25 setembro 2017

Gerdau está vendendo hidrelétricas para fazer caixa

Para fazer caixa

A Gerdau está vendendo duas hidrelétricas. Tenta levantar cerca de 700 milhões de reais com o negócio. O mandato de venda é do Credit Suisse.Por Mauricio Lima Leia mais em veja 24/09/2017

25 setembro 2017



24 setembro 2017

Cotriel adquire estrutura de recebimento da Granol

Silos terão capacidade de receber 350 mil sacas de soja

Na segunda-feira, 18, a Diretoria da Cotriel, juntamente com os proprietários da empresa Granol, acertaram a venda de toda a estrutura de recebimento localizada em Sobradinho para a Cooperativa. Com esta aquisição, a região passa a contar com uma filial com capacidade de receber 350 mil sacas de soja: “É um passo que demonstra como a Cotriel valoriza seus associados e que chegou para ficar nesta região”, disse o presidente, Leocezar Nicolini.

O Posto de Recebimento de Sobradinho, onde a Cotriel começou a atuar em 2007, abrange, além do próprio município, as cidades de Passa Sete, Segredo, Lagoa Bonita do Sul e Ibarama. São atendidos 631 associados, boa parte de pequenos produtores. A estrutura, que agora passa a ser da Cotriel, havia sido alugada em março para o recebimento da soja. “Desde o começo da nossa atuação aqui, este ano a entrega de produção superou as nossas expectativas, demonstrando que o sócio confia no trabalho realizado pela nossa equipe", enfatizou o gerente da Cotriel em Sobradinho, Leandro Fernandes, que participou do ato de entrega que ocorreu na terça-feira, 19, no local.

Presente também à oficialização desta compra em Sobradinho, o gerente de grãos, Odélcio Hartmann, disse que a estrutura necessitará apenas de alguns ajustes, como instalação do sistema Cotriel, para começar a funcionar: “O novo posto que tem cinco anos de uso, sendo que só recebia soja, já conta com tombador, e modernos equipamentos de pré-limpeza, além de secador, moegas e termometria, os quais, nesta safra, agilizaram o grande recebimento que tivemos”, enfatizou.

Quanto ao terreno adquirido em 2015, na localidade de Arroio Bonito, e que seria utilizado para a construção das futuras instalações,  a Cotriel negocia com a prefeitura de Sobradinho um destino para o local. Não há data para a transferência dos funcionários que atuam no Posto alugado no centro da cidade para a nova filial. Leia mais em gaz 21/09/2017


24 setembro 2017



Grupo Interface adquire Ícone Vídeo

A Interclip Monitoramento de Informações, empresa do Grupo Interface Comunicação Empresarial, adquiriu a Ícone Vídeo, reconhecida empresa mineira de monitoramento/clipping de emissoras de rádio e TV com mais de 24 anos de mercado.

Juntas, Interclip e Ícone agora oferecem uma plataforma completa e integrada que monitora todas as mídias: impressas, web, rádio, TV e redes sociais. Essa incorporação traz para a Interclip um diferencial competitivo, já que ela passou a ser a única empresa em Minas Gerais que possui uma operação integrada de monitoramento e clipagem de todas as mídias em um mesmo ambiente físico.

De acordo com a diretora executiva da Interclip, Marilene Messias, a empresa já tinha uma forte parceria e sinergia com a Ícone, o que facilitou consideravelmente a integração. Entre os clientes da Ícone destacam-se Fiat, Assembleia Legislativa de Minas Gerais, Cemig, Senac, TRE, Minas Arena, Tribunal de Justiça, OAB, entre outros.

O Grupo Interface está investindo em novas tecnologias e equipamentos que vão tornar a atuação da Ícone mais ágil e eficaz. "Apesar do momento difícil na economia, acreditamos que o investimento e a diversificação de atividades é o melhor caminho para superar as crises", afirma o diretor presidente José Renato Lara.

A Interface, primeira empresa do grupo, com 24 anos de mercado, atua em todos os segmentos: relações públicas - relacionamento com a imprensa, consultoria e execução de projetos de comunicação interna, media training, gestão de redes sociais, produção de conteúdos e relacionamento com comunidades. por  Wesley Figueiredo Leia mais em segs 22/09/2017



Camil deve reduzir preço em cerca de 20% para emplacar IPO

Apesar de a operação da Camil ter ganhado uma semana de roadshow, os investidores ainda não se convenceram a entrarem na oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) da empresa. A faixa indicativa de preço, de R$ 10,50 a R$ 13,00, poderá cair 20%, para um piso de cerca de R$ 8,50.

Trata-se de uma tentativa para completar o livro da oferta, o que garantirá a abertura de capital. Procurada, Camil não comentou. Leia mais em colunadobroad.estadao 24/09/2017




Paper Excellence leva 13% da Eldorado nesta semana

A primeira etapa da venda da Eldorado para a Paper Excellence (PE) será concluída no início desta semana e englobará 13% da fabricante de celulose detidos diretamente pelo Grupo J&F. A conclusão dessa primeira parte ocorre após o procedimento de diligência, que chega ao fim a despeito dos percalços com a prisão de Joesley e Wesley Batista.

Em seguida, para outubro, está programado o fechamento de uma segunda fase do processo, com a venda das participações dos fundos de pensão dos funcionários da Petrobrás e da Caixa Econômica Federal, Petros e Funcef, que detêm cerca de 17% da empresa. Os fundos já sinalizaram que venderão conjuntamente suas fatias, atraídos pelo elevado valor da transação, que avalia a Eldorado em R$ 15 bilhões. Caso os fundos não deixem o negócio, a J&F negociará uma fatia adicional. Já o restante da fabricante de celulose será vendido pela família Batista à Paper Excellence em até 12 meses. Procurados, o Grupo J& F, a Petros e a Funcef não comentaram. Leia mais em colunadobroad.estadao 24/09/2017



23 setembro 2017

Petrobras divulga cessão de 5 conjuntos de campos terrestres

A parcela da Petrobras na produção média de petróleo e gás natural desses campos, no ano de 2016, foi de 17,4 mil barris de óleo equivalente por dia

A Petrobras informa que iniciou a etapa de divulgação das oportunidades (Teasers), referentes à cessão da totalidade de seus direitos de exploração, desenvolvimento e produção em cinco conjuntos de campos terrestres (totalizando 19 concessões), localizados nos Estados do Ceará, Rio Grande do Norte e Sergipe.

No Ceará está o Polo Fazenda Belém, com duas concessões: Fazenda Belém e Icapuí. No Rio Grande do Norte está o Polo Macau, com sete concessões: Aratum, Lagoa do Aroeira, Macau, Porto Carão, Salina Cristal, Sanhaçu e Serra.

Já em Sergipe estão os polos Sergipe Terra 1, com seis concessões (Aruari, Angelim, Aguilhada, Atalaia Sul, Brejo Grande e Ilha Pequena); Polo Sergipe Terra 2, com três concessões (Castanhal, Mato Grosso e Siririzinho); e Polo Sergipe Terra 3, com uma concessão (Riachuelo).

A parcela da Petrobras na produção média de petróleo e gás natural desses campos, no ano de 2016, foi de 17,4 mil barris de óleo equivalente por dia.

A Petrobras é operadora de todas as concessões, com 100% de participação à exceção do campo de Sanhaçu, no qual a companhia é operadora e detém 50% de participação e a Petrogal detém os 50% restantes. Por Beth Moreira, do Estadão  Leia mais em exame 22/09/2017

23 setembro 2017



Bunge compra fatia minoritária na Agrícola Alvorada

A compra ocorre após a Bunge e suas concorrentes enfrentarem dificuldades para comprar grãos neste ano no Brasil

A Bunge, uma das maiores empresas de agronegócio do mundo, anunciou nesta sexta-feira que firmou acordo definitivo para comprar participação minoritária da Agrícola Alvorada, uma empresa de revenda de grãos e produtos agrícolas de Mato Grosso, maior produtor agrícola do país.

“A transação é estratégica para a Bunge, que fortalece sua atuação, alavancando seu negócio de originação de grãos”, disse a empresa em nota, sem revelar valores e a fatia adquirida.

A compra ocorre após a Bunge e suas concorrentes enfrentarem dificuldades para comprar grãos neste ano no Brasil, uma vez que produtores estão segurando mais as vendas. Isso reduziu as margens, forçando as empresas a competir entre si para adquirir produtos, apesar das amplas reservas após safras recordes.

Em agosto, a Bunge afirmou que estava buscando mudar a forma como compra produtos agrícolas, em um esforço para impulsionar as vendas e restabelecer as margens de lucro.

A Agrícola Alvorada, com sede em Primavera do Leste (MT), conta com oito filiais em cinco municípios do Mato Grosso,estrategicamente posicionada em relação a fornecedores, agricultores e clientes finais, ressaltou a Bunge.

A expertise da empresa amplia o alcance da Bunge no segmento de pequenos e médios produtores da região.

“Esta é uma transação muito interessante para a Bunge. Estamos sempre em busca de oportunidades que contribuam comnosso objetivo de trazer mais valor às nossas relações com os produtores e criar novas formas de ir ao mercado”, disse o presidente e CEO da Bunge Brasil, Raúl Padilla, em comunicado.Por Roberto Samora, da Reuters Leia mais em exame 22/09/2017



Grupo paulista compra Eletrocity e quer reabrir lojas

Compra foi realizada há cerca de dois meses, os valores estão sendo mantidos em sigilo, mas o acordo prevê que a Colleman, nova proprietária, assuma as dívidas de R$ 54 milhões da Eletrocity

A Colleman Group, uma empresa de São Paulo, comprou a loja de eletrodomésticos Eletrocity, que pertencia ao grupo Comercial Superaudio Ltda. Os valores foram mantidos em sigilo pelos compradores e pelo antigo dono, mas consta no contrato de compra um acerto para que a Colleman assumisse as dívidas de R$ 54,8 milhões da empresa.

A maior parte do que a Eletrocity deve - cerca de R$ 52 milhões -, é de dívidas com fornecedores dos produtos e contas de energia. Já os outros R$ 2 milhões são de débitos com os próprios funcionários e pequenos parceiros comerciais.

Em março, antes da venda, a antiga administração da Eletrocity entrou em processo de recuperação judicial, que tem como objetivo viabilizar a superação da crise institucional e o pagamento das dívidas, de forma que mantenha a saúde financeira da empresa.

A Colleman, no entanto, solicitou à Justiça para que a empresa deixasse a recuperação judicial, alegando que este processo acaba tornando mais lento o pagamento dos débitos. Para oficializar a saída do plano, é necessário que uma assembleia com os credores a quem a Eletrocity deve aceite a retirada do processo judicial.

De acordo com os autos do processo, a decisão se a Eletrocity sai ou não do processo de recuperação judicial precisa ser tomada nos próximos 30 dias.

Negociação

O novo CEO da Eletrocity, Ronaldo Silva, afirma que a intenção da atual administração é negociar a dívida com os credores e fazer o pagamento o mais rápido possível. Ele revela que a nova administração quer reabrir parte das lojas fechadas no último ano.

“Herdamos um atraso de salários deixados pela administração passada. Acertamos as folhas de pagamento do mês de julho e agosto, mas alguns funcionários já haviam pedido saída da empresa, já não batiam mais o ponto. Estamos fazendo um recadastramento para pagar quem está trabalhando. O objetivo é botar ordem na casa, recuperar a empresa, fomentar a economia capixaba e gerar emprego. Queremos reabrir as lojas fechadas também”, conta.

Aquisições

Além da Eletrocity, o grupo adquiriu a loja de eletrônicos Digital Tiger e a Água Mineral Gold, antiga Água Mineral Ingá, empresa com sede em Domingos Martins.

Após acertar a venda da Eletrocity, o antigo dono da marca, Jackson Lauretti, planeja abrir nos próximos meses uma nova loja de eletrodomésticos, que já tem até CNPJ, e deve ser lançada com o nome de Eletrobel.

A reportagem tentou entrar em contato com o empresário sobre o processo de venda da Eletrocity, mas não obteve respostas até o fechamento desta edição.

Funcionários fecham lojas e cobram por atrasos em salários

Na manhã desta sexta-feira (22), funcionários da Eletrocity realizaram uma paralisação das lojas localizadas no Shopping Praia da Costa, Shopping Vila Velha e Shopping Boulevard, em Vila Velha; a unidade na Avenida Expedito Garcia, em Cariacica; e o depósito da empresa, na Serra.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Comerciários do Espírito Santo (Sindicomerciários), Jakson Andrade, há funcionários, principalmente gerentes, com atrasos de até oito meses de salário. Ele acusa os novos administradores de estarem demitindo funcionários sem pagar os devidos direitos.

“Conversamos com os novos administradores no início da semana, para que os salários fossem pagos e demos um prazo de 72 horas. Como não houve acordo, adotamos essa medida de fechar as lojas e só iremos reabrir quando o salário cair na conta. Não dá para o trabalhador ficar oito horas na empresa e não ter o seu pagamento, isso é inaceitável”, disse o sindicalista.

Ronaldo Silva, CEO da Eletrocity, disse que já está negociando para que os pagamentos sejam acertados e as lojas possam reabrir o mais rápido possível. Leia mais em gazetaonline 22/09/2017



22 setembro 2017

Grupo japonês busca comprador para o laboratório nacional Multilab

O grupo japonês Takeda deve seguir um movimento já feito pela americana Pfizer no País e se desfazer de um laboratório nacional que comprou durante a época de pujança da economia. Em 2012, a Takeda adquiriu o laboratório Multilab, por R$ 500 milhões.

Agora, com o ativo à venda, deve recuperar só um quinto do investimento, já que fontes estimam que a saída do negócio deverá se dar por R$ 100 milhões.

O Estado apurou que a companhia deverá receber até hoje as propostas para a compra da empresa, produtora de medicamentos similares, que tentam se aproximar dos princípios ativos dos remédios de marca. Fontes afirmam que fundos de investimento e empresas nacionais têm interesse no negócio.

Um dos problemas que reduziriam o valor do ativo, explicam fontes, é uma questão regulatória referente ao Multigrip, principal rótulo da Multilab. Além disso, a companhia estaria com lucro operacional negativo - por isso, os japoneses teriam pressa em se desfazer da fabricante o quanto antes.

Caso a venda se concretize, a Takeda vai seguir os passos da Pfizer, que se desfez de sua fatia no laboratório nacional Teuto, por valor inferior ao originalmente investido. A Pfizer havia comprado 40% da companhia, em 2010, por R$ 400 milhões, mas teve dificuldades de relacionamento com os sócios locais. Além disso, tomou a decisão global de sair do segmento de medicamentos genéricos.

Gigante
Maior companhia farmacêutica do Japão, a Takeda entrou no Brasil em 2011 ao adquirir, por US$ 14 bilhões, a operação global da suíça Nycomed, que já tinha presença relevante no Brasil e era dona de marcas como Neosaldina. A aquisição da Multilab marcou a entrada do grupo japonês em produção de medicamentos no País.

O Brasil era o principal alvo da expansão da japonesa em territórios emergentes, por causa do aumento no consumo de similares e genéricos. Apesar de ser mais resistente a crises, o cenário econômico afetou o setor de medicamentos, que sofreu uma desaceleração nas vendas.
Procurada, a Takeda não quis comentar. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. Leia mais em broadcast.estadao 22/09/2017

22 setembro 2017



Univar adquire Tagma Brasil

Formuladora e empacotadora brasileira líder em produtos químicos para proteção da safra irá expandir os negócios agrícolas da Univar na América Latina

Univar Inc. ("Univar") anunciou hoje que sua subsidiária integral Univar Brasil Ltda. adquiriu as ações da Tagma Brasil Ltda. ("Tagma").

"O Brasil tem uma agricultura e exportações de agroalimentos de mais de US$ 89 bilhões e um mercado doméstico que serve quase 210 milhões de pessoas. Essa aquisição expande os negócios agrícolas da Univar em um dos mercados agrícolas de crescimento mais rápido no mundo", disse o chairman e CEO da Univar, Steve Newlin. "Além disso, os recursos de formulação e empacotamento da Tagma irão aumentar a proposição de valor de algumas de nossas principais parceiras de suprimento globais. E a forte cultura de segurança, integridade e qualidade da Tagma será um complemento excelente para os negócios agrícolas já robustos da Univar na América do Norte".

No Brasil, a Tagma é uma importante prestadora de serviços de formulação e empacotamento personalizados de produtos químicos para a proteção da safra, que incluem herbicidas, inseticidas, fungicidas e surfactantes. A Tagma formula mais de 200 produtos registrados para proteção da safra e fornece a concepção e a preparação de novas fórmulas, adaptação de fórmulas existentes e assistência técnica em processamento e exigências regulamentares.

"A união com a Univar nos posiciona bem para sermos, globalmente, parceiras mais valiosas e mais relevantes dos clientes atuais e futuros que estão buscando por soluções na cadeia de suprimento. Estou confiante de que isso irá criar oportunidades e crescimento para nossos atuais empregados", declarou o presidente da Tagma, José Carlos Leite.

"A Tagma nos permite servir nossos clientes mais holisticamente em um mercado agrícola que está se tornando progressivamente mais inclinado à proteção do rendimento da safra e a suplementos biológicos", disse o presidente da Univar para Ciências da Agricultura e do Meio Ambiente no Canadá, Mike Hildebrand. "Celebramos essa oportunidade de expandir a capacidade de formulação e empacotamento da Univar Brasil, o que irá nos permitir servir nossos clientes com maiores recursos e disponibilizar a nossas fornecedoras maior alcance de mercado".

Sobre a Univar - Fundada em 1924, a Univar (NYSE: UNVR) é uma distribuidora global de produtos químicos e ingredientes e prestadora de serviços com valor agregado, trabalhando com grandes fornecedoras de todo o mundo. Com o apoio de uma equipe completa de vendas e de profissionais técnicos com profunda especialização e expertise de mercado, a Univar opera centenas de instalações de distribuição em toda a América do Norte, Europa Ocidental, região da Ásia e do Pacífico e América Latina. A Univar oferece soluções sob medida aos clientes, através de um amplo portfólio de produtos e serviços de uma das mais amplas redes de distribuição do setor no mundo. Para mais informações, visite www.univar.com.

Sobre a Tagma - Fundada em 2000, a Tagma é uma grande fornecedora de serviços personalizados de formulação e empacotamento de produtos químicos para proteção da safra no Brasil, que incluem herbicidas, inseticidas, fungicidas e surfactantes. Servindo localmente importantes clientes globais, a empresa cria valor através de sua qualidade confiável e expertise técnica no desenvolvimento de formulações que permitem ao mercado agrícola brasileiro cumprir as exigências regulamentares e de consumo. Leia mais em PRNewswire 21/09/2017






Unilever compra fatia de sócia na África do Sul

A Unilever anunciou nesta sexta-feira (22) que vai comprar a participação de 25,75% que a Remgro detinha na unidade sul-africana da empresa.

O acordo está avaliado em 11,9 bilhões de rands (US$ 894 milhões)...Leia mais em valoreconomico 22/09/2017

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Unilever announces sale of South Africa Spreads business to Remgro

Unilever to acquire Remgro’s interest in Unilever South Africa in exchange for the Unilever South Africa spreads business plus cash consideration

Unilever and Remgro announced today that Unilever will acquire Remgro’s 25.75% shareholding in Unilever South Africa Holdings (Pty) Ltd (Unilever SA) in exchange for the Unilever Spreads business in Southern Africa as well as a cash consideration of ZAR4.9 billion, representing a transaction value of ZAR11.9 billion.

This transaction values the Spreads business at ZAR7.0 billion, representing a 13.4 multiple of 2016 EBITDA...Leia mais em uniliver 22/09/2017




Tecido vivo - OM.group investe na SolarGrid

Tecido vivo O OM.group, holding do diretor criativo da Osklen, Oskar Metsavaht, fez um investimento na SolarGrid, de painéis de energia fotovoltaica, e se tornou sócia.

O valor do aporte no foi revelado... Mercado aberto folha de são paulo - leia mais em mtmais 22/09/2017



Comparaonline recebe US$ 14 mi em 3ª rodada de investimento

A ComparaOnline, empresa pioneira na América Latina na oferta e venda online de seguros e créditos, acaba de receber aporte de US$ 14 milhões em sua terceira rodada de investimento.

Dessa vez os recursos vieram do International Finance Corporation (IFC), braço do Banco Mundial, e do fundo de private equity Bamboo Capital Partners. O objetivo é crescer no mercado brasileiro, onde a empresa já possui um milhão de usuários ativos por mês. (...) Leia mais emColunadoBroadcast.estadao 22/09/2017




CCCC desiste de Rodovia dos Tamoios e decide focar em ferrovias

A China Communications Construction Company (CCCC) mudou de ideia sobre aquisição da concessão da Rodovia dos Tamoios e suspendeu as conversas com o Grupo Queiroz Galvão. O chinês, que no Brasil é representado pelo Banco Modal, por meio de uma joint venture que conta com o australiano Macquire como sócio, decidiu centrar foco em ferrovias.

Um dos ativos que o CCCC tem demonstrado interesse é a Ferrovia Norte Sul, que o governo sinaliza com leilão para este ano. A Tamoios liga São José dos Campos ao litoral norte de São Paulo e tem obras orçadas em R$ 2,9 bilhões. A principal é uma nova interligação do trecho de serra até a cidade de São Sebastião com 12,6 quilômetros de túneis e 2,5 quilômetros de viadutos. Procurado, o Modal não comentou. Leia mais em colunadobroad.estadao 22/09/2017



Dono do Mambo avalia vender fatia a sócio

A família controladora da rede de supermercados Mambo e do Giga Atacado, com R$ 1,7 bilhão em vendas previstas para este ano, analisa opções de capitalização e um dos caminhos  é a venda de posição minoritária no grupo MGB, quer reúne os dois negócios.

A companhia está contratando uma assessoria financeira para estudar propostas de fundos de private equity. O grupo soma 16 lojas - 10 Mambo e Petit Mambo e 6 Giga... Leia mais em valoreconomico 22/09/2017



Rumo aprova oferta pública restrita de 220 milhões de ações

A Rumo, operadora logística com base ferroviária, aprovou nesta quinta-feira, em reunião do conselho de administração, a realização de oferta pública de distribuição primária de, inicialmente, 220 milhões de ações ordinárias com esforços restritos de colocação.

Segundo Fato Relevante enviado na madrugada desta sexta-feira à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a oferta ficará sob a coordenação do Banco Bradesco BBI, do Banco Morgan Stanley, do Banco Santander (Brasil) e do BB-Banco de Investimento e, em conjunto com o coordenador líder, o Morgan Stanley e o Santander.

Simultaneamente, no âmbito da oferta, serão também realizados esforços de colocação no exterior pelo Bradesco Securities, pelo Morgan Stanley & Co. LLC, pelo Santander Investment Securities Inc. e pelo Banco do Brasil Securities LLC.

A quantidade de ações inicialmente ofertada poderá, a critério da companhia em comum acordo com os coordenadores da oferta, ser acrescida em até 15% do total de ações inicialmente ofertadas, ou seja, em até 33 milhões ações ordinárias de emissão da companhia, nas mesmas condições e no mesmo preço das ações inicialmente ofertadas.

De acordo com o comunicado, não haverá procedimento de estabilização do preço das ações após a realização da oferta e, consequentemente, o preço das ações no mercado secundário da B3 poderá flutuar significativamente após a colocação das ações.

O preço por ação, o efetivo aumento de capital da companhia, dentro do limite do capital autorizado, bem como a homologação do aumento de capital, serão aprovados em reunião do Conselho de Administração da companhia a ser realizada após a conclusão do procedimento de bookbuilding.

O preço por ação será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento, tendo como parâmetro a cotação das ações ordinárias de emissão da companhia na B3 e as indicações de interesse em função da qualidade e quantidade da demanda (por volume e preço) pelas ações, coletadas junto a investidores profissionais, e será aprovado pelo Conselho de Administração da companhia.

O preço por ação não será indicativo de preços que prevalecerão no mercado após a conclusão da oferta. A participação da Cosan Logística na oferta não será considerada para efeitos da fixação do preço por ação, diz o comunicado.

A cotação de fechamento das ações ordinárias de emissão da companhia na B3, em 21 de setembro de 2017, foi de R$ 10,39 por ação de emissão da companhia. Com base neste preço por ação indicativo, o montante total da Oferta seria R$ 2.285.800.000,00, sem considerar as ações suplementares, e de R$ 2.628.670.000,00, considerando a totalidade das ações suplementares.

Os recursos líquidos oriundos da oferta, incluindo ou não a colocação das ações suplementares, serão destinados para redução da alavancagem; redução do endividamento líquido e reforço de caixa.

A íntegra do Fato Relevante pode ser acessada aqui. - Valor Econômico Online Leia mais em portal.newsnet 22/09/2017



21 setembro 2017

Slack recebe aporte de US$250 milhões e é avaliada em US$5 bilhões

Há apenas dois meses a Reuters afirmou que a Slack Technologies, a empresa de software de São Francisco por trás do aplicativo do mesmo nome, estava no processo de arrecadar US$250 milhões de uma lista de grandes investidores.

De acordo com um novo relatório do Financial Times no domingo, os rumores eram verdadeiros. A Slack realmente elevou US$ 250 milhões dos investidores e, de acordo com o relatório, a maioria vem do Softbank’s Vision Fund. A última rodada coloca o financiamento total da empresa para US$ 841 milhões e sua avaliação em US$ 5,1 bilhões (incluindo o aumento de caixa). Anteriormente, a empresa era avaliada em US$ 3,8 bilhões.

O relatório do FT observa que a Slack continua seu crescimento extraordinário, citando estatísticas do CEO Stewart Butterfield, incluindo crescimento de mais de 100% ao ano e US$200 milhões na receita recorrente anual. “Se fosse há 10 anos, seríamos públicos agora”, diz Butterfield a Richard Waters. (Ele acrescenta que um IPO mais lento virá depois de 2018.)

Em junho, Butterfield disse ao Michal Lev-Ram da Fortune que o papel de Slack – que começou como um serviço de bate-papo em tempo real e agora abrange uma série de recursos para a produtividade do negócio, envolvido em uma interface amigável para o consumidor – continuará expandindo para o que ele chama um “chefe de gabinete virtual” que poderia ajudar com funções como feedback dos funcionários.

“As avaliações de desempenho podem ser tratadas por bots”, ele nos disse. Apenas outro dia em uma das empresas de software de negócios de mais rápido crescimento. Fonte: Fortune Leia mais em Startupi 21/09/2017

21 setembro 2017



EzTec fecha venda de Torre B do EZ Towers

A incorporadora EzTec fechou a venda da Torre B do empreendimento comercial EZ Towers para a Brookfield por R$ 650,382 milhões. As empresas firmaram documentos vinculantes nesta quinta-feira, 21, para realizar a operação.

Pela operação, a EzTec, por meio da sua controlada Garicema, recebeu hoje R$ 15 milhões em sinal. A Brookfield, por meio do EZTB Fundo de Investimento Imobiliários, pagará os R$ 635,382 milhões restantes até o dia 5 de outubro. O valor será corrigido pelos Certificados de Depósitos Interbancários (CDI) a partir de 18 de setembro até a data do pagamento.

Para que a operação seja finalizada, a EzTec deve realizar a liberação de ônus que constam na matrícula da Torre B, e o EZTB precisa finalizar a operação estruturada por meio da qual fará o pagamento previsto para outubro. Leia mais em broadcast.estadao 21/09/2017



Givaudan adquire a divisão de nutrição do Grupo Centroflora

Fortalecimento da oferta global de extratos naturais

A Givaudan, líder mundial em aromas e fragrâncias, anunciou hoje que está adquirindo a divisão de nutrição do Grupo Centroflora como parte da estratégia 2020 para fortalecer a oferta global de extratos naturais e sua presença no Brasil.

A Divisão Nutricional da Centroflora (Centroflora Nutra) fabrica extratos botânicos e frutas desidratadas para os setores de alimentos, bebidas e bens de consumo. Oferece uma grande variedade de extratos de plantas de várias regiões do mundo, com foco especial naquelas provenientes da grande biodiversidade do Brasil. Com sede e uma fábrica em Botucatu, Brasil, a Centroflora Nutra emprega 116 pessoas e exporta produtos em nível mundial.

Gilles Andrier, CEO da Givaudan, disse: “A aquisição da divisão de nutrição da Centroflora se ajusta à estratégia 2020 de expandir a nossa oferta em produtos naturais e está alinhada aos nossos objetivos de sustentabilidade. Oferece uma oportunidade exclusiva de fortalecer a plataforma de abastecimento de produtos naturais para aromas, fragrâncias e cosméticos da Givaudan. O programa abrangente de gestão de sustentabilidade da Centroflora reforçará a contribuição da empresa na preservação do meio ambiente, estimulando o bem-estar das comunidades de onde se originam os recursos e protegendo-as em longo prazo”.

Mauricio Graber, Presidente da divisão de Aromas da Givaudan, disse: “Equilibrar as necessidades dos consumidores de produtos naturais e preservar os recursos é uma prioridade para a Givaudan. A combinação do portifólio de extratos naturais da Centroflora e sua liderança de sustentabilidade, juntamente com nosso amplo patrimônio de fontes naturais e sustentáveis, gerarão inúmeros benefícios para nossos clientes, funcionários e comunidades no Brasil e em todo o mundo”.

Embora os termos do acordo não tenham sido divulgados, a atividade da Centroflora Nutra teria representado cerca de 17 milhões de CHF em vendas adicionais para os resultados da Givaudan em 2017, em base proforma. A Givaudan planeja financiar a operação de recursos existentes e deverá finalizar o processo de aquisição no início de 2018.

Sobre a Givaudan - A Givaudan é líder mundial na criação de fragrâncias e aromas. Através da parceria com empresas de alimentos, bebidas, produtos de consumo e perfumaria a Givaudan desenvolve sabores e essências que encantam os consumidores de todo o mundo. Com paixão em compreender as preferências dos consumidores e buscando sempre inovar, a Givaudan está na vanguarda de criação de fragrâncias e aromas que “envolvem os seus sentidos”. A empresa obteve vendas de CHF 4,7 bilhões em 2016. Sediada na Suíça e presente em mais de 95 localidades, a empresa possui mais de 10 mil funcionários no mundo todo. A Givaudan convida você a descobrir mais no site www.givaudan.com.

Sobre a Givaudan Flavours - O conhecimento abrangente da Givaudan sobre os sabores de cada região do mundo, considerando sua extensa área de atuação, permite parcerias estreitas com os clientes, onde quer que estejam. Com uma abordagem personalizada para cada criação de produto, a Divisão de Aromas da Givaudan é uma curadoria de conhecimento, inovação e criatividade, pronta para surpreender os clientes e consumidores com novas ideias e soluções originais. A Givaudan cria aromas e experiências de sabor que despertam emoções em todos os segmentos-chave, incluindo bebidas, doces, salgados e snacks.  Independentemente da categoria de produto, a grande paixão da Givaudan é fazer de alimentos e bebidas coisas deliciosas. Nós convidamos você a “envolver os seus sentidos” e aprender mais sobre aromas na www.givaudan.com/flavours.

Sobre o Grupo Centroflora - O Grupo Centroflora atua há 60 anos no desenvolvimento e comercialização de extratos vegetais para os segmentos de saúde, nutrição e cuidados pessoais. Maior produtor brasileiro de insumos farmacêuticos de origem vegetal, o Grupo exporta para mais de 70 países e prima pela excelência na produção de extratos provenientes de diversas regiões do planeta, com especial atenção àqueles derivados da biodiversidade brasileira. Emprega cerca de 260 funcionários em suas quatro unidades industriais, nas divisões farmacêutica e alimentícia,  e reafirma seu compromisso com a sustentabilidade por meio do programa corporativo “Parcerias para um Mundo Melhor”, que garante a compra planejada de safras e pagamento justo de espécies botânicas cultivadas por meio de práticas orgânicas e manejo sustentável. O Grupo Centroflora (http://centroflora.com.br) também exercita a responsabilidade social por meio do Instituto FloraVida (http://floravida.org.br/floravida/), que idealiza e executa iniciativas de educação socioambiental com transversais em saúde, meio ambiente e desenvolvimento das comunidades. Leia mais em revistais 20/09/2017
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GRUPO CENTROFLORA REFORÇA INVESTIMENTOS NA ÁREA FARMACÊUTICA

Com a venda da divisão nutracêutica para Givaudan, empresa anuncia investimento de até R$75 milhões na divisão farmacêutica

Botucatu, 20 de setembro de 2017 – O Grupo Centroflora, maior produtor brasileiro de insumos farmacêuticos de origem natural, anunciou nesta manhã a venda da divisão de nutracêuticos (alimentos) para a empresa suíça Givaudan, líder mundial em produção de sabores e fragrâncias.

O acordo, que contou com o Banco Itaú BBA como assessor financeiro exclusivo do Grupo Centroflora e do escritório Lobo&deRizzo como assessor jurídico, deverá ser efetivado no início de 2018. Essa negociação  reforça a estratégia definida pelo Grupo para consolidar as atividades na área farmacêutica, incluindo investimentos da ordem de R$ 75 milhões para a implantação de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas, ainda em 2017, e a construção de uma nova fábrica em até três anos.

“O Grupo Centroflora vem implementando práticas e atividades para o fortalecimento de nossa atuação no segmento farmacêutico. O aporte proveniente da negociação fomentará a consolidação das atividades em nosso principal negócio”, afirma Peter Andersen, presidente do Grupo Centroflora. “Aliado a isso, a Givaudan compartilha conosco os mesmo valores de inovação, cuidado com a sociobiodiversidade e desenvolvimento sustentável, por isso acreditamos que será uma transição bastante consistente”, conclui.

O acordo de venda prevê que o negócio será concluído nos primeiros meses de 2018. Após esse período, as duas empresas compartilharão a unidade fabril II de Botucatu (SP), onde hoje são elaborados insumos para os segmentos de nutrição e farmacêuticos (fitomedicamentos), por até cinco anos. As iniciativas de P&D Farma do Grupo deverão ser transferidas para Campinas antes da efetivação do contrato com a Givaudan, garantindo 100% a proteção da propriedade intelectual da Centroflora e seus parceiros. A área de Pesquisa será representada pela empresa de Inovação Radical Phytobios e a de Desenvolvimento pela Diretoria Técnico Cientifica Farma do Grupo Centroflora.

FOCO EM MEDICAMENTOS – Em 2014, o Grupo Centroflora estabeleceu uma sociedade com a alemã CMS Pharma – especializada na produção e comercialização de IFAs (Ingredientes Farmacêuticos Ativos) – para a criação da Centroflora CMS. Empresa que adquiriu da Boehringer Ingelheim uma tecnologia de produção e direitos exclusivos de distribuição de um grupo de IFAs de origem vegetal e já conta com portfólio de oito moléculas comercializadas para mais de 100 empresas em todo o mundo. Em paralelo, iniciou a adequação da unidade farmoquímica do Piauí para a produção de moléculas para comercialização no mercado nacional e exportação.

Ainda em 2014, o Grupo, por meio da empresa de Inovação Radical Phytobios, firmou uma importante parceria com o Laboratório Nacional de Biociências (LnBio), integrante do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), para criação de uma plataforma de Drug Discovery em Biodiversidade Brasileira. A plataforma conta com uma biblioteca exclusiva coletada ao longo dos anos em diferentes biomas do Brasil e é considerada uma das mais modernas do mundo. A entrada de parceiros importantes do setor farmacêutico na plataforma motivou a criação de um centro de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) de alta performance em Campinas, nas proximidades da plataforma para potencializar ainda mais a interação com os clientes. Leia mais em centroflora 20/09/2017








Wine.com.br vende participação na Mocoffe para empresário português

Dois anos depois de adquirir uma participação de 40% na Mocoffe, empresa luso-brasileira de produção de máquinas e cápsulas de café, a Wine.com.br vendeu a sua participação para o atual presidente da companhia, o português Ricardo Flores.

O valor do negócio foi mantido em sigilo pelas companhias. Em 2015, a Wine.com.br pagou US$ 24 milhões pela companhia de café... Leia mais em valoreconomico 21/09/2017





Meirelles diz que IPO é uma boa alternativa para Correios

Com um prejuízo de R$ 2 bilhões, os Correios estão na mira da privatização, mas existe uma resistência política em parte do governo

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, confirmou nesta quinta-feira, 21, que uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) pode ser uma boa alternativa para os Correios, em uma fase prévia a uma privatização total.

Questionado se a operação poderia ser uma privatização ou um IPO, Meirelles disse que isso ainda está sendo estudado.

“As duas hipóteses estão contempladas e o IPO é uma boa alternativa, é sempre um primeiro passo”, afirmou.

Com um prejuízo de R$ 2 bilhões, os Correios está na mira para ser privatizado, mas existe uma resistência política em parte do governo. Há algumas semanas, uma fonte de alto escalão chegou a dizer à Reuters que, às vésperas de uma eleição nacional, não se podia falar em privatizar uma empresa “tão querida” dos brasileiros.

Na quarta-feira, 20, o ministro da Secretaria-geral da Presidência, Moreira Franco, defendeu também a privatização, alegando que a sociedade não pode manter uma empresa que é deficitária. A tendência maior dentro do governo é, nesse momento, optar pela abertura de capital da empresa.

“É uma coisa que estamos estudando com bastante profundidade, muito cuidado. Como a posição dos Correios, em vários aspectos, é monopolista, então a privatização tem que ser tratada com muito cuidado”, disse Meirelles.

Segundo o ministro, essa questão, no entanto, é cada vez “menos relevante” pelo fato de existiram cada vez mais serviços privados de encomendas altamente competitivos.

“Inclusive é mais uma coisa em termos favoráveis a uma privatização, em um setor mais competitivo e eficiente. No final o que interessa é o bom serviço à população e é isso que estamos esperando. Mas não é uma decisão tomada”, disse Meirelles.

Infraero. O ministro admitiu também que o governo estuda a privatização da Infraero, mas que essa negociação ainda não está “sobre a mesa”, mas afirmou que existe um movimento geral de privatização no governo.

“Isso é uma hipótese mas não estamos ainda em processo decisório, principalmente pela grande quantidade de aeroportos no país que são de cidades pequenas, cidades menores, que são deficitários.”, afirmou o ministro. “É um processo mais complexo, que não está na mesa, não é prioritário no momento. Agora, o movimento geral de privatização existe”.

Meirelles admitiu que as privatizações e concessões ajudam no caixa do governo e têm importância no curto prazo, mas não é o objetivo do governo.

“Sempre existe a geração de caixa, o que é positivo para o ajuste fiscal, mas agora não deve ser a prioridade. A prioridade deve ser garantir um bom serviço e investimento. Isso é o mais importante”, afirmou. Leia mais em estadão 21/09/2017



JSL avalia IPO de negócio de locação e venda de caminhões e máquinas

A empresa de logística JSL informou nesta quinta-feira que avalia abrir o capital do seu negócio de locação e venda de caminhões e máquinas, por meio de uma oferta inicial de ações (IPO) da subsidiária que concentrará tais atividades.

"A JSL contratará instituições financeiras para assessorá-la nessa análise e na determinação dos termos de uma eventual oferta", afirmou a companhia em fato relevante. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em dci 21/09/2017



Lala confirma compra da Vigor, da J&F, mesmo sem a Itambé

A mexicana Lala confirmou, em fato relevante enviado à Bolsa do México, que o processo para conclusão da compra da Vigor, da J&F, continua mesmo após a decisão da Cooperativa Central dos Produtores Rurais de Minas Gerais Ltda  (CCPR) de recomprar a participação de 50% da Vigor na Itambé Alimentos S.A.

Segundo o comunicado, caso a CCPR conclua de forma satisfatória a aquisição de 50% das ações [da Vigor] da Itambé, o novo alcance da transação seria a aquisição de até 100% das ações da Vigor, por um valor implícito líquido de R$ 4,325 bilhões, considerando vendas líquidas... Leia mais em valoreconomico 21/09/2017



Sócio da BR Malls quer vender 30% de negócio avaliado em R$520 mi

A administradora de shopping centers BR Malls anunciou nesta quinta-feira que seus sócios na Alvear Participações manifestaram interesse em exercer uma opção de venda de 30 por cento no negócio avaliado em cerca de 520 milhões de reais.

A Alvear é dona de 93 por cento do Shopping Catuaí Londrina, 100 por cento do Shopping Catuaí Maringá e do Shopping Londrina Norte e 98,5 por cento do Shopping Catuaí Cascavel.

Segundo o acordo, o exercício da opção de venda depende de a ação da BR Malls superar 18,28 reais. O papel fechou a sessão desta quinta a 14,70 reais, com queda de 1,2 por cento. (Por Aluísio Alves) Reuters Leia mais em dci 21/9/2017



Votorantim Metais faz pedido de IPO em Nova York e Toronto

A Votorantim Metais fez nesta quinta-feira pedido de oferta pública inicial de ações em Nova York e Toronto, com objetivo de acessar uma ampla base de investidores e apostando na recuperação dos preços de zinco, cobre, chumbo e prata.

A controladora Votorantim SA está vendendo uma quantidade não revelada de ações no IPO da Votorantim Metais, que passará a se chamar Nexa Resources e terá sede em Luxemburgo.

Outros termos do IPO, incluindo tamanho ou faixa indicativa de preço não foram informados no pedido.

A Reuters publicou em 10 de abril que a companhia planejava um IPO e em 12 de julho informou que a produtora de metais estava planejando uma oferta de 750 milhões de dólares, que avaliaria a empresa em 4 bilhões de dólares.

O IPO deverá ajudar o grupo Votorantim a reduzir dívida de cerca de 15 bilhões de reais.

A Votorantim e a Votorantim Metais contrataram JPMorgan , Morgan Stanley, Credit Suisse, BMO Financial, Bank of America, Citigroup, Bank of Nova Scotia, Bradesco e Credicorp. (Por Tatiana Bautzer em São Paulo e John Tilak em Toronto) Reuters Leia mais em dci 21/09/2017



Em oferta, Azul vende lote adicional de ações de R$ 113,6 milhões

A companhia aérea Azul conseguiu vender um lote adicional de 4.063.019 ações na oferta subsequente concluída na semana passada, de acordo com comunicado da empresa. Isso representa R$ 113,6 milhões.

Esse montante equivale a 10% da oferta principal, que movimentou R$ 1,136 bilhão. Esses recursos foram para os acionistas da companhia que venderam parcela de suas ações.

Os papéis preferenciais foram vendidos a R$ 27,96. Leia mais em jornalfloripa 21/09/2017



Mercado de fundição aquece e prevê crescimento de 10%

Brasil tem capacidade de produzir 4 milhões de toneladas de peças fundidas, 20% destinadas às exportações; setor deve faturar US$ 8 bilhões neste ano

Depois de um longo e difícil período com seguidas quedas, a indústria brasileira está retomando o seu crescimento. Ela começou o terceiro trimestre melhor do que o esperado e os consultores já fazem uma projeção de recuperação gradual nos próximos meses. Nesse cenário, qualquer índice positivo é comemorado. O mercado de peças fundidas, de acordo com a Associação Brasileira de Fundição (ABIFA), por exemplo, cresceu 7% no acumulado de janeiro a julho últimos e espera encerrar 2017 com um índice 10% maior do que em 2016, puxado principalmente pela demanda da indústria automotiva, que no primeiro semestre ampliou em 23,3% a produção de veículos em comparação com o mesmo período do ano anterior, como aponta a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

O índice de 10% de crescimento projetado para este ano pode até parecer pequeno, mas é muito comemorado pela ABIFA, que nos últimos três anos só registrou quedas na produção. Em 2014 o setor fechou com 2,737 milhões de toneladas de peças fundidas, caiu para 2,315 milhões no ano seguinte e chegou a 2,102 milhões em 2016. “Nossa expectativa é atingir os mesmos números de produção de 2015. E estamos muito confiantes nisso, pois já registramos sete meses de crescimento em 2017. Sinto que não estamos mais em um voo de galinha, mas vivemos um crescimento sustentável, que gera muito otimismo no mercado de fundição”, afirma Roberto João de Deus, diretor-executivo da ABIFA.

O crescimento sustentável mencionado por Roberto João é sentido pelos números mais recentes do mercado. Em maio, o setor produziu 185,4 mil toneladas de peças fundidas, 6,3% a mais do que o mesmo mês em 2016, quando registrou 178,3 mil toneladas.

Em junho e julho últimos a produção atingiu, respectivamente, 190,8 mil e 195,9 mil toneladas, contra 181,5 e 176,5 mil toneladas nos mesmos períodos do ano passado. O Brasil tem capacidade de produzir, anualmente, 4 milhões de toneladas. Se mantida a produção estimada de 2,3 milhões neste ano, o país se manteria no ranking dos dez maiores mercados de fundição do mundo, que é encabeçado pela China (45,6 milhões de toneladas), seguido pela Índia (10,77 milhões), Estados Unidos (10,39 milhões), Japão (5,4 milhões), Alemanha (5,31 milhões), Rússia (4,2 milhões), Coréia (2,62 milhões) e México (2,56 milhões). Do que o país produz anualmente, cerca de 20% é destinado às exportações, especialmente para o mercado norte-americano (42,5%) e América do Sul (19,3%).

O setor de fundição é a base de toda a indústria e um dos principais termômetros da economia. De acordo com a ABIFA, o Brasil tem 1.167 empresas de fundição, que empregam cerca de 50 mil pessoas, 40% delas atuando com a fundição de ferro, 21% alumínio e 14%, com aço. Outras 25% das companhias trabalham com metais não ferrosos, cobre, zinco e magnésio. Juntas, elas foram responsáveis por gerar uma receita de perto de US$ 6,9 bilhões em 2015, número que se repetiu no ano passado. “Em 2017 devemos fechar com US$ 7,5 bilhões. E estamos muito confiantes em atingir a meta, pois a indústria automotiva, que representa mais de 60% das demandas do nosso setor, deve produzir 2,619 milhões de veículos, segundo a Anfavea, que representa 21,5% mais do que em 2016”, afirma o diretor-executivo da Abifa.

Projeto Foundry Brazil da Apex – Para aproveitar essa retomada do mercado de fundição, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio de um convênio firmado com a ABIFA há 12 anos, promove, entre os dias 26 e 29 de setembro, durante a Feira Latino-Americana de Fundição (FENAF) e o Congresso Abifa de Fundição (CONAF), no Expo Center Norte, em São Paulo, a Rodada de Negócios Internacional no Projeto Foundry Brazil. Na ocasião, compradores de peças fundidas do exterior se reúnem com as fundições nacionais interessadas em aumentar suas exportações ou mesmo se lançar no mercado internacional.

O Projeto Comprador do Projeto Foundry Brazil – Convênio de Cooperação Técnico e Financeiro com a Apex-Brasil, contempla os vários segmentos do setor de fundição, como o automotivo, ferroviário, agrícola, mineração, energia e infraestrutura. Realizada pela última vez na edição de 2013 da FENAF, a Rodada de Negócios da Foundry Brazil registrou na época 151 reuniões entre 42 fundições nacionais e 11 organizações estrangeiras de sete países – Alemanha, África do Sul, Argentina, Canadá, Chile, México e Estados Unidos – que geraram exportações da ordem de US$ 25 milhões.

Todas as empresas cadastradas no Projeto Foundry Brazil são convidadas a participar, representando no mínimo três para cada comprador convidado e tem-se como meta a presença de no mínimo 8 compradores do exterior. Assim serão no mínimo 24 fundições brasileiras participando da ação. De acordo com o gerente-técnico da ABIFA, Weber Gutierres, dos encontros espera-se gerar algo em torno de US$ 20 milhões em negócios, principalmente com representantes de mercados como Estados Unidos, México, Colômbia, Chile e Alemanha. Leia mais em diarioinduscom 20/09/2017



Conheça as métricas que podem ajudar a alavancar o seu negócio

Analisar métricas pode guiar melhor a empresa nas tomadas de decisões e também pode mostrar que o esforço investido no negócio não teve resultados satisfatórios

Os negócios recorrentes, que cobram assinatura ou mensalidade, têm uma dinâmica completamente diferente dos tradicionais. Eles não vendem a propriedade de um produto, mas sim o acesso a um serviço. Em vez de fazer um único investimento inicial, o consumidor faz uma assinatura, com preços mais baratos distribuídos em mensalidades. Para a empresa, além de adquirir o cliente, é preciso focar na manutenção dele, o sucesso depende de maximizar o tempo de permanência do usuário.

Neste mercado, a conquista de cada cliente requer investimentos: em marketing para atraí-lo e em uma equipe de vendas qualificada para o atendimento. Uma das maneiras de saber se o seu negócio está no caminho certo é analisar se o investimento está trazendo o retorno esperado.

Será que o valor que você ganha com cada cliente é realmente maior do que investiu para conquistá-lo?

Para descobrir o investimento e o lucro que cada cliente gera para a empresa é preciso fazer alguns cálculos e considerar algumas métricas. A primeira é o Custo de Aquisição por Cliente (CAC), ela representa o valor que a empresa gastou para adquirir novos clientes. Para encontrá-la, some os gastos, entre vendas e marketing, e divida pelo número de novos contratos no mesmo período.

Para calcular o Tempo de Vida do Cliente (Customer Lifetime), use a Taxa de Cancelamento (Churn Rate), porcentagem de clientes da base que desistem do serviço. Este é o tempo médio que um cliente passa assinando o serviço. Pode ser calculado com a seguinte fórmula: 1/churn rate. Ou seja, se mensalmente 5% dos clientes cancelam o serviço, 1/0.05 = 20. Os clientes passam vinte meses com você.

A Receita Recorrente Mensal (MRR) é a soma da receita acumulada no período. Em planos com pagamentos mensais, o MRR é simplesmente a soma das assinaturas. Já o Ticket Médio é o valor médio que um cliente paga na assinatura. O cálculo é feito dividindo o MRR pelo número de clientes na base.

Em negócios recorrentes, existem fatores que farão o MRR mudar de um mês para o outro: aumento dos clientes da base , aumento dos planos dos clientes já existentes, diminuição dos clientes na base e diminuição dos planos dos clientes já existentes. Usando esses dados é possível calcular o desempenho financeiro da empresa. Some o quanto ele aumentou e divida pelo quanto ele diminuiu. Esse índice tem o nome de Quick Ratio e o ideal é que ele seja maior que 4. Ou seja, para cada 1 real que você perde, você deve ganhar 4. Isso vai indicar que o crescimento da empresa está sendo saudável.

Outra métrica importante é a Margem Bruta, porcentagem que representa o que sobrou da receita, retirados os custos para a produção do serviço, como desenvolvimento, suporte, customer success e infraestrutura.

O Valor de Vida do Cliente (LTV) é o quanto o cliente vai trazer de lucro durante todo o período que ele continuar com a empresa. É calculado fazendo a multiplicação do Ticket Médio com o Tempo de Vida com a Margem Bruta.

Se o seu negócio está dando certo, então o valor de vida do cliente deve ser maior que o custo para adquiri-lo. Uma proporção aceitável é de 3 para 1 – as melhores empresas têm a proporção de 7 para 1. Também é importante medir o tempo que o seu negócio leva para recuperar o Custo de Aquisição por Cliente. O aceitável é não passar de 12 meses – as melhores empresas levam apenas 5 a 7 meses para recuperar.

Se você recupera esse valor em pouco tempo, deve investir mais dinheiro em marketing e vendas. É o momento certo para atrair mais clientes. O objetivo é sempre diminuir o CAC e aumentar o LTV.

Mas não é só isso. Essas métricas mostram quanto dinheiro a empresa gera, não o valor dela para o cliente. Se um serviço é pouco utilizado pelo cliente quer dizer que não é essencial, em pouco tempo será visto como gasto e provavelmente será cancelado.

Para conseguir prever isso é possível usar métricas de engajamento como DAU (usuários ativos diariamente), WAU (usuários ativos semanalmente) e MAU (usuários ativos mensalmente). Ainda mais relevante que a frequência de acesso, medir o uso para aquilo que seu serviço foi criado vai te ajudar a enxergar o real valor que ele tem para seu cliente. Essa será sua métrica estrela-guia. Em serviços de pagamentos, por exemplo, a métrica estrela-guia será o número de transações mensais, no caso de serviços de comunicações, a quantidade de mensagens enviadas no mês.

Analisar métricas pode guiar melhor a empresa nas tomadas de decisões e também pode mostrar que o esforço investido no negócio não teve resultados satisfatórios. Isso pode ser bastante frustrante, mas é preciso saber quando parar, respirar e mudar a direção, analisar o negócio e tomar decisões com base em dados reais e não mais em achismos. Por André Baldini - Vice-presidente de vendas da Superlógica Leia mais em administradores 20/09/2017



Decolar.com prevê aquisições no Brasil após IPO de US$ 332 milhões na Nyse

Aquisições no Brasil estão no radar da Decolar.com após o grupo levantar US$ 332 milhões em sua abertura de capital na Nyse, bolsa de valores de Nova Iorque. "Faremos uma abordagem mais oportunista para alvos de aquisição na América Latina, incluindo o Brasil", afirma Mike Doyle, diretor Financeiro do Despegar.com, operadora online de pacotes de viagens que atua em 20 países na América Latina e no Brasil usa a marca Decolar.com.

A Despegar lançou 12,8 milhões de ações em sua oferta pública inicial de ações nos Estados Unidos. O preço por ação ficou no teto da faixa indicativa, que era de US$ 23 a US$ 26. Do total dos recursos movimentados no IPO, cerca de US$ 225 milhões correspondem à oferta primária, ou seja, representam entrada de dinheiro novo para a companhia. O restante são recursos que vão para os acionistas vendedores.

"Olhamos (aquisições) por toda a região, inclusive no Brasil que é nosso maior mercado e um importante destino para agências de viagens", comentou Doyle em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

As aquisições pela América Latina devem ter como alvo outras agências online de viagens, mas também negócios que ofereçam alguma nova expertise, como oferta de novos serviços ou contribuam com o relacionamento com fornecedores. O México e a Colômbia são interessantes para a companhia, diz o executivo, que considera que os mercados de turismo nesses países são bastante atraentes e que a empresa ainda tem baixa penetração local.

A Despegar faturou US$ 248 milhões apenas nos seis primeiros meses deste ano, um crescimento de 28% na comparação com o mesmo período do ano anterior. O Brasil gerou o maior número de transações realizadas no período: mais de 1,7 milhão, cerca de 40% do total.

Doyle considera que o crescimento da companhia mesmo num período conturbado para muitos de seus mercados (depois do Brasil, o segundo mercado da Despegar é a Argentina) foi impulsionado pela migração das compras, saindo das lojas físicas para a internet. Ele avalia, no entanto, que a empresa enxerga uma recuperação no consumo nessas regiões.

"Nos beneficiamos de toda forma quando o consumo aumenta, mas também quando ele não aumenta, em razão da migração para os meios online", comentou. "Mas há uma tendência mais positiva para o consumo na região agora do que há um ano, embora este ainda seja um estágio inicial de recuperação", acrescentou.

A listagem na Nyse, segundo o executivo, foi uma opção porque o mercado de ações norte-americano já tem familiaridade com agências online de viagem e também com companhias de tecnologia. Embora o Brasil seja o maior mercado da empresa, Doyle afirma que não há planos futuros de uma oferta na bolsa brasileira. - Jornal do Comércio Leia mais em jcrs.uol 21/09/2017



Advent capta R$ 1,3 bi com Fleury

A gestora de fundos de private equity Advent deu dois importantes passos ontem. Vendeu em leilão na bolsa toda a fatia que detinha na rede de medicina diagnóstica Fleury por R$ 1,3 bilhão e assegurou duas cadeiras no conselho de administração da Estácio - o que lhe confere maior autonomia para sugerir mudanças no grupo de educação carioca. Tanto o Fleury quanto a Estácio se posicionam como as segundas maiores empresas de seus respectivos setores.

Segundo fontes, a Advent pretende replicar na Estácio algumas das iniciativas adotadas no Fleury que trouxeram resultados positivos para a rede de laboratórios nos dois anos em que foi acionista. Entre elas, está a indicação de executivos para comitês e diferentes posições na companhia carioca. Além disso, a Advent quer colocar seu time para identificar os problemas na Estácio e com esses dados em mãos traçar estratégias. Essas ideias já vinham sendo conversadas informalmente com os conselheiros e diretores executivos da companhia carioca, mas esses trabalhos começam oficialmente agora com a nomeação de dois sócios da Advent para o conselho de administração.

Os nomes indicados para o colegiado da Estácio foram de Brenno Raiko e Juan Pablo Zucchini, que também ocupam cadeiras no conselho do Fleury - ainda não está definido se ambos continuam na empresa de medicina diagnóstica. A gestora de fundos zerou, ontem, sua posição na empresa de saúde que era de 14,7% e que a colocava como a segunda maior acionista.

Na Estácio, a Advent também é o segundo maior sócio, com cerca de 10,5% do capital. Porém, segundo fontes, a gestora pode vir aumentar esse percentual e tornar-se o maior acionista. Hoje, essa posição pertence ao fundo Oppenheimer que tem 13% e vem reduzindo sua participação, desde que a fusão da Estácio com a Kroton, líder no mercado brasileiro de educação superior, foi barrada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no fim de junho.

Ao que tudo indica, a Advent vem trabalhando para manter uma política de boa vizinhança com o conselho da Estácio, que já teve conflitos com o ex-presidente Rogério Melzi e o empresário Chaim Zaher, que era o maior acionista individual da companhia até o mês passado. Na assembleia em que o colegiado propôs mudanças polêmicas, como a cobrança de um ágio de 30% para o investidor que adquirisse 20% da companhia (pela regra atual, o acionista que chega a essa participação é obrigado a fazer uma oferta pública de ações por 80% do capital), a gestora se absteve. Mas foi contra a criação de um comitê de estratégia que acabou sendo aprovado e tem como integrantes os conselheiros João Cox, Líbano Barroso, Maurício Luchetti e Jackson Schneider.

Há uma grande expectativa do mercado de que a Advent traga ganhos de eficiência à Estácio. Desde o anúncio de que a gestora estava montando posição na companhia, em 28 de julho, as ações da empresa já valorizaram 66,5%. A gestora de fundos tem a seu favor a experiência bem-sucedida com a Kroton, entre 2009 e 2013, e mais recentemente com o Grupo FSG, dono do Centro Universitário Serra Gaúcha. Esse último ativo, inclusive, está a venda.

Procurada pela reportagem, a Advent informou que não poderia comentar.  Fonte: Valor Econômico
Leia mais em tudofarma 21/09/2017





Para economista do BNP, país saiu do "atoleiro" recessivo e "agora vai"

O Brasil saiu do "atoleiro" recessivo em que esteve por vários trimestres e a impressão é de que "agora vai", na avaliação de Marcelo Carvalho, economista-chefe do BNP Paribas. Depois da divulgação dos resultados do segundo trimestre - quando o PIB cresceu 0,2% em relação aos três meses anteriores, feitos os ajustes sazonais - o banco revisou sua estimativa para a alta em 2017, de 0,5% para 1%. A projeção para 2018 foi mantida em expansão de 3%.

"Está muito claro que a recessão acabou, com dois trimestres seguidos de PIB positivo, e vemos vários sinais de que as coisas estão indo bem", disse Carvalho durante coletiva trimestral do BNP. O desempenho da produção industrial, das vendas no varejo, da confiança de empresários e consumidores, das concessões de crédito e do mercado de trabalho mostram que a recuperação é cada vez mais consistente, afirmou.

Outro fator positivo, de acordo com o economista-chefe do BNP, é que a retomada está ocorrendo em meio a um cenário inflacionário bastante benigno. Para o banco, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terá alta de 3% e 4% em 2017 e 2018, respectivamente, e os riscos são para baixo nos dois anos.

Vários elementos indicam que a redução da inflação "veio para ficar", disse, uma vez que não só os alimentos explicam a alta menor dos preços. Mesmo os preços de serviços, que são mais resistentes, estão cedendo agora, enquanto índice de difusão e os demais núcleos do IPCA estão baixos. Além disso, as expectativas inflacionárias estão comportadas, também devido à recuperação da credibilidade do Banco Central, o que facilita o trabalho da autoridade monetária, mencionou.

Com a trégua inflacionária, Carvalho estima que a taxa Selic encerrará 2017 em 7% ao ano. No começo de 2018, os juros devem ser cortados para 6,5% ao ano, patamar em que devem permanecer até o fim do ano, previu.

O risco político é recorrente nos últimos anos e não pode ser descartado no cenário de recuperação esperado para 2018, observou. No entanto, se as projeções econômicas do banco estiverem corretas, a economia vai fazer diferença para a política e um candidato à Presidência alinhado à agenda reformista tem maior probabilidade de vencer. Com a reação prevista para a atividade, a sensação de bem-estar na população deve aumentar, o que tende a favorecer a candidatura de presidenciáveis que defendam as reformas estruturais, explicou Carvalho.

Para Carvalho, a economia não está descolada do ambiente político mais conturbado. Na prática, mesmo com as turbulências políticas do dia a dia, a política econômica se mantém na direção correta, o que faz com que o mercado se mantenha confortável, disse.

Além do quadro doméstico mais favorável, o ambiente global também vai ajudar mercados emergentes como o Brasil, acrescentou. "O mundo está crescendo de forma mais sólida, consistente e sincronizada". Apesar do crescimento mais robusto, afirmou o economista, a inflação segue bastante baixa no mundo desenvolvido, o que permite que bancos centrais, como o dos EUA, não tenham "muita pressa" em subir os juros.

A reforma previdenciária, em sua visão, está sendo adiada e diluída, mas não está "morta". A proposta inicial do governo, que garantia economia em torno de 2 pontos do PIB por ano, caiu para 1,5 ponto depois das negociações com o Congresso, e a tendência é que esse percentual recue ainda mais, disse, para 0,5 ou 1 ponto do PIB por ano. "Mas, se o governo conseguir aprovar algo nessa linha, já é um avanço."

A ampla liquidez global favorece o fluxo de capitais para países emergentes, ao mesmo tempo em que o dólar deve se enfraquecer em relação às demais moedas, observou. Quando a moeda americana se deprecia, as commodities se valorizam, o que é benéfico para exportadores de matérias-primas, como o Brasil, disse Carvalho.  Valor Econômico -  Leia mais em abinee. 21/09/2017



Novo plano prevê R$ 132 bi para logística

As rodovias e ferrovias brasileiras precisam, nos próximos oito anos, de mais R$ 132,6 bilhões em investimentos que ainda não fazem parte da lista de exigências nos atuais contratos de concessão e nem têm recursos públicos garantidos. O diagnóstico consta do novo Plano Nacional de Logística (PNL) - um estudo inédito do governo que identifica as necessidades de melhorias na infraestrutura até 2025.

À semelhança do setor elétrico, que divulga um planejamento com horizonte de dez anos desde o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a rede de transportes ganhará agora sua própria organização de longo prazo. O plano será colocado em consulta pública em outubro para receber contribuições da sociedade, por 30 dias, e deve ter uma versão definitiva aprovada no fim deste ano. Ficará, conforme explicam seus idealizadores, como um legado para a próxima administração federal definir futuras concessões e prioridades na aplicação do Orçamento.

"Estamos apresentando um diagnóstico e prioridades de investimentos para a melhoria da infraestrutura e da eficiência logística", diz o presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), José Carlos Medaglia Filho. Ele ressalta que, a partir de uma base de dados de abrangência jamais vista na gestão pública, o plano poderá ser atualizado regularmente. "Teremos um raio-X da equação custo/benefício de cada projeto, estudos de alternativas, definição de prioridades, tudo com justificativas técnicas."

Uma pesquisa de origem e destino contratada pela EPL fez 216 mil entrevistas com motoristas de automóveis, 310 mil de caminhões e 13,3 mil embarcadores de cargas. O país foi dividido em 558 microzonas para apontar de onde saíam e onde chegavam as encomendas. Esse mapeamento permitiu saber como cada fator é considerado na decisão do frete - custo, tempo, segurança e outros. As projeções de crescimento do volume de cargas foram realizadas não tomando como base o avanço do PIB como um todo, mas por setores da economia e regiões geográficas.

Resultado: para atender adequadamente ao aumento da demanda, além de todos os investimentos no programa de concessões em andamento, seria preciso apostar em mais dezenas de projetos. Em sua versão preliminar, o plano conclui que haverá a necessidade de desembolsos adicionais de R$ 92,7 bilhões em 13,2 mil quilômetros de rodovias federais ainda mantidas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). São obras como a conclusão da BR-163 até os portos do chamado "Arco Norte", a duplicação da BR-101 na Bahia e a pavimentação completa da BR-422 no Pará.

Talvez nem todas possam ser pedagiadas, mas a ideia é buscar soluções para transferir o maior número possível de estradas ao setor privado, tendo em vista as grandes dificuldades orçamentárias, segundo o secretário de Articulação de Políticas Públicas do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Henrique Amarante Pinto. "Vamos ver como se resolve o gargalo de todas as rodovias ainda não concedidas e estudar como viabilizá-las", afirma.

Amarante reconhece que, com mais 15 meses de mandato, dificilmente se poderá estruturar novas concessões no governo de Michel Temer - além daquelas já anunciadas pelo PPI. Mesmo assim, enfatiza a importância do planejamento. "A intenção é dar uma visão de longo prazo e não deixar o próximo governo saindo da estaca zero. Talvez seja o legado mais relevante às administrações seguintes", diz o secretário.

O plano também identifica a necessidade de incluir R$ 37,3 bilhões em investimentos não previstos nos atuais contratos de concessão das rodovias. É o caso, por exemplo, de obras na Transbrasiliana (BR-153 em São Paulo) e na Fernão Dias (ligação entre São Paulo e Belo Horizonte). Para isso, será necessário negociar aditivos com as concessionárias.

Na área ferroviária, a aposta é tirar do papel três concessões: a Ferrogrão (entre Mato Grosso e Pará), a Ferrovia Norte-Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). O governo anunciou ainda a prorrogação das atuais concessões. Para isso, pede investimentos de R$ 25 bilhões em troca.

Esses desembolsos não estão no Plano Nacional de Logística porque, em tese, já estão equacionados. Faltam apenas os trâmites administrativos. O PNL identifica gargalos que vão além das soluções já anunciadas.

Sobraram apenas 649 quilômetros de trilhos que se transformarão em gargalos até 2025. São dois trechos: um da Ferronorte em Mato Grosso e outro da Tereza Cristina, concessionária que opera a malha em Santa Catarina. A intenção da EPL é fazer uma revisão do plano todos os anos.
Valor Econômico - Leia mais em abinee.21/09/2017



Leroy Merlin fica com área de Congonhas por R$ 40 milhões

Negócio, que teve só um interessado, corre risco de virar uma disputa administrativa ou judicial, pois governo quer conceder o aeroporto

Um consórcio formado pela Leroy Merlin e a Creative Real Estate venceu a disputa pela área de 28,5 mil metros quadrados no Aeroporto de Congonhas. O terreno, antigamente ocupado pela Vasp, será explorado comercialmente pelo prazo de 25 anos e saiu pelo preço mínimo de R$ 40 milhões fixado no edital, uma vez que só houve um concorrente. O resultado foi oficializado pela Infraero na segunda-feira.

Área de 28 mil metros quadrados de Congonhas pode virar disputa judicial

Segundo documentos publicados no site da estatal, os R$ 40 milhões serão pagos em três parcelas, sendo que a primeira, de R$ 20 milhões, será quitada em até dez dias úteis após a assinatura do contrato. As outras duas parcelas, de R$ 10 milhões cada, serão pagas no 12.º e 24.º mês do contrato. Pelo uso do espaço, serão pagos R$ 390 mil ao mês ou 3% do faturamento bruto, o que for maior.

O negócio, porém, corre sério risco de virar uma disputa administrativa ou judicial, por causa da decisão de conceder Congonhas à iniciativa privada. Segundo fontes do governo, não é certo que o concessionário aceitará e honrará o contrato de exploração daquela área, pois a própria licitação ocorreu em bases controversas.

Segundo mostrou o Estado no sábado, aeroportos em vias de serem concedidos estão proibidos de celebrar contratos para exploração de áreas comerciais por prazo superior a 24 meses, conforme determina portaria publicada pelo Ministério dos Transportes em abril do ano passado.

Exceções. O processo em andamento na Infraero, porém, não está ilegal. Primeiro, porque a própria portaria admite exceções. E, principalmente, por um detalhe: ainda falta publicar um decreto oficializando a intenção de conceder o Aeroporto de Congonhas, embora o governo já tenha anunciado.

Essa explicação, porém, vem sendo questionada nos bastidores. Segundo fontes, a própria ata da reunião do conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) que decidiu conceder Congonhas já cumpriria o papel de formalizar a decisão.

A licitação do terreno causou desconforto em alas do governo. Técnicos já foram procurados por investidores internacionais que queriam entender por que esse processo foi deflagrado às vésperas da concessão.

Para outros envolvidos, a ação da Infraero tira credibilidade da concessão, além de pôr em risco o ágio esperado para o leilão, que tem lance mínimo previsto em R$ 6 bilhões pela outorga. Não é segredo que a estatal é contra a concessão. O ministro dos Transportes, Maurício Quintella, já disse que analisará a situação. Há expectativa de que ele dê um “freio de arrumação” no processo.

“O que causa perplexidade é que eles retiraram do concessionário a opção de como melhor explorar a área”, comentou o advogado Carlos Alberto Siqueira Castro, sócio sênior do escritório Siqueira Castro. Pior ainda no caso de Congonhas, aeroporto que tem pouco espaço para crescer. Para ele a assinatura do contrato poderá afetar negativamente os lances no leilão.

O professor da Universidade de São Paulo Vitor Rhein Schirato, sócio do RSMC Advogados, acha que o aluguel do terreno não ajuda o processo de concessão de Congonhas: “Ainda assim, é algo em que todos os operadores de aeroporto têm interesse”. Ele acha que, com ou sem contrato de aluguel do terreno, a disputa será grande.

Procurada, a Leroy Merlin não se posicionou.Lu Aiko Otta, O Estado de S.Paulo  Leia mais em estadão 20/09/2017



Megamed contrata Condere para captação de R$ 30 mi para financiar expansão

A Megamed, rede popular de clínicas médicas, contratou a assessoria financeira Condere para realizar captação com investidores no valor de R$ 30 milhões.

A rede tem duas unidades e busca os recursos para seu projeto de expansão, que mira alcançar 140 unidades abertas já nos próximos anos. A Megamed tem como sócios Roberto Justus, Felipe Prata, da Nest Investimentos, e Ruy Marco Antonio, ex-dono do Hospital São Luiz. Leia mais em colunadobroad.estadao 21/09/2017



Google fecha acordo de US$ 1,1 bi e compra parte da divisão mobile da HTC

Confirmando os rumores de ontem (20), foi anunciado nesta quinta-feira (21) um acordo para que a Google leve para os seus domínios parte da equipe de desenvolvimento mobile da HTC. Além disso, o negócio entre as duas empresas envolve também o licenciamento não exclusivo de propriedade intelectual da fabricante taiwanesa. Por tudo isso, a Google vai pagar US$ 1,1 bilhão em dinheiro.

“A HTC tem sido uma parceira de longo tempo e criou alguns dos mais belos e potentes dispositivos do mercado”, destacou o vice-presidente de hardware da Google Rick Osterloh. “Mal podemos esperar para dar as boas vindas aos membros da equipe HTC que se juntam a nós nessa jornada.”
Osterloh lembrou ainda a parceria de uma década entre as duas empresas, união que começou em 2007, quando elas se juntaram para criar o primeiro smartphone com Android da história, o HTC Dream. Depois disso, o feito se repetiu também em torno do Nexus One (2010), do tablet Nexus 9 (2014), do primeiro Pixel (2016) e também da próxima geração do smartphone da Google, o Pixel 2, que será anunciado em 4 de outubro.

10 anos depois de começarem a desenvolver juntas o HTC Dream, o primeiro smartphone com Android do mundo, HTC e Google fecham acordo bilionário.

“Este acordo é um brilhante passo adiante em nossa parceria de longa duração e permite à Google ampliar o seu negócio de hardware enquanto garante a inovação continuada dentro dos nossos negócios com os smartphones HTC e [a plataforma de] realidade virtual VIVE”, afirmou a presidente da HTC Cher Wang. “Nós acreditamos que a HTC está bem posicionada para manter o nosso rico legado de inovação e perceber o potencial de uma nova geração de serviços e produtos conectados.”

A negociação levará cerca de 2 mil funcionários da HTC para a Google entre designers e pesquisadores. O acordo será concluído até o início de 2018 e a companhia taiwanesa continua sendo dona da marca “HTC”, portanto não espere ver a Google lançando produtos com ela. A HTC garantiu inclusive já estar trabalhando no desenvolvimento de um novo flagship para substituir o HTC U11, lançado neste ano.

Uma nova aventura mobile

Esta é a segunda vez que a Google faz uma grande aquisição visando impulsionar a sua posição no mercado de mobile. A primeira foi em 2011, quando a empresa gastou US$ 12,5 bilhões para adquirir toda a divisão mobile da Motorola. Em 2014, porém, mesmo após lançar alguns aparelhos, a companhia vendeu a marca para a Lenovo, permanecendo apenas com as patentes adquiridas no negócio.

A expectativa, agora, é que as coisas sejam diferentes. Primeiro porque a Google não está comprando a divisão mobile da HTC — a negociação envolve basicamente a aquisição de inteligência e o licenciamento de patentes de forma não exclusiva, também por isso o valor gasto hoje é bem inferior ao investido em 2011.

Segundo, porque o momento da Google é outro. De 2014 para cá, a companhia vem dando passos firmes no mundo de hardware, com o lançamento do speaker inteligente Google Home, nova geração do Chromecast, a aposta nos smartphones Pixel para brigar com os grandes nomes do setor e também a sua linha de laptops.

Assim, é possível imaginar que os próximos anos serão bem frutíferos nos laboratórios de Mountain View.  POR DOUGLAS CIRIACO Leia mais em tecmundo 21/09/2017



Toshiba vende unidade de chips por US$ 18 bilhões.

A Bain Capital, a Apple, a Dell e outros grupos de tecnologia americanos formalizaram a compra, por US$ 18 bilhões, da valorizada divisão de chips de memória da Toshiba. O negócio constitui uma das maiores aquisições capitaneadas por uma empresa de private equity desde o fim da crise financeira.

A transação ocorre após uma guerra de ofertas que se estendeu por oito meses e sacudiu o meio corporativo japonês, ao ameaçar o futuro de um de seus maiores conglomerados e ao expor o desgaste dos laços entre o governo e as grandes empresas que no passado sustentavam o modelo do establishment corporativo do Japão.

A aquisição da Toshiba Memory - a segunda maior fabricante mundial de chips de memória flash Nand - pode ser adiada, no entanto, por análises antitruste ou por ações judiciais movidas pela parceira da Toshiba na joint-venture que controla a divisão de produção de chips, o grupo americano Western Digital.

O consórcio capitaneado pela Bain foi escolhido por um processo de apresentação de ofertas altamente agitado, pontuado por batalhas judiciais, mudanças abruptas de alianças e esforços de última hora para apresentar acordos alternativos envidados por dois ofertantes rivais, encabeçados pela Western Digital e pelo grupo de tecnologia da Taiwan Foxconn.

A Bain vai criar um veículo de aquisição de fins específicos chamado Pangea para controlar a empresa. Além de um investimento significativo da Apple, cujo apoio foi solicitado por todas as três ofertantes nos últimos 30 dias, a Pangea contará com o apoio de Dell, Seagate, Kingston e da fabricante sul-coreana de chips SK Hynix.

A Pangea receberá, finalmente, o respaldo financeiro de dois investidores japoneses que contam com apoio estatal, cuja participação reflete o crescente pânico do governo de que um dos nomes industriais mais importantes do país estivesse correndo o risco de ruir.

A própria Toshiba também vai investir - 350,5 bilhões de ienes (US$ 3,1 bilhões) - na Pangea para "garantir uma transferência de divisão estável", informou a companhia japonesa.

O negócio, aprovado ontem pelo conselho de administração da Toshiba sob intensa pressão de seus maiores credores, pretende poupar o grupo de ter seu registro cancelado na Bolsa de Tóquio e de perder, potencialmente, fontes fundamentais de financiamento - um risco criado pelas enormes baixas contábeis sofridas por sua divisão nuclear Westinghouse nos EUA e pelas consequências de um escândalo contábil de 2015.

Mas, mesmo no momento em que surgiu o negócio salvador, analistas sugeriam que a venda poderá, em última instância, fazer do restante da Toshiba uma empresa "zumbi", uma vez que as divisões de chips e nuclear foram identificadas pela companhia japonesa como as principais propulsoras de seu crescimento. - Valor Econômico Jornalista: Leo Lewis e Peter Wells Leia mais em portal.newsnet 21/09/2017



Investidores chineses mantêm interesse por ativos no Brasil

O Global Infrastructure Hub, uma iniciativa de pesquisa do G-20 (grupo das 20 maiores economias do mundo), estima que o Brasil precisaria colocar US$ 2,7 trilhões em infraestrutura até 2040 (US$ 120 bilhões/ano) , mas a taxa de investimento atual alcança apenas US$ 1,5 bilhão.

As aquisições em infraestrutura lideradas pela China nos primeiros 4 meses de 2017 somaram US$ 5,7 bilhões. A Câmara de Comércio Brasil-China prevê que este número poderia chegar a US$ 20 bilhões para todo o ano de 2017, um aumento de 70% em relação a 2016.

Há, no entanto, preocupações residuais, como a observação das práticas trabalhistas brasileiras, os padrões ambientais e sociais à medida que empresas chinesas adquirem fatias do setor elétrico. "A maior barreira é que eles não podem atuar no exterior como fazem na China", diz o presidente da Apex, Roberto Jaguaribe. "Alguns países deixam que façam isso, mas isso não acontece no Brasil".

Em entrevista ao Financial Times (FT), o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, reafirmou seu foco de atrair investidores estrangeiros para o Brasil. A publicação ressalta que o governo embarcou em um programa de infraestrutura de US$ 45 bilhões destinado a tirar o Brasil de uma profunda recessão e melhorar sua produtividade. "Existe muito interesse", disse Meirelles ao jornal britânico. "Está lá, definitivamente. Nós também estamos vendo isso em linhas de transmissão e campos petrolíferos offshore", afirmou o ministro ao FT. /Estadão Conteúdo Leia mais em dci 21/09/2017



Icon de Michael Klein compra táxi aéreo de família Camargo

A transação, que foi enviada para aprovação do Cade e da Anac teve um valor não revelado e incluiu a concessão para usar um hangar da empresa em Congonhas

A Icon Aviation, empresa de taxi aéreo comandada pelo empresário Michael Klein, comprou a Morro Vermelho taxi aéreo das herdeiras de Sebastião Camargo, fundador da construtora Camargo Correa SA, disse Klein em entrevista.

A transação, que foi enviada para aprovação do Cade e da Anac na primeira semana de setembro, teve um valor não revelado e incluiu a concessão para usar um hangar da empresa em Congonhas, disse Marcel Cecchi Vieira, diretor financeiro do Grupo CB, na mesma entrevista.

Com a aquisição, a Icon passa a ter cinco hangares sob sua administração no aeroporto de Congonhas. As aeronaves da Morro Vermelho ficaram com as filhas e herdeiras de Camargo.

No final de 2016, a CB Air, empresa da família Klein, comprou a Global Aviation para formar a Icon. A compra mais recente, da Morro Vermelho, dá à empresa espaço extra no aeroporto mais concorrido de São Paulo, para atender não apenas às aeronaves fretadas, mas também a clientes de hangaragem e gerenciamento de aeronaves, disse Klein. As operações do táxi aéreo de Klein incluem a administração de jatos para terceiros e os arranjos para o recebimento de clientes de vôos privados.

“Ainda vejo muito espaço para crescer”, afirmou Klein.Por Fabiola Moura, Cristiane Lucchesi e Christiana Sciaudone, da Bloomberg Leia mais em exame 21/09/2017



Estácio vê crescimento em captações no próximo ano e analisa possíveis alvos de aquisição

A Estácio Participações está otimista em relação às captações de alunos para o próximo ano, especialmente no segmento de educação à distância (EAD), disse o presidente da segunda maior empresa de ensino superior do país, Pedro Thomson.

"A captação tem crescido bastante em EAD e temos 131 novos polos a serem inaugurados entre o segundo semestre deste ano e o primeiro do ano que vem", afirmou o executivo, destacando o novo marco regulatório para abertura de polos de ensino à distância.

No fim de junho, o Ministério da Educação (MEC) alterou as regras para credenciamento de instituições e oferta de cursos, permitindo que as já credenciadas para o EAD criassem polos por ato próprio de acordo com o conceito institucional.

Além do crescimento orgânico, a Estácio também mira aquisições e atualmente está avaliando possíveis ativos no mercado. "Devemos priorizar áreas em que já nos destacamos em participação de mercado, mas ainda estamos em período de análise e não temos nenhum alvo específico", comentou Thomson. A companhia está sendo assessorada pelo BTG Pactual, que está mapeando as oportunidades no mercado, disse o executivo.

Questionado sobre a Uniasselvi, apontada nas últimas semanas por agentes do mercado como um dos ativos que potencialmente seriam disputados por empresas do setor, Thomson a classificou como um "grupo relevante" em EAD, mas evitou entrar em detalhes.

Com mais de 220 polos de ensino à distância espalhados em todas as regiões do país, a Uniasselvi foi vendida pela rival Kroton Educacional aos fundos Carlyle e Vinci Partners em outubro de 2015, como parte das exigências do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para aprovação da fusão com a Anhanguera.

"A Uniasselvi é uma empresa considerável e estamos olhando para todas elas, mas ainda é muito precoce", disse o presidente da Estácio.

Especificamente sobre o segmento presencial, Thomson espera que o PAR, o programa de parcelamento de mensalidades introduzido pela empresa em janeiro deste ano, deverá impulsionar o volume de rematrículas e responder por ao menos 10 por cento das captações de novos alunos em 2018.

"Não vejo mais o Fies como motor de crescimento, mas estou entuasiasmado com o PAR", comentou o executivo. O programa de financiamento estudantil do governo correspondeu a pouco menos de 7 por cento das captações da Estácio no primeiro semestre, mas ainda atendia a 36,6 por cento da base total de alunos no fim de junho.

Outro fator que deve corroborar os esforços de captação da Estácio no próximo ano é o aumento em 2017 do número de vendedores de cursos para quase 300, de 90 ao fim do ano passado. "Esses são investimentos de marketing que geram um retorno muito maior", disse Thomson.

As ações da Estácio Participações acumulam alta de quase 90 por cento desde que o Cade reprovou em junho a fusão com a Kroton.

"Ficamos um ano esperando a prerrogativa do Cade e a Estácio ficou desacreditada quando a fusão foi negada, mas conseguimos reverter isso", afirmou o presidente da companhia.  Por Gabriela Mello -  Reuters Leia mais em dci 20/09/2017