África, juntou-se ao BTG no empreendimento logo depois.

Uma porta-voz da Petrobras citou uma declaração de 10 de maio dizendo que a diretoria havia aprovado um plano para adicionar os ativos africanos à sua carteira de desinvestimento, e a empresa contrataria consultores financeiros para orientar sobre as vendas de ativos. Representantes do BTG e da Helios preferiram não comentar.

Este conteúdo foi originalmente publicado na Bloomberg.  Por Ruth David e Dinesh Nair, da Bloomberg Leia mais em exame 24/05/2017





Actis vai adquirir parques eólicos da Gestamp no Brasil: Fontes

A Actis assinou acordo para adquirir todos os parques eólicos da Gestamp Renewable Energy no Brasil, uma iniciativa que tornará a empresa britânica de private equity a segunda maior companhia de energia renovável do País, segundo pessoas com conhecimento direto do assunto.

A empresa com sede em Londres acertou a compra de 416 megawatts em parques eólicos, segundo as pessoas, que pediram anonimato porque o assunto não é público. A maior parte dos ativos, mais de 300 megawatts, está em operação. Os demais, em construção. Se confirmado, o acordo pode envolver R$ 2,5 bilhões (US$ 761,5 milhões), segundo estimativas da Bloomberg New Energy Finance.

A aquisição seria a segunda da Actis no País em menos de um mês. A empresa adquiriu dois complexos eólicos que totalizam 346 megawatts da desenvolvedora brasileira Casa dos Ventos Energias Renováveis em 16 de maio. As condições do acordo não foram divulgadas, mas pessoas a par do assunto disseram que o valor foi de R$ 2,5 bilhões. Em março, a companhia finalizou a arrecadação de recursos para o fundo Actis Energy 4 e deixou de aceitar investidores após captar US$ 2,75 bilhões para investir em geração de eletricidade e distribuição de energia em mercados emergentes.

A Actis não quis comentar a informação, e o diretor de comunicação da Gestamp, Juan Llovet, não respondeu até o momento aos pedidos de comentário por mensagem de texto e telefone.

Os mercados brasileiros ficaram agitados na semana passada depois que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse que o presidente Michel Temer ajudou a obstruir as investigações da Lava Jato.

"Há oportunidades no Brasil, apesar de toda esta instabilidade política", disse Helena Chung, analista da Bloomberg New Energy Finance em São Paulo. "Os ativos estão baratos e algumas empresas estão apostando no crescimento do país no longo prazo."

A Actis teria ao todo 1.625 megawatts de capacidade de energia renovável no Brasil depois da aquisição da Gestamp, o que a tornaria a segunda maior no País, atrás apenas da CPFL Energia, com 2.054 megawatts de capacidade operacional. A empresa britânica criou uma unidade chamada Echoenergia para controlar seus ativos eólicos recém-adquiridos e também tem a Atlantic Energias Renováveis, com 652 megawatts de ativos contratados, e uma unidade solar que controla os 211 megawatts de parques solares adquiridos da SunEdison em março.

A Gestamp, com sede em Madri, também opera ativos eólicos na Europa, no México, na Turquia, nos EUA e na África do Sul, de acordo com o site da empresa.

A família Riberas, dona da Gestamp, está saindo do negócio de energia eólica e contratou o Bank of America para ajudar a vender seus negócios de energia eólica em blocos a fim de maximizar o valor, informou o jornal espanhol Expansión no mês passado.(Bloomberg) -- Leia mais em jornalfloripa 24/05/2017



Microsoft comprará grupo de cibersegurança Hexadite por US$100 mi

Com sede em Boston e um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, a Hexadite fornece tecnologia para respostas automatizadas a ataques digitais

A Microsoft aceitou comprar a empresa de cibersegurança Hexadite por 100 milhões de dólares, informou nesta quarta-feira o site israelense de notícias financeiras Calcalist.

Com sede em Boston e um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, a Hexadite fornece tecnologia para respostas automatizadas a ataques digitais que, segundo a empresa, elevam a produtividade e reduzem os custos para os negócios.

Representantes da Microsoft não quiseram comentar, enquanto os da Hexadite não estavam imediatamente disponíveis.

Entre os investidores da Hexadite estão a Hewlett Packard Ventures e os grupos de venture capital TenEleven e YL Ventures.

Em janeiro, a Microsoft informou que planejava continuar investindo mais de 1 bilhão de dólares pro ano em pesquisa e desenvolvimento de soluções de cibersegurança nos próximos anos. Israel já se beneficiou desses investimentos. Reuters leia mais em exame 24/05/2017



Atacadão oficializa pedido para IPO

O Carrefour, segundo maior varejista do mundo, deu partida nesta quarta-feira ao processo de listagem em bolsa das operações no Brasil, operação que envolverá uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) do Atacadão, que controla as operações do grupo francês no país.

A operação, que inclui ofertas primária (papéis novos) e secundária (ações detidas por atuais sócios) terá o Itaú BBA como coordenador líder, acompanhando de Bank of America Merrill Lynch, Goldman Sachs, JPMorgan, Bradesco BBI e Santander Brasil.

De acordo com informações no prospecto preliminar da operação, o Carrefour, o Carrefour Nederland e a Península, veículo de investimento da família do empresário Abilio Diniz, serão vendedores na oferta secundária.

A oferta prevê a listagem no Novo Mercado, segmento de mais alta governança corporativa da B3.

A rede opera no país com Carrefour Hipermercado, Carrefour Bairro, Carrefour Express, Carrefour Drogaria, Carrefour Posto, Atacadão e Supeco, além do comércio eletrônico.

Os recursos captados com a oferta primária serão usados para pagar 'mútuos intercompany' (empréstimos entre as empresas do grupo); liquidar posições de swap detidas pelo Atacadão para mitigar a exposição cambial ligada a 'mútuos intercompany'; e reforço de capital de giro.

Com a operação, a varejista francesa planeja acelerar a expansão das atividades no país, seu segundo maior mercado depois da própria França.

Em março, Diniz disse à Reuters que a listagem das ações poderia ocorrer em meados de 2017, se houvesse sinais de que a economia brasileira estava saindo da recessão.

A iniciativa do Carrefour reforça a leitura de que a captação no mercado de capitais doméstico dá sinais de retomada, após vários anos praticamente parado e está se mantendo, mesmo diante do recrudescimento da crise política no país, após denúncias de corrupção e pedidos de renúncia contra o presidente Michel Temer.

Na semana passada, bancos sócios do IRB Brasil Resseguros aprovaram a retomada dos preparativos da companhia para um IPO.

Em abril, a companhia aérea Azul marcou sua estreia na B3 com um IPO de 2 bilhões de reais. Neste ano já estrearam na B3 a locadora de veículos Movida e o laboratório médico Hermes Pardini. Além do Atacadão, aguardam aval da CVM para um IPO a empresa de tecnologia Tivit, o grupo farmacêutico Biotoscana Investments e a empresa de geração renovável de energia Omega (Reportagem de Dominique Vidalon e Pascale Denis em Paris e de Paula Arend Laier e Gabriela Mello em São Paulo) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017



Produtora italiana de café Lavazza adquire 80% da canadense Kicking Horse Coffee

Companhia afirmou que aquisições podem ajudar a impulsionar seu volume de negócios para 2,2 bilhões de euros nos próximos quatro anos

A fabricante italiana de café Lavazza disse nesta quarta-feira que comprou 80 por cento da Kicking Horse Coffee em um acordo no qual a companhia canadense foi avaliada em 160 milhões de dólares.

A Lavazza, uma empresa familiar, está em busca de aquisições para ajudar a impulsionar seu volume de negócios para 2,2 bilhões de euros (2,46 bilhões de dólares) nos próximos quatro anos.

Em nota, a Lavazza disse que o acordo é um passo importante em sua estratégia para crescer na América do Norte, visto com um mercado chave para o grupo.

Sob o acordo, Elana Rosenfeld, que fundou a marca canadense de café orgânico Kicking Horse Coffee em 1996, manterá os 20 por cento restantes da companhia e continuará à frente da empresa como presidente. (Por Stephen Jewkes) Reuters Leia mais em dci 24/05/2017



Startup 99 recebe aporte de US$ 100 milhões do SoftBank

A transação está sujeita à aprovação do Cade

A startup brasileira de transporte urbano 99 assinou acordo de investimento de R$ 100 milhões com o SoftBank, elevando a R$ 200 milhões o total de recursos captados desde o início do ano, segundo comunicado divulgado nesta quarta-feira (24).

Conforme a empresa, o montante será destinado ao crescimento do serviço de carros particulares 99 POP, a fim de reforçar a liderança no Brasil e expandir as atividades por toda a América Latina.

Ainda de acordo com o comunicado, a transação está sujeita à aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e demais autoridades.

No início do ano, a 99 já havia levantado outros US$ 100 milhões com a Didi Chuxing e a Riverwood, que se juntaram a outros fundos e empresas como Monashees, Qualcomm Ventures e Tiger Global que também investiram na startup.

"... Estamos animados em ter a SoftBank na nossa carteira de investidores. Isso mostra que estamos no caminho certo, com uma forte indicação de nossa posição de liderança no crescente mercado de mobilidade urbana da região", informa a 99 em nota.

O 99 opera desde 2012, conectando mais de 200 mil motoristas a mais de 14 milhões de usuários registrados. Reuters leia mais em epocanegocios 24/05/2017



Estrangeiro aproveita baixa e vai às compras

Os investidores internacionais estão olhando para o novo capítulo da crise política, que colocou em xeque o governo de Michel Temer e a aprovação das reformas estruturais, de forma pragmática.

Desde quinta-feira passada, quando foi divulgado o áudio das conversas do presidente com o empresário Joesley Batista e os ativos locais derreteram, os estrangeiros aproveitaram para ampliar as posições no mercado de ações brasileiro.

Somente no dia 18, o fluxo externo na bolsa foi positivo em R$ 190 milhões.
No pregão seguinte, os estrangeiros colocaram mais R$ 192,8 milhões, atraídos pelos preços mais favoráveis. Incluindo a queda no pregão de quinta-feira, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, já acumula perdas de 8,76%. Levando em conta a desvalorização de 4,32% do real em relação à moeda americana no período, em dólar, a queda do índice chega a 12,19%, criando um ambiente ainda mais propício para o estrangeiro garimpar pechinchas.

Em maio, até o dia 19, segundo os dados mais recentes divulgados pela B3, as aplicações de estrangeiros em ações locais já alcançam R$ 1,142 bilhão, na contramão do registrado entre março e abril, quando as retiradas bateram R$ 3,37 bilhões. No ano, o saldo acumulado está positivo em R$ 4,6 bilhões.

Esse volume pode incluir recursos que migraram de ativos de renda fixa para variável por conta da trajetória de queda de juros, por exemplo.

Números divulgados ontem pelo Banco Central (BC) corroboram o interesse do estrangeiro pelo mercado de ações. Em maio, até o dia 19, ingressaram US$ 184 milhões no país para investir em ações. A expectativa do BC é que até o fim do ano US$ 10 bilhões sejam trazidos ao Brasil para compras no mercado acionário.

Maior fundo de índice de ações brasileiras negociado no exterior, o iShares MSCI Brazil Capped Index, conhecido como EWZ, é outro termômetro da demanda dos estrangeiros pelo país. Em Nova York, na última quinta-feira, as negociações com a cota do fundo movimentaram US$ 5,5 bilhões, mais do que o patrimônio total de US$ 5 bilhões do próprio EWZ e um recorde histórico, segundo a gestora BlackRock, que administra os fundos de índice do tipo iShares.

Embora ao fim do dia a cota tenha caído 6,2%, o grande volume de transações indica que o interesse em deter uma posição em ativos do país segue elevado, na avaliação de Nicolas Gomez, diretor da unidade iShares, na BlackRock, para a América Latina e Península Ibérica.

"Teve muita gente que vendeu o EWZ, mas é importante frisar que teve muita gente que comprou também", disse Gomez. "O investidor em ETF compra o fundo porque possui uma visão e uma convicção sobre a tendência de um mercado em particular." A própria BlackRock informou ontem que adquiriu ações preferenciais da Petrobras na sexta-feira (19), passando a deter uma participação de cerca de 5,03% das PNs de emissão da estatal.

O movimento dos estrangeiros é importante para a Bovespa porque são responsáveis por mais da metade dos negócios na bolsa de valores e, muitas vezes, têm um horizonte mais longo de aplicação.

Os investidores de fora respondem por 51,96% dos negócios com ações, segundo dados da B3. É praticamente o mesmo patamar de um ano atrás, mas está longe do período com a maior participação deles no mercado, de 63,90%, em março de 2014.

Ontem, a sinalização de que o Congresso Nacional deve continuar com o cronograma de aprovação das reformas estruturais trouxe certo alívio aos investidores. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-CE) deu como lido o parecer sobre a reforma trabalhista na sessão da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, depois de a sessão ter sido interrompida por volta das 16h quando teve início um tumulto entre os senadores.. Mas, o texto poderá ser votado na semana que vem. Já o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que pretende colocar a proposta de reforma da Previdência em votação no plenário da casa na primeira quinzena de junho.

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 1,60% aos 62.662 pontos e giro financeiro de R$ 7,6 bilhões. "A bolsa resolveu olhar para a metade cheia do copo, que é a sinalização do governo de fazer todo o esforço possível para conseguir passar as medidas", diz Paulo Figueiredo, economista da gestora fluminense FN Capital. "Grandes fundos, que têm como principal foco o longo prazo, aproveitaram para adquirir papéis relativamente baratos", diz.

Alguns gestores que dividem a sua carteira entre os países emergentes e viram a parcela do seu patrimônio aplicada em Brasil encolher por conta da queda recente da Bovespa também recorreram às compras para recompor seu portfólio.

Entre as ações mais negociadas, o destaque de alta ficou com os papéis ordinários da JBS. Depois de cair mais de 7% no começo do pregão e entrar em leilão, as ações inverteram o movimento e fecharam o dia com alta de 9,53% a R$ 6,55. Apesar da valorização do papel, as ações têm queda de 35,97% neste mês. A ação da empresa de carnes, que vem sendo bastante pressionada após a divulgação da delação premiada dos irmãos Batista, teve o quarto maior giro financeiro do Ibovespa, de R$ 477,7 milhões.  - Valor Econômico Leia mais em portal.newsnet 24/05/2017



UBS fechou acordo de aquisição de 60% do family office Consenso

Fechou. O banco suíço UBS fechou acordo de aquisição de 60% do family office Consenso, com o qual negociava desde o ano passado. A Consenso, criada em 2003 por ex-sócios do Banco BBA Creditanstalt adquirido pelo Itaú, tem mais de R$ 20 bilhões sob gestão.

Para o UBS, a aquisição dá possibilidade de transcender ao crescimento orgânico, ao qual vinha focando nos últimos quatro anos, diz Sylvia Coutinho, presidente do banco suíço no Brasil. O Estado de S.Paulo - Leia mais em portalnewsnet 24/05/2017
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UBS vai comprar fatia majoritária da Consenso

O UBS Group AG assinou ontem um acordo para adquirir uma participação majoritária no "multi-family office" Consenso, criado em 2003 por ex-executivos do BBA Creditanstalt e que administra cerca de R$ 20 bilhões.

Depois de mais de um ano de conversas, o grupo suíço conseguiu finalmente um atalho para ganhar maior relevância no mercado brasileiro na sua principal área de atuação global. Enquanto no mundo todo o grupo suíço administra cerca de R$ 2 trilhões em recursos de investidores, no Brasil os ativos sob gestão situam-se na casa dos R$ 8 bilhões.

A presidente do UBS no Brasil, Sylvia Coutinho, não deu detalhes sobre os termos da transação, que espera fechar nos próximos dois a três meses, com o negócio, de fato, concretizado no início do terceiro trimestre, mas sujeito a "condições usuais de finalização de acordo", conforme comunicado do banco ao mercado. Em conversa com o Valor, a executiva apenas sinalizou que prevalece a estratégia do UBS de crescer por meio de aquisições no país, embora agora as oportunidades sejam em operações comparativamente menores.

"O Brasil é um dos principais mercados estratégicos para o UBS em termos de mercado emergente, tem o décimo maior 'wealth management' do mundo, o sexto maior em 'asset management', e o banco estava focado em expandir o mais rapidamente possível", afirma. "Investiu na operação orgânica doméstica, mas também vinha buscando um parceiro com alinhamento cultural, e a Consenso era um 'target' natural." De acordo com Sylvia, num primeiro momento tudo fica como está. A Consenso segue no seu endereço na Avenida Cidade Jardim, em São Paulo, e a marca também será mantida. "Depois, vamos avaliar os próximos passos." A intenção, diz, é integrar as equipes do banco e da gestora de patrimônio. A tomada de decisões será compartilhada pelo UBS e executivos fundadores da Consenso num conselho de "joint manager".

Questionada se a Consenso manteria o viés de gestora independente, agora associada a um grupo financeiro do porte do UBS, Sylvia diz que a cultura de relacionamento das instituições com o cliente já é bastante similar. Na oferta de produtos de investimentos a seus clientes, por exemplo, o grupo atua sob o modelo de "arquitetura aberta", em que distribui fundos de diferentes gestores, e o aplicador não precisa ter, necessariamente, uma conta na instituição.

As conversas, conforme o Valor noticiou no início do ano, começaram no fim de 2015, mas vinham esbarrando justamente nas negociações envolvendo a compra do controle da Consenso, de 51%. Outro ponto de divergência dizia respeito ao modelo após uma eventual associação. A gestora não parecia disposta a abrir mão de sua independência e do negócio de gestão de patrimônio propriamente dito, para ficar debaixo de um private banking. A leitura era a de que a transação só sairia se o UBS mantivesse a Consenso como um braço de "wealth management", sem exclusividade na oferta de produtos de investimentos do banco.

"Combinando nossa expertise e reputação local com a posição e força do UBS e mantendo uma bem-sucedida estratégia de arquitetura aberta, que é atualmente seguida por ambas as empresas no Brasil, acreditamos que podemos melhorar significativamente nossa proposta de valor e ampliar nossa atratividade a um maior número de clientes no país", afirmou Luiz Borges, sócio-fundador da Consenso, em comunicado ao mercado.

O Grupo Consenso é composto por duas sociedades operacionais controladas por uma holding e uma empresa de agentes autônomos, enquanto o UBS segue o estilo bancário tradicional, remunerando seus funcionários por meio de salários e bônus. A Consenso distribui participação nos lucros e seus empregados vão, com o tempo, se tornando sócios pelo modelo de "partnership". Os dois sócios controladores, Heinz Jorg Gruber e Luiz Alberto Hess Borges, não tinham, sozinhos, maioria nas votações. Sylvia, do UBS, preferiu não entrar nos detalhes de como será o modelo de remuneração da operação combinada a partir de agora.

De acordo com a executiva, anunciar uma aquisição num momento político e econômico delicado como o vivido pelo Brasil - com o governo de Michel Temer balançado por delação de executivos do grupo JBS e dúvidas sobre a aprovação de reformas - só confirma o relacionamento de longo prazo do grupo suíço com o país. "Em nenhum momento isso pesou na nossa decisão de prosseguir com o deal", afirma.

O histórico do UBS no país tem algumas idas e vindas. Em 2006, o conglomerado fechou a compra do Pactual por US$ 3,1 bilhões, mas em 2009, após o grupo suíço perder cerca de US$ 50 bilhões com a crise global e sucessivos socorros governamentais, vendeu às pressas a operação local ao BTG, de André Esteves, por US$ 1,8 bilhão. O retorno se deu em 2010 com a aquisição da corretora Link, com o plano de ter no país um banco de investimento completo, além das áreas de gestão de fortunas e de recursos de terceiros. A licença bancária só veio em 2013.

Essa é uma das razões para que o rival Credit Suisse tenha conseguido avançar no mercado brasileiro com maior destreza, adquirindo a HedgingGriffo e hoje com um patrimônio na casa dos R$ 100 bilhões na área de gestão de fortunas. Outro suíço que fincou raízes por aqui é o Julius Baer, com aquisição da gestora de patrimônio GPS.

Segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o segmento de private banking no país reunia R$ 863,6 bilhões ao fim de fevereiro. As gestoras de patrimônio, por sua vez, tinham no fim de 2016 R$ 90,1 bilhões. Mas como todo cliente tem conta em algum banco, há sobreposição nesses números.  - Valor Econômico Leia mais em portalnewsnet 24/05/2017





23 maio 2017

JBS contrata Bradesco BBI para venda de ativos, dizem fontes

A família, que controla cerca de 42% da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência de multa de R$ 11 bi do acordo de leniência

A JBS e a família controladora da empresa contrataram o Bradesco BBI para trabalhar em um plano para venda de vários ativos após o escândalo decorrente das revelações da delação premiada de Joesley e Wesley Batista na semana passada, disseram três fontes com conhecimento direto do assunto nesta terça-feira.

A família, que controla cerca de 42 por cento da JBS, está buscando maneiras de levantar capital depois da exigência do Ministério Público Federal para pagamento de multa de 11 bilhões de reais como parte de acordo de leniência que ainda está sendo negociado, disse uma das fontes.Por Tatiana Bautzer e Guillermo Parra-Bernal, da Reuters Leia mais em exame 23/05/2017

23 maio 2017



Hermes Pardini passa a deter totalidade do capital da Diagpar

O Instituto Hermes Pardini, de medicina diagnóstica, adquiriu nesta terça-feira as participações de acionistas minoritários na controlada Diagpar Holding.

Com isso, passou a deter a totalidade do capital social da Diagpar. Em 23 julho de 2013, a companhia já havia adquirido 71,4% das ações de emissão da Diagpar, controladora direta das unidades ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017



FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA DE 15 a 21/mai/2017

Anunciadas 10 operações de Fusões e Aquisições com destaque pela imprensa na semana de 15 a 21/mai/2017.  Envolvem direta ou indiretamente empresas brasileiras de 6 setores.

ANÁLISE DA SEMANA                                                                                                                                                                  
Principais transações


NEGÓCIOS DA SEMANA

"Market Movers" - Brasil

  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões.  15/05/2017

"Market Movers” - Exterior

  • Enjoy compra 55% do Conrad do Uruguai por US$ 189 milhões. Esta semana, o grupo chileno Enjoy concluiu o processo de compra dos 55% restantes do Conrad Punta del Este da Caesars Entertainment. Em maio de 2013 o Grupo Enjoy concluiu o processo de compra de 45% da empresa por US$ 139,52 milhões e teve a preferência de comprar os 55% restantes, o que acaba de acontecer. O Grupo Enjoy infomou à Superintendência de Valores e Seguros do Chile que emitiu e colocou no mercado bônus para US# 300 milhões, com vencimento em maio de 2022, a uma taxa de juros inicial de 10,5% e que os recursos serão utilizados para financiar o valor da compra de 55% das ações de emissão da Baluma AS (companhia proprietária do Conrad), dentre outras. 19/05/2017
  • Unilever compra marcas de cuidados pessoais da Quala na AL. “A Quala fez um trabalho excepcional ao construir marcas locais fortes e competitivas (na América Latina)", disse o CEO da Unilever, Paul Polman.  Fundada em 1980, a Quala está presente em dez países da América Latina: Colômbia, Equador, México, República Dominicana, Haiti, Peru, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Guatemala. A Unilever anunciou que adquiriu suas marcas de cuidados pessoais Savital/Savité, eGo, Bio-Expert, Fortident e Aromatel. O volume de vendas da companhia nestas marcas chegou a US$ 400 milhões em 2016, afirmou a Unilever em comunicado.15/05/2017

HUMORES & RUMORES

M & A - VENDA

  • Cemig negocia com fundo canadense para leilão, diz fonte. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos. A elétrica mineira Cemig tem negociado com o fundo de pensão canadense Ontario Teachers’ Pension Plan uma possível parceria para disputar um leilão no qual a União oferecerá a concessão de quatro hidrelétricas por um bônus de outorga mínimo de 11 bilhões de reais, disse uma fonte do governo nesta quarta-feira. As usinas são operadas pela Cemig, mas os contratos de concessão venceram e o governo pretende obter recursos para o Tesouro ao relicitar os ativos, que somam 2,9 gigawatts em capacidade instalada. A usina São Simão terá bônus de outorga mínimo de 6,74 bilhões de reais. Jaguara terá bônus de 1,9 bilhão de reais. Em Miranda, a outorga será de 1,1 bilhão, enquanto em Volta Grande a cobrança será de 1,29 bilhão.17/05/2017
  • Petrobras divulga venda de participação no Campo de Azulão, no AM. O anúncio faz parte do plano de desinvestimentos da petroleira, revisado e aprovado pela diretoria, segundo o documento. A Petrobras colocou à venda 100 por cento de sua participação no Campo de Azulão (concessão BA-3), na Bacia do Amazonas, segundo fato relevante da companhia divulgado na noite de segunda-feira. A Petrobras afirmou que potenciais compradores deverão comprovar ser ou terem sido concessionários de exploração e produção de petróleo e gás nas bacias do Amazonas e/ou Solimões, além de possuir capacidade instalada de no mínimo 200MWh de geração termelétrica no Brasil. 16/05/2017

 M & A - COMPRA

  • Crise política põe em risco aportes de R$ 60,5 bi em infraestrutura. A crise política deflagrada após as denúncias contra o presidente Michel Temer pelo empresário Joesley Batista, dono da JBS, pode ameaçar investimentos privados de R$ 60,5 bilhões no setor de infraestrutura este ano. O número é uma projeção da Inter.B Consultoria, que já prevê a suspensão de grandes investimentos por parte das empresas, sobretudo em áreas ligadas a concessões públicas, como aeroportos, portos, energia elétrica e saneamento, entre outros. Somente entre a última quarta-feira, quando o Globo revelou as denúncias, e sexta-feira, investidores estrangeiros já suspenderam negociações que estavam em andamento na área de fusões e aquisições. Segundo projeção da InterB Consultoria, dos R$ 60,5 bilhões em investimentos privados previstos para este ano, R$ 30,6 bilhões estão destinados aos transportes, como ferrovias, portos e aeroportos. Energia tem programados R$ 16,1 bilhões, e telecomunicações, outros R$ 11,8 bilhões.21/05/2017
  • Território conquistado. A Cast Group, empresa de tecnologia da informação, prevê investir R$ 50 milhões em três aquisições que deverão se concretizar até o próximo mês, segundo o presidente, José Calazans da Rocha. “Os recursos para essas operações estão garantidos. Há ainda planos de comprar outras duas empresas até o início de 2018, mas, com a crise política, há dúvidas em relação à captação.” O aporte previsto para as novas aquisições, que serão negociadas no segundo semestre, é de R$ 30 milhões a R$ 40 milhões, diz.19/05/2017

PRIVATE EQUITY

  • Com fundo Gávea, São Francisco vai investir mais. O grupo de saúde São Francisco está investindo, neste ano, R$ 60 milhões em expansão orgânica e concluindo a aquisição de uma operadora de convênio médico, cujo nome não foi revelado. O montante é mais do que o total aplicados nos últimos três anos. O aumento deve-se à entrada da gestora de private equity Gávea, que adquiriu 29% do capital da empre...  19/05/2017

IPO

  • BRMalls mantém precificação de follow on apesar de abalo político. A BRMalls decidiu seguir adiante com a sua oferta subsequente de ações (follow on), apesar da turbulência política. Na segunda-feira (22), será definido o preço da ação e esse é o ponto de discussão. Demanda existe. Na sexta-feira (19), estava em 1,5 vez no encerramento do roadshow. Desde que a BRMalls lançou a oferta, o preço das ações recuou 9,61%.  21/05/2017
  • Com crise política, IPOs e captações ficam em suspenso no mercado financeiro. Incertezas dificultarão concretização de projeções otimistas. A crise política colocou em compasso de espera os negócios no mercado de capitais. Nesse tipo de operação, as empresas emitem ações ou títulos de dívida (debêntures e bonds) para ter dinheiro e investir em seus projetos ou comprar concorrentes. Mas, como a delação da JBS aumentou a incerteza em relação à retomada econômica, quem estava se preparando para fazer captações resolver esperar. A postergação de algumas operações pode fazer com que o ano seja menos promissor no mercado de capitais do que o previsto. No caso da oferta de ações, a B3 (antiga Bovespa) calculava ao menos R$ 25 bilhões no ano (R$ 11,4 bilhões já foram emitidos até abril). O número poderia ser ainda maior se a Reforma da Previdência fosse aprovada ainda no primeiro semestre. Em uma operação dessas, a maior parte do dinheiro costuma ir para o caixa das empresas, que utilizam os recursos para aquisições ou para ampliação dos negócios. No entanto, bancos de investimento consultados afirmaram que essas ofertas só irão para a rua quando o cenário voltar a ficar mais claro. Essa postergação deve empurrar algumas operações para o ano que vem. 21/05/2017
  • Log Commercial Properties desiste de IPO. A Log Commercial Properties, unidade de gestão de espaços comerciais da construtora e incorporadora MRV desistiu de sua planejada oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), segundo informações do website da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação, que deveria incluir ofertas primária (ações novas), vem após acionistas da empresa terem aprovado um aumento de capital de 250 milhões de reais em novembro, pondo fim a planos anteriores de abrir o capital, iniciados em junho.19/05/2017
  • IRB Brasil Re, o maior ressegurador do Brasil, dá a largada para IPO. O IRB Brasil Re parece que vai dar a largada para a oferta inicial de ações, o tão aguardado IPO. Depois de divulgar dados do seu balanço no dia 8 juntamente com a holding BB Seguridade, com lucro líquido ajustado de R$ 224,9 milhões de janeiro a março, alta de 12,8% em relação ao mesmo período do ano passado, o maior ressegurador do Brasil fez uma convocação de Assembleia Geral Extraordinária para o dia 19 de maio de 2017. A expectativa é de que os acionistas entrem num acordo sobre o IPO, segundo fonte que pediu anonimato.14/05/2017
  • Ômega Geração pede registro para IPO na CVM. A Ômega Energia Renovável, empresa em que a gestora Tarpon mantém investimento, pediu registro para realizar sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) na B3. A operação havia sido antecipada pela Coluna do Broadcast em março. A empresa emitirá units e, segundo fontes, a oferta será da ordem de R$ 1 bilhão. O prospecto preliminar mostra que a oferta será primária e secundária, o que significa que a empresa colocará dinheiro em caixa e atuais acionistas também venderão parte de suas ações. São acionistas vendedores o BJJ Income Fundo de Investimento em Participações e o WP ( Warburg Pincus) Income Fundo de Investimento em Participações.15/05/2017 
  • Priner, de serviços industriais, pode fazer IPO ainda em 2017, diz executivo. A empresa carioca de serviços industriais Priner pediu registro de companhia aberta e pode ainda neste ano realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), disse nesta segunda-feira um executivo da controladora da companhia. "Este é o primeiro passo para que a empresa se prepare em assuntos como auditoria e governança", disse à Reuters Marcelo Mesquita, sócio-fundador da gestora Leblon Equities, que administra o fundo de private equity que comprou 100 por cento da Priner em 2013.15/05/2017
  • As empresas voltam à bolsa. Uma nova safra de ações de companhias abertas, entre elas Magazine Luiza, BR Malls e Banco do Brasil, promete impulsionar as operações nos terminais da B3 nos próximos meses. Soma-se a essas operações a volta da Tivit, empresa de serviços de Tecnologia da Informação (TI), que em abril protocolou o pedido de IPO na CVM. A companhia já havia realizado um IPO, em setembro de 2009, mas fechou o capital no ano seguinte. Por trás disso estava a venda de 54,25% de seu capital para o fundo de private equity americano Apax, por R$ 873,8 milhões. A operação foi seguida de uma Oferta Pública de Aquisição (OPA) aos demais acionistas da Tivit. O que vem animando as empresas a tocar o sino no pregão, após dois anos de ausência, é a melhora dos indicadores e as boas perspectivas para a economia. Assim, 2017 já registrou nove operações na bolsa. Foram quatro estréias. A locadora de automóveis Movida, o laboratório Hermes Pardini, a companhia aérea Azul e a construtora Tenda, que voltou ao mercado. Porém, empresas abertas resolveram captar mais dinheiro no mercado. Há dois caminhos. Um deles são as vendas secundárias de ações, chamadas pelo nome inglês follow on.

RELAÇÃO DAS TRANSAÇÕES

  • Grupo Vittia adquire controle da mineira Biovalens de defensivos biológicos. O Grupo Vittia de fertilizantes especiais e inoculantes anunciou a aquisição de 80% do controle acionário e a incorporação da companhia de defensivos biológicos Biovalens, com sede em Uberaba (MG). Com o negócio, cujo valor não foi revelado, o conglomerado, sediado em São Joaquim da Barra (SP), amplia a participação no setor com produtos complementares aos já comercializados, disse ao Broadcast Agro (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado), José Roberto Pereira de Castro, diretor comercial e de Marketing do Grupo Vittia.
  • Startup recebe aporte de R$ 4 milhões para estimular participação popular nas cidades. Uma startup que fiscaliza a qualidade de serviços públicos e incentiva a tomada de decisões do governo com base na participação popular é o primeiro investimento na área de políticas públicas do bilionário americano Pierre Omidyar, fundador da plataforma de comércio eletrônico eBay, no Brasil. Sediado em São Paulo, o Colab.re vai receber aporte de R$ 4 milhões, capitaneado pelo fundo de impacto social Omidyar Network, criado pelo empreendedor da tecnologia e que está situado no Vale do Silício, e também pelo investidor da área de mídias independentes MDIF (Media Development Investment Fund), baseado em Nova Iorque. 19/05/2017
  • GP Investments anuncia fusão com a Rimini Street. A GP Investments anunciou acordo para fusão com a Rimini Street, pelo qual se fundirá com a GP Investments Acquisition Corp (GPIAC). A transação envolverá a emissão de 63,8 milhões de ações ordinárias da GPIAC, ao preço de US$ 10,00 por ação para os atuais acionistas da Rimini. "Após a fusão, a GPIAC será renomeada como Rimini Street, Inc. e continuará a ser negociada na Nasdaq sob a sigla RMNI", informou a GP, em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O enterprise value antecipado da Rimini é de aproximadamente US$ 837 milhões, com uma capitalização após a transação de US$ 854 milhões ao preço de US$10,00 por ação. Em paralelo à consumação da transação, a GPIAC migrará sua jurisdição das Ilhas de Cayman para o Estado de Delaware, EUA. Após a conclusão, os acionistas da GPIAC deverão deter aproximadamente 25% da companhia combinada em base totalmente diluída, enquanto os atuais acionistas da Rimini Street trocarão as suas ações da Rimini por aproximadamente 75% da companhia combinada.17/05/2017
  • Aqua Capital compra controle de distribuidora de produtos veterinários. A Aqua Capital, fundo de private equity com foco nos setores de agronegócios, alimentos e logística, anunciou que adquiriu uma participação majoritária na Casa da Vaca, uma das maiores distribuidoras de produtos veterinários e insumos do país. O valor do negócio não foi revelado....  16/05/2017
  • Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos. Echoenergia, da Actis, compra ativos da Casa dos Ventos Por Camila Maia A Echoenergia, companhia recém criada pela gestora britânica Actis, vai anunciar hoje a aquisição de dois complexos eólicos da Casa dos Ventos, que somam 346 meg awatts (MW) de potência já em operação. Esse é o primeiro passo do plano da empresa de se consolidar entre os maiores investidores no setor eólico do Brasil.  Vendedor e comprador dos ativos não revelaram o valor da operação. Para se ter uma idéia do tamanho potencial da operação, o complexo eólico Alto Sertão II, de 386 MW, foi avaliado em cerca de R$ 1,8 bilhão pela AES Tietê no acordo de compra da Renova Energia. Diferentemente da Renova, que enfrenta severa crise financeira, a Casa dos Ventos não tinha pressa em se desfazer dos ativos, pois os recursos servirão para futuros investimentos em novos projetos por parte da companhia.16/05/2017 - 
  • NIMGenetics - nova injeção. A NIMGenetics, empresa espanhola de exames genéticos, recebeu um investimento de R$ 24 milhões de um fundo britânico para expandir a companhia, instalada no Brasil desde 2016. Os recursos serão utilizados principalmente para a compra de equipamentos de sequenciamento genético, afirma o presidente global, Enrique Rodrigues. “A ideia é ampliar a estrutura do laboratório nacionalmente, além de expandir as unidades comerciais, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, diz ela. € 7 MILHÕES (cerca de R$ 24 milhões) faturou a empresa em 2016  17/05/2017
  • WDC Networks recebe aporte do Fundo de Investimento 2B Capital. A distribuidora brasileira WDC Networks, anuncia a entrada do fundo de investimento 2bCapital – Brasil Capital de Crescimento I como seu acionista minoritário. O valor do aporte não foi revelado. Atualmente, a WDC Networks comercializa produtos de acesso à banda-larga via fibra ótica, rádios para comunicação de dados e roteadores Wi-Fi. Seu portfólio também abrange soluções de segurança eletrônica e equipamentos de telefonia corporativa.15/05/2017
  • Fintech brasileira Nibo arrecada R$ 20 mi em rodada de investimentos. Startup atua com sistema de gestão financeira que melhora a interação de contadores e pequenas e médias empresas. A fintech brasileira Nibo, que atua para melhorar a interação de contadores e pequenas e médias empresas, arrecadou 20 milhões de reais em uma nova rodada de investimentos liderada pelo investidor sueco Vostok Emerging Finance. O capital levantado teve participação dos atuais parceiros Redpoint e Valor Capital Group e será usado em novas atividades comerciais e no desenvolvimento e introdução de novas funcionalidades aos produtos da empresa, segundo comunicado à imprensa. 15/05/2017
  • BETC e Havas se tornam uma única agência. Décimo maior grupo de agências do mundo, o francês Havas resolveu fundir duas de suas agências no Brasil. Em um movimento motivado pela otimização de recursos, a Havas Worldwide e a BETC, que desde maio do ano passado já respondem para a dupla de co-CEOs Gal Barradas e Erh Ray, passam a ser uma única empresa, atuando sob a marca BETC/Havas. Coincidentemente, o movimento de fusão no Brasil ocorre na mesma semana em que se anuncia uma alteração no principal acionista global do Grupo Havas. 12/05/2017
  • Fundador da Wizard paga R$ 200 milhões para ser sócio da Wise Up. O empresário Carlos Wizard Martins — fundador da rede de escolas de idiomas Wizard, que atualmente pertence à Pearson — comprou uma fatia de 35% da concorrente Wise Up por R$ 200 milhões. Com isso, Martins torna-se sócio do empresário Flavio Augusto da Silva, fundador da Wise Up rede de escolas que havia vendido o negócio para a Somos Educação .. 15/05/2017

RELATÓRIOS - DESTAQUES DA SEMANA


QUEM, O QUÊ, QUANDO, QUANTO, COMO e POR QUÊ
 A pesquisa FUSÕES E AQUISIÇÕES - DESTAQUES DA SEMANA tem o propósito de captar o “clima” do mercado das operações de Fusões e Aquisições bem como sinalizar suas principais tendências. Trata-se da compilacão semanal das notícias visando tornar mais acessíveis e conhecidos os negócios de fusão, aquisição e venda realizados entre empresas com atuação no Brasil. Todas as informações sobre os negócios citados no presente relatório são obtidos a partir de notícias publicadas pela imprensa e divulgadas no “estado" pelo blog FUSOESAQUISICOES.BLOGSPOT http://fusoesaquisicoes.blogspot.com.br, não sendo feita qualquer verificação quanto à sua veracidade, precisão ou integridade do conteúdo. Sempre que possível, serão mencionados os nomes dos compradores – investidor estratégico ou fundos de private equity, dos vendedores, a tese de investimento e principais “value drivers”, o valor da transação, forma de pagamento, múltiplos praticados (Valor da Empresa/EBITDA, Valor da Empresa/Receita) etc. Muitas vezes a notícia não é clara a respeito dos valores/forma de pagamentos e respectivos múltiplos. É bem-vinda toda e qualquer contribuição para tornar as informações mais precisas e transparentes. Caso o conteúdo estiver em desacordo, nos contate que estaremos retirando o mesmo ou corrigindo a respectiva  informação. Blog FUSÕES & AQUISIÇÕES  



Odebrecht conclui venda de controle do Galeão

A Odebrecht Transport, braço de infraestrutura e mobilidade urbana da Odebrecht, concluiu negociações para a venda de sua fatia no aeroporto do Galeão (RJ) para o grupo chinês HNA.

O pedido de mudança societária vai ser apresentado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) até amanhã. Não há prazo definido para a análise do órgão regulador, mas ... Leia mais em valoreconomico 23/05/2017




Glencore faz proposta para aquisição da Bunge, diz mídia

Ações da Bunge operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore

Glencore: trading de commodities fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge

A trading de commodities Glencore fez uma proposta para a aquisição da companhia norte-americana Bunge, disse a rede CNBC nesta terça-feira, citando a Dow Jones.

As negociações das ações da Bunge, que haviam sido interrompidas mais cedo por conta de volatilidade, foram retomadas e os papéis operavam em alta de cerca de 15 por cento após a notícia sobre o interesse da Glencore. Leia mais em exame 23/05/2017



TI lidera ranking de fusões e aquisições até abril

PwC revela que o setor responde por 21% dos aportes realizados no país

Abril terminou com queda no número de fusões e aquisições no Brasil, segundo relatório da PwC Brasil. Ocorreram 48 transações, número 13% menor que o registrado no mesmo período do ano passado, com 55 negociações. De janeiro a abril, foram 198 negociações, 22% abaixo da média de 254 transações entre 2010 e 2015 e 2% a menos que nos primeiros quatro meses de 2016.

Tecnologia da Informação (TI) foi o setor com melhor desempenho representando 21% dos investimentos realizados em 2017 com 41 negócios, um crescimento de 17% em relação aos primeiros quatro meses de 2016. Em segundo lugar aparecem os serviços auxiliares. O Sudeste representa 70% nos negócios anunciados no período (139 transações). No Sul foram 26 negociações, número 13% inferior ao mesmo período de 2016 (30 transações).

De janeiro a abril, foram anunciadas 82 transações envolvendo capital estrangeiro, redução de 15% em comparação ao mesmo período do ano anterior. Somente em abril foram 20 transações realizadas por capital estrangeiro, redução de 33% em comparação ao mesmo período de 2016 (30 transações). Os Estados Unidos lideram com 33% do total (27 negociações).  Leia mais em amanha 23/05/2017



Samsung continuará buscando oportunidades de fusões e aquisições

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes

A gigante de tecnologia Samsung Electronics continuará procurando por oportunidades de aquisição, disse um executivo da companhia na segunda-feira, conforme a empresa busca desenvolver softwares e serviços para diferenciar seus produtos.

“Nós vamos ser otimistas em encontrar companhias que se encaixem em nossa estratégia”, disse o vice-presidente da divisão de celulares da Samsung, Peter Koo, durante um evento para investidores em Hong Kong. Ele não elaborou sobre alvos específicos ou tecnologias que a Samsung pretende adquirir.

A maior fabricante de chips de memória, celulares e televisões do mundo assumiu postura mais agressiva de aquisição em anos recentes, quebrando sua preferência anterior para confiar em seu próprio talento e usar seu dinheiro para despesas de capital em meio à intensificação da competição da concorrência com a Apple e Huawei Technologies.

Além de comprar empresas como a Viv Labs e LoopPay, acordos que impulsionaram os atuais esforços da Samsung para desenvolver inteligência artificial e serviços de pagamento por celular, a companhia também está investindo para entrar em novos negócios.

A empresa completou uma aquisição de 8 bilhões de dólares da Harman International Industries no início do ano, o maior negócio que já realizou, na tentativa de acelerar sua entrada na indústria de componentes automotivos e apresentar um novo motor de crescimento.

Koo disse que os objetivos da Samsung com softwares e serviços são principalmente tornar seus produtos mais atraentes para os consumidores, e que a empresa buscará parcerias bem como aquisições para reforçar suas ofertas.Por Reuters Leia mais em exame 22/05/2017



‘Se demorar, podemos voltar para a recessão’

O economista José Roberto Mendonça de Barros, sócio da MB Associados, está preocupado com o desfecho da crise política e os impactos sobre a economia, que esboçava sinais de recuperação. Dependendo do encaminhamento político, segundo ele, um trimestre terá sido perdido, na melhor da hipóteses, se as reformas forem retomadas pelo sucessor do presidente Michel Temer. Mas ele não descarta um quadro pior, sem reformas. “Nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano”, alerta. A seguir, trechos da entrevista.

O que precisa ser feito para superar a crise política que paralisou a economia?
Na nossa avaliação, o presidente Temer perdeu totalmente a condição de governabilidade. Ele tem de sair, mas a Constituição tem de ser cumprida. Vale dizer: tem de haver uma eleição indireta no Congresso. Independentemente do tempo, o mais relevante é a ideia de qual será a saída dessa eleição.

Como assim?
Podemos ter uma pessoa eleita com condições de governabilidade, de reagrupar a base política e trazer de volta as reformas. Se isso acontecer, nós teríamos perdido um trimestre e eventualmente voltaríamos a ter possibilidade de recuperar uma trajetória de crescimento para o ano que vem, menor do que projetávamos, mas com alguma expressão. Aí conseguiremos sair do buraco.

Qual seria a alternativa?
Se for eleito alguém mais fraco politicamente ou, por características pessoais, que não tenha condições de retomar a agenda de reformas e de crescimento, aí haverá o problema que todo mundo teme: uma “sarneyrização”. Seria um horror. Tudo ficaria parado até a próxima eleição.

Com que cenário o sr. está trabalhando?
Temos de aguardar. Hoje, não consigo associar probabilidades nem fazer projeções.

Qual será o custo dessa crise política para a economia?
O menor custo que teremos é o de um trimestre perdido, como já citei, se for escolhido alguém com o mínimo de condições políticas. Assim, voltaríamos a crescer no ano que vem e, desta forma, sairíamos de vez da recessão. Tecnicamente, já saímos da recessão: todo mundo concorda que o primeiro trimestre teve crescimento positivo do Produto Interno Bruto (PIB). Isso é o mais razoável que se pode dizer. A interrupção da recuperação já é um dano considerável, dependendo da velocidade da solução política. A velocidade com que será feita a sucessão será a chave para a saída da crise econômica.

Como o outro cenário aventado, de um sucessor que não retome a agenda de reformas, voltaríamos à recessão?
Se demorar muito, por questões políticas e jurídicas, para escolher o sucessor, e se o sucessor for alguém frágil ou sem comprometimento com a agenda de reformas, podemos voltar para recessão. E o custo será enorme para o País como um todo. Aí vamos ficar marcando passo até a eleição de 2018, o que seria bem complicado. Isso poderia gerar uma paralisia na economia. Não acho que vá afundar tudo de novo porque um pouco dessa melhora da economia é cíclica, como a substituição de uma máquina ou o enxugamento de estoques em alguns setores. Mas nunca foi tão óbvio o risco e o custo de voltarmos ao pântano. No fundo, o custo pode ser a gente não conseguir sair da recessão e eventualmente voltarmos a ela. Existe um risco enorme de ter um custo mais elevado. Hoje, acho uma ousadia associar a probabilidade a esses cenários. Podemos caminhar para uma solução decente ou para uma coisa muito complicada. O Estado de S.Paulo - 23/05/2017 Leia mais em abinee 23/05/2017



Warren vai às compras para ser a nova XP

A Warren quer ser a próxima XP. Planeja aquisições que incluem um banco e uma corretora. Outra meta é fechar 2017 com 50 mil clientes, dos atuais 6 mil. Parece ousado, mas, para os ex-sócios fundadores da XP à frente da Warren, Marcelo Maisonnave, Eduardo Glitz e Tito Gusmão, o plano é básico. A estrutura da operação é, entretanto, diferente da que levou a XP a ser a maior plataforma independente de investimentos do Brasil, com uma rede de agentes autônomos.

Milionários.

A Warren é totalmente online, o que reduz seu custo. Por outro lado, para garantir capilaridade, aposta na propaganda e fidelização de investidores com perfil jovem que, acima de entender onde seu dinheiro será aplicado, está interessado em alcançar objetivos com ele, como uma volta ao mundo ou até mesmo se tornar um milionário. Leia mais em colunadobroad.estadao 23/05/2017



22 maio 2017

Petrobras pretende vender 100% de Juruá, na Bacia do Solimões

A Petrobras informou na noite desta segunda-feira que planeja vender 100% do campo de Juruá, na Bacia do Solimões, no Estado do Amazonas.

“A transação em potencial representa uma oportunidade para desenvolver e monetizar uma descoberta de gás natural, perto de campos operados pela Petrobras e de infraestrutura para processamento e escoamento de gás ... leia mais em valoreconomico 22/05/2017

22 maio 2017



SoftBank cria fundo de investimentos de US$ 100 bilhões

A Bloomberg traz nesta segunda-feira (22) uma matéria sobre o novo empreendimento de Masayoshi Son. Quando criança, ele escrevia em um bloco as novas invenções que esperava criar um dia. Hoje, o fundador da SoftBank tem quase US$ 100 bilhões para investir na próxima grande realização.

O noticiário afirma que a SoftBank Group de Son concluiu a primeira rodada de um fundo de investimentos planejado de US$ 100 bilhões, com dinheiro levantado da Arábia Saudita, Abu Dabi, Apple e Qualcomm. O Vision Fund dá ao homem de 59 anos acesso a um capital sem comparação no mundo do private equity ou do capital de risco – o equivalente a quatro Silver Lake ou quinze Sequoia Capital.

Son não gosta de eufemismos, diz a Bloomberg. Ele disse sem ironia que tem um plano de 300 anos para a SoftBank e visa construir a empresa mais valiosa do mundo. Com o Vision Fund, Son promete se tornar o maior investidor em tecnologia daqui a 10 anos, apostando no futuro da inteligência artificial, dispositivos conectados, satélites e na integração de computadores e humanos. De fato, em abril, ele liderou o investimento de US$ 5,5 bilhões na chinesa Didi Chuxing, o maior financiamento com capital de risco já registrado.

“Observamos um big bang com os PC, observamos um big bang na internet”, disse Son em uma conferência com acionistas. “Eu acredito que o próximo big bang será ainda maior. Para estarmos prontos, precisamos montar as bases e essas bases são o SoftBank Vision Fund.”

O megafundo de Son colocará uma quantidade sem precedente de dinheiro em setores já vistos como supercapitalizados. Os retornos do private equity caíram muito nos últimos anos porque há muito dinheiro para muito poucas transações. O capital de risco enfrenta problemas similares, aponta Bloomberg. Bloomberg': Leia mais em Jornal do Brasil 22/05/2017